JESUS, DA PAIXÃO À RESSURREIÇÃO - SÉRGIO CASTRO [PÁSCOA DOS MILITARES]
✨ (PALESTRA ESPÍRITA) ✨ Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja um membro apoiador do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@tvcomunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer [canto] de coração a [música] paz dentro [canto] de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando [canto] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. [canto] Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir [canto] a perfeição, aqui [música] eu [canto] entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a [canto] ti, [música] buscando [música] >> Senhoras e senhores, bom dia. Que a paz do Cristo seja presente em cada um de nós. É com muita satisfação que a comunhão espírita de Brasília recebe a todos para a celebração da Páscoa dos Militares deste ano de 2026. Para compor a mesa, convido o senhor Adilson Maris de Morais, presidente da comunhão espírita de Brasília. A senora Solange Vais, representante da Federação Espírita do Distrito Federal e o Senr. Sérgio Castro, palestrante do evento. >> Convido o suboficial R1 Cléber Mitel de Lima. para fazer a leitura preparatória. >> Bom dia. Falar mais palavras do evangelho, capítulo 15, item 10. Fora da caridade não há salvação. Meus filhos, na máxima fora da caridade não há salvação. Estão contidos os destinos dos homens na terra, no céu, na terra. Porque a sombra desse estandarte, eles viverão em paz no céu, porque aqueles que a tiverem praticado encontrarão grande graça diante do Senhor. Esta divisa é a luz celeste, a coluna luminosa que guia o homem no deserto da vida para conduzi-lo, a terra prometida. E brilha no céu como uma auréula santa na fronte dos eleitos. E na terra está gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: "Passai à direita, vós os benditos de meu pai. Vós os reconhecereis pelo perfume de caridade que espargem ao seu redor. Nada exprime melhor o pensamento de Jesus. Nada resume melhor os deveres do homem do que esta máxima de ordem divina." O
u pai. Vós os reconhecereis pelo perfume de caridade que espargem ao seu redor. Nada exprime melhor o pensamento de Jesus. Nada resume melhor os deveres do homem do que esta máxima de ordem divina." O espiritismo não podia provar melhor a sua origem do que dando-a por regra, porque ela é o reflexo do mais puro cristianismo. Com um tal guia, o homem não se perderá jamais. Aplicai-vos, pois, meus amigos, em compreender-lhe o sentido profundo e as consequências, e em procurar por vós mesmos todas as suas aplicações. Submetei todas as vossas ações ao controle da caridade, e vossa consciência vos responderá. Não somente ela, não somente ela vos evitará de fazer o mal, mas vos elevará a fazer o bem. Porque não basta uma virtude negativa, é preciso uma virtude ativa para fazer o bem. É preciso sempre a ação da vontade. Para não fazer o mal, basta frequentemente a inércia e a negligência. Meus amigos, agradecer a Deus que vos permitiu pudesses gozar da luz do Espiritismo. Não porque só aqueles que a possuem podem ser salvos, mas porque vos ajudando a melhor compreender os ensinamentos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Fazei, pois que em vos vendo se possa dizer que o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa. Porque todos aqueles que praticam a caridade são os discípulos de Jesus, qualquer seja o culto a que pertençam. Paulo apóstolo, Paris 1860. Convido o tenente coronel Aviador Jader Mário Santana Moreira para proferir a prece inicial. Vamos elevar nosso [limpando a garganta] pensamento a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, amigo, irmão, Maria Santíssima, nossa mãe espiritual, aos bons espíritos que nos dirigem na manhã de hoje, outros que nos visitam, agradecendo por tudo de bom que temos em nossa vida, particularmente por esses momentos de reflexão das leis de Deus e da nossa existência. E assim, Pai amado, te pedimos humildemente, ajuda-nos a abrir nossas vistas espirituais para o mundo em que vivemos, para que possamos ampliar a nossa
reflexão das leis de Deus e da nossa existência. E assim, Pai amado, te pedimos humildemente, ajuda-nos a abrir nossas vistas espirituais para o mundo em que vivemos, para que possamos ampliar a nossa percepção da realidade em que existimos e que estamos mergulhados dentro do teu fluído cósmico universal. que possamos ver o bem onde muitas vezes estão destruição, ignorância, discensões, brigas, disputas, discórdias. Saibamos ver o bem em todas as dificuldades da nossa existência terrena, para que possamos cada vez mais enxergarmos as tuas leis dentro do nosso plano. que a libertação que Moisés proveu ao povo judeu e que Jesus nos proporcionou na libertação espiritual do dia da Páscoa, seja o prenúncio da libertação de cada uma de nossas consciências para nossa vida e para o desenvolvimento do reino de Deus que está dentro de nós, como Jesus nos ensinou. que possamos vivenciar esse reino em cada uma das nossas atitudes, desenvolvendo as virtudes dos céus, que os anjos de luz sempre nos apresentam deoturnamente, mas nem sempre enxergamos, Senhor. Enfim, Pai amado, te pedimos bênçãos, teu amor, tua luz e teu amparo, para que possamos cada vez mais vivenciar o evangelho do Cristo, a boa nova que ele nos apresentou em cada momento de nossa existência. E assim, humildemente te pedimos permissão para dar início ao nosso evento da manhã de hoje com muita paz, muito amor e muita serenidade em nossas mentes e em nossos corações. Que assim seja. Contexto histórico da Páscoa dos Militares. Por que Páscoa dos Militares? Muitos podem se perguntar porque celebramos a Páscoa hoje, fora do calendário tradicional. Esta celebração nasceu em um gesto de justiça e acolhimento aos nossos pracinhas da FEB, da força expedicionária brasileira. Em 1945, ao retornarem da Segunda Guerra Mundial, eles trouxeram consigo o peso do combate, mas também o anseio pela fé, que não puderam vivenciar plenamente no campo de batalha durante a Semana Santa. Assim, a Páscoa dos Militares foi instituída para que o soldado, ao
igo o peso do combate, mas também o anseio pela fé, que não puderam vivenciar plenamente no campo de batalha durante a Semana Santa. Assim, a Páscoa dos Militares foi instituída para que o soldado, ao retornar ao lar, pudesse renovar seus votos de fé. É, portanto, uma celebração de reencontro e de paz. Para nós espíritas, a Páscoa ganha um contorno de profunda esperança. Mais do que recordar um fato histórico, celebramos a imortalidade da alma. Entendemos que a ressurreição de Jesus foi a prova definitiva de que a vida não se encerra no túmulo. Foi a vitória do espírito sobre a matéria. Para o militar que dedica sua vida ao serviço e por vezes enfrenta o risco extremo, essa certeza é um bálsamo. A Páscoa espírita é um convite à reforma íntima, o esforço diário de ressurgir melhor, deixando para trás o homem velho do egoísmo e do orgulho para dar lugar ao homem novo, comprometido com a caridade e o dever. Convido a todos para que de pé cantemos o hino nacional brasileiro. >> เ Eu sou da liberdade el conceda para existente. [música] Senhor foiado. Eu sei liberdade ó pção espera que [música] se teu vai ser prção [música] gigante >> Esperação prazer. เฮ Então tu [música] espírit >> Passo a palavra agora ao senhor Adilson Maris de Morais, presidente da comunhão espírita de Brasília, para suas palavras de acolhimento a todos os presentes. Meus queridos, bom dia. Sejamos todos muito bem-vindo a esta casa. Major Brigadeiro Saturnino. Em seu nome eu cumprimento todos os militares, as autoridades aqui presentes das Forças Armadas, das Forças Auxiliares. Maria Luía Bezerra, nossa vice-presidente. Em seu nome eu cumprimento as autoridades desta casa aqui presente. Tomás, obrigado. Conselheiro da nossa casa. O nosso orador também conselheiro da casa. Seja bem-vindo. Solange, seja bem-vindo à nossa casa. Ela representa a Federação Espírita do Distrito Federal. Pessoal, é muito gratificante para a comunhão podermos receber mais uma vez esse evento em suas dependente. A comunhão espírita de Brasília nesse ano
presenta a Federação Espírita do Distrito Federal. Pessoal, é muito gratificante para a comunhão podermos receber mais uma vez esse evento em suas dependente. A comunhão espírita de Brasília nesse ano tá fazendo 65 anos. São 65 anos de muito trabalho em prol da divulgação da mensagem de Jesus aos corações. Interessante que ontem nós fizemos, Ricardo Honório, a nossa última eh reunião presencial da atual gestão, que a gestão da comunhão ela se renova a cada 4 anos e a gente estava estudando os números. Brigadeiro. Nós alcançamos mais de 10 milhões de visualizações nas nossas mídias no ano passado. Interessante que a o conhecimento espírita ele alcança todos os continentes. A comunhão ela é visualizada em todos os continentes, em nossos estudos. E isso é importante porque quando da Fundação da Comunão Espírita de Brasília, então Roberto Becker, ele foi procurar o Chico Xavier porque as pessoas haviam se reunido no ano de 1960 aqui na na em Brasília, ainda muito inicial no processo e eles sentiram a falta de uma casa espírita e reuniram assim: "Olha, ele dá-lhe o Mendonça, vamos então procurar o Chico. Havia um grupo que tinha se reunido para saber se a gente deve ou não fundar a casa. E quem sabe o Chico nos recebe porque naquela época o Chico já era famoso, né? Já estava em Uberaba, ele tinha se mudado no ano anterior para Uberaba. E lá ele chegando, quando chegaram lá, ficaram no cantinho quieto lá. E de repente o Chico do nada chama o nome dos dois, Roberto Beck e Dio Mendonça, por gentileza, venham aqui à frente. Eles não avisaram nada, eles não conheciam pessoalmente o Chico e o Chico chama pelo nome, eles vão lá à frente e aí ele fala assim: "Olha, vocês vieram aqui para ter uma resposta. sobre a criação de uma casa espírita no Planalto Central. A informação que eu tenho para vocês é de que criem essa casa, porque essa casa será responsável de levar o espiritismo para o Brasil e para o mundo. Agora imagine dois seres que estavam ali numa década, iniciando a década de 60, a comunicação ainda muito
a casa, porque essa casa será responsável de levar o espiritismo para o Brasil e para o mundo. Agora imagine dois seres que estavam ali numa década, iniciando a década de 60, a comunicação ainda muito rasa. Como levar o espiritismo para o mundo, porque hoje é fácil, a gente fala, a gente faz um videozinho, ele tá no mundo todo. E aí nasce a comunhão espírita de Brasília. Detalhe, por nome comunhão espírita de Brasília em homenagem ao Chico Xavier, porque ele sai de Pedro Leopoldo, depois de mais de 20 anos de trabalho, ele vai para Uberaba e ele trabalha então na casa chamada comunhão espírita de Uberaba. Então a primeira casa com o nome comunhão é onde o Chico trabalhava. Então, em homenagem ao Chico Xavier, essa casa nasce com esse propósito de levar o espiritismo para o mundo. E graças a Deus, todos aqueles eh 1961, que agora a gente fez 65 ano, dia 16 de janeiro, fundada em 1961, vem lutando para que essa mensagem consoladora, porque o consolador prometido pelo Cristo possa alcançar todos os corações. E a comunhão ela tem feito isso. Quem a conhece, quem não conhece um convite, né, para vir a casa. Nós somos uma universidade espírita. Para vocês terem ideia, a comunhão começa a trabalhar já Jesus no coração de crianças com 3 meses de idade. A nossa evangelização começa aos 3 meses de idade. E muitas pessoas nos questionam: como com 3 meses se faz evangelização? Porque a evangelização da criança passa pela família. Então, os pais são convidados a virem a trabalharem. Uma família forte, é uma sociedade forte, saudável. Então, a gente já começa a atuar junto à família e junto aos seus pequeninos. E vamos até os 17 anos. Depois tem a mocidade dos 18 aos 22 e a partir daí nós temos todos os estudos. Então, aqueles que querem aprofundar o conhecimento espírita, nos procure, se não puder, pessoalmente, pelas nossas mídias online. Uma outra coisa, a nossa casa, ela é um verdadeiro hospital espírita e muitas vezes as pessoas desconhecem essa, vamos dizer assim, facilidade que o espiritismo nos
lmente, pelas nossas mídias online. Uma outra coisa, a nossa casa, ela é um verdadeiro hospital espírita e muitas vezes as pessoas desconhecem essa, vamos dizer assim, facilidade que o espiritismo nos proporciona, porque a gente pode se tratar vindo à casa, mas eu também posso tratar aquele a quem eu amo, aquele que, por acaso, eu tenho um problema com o vizinho ou com o chefe. Posso fazer um tratamento por ele. Em vez de eu estar guardando mágua, eu levo o amor. Quando a gente conhece os processos, a gente pode ajudar onde nós estivermos. Então, conheçam a comunhão, conheçam outras casas espíritas que podem lhes auxiliar nesse despertar para que Jesus faça parte, né? Então, hoje foi lida aqui a importância porque a Páscoa dos Militares ela sai da data. Eu também desconhecia o porquê. Essa casa já recebeu o quinto evento. Em 12 anos que estamos à frente da comunhão. Eu não sabia esse detalhe. Caio Brasil nos trouxe. Gratidão sempre, Caio, nosso fiel trabalhador aqui da casa. Mas eu vou não vou falar da Páscoa porque a gente tem o nosso orador extremamente experiente. Se vocês quiserem conhecer sobre a vida de Jesus, fala com Sérgio Castro. Isso é uma Bíblia ambulante. Queridos, muito bem-vindo à nossa casa. É uma gratidão imensa poder estar aqui com vocês. A comunhão está sempre com suas portas abertas. Eu também estou com as portas da presidência aberta. Qualquer pessoa pode me procurar a qualquer momento, desde que eu esteja na casa, lógico, né? Mas sejam bem-vindos mais uma vez. Eu passo a palavra para nosso, se tivesse um posto de capelão espírita na Aeronáutica, eu apresento o Capelão Espírita Ricardo Honório, né? Ele que tão brilhantemente conduz esses eventos. de gratidão por sua presença aqui conosco. Muito obrigado. Vocês conhecem o Adilson, né? Bom, gente, e agora eu quero convidar o nosso palestrante do dia, nosso amigo Sérgio Castro, para que dirija-se ao púlpito. O Sérgio falará sobre Jesus da paixão, a ressurreição. >> Bom dia a todos, queridas amigas,
gora eu quero convidar o nosso palestrante do dia, nosso amigo Sérgio Castro, para que dirija-se ao púlpito. O Sérgio falará sobre Jesus da paixão, a ressurreição. >> Bom dia a todos, queridas amigas, queridos amigos. Vejo perespíritos fardados. Que conjunto espetacular de Cristo quando esse conjunto é cristão. Então eu saúdo as autoridades aqui presentes das nossas Forças Armadas, a nossa mesa diretora, na pessoa do nosso presidente Adilson e todos que estão nos acompanhando pelas transmissões via internet da nossa casa. Por ser um evento solene, eu pedi a Cristo que me enviasse a ordem do dia para hoje, que passo a ler a vocês. O supremo comando do universo e o Cristo, comandante em chefe da terra, determinam os bons exemplos do Marechal Luís Alves de Lime Silva, o Duque de Caxias, de Joaquim Marques Lisboa, o Martandaré, e do Marechal do ar Eduardo Gomes, cujas lideranças firmes, equilibradas e íntegras moldaram a identidade das Forças armadas brasileiras, devem continuar inspirando as novas gerações dos defensores da pátria e dos soldados de Cristo neste século XX. Liderar é muito mais do que comandar, conduzir, orientar e treinar as suas tropas. é também influenciar por meio dos bons exemplos, servir com desprendimento, realizar com disciplina e obediência, unindo ainda mais os defensores da pátria com a sociedade civil brasileira, em torno dos valores nacionais e dos valores morais cristãs, espirituais e superiores. As suas trajetórias em busca da unificação nacional, os nossos patronos eliminaram descontentamentos, conflitos, desuniões, mas sem triunfalismos, respeitando os diferentes como irmãos e tratando a todos aliados e adversários com dignidade e humanidade. O Duque de Caxi em uma de suas ordens do dia, escreveu: "A verdadeira bravura do soldado é nobre, digna, generosa e respeitadora dos princípios da humanidade. Por isso, ao reafirmarmos esses exemplos e condutas, exaltamos a importância dos serviços oferecidos pelas Forças Armadas Brasileiras. e pelas condutas cívico-cristãs,
ra dos princípios da humanidade. Por isso, ao reafirmarmos esses exemplos e condutas, exaltamos a importância dos serviços oferecidos pelas Forças Armadas Brasileiras. e pelas condutas cívico-cristãs, verdadeiras escolas de civismo, disciplina, cidadania e evolução do ser humano. É por meio desses serviços prestados que milhares de jovens têm a oportunidade de contribuir na defesa da pátria amada e dos valores da doutrina de Jesus, desenvolvendo-se não apenas como cidadãos plenos, mas também como reais homens de bem. Nesse contexto, queremos celebrar também com grande entusiasmo a abertura do alistamento voluntário para o serviço militar inicial feminino nas Forças Armadas Brasileiras. Jovens mulheres movidas pelo ideal cívico cristão de servir a pátria, irão compartilhar com seus companheiros de farda os desafios e as responsabilidades das atividades benfeitoras, edificadoras, disciplinadoras e socorristas no círculo militar. Dediquemos a elas toda a nossa admiração, o respeito e o reconhecimento pelo pioneirismo em participar da construção da nossa história com coragem, abnegação e com espírito de cumprimento de seus deveres e obrigações sem lacunas. Os nossos defensores soldados, assim como os nossos patronos das Forças Armadas Brasileiras, sabem que o reconhecimento, a homenagem, à gratidão e à popularidade são muito efêmerores no mundo e, por isso vivem uma vida disciplinada, modesta, espartana, sem ambições materiais perturbadoras, tendo grande fé no futuro e abnegação com o despredimento. como fatores constantes das suas atividades. O mais claro farol de suas vidas é a lei. O veio condutor maior é a ética mais profunda, que é a moral cristã. E a verdade é a rocha inquebrantável dos seus nobres valores cívico-cristãos no tribunal impoluto de suas consciências. Soldados cristãos das Forças Armadas Brasileiras, de todos os postos e graduações, permaneçamos fiéis às nossas instituições, à nossas tradições, a nossa missão constitucional e aos nossos deveres inadiáveis de
ristãos das Forças Armadas Brasileiras, de todos os postos e graduações, permaneçamos fiéis às nossas instituições, à nossas tradições, a nossa missão constitucional e aos nossos deveres inadiáveis de homens de bem. Aquela mensagem do item número três do capítulo 17 deu o Evangelho Segundo Espiritismo. No nosso Evangelho Segundo Espiritismo, que a honra de vestir uma farda militar e prestar serviços em uma gloriosa carreira nas Forças Armadas do Brasil possam nos conduzir aos mesmos inspirados exemplos dos nossos patronos das Forças Armadas. como referência inarredável de um ideal pátrio, amplie a vocação militar em profunda ligação com a solidariedade humana, a dedicação à fé em Deus e à nobres realizações no campo do bem, a benefício de todos os nossos irmãos brasileiros. E Cristo encerrou a ordem do dia, escrevendo assim: Brasil, coração do mundo e pátria do evangelho e eu complementei: Soldado brasileiro, igual a você, como deve ser. Esta ordem do dia foi baseada em uma ordem do dia do dia 25 de agosto do ano passado do general de exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva. E agora que vocês já sabem a recomendação de Cristo e de Deus, vamos ao nosso tema da da manhã. Esta manhã, se vocês notaram, como eu sou nublada. A névoa cobria toda a cidade. E quando eu fiz as minhas preces da manhã, eu disse: "Daqui a pouco a luz da ressurreição do Cristo limpa todo o ambiente e a luz se reinstalará na terra". É exatamente essa a simbologia da Páscoa, tanto a Páscoa dos judeus como a Páscoa cristã. E deve ser assim também na Páscoa dos militares. O simbolismo de um espírito puro para uma minidade que iniciava sua evolução moral. Precisava-se utilizar desses mecanismos dolorosos, às vezes injustos, temerários. Por isso Jesus aceitou com amor no coração. Ele que era um arcanjo, é um arcanjo de Deus, aceitou a missão de construir o orbe, de prepará-lo até que, no passar de bilhões de anos, a vida aqui se instalasse e os espíritos da nossa humanidade pudessem iniciar a sua evolução.
rcanjo de Deus, aceitou a missão de construir o orbe, de prepará-lo até que, no passar de bilhões de anos, a vida aqui se instalasse e os espíritos da nossa humanidade pudessem iniciar a sua evolução. Daí nós podemos considerar como um símbolo da nossa história evolutiva primitivismo, expiação e provas, regeneração, superioridade e angelitude. Podemos encontrá-los simbolizados nos eventos desses dias, quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo, na Páscoa de Jesus de Nazaré. Desde o momento em que ele envia os seus discípulos à casa de um amigo para lhe perguntar onde o nosso mestre poderá fazer a ceia pascal. E o morador, que era uma pessoa abastada, destinou toda a sobrelo da sua residência palaciana, onde Jesus, com os seus apóstolos, pôde iniciar a preparação da ceia pascal, que Jesus antecipou, o que era um costume comum entre os judeus, quando o dia da Páscoa, 14 de Nissã coincidia com o sábado que era o shabá dos judeus. Não podia haver muita movimentação. Então a população antecipava como Jesus fez, antecipando para a quinta o início das suas preparações, das suas solenidades da Páscoa. A primeira lembrança para nós é como surgiu a Páscoa. O livro Êxodo está em detalhes, não vamos aqui repetir. Mas o que interessante é que após os fenômenos dolorosos e angustiantes para o povo do Egito, que entretanto não tocavam o coração do faraó, houve uma medida de rigor, uma medida radical. Um anjo do extermínio chamado anjo da morte deveria passar naquela noite madrugada pelas casas do Egito para ferir de morte os primogênitos da descendência egípcia. Mas ficou combinado que as residências dos judeus teriam sangue de um cordeiro puro, imaculado, marcado em suas portas, para que quando o anjo passasse, pulasse aquela residência para outra e não houvesse nenhum engano. Pois bem, a palavra pular ou saltar em hebraico é pess. Pessas deu origem à Páscoa. Então, a liberdade, que é o símbolo da grande festa dos judeus, é uma festa de liberdade. É comemorada pelo salto do anjo de Deus,
lavra pular ou saltar em hebraico é pess. Pessas deu origem à Páscoa. Então, a liberdade, que é o símbolo da grande festa dos judeus, é uma festa de liberdade. É comemorada pelo salto do anjo de Deus, preservando a vida dos judeus, que seriam finalmente libertos da escravidão. uma escravidão social, política, geográfica, econômica. Mas logo mais, quando Cristo desceu a terra na pessoa de Jesus de Nazaré, ele reservava para os últimos dias da sua missão na Terra o grande símbolo da evolução do espírito. A nossa primeira fase é de lutas, injustiças, dores, castigos. É a paixão. Prisão de Jesus, traição de um amigo, negação de outro, solidão, porque os amigos fogem com medo. Aí está o símbolo da nossa luta individual neste período primitivo bastante dolorosa e solitária. Mas nós vamos evoluindo e vamos nos purificando. E com a mensagem que ele nos deixou, podemos nos preparar moralmente para uma grande etapa posterior a esta da paixão e morte. o nosso testemunho. Este período é representado por Cristo na cruz, resignado, obediente, cheio de amor, com sete frases a ele atribuída pelos Evangelhos, onde todas elas estão cercadas de confiança, de carinho, de pedido de compaixão de Deus para a humanidade ignorante, de certeza de sua glória e da vitória final. Porque nós também deveremos ter a nossa vitória final após o nosso período de testemunho que está simbolizado no tempo em que Jesus ficou na cruz. Tudo isso visando a evolução mais rápida posterior que vai se consumar na glória da ressurreição. A ressurreição de Cristo abre para nós a possibilidade e os indícios de que um dia o nosso espírito chegará à sua ressurreição definitiva, que é considerada na doutrina espírita como o último compromisso cármico que o espírito tem para alcançar a sua pureza, como foi o caso de João Batista, do qual Jesus revelou. Não é apenas uma declaração, é uma revelação. Ele é o Elias que havia de vir. Reencarnação. E disse mais, dentre os que nascem de mulher, todos nós só encarnamos nascendo de mulher.
ual Jesus revelou. Não é apenas uma declaração, é uma revelação. Ele é o Elias que havia de vir. Reencarnação. E disse mais, dentre os que nascem de mulher, todos nós só encarnamos nascendo de mulher. João Batista é o maior de todos, mas no reino dos céus ele é o último. Porque justamente naquela existência este espírito estava concluindo o seu último débito para com sua consciência e para com as leis de Deus. E a partir daquela decaptação que o fez desencarnar, ele tornou-se um espírito livre. A ressurreição definitiva dos nossos espíritos será a nossa verdadeira e maior festa da liberdade, quando definitivamente viveremos evoluindo nos mundos espirituais superiores. Mas antes que isso aconteça, precisamos lutar, nos esforçarmos, termos disciplina, seguir nossas ordens, respeitar, termos dignidade, nos ilustrarmos com a verdade, fazermos o bem e purificarmos interiormente o nosso espírito com a pureza do nosso coração. São processos e períodos demorados, multimilenares. E graças a Deus, hoje estamos a meio caminho. Já deixamos para trás as nossas paixões degradantes, dissolventes, injustas, os nossos caprichos egoísticos, os nossos desejos inconciliáveis com a lei de Deus já ficou para trás. Estamos nos aproximando da preparação para o nosso testemunho. Por isso, ainda deveremos atravessar algumas fases de muitas lutas, de muitas decisões e atividades. Porque o Cristo, para chegar à ressurreição, precisou ultrapassar as fases da conspiração contra a sua obra. Ele apenas amou, trabalhou, fez o bem, curou, libertou espíritos, libertou encarnados, distribuiu as gotas da verdade de Deus, mas foi acusado como um criminoso de sedição, de pretender subtrair um reino da terra, um reino do império romano. Apesar disso, o simbolismo bíblico mostra ele sendo ungido na casa de Simão, leproso, em Betânia. A unção era uma solenidade judaica sagrada. O espírito avisou a Samuel: "O povo judeu pede um rei. Eu escolherei o rei. Quando estiveres à frente dele, eu te aviso. Tu impurás a mão e
oso, em Betânia. A unção era uma solenidade judaica sagrada. O espírito avisou a Samuel: "O povo judeu pede um rei. Eu escolherei o rei. Quando estiveres à frente dele, eu te aviso. Tu impurás a mão e ungirás." E quando encontrou Saul, muito jovem, Samuel estendeu a mão porque o espírito disse: "É este, este será o primeiro rei de Israel". Eles impôs a mão, orou e o ungiu. A mesma coisa fez com Davi. Após todos os filhos de Jessé serem apresentados a Samuel, o Espírito disse: "Não é nenhum deles. Eles têm outro filho." Samuel perguntou: "Será que vocês têm outro filho que não esteja presente?" Ah, nós temos o Davi. O Davi é pastor, tá lá com as ovelhas. Mande buscá-lo. Quando Davi entrou, o espírito disse a a Samuel: "É este impunha as mãos e ungiu como rei sucessor de Saul." Então, a unção de Jesus representa este símbolo da nossa unção individual por uma mulher chamada Maria. de Betânia, nós seremos ungidos por outra mulher chamada Maria de Nazaré. E esse dia será um dia de festa, como era aquele dia na casa de Simão, o leproso. E quando os nossos irmãos oponentes em grego, Satã, Satã é uma palavra grega que significa adversário, opositor, não é uma pessoa. Mais tarde, o catolicismo inventou Satanás e personificou o adversário. Era um costume, eles gostavam de fazer isso. E surgiu então aquele elemento que é a costa larga dos nossos erros. Quantos cristãos põe a culpa em Satanás, no diabo, pelos seus erros. Ele deve ficar mais irritado ainda. Bem, então quando reclamaram, Jesus disse: "Vós sempre tereis pobres convosco, mas eu nem sempre. O que esta mulher fez? Quando o evangelho for difundido em toda a terra, será rememorado em sua homenagem." E até hoje, quando lemos aqueles capítulos da paixão de Cristo, passamos por essa passagem em que Maria de Betânia unge não o rei dos homens, mas o rei dos espíritos, o nosso Cristo planetário Jesus. Mas depois disso houve a comunicação de que ele seria entregue reunidos em torno da mesa na sobreloja da mansão do amigo de
o rei dos homens, mas o rei dos espíritos, o nosso Cristo planetário Jesus. Mas depois disso houve a comunicação de que ele seria entregue reunidos em torno da mesa na sobreloja da mansão do amigo de Cristo. Ele anuncia: "Em verdade vos digo, um de vós me entregará, porque o filho do homem será entregue aos pagãos, aos pecadores, e será morto, será castigado, torturado e morto. Mas não fique, fiquem tranquilos, não se preocupem. No terceiro dia ele retornará, como foi dita na leitura e na prece inicial, a imortalidade da alma que nós ignorávamos, mas Jesus conhecia. Então, Jesus, antecipando os preparativos na quinta-feira, prepararam a mesa, sentaram-se nos coxins e começaram a conversar, aguardando o horário das 18 horas para a ceia. Mas Jesus captou que a temática da conversa estava estranha. Pois que os apóstolos estavam conversando num debate muito animado, quando Jesus fosse, já que ele estava se despedindo, quem ficaria no lugar dele? Olha, gente, como nós gostamos de cargos. Nós não queremos em cargos. Em cargos, não. Cargos, sim. Então eles discutiam quem era o maior entre eles para substituir o mestre. Jesus disse: "Eu vou aproveitar isso para dar um grande ensino pra humanidade". Tirou a túnica, tirou o manto, cingiu-se com uma toalha, pegou uma bacia com água, jogou um perfume e foi apóstolo por apóstolo, lavando os seus pés. A tarefa que era destinada ao servo mais humilimo da casa, ao mais desvalorizado de todos. Quando o amo chegava, batia poeira, lavava suas, tirava suas sandálias, lavava os seus pés com água perfumada. E quando ele acabou, apesar de Pedro, que é o nosso representante no colégio apostólico, apesar dele fingir que não queria, quando Jesus disse: "Se se não me se não me deixares lavar teus pés, não terás mais parte comigo. Tu não és mais do meu partido, tu não és mais da minha companhia, tu não é mais da minha sessão, tá fora." Ele disse: "Não, Senhor, lava meus pés, se puder, lava minha cabeça, me dá logo um banho." Assim era Pedro, que é o nosso
o, tu não és mais da minha companhia, tu não é mais da minha sessão, tá fora." Ele disse: "Não, Senhor, lava meus pés, se puder, lava minha cabeça, me dá logo um banho." Assim era Pedro, que é o nosso representante. Assim somos nós. Então, Jesus diz: "Vocês me chamam de mestre e tendes razão, porque eu o sou. Mas se eu, vosso mestre, vos lavei o pés, os pés um por um, assim também vós deveis fazer entre vós. Em verdade eu vos digo, aquele que quiser ser o maior, que seja aquele que mais sirva todos. Esse foi o objetivo da lavagem dos pés, um gesto espontâneo, natural, genuíno e sincero. e nossas cerimônias luxuosas que a gente vê na televisão hoje, com toda pompa e circunstância, mármores luxuosos, peças de ouro, cadeiras com pedras preciosas, trajes de púrpura luxuosos, escarpãs com pedras preciosas. Vocês não lembram de Francisco em Assis, quando foi a Roma e entrou na catedral de Latrão, não existia Vaticano. Estamos no século XI vestido de saco com um fio amarrado à cintura, descalço, cada passo que ele caminhava no mármore mais nobre existente na terra e olhava os afrescos, as paredes, as colunas. Depois olhou os cardeais de púrpura vermelha, de luxo, anéis, joias, escarpães cheios de pedras preciosas. E lá no fundo de sete degraus o trono, o trono do Papa que se diz representante de Jesus, que não tinha onde reclinar a cabeça para dormir à noite, que dormia ao relento e que morava de favor. É, ele morava de favor na casa de Pedro. Jesus não tinha CEP. Então, Francisco foi andando, andando e foi ficando, se sentindo o mínimo, até que não suportou e olhou para o lado e disse ao irmão Leão: "Mas, mas onde está Jesus? Que pergunta, gente. Na sede do poder clerical, que era capaz de destituir príncipes e reis, o papa da época, Inocêncio I, o homem mais poderoso da história católica até hoje, que quando acordava de mau humor, alguns iam perder a cabeça. E Francisco da lição crística da humildade faz a pergunta que até hoje ecoa. Onde está Jesus nos ambientes luxurientos,
católica até hoje, que quando acordava de mau humor, alguns iam perder a cabeça. E Francisco da lição crística da humildade faz a pergunta que até hoje ecoa. Onde está Jesus nos ambientes luxurientos, cheios de orgulho, de prepotência, de despotismo? Onde está Jesus? Voltando então após a comunicação de Judas, aquele que põe comigo, que molha comigo o pão no vinho, este é que me entregará. No momento em que ele coloca o seu pedaço de pão no vinho e dá a Judas para todos os outros na Eucaristia. O que significa eucaristia, ação de graças a Deus é uma gratidão. A todos ele partiu o pão e deu um pedacinho. Somente a Judas ele molhou com vinho. Como Jesus gostava dos símbolos. Aquele vinho era o sangue dele que seria derramado em favor da humanidade. E somente Judas ganhou o pão molhado no vinho. E quando ele comeu e olhou para o mestre, serei eu, Senhor? Como se ele não soubesse. Representando a nossa hipocrisia quando nós queremos. Serei eu, Senhor, tu o dizes. Que era uma forma de Jesus dizer. É verdade. Quando Pilatos pergunta: "És tu o rei dos judeus?" Tu o dizes: "Mas o meu reino não é deste mundo. Eu vim para revelar a verdade do meu pai. E todo aquele que conhece a verdade me reconhece". Foi quando Pilatos, que falava latim, ele era romano, Pilatos não sabia falar o hebraico. Então Jesus foi interrogado e respondeu em latim. Mais tarde veio uma comitiva de gregos entrevistar Jesus, porque a grandeza da sua filosofia e da sua moral havia chegado aos pós-socráticos gregos. que queriam saber que homem é esse. E ele conversou com os gregos. Adivinha em que língua? Em grego, que era o inglês da época. Dominava tudo na linguagem. Olí. Então, Jesus falava o hebraico, que era a linguagem sagrada, o aramáico que ele usava para contar as parábolas ao povo, o latim e o grego. Jesus era poliglota. Então Pilato faz a pergunta: "Que este véritas num bom latim? O que é a verdade?" E Jesus foi obrigado a se calar, porque a verdade precisa do sentimento, da fé e do amor no coração que naquele
glota. Então Pilato faz a pergunta: "Que este véritas num bom latim? O que é a verdade?" E Jesus foi obrigado a se calar, porque a verdade precisa do sentimento, da fé e do amor no coração que naquele momento, naquele espírito chamado Pilatos, não existiam. Ele não podia responder e se ele respondesse, ele não entenderia. Então Jesus calou-se. Mas a Eucaristia é um símbolo que os espíritas precisam valorizar um pouquinho mais. Não é meramente uma simbologia da liturgia católico-romana. A Eucaristia é uma simbologia da palavra de Deus. da lei revelada pelo Cristo, o nosso governador planetário, ser assimilada pelo espírito, assimilada de tal maneira que ele se alimente dela. Tomai e comei. Este é o meu corpo. Mas além de assimilado e alimentado, ele precisa transformar pela fé em Cristo aquela mensagem em uma seve. de amor, como um sangue que circula no seu corpo quando encarnado e o sustenta, sem o qual ele não sobrevive. Então ele bebei, este é o meu sangue da nova aliança. Os judeus haviam feito uma aliança através de Abraão, que nem era judeu ainda. Ele vivia em Ur na Caldeia. era um dos empresários mais bem-sucedidos da região. E vem um espírito desencarnado e conversa com um homem encarnado que era Abraão. Esse era o seu nome, e o espírito fala com ele. Olha a manifestação de espírito na Bíblia. É assim que começa a epopeia dos judeus. Sai da tua terra, reúne tudo que tens e vem após mim, que eu te conduzirei a uma terra onde mandará leite, mel. E o encarnado reúne tudo e sai com todas aquelas bagagens e toda aquela diligência, seguindo um espírito desencarnado para conquistar um lugar na terra. Que símbolo! Pois bem, Jesus usa a Eucaristia para dizer que o espírito humano, todo o espírito humano não conseguirá se iluminar e voltar para o seio do Pai, senão se alimentar da doutrina que ele revelou, se não tornar essencial para a manutenção da sua vida, seja na ercidade, seja na existência material. Se não fizermos isso, não conseguiremos dar o nosso testemunho e não
da doutrina que ele revelou, se não tornar essencial para a manutenção da sua vida, seja na ercidade, seja na existência material. Se não fizermos isso, não conseguiremos dar o nosso testemunho e não conquistaremos no domingo da nossa vida a nossa ressurreição definitiva. Nós fomos criados para a ressurreição definitiva, mas temos que conquistá-la. Daí Jesus então parte do local da residência em que estava na ceia, vai para o Monte Oliveiras, o jardim Getsemman, no aramaico, e leva os três médiuns principais da sua equipe, do seu grupo espírita cristão. Ele tinha um grupo espírita de 12, mas ele 13. Mas os três médiun mais adestrado, ele sempre levava para os momentos especiais. A transfiguração, quando ele é ungido espiritualmente pelos dois maiores representantes do judaísmo, Moisés e Elias. Quem estava lá sustentando o processo de efeitos físicos? Pedro, Thago e João. Então, no Getseman, ele chama Pedro, Thago e João. Fiquem aqui orando e eu vou mais à frente para orar também. Ele vai, ora, Pai, se quiseres, podes afastar de mim este cálice, mas não faz a minha vontade e seja feita a tua vontade. Porque estava nas Escrituras que o verdadeiro Messias passaria por esses problemas. E ele passou e ele volta. Os três estão, entre aspas, dormindo no texto bíblico. Mas quem vê com outros olhos descobre eles ainda estavam no trans mediúnico. Eles assistiram a cerimônia da luz espiritual de Jesus. A transfiguração foi no monte ao meio-dia. A luz de Jesus era mais forte que a luz do sol. A mesma que vai aparecer em Damasco, cegando os olhos de Saulo, de Tarso. Eles presenciaram tudo aquilo afastados do seu corpo físico, desdobrados em trans mediúnico. Jesus os acorda. Orem e vigiem que eu vou voltar lá para outra oração. Vai de novo três vezes até que Jesus os desperta definitivamente. Acordai, aquele que me entregou está chegando. É o momento em que chega Judas com guardas, guardas armados. O homem é amor, o homem que era inocente, o único inocente que já passou pela terra.
amente. Acordai, aquele que me entregou está chegando. É o momento em que chega Judas com guardas, guardas armados. O homem é amor, o homem que era inocente, o único inocente que já passou pela terra. Judas vai, conforme havia combinado, abraça-o e beija-o para que eles soubesse quem era Jesus. Mas por quê? Nós estávamos no Monte Oliveiras. É um breu à noite. É uma escuridão que você não consegue ver. Centímetros. Como é que eles iam saber quem era Jesus naquela escuridão? Judas, aquele que eu beijar, prendei-o. E assim fez. Mas Jesus, que é amor e compreensão, tolerância e compaixão, disse apenas a ele: "Amigo, a que viestes? Amigo, nós seremos capazes de fazer isso com aquele que vem, que nos traiu, que nos entregou e vem trazer aqueles que vão nos levar para nos matar. Nós diríamos a ele, Honório, amigo, a que viestes? Mas o Pedro estava lá, éramos nós. Nós estávamos lá em Pedro. Então Pedro pegou a sua, ele era pescador, naturalmente, pegou um facão de peixeiro, né? E cortou, cortou uma orelha de um servo chamado Mal, segundo Lucas. Jesus, então, Pedro, guarda a tua espada ou embainha a tua espada, porque todo aquele que fere com a espada pela espada perecerá. É a causa e efeito. A lei de causa e efeito. Quem faz o mal é responsável, vai sofrer as consequências até repará-lo. E foi levado, foi levado primeiro a Anás e Caifás na casa palanciana. Pedro foi seguindo de longe junto com João. João era amigo de alguns serventes da casa palaciana, porque era João que levava os peixes para a manutenção da casa e entregava aos servos. Eles tiveram permissão de passar os portões, chegar até o pátio interno. E lá Pedro viu que não podia fazer muita coisa. Então sentou-se quando uma serva passou perto dele e disse: "Oi, este aqui era um deles. Eu reconheço. Ele andava com um mestre que foi preso. Pedro levantou-se e disse: "Jamais conheci este homem." E saiu para outro lugar. No caminho para outro lugar, encontrou um servo e o servo disse: "Certamente você é um deles pelo jeito de falar e de se
edro levantou-se e disse: "Jamais conheci este homem." E saiu para outro lugar. No caminho para outro lugar, encontrou um servo e o servo disse: "Certamente você é um deles pelo jeito de falar e de se vestir. Nunca conhecia este homem." E como era uma noite fria, ele foi para o centro do pátio, onde havia uma depressão, jogavam lenha e acendiu fogueiras para aquecer os servos nas noites. E ele foi se aquecer e do lado dele alguém disse: "Você andava com aquele homem de Nazaré? Você é um deles. Jamais o conheci. E aí, curiosamente, eram perto das 3 horas da manhã, chamada a hora do cantar do galo. Os judeus denominavam as quatro vigílias da noite. Caída da noite, de 6 à meia-noite. Noite estabelecida ou noite profunda de meia-noite às 3 horas. cantar do galo e o amanhecer. E aí o galo cante, ele lembra que quando Jesus disse que vinha, que iria ser entregue aos pecadores para ser castigado, crucificado e morto, ele se levantara com todo o seu ímpeto. De maneira nenhuma, Senhor, não te permirei, não permitirei que isso aconteça contigo. Jesus o olhou e ele disse: "Eu estou pronto, Senhor, para ir contigo até a morte, se preciso for". Jesus era muito controlado, gente. Se fosse eu, daria uma gargalhada na cara do Pedro. Mas Jesus era muito educado, era gentil. Disse: "Pedro, irás comigo até a morte?" Sim, Senhor. Em verdade, em verdade eu te digo, Pedro, não cantará o galo hoje antes que tu me negues por três vezes conhecer-me conforme aconteceu. Mas ele chorou amargamente até o amanhecer e foi nascendo um novo Pedro que depois vai se tornar o grande colaborador de Jesus na sua sementeira de luz, de amor e de felicidade. E aí ele é levado ao sinédrio na manhãzinha. O Sinedo decide enviá-lo a Pilatos. Porque os sacerdotes e os juízes do Sinédrio queriam a morte de Jesus, mas não queriam se envolver. Mandaram para Pilatos. Pilatos não queria a morte de Jesus também, nem queria se envolver. Ao descobrir que ele era Galileu, mandou para Herodes, que estava em Jerusalém.
mas não queriam se envolver. Mandaram para Pilatos. Pilatos não queria a morte de Jesus também, nem queria se envolver. Ao descobrir que ele era Galileu, mandou para Herodes, que estava em Jerusalém. Heród recebeu o Senhor com alegria, porque nossa, eu tanto quis conhecer este homem, vou ordenar que ele faça muitos milagres, mas como nós somos bobos. Frente à frente com Jesus, nós pedimos sinais, milagres, fenômenos. Nós não sabemos o que pedir a Cristo. Senhor, dai-me forças para eu ter fé, resistir, me modificar e vencer tudo que preciso. É isso que temos que pedir a Cristo. É claro que Cristo não atendeu aos pedidos de Herodes Antipas. Ele ficou decepcionado, começou a debochar de Jesus, vestiu-o com uma roupa escarlate e o mandou de volta para Pilatos, que queria se livrar dele e pensou em mandá-lo de novo pro Sinédrio. Vocês já viram esse padrão de um joga pro outro porque ninguém quer assumir o trabalho e nem a culpa? Pois bem, no final oferece a soltura de um custodiado do poder romano Barrabá, um criminoso de verdade, criminoso profissional da Parece os de hoje que estão por aí mandando em um monte de coisa. Barrabá ou Jesus. E aí entra a política. Armado o teatro do pretório. Jesus é julgado e a solução é levá-lo para que a o populho decida. Que quereis? Quem vós quereis que eu liberte em homenagem a este período solene da raça de vocês, da cultura e da religião? Barrabás ou este Jesus chamado o Cristo. E parecidos dias de hoje, tinha um monte de gente no meio da população que eram agentes espiões do Sinédrio. Que sinédrio? O Sinédrio era o tribunal supremo. Olha que palavra perigosa. Era o tribunal supremo das questões judaicas. decidia tudo. Então, Barrabaz ou Jesus. E os emissários do Sinedo começaram a gritar Barrabai, Barrabai. Uma vez eu li uma mensagem psicografada que dizia que um bocado de gente que gritou lá Barrabá, Barrabá. Hoje é trabalhador e membro da comunhão espírita de Brasília. Olha, eu levantei logo meu braço. Tô dentro. E que farei com Jesus
rafada que dizia que um bocado de gente que gritou lá Barrabá, Barrabá. Hoje é trabalhador e membro da comunhão espírita de Brasília. Olha, eu levantei logo meu braço. Tô dentro. E que farei com Jesus chamado o Cristo? Aí os gritos ensaiados começaram: "Crucifica-o, crucifica-o". E ele foi levado para a morte. a morte mais vi destinada às pessoas mais insignificantes, desonestas, mas ele tinha outro projeto paraa cruz. Após ser crucificado, ele deixou marcas de ensinamentos e revelações profundas no caminho com a cruz, que não era a cruz como a gente vê nos filmes, era apenas o travessão. A parte principal já estava lá no local com o buraco pronto para poder ser fixada no chão, mas era pesada e era de madeira crua, ia fer o pescoço e os ombros. Mas ele teve ajuda, Simão, o Sirineu, que ia passando e gentilmente foi convidado pelos soldados a ajudar Jesus a carregar. E a tradição é uma coisa maravilhosa. A tradição cristã dividiu em 17 estaçõ dolorosa, havia cruces, gente, 17. Mas quando a gente vai lá, descobre que a distância entre o pretório e o morro da caveira, o Golgotá, onde eram crucificados, é de apenas 600 m. Como é que a igreja encaixou 17 estações de queda de sofrimento? Tradição. Tradição é uma das coisas mais importantes nas culturas religiosas, mas a realidade é outra. São 600 m de caminhada. Onde encaixar 17 estações eu não sei, mas na tradição tudo é possível. Então Jesus na cruz disse algumas coisas interessante, mas a mais importante, perdoai. Pai querido, perdoa essas criancinhas mimadas, caprichosas. Eles não sabem o que fazem. Essa frase marca que naquela época estávamos ainda saindo do primitivismo evolutivo para entrar com a doutrina de Jesus em expiações e provas que agora nesta época estamos começando a alterar para a futura regeneração da nossa humanidade. E olha, dizem a dica dos espíritos, todos vocês e todos nós que estamos encarnados de 1950 para hoje, antes de nascer, fomos avisados que íamos passar por esta época que só tá começando.
a humanidade. E olha, dizem a dica dos espíritos, todos vocês e todos nós que estamos encarnados de 1950 para hoje, antes de nascer, fomos avisados que íamos passar por esta época que só tá começando. Então, não se assustem. Fazia faz parte do kit existência de cada um de vocês. Quem vai reencarnar ganha um kit com a linha mestra do que deve fazer. E já nos nos encaminhando para o término da nossa fala, Jesus aproveitou a ignominha, a vilania, a crueza humana e a vingança da sociedade contra os que contra ela agem, que era a crucifix e transformou a cruz [roncando] em um símbolo, um símbolo de fé, de obediência, de resignação, de esperanças novas e de certeza que após a dor da cruz virá a ressurreição. E de tal maneira ele transformou o a simbologia da cruz, que hoje no mundo cristão, quando a pessoa se encontra diante de situações de espanto, de ameaça, de medo ou de grande alegria, elas fazem o sinal da cruz. Pai, Filho, Espírito Santo. A cruz virou então um símbolo de fé, um símbolo de confiança, um símbolo de esperanças novas. Então nós vamos concluir. Falamos com vocês hoje, falamos, não, lembramos junto com vocês que vocês conhecem toda essa história. Lembramos a simbologia dos tempos, dos dias, dos momentos da paixão, da crucifix e da ressurreição. A ressurreição é a glória. que enquanto aqui na terra, no ambiente de Jerusalém, estavam ocorrendo tremores de terra, rochas que se partiam, tempestades de vento, de areia e depois de água e uma escuridão em plena 3 horas da tarde desde o meio-dia, uma escuridão como se fosse noite fechada. No mundo espiritual era o inverso. Uma luz abria um portal da cruz de Jesus até as regiões mais celestes. Anjos desciam em cânticos de louvor a Deus. E anjos, anjos, amigos de Cristo, cercaram-no, distribuindo a ele bênçãos, energias. E um anjo aproximou-se mais dele, como se quisesse captar o seu pensamento. E ao captar, esse anjo saiu em disparada e penetrou em regiões escuras dos umbrais e foi lá socorrer a alma frita de Judas
. E um anjo aproximou-se mais dele, como se quisesse captar o seu pensamento. E ao captar, esse anjo saiu em disparada e penetrou em regiões escuras dos umbrais e foi lá socorrer a alma frita de Judas de Querió, o nosso querido Iscariotes. Era o anjo da caridade, que Jesus pedira mentalmente: "Vá até Judas, ele acaba de se matar". E o anjo foi. Mas era uma festa, uma festa gloriosa dos céus, comemorando o retorno triunfal de Cristo aos mundos celestes. Vitorioso na terra. Era o inverso. Um homem abatido, vencido, destruído pela ignomíia humana nos céus. O filho de Deus que retorna vitorioso. Estava pregada a palavra de Deus na terra. O evangelho seria agora o novo roteiro. É uma vitória. Mas nós vemos as coisas da terra quando deveríamos ver as coisas dos céus. Então vamos encerrar a nossa reflexão desta manhã com uma poesia sobre o sinal da cruz. Eu já reparei, presidente Adilson, que muitos irmãos nossos quando entram na comunhão fazem o sinal da cruz. Mas que espiritismo maravilhoso. O espiritismo não proíbe nada. Isso não tem nada demais de negativo, gente. É a fé que a pessoa acredita. Não tem problema nenhum. Não tem por discutir, fazer um concílio espírita na feb para discutir se deve ou não fazer o sinal da cruz ao entrar numa casa espírita. que faça quem acredite, quem tenha fé, não tem problema, porque o símbolo do sinal da cruz foi glorificado por Jesus, o nosso redentor. Então, vamos encerrar de uma maneira que quebre o protocolo. Vamos encerrar com uma poesia que foi escrita na sexta-feira da paixão deste ano, que chama-se o sinal da cruz e diz o seguinte: Jesus purificou a sua cruz e iluminou a nossa humanidade, transformou a escuridão em luz, deu exemplo maior da sua santidade. E hoje, ao fazer o sinal da cruz, é uma prova de fé na vida e na eternidade. Num passado distante, o falso poder dominante, como o inferno de Dante, espalhava imenso terror. Era o orgulho exaltado com o egoísmo aferrado, violência para todo lado, com soberba e amargur. Mas em dado instante Jesus, o Cristo
poder dominante, como o inferno de Dante, espalhava imenso terror. Era o orgulho exaltado com o egoísmo aferrado, violência para todo lado, com soberba e amargur. Mas em dado instante Jesus, o Cristo ofegante, estava na cruz. Com a sua fé triunfante, deu grande lição de amor. O filho de Deus, amado, o justo, o crucificado, pediu para ser perdoado o homem que sua dor causou. Na terra parecia oprimido. O mundo teria vencido, mas nos céus foi recebido como Messias Salvador. O homem é que era o iludido, o Cristo, o amor esquecido. Mas o seu perdão concedido foi a maior prova do amor. Feliz Páscoa aos militares, aos nossos irmãos, a todos nós, aos espíritos aqui presente. Páscoa com Jesus no coração, iluminando os nossos passos na vida, marcando um encontro com ele, todos nós no nosso dia da ressurreição definitiva, [limpando a garganta] quando nos reencontraremos com ele na casa do Pai para sempre. Bom dia a todos. Muito obrigado. nos encaminhando para o encerramento da nossa solenidade, quero agradecer em nome da comunhão espírita, em nome de todos os presentes, ao nosso irmão Sérgio Castro pela belíssima explanação. Aproveitar para agradecer também a presença da Solange, representante da FEDEF, agradecer ao presidente por ter saído dos seus afazeres e ter e estar conosco aqui nesta manhã. a nossa vice-presidente Malu, Flaviana, agradecer a presença de todos vocês. E antes de convidar o nosso irmão Caio Brasil para fazer a prece de encerramento e aproveitando para agradecer a você, Caio, por ter elaborado o histórico da Páscoa dos Militares, confesso que eu também não sabia desse histórico. Muito obrigado. Jesus, nosso guia e modelo, exemplificou a maior das disciplinas, a do amor e da renúncia. Que este momento de união entre as forças armadas e a espiritualidade fortaleça nossos corações, em nossos corações, o compromisso com a paz e o serviço ao próximo. Enquanto elevamos aqui nosso pensamento, lembremos que nossos irmãos católicos evangélicos também o fazem agora em
nossos corações, em nossos corações, o compromisso com a paz e o serviço ao próximo. Enquanto elevamos aqui nosso pensamento, lembremos que nossos irmãos católicos evangélicos também o fazem agora em outros templos. Embora estejamos em locais diferentes, o sentimento de gratidão e o Cristo que nos une e nos guia são um só. Para nós, esta Páscoa simboliza a vitória da alma e a renovação do nosso compromisso com o dever e com a caridade. Que essa união de propósitos fortaleça a nossa jornada. E assim, de corações unidos, convidamos o nosso amigo, nosso irmão Caio Brasil para proferir a prece de encerramento. Por favor, Caio. >> Muito bom dia a todos. [roncando] É [limpando a garganta] uma honra muito grande estar aqui hoje, ter participado desse banquete espiritual proporcionado pela comunhão espírita e pelo nosso querido irmão Sérgio Castro. Convido a cada um dos senhores que nesse momento possamos aí elevar o nosso pensamento ao alto para aqueles que sentirem de forma mais confortável fechar os olhos. Vamos inicialmente agradecer a Deus, esse pai de amor, bondade, misericórdia e justiça, ao nosso querido mestre Jesus, divino condutor de nossas almas. Vamos mentalizar as nossas casas, os nossos locais de trabalho, de estudo, os nossos seres amados, como também aqueles irmãos pelos quais ainda temos dificuldade de convívio. Que as energias dessa prece possa alcançar e envolver cada local como cada pessoa que agora mentalizamos. Senhor Deus, criador do céu e da terra, poderoso é o vosso nome, grande a vossa misericórdia para com todos os vossos filhos. Em nome de vosso filho Jesus Cristo, recorremos a vós neste momento para pedirmos bênçãos para as nossas vidas. Que a vossa divina luz incida sobre cada um de nós. Com vossas mãos retirai todo o mal, todos os problemas e todos os perigos que estiveram ao nosso redor. Que as forças negativas que nos abatem e nos entristecem se disfaçam ao sopro de vossa bênção. o vosso poder. Destrua as barreiras que impedem o nosso progresso e do céu. As
estiveram ao nosso redor. Que as forças negativas que nos abatem e nos entristecem se disfaçam ao sopro de vossa bênção. o vosso poder. Destrua as barreiras que impedem o nosso progresso e do céu. As vossas virtudes penetrem em nosso ser, trazendo paz, saúde e prosperidade. Abra, Senhor, os nossos caminhos e que nossos passos sejam dirigidos por vós, para que não tropecemos na caminhada de nossas vidas. O nosso viver, o lar, o trabalho, os estudos, as nossas relações, a nossa saúde sejam por vós abençoados. Entregamos-nos em vossas mãos poderosas, na certeza de que tudo iremos alcançar. Graças a Deus. Graças a Jesus. Mais uma vez, obrigado a todos. Está encerrada a nossa cerimônia. Muita paz para todos.
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