JESUS, O REVELADOR DE DEUS - Roberta Assis [JESUS CONVIDA AO EVANGELHO]
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de coração. Boa noite, queridas irmãs, queridos irmãos. Jesus nos abençoe, nos encontra em paz. Primeira sexta-feira do mês, dia 6 de março, é dia do projeto Jesus convida o Evangelho. Esse projeto convida palestrantes da casa e de outras casas para obrigatoriamente falarem do evangelho. Não o Evangelho segundo o Espiritismo apenas, mas o Novo Testamento como um todo. Como toda reunião, saudamos os nossos amigos que estão nos acompanhando pelas transmissões via internet, os nossos amigos da Rádio Comunhão e aqueles que irão assistir posteriormente, de acordo com suas agendas. E como toda reunião espírita, é recomendável iniciar como uma leitura preparatória e uma prece. A nossa leitura desta noite é do Caminho Verdade e Vida de Emanuel, psicografia do Chico, lição número oito. O título é Jesus veio, baseado no versículo número sete do capítulo número dois da carta de Paulo aos Filipenses. Mas ele aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. Paulo estava comentando sobre o Cristo e Emanuel comenta: "Muitos discípulos falam de extremas dificuldades por estabelecer boas obras nos serviços de confraternização evangélica, alegando o estado infeliz de ignorância em que se compraz a imensa percentagem de criaturas da humanidade da Terra. Entretanto, tais reclamações não são justificáveis para executar a sua divina missão de amor, o Cristo não contou com a colaboração imediata de espíritos aperfeiçoados e compreensíveis, mas sim aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de um servo, fazendo-se semelhante aos homens. Cristo é um arcanjo que trabalha diretamente no cumprimento do pensamento divino. E por ser o governador do nosso mundo, que presidiu a sua formação, prometeu e cumpriu sua promessa de vir ele mesmo pessoalmente trazer a revelação da vontade da lei de Deus. Não podíamos ir ter com ele o Salvador em sua posição sublime. Todavia, o mestre pôde vir até nós, apagando temporariamente a sua auréula de luz, de maneira a beneficiar-nos sem traços
da lei de Deus. Não podíamos ir ter com ele o Salvador em sua posição sublime. Todavia, o mestre pôde vir até nós, apagando temporariamente a sua auréula de luz, de maneira a beneficiar-nos sem traços de sensacionalismo. Este exemplo de Jesus, nesse particular representa uma lição demasiadamente profunda. Ninguém alegue conquistas intelectuais ou sentimentais como razão para desentendimento com os irmãos da terra. Homem algum dos que passaram pelo orbe alcançou as culminâncias do Cristo. No entanto, nós o vemos à mesa de pecadores, andando com mulheres equivocadas, dirigindo-se fraternalmente a publicanos e ministrando seu derradeiro testemunho entre dois ladrões. É a tradição cristã. Se o teu próximo não pode alçar-se ao plano espiritual em que tu já te encontras, podes tu ir ao encontro dele para o bom serviço da fraternidade e da iluminação, mas sem aparatos que lhe possam ofender a inferioridade. Recorda a demonstração do mestre divino. para vir a nós, aniquilou-se a si mesmo, ingressando no mundo como um filho sem berço, e ausentando-se do trabalho glorioso como um servo de Deus crucificado. Abençoa-nos, Jesus com a luz do teu evangelho e dá-nos a tua proteção, o teu amparo para continuarmos nos esforçando e seguir em frente, procurando buscar os teus passos, a fim de não nos desviarmos nas ilusões do caminho. Pensou esta casa, uma casa do caminho, do teu caminho, porque tu és o caminho para a verdade, para a vida, e tu disseste que ninguém se aproximaria do Pai senão por meio de ti. Por isso, aqui estamos, merecendo a tua bênção, que esta noite possamos relembrar tuas palavras, fixar ainda mais em nossos corações, em nossas mentes a sabedoria da tua doutrina e a luz do Espiritismo, possamos preparar melhor nosso coração para o dia a dia de nossas vidas, a fim de podermos espelhar tudo aquilo que já conhecemos. da tua vida, da tua missão, da tua doutrina e do teu amor. Dá-nos então, Senhor, em nome do dirigente espiritual deste trabalho, em nome do dirigente espiritual desta
ar tudo aquilo que já conhecemos. da tua vida, da tua missão, da tua doutrina e do teu amor. Dá-nos então, Senhor, em nome do dirigente espiritual deste trabalho, em nome do dirigente espiritual desta casa, em teu nome e sobretudo em nome de Deus, a devida permissão para considerarmos iniciada a nossa reunião, dizendo graças a Deus. Amigas e amigos, hoje vamos ouvir a nossa querida Roberta Cis, que irá nos falar sobre o Cristo e a sua posição de revelador. Com ela a palavra, um bom evangelho para todos nós. >> Boa noite a todas e a todos. É sempre uma alegria e um privilégio, né, a gente poder separar alguns minutos do nosso tempo, do nosso coração, da nossa reflexão para nos permitirmos navegar com o Cristo, não é? E o convite de hoje, ele é bastante especial, né? É sempre especial falar sobre o evangelho, é sempre especial falar sobre os ensinamentos do Cristo, mas é bastante especial nós conseguirmos refletir um pouco sobre o testemunho do Cristo para muito além do testemunho da cruz, da crucificação que sempre comove a todos os cristãos. Para muito além disso, e como a mensagem de abertura muito bem nos ilustrou, nos trouxe a reflexão, há um sacrifício maior de Jesus com relação a nós, maior até mesmo do que o seu martírio quando encarnado. E a gente reflete poucas vezes sobre isso. Jesus, um espírito perfeito. Ah, nós temos muitos espíritos, uma falange do bem, espíritos elevadíssimos que ombreiam com o Cristo a tarefa de cuidar de nós e nos favorecer esse processo de autoiluminação. Muitos deles encarnaram e seguem encarnando. Cristo, porém, encarnou conosco apenas uma única vez. Mas para além de ser tão especial este momento, ele revela um amor tão profundo que suporta todo o sacrifício que significa estar encarnado num planeta de provas e expiações, unicamente por amor a nós. a gente brinca com alguma frequência o quanto que é difícil encarnar e reencarnar. Eh, a gente brinca, né, que a gente não se lembra. Estamos enquanto encarnados com o véu do esquecimento. Muito embora
gente brinca com alguma frequência o quanto que é difícil encarnar e reencarnar. Eh, a gente brinca, né, que a gente não se lembra. Estamos enquanto encarnados com o véu do esquecimento. Muito embora sejamos espíritos eternos, a gente não se lembra a maior parte de nós, não se lembra das vidas anteriores que tivemos. Ah, no entanto, eh, todos nós vamos nesse ciclo de idas e vindas, né? Nós encarnamos, eh, crescemos, aprendemos novas lições, temos novas oportunidades e desencarnamos e retornamos à pátria espiritual. Neste intervalo, nós seguimos aprendendo. A gente não fica solto no éter, não é? Nós nos reunimos em famílias de afinidades. Nós seguimos aprendendo. Nós fazemos uma revisão de tudo que passou, daquilo que nós conseguimos avançar, daquilo que ficou por fazer. E em determinado momento chega para nós o convite de seguirmos neste processo em nova encarnação. E a gente brinca muito, ai vou passar a vez. Nossa, quando eu voltar dessa vez eu vou querer ficar lá no plano espiritual um bom tempo. Cansei de encarnar. Porque para nós que somos espíritos imperfeitos, a gente tem a noção da dificuldade que é, não é? A vida encarnada num planeta de provas e expiações é extremamente desafiadora. E tá certo que o Cristo, sendo um espírito perfeito, ele não passa as dores e angústias como nós. Afinal de contas, estamos falando de um espírito com evolução completa. No entanto, para um espírito dessa magnitude, mergulhar numa atmosfera feito a nossa, encarnado, é talvez um sacrifício maior do que deixá-la através da crucificação. É preciso que ele adence as suas energias. É preciso que ele em alguma medida se materialize, experimente o fluido denso no qual nós existimos para poder estar conosco e ensinar vividamente. É esse o nível de amor. Talvez o Cristo já intuísse que enquanto ele estivesse aqui, nós não fôssemos capazes de compreendê-lo, nem de amá-lo. E talvez fôssemos o que fomos. E, em certa medida continuamos a ser cruéis. Ao ver a luz e o amor mais puro, assomou
uanto ele estivesse aqui, nós não fôssemos capazes de compreendê-lo, nem de amá-lo. E talvez fôssemos o que fomos. E, em certa medida continuamos a ser cruéis. Ao ver a luz e o amor mais puro, assomou na no coração da maioria de nós a crueldade. Vocês imaginem um espírito que nos ama ao nível do sacrifício passar por isso. Mas ainda assim ele veio, esteve e continua estando. Jesus vem com este propósito de fazer com que a gente compreenda Deus. Então Jesus vem com este propósito de revelador da lei. Esse é o título da nossa da nossa reflexão de hoje. Jesus revelador da lei. Que lei é essa? Afinal? É preciso que a gente compreenda bem. Não se trata da lei de Moisés, não se trata da lei humana, não se trata do poder dos humanos. Trata-se de revelar uma lei absoluta que é a regência do amor no universo, em todas as dimensões do universo. E revelar isso para nós que ainda estamos tateando no processo evolutivo. revelar isso para uma coletividade que ainda abraça com bastante empolgação, o egoísmo e o orgulho. O orgulho que vai dizer somente como eu entendo que é o correto e o que eu não compreendo ou está errado ou não existe deve ser aniquilado. E o egoísmo que vai dizer tudo para mim e para os meus e que pensam comigo e que concordam comigo. Isso gera, sem dúvida nenhuma, num convívio de coletividade, inúmeros conflitos, dores e problemas. E a gente fica nesse círculo, não é, de gerar cada vez mais dores, cada vez mais problemas. E Jesus vem então como que fazer um freio de arrumação, né? Não, gente, calma. Vamos parar, vamos refletir. É preciso que vocês compreendam um pouco melhor o amor, a lei. E é nesse sentido, e é com esta chave, a chave que a doutrina espírita nos oferece em mais uma camada de aprofundamento, de compreensão do evangelho. O espiritismo também não pretende eh reinventar nada, apenas explicar, sem sombra de dúvidas, para que entendendo a gente possa de fato se transformar. O objetivo maior do Cristo é que nós compreendamos o mecanismo da existência
tende eh reinventar nada, apenas explicar, sem sombra de dúvidas, para que entendendo a gente possa de fato se transformar. O objetivo maior do Cristo é que nós compreendamos o mecanismo da existência nesse da existência material, nesse fluxo e influxo amoroso, que todos somos parte integrante deste mesmo amor e que se ferimos ao outro, ferimos também a nós. que se curamos o outro, curamos também a nós. É nesse testemunho e neste propósito que ele vem. E aí a gente vai ter lá em Mateus, né, no capítulo 5, versículos 17 a 19. Capítulo 5, pessoal, começa o sermão da montanha. volta e meia a gente vai ter muitas palestras, estudos, reflexões com os ensinamentos que constam lá no sermão da montanha, que é onde está o núcleo, né, dos ensinamentos do Cristo. Se a gente não quiser estudar mais nada, quiser estudar só o sermão da montanha, tá de ótimo tamanho. Nós estamos com um mapa seguro de autoconhecimento e de transformação comportamental que vai proporcionar que nós tenhamos a paz que nós tanto dizemos querer. É preciso que essa vontade que a gente verbaliza de paz saia somente da palavra e possa integrar o nosso ser e a nossa vontade profundas, que transforme o nosso viver. Porque enquanto for só palavras, a gente vai seguir admirando Cristo e ele vai continuar sendo algo na instante e nós vamos continuar sofrendo. Jesus nos chama a interromper esse circo, esse ciclo de dor, e transformá-lo num ciclo virtuoso de amorosidade. E aí ele fala assim, ó, lá em Mateus, nesse nessa partezinha do sermão da montanha, não pensem que eu vim destruir a lei ou os profetas. Não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade digo a vocês, até que o céu e a terra passem, nenhum jota ou um tio jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido. Qualquer pois que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus. Aquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus. Tem muitas coisas aqui. Primeiramente,
nor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus. Aquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus. Tem muitas coisas aqui. Primeiramente, Jesus vem falar que ele Jesus tem uma postura extremamente revolucionária. A comunidade em que ele fala essas palavras e faz os seus ensinamentos. Jesus naquele momento denominado como um judeu em meio de judeus. fala: "Eu não vim destruir nada porque muitas das suas falas eram revolucionárias, viravam de ponta pro ar muitas práticas que haviam já se tornado milenares." Mas ele quer deixar claro que ele, olha, eu não vim destruir nada, eu não sou nenhum revolucionário nesse sentido. O que eu vim a dar é que vocês entendam de fato a lei que lei o amor. Ninguém, enquanto todos nós, é essa a frase do Cristo, enquanto a coletividade humana inteira não tiver integrado esse conhecimento, esse funcionamento do amor em si e ao seu redor, a lei ainda não estará cumprida. Então, há aí a paciência dos séculos. Quem diz isso não tá com pressa, sabe que vai demorar. A gente leva tempo nessa jornada de aprendizado e às vezes a gente empaca um pouco, né? Porque a gente se a gente sim se rebela, se revolta, também não quero, também não vou, também não faço. E a gente estaciona pacientemente. O Cristo, a vida e o próprio amor aguardam até que a gente, cansado do próprio sofrimento, entenda que é preciso recomeçar a andar a nosso próprio favor. E isso se refere a todos, a todos nós. Ninguém está excluído da misericórdia divina, da providência divina, do amor divino e do progresso que é destinado a todos nós. Então Jesus vem como este professor que caminha ao lado do aluno. Ele não resolveu fazer essa revelação distante de nós, não. um corpo como nosso, andou como nós e testemunhou, mas sempre dizendo e sempre nos chamando a atenção. Ei, vocês também dão conta. Essa também é a destinação de vocês, ser melhor que eu até. Vocês podem fazer tudo o que eu faço e mais. Essas são palavras do Cristo.
endo e sempre nos chamando a atenção. Ei, vocês também dão conta. Essa também é a destinação de vocês, ser melhor que eu até. Vocês podem fazer tudo o que eu faço e mais. Essas são palavras do Cristo. Mas para isso será necessário profundas transformações internas. É claro que um espírito da magnitude de Jesus, o único espírito perfeito que nós conhecemos, o único espírito perfeito, ou seja, que não tem mais nada, gente, a evoluir, que já integrou a compreensão de Deus na sua plenitude, na total integralidade. É o espírito perfeito que nós, humanidade terrena, conhecemos. É ele. Ele inspira inúmeras inteligências voltadas para o bem nas mais diferentes esferas de crenças, de ideologias que existem no mundo. Jesus não precisa de um nome, né? Ele sequer fundou o cristianismo. Ele não fundou nada de religião. Ele trouxe compreensão. Compreensão do funcionamento da lei divina, compreensão do que é preciso fazer para ser salvo. E a resposta se repete das mais diferentes maneiras ao longo do que nos chega do evangelho. E a sempre amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Toda a lei e todos os profetas podem estar resumidos nessa frase. Assim nos diz Jesus. Jesus então tem esse dom da síntese, da clareza e da simplicidade, traduzindo algo que é muito complexo, de uma forma que nós possamos compreender mais ainda, a cada passo que nós vamos dando na nossa jornada, mais dimensões a gente encontra nos ensinamentos do Cristo. Nessa sequência de frases, é como que cada vez que a nossa experiência aumenta, que a gente aprende um pouco mais, abrem-se novas dimensões dessa orientação. Amar a Deus sobre todas as coisas na compreensão do criador, que funda no seu amor toda a criação. É impossível amar a Deus e desgostar do próximo, porque seria amar o criador e odiar a criatura do criador. Então, a gente começa a pensar nessas nossas contradições. Não, pera, eu vou ter que dar uma melhorada aqui. E aí começa a fazer sentido outros ensinamentos que derivam daí. Quando
riatura do criador. Então, a gente começa a pensar nessas nossas contradições. Não, pera, eu vou ter que dar uma melhorada aqui. E aí começa a fazer sentido outros ensinamentos que derivam daí. Quando Jesus disse: "Olha, amai os vossos inimigos. Fazei o bem aqueles que vos perseguem e caluniam. Faça o bem a quem não pode te retribuir materialmente. Tudo isso são ensinamentos em que a gente vai ter que dobrar a gente mesmo, porque para fazer o bem a quem eu não gosto não é exatamente complicado, é simples. E muitas vezes a vida nos oportuniza isso, coloca aquela pessoa que a gente não gosta. na circunstância da nossa vida, de uma maneira que nós podemos auxiliar essa pessoa. Basta que a gente escolha. Ai, ai, ai. Mas aí eu preciso estar com os dois pés pincados no meu propósito de parar de somente admirar o Cristo e finalmente começar a fazer o que ele falou para ver se finalmente eu consigo conquistar essa tal da paz interior. A gente precisa de autocontrole. Só a gente precisa controlar nossa antipatia que a gente tem. A gente precisa controlar o nosso orgulho. Ah, mas essa eu vou ajudar essa pessoa, essa pessoa não recomenda bem. Também na nota de entrada, a gente tem aí a lembrança do Emanu tanto que Jesus andava com gente que não recomendava bem. Tanto é assim que ele foi chamado atenção várias vezes a respeito disso. Os discípulos uma vez ficaram até constrangidos. falou assim: "Nossa, porque os sacerdotes à época foram falar assim: "Olha, mas o o, né, Jesus aí só anda com gente de uma vida. Se a gente fosse fazer uma comparação hoje, era como se ele fosse jantar com corruptos, com, enfim, a gente mesmo ia torcer a cara, pessoal, se não sei vocês, eu talvez." E aí Jesus responde, porque não são os discípulos que respondem, ficam constrangidos ali sem saber o que dizer. E Jesus responde: "Plei, eu vim para os que precisam de médico. Os que tão sãos não precisam de médico. Eu vim para ensinar a qualquer um que queira aprender." Todos são ovelhas do rebanho de Deus e
. E Jesus responde: "Plei, eu vim para os que precisam de médico. Os que tão sãos não precisam de médico. Eu vim para ensinar a qualquer um que queira aprender." Todos são ovelhas do rebanho de Deus e consequentemente do rebanho do Cristo. Então, pra gente auxiliar, como na própria mensagem de entrada, né, pra gente estar com aquelas pessoas que a gente julga, e muitas vezes a gente julga equivocadamente, mas que a gente julga que é pior que a gente e ajudar basta a gente querer. Mas é ajudar mesmo, gente. Não é dar lição de moral, não. É ajudar silenciosamente. é realmente fazer um bem para essa pessoa e que a nossa mão direita não fique sabendo o que a esquerda fez, que a gente já vai esquecendo bem que a gente fez na hora que a gente está fazendo. É esse o ensinamento do Cristo para que a gente tenha paz. E aí a gente vai nesse diálogo com Cristo, mas o Cristo fal, mas vocês não querem ter, vocês não pediram, vocês não ficam pedindo frequentemente paz, saúde, harmonia? Pois então, gente, o caminho é esse. Mas a gente quer o resultado, mas não quer a trajetória, porque a trajetória ela é realmente difícil, mas ela é certeira. E talvez o Cristo nos chame ainda hoje dizendo: "Apenas tenta, porque a gente não coloca em prática, a gente não traduz esses ensinamentos sobre a lei de amor em prática cotidiana. A gente nem tenta, tá certo? que, né, é aquela coisa, a gente não vai conseguir na expressão mais pura do amor e nem na é aquela história, né, a gente talvez, né, o aluno ali que tá ali pelejando, né, da uma lista de exercícios que passa no dever de casa aí uma lista de 15 exercícios, a gente vai conseguir fazer uns três. E olha, foi que deu. Ótimo. É melhor do que nem começar. É melhor do que, né, chegar no dia seguinte que o professor falar não, não fiz nada porque achei a lista muito difícil, eu nem tentei. Bom, então você volta para casa com a lista, tenta fazer e volta aqui pra gente tentar prosseguir. Então Jesus vai, especialmente quando a gente pega ali o sermão da montanha, né,
ícil, eu nem tentei. Bom, então você volta para casa com a lista, tenta fazer e volta aqui pra gente tentar prosseguir. Então Jesus vai, especialmente quando a gente pega ali o sermão da montanha, né, que tem orientações bastante claras, tá gente? Pode colocar aí, né, no qualquer buscador que vocês quiserem. Sermão da montanha, já vai vir ali o texto de Mateus, capítulo 5 a 9. Vocês podem pegar e lendo. Vocês vão reconhecer ali muitas das falas que são repetidas frequentemente, que a gente já conhece de cor. Agora é preciso que a gente tire do coração e passe para as mãos, traduzindo do jeito que a gente conseguir no nosso cotidiano. Tá tudo certo. E aí pouco a pouco a gente vai tendo o domínio da gente mesmo e de como a gente quer estar no mundo. Aí a gente vai entendendo que a gente vai tomando posse e colocando no lugar o único ambiente sob o qual nós temos total e absoluto domínio, que é o nosso íntimo. a gente vai sendo capaz de reconhecer as nossas emoções e de gerenciar o nosso campo emocional de uma maneira mais eficaz. Toda vez que a gente vai escolher e para que a gente possa escolher uma reação, é preciso que a gente estabeleça um tempo. Então, se a gente tá muito nervoso com alguma coisa, com muita raiva, é preciso que a gente consiga criar um espaço na reação. Então, eu tô com muita raiva. Hora de eu dar uma respirada. Eu vou parar 5 minutos e simplesmente respirar. É simples assim. Para que eu crie um espaço de me lembrar. E me lembrar do quê? me lembrar que eu quero ser o melhor que eu conseguir ser, que eu vou tentar retribuir aquilo que me constrange da melhor maneira que eu conseguir. Então, é preciso calma. E é esses segundinhos que a gente estabelece na na reação que a gente tem, que vão fazer com que seja possível que a gente tenha uma atitude diferente do que normalmente a gente teria. E nesse momento a gente vence uma batalha absurda, gigantesca, que é dominar a nossa raiva. Não é que o sentimento da raiva seja ilegítimo e não é que o sentimento da
do que normalmente a gente teria. E nesse momento a gente vence uma batalha absurda, gigantesca, que é dominar a nossa raiva. Não é que o sentimento da raiva seja ilegítimo e não é que o sentimento da raiva seja ruim. Ele é, como qualquer outra emoção, um sinalizador. E a raiva faz com que seja que a gente consiga reagir a situações que são injustas. A raiva faz com que a gente consiga ter forças para alterar situações que realmente precisam ser alteradas. Mas é preciso que a gente saiba usá-la, utilizá-la e dominá-la como quem utiliza do fogo. O fogo também é uma força, é uma energia sem a qual ficaria muito difícil que a gente tivesse chegado nesse grau de evolução que nós chegamos no planeta. Mas nós chegamos porque aprendemos a dominá-lo. Quando ele está fora de controle, a gente sabe o que acontece. É um bom paralelo com a emoção da raiva, bastante necessária. Inclusive ela vai conseguir nos mobilizar para que a gente, se nós conseguirmos lidar com este fogo, para que a gente não caia. em panoramas de desânimo profundo, porque essa força move, mas nós vamos orientar essa reação. Como eu posso alterar isso sem causar mais dano? Como eu posso alterar essa situação de uma maneira de que os danos fiquem minimizados? Como eu posso alterar essa situação com respeito à individualidade do outro? Como eu posso fazer cessar agressões sem agredir de volta? Esses são os nossos desafios. Desafios aos quais o Cristo nos chama. E aí a gente tá sendo cristão de verdade. No esforçou. é no esforço. Algo que também a doutrina espírita vai abordar é sobre essa natureza e esse domínio que Jesus tem quando encarnado sobre a matéria, realizando tantas coisas que nós demos o nome de milagres, porque fugia e ainda de uma certa maneira ainda foge a nossa compreensão de como aquilo poderia ser feito e realizado. Não é que era fora das leis que regem o nosso planeta e o nosso universo. é que Jesus dominava de tal maneira a matéria e a matéria na qual a gente existe e na qual o planeta existe e na qual a
izado. Não é que era fora das leis que regem o nosso planeta e o nosso universo. é que Jesus dominava de tal maneira a matéria e a matéria na qual a gente existe e na qual o planeta existe e na qual a encarnação se desenha, não havia segredos para o Cristo. Então ele podia atuar na matéria de uma maneira muito mais efetiva, tanto a sua própria a sua própria matéria que compunha o seu corpo, quanto a matéria ao seu redor, mas por conhecimento de funcionamentos que a gente, muitos a gente ignorava, já não ignoramos tanto, e outros a gente ainda ignora, mas estamos em processo de descoberta. Os progressos científicos já vão apontando para a compreensão um pouco que inescapável de que a vida continua após a morte orgânica. Não são um, nem dois, nem três cientistas que estão se desdobrando neste momento, nesse estudo, porque a realidade vai se repetindo em relatos de experiência de quase morte que se repetem. E aí a gente vai pouco a pouco confirmando que a gente compreendia pela fé, mas vamos compreendendo pouco a pouco e também vamos conseguindo fazer progressos que naquela época nós reputaríamos como mágicos. Imaginem se naquela época fôssemos capazes de realizar uma cirurgia para retirada de um tumor. A gente não sabia nem o que que era um tumor, gente. Seríamos, sem dúvida nenhuma, reputados como deuses, magos, sobrehumanos. No entanto, nós sabemos que não tem nada de sobremano nisso. Existe um acúmulo de aprendizado, um acúmulo de experiências, descobertas, esforço, reflexão e prática que nos permite hoje termos a medicina como temos, que até bem pouco tempo atrás pareceria para nós absoluta magia e não é. Hoje a gente tem um aparelho nas mãos que permite que a gente faça chamadas de vídeo e a gente converse com alguém que está do outro lado do planeta, imagem a imagem. Se a gente volta, e aí não precisa nem muito longe, se a gente volta na minha infância, por exemplo, tá certo que eu já tô aqui, né, com os meus 50 anos, gente. Mas também não é tanto tempo assim. se volta na minha infância e
o precisa nem muito longe, se a gente volta na minha infância, por exemplo, tá certo que eu já tô aqui, né, com os meus 50 anos, gente. Mas também não é tanto tempo assim. se volta na minha infância e fala, eu ia achar que era coisa de ficção científica, magia, coisas sobreas. No entanto, é só o progresso acontecendo. Compreende? Então, o Cristo não é que ele era eh mágico, ele era extraordinário no sentido de que a sua evolução era tamanha, que ele conseguia realizar coisas que nós ainda não sabemos como fazer, mas saberemos. Mas é preciso que junto com o progresso científico e material, a gente também progrida moralmente. E essa era a maior preocupação do Cristo, não em nos ensinar a fazermos milagres. Não é esse o foco, muito embora ele os fizesse, mas ele hora nenhuma falou: "Olha, gente, eu vou fazer aqui um curso com vocês de transmutação da matéria, de eh comunicação telepática, não fez isso porque esse não é o cerne, não é isso que mais importa para o espírito." O que importa para o espírito é desenvolver em harmonia duas asas que o façam voar com estabilidade, a da sabedoria e a da moralidade, porque senão nos tornaremos somente cruéis ou não avançaremos naquilo que precisamos. É preciso que haja harmonia entre as duas coisas. É preciso que a gente tenha progresso, mas que a gente saiba transformar este progresso em proveito para todos. É preciso que a gente consiga cuidar uns dos outros, porque senão não há cerca, alta ou bastante que vá garantir segurança para ninguém e nem felicidade para ninguém. A felicidade vem da partilha, do reconhecimento, do acolhimento no outro ser humano que expressa todo o universo num abraço. Vocês já pararam para pensar nisso? Quando a gente abraça alguém que a gente gosta, mas a gente se permite abraçar, né? Não é aquele abraço apressado protocolar, não. E é um abraço que a gente só consegue se abrir assim quando a gente gosta e confia na pessoa. Mas esses segundos em que esse laço se forma, duas criaturas se encontram no Criador.
ado protocolar, não. E é um abraço que a gente só consegue se abrir assim quando a gente gosta e confia na pessoa. Mas esses segundos em que esse laço se forma, duas criaturas se encontram no Criador. Duas expressões do amor se encontram na ressonância da música amorosa que rege o universo. Vamos nos próximos dias aí tentar nos lembrar disso na hora que a gente encontrar alguém querido e a gente vai dar um abraço consciente. Nossa, vou abraçar aqui, vou deixar coração ressoar com coração e vou deixar a minha alma me lembrar do amor. O objetivo do Cristo estará realizado em nós quando a gente conseguir sentir esse mesmo amor por todos os encarnados e desencarnados que compõem a coletividade terrena. Encarnados nós estamos contados atualmente mais ou menos em quanto 9 bilhões. Acho que é isso, né? É muita gente. A gente consegue contar às vezes nos dedos de duas mãos as que a gente já dá conta de amar. Então é lógico que vai levar tempo. Nenhum de nós vai conseguir esse objetivo de um dia pro outro. Mas também é fato que nenhum de nós vai conseguir realizar esse objetivo crístico se não começar a tentar, se não começar a fazer de pouco em pouco todo dia, se não se deixar tocar por essa transformação que insiste em fazer a paz em vez da guerra, que existe, que insiste em fazer o bem, mesmo quando contrariado ou especialmente quando contrariado, que insiste em ser justo no mundo que ainda é marcado por tanta injustiça, que insiste na honestidade, mesmo que permeia a seu redor toda a desonestidade do mundo, porque este ser entendeu que a transformação é do seu universo íntimo. E quando a gente muda, tudo muda ao redor. E essa é uma verdade da lei que Jesus revela para nós também. Porque as reações vão mudar, porque a nossa ação mudou. Então nós teremos respostas às mais diferentes possíveis. Algumas delas vão ser de incredulidade durante algum tempo, tá? Agora você é boazinha. Te conheço. Agora você quer me convencer que você ficou boazinha. Ai, agora é toda Cristo. E a gente vai ter que [risadas]
elas vão ser de incredulidade durante algum tempo, tá? Agora você é boazinha. Te conheço. Agora você quer me convencer que você ficou boazinha. Ai, agora é toda Cristo. E a gente vai ter que [risadas] reafirmar a postura de novo, de novo, de novo e de novo. Até que esse, poxa, mas como é que é lá esse lugar que você vai, hein? Que horas tem reunião? Como é que é? Qualquer um pode ir? Porque esse dia também chega. Mas para que esse dia chegue, a gente vai precisar ter paciência e entender que mudanças de padrão realmente levam tempo e que até que a gente consiga apagar muitas vezes uma ferida que a gente levou muitos anos agravando, porque a gente também agrava, né, gente? É normal que a pessoa tenha uma certa desconfiança. Aí eu vou confiar em você e aí depois você vai lá e vai me enfiar uma faca nas costas. Feito que você sempre fez. Então é preciso que a gente mude mesmo e repita, repita, repita, repita. Mas tudo muda ao redor. Vale a pena. Cada movimento que o Cristo nos pede vale muito a pena, vale mais do que qualquer cofre cheio de ouro. Os espíritos vão nos dizer no Evangelho Segundo Espiritismo, que a felicidade que a gente pode almejar neste planeta é a felicidade de uma consciência tranquila. Olha o quanto que é importante isso, é a gente ter feito o melhor que a gente podia. E assim, gente, é preciso que a gente também tenha autorreflexão no sentido de que é o melhor que a gente pode. Às vezes o melhor que a gente pode não é o melhor que a gente gostaria, mas é o melhor que a gente dá conta. Se eu fiz no limite que era o melhor que eu dava conta, está ótimo. Aí é hora de confiar na providência divina e seguir fazendo, porque cada vez a gente vai conseguir fazer mais. Mas é preciso ter paciência nesse processo, paciência também com a gente. Neste ponto, eu sempre gosto de lembrar sobre isso a uma das passagens do nosso querido Jesus de ensinamentos do Cristo. Tantos, tantos, tantos para nós, que é a multiplicação de pães e peixes. Ele fez isso mais de uma vez. Mas
o de lembrar sobre isso a uma das passagens do nosso querido Jesus de ensinamentos do Cristo. Tantos, tantos, tantos para nós, que é a multiplicação de pães e peixes. Ele fez isso mais de uma vez. Mas numa das narrativas que chegam até nós, através dos evangelhos, os discípulos estavam muito angustiados, porque havia sempre uma multidão seguindo Cristo onde ele fosse, a sua força magnética. Vocês imaginem, né, um espírito perfeito. Nós todos queriam estar próximos dele, ainda que não entendêssemos, mas todos queríamos estar próximos dele. Pois bem, nesse dia havia um, né, num desses dias havia uma imensa multidão e as pessoas precisavam comer. podia já ia longe e era hora de alimentar. E os discípulos chegaram, falaram: "Olha, Jesus, a gente só tem medo user de pães e peixes e tem uma multidão para comer. Não vai dar. Não vai dar. Imagina a angústia". Jesus pergunta assim: "É tudo o que vocês têm?" E eles respondem: "Sim, é porque era". Veja, o que eles tinham não dava. O que eles tinham era muito pouco, mas era o suficiente, porque vinha de corações dispostos a compartilhar a integralidade do que possuíam. E Jesus então faz o que ficou conhecido como a multiplicação de pães e peixes. E nessas ocasiões todos comeram à vontade. a comentar essa passagem nos traz essa reflexão, que cuidemos de fazer e compartilhar o que de melhor a gente tiver em todas as dimensões do nosso ser, não só na material, confiando que a misericórdia divina para o resto, dará em acréscimo aquilo que falta. Então, não é sobre nós sermos os melhores do mundo, é sobre nós fazermos o melhor que nós podemos. E tendo feito isso, confiarmos absolutamente em Deus, tirar toda a preocupação da nossa mente no sentido de que quando a gente alcança o nosso limite, daí por diante Deus proverá, porque ele proverá. A misericórdia não nos faltará. E é fazendo isso de novo, de novo, de novo e de novo, que a gente vai fortalecer a nossa fé, que a gente vai ver a nossa vida se tornar um testemunho, que a gente vai ver a nossa vida se
nos faltará. E é fazendo isso de novo, de novo, de novo e de novo, que a gente vai fortalecer a nossa fé, que a gente vai ver a nossa vida se tornar um testemunho, que a gente vai ver a nossa vida se transformar com o Cristo e que aí finalmente a gente vai deixar do lugar de admirador para estarmos finalmente no lugar que ele sempre quis que a gente tivesse de aprendizes da lei. Uma boa noite para todos nós. Bom, queridas amigas e amigos, a nossa reflexão da noite, Jesus, o revelador de Deus. E como sempre acontece quando Roberta está fazendo a reflexão e eu estou aqui, eu recebo umas coisinhas. Então nós vamos fazer a prece de encerramento, agradecendo a presença de vocês que nos assistem para que sejam chamados para o passe. Nós vamos fazer a nossa prece de agradecimentos com o poema que eu já enviei para ela. Poema revelar. Quem revela, vela de novo. Cuida e acolhe os seus irmãos. fala, ensina, reeduca o povo com novas bênçãos aos corações. Traduz todo o amor da origem para indivíduos e para as nações. A verdade é sempre imutável nos ervos das eras dos tempos. E o emissário é um ser amável que nos acelera. Se estamos lentos, revelar é útil e indispensável para a alma galgar maior entendimento. Muito obrigado, Jesus. Obrigado, amigos espirituais. Obrigado aos nossos irmãos e irmãs presentes, aos que nos assistem e a esta casa do caminho. Que Jesus seja realmente para nós e para os nossos passos. o nosso caminho para a verdade e a vida, a fim de podermos nos reaproximar do Pai que nos aguarda de braços abertos com todo o amor no seu coração. Graças a Deus. Boa noite a todos. Muita paz, saúde, tudo de bom. E passo a palavra ao nosso irmão assistente do serviço de pazes. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música]
nalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música] espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.
ade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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