José Carlos Souza | A VISÃO ESPÍRITA ANTE O SUICÍDIO: POSSIBILIDADES ESPIRITUAIS ANTE O SUICÍDIO

Comunhão Espírita de Brasília 03/06/2024 (há 1 ano) 1:19:48 366 visualizações

SEMINÁRIO: A VISÃO ESPÍRITA ANTE O SUICÍDIO - JOSÉ CARLOS DE SOUSA (2024) - A VISÃO ESPÍRITA ANTE O SUICÍDIO: MÓDULO 1 - COMPREENSÃO: https://youtube.com/live/uNnHIFs0OTE - A VISÃO ESPÍRITA ANTE O SUICÍDIO: MÓDULO 2 - PREVENÇÃO: https://youtube.com/live/5GdKLrkdJGs - A VISÃO ESPÍRITA ANTE O SUICÍDIO: MÓDULO 3 - ACOLHIMENTO: https://youtube.com/live/xiKSgY5yQPI ___________________________________________________ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais no Youtube, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. - Comunhão Espírita de Brasília (canal de Palestras e Lives) https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 - TV Comunhão (canal de Projetos e Programas Espíritas): https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 - TV Comunhão 2 (canal de Transmissão 24 horas e mensagens espíritas): https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 - TV Comunhão Kids (canal infantil): https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 _____________________________________________________

Transcrição

Olá meus irmãos minhas irmãs estamos aqui reunidos eu e Zé Carlos para cumprir um compromisso que nós Assumimos com vocês nós tivemos no mês de abril o nosso seminário sobre a visão espírita ante o suicídio onde o Zé Carlos apresentou pra gente em três módulos né foram três encontros três Domingos onde apresentou pra gente o módulo da compreensão da prevenção e do acolhimento e hoje nós estamos aqui para trazer as perguntas que não puderam ser respondidas porque vocês participaram bastante ainda não foi possível responder no tempo do seminário e nós então aqui organizamos esse encontro Zé Carlos fez essa proposta que adal aceitou de bom grado para trazer as reflexões nessas respostas né acerca dessas perguntas que vocês fizeram então pra gente não perder mais o nosso tempo vamos lá começando esse nos nosso bate-papo né Z vamos lá uhum bom uma primeira pergunta eh pensar em se matar é normal eh é muito difícil né Patrícia a gente definir o que é normal a gente poderia dizer em função do número de pessoas que T um comportamento suicida que isso é quase comum né Não exatamente pensar em se matar mas Pensar em não viver né pensar em em morrer né o pensar em se matar já é uma etapa um pouco mais à frente que tá indicando o certo desajuste né um certo adoecimento mental se não perfeitamente instalado pelo menos uma adoeci mental que está sendo encaminhado que está se desenvolvendo então a gente não pode não poderia usar a palavra normal mas que infelizmente no momento atual da humanidade a gente vê isso a gente gente encontra essa situação e muitos irmãos nossos Zé Carlos você comentou no módulo compreensão que enquanto o mundo apresenta um leve declínio no número de suicídios na América Latina e no Brasil o movimento é contrário a gente tem visto um acréscimo de 3.7% do aumento desses casos à luz da doutrina espírita o que revela à humanidade estas séries de mortes pelo suicídio que mensagens estas mortes t a nos trazer bom vamos entender primeiro essa questão da diferença pers numérica

à luz da doutrina espírita o que revela à humanidade estas séries de mortes pelo suicídio que mensagens estas mortes t a nos trazer bom vamos entender primeiro essa questão da diferença pers numérica e percentual de diferentes partes do mundo né Eh o tema do suicídio tem sido eh assim explorado num sentido positivo num sentido né de levar conhecimento e elaborar políticas públicas de prevenção na maior parte dos países países do mundo inteiro principalmente os países mais desenvolvidos né Nós já tivemos situações anteriores de países muito desenvolvidos como a Suíça por exemplo que apresenta o número surpreendente né de eh de suicídios né e é surpreendente porque nós temos ali né uma sociedade de bem-estar instalada para maior parte dos seus habitantes tanto o número de suicídios aumentou era grande era significativo Ah esse número maior né na América Latina por exemplo na na e no Brasil ele se dá também por uma consciência maior na de órgãos públicos e da própria área médica na notificação dos casos né porque esses casos geralmente são subnotificados o que significa que ocorrem comportamentos Suicidas ocorrem suicídios e eles não são notificados a a às instâncias às unidades de saúde pública então portanto né não se tinha claramente né o número de intervenções feitas na área médica o número de ocorrências reais Então a partir do momento em que esses registros são feitos vai existir um nãoé uma um acréscimo né daquela continuidade anterior agora Aim segunda parte esse é uma uma um aspecto da questão a segunda parte da sua na pergunta é que na visão espírita o que que o que que explica essa essa a questão no acho que a gente pode reduzir a pergunta a isso né que que explica a questão do suicídio é isso né então na visão espírita sabe a a explicação é muito clara é muito objetiva né ela vem de uma falta ainda de compreensão nossa das leis naturais de uma falta de compreensão da Necessidade que nós temos de desenvolver uma capacidade de enfrentamento das soluções né do entendimento que existe n

falta ainda de compreensão nossa das leis naturais de uma falta de compreensão da Necessidade que nós temos de desenvolver uma capacidade de enfrentamento das soluções né do entendimento que existe n de um modo geral na na no mundo todo a gente pode dizer dos objetivos da vida dos objetivos da Encarnação a doutrina espírita então lança uma luz sobre essa essa questão nos and que o objetivo da existência é o aprimoramento espiritual né E que né esse aprimoramento se faz no mundo físico por conta da nossa natureza ainda muito física nossa natureza eh do corpo físico e do próprio perispírito da própria condição planetária poderemos dizer assim então à medida em que o homem for se desenvolvendo na nessa questão da sua própria espiritualidade que não é necessariamente dentro do Espiritismo mas em qualquer outra religião em que ele for desenvolvendo né as as virtudes necessárias para ser um homem de bem né ele vai compreendendo essa situação e se livrando dessa ideia negativa de que não vale a pena viver Bom José Carlos você falou né dessa questão que a doutrina a luz que a doutrina traz acerca do do suicídio acerca dessa temática Quais são os fatores de risco e sinais de alerta que podem desencadear o suicídio então fatores de risco que podem desencadear o suicídio e os sinais de alerta para que nós estejamos atentos em especial na família e em relação a esses fatores e a esses sinais existe uma diferença quando se trata de criança e adoles sente Ok vamos lá então fatores de risco existem eles são claros eles são conhecidos né quando você eh Traz essa situação pro âmbito da família né a gente tem que reforçar a ideia que é ali mesmo na família que esse ideário que essas ideias costumam germinar ou costumam crescer né e o fator de risco vem primariamente da família quando há uma uma falta de cuidado sabe com há uma falta né de que da a criatura sente falta de que os pais eh eh tenham uma dedicação uma acolham o ser né de uma forma adequada né de uma forma inclusiva de uma forma respeitosa de uma forma a a

há uma falta né de que da a criatura sente falta de que os pais eh eh tenham uma dedicação uma acolham o ser né de uma forma adequada né de uma forma inclusiva de uma forma respeitosa de uma forma a a ajudá-lo a formar a própria identidade a própria personalidade a pessoa se sentir segura assistida na todo o tempo infelizmente isso não acontece sempre há uma carência em muitas experiências familiares nesse sentido Então essa ausência dos pais ou a pouca presença dos pais é um fator de risco Um Outro fator de risco é o o próprio comportamento dos Pais né é um comportamento né conflituoso de dificuldade desesperançoso pode levar a criatura a situações de ansiedade de medo né Eh portanto e de depressão que pode acabar desencadeando uma questão eh eh uma ideação suicida então famílias por exemplo que T né um do eh um dos Pais eh eh drogadito ou é ligado ao alcoolismo ou tem comportamentos abusivos inadequados né de violência física de violência emocional n vai desarticular a saúde mental dessa criatura dessa criança né E ela vai expressar isso não Possivelmente não ali naquele momento mas no futuro e talvez até no pós adolescência na vida adulta porque essas questões ficam gravadas no nosso psiquismo e só serão sanadas se trabalharmos adequadamente isso né com uma compreensão da vida quando a gente fala em trabalhar a gente não precisa pensar somente em medicação ou uma psicoterapia que seria sempre o ideal né mas numa compreensão desses valores espirituais de que nós já falamos anteriormente que são valores comuns ensinados né pelas filosofias mais adequadas pelas correntes religiosas né acreditadas todas que nós né conhecemos t esse né Esse aspecto essa esse Pilar essa base né de desenvolvimento de virtudes adequadas então Eh eh Eh esses né O que o indício na Então são fatores existem outros fatores né os traumas os abusos acontecidos na infância tudo são fatores de risco pro futuro a gente chama essa situação de fatores que predispõem ao suicídio são predisponentes depois lá no

em outros fatores né os traumas os abusos acontecidos na infância tudo são fatores de risco pro futuro a gente chama essa situação de fatores que predispõem ao suicídio são predisponentes depois lá no futuro a pessoa adulta podem existir fatores que são são deflagradores da situação de o suicídio né então uma pessoa quando entra nesse esquema e a pessoa né Eh executa um ato de Alto extermínio ela não está relacionando aquela situação não está relacionada somente há um único acontecimento da vida dela um acontecimento imediatamente anterior né mas há uma série de acontecimentos anteriores que a gente chama de fatores que Pris fatores que predispõem né dentre os sinais o que é mais comum são comportamentos de depressão comportamentos depressivos são os que mais chamam atenção existem outras situações com transtornos de personalidade inclusive né que a gente vai perceber muito mais na vida adulta né esses sinais às vezes não estão muito presentes n crianças eh e então o n as crianças podem expressar Principalmente as crianças né podem expressar isso quando né Tem uma postura depressiva um comportamento né Eh inadequado paraa sua idade Não não compatível com a sua idade né um certo isolamento um entristecimento continuado uma falta de energia para as atividades né a gente precisa de também fazer uma diferença né que tem crianças que apresentam determinados transtornos em que ela se retrai né ela se retrai fica muitas vezes no mundo no mundo dela né Tem n crianças que estão dentro desse espectro do teia que é o transtorno eh o espectro o transtorno do autismo né do do autista né Eh do aspecto autista então tem essas gradações aí dentro dentro desse desse processo então a criança às vezes tá ali mais reclusa e tudo mas isso não indica uma depressão propriamente dita então há que se se eh observar bem e se necessário levar a criança para uma avaliação clínica adequada uma avaliação médica né para evitar problemas no futuro Tá certo E por que você né No início nós conversamos você falou da Suíça uma uma

necessário levar a criança para uma avaliação clínica adequada uma avaliação médica né para evitar problemas no futuro Tá certo E por que você né No início nós conversamos você falou da Suíça uma uma caracterização geográfica né e a pergunta é exatamente isso por que que algumas regiões são mais propícias a terem o maior índice de suicídio eh n eh em todos os países existe uma legislação todos os países que eu saiba né a literatura na indica na eles têm sempre uma legislação que protege a vida né Eh E que criminaliza qualquer atitude que coloque a vida em risco né mas ainda assim por exemplo países como a Holanda a Holanda agora essa semana essa semana foi an ontem ou anteontem Se não me engano né autorizou uma jovem de 28 anos né a ser eutanasiado né Eh então ela tá eh isso é possível na legislação daquele país por conta de um sofrimento psicológico eh atroz né é um um um sofrimento de uma intensidade eh muito grande que dificilmente a pessoa né consegue eh controlar ou consegue suportar e não há qualquer possibilidade de remissão do problema dela não há qualquer possibilidade de mudança óbvio que essa condição tem que ser né Eh eh avalizar né avaliada e avalizada por um médico competente né tem todo um processo até judicial que se né que se corre para que haja uma autorização nesse sentido né mas isso mostra né só esse fato já mostra né um uma diferença né Eh entre a postura ante a vida nos países mais desenvolvidos né e em países mais os menos desenvolvidos vamos chamar assim né Eh na nossa realidade a gente tá num contexto latinoamericano né mas Latino eh em que se Celebra a vida de um modo geral né Eh em outros países as necessidades é interessante isso que né Eh as necessidades atendidas todas as necessidades atendidas tir um pouco do brilho da vida das pessoas elas têm tudo né Não tô dizendo que esse é o é o é é a situação que leva o suicídio Mas é uma das causas né porque a pessoa se acomoda e ela fica sem objetivo é uma vida sem né um propósito existencial o estado né provê

o tô dizendo que esse é o é o é é a situação que leva o suicídio Mas é uma das causas né porque a pessoa se acomoda e ela fica sem objetivo é uma vida sem né um propósito existencial o estado né provê tudo né no n na nossa situação na nossa condição é o contrário nas pessoas têm que não tem tempo de pensar nos problemas porque tem que correr atrás do pão de cada dia né Então esse é um aspecto então a a questão é muito de ordem moral né é muito de como as eh se a vida é organizada nesses países né mais desenvolvidos e nos menos desenvolvidos né Eh qual as pessoas que têm um direcionamento existencial ou não t um direcionamento existencial né as religiões também concorrem muito com isso né Eh a gente não pode dizer que esses países eh nesses países não há um movimento religioso forte porque existe né existe sim mas tem tem uma certa rigidez conceitual postural né às vezes dogmática que tem afastado muitos jovens né desses dos grupos mais religiosos então o suicídio se dá muito nesses países entre jovens né ou pessoas muito idosas né mas principalmente entre jovens até os 29 anos né E então são na é um é uma cir Instância uma experiência de vida em que o estado provê todas as suas necessidades físicas mas não provê as suas necessidades emocionais até porque né Eh o estado não tem como fazer isso né Eh isso é um há que ser um propósito da individualidade da pessoa não é Tá certo nós vamos fazer agora um mito ou verdade porque que né Existe muitos mitos nesse nesse nessa temática do suicídio Então eu queria que você comentasse com a gente quem ameaça se matar quer apenas chamar atenção mito ou verdade mito completo mito né Essa história de querer só chamar atenção é uma ideia que que existem pessoas que fazem isso com toda a certeza né mas nós não podemos pegar a exceção né e torná-la regra eh quando uma pessoa ameaça se matar eh eu acho que a gente todos a família né Eh os amigos as pessoas à volta precisam de levar em consideração de que ela tá anunciando um sofrimento interno um sofrimento

ando uma pessoa ameaça se matar eh eu acho que a gente todos a família né Eh os amigos as pessoas à volta precisam de levar em consideração de que ela tá anunciando um sofrimento interno um sofrimento psicológico tá certo então mito mito quem tenta suicídio uma vez vai tentar outras vezes mito ou verdade verdade com toda a certeza né Um dos fatores que mais predispõe aos suicídio é a ocorrência de uma tentativa anterior né Há um percentual significativo de pessoas que eh tentam e tentam mais de uma vez vão repetir a experiência vão repetir a tentativa quem tenta ou se suicida está obsidiado mito ou verdade depende né eu diria que assim isso é uma compreensão muito particular a pessoa que está n que suicida está num processo Auto obsessivo Com certeza em primeiro lugar né O que que é uma obsessividade uma auto-obsessão né é uma pessoa que tem ideias repetidas é a mesma ideia se repetindo Isso é uma obsessividade né Eh Tecnicamente assim de palavras mais simples mas Tecnicamente é isso então se a gente tem esses pensamentos repe senos nós estamos dentro de um processo eh auto de auto-obsessão dentro do enfoque Espírita de um conhecimento Espírita eu diria que sim as pessoas que se matam que se elas estão muitas vezes sob né o assédio de energias inferiores irmãos né menos evoluídos e mais ignorantes assim eh eh estimulando a que aquilo aconteça então eu diria que sim tá certo falar de suicídio previne este fenômeno mito ou verdade verdade verdade o que e cada vez mais se quer né falar a respeito desse tema né Eh se uma pessoa chega para você né para falar de suicídio de uma ideia suicída a gente não deve temer usar até a palavra suicídio mesmo até perguntar paraa pessoa se está pensando em suicídio ou pensando em se matar é isso que você tá querendo dizer e tal e não ter medo né porque ao falar a pessoa vai inclusive descarregar um tanto da emoção que ela faz a gente tem uma postura enganosa Porque tem uma certa tem uma proibição que é velada não é bem uma proibição tem

do né porque ao falar a pessoa vai inclusive descarregar um tanto da emoção que ela faz a gente tem uma postura enganosa Porque tem uma certa tem uma proibição que é velada não é bem uma proibição tem né D do contexto jornalístico você evita muito falar de suicídio né para não estimular outros suicídios né mas aí é não falar a respeito da forma né como aquele caso noticiado aconteceu né para que ele não sirva de estímulo e de exemplo mas falar da situação sim tanto que hoje né a a imprensa tem falado mais não noticia né o como mas se noticia o quê não o cinema né as séries a TV as séries televisivas né retratam muito e essa situação crítica do suicídio tá o suicídio é hereditário mito ou verdade ah eh sabe a gente aí tem um balanç entre uma coisa e outra né existem situações em que a hereditariedade pode trazer uma condição depressiva grave né então a pessoa pode desenvolver uma depressão que seja a base né dela não o ponto inici né Por um comportamento suicida né nós sabemos que a maior parte das situações de suicídio ADV vém da de uma condição depressiva né então eh tem uma questão de hereditariedade envolvida Aí sim até hoje não se tem né um conhecimento eh definitivo a respeito n de uma codificação genética que leve a pessoa ao suicídio né então Eh isso né pode realmente pode acontecer mas né Eh a gente não pode dizer que né todas as pessoas que têm um comportamento suicida né Tenha um padrão genético que tenha predisposto a isso nem todos né são aquelas situações que nós já comentamos anteriormente né são situações de vividas em infância né traumas muito intensos muito fortes se situações de vidas mesmo na vida adulta né situações em que a pessoa não consegue lidar com as frustrações né não consegue lidar com o sofrimento né E tem uma dificuldade de exercitar resiliência e prefere se evadir da vida né E esses casos tem sempre são derivados de uma de uma questão hereditária Uhum Então resumindo paraa coisa não pra coisa ficar Clara para para quem tá nos no nos ouvindo né

prefere se evadir da vida né E esses casos tem sempre são derivados de uma de uma questão hereditária Uhum Então resumindo paraa coisa não pra coisa ficar Clara para para quem tá nos no nos ouvindo né existem condições de hereditariedade que podem levar a uma a uma depressão né e a pessoa ou se vai se vai lidar com essa depressão ele precisa de lidar com isso ele precisa tratar disso né mas o suicídio em si a gente não pode chamar de na minha visão né de uma condição heredit é e quando você fala né de fatores eh de risco fatores predisponentes nem sempre hereditário sempre tem o livre arbítrio sempre tem o livre arbítrio sempre tem a escolha né exato agora a gente precisa de lembrar que o exercício da Escolha às vezes é a principal dificuldade na no adoecimento mental tá sabe né uma pessoa numa depressão profunda né ela não está naquele estado né por não querer escolher por não escolher diferente é porque há uma condição fisiológica mesmo e uma condição emocional precaríssima né de muita dor de muita dificuldade e que vai para além né da vontade do indivíduo ou da capacidade dele de sair daquele quadro sozinho sabe né então se a gente Alia essa situação fisiológica com uma possibilidade de atuação espiritual negativa Uma Obsessão espiritual por exemplo a gente vai formar um quadro de uma dificuldade total para esse indivíduo né em que a força de vontade dele será diminuta por isso ele precisa de ajuda precisa do tratamento físico através da medicação do tratamento psicológico né através de uma terapia e do tratamento espiritual principalmente nãoé então essa Tríade né Essa abordagem Tríplice né de tratamento pode sim trazer a pessoa de volta a uma normalidade num processo longo às vezes difícil né mas um processo lento mas possível né porque aí sim essa esses tratamentos vão exercitar né Vamos exercitar os músculos mentais vamos dizer assim do indivíduo e possibilitar ele fazer uma exercício de vontade de escolha de livre arbítrio né então ao final será sempre o indivíduo quem vai decidir pela vida ou

s músculos mentais vamos dizer assim do indivíduo e possibilitar ele fazer uma exercício de vontade de escolha de livre arbítrio né então ao final será sempre o indivíduo quem vai decidir pela vida ou não né agora o que nós fazemos o que nós podemos fazer na casa Espírita é ajudar esse indivíduo a se fortalecer exatamente por paraa escolha que ele possa fazer escolhas adequadas na vida mas a escolha será do indivíduo não vai ser do Espírito ou do médium ou do padre ou do psicólogo ou do médico será sempre individual né é importante né a gente resgatar essa questão do livre-arbítrio da capacidade de escolha e tendo isso como pano de fundo em geral familiares e amigos de pessoas que se suicidaram buscam um porquê e muitas vezes se sentem culpado ou com raiva é um se sentem com muita dor um choque Às vezes negam o acontecimento por não terem entendido os sinais né então ficam buscando esses culpados ou na própria pessoa ou neles ou em algum episódio há sempre sinais ou pedidos de ajuda nessa trajetória que não foram identificados e que se identificados podem evitar o suicídio e o que fazer deste misto de sentimentos que envolve familiares e amigos nesse nesse caminho de se sentirem culpados ou com raiva de quem foi então né as pessoas que ficam né após um um suicídio familiar Sobreviventes eles são chamados de Sobreviventes até na literatura técnica né são os Sobreviventes ou os enlutados né mas o termo sobrevivente é o que é o que se sobressai né porque né realmente é como se tivesse acontecido Um grande desastre no seio daquela família ou daquela comunidade daquele grupo né então alguém se foi mas o resto sobreviveu e com as sequelas né daquele acontecimento o fato deles sentirem eh raiva eh negarem né Eh se ficarem deprimidos e tal faz parte daquilo que a gente chama de de processo do luto né a vivência Do Luto toda vez que nós temos uma perda seja ela por suicídio uma morte natural ou até às vezes perda de coisas né uma posição no trabalho né um objeto qualquer da nossa estima e tal nós

é a vivência Do Luto toda vez que nós temos uma perda seja ela por suicídio uma morte natural ou até às vezes perda de coisas né uma posição no trabalho né um objeto qualquer da nossa estima e tal nós podemos entrar nessas etapas do luto né que vai de uma negação isso no suicídio Acontece muito não aconteceu não é possível ele não fez isso a pessoa Nega depois a pessoa tem raiva de ter daquilo ter acontecido né a pessoa se deprime a pessoa negocia com Deus de alguma forma negocia com os espíritos de alguma maneira né até no sentido de né para trazer a vida novamente que não há como né de ai por favor acolha apoie né receba e o que é preciso fazer sempre é bom que a gente né faça Eh esses pedidos paraa espiritualidade né de intervenção mas às vezes a gente entra numa negociação do tipo né se ele fic bem eu souber que ele tá bem eu vou dar uma cesta básica para uma família carente algo assim do tipo até que venha uma aceitação né será um processo muitas vezes longo um processo muitas vezes sofrido né para todo mundo e esse não entender né Eh não saber o porqu a pessoa fez isso né leva as pessoas a querer achar de qualquer maneira uma razão para entender Até para se desculparem para ver eu fiz ou deixei de fazer alguma coisa que tenha levado essa pessoa né a a esse gesto extremo né então há sempre uma uma preocupação no meio da família Principalmente eu acho que precisa haver realmente uma preocupação nesse sentido né porque muito provável que exista alguma circunstância ou tenha existido alguma circunstância eh não que tenha levado ao suicídio mas que não tenha tido um nível adequado de percepção dos sinais porque você perguntou sinais vão existir sempre sempre só que muitas vezes eles são praticamente imperceptíveis né mas existem alguns suicídios que são eh os suicídios que são classificados como suicídios vinga de Vingança e tal nem sempre eles são anunciados nem sempre dão muito sinais né alguém que sofreu por exemplo uma desilusão amorosa né Eh de assim de uma forma inopinada de

icados como suicídios vinga de Vingança e tal nem sempre eles são anunciados nem sempre dão muito sinais né alguém que sofreu por exemplo uma desilusão amorosa né Eh de assim de uma forma inopinada de uma forma eh eh Inesperada né a pessoa vai ao vai ao ato suicida né não não demonstra né Para ninguém e vai ao at suicido num num mecanismo de impulsividade que ela não conseguiu não conseguiu segurar nessas situações principalmente é que eu imagino existir em processos obsessivos muito espirituais muito fortes muito intensos que levam a pessoa a uma impulsividade em que não H ela ela não se dá um tempo sequer de de respirar um tempo né de refletir um pouco a respeito dos acontecimentos né mas fora isso sinais são exibidos a fala né é o é um primeiro sinal né a fala O desânimo a desilusão o desencanto né Eh o o descuidado a falta de cuidado consigo Existem algumas pessoas que estão principalmente mais idosas que estão planejando suicídio Elas começam a distribuir as coisas paraas pessoas em vida né que como que querendo não quero deix quero ir embora não quero deixar deixar né Eh eh problemas ou não quero deixar nada é uma forma é também isso é também visto como uma forma de sinalização mas os sinais sempre existem Tá certo Zé Carlos como é que a gente pode conversar com o adolescente sobre o sofrimento mental e sobre o suicídio Qual a melhor estratégia com eles bom essa é uma pergunta que requeria uma resposta muito Ampla né porque nós temos que perceber que o o adolescente ele difere da criança por óbvio né E tem já o nível maior de entendimento mas ele ainda não é o adulto Isso significa que ele não tem todo processo cognitivo dele bem claro bem definido na na até uma determinada idade a gente tem pessoas que o cérebro ainda está se formando né ainda está incompleto não tem todas n toda a rede neuronal assim constituída de uma forma definitiva Então mas a fala precisa ser sempre uma fala de entendimento uma fala objetiva uma fala uma né uma conversa que fale de morte

tem todas n toda a rede neuronal assim constituída de uma forma definitiva Então mas a fala precisa ser sempre uma fala de entendimento uma fala objetiva uma fala uma né uma conversa que fale de morte sim que esclareça o sentimento que esclareça as intenções e que passe ao invés de crítica que repasse apoio sabe então A melhor forma é dizer para essa criatura sim tô entendendo e tô imaginando que você está em sofrimento né então vamos lidar com esse sofrimento de uma forma diferente então você não né falando que vai lhe dar do suicídio mas vai lhe dar do sofrimento da pessoa então é preciso voltar os olhos né para aquilo que é a dor do Adolescente né porque quando o adolescente faz autolesão ele se corta né quando o adolescente vai ao suicídio eh ele tem uma dor ele tem uma dor emocional né ele tem uma dor psicológica vamos vamos dizer assim uma dor mental né e essa dor é que precisa de ser que precisa de lenitivo que precisa de ser pensada curada de alguma de alguma forma então a melhor a melhor maneira repito é essa de eh aceitar que o outro está em sofrimento né e nos nos disponibilizarmos para ajudar esse ser essa pessoa na lida com desses com esse sofrimento né É muitas vezes né deixar a porta aberta né dizer e e sempre né deixar a porta aberta n sempre porta aber estou estou aqui né porque às vezes eles não falam não falam às vezes eles não falam e a gente fica aí Você tocou numa num ponto né Quem fez a pergunta tocou num ponto da gente que é mãe desses jovens Eles não falam e a gente fica numa ansiedade enorme e fala por eles e talvez a gente cuidar da nossa ansiedade para ficar mais silci silencioso e deixá-los falar né E dizer olha a hora que você quiser eu tô aqui eu tô disponível é agora o que eu sugiro que numa situação dessa um familiar né é eh A aponte pro filho né e mais vezes esse espaço tá lá não diga sóa vez ó se você precisava tô aqui e some da vida e some da vida que ele ele não vai né de um modo geral mas uma e outra vez e aí tá tudo bem e aí tá precisando de

is vezes esse espaço tá lá não diga sóa vez ó se você precisava tô aqui e some da vida e some da vida que ele ele não vai né de um modo geral mas uma e outra vez e aí tá tudo bem e aí tá precisando de conversar como é que tá Tá ir falando sempre na da possibilidade de ser utilizado de ser né uma fonte de informação uma fonte segura de encaminhamento de proteção sabe porque o adolescente não fala muitas vezes porque ele não sabe verbalizado Uhum ele não sabe identificar a dor dele ele não compreende exatamente o que está acontecendo uhum né e eh porque nós temos uma ser Nós seres temos não uma idade de para entender os nossos processos Dolorosos né de ir ao passado remontar porque que foi o que que eu fiz ou não fiz o que que aconteceu na minha vida e tal né e o adolescente não tem ainda esse discernimento Claro n para fazer as conexões as ligações ele tá ele tá em Format está em formatação ainda né então Eh mas é isso é é n os pais precisam se abrir acolher e E demonstrar que está continuadamente a disposição tá bem agora vamos sair da família um pouquinho e falar de nós trabalhadores espíritas como nós trabalhadores espíritas podemos contribuir com as mídias sociais e aqui a gente faz né um parêntese porque de vez enquando nessa busca de achar culpado um culpado né a gente atribui as mídias as mídias sociais que influenciam que destroem a imagem Então como nós trabalhadores espíritas podemos contribuir nas mídias sociais para que elas sejam um espaço de prevenção ao suicídio e não o contrário né é olha né Eh é um trabalho quase insano mas é um trabalho necessário né essa luta dentro das mídias sociais né porque elas têm um alcance que às vezes escapam que às vezes não mai parte das vezes mesmo né Eh escapa um alcance que escapa ao controle ao controle familiar né Eh a gente tá lidando né com grupos organizados que querem né trazer uma determinada ideia pro jovem né Eh para estimulá-lo para copá naé para um grupo específico ou para um tipo de comportamento específico ou para para

do né com grupos organizados que querem né trazer uma determinada ideia pro jovem né Eh para estimulá-lo para copá naé para um grupo específico ou para um tipo de comportamento específico ou para para lidar com uma moda de uma forma específica né então a gente tá lidando com né com empresas Poderosas que t a seu serviço né muitos e técnicos de autog gabarito né que sabem construir mensagens de que seduzem né que seduzem as pessoas de um modo geral e principalmente né os os adolescentes então o que que o Espírita pode fazer primeiro jamais jamais né nos nas mídias sociais divulgar informações eh que não sejam informações reais precisas verificadas a autenticidade né Nós vemos uma quantidade grande de pessoas que né pegam uma informação porque as mídias sociais hoje estão contaminadas a gente sabe disso uma quantidade enorme de de postagens eh fakes mentirosas outras né são são são colocadas mesmo como uma brincadeira outras como de uma forma irresponsável mesmo né outras são mensagens de estímulo mesmo a a aos adolescentes principalmente a a desenvolverem comportamentos perigosos né elaboram jogos que em que o jovem arrisca a própria vida isso acontece a miúde infelizmente né então eh a gente precisa de evitar né como espí esp sabe validar aquilo que a gente não tem certeza que a gente não conhece né divulgar mensagens de pessimismo principalmente né Eh mesmo que seja uma situação que esteja acontecendo uma guerra no mundo vou divulgar uma informação a respeito disso eu tenho obrigação moral até de verificar se aquilo é real é verdadeiro ou informação mentirosa a a segunda coisa também é sabe é se se a pessoa se dedica à questão da divulgação é é divulgar eh as verdades espirituais né mensagem simples mensagem mensagens so objetivas que estimulem a pessoa ao bem não uma questão de proselitismo pur e simples né para formar adeptos né mas para mudar o ser humano o objetivo do Espiritismo não ter um número Grand de seguidores mas de ajudar o ser humano a se superar evidentemente a evoluir então mandar

mples né para formar adeptos né mas para mudar o ser humano o objetivo do Espiritismo não ter um número Grand de seguidores mas de ajudar o ser humano a se superar evidentemente a evoluir então mandar essas né Eh divulgar esse tipo de mensagem agora com parcimônia também né porque de repente quando né se você tem uma um contato com grande com mídias sociais você não vai ficar uma hora do seu dia ou duas horas do seu dia lendo mensagens né ainda que mensagens de de de de estímulo ao bem a espiritualização você não vai ficar todo esse tempo ou se ficar daqui a pouco aquilo se torna um hábito um vício de pouca efetividade viram palavras somente palavras o conteúdo escapa pela quantidade né e pela falta de objetividade tem que ter equilíbrio né tem que ter equilíbrio ter equilíbrio na vida Zé Carlos Há Limites para as tentativas de prevenção ao suicídio em especial quando o assistido aquele que está nesse processo não aceita ou não dá continuidade a tratamentos a orientações Então chega uma hora que eu digo assim chega desisti não tenho mais o que fazer eh bom eu tô entendendo essa pergunta como uma pergunta formulada por uma tendente fraterno parece muito né porque é chega né Tem esse esse esse limite do que chegar ponto que eu não tenho mais o que fazer isso porque essa é uma situação que pode se estender pra família pode se estender para um cuidador qualquer para amigos e tal mas dentro do âmbito da do atendimento fraterno né Eh a gente não pode forçar ninguém a nada não não tem como nós não temos né Eh no atendimento fraterno a gente não tem nenhuma forma e nem é desejável ter uma forma de coação do indivíduo né você não o atendente não vai atrás o indivíduo na casa dele mas o que ele precisa de pensar é se a pessoa né n é é refratária não quer aceitar nenhuma daquelas coisas que estão sendo colocadas Mas se a pessoa está ali na frente do atendente é porque ele tá pedindo socorro é porque ele quer a atenção então o atendente pode e deve perceber isso e não insistir

coisas que estão sendo colocadas Mas se a pessoa está ali na frente do atendente é porque ele tá pedindo socorro é porque ele quer a atenção então o atendente pode e deve perceber isso e não insistir excessivamente na questão do comportamento suicida na ideação suicida mas em outras questões que estejam incomodando a pessoa tá bom você não quer falar do suicida não falamos vamos falar de o que mais te incomoda ou se você não quer falar do que te incomoda o fato de você estar aqui mostra que você busca alguma coisa então deixa eu te dizer o que né a casa Espírita tem para te oferecer e vai oferecer um entendimento do evangelho vai oferecer né um passe vai falar de culto do Evangelho no Lar vai falar de processos des obsessivo se for o caso né percebe não o atendente fraterno tem meios tem caminhos né então por isso que eu acho que não cabe a ele ao atendente dizer por mim deu né Porque isso pode parecer que ele é tendente se vê na obrigação de salvar essa pessoa e essa obrigação não pode existir n nós estamos as pessoas que estão no atendimento fraterno estão né colaborando com a espiritualidade a serviço da de pessoas em sofrimento para orientar essas pessoas em sofrimento não para obrigá-las a fazer alguma coisa né ou livre arbítrio nós não podemos interferir n de uma forma eh de uma forma diferente o médico muitas vezes faz isso quando ele percebe aí eminência de um de um suicídio ou a probabilidade muito grande e tal ele pode em contato com a família né providenciar a internação dessa pessoa né ele tem até respaldo legal mas o atendente fraterno não vai vai não não tem respaldo legal para fazer n para exercitar força sobre indivíd nem Esse é o propósito do atendimento na verdade nãoé então nós na na no atendimento precisamos de ter muito claro que nós temos um limite de atuação e quem coloca esse limite é o outro é quem está ali na nossa frente então ah eu cheguei no meu limite não Quem colocou o limite foi o outro né então eu posso oferecer tudo aquilo que a casa tem né para auxiliar

oca esse limite é o outro é quem está ali na nossa frente então ah eu cheguei no meu limite não Quem colocou o limite foi o outro né então eu posso oferecer tudo aquilo que a casa tem né para auxiliar esse indivíduo né mas respeitar a ideia o nosso país ele possui muitas deficiências de prestação de serviços públicos em saúde e nós temos uma parcela significativa da população que não pode arcar com os custos de um atendimento de saúde da rede privada então o que que nós podemos fazer como é que nós podemos agir nessas situações quando nós temos diante de nós alguém com essas dificuldades materiais de arcar com atendimentos privados e não tenho acesso à rede pública eh qual deve ser a nossa atuação nesse sentido nesse caso é é uma pergunta delicada né porque na verdade você tem razão o Brasil tem né ainda assim uma deficiência na no na nessa questão do atendimento em Saúde Mental né Eh tem um tem movimentos significativos a respeito né de processos mentais mais graves né Eh de hospitalização dessa né dos dos antigos hospícios que existiam né esses tratamentos em instituições mais fechadas e Bom enfim né mas há uma mudança em curso né Há uma discussão social em curso né já já há algum tempo né já há bastante tempo né eh e e as pessoas estão eh assim tão tomando consciência de que esse problema é um problema que pode bater na minha porta pode bater na porta de cada um né então não é um problema simplesmente do estado é um problema do indivíduo é um problema das pessoas também né então elas precisam de atuar no no sentido de ampliar de ajudar na ampliação dessa oferta né de atendimento né para as pessoas e necessidade Só que infelizmente dentro a a necessidade tem sido maior do que a oferta de Socorro de ajuda né historicamente aí a pergunta o que que o Espírita deve fazer é o que está sendo feito abrir a casa Espírita cada vez mais para esse acolhimento trazer para esses indivíduos de forma objetiva de forma Clara né e uma possibilidade de que eles entendam o processo né e façam a sua própria

abrir a casa Espírita cada vez mais para esse acolhimento trazer para esses indivíduos de forma objetiva de forma Clara né e uma possibilidade de que eles entendam o processo né e façam a sua própria terapia façam a sua própria mudança que que é eu tô falando terapia não necessariamente uma terapia psicológica a terapia no sentido na mais estrito da palavra que é um processo de autocura processo de cura de cura pessoal né a casa aqui no caso a comunhão né Tem grupos né você mesma participa desses grupos né que atendem pessoas em sofrimento emocional em sofrimento mental a gente poderia dizer então isso é que a gente pode fazer né não necessariamente um trabalho técnico não somos médicos todos não somos psicólogos todos né mas todos temos uma dentro da casa Espírita uma orientação espiritual acima do adequado né Nós temos todos os recursos na na o evangelho né nos incentiva cada vez mais a nos aplicarmos nos aprofundarmos na no desenvolvimento desses valores espirituais a que a gente tá se referindo aqui toda hora né É nisso que a gente pode ajudar né Não não é necessariamente pagando alguma coisa uma terapia para esse indivíduo acho que a casa Espírita pode e deve desenvolver isso né com palestras adequadas né com com o atendimento adequado dessas pessoas não vai se responsabilizar né por um tratamento de um como aspecto técnico né mas como aspecto espiritual né o seminário né que nós desenvolvemos desenvolvemos né foi nesse sentido de trazer uma visão né do tratamento físico do tratamento mental e do tratamento espiritual as três dimensões são interrelacionadas importantíssimas né e uma afeta a outra então se nós atuarmos nessa dimensão na dimensão do nosso fazer certamente as outras também serão afetadas né É fundamental porque a pessoa vai ao médico ele de um modo geral se atém na ao tratamento físico ele dá o remédio vai ao terapeuta e vai tratar da questão mental ou seja de como a pessoa vê o mundo se relaciona com o mundo e se relaciona consigo mesmo né Agora falta questão espiritual que é uma

o ele dá o remédio vai ao terapeuta e vai tratar da questão mental ou seja de como a pessoa vê o mundo se relaciona com o mundo e se relaciona consigo mesmo né Agora falta questão espiritual que é uma reeducação do espírito e a gente sabe que essa questão mental né que o próprio terapeuta trata é uma questão do Espírito a mente está no espírito né então né Eh eu acho que o esse trabalho da espiritualização do indivíduo né do crescimento Espiritual do indivíduo é mais do que importante sabe talvez talvez não ela tem que ser a base né dos outros tratamentos que são também tratamentos necessários então é o o o o atendente fraterno precisa entender isso que ele tá fazendo um serviço de base cada um cada Profissional ou cada tender ou cada na cada e cada pessoa que intervém no processo daquele que tá com comportamento suicida tem um valor e tem uma uma tarefa específica mas esse da espiritualização do indivíduo né é o mais importante então o trabalho do atendente né deveria ser a base do dos demais tratamentos E como você fez uma provocação né a gente divulga que nós temos na Comunhão Espírita o grupo viver que acontece As quartas às 19 horas que é voltado para esse público para familiares os Sobreviventes ou aqueles que vivem na família situação de pessoas que tiveram fizeram né tentativas e também aqueles que tem a ideia ação suicida então quarta-feira grupo viver às 19 horas aqui na comunhão na sala 13 e é um espaço aberto né as pessoas podem buscar e podem nos encontrar Carlos vamos falar um pouquinho agora dos nossos irmãos Suicidas e a sua condição no plano espiritual porque isso também causou muitas dúvidas muitos questionamentos dos nossos irmãos que participaram e assistiram o nosso seminário então uma primeira pergunta é todos os Suicidas eles sofrem no plano espiritual e quanto tempo eles ficam no chamado Vale dos Suicidas você comentou um pouquinho disso durante o seminário foi isso e e tem essa essa pergun novamente então assim eles sofrem muito lá no plano espiritual ficam Por quanto

icam no chamado Vale dos Suicidas você comentou um pouquinho disso durante o seminário foi isso e e tem essa essa pergun novamente então assim eles sofrem muito lá no plano espiritual ficam Por quanto tempo nesse nesse tal Vale dos Suicidas se é que esse Vale existe então né eh Há um questionamento a respeito do Vale dos Suicidas as informações espirituais a que eu tenho acesso a que eu tive acesso é o seguinte né e e o que a gente entende também ser assim Vale dos Suicidas foi um lugar né recebido por um por um um autor espiritual né quando escreveu né o Camilo Castelo Branco que era um escritor também quando encarnado quando escreveu o livro naé com Dona Ivon é Memórias de um suicídio Memórias de um de um suicida então ele descreveu né com a a vivacidade de um bom escritor que ele que ele era né E aquele espaço em que ele que ele frequentou mas é um espaço circunscrito à condição dele não muitas pessoas trazem na uma ideia de que o Vale dos suicida seria como um um purgatório por exemplo né do da do conceito católico de purgatório né onde as pessoas estão em grande sofrimento e que ser um lugar para onde vão todos os Suicidas na verdade não é bem assim né Eh como Camilo Castelo Branco morreu na em terras europeias provável mente era uma região daquela né uma região espiritual ligada àquela região geográfica né Aí nós precisamos de entender né que aquela condição umbralina é uma criação da mente das pessoas que estão ali na verdade não tem um espaço constituído um espaço de purgatório inferno um espaço de terror de né mas a da é da é um reflexo da condição energética daqueles espíritos e não o espaço físico e não o espaço físico né então pensando nisso a gente pode refletir que nem todos os espíritos de Suicidas que estavam no mesmo lugar percebiam a mesma coisa que o Camilo Castelo Branco tá cada um com o seu nível de percepção né obviamente que onde a dor onde as energias ficam mais densas elas são mais materializadas né então existem alguns lugares que o espiritismo chama de

o Branco tá cada um com o seu nível de percepção né obviamente que onde a dor onde as energias ficam mais densas elas são mais materializadas né então existem alguns lugares que o espiritismo chama de umbral em que as pessoas exercitam mentalmente uma condição energética mais eh negativa negativa no sentido de de produzir impressões negativas impressões ruins mais dolorosas portanto né alguns espíritos até se comprazem na verdade em ficar ali naquele lugar né mas são lugares que não são definitivos eles não vão existir para sempre né eles são inclusive né quando em algumas situações renovados porqu por equipes espirituais é espíritos mais evoluídos que vão e renovam aquele lugar André Luiz mostra isso nos seus livros né de uma forma muito clara né Eh de espíritos intervindo naem região muito trevosa de energias muito densas né com fogo por exemplo né queimando essas energias para renovação isso nos indica que não tem um espaço eterno de negatividade bom o outro aspecto que você perguntou é do sofrimento do Espírito também é uma questão muito subjetiva é muito individualizado isso daí Porque vai depender né da do do porqu esse espírito né essa esse indivíduo fez essa opção como que isso aconteceu né que razões o levaram a essa a essa circunstância mas de um modo geral existe sim mais sofrimento do que o comum porque n São pessoas que interrompem na um fluxo energético entre o espírito e corpo e quando o corpo né e o per espírito ainda tem uma quantidade significativa de fluido Vital né então de alguma forma o espírito ainda está eh alguns espíritos alguns Suicidas ainda estão conectados né a impressões que esse corpo pode causar a essas energias que não se esvaem né não se esvaem assim de repente mas né as a as preces n as orações feitas né em benefício desse dessas pessoas são lenitivos né que são que chegam até eles né porque são energias positivas que vão tentar ou Minimizar né que vão eh diminuir né a condição a essa essa energia negativa da condição mental e diminuiu Portanto o desconforto e a

chegam até eles né porque são energias positivas que vão tentar ou Minimizar né que vão eh diminuir né a condição a essa essa energia negativa da condição mental e diminuiu Portanto o desconforto e a dor mas a os registros São de que sim existe existe dor né dentro do sentido inclusive de que a dor é um processo de regeneração né de que a dor é um processo de aprendizagem Não é castigo não é castigo né veja bem então tem Esse aspecto da da pessoa né ser levada a reflexão através da dor né e o fato de que evidentemente claramente a pessoa desrespeitou atropelou a a a condição de normalidade existencial né ele tinha um corpo né com uma capacidade Vital maior ele simplesmente interrompeu essa correspondência com o espírito então n de de alguma forma ele provocou um dano a esse sistema mente espírito corpo per espírito e tem o reflexo disso causa e efeito né ele causou alguma coisa que trará está trazendo a algum efeito para ele mas nada disso é eterno né Isso é passageiro e bem individual de salto um consolo às famílias né que estão ali então O Suicida ele tem que reencarnar mais rápido que alguém que morre de forma por meio natural que morre naturalmente o reencarne dele é mais rápido não ele não tem que não há uma obrigatoriedade uhum né o reencarne Né não em na maior parte das situações eh né é uma conquista do indivíduo né é uma não é uma obrigação é uma oportunidade né não a escola a terra né o planeta em que nós vivemos Onde nós estamos reencarnados né é uma oficina é uma escola é um hospital né é um hospital porque a gente resgata as dores aqui é é uma oficina que a gente aprende a lidar com as nossas ferramentas né é uma escola onde a gente aprende a realidade da vida e do espírito né da vida material e da vida e da vida espiritual Então na verdade a reencarnação é uma Bena uma reencarnação é uma oportunidade de evolução Então nada faz com que o espírito de um suicida tenha que reencarnar mais rápido e muitas vezes não até porque ele precisa né Se for um ser que tem né alguma algum crédito

uma oportunidade de evolução Então nada faz com que o espírito de um suicida tenha que reencarnar mais rápido e muitas vezes não até porque ele precisa né Se for um ser que tem né alguma algum crédito pessoal né espiritual uma capacidade de recuperação maora ele precisa de um tempo até para recompor o próprio per espírito entende tem alguns espíritos n algumas pessoas que no desencarne lesam de uma forma bastante danosa o per espírito e a mercê na bondade de Deus permite às vezes um tempo maior na espiritualidade para que ele recomponha esse corpo pelo espiritual porque se ele renasce com o corpo per espiritual eh prejudicado danificado isso vai se refletir no físico a matéria terá né Eh danos correspondentes né então às vezes a eventual demora entre aspas né E porque a gente sabe que é muito a medida temporal né é diferente nos dois planos né não é a medida que é diferente né a percepção né temporal que é diferente nos dois planos então né esse possível tempo maior é até algo benéfico um recurso da Bondade Divina né um recurso da Bondade Divina você definiu bem os Suicidas já que a gente tá falando da Bondade Divina né né os Suicidas eles são perdoados por Deus Ou eles são considerados culpados por terem se matado eh sabemos né no espiritismo que Deus não sai culpando ninguém Deus não quer se ocupar disso e não certamente não vai se ocupar né desses detalhes da individualidade né o grande né o grande Jú o grande tribunal e o grande Júri a nossa própria consciência né então né Eh Deus perdoa eu teria que dizer que Deus não perdoa porque ele não vê o erro ele quer dizer ele até vê o erro mas ele entende né que esse erro precisa de ser e revisto a pessoa tem que ser ter o seu aprendizado Então vai repetir a lição né então é a mesma coisa te perguntar se o professor perdoa o aluno né que foi aprovado na matéria dele ele não tem que perdoar o aluno simplesmente não cumpriu a obrigação e ele vai refazer a lição por ISO simplesmente né Então essa prestação de contas vai acontecer do

que foi aprovado na matéria dele ele não tem que perdoar o aluno simplesmente não cumpriu a obrigação e ele vai refazer a lição por ISO simplesmente né Então essa prestação de contas vai acontecer do indivíduo com o indivíduo para ele mesmo né esse tribunal Divino a nosso ver tá instalado na nossa consciência você me fez lembrar né Zé Carlos Divaldo conta história ele teve uma irmã que foi suicida né sim e a mãe dele era óc e naquela época né tinha toda aquela questão da da do catolicismo em relação aos Suicidas e ela pergunta na na angústia dela de mãe ela pergunta para Divaldo de o seu Deus perdoa e ele responde pra mãe dele não o meu Deus não perdoa o meu Deus ama é então é uma resposta linda é verdade né então a gente falar de do Perdão Divino né É é é um pouco estranho pro conceito Espírita porque não existe uma mágoa Divina uma raiva Divina uma condenação Divina não é é bom vamos agora falar um pouquinho mais do atendimento fraterno né nós tivemos muitos atendentes fraternos que participaram do seminário e fizeram algumas perguntas com foco nesse espaço de acolhimento que a casa oferece para quem está em sofrimento então uma primeira pergunta é assim o atendente fraterno ele deve ligar ou procurar o assistido a fim de evitar o suicídio então um assistido né que Possivelmente está com ideação suicida ele deve ligar ele deve procurar esse esse assistido eh na eh nós nunca devemos fazer isso a menos que haja né um consentimento do próprio indivíduo e da própria família né Nós nos colocamos a casa se coloca-se n é aberta para todas as pessoas que a buscam né existem grupos inclusive que vão à casa das pessoas né para fazer um culto do Evangelho no Lar né Para dar passes em pessoas adoentadas desde que solicitados E desde que autorizados a estar ali né mesmo a espiritualidade né ela tende a fazer um trabalho eh em que a ser em circunstâncias extremas né eles estão presentes quando a energia é adequada a energia é propícia e quando há uma autorização Num caso de suicídio é de se

a tende a fazer um trabalho eh em que a ser em circunstâncias extremas né eles estão presentes quando a energia é adequada a energia é propícia e quando há uma autorização Num caso de suicídio é de se pensar que os espíritos sim vão lá e atuam e na casa dessa pessoa agora né o trabalho n o trabalho aqui é de estimular a pessoa né a a continuar ou ou ter um contato com a família né mas a a busca por e simples é eh ela não deve acontecer falar Ah ele não veio aqui deixa eu ligar para ver né O que aconteceu a menos que isso esteja acordado antecipadamente entre as pessoas você até com é é é o ar condicionado viu gente você até comentou sobre esse sentimento né de salvacionismo que às vezes nos acomete né E nós como ção de atendente fraterno devemos ter muito cuidado com isso né É então muito cuidado né porque nós não podemos nos colocar na postura do responsável pela vida da pessoa então n você imagina por exemplo um médico né que vai fazer uma cirurgia né ele tem uma ideia né da gravidade do né daquele tema que ele tá daquele daquele assunto daquela doença que ele tá tratando da cirurgia que ele vai fazer né mas se ele tem um sentimento de que eh e às vezes alguns profissionais têm esse sentimento mas se ele tem esse sentimento de que é minha responsabilidade né ele vai estar afetado por esse sentido de responsabilidade e não vai ter na Possivelmente toda a tranquilidade toda a objetividade para fazer o trabalho dele né E nós precisamos então aqui no no atendimento fraterno fazer a mesma coisa sermos objetivos nesse nesse sentido né Eh e oferecer as possibilidades de de conexão por isso o primeiro momento é muito interessante e o primeiro contato aliás é muito importante muito interessante para se fazer essa vinculação mas a vinculação que vai ser precisa de ser feita não é com o indivíduo não é com o atendente eu quero dizer mas com a causa espírita com a não com a temática Espírita né com com a casa espírita com a possibilidade que a casa oferece e não eu atendente estou

m o indivíduo não é com o atendente eu quero dizer mas com a causa espírita com a não com a temática Espírita né com com a casa espírita com a possibilidade que a casa oferece e não eu atendente estou oferecendo uhum o que fazer ante a limitação do horário de funcionamento da casa quando um potencial suicida chega no limite do horário o horário Possivelmente fechamento da casa né então horário de fechamento da casa existe o atendente fraterno com disponibilidade para ficar depois do horário e atender deve o atendente fraterno quebrar ou não a regra do horário como é que faz se a se a regra é mandar voltar daqui a dois dias como fazer com no meio de tanta regra a pessoa se sentir acolhida é Então veja bem é é uma situação delicadíssima essa porque primeiro regras existem para para serem né se a casa estabelece a regra a norma ela deve ser cumprida agora uma casa né socorrista né Precisa ter ou a meu ver deveria ter né Eh alguma válvula de escape ou ter ali uma cláusula nos na na regra que permitisse uma flexibilização desse tipo então o que que eu diria se a se caso a casa permiti essa flexibilização o atendente pode e deve ficar mais tempo e atender mas nunca sozinho uhum sabe de preferência sempre com um outro atendente alguém próximo alguém da casa mas alguém da da casa né que possa fazer companhia para para para eventualidades para estar ali para ajudar né em eventualidades eh o o que eu faria a assim se eu estivesse uma condição dessa né a casa tivesse que ser fechada as luzes vão ser desligadas e tal eu ia porte Bar do poste né EA conversar com essa pessoa de bai poste né mas enquanto você está dentro da casa é a norma da casa uhum né é a norma da casa e se você for conversar com essa pessoa de bar do Poo é dizer que é você que tá fazendo isso não é a casa que tá indo né Para né evitar qualquer problema de ordem legal at Tá certo eh quais os ensinos doutrinários e ações no centro espírita que nós podemos utilizar para ampliar a rede de apoio daqueles que se encontram em sofrimento

r qualquer problema de ordem legal at Tá certo eh quais os ensinos doutrinários e ações no centro espírita que nós podemos utilizar para ampliar a rede de apoio daqueles que se encontram em sofrimento existencial você já comentou um pouquinho sobre isso né aham aham então assim reforçando um pouco do que você já falou então Quais são os ensinos doutrinários e os serviços né que o centro espírita pode realizar para ampliar essa rede de apoio a quem tá em sofrimento existencial olha eh acho que o o a pergunta podia ser respondido assim evangelho evangelho evangelho siga o evangelho tá tudo aqui no evangelho tud Jesus fala tudo n tá tudo ali não precisa de mais nada né Nós temos uma quantidade enorme de obras espíritas psicografadas ou não e tal né que são na verdade todas derivativas do ensino básico fundamental que é o evangelho que onde estão né Essas virtudes que a gente vem falando Uhum agora o que é fundamental O que é o principal é a caridade e o amor né o amor pela criatura e a caridade que é essa disp uma compassividade né que essa disposição pro outro então a pergunta é o que que a gente pode fazer para ampliar né Essa rede de apoio não é só a pessoa é quem está à volta né sensibilizar então primeiro né a família né porque eh uma situação de ideação suicida e tal sempre tem algumas questões familiares envolvidas então Sempre que puder né ampliar o atendimento para a família né que a família é a rede de apoio primário é Inicial é onde a pessoa está a agora né as demais os demais aspectos dessa rede de apoio médicos terapeutas né E outros amigos e tal Hoje a gente não tem alcance a menos que essa pessoa tenha né Eh essa pessoa com ideia são suicida leve a ideia para né para esses Eh esses profissionais ou amigos e eles resolvam né vir aqui então e perguntar que que eu posso fazer né E a resposta vai ser essa exercitar amor exercitar caridade compassividade Bom José Carlos nós chegamos aqui né nessa nesse final das nossas perguntas e a minha pergunta para você é assim qual é a sua mensagem né a

ai ser essa exercitar amor exercitar caridade compassividade Bom José Carlos nós chegamos aqui né nessa nesse final das nossas perguntas e a minha pergunta para você é assim qual é a sua mensagem né a mensagem que você gostaria de deixar aqui nesse final a todos que te acompanharam nesses três dias de seminário a todos que estão te assistindo agora né que tem essa oportunidade nesta reflexão sobre a visão espírita ante o suicídio então né Eh parece até pretencioso né assim uma essa o pretenciosa essa coisa deixar uma mensagem né mas existe se uma mensagem e a mensagem é todos nós você que tá me ouvindo você que participou do seminário você que é espírita você que não é espírita você que é profissional de da Saúde Mental ou que não é profissional da Saúde Mental todos nós podemos ajudar a pessoa com ideação suicida a pessoa com esse sofrimento né Eh nós temos muito uma eh uma ideia de que a pessoa falar de suicídio né uma maneira de fazer alguma chantagem emocional né de quem fala muito não faz e hoje já se sabe que isso não é verdade as pessoas não estão fazendo chantagem elas estão em sofrimento mental Grande de Sofrimento espiritual significativo e a gente pode ajudar e para isso não tem que ter um conhecimento técnico ou específico a gente precisa ter essa coisa que acabamos de comentar na última questão né uma um coração compassivo olhar pro outro com empatia ter um olhar empático né se colocar no lugar do outro e perceber o sofrimento do outro isso é respeitar o outro né eu eu o eu o desrespeito quando eu desqualificantes vezes nós passamos por dores que não ficam estampadas no nosso rosto mas estão dilacerando a nossa alma o nosso coração então entenda que a pessoa que anuncia um comportamento suicida que fala de uma ideia suicida está em sofrimento profundo e que a gente pode ajudar abrindo o coração abrindo os braços ouvindo tentando no máximo que pudermos né não sermos eh eh assim combativos não sermos agressivos né Eh não ficarmos numa expectativa de ter eh palavras adequadas né porque nem

ação abrindo os braços ouvindo tentando no máximo que pudermos né não sermos eh eh assim combativos não sermos agressivos né Eh não ficarmos numa expectativa de ter eh palavras adequadas né porque nem sempre a gente vai ter essas palavras adequadas eu não preciso de falar as palavras certas eu tenho que ouvir eu tenho que olhar para pessoa com olhar né mais inclusivo e e compassivo quando eu consigo estabelecer essa conexão as palavras vão brotar do meu coração as palavras vão brotar da minha mente as palavas vão brotar do meu amor né do amor que tá no meu coração pro coração dessa pessoa e isso é transformador n a pessoa com ideação suicida está num processo de isolamento emocional de isolamento existencial na profundo então se eu puder simplesmente com meu abraço com a minha compreensão trazer essa pessoa né para um lugar de de de amorosidade para um lugar que em que há calor humano eu vou est ajudando e muito essa pessoa no no seu no seu equilíbrio então né não tem ninguém incapaz não tem ninguém com uma impossibilidade de ajudar um irmão que esteja nessa condição Zé Carlos muito obrigada Gostei muito dessa nossa caminhada né Muito obrigada obrigado eu Eu que agradeço Patrícia essa possibilidade de refletir sobre esse tema né sobre vida e sobre morte isso é fundamental Não é importante bom você que tá nos assistindo Não deixe de participar das atividades da Diretoria de atendimento e orientação da Comunhão Espírita e em junho nós temos um outro seminário tão especial quanto esse onde nós vamos falar um pouquinho sobre a depressão e sobre a ansiedade então aguarde que em breve nós estaremos divulgando essa nossa atividade e eu espero poder contar com você em mais esses momentos de reflexão e possibilidade de nos unirmos alimentarmos mais essa sementinha do amor que é em nós para podermos ser úteis sermos médicos sermos remédios na vida daqueles que estão em sofrimento um beijo grande e até uma próxima oportunidade

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