Item V - Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita | O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

CanalFEP 31/12/2025 (há 3 meses) 1:04:33 110 visualizações

Toda Segunda das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec - Lauro Rodrigues kardectube - Michel Macedo __________________ Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec

Transcrição

Olá, boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo da da obra O Livro dos Espíritos. Eu estou aqui com Michel Macedo e nós estamos ainda no item cinco da introdução ao estudo da doutrina espírita sem pressa, trabalhando item a item com os nossos convidados, né, que se prontificam a vir aqui contribuir, né, dando seu conhecimento, seu esforço aí no estudo da doutrina espírita. Mas primeiro eu queria pedir você, né, se inscrever em nosso canal, curtir, comentar e compartilhar para que a gente possa aumentar cada vez mais o nosso alcance. Michel, boa noite. Muito obrigado mais uma vez e passo para você, meu amigo. >> Boa noite, Laurinho. Boa noite a todos que nos acompanham. É sempre uma alegria quando o amigo nos convida para falar sobre a obra de Kardec e sobre esse assunto tão especial. é um dos assuntos que eu mais gosto de falar, que é a introdução ao estudo da doutrina espírita lá na no começo do livro dos espíritos, né? Hoje tratando do item cinco, né, dessa introdução aí que tem 17 itens e é muito uma introdução muito rica, muito profunda para aquele que quer estudar o espiritismo. E que se diga de passagem, Michel, que é pouco estudado, viu? Eu participei de grupos, alguns grupos de estudos aqui na na aqui em Uberaba de presencial que pulava, já ia direto primeira para a primeira questão de Livro dos Espíritos. Ô, ô, Michel, >> é, isso é muito comum, isso é muito comum. as pessoas pulam em produção. Eh, isso faz parte de uma cultura, né, criada no Brasil, em que a gente criou, tentou criar um jeito nosso de estudar as obras. Claro que as pessoas fazem isso acreditando que fazendo assim elas vão entender melhor, mas elas não sabem que na verdade elas estão prejudicando o seu estudo, né, prejudicando o seu entendimento quando elas fazem essas espécies de pulos ou de recortes, mas que, infelizmente, a gente sabe que as casas espíritas estudam assim. Eh, infelizmente, eh, os próprios coordenadores de estudos, eh, têm pouco estudo, então ele, como o próprio coordenador, né, ele

s que, infelizmente, a gente sabe que as casas espíritas estudam assim. Eh, infelizmente, eh, os próprios coordenadores de estudos, eh, têm pouco estudo, então ele, como o próprio coordenador, né, ele tem pouco conhecimento, ele não ele não sabe a importância e a riqueza dessa introdução, então ele as pessoas pulam, né? Qual que é o nosso dever hoje nessa nova fase que tá se iniciando aí de retomada de estudos de Kardec? É tentar mostrar para as pessoas a importância e o porquem. né? Porque que Kardec colocou primeiro essa introdução? Há um sentido para isso e ao eu sempre digo, se a gente estudar como Kardec queria, a gente vai ter um um entendimento bem melhor, a gente precisa botar isso na cabeça. Toda vez que a gente inventa o nosso jeito, pode ter certeza que a gente tá perdendo alguma coisa. Por quê? Porque eh quando a gente tem um gênio na humanidade e ele propõe alguma coisa, a tendência da gente fazer diferente do gênio é que a gente vai fazer pior que o gênio. Então a gente tem que imitar os grandes gênios da humanidade, né? A, a grande, o grande problema hoje da da nossa, das pessoas é que elas elas elegeram como guias e como exemplos outros outras pessoas que não têm a mesma genilidade. Então, a gente as pessoas acabam perdendo a oportunidade de aprender com quem sabe mais que é Kardec e e mas elas não sabem disso. a grande maioria. Realmente o Kardec Tube tem me mostrado isso nessa relação aí com pessoas do Brasil e do mundo inteiro. Realmente eu entendo eh pelo menos nessa análise, né, de que a o grande problema ainda das pessoas é a falta de conhecimento ou de um conhecimento bem feito, com cuidado. É por isso que elas têm escolhido outras coisas, né? O que eu tento mostrar para elas é que essas escolhas, na verdade são eh as pessoas têm perdido em vez de ganhar. Então, por isso a insistência em seguir o que Kardec queria >> é sendo cada vez mais prejudicial, né? uma vez que você abandona, renuncia ao estudo, né, na fonte, nas obras fundamentais, né, eh, você tá

tão, por isso a insistência em seguir o que Kardec queria >> é sendo cada vez mais prejudicial, né? uma vez que você abandona, renuncia ao estudo, né, na fonte, nas obras fundamentais, né, eh, você tá renunciando ao conhecimento, o conhecimento, né, que ele vai se desenvolvendo eh eh conforme você vai estudando. é o que Kardec chama de estudo perseverante, estudo metódico e sério, né, vamos entrar então no assunto propriamente para pra gente dar uma uma pincelada aí no item cinco. Eh, eu vou iniciar aqui. Qualquer coisa pode me parar se tiver questões também, mas eu vou tentar fazer um apanhado geral do que que é o item cinco dessa introdução. Lembrando as pessoas algo que a gente já comentou em em outras outras conversas, que essa introdução que se encontra no início do livro dos espíritos, ela já se encontrava na primeira edição lá em 1857 e são 17 itens, né? A na primeira edição só não tava distribuído em itens, mas já tava o texto lá corrido. Eh, é uma introdução ao estudo da doutrina espírita. A gente já comentou isso também, não é uma introdução ah do livro dos espíritos. A introdução do livro dos espíritos vem depois, é o prolegô. Então isso isso que vem antes é uma introdução ao estudo. Significa que Kardec está nos preparando no estudo da doutrina espírita. Por que a gente tanto insiste nesse assunto? Eu sempre repito, porque se a gente estudar mal uma teoria, a gente vai entender mal e a gente vai praticar mal. Eu tenho insistido nisso, na nos meus conteúdos, porque a muitas das pessoas que que nos acompanham, elas têm um certo nível de estudo do espiritismo, mas o problema não é só o estudar, mas é o como estudar. E Kardec deixou orientações para isso e a gente, como eu falei, tenta mostrar que o jeito dele é o melhor. E o que que a gente entende por melhor? É mais fácil. Olha que coisa curiosa, estudar como Kardec queria é o jeito mais fácil de aprender espiritismo, ao contrário do que às vezes as pessoas pensam. E também a ele, além de ser o jeito mais fácil, é o

il. Olha que coisa curiosa, estudar como Kardec queria é o jeito mais fácil de aprender espiritismo, ao contrário do que às vezes as pessoas pensam. E também a ele, além de ser o jeito mais fácil, é o jeito mais completo e profundo de entender, porque ele apresenta todos as exigências que um bom estudioso, estudioso pede. Às vezes outros autores eles pecam em em em coisas que Kardec apresenta de uma maneira completa e mais fácil, porque ele era um grande professor, um grande didático, né? Então essa introdução é pro estudo. A gente já está no item cinco. Eh, o que que é essa introdução? A gente já tinha feito essa divisão também para as pessoas entenderem o que que são esses 17 itens. O item um, item dois, ele trata das palavras, das terminologias. O item 3, 4 e 5, ele vai apresentar um histórico dos fenômenos espíritas, ou seja, como que surgiram os fenômenos, quais eram esses fenômenos, como que se chegou até a ideia de espíritos, como que se chegou até os ensinamentos dos espíritos. Aí no item seis ele apresenta o resumo desse ensinamento dos espíritos. E aí do 7 ao 17 ele vai apresentar as objeções, ou seja, tentativas de tentar explicar os fenômenos espíritas que não são conforme a doutrina espírita. E o que que ele vai tentar fazer? Ele apresenta a teoria contrária e apresenta a dele e vai fazer com que o estudioso compare as duas e veja que a explicação espírita pros fenômenos é a que melhor responde, é a que responde melhor o conjunto dos fenômenos, a totalidade dos fenômenos e que apresenta além de completude ela apresenta uma argumentação lógica, racional, sem contradições. Então, a gente tem uma teoria que abarca todo o conjunto dos fenômenos espíritas e de uma forma sem contradições. Por isso que é a melhor teoria, porque uma como é que funciona uma construção de uma teoria? Quanto mais essa teoria consegue explicar um número maior daquele conjunto de fenômenos e quanto mais lógica, racional, coerente e profunda é essa explicação, a gente fica com essa

ução de uma teoria? Quanto mais essa teoria consegue explicar um número maior daquele conjunto de fenômenos e quanto mais lógica, racional, coerente e profunda é essa explicação, a gente fica com essa teoria. Em ciência a gente só abandona uma teoria ou troca uma teoria ou completa ou ajusta uma teoria quando o estudioso vê nelas nela alguma falha, alguma coisa que falte. Então aí é feito eh eh ajustes nessa teoria. Incrivelmente o modo como Kardec vai apresentar o espiritismo nesses 17 itens, ninguém pós Kardec conseguiu fazer nem perto do que ele fez. Nenhum autor conseguiu reunir o número de de de fatos de fenômenos, conjunto, apresentar esse esse conjunto de fenômenos de uma maneira eh eh eh de desenvolvimento através do tempo. Ou seja, eu vou estudando o fenômeno, vou catalogando os tipos de fenômeno e mostrando como é que eles surgiram. Depois ele mostra se são ou não são fenômenos, porque quando tem um acontecimento, algo que está acontecendo, o primeiro passo do estudioso é mostrar, bom, isso que está acontecendo é realmente um fenômeno ou é algo inventado? É uma é é é algo da charlatanice, é alguma fraude ou é alguma ilusão? Então ele discute isso, que é o primeiro ponto que ele vai discutir lá no no item três. Depois ele vai, uma vez que são fenômenos, ele vai dizer quais fenômenos são esses, vai mostrar porque que eles são verdadeiros, eles acontecem. Uma vez que eu sei que há fenômenos e que eu já discuti a questão se eles existem ou não e já sei que eles existem, vem a segunda pergunta: bom, o que causa esses fenômenos? E aí Kardec entra nessa discussão no item três, vai se perceber que esses fenômenos demonstram efeitos inteligentes, então a causa tem que ser inteligente. Então ela não é do domínio das ciências materiais físicas, porque elas tratam da matéria que não tem inteligência. E aí o próprio fenômeno vai através das mesas tirantes, das batidas, dos ruídos e depois da da cesta de bico. O próprio fenômeno vai dizer: "Olha, quem causa esse fenômeno, nós

e não tem inteligência. E aí o próprio fenômeno vai através das mesas tirantes, das batidas, dos ruídos e depois da da cesta de bico. O próprio fenômeno vai dizer: "Olha, quem causa esse fenômeno, nós somos os espíritos, as almas homens que sobreviveram à morte do corpo. Nós continuamos vivendo. Nós estamos a à volta dos homens. Nós vivemos à volta dos homens. Nós influenciamos os homens. Nós continuamos vivos. vivos. E a partir desse ponto, bom, agora eu já sei que o que causa os fenômenos são os espíritos. Claro que vai haver uma discussão de pessoas tentando mostrar que esses fenômenos existem, mas não não tem espírito ali. Kardec vai discutir isso, vai mostrar por que eh se chegou à conclusão de que realmente era um espírito. E uma vez que eu descubro que são espíritos, eu tenho todo um universo de questões que eu posso perguntar, descobrir, tratar. E esse universo de questões e que que vem do do dos espíritos vai constituir a doutrina espírita. Claro que Kardec vai perceber que ao dialogar com os espíritos, eu tenho um primeiro problema. Os espíritos, por mais que sejam espíritos, ou seja, saíram do corpo, eles não sabem tudo. Então, não vai adiantar eu perguntar tudo pros espíritos ou para qualquer espírito. Esse é o primeira a primeira conclusão que ele descobre analisando a a as comunicações. Depois ele descobre que, bom, eu preciso então agora de alguns critérios para saber avaliar aquilo que os espíritos, se aquilo que os espíritos estão falando é verdadeiro ou é falso. Eu já sei que são espíritos, mas agora eu preciso de critérios para saber distinguir. Quando um espírito diz alguma coisa, como eu faço para saber se aquilo é verdadeiro ou é falso? Então, todas essas essas critérios que a gente não vai desenvolver aqui porque não dá tempo, mas esses critérios a ciência espírita vai desenvolver, nos dando condições da gente poder conversar com os espíritos, extrair informações de conhecimento dos espíritos, saber analisar essas informações e ter critérios de segurança para saber quando

olver, nos dando condições da gente poder conversar com os espíritos, extrair informações de conhecimento dos espíritos, saber analisar essas informações e ter critérios de segurança para saber quando o espírito tá falando a verdade ou não, ou quando ele está equivocado ou não, porque às vezes o espírito tá sendo sincero, mas ele pode estar dando informações que são falsas porque ele que é tão ignorante quanto nós. Então, não se trata apenas de espíritos mal intencionados, mas também de espíritos limitados, porque somos nós sem o corpo. Então, feito essa essa pequeno resumo, ele entra no item cinco, ainda mostrando o avanço do fenômeno, né? Mostrando que o fenômeno começa com as mesas girantes, começa com as batidas, depois eles prendem um um um lápis ou uma pena na ponta da de uma cestinha. essa essa cestinha vai se movendo e escrevendo. Então é uma maneira já completa de conversar com os espíritos. E por fim eles chegam na chamada psicografia, ou seja, o próprio médium pode pegar a a o lápis ou a pena na época de Kardec vai escrever sobre a influência dos espíritos. Então, as mensagens agora e elas se tornam muito mais completas. eu posso ter informações muito mais ricas e analisar de uma maneira mais profunda e mais rica, inclusive os textos, né, do que os espírit estão dizendo. Aí nasce então a a teoria espírita, a filosofia espírita e tudo que a gente tem, né, essa através principalmente da psicografia, que eu tenho os textos mais profundos e posso analisar. Então, por isso que ele diz, reconheceu-se mais tarde que a cesta e a prancheta não eram realmente mais do que um apêndice da mão. E o médium, tomando diretamente do lápis, pôs a escrever por um impulso involuntário e quase febril. Por esse meio, as comunicações se tornaram mais rápidas, mais fáceis e mais completo. É hoje o meio mais difundido, tanto mais que o número das pessoas notadas dessa apetidão é muito considerável e se multiplica todos os dias. Eu vou parar aí para dar uma comentada. Então é como

pleto. É hoje o meio mais difundido, tanto mais que o número das pessoas notadas dessa apetidão é muito considerável e se multiplica todos os dias. Eu vou parar aí para dar uma comentada. Então é como eu falei, o próprio fenômeno foi evoluindo até que se percebeu, olha, eu posso pegar eu mesmo o médium, né? Pegar ali o lápis e escrever sobre a influência dos espíritos. Então agora eu tenho, imagina, uma maneira mais rica de se comunicar, porque imagina a demora que é por batidas eu me comunicar, né? Cada batida quer dizer uma letra. Agora escrevendo correntemente com a com um lápis na mão é mais fácil. Claro que vejam a sabedoria dos espíritos. Os fenômenos não começam diretamente o médium pegando o lápis e escrevendo. Começam com as mesas girantes, com as batidas. Por que isso? Porque ao descolar o fenômeno do corpo do médium, é mais fácil de chamar atenção e eu ser levado a concluir que não é o médium que tá produzindo aquilo. Se de cara, se o se tivesse os fenômenos começado com o médum segurando o lápis, era mais fácil as pessoas concluírem: "Olha, é ele que tá escrevendo, é coisa da cabeça dele. Tô vendo ele aqui com lápis na mão escrevendo. Por que que é um outro ser, inclusive um ser espiritual que já morreu? Nota, é mais difícil se chegar essa conclusão e se aceitar essa conclusão. Então, o fenômeno começa diferente. Ele começa com mesas girando, sem ninguém encostar nela. Ele começa com batidas pelas paredes, pelo forro distantes do médium, porque aí é é mais fácil de chamar atenção e eu mostrar, olha, é algo independente do médium que tá se manifestando. Claro que uma vez que eu já cheguei à conclusão de que são os espíritos, então agora o que interessa é o conteúdo do que eles têm para me ensinar, não é mais a descoberta da existência ou não deles. Isso já tá, isso já tá dado através da, das experiências. Então aí os espíritos partem pra pistografia, porque aí sim o foco agora é analisar o conteúdo do que eles têm para me dizer, porque a prova da existência deles, da independência da

das experiências. Então aí os espíritos partem pra pistografia, porque aí sim o foco agora é analisar o conteúdo do que eles têm para me dizer, porque a prova da existência deles, da independência da existência deles, da da do corpo do médium já tá dada, né? Então, por isso que agora se concentra na na na psicografia, porque o o foco é o conteúdo. E Kardec mesmo vai notar que o número de médiuns psicógrafos vai aumentar. E é nessa que eles vão eh que que vão se direcionar a todos os esforços. Por quê? Porque é dela que eu tiro o maior e a o maior conhecimento que eu posso tirar dos speeds é através da escrita, é o jeito mais completo, né? Então, por isso que inclusive eh eh o os espíritos provocam justamente surgir esse esse tipo de mediunidade que provavelmente ainda é eh o o a o tipo de mediunidade mais comum. O o que acontece hoje em dia é que a gente parou de experimentar a mediunidade, como os testes para pra gente desenvolver a mediunidade, descobrir se tem ela e começar a conversar com os espíritos. A gente deixou de fazer como Kardec queria. Hoje a gente transformou a mediunidade em algo que é dentro da casa espírita, tá? em geral para pessoas que já apresentam algum indício de mediunidade e em geral destinado apenas para atender espíritos sofredores que a gente vai, a gente inventou a chamada doutrinação. A gente recebe espíritos sofredores, fala de moral cristã para eles, tenta consolá-los, orientá-los e a mediunidade virou isso. Como na época de Kardec era diferente, que também não é o nosso assunto principal, mas é uma informação importante, a gente a gente não sabe hoje em dia como se restringiu a mediunidade, a gente não sabe, muitas pessoas podem ter mediunidade, mas como elas não fazem os testes que o livro dos médiuns vai ensinar, pode ser que elas nunca desenvolv, porque aqueles médiuns que apresentam mediunidade de uma forma espontânea é um número menor. A maioria dos médiuns psicógrafos, eles têm que testar a mediunidade e aí desculpe. Então, muita gente pode ser

ue aqueles médiuns que apresentam mediunidade de uma forma espontânea é um número menor. A maioria dos médiuns psicógrafos, eles têm que testar a mediunidade e aí desculpe. Então, muita gente pode ser médium psicógrafo e não saber que é. E a e o fato a gente ter restringido a mediunidade, proibido as pessoas de de praticar em casa, a gente mudou a a maneira como se pratica a mediunidade, isso óbvio, prejudicou. A gente provavelmente tem mais médiuns do que se imagina ainda no mundo inteiro, mas as pessoas pararam de praticar. E como a a faculdade em geral só aparece se a gente se põe a testar ela, a gente perdeu esse controle. A gente não tem nem mais um centro científico para reunir também os testes como era a Sociedade Espírita de Kardec. Então, nota, como a gente foi abandonando tudo que Kardec queria, logo a gente perdeu. Então, é aquilo que eu falo, a gente perde por abandonar Kardec. podia ter a mediunidade muito mais sendo muito mais praticada e as mensagens vindo, mas era o que acontecia na época. Por isso que a gente teve esse desenvolvimento também eh da ciência espírita de uma maneira muito mais notável, né? Então, visto que agora eu vou focar na questão da da psicografia, vou continuar aqui a partir do finalmente diz Kardec, a experiência deu a conhecer muitas outras variedades da faculdade mediúnica. Então, olhem bem, a experiência deu a conhecer. Tem que ter experiência pra gente descobrir, né, a variedades da faculdade mediúnica. E soube-se que as comunicações podiam igualmente efetuar-se pela palavra, pela audição, pela visão, pelo tato, etc. Aí, até pela escrita direta dos espíritos. Isso é, sem o concurso da mão do médium, nem do lápis. Deixa eu me deter um pouquinho aí. Então, olha que curioso, eh eh foi foram se descobrindo tipos de mediunidade, né, que a gente vai conhecer todos os tipos lá no livro dos médiuns. A à medida que o o os fenômenos iam acontecendo, as experiências eram feitas e lembrando que essas experiências eram feitas no mundo inteiro por todos os

nhecer todos os tipos lá no livro dos médiuns. A à medida que o o os fenômenos iam acontecendo, as experiências eram feitas e lembrando que essas experiências eram feitas no mundo inteiro por todos os espíritas do mundo inteiro. né, de Kardec não era só Kardec. Às vezes as pessoas acham que era só Kardec quem fazia, porque ele era um missionário, mas não. Todos os espíritas faziam e contribuíam com os seus relatos, os seus documentos com Kardec para que ele pudesse estudar e publicar, mas era o mundo inteiro. E começou a surgir diversos tipos de mediunidade. Os espíritos, eles podem se comunicar eh por diversos meios. Por isso a gente tem os diversos tipos de médiuns, né, que ele vai estudar detalhadamente cada tipo lá na no em o livro dos médiuns, né? E esse último tipo de de escrita direta dos escritas, né? A pneumatografia é o nome que se dá para esse fenômeno, é um fenômeno muito curioso, se descobriu na época, que é um fenômeno raro, não é um fenômeno fácil de acontecer, mas ah, o Cadeec chegou a estudar e presenciar ele. Como é que era esse essa escrita direta? se pegava um pedaço de papel sem lápis, sem nada, dobrava esse pedaço de papel, deixava em cima de uma mesa ou dentro de uma gaveta, passava-se alguns minutos, pegava esse papel e os espíritos tinham escrito na naquela folha, tinha escritos frases, frases curtas, mas frases que os espírit eh produziam e e escreviam naquele papel. Foi um homem muito curioso que tá estudado lá em O livro dos médiuns, que se chama Pinneumatografia, né? É uma coisa muito curiosa, muito interessante, mas que é raro, mas que de novo, talvez se muitas das pessoas experimentassem ele acontecia. Claro que esse fenômeno ele pode ter muita fraude envolvida, né? Mas claro que Kardec vai nos precaver de todos os meios de fugir da fraude lá em o livro dos médiuns, né? A gente aqui ele tá mostrando que há outros meios, mas claro, o mais completo vai ser a escrita, no sentido de que é na escrita que eu obtenho os ensinamentos, né, que

e lá em o livro dos médiuns, né? A gente aqui ele tá mostrando que há outros meios, mas claro, o mais completo vai ser a escrita, no sentido de que é na escrita que eu obtenho os ensinamentos, né, que agora é o foco principal. de de querer aprender o que os espíritos têm a dizer, né? Então, obtido o fato, restava constatar um ponto essencial, o papel do médium nas respostas e a parte que nelas pode tomar mecânica e moralmente. Então, eu tenho o médium e tenho um speed se comunicando. Kardecos, os algumas informações sobre os espíritos, as que eu citei, olha, os espíritos são as almas dos homens que viveram na terra. Então eles não sabem tudo. Há diferentes tipos de espíritos. Essa é uma informação dos sobre os espíritos. Mas era também muito importante saber ah o papel dos médiuns nesse processo. Por isso que lá em Livro dos Médiuns ele vai estudar eh qual é o papel, qual é o nível de influência do médium durante a comunicação, que há um papel do médium. E aí ele vai descobrir, ele vai dizer aqui, ó, a parte que nelas pode mecânica e moralmente, né? Então o que que é mecânica e moralmente para as pessoas entender aqui? Mecânica é a parte física mesmo, né? A influência eh eh do corpo do médium no processo, né? E moralmente aqui é muito cuidado quando Kardec vai tratar da mediunidade em falar da moral, né? A influência moral do médium. Eh, eh, há dois significados de moral na obra de Kardec. É, existe a moral, que é sinônimo de da ética, né, que ele trata lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, a moral espírita. E a moral aqui é no sentido mais amplo, que é sinônimo de espiritual. Era muito comum Kardec falar, usar o termo moral como como o oposto de material. Então, eh eh qual é, a gente hoje usa um termo que não é propriamente que Kardec usava, então não é ideal que a gente use, mas para dar uma ideia, é como se hoje a gente usa muito o termo mental ou a influência psicológica, né? Ou seja, qual o conteúdo da alma do médium, o espírito que o médium é, esse conteúdo dele que

, mas para dar uma ideia, é como se hoje a gente usa muito o termo mental ou a influência psicológica, né? Ou seja, qual o conteúdo da alma do médium, o espírito que o médium é, esse conteúdo dele que influencia nas mensagens. Então, há uma influência tanto dos conhecimentos do médium, quanto das emoções do médium, das intenções do médium, eh no papel da mediunidade que Kardec vai tratar lá na em o livro dos médiuns. E aqui ele dá uma pincelada. Aqui o intuito dele é mostrar a diferença daquilo que é o espírito para aquilo que é o médium, né? Ele quer mostrar mais a diferença. Isso já vai ficar claro. Eu vou dar mais uma lida e já vai ficar claro um pouquinho mais a ideia. Ele diz assim, ó: "Duas circunstâncias capitais que não escapariam a observador atento podem resolver a questão. A a primeira é o modo pelo qual a sexta se move sob a influência pela simples imposição dos dedos sobre a borda." Então, nota, ele começa analisando a parte física do fenômeno. Então, veja a como é que era a questão da cesta que ele tá falando aqui. Era uma cestinha, uma espécie de um de um de um de de um algo desse tamanho assim, como se fosse uma prancheta. E os médiuns colocavam a a ponta dos dedos nessa prancheta que tinha um lápis na ponta dela e pegava no papel. E essa prancheta começava a se mover e escrever a mensagem dos espíritos. Por que que ele tá falando aqui que o que que ele vai mostrar aqui? O modo como a cesta se movia, o modo como isso acontecia, deixa muito claro que não poderia, não poderiam ser os médiuns ali movendo com a sua vontade aesta, tá? Por quê? Ele já vai tratar aqui, mas eu vou adiantar porque se imagina que duas ou mais pessoas coloquem os dedos em cima de uma mesinha que se move, né? E essa mesa vai dar respostas, vai dar comunicações, vai escrever. Para eu escrever alguma coisa, como são várias pessoas diferentes encostando nessa mesinha, todas as pessoas ali deveriam combinar o movimento para poder escrever as a a mesma letra, as mesmas coisas. Imagina se cada uma tá pensando

omo são várias pessoas diferentes encostando nessa mesinha, todas as pessoas ali deveriam combinar o movimento para poder escrever as a a mesma letra, as mesmas coisas. Imagina se cada uma tá pensando uma coisa, cada uma vai mover de um jeito. Então, se tem várias pessoas ali encostando na mesa e ela tá escrevendo a mesma, uma coisa só, então tu nota que tem uma vontade só movendo, não pode ser os médios, porque os médiuns não, eles teriam que combinar o movimento e eles não combinavam. Então ele tá mostrando aqui a parte mecânica do processo, como o próprio mover da mesa, da mesinha, da cestinha, esse próprio mover já mostra, já prova que não poderiam ser os médiuns movendo com a sua intenção ali, porque eles teriam que combinar o movimento para escrever a mesma coisa. Percebe? Então ele diz assim: "O exame demonstra a impossibilidade de o médium imprimir uma direção qualquer a sexta. E aí ele explica por essa impossibilidade se se patenteia sobretudo quando duas ou três pessoas colocam os dedos ao mesmo tempo, na mesma cesta. Seria preciso haver entre elas uma concordância, ó o que eu falei, de movimentos verdadeiramente fenomenal. Além disso, seria precisa a concordância dos pensamentos para que pudessem entender-se sobre a resposta dar a questão formulada. Então imagina raciocínio. Raciocínio é assim, eu tenho várias pessoas encostando numa mesinha, ela vai se mover para escrever. Eu faço uma pergunta pro espírito. Se fosse da cabeça do médium, da vontade dele mover a cestinha, cada um pensava uma resposta. Então, cada um mexeria a mesa de um jeito diferente, não sairia mensagem nenhuma, mas ela se movia e escrevia algo demonstrando que não poderia ser a vontade dos médicos, né? Mas claro, agora ele vai colocar mais uma questão do física do processo, da parte mecânica, que vai ajudar a mostrar como também não poderia ser o médium na escrita. Agora ele analisou a sexta, vamos analisar agora a psicografia. E ele diz assim, ó, outro fato, não menos singular vem aumentar ainda mais a

a mostrar como também não poderia ser o médium na escrita. Agora ele analisou a sexta, vamos analisar agora a psicografia. E ele diz assim, ó, outro fato, não menos singular vem aumentar ainda mais a dificuldade, ou seja, a dificuldade de se pensar que seriam os médiuns por vontade própria mexendo e não haveria espírito. É a mudança radical da caligrafia conforme o espírito que se manifesta, reproduzindo-se a escrita todas as vezes que o mesmo espírito retorna. Então, olha que curioso. Conforme o espírito que respondia, o médium tava ali escrevendo, a letra mudava e quando era o o mesmo espírito que voltava, era sempre a mesma caligrafia. Olha que coisa fenomenal. Como que poderia ser da vontade do médium se ele tá escrevendo ali e a letra muda? Imagina que teria, eu teria que ter uma uma combinação, inclusive para lembrar quando fosse um espírito tal, é aquela caligrafia. Aí ele vai mostrando então primeiro as dificuldades mecânicas do processo, tentando mostrar para as pessoas através desses relatos, argumentando sobre a independência do conteúdo, não ser da cabeça das pessoas que estavam ali. Nota como ele vai trabalhando isso. Ele tá pegando primeiro as questões mecânicas, né? Por isso ele diz, ó, seria pois necessário que o médium se houvesse exercitado em dar a sua própria caligrafia 20 formas diferentes e sobretudo que pudesse lembrar-se da que pertence a este ou aquele espírito. Então imagina, eu tenho 20 espíritos se comunicando por aquele médico e e o espírito teria que lembrar ter 20 caligrafias diferentes e lembrar qual caligrafia pertence a tal ou qual espírito. Então, então as próprias dificuldades e características mecânicas do processo vão comprovando que não poderia ser algo da cabeça do médium e era algo independente, era um espírito. Claro que mesmo assim a pessoa muito teimosa, aquela pessoa muito cética dos fenômenos, ainda poderia ficar na dúvida. Ele vai agora entrar na análise do conteúdo. Bom, se a questão mecânica não te convenceu ainda da da existência

muito teimosa, aquela pessoa muito cética dos fenômenos, ainda poderia ficar na dúvida. Ele vai agora entrar na análise do conteúdo. Bom, se a questão mecânica não te convenceu ainda da da existência dos speitos desse fenômeno, vamos pensar na questão agora do conteúdo da mensagem. Aí ele diz, a segunda circunstância, que aqui é a análise moral, né, da da mensagem, né, a segunda circunstância resulta da própria natureza das respostas, que na maioria das vezes, sobretudo quando se trata de questões abstratas ou científicas, estão notorialmente fora dos conhecimentos e algumas vezes além do alcance intelectual do médium. Olha que curioso. Então agora ele tá analisando o conteúdo, a natureza da resposta. Muitas das respostas que eram dadas, que o médium ali psicografava, elas eram um conteúdo que estava fora dos conhecimentos do médium. O médium desconhecia aquilo. Então, se eu digo que é da cabeça do médium, mas como que é da cabeça do médium se ele desconhecia isso? Ou era além do alcance intelectual do médium? Haviam pessoas sem nenhum conhecimento de filosofia, de história, de ciência, que psicografavam mensagens profundas de ciência, de filosofia, de poesia. pessoas que desconheciam a poesia, que psicografavam poemas. Então, como que poderia ser um produto da cabeça dessas pessoas se justamente ali tem coisas além do alcance delas? Então, ele vai mostrando através de um raciocínio muito simples como isso não não poderia ser possível, como a a explicação de que são as almas que já partiram desse mundo, são elas que estão ali ditando aquelas mensagens, né? E é curioso porque a a aqui ele tá narrando e as e aí durante a revista espírita ele vai publicar esses exemplos aqui que ele tá citando, exemplos que vinham do mundo inteiro, de diversos jornais que nem espíritas eram do mundo inteiro. Então, a pessoa que que quisesse aí fazer uma averiguação histórica dos fenômenos, basta pegar lá as revistas espíritas de Kardec e também procurar os jornais do século XIX do mundo inteiro que publicavam esses

essoa que que quisesse aí fazer uma averiguação histórica dos fenômenos, basta pegar lá as revistas espíritas de Kardec e também procurar os jornais do século XIX do mundo inteiro que publicavam esses relatos que publicavam os relatos eh eh demonstrando que não era uma invenção dos espíritas, porque eram pessoas inclusive que inclusive pessoas que tinham interesse em combater a doutrina espírita, que relatavam esses acontecimentos. E Kardec vai mostrando então a a as incoerências eu começar a tentar tirar conclusões que não sejam os espíritos se manifestando. Ele vai mostrar das contradições, né? Aí ele diz que este, né, o médium, como geralmente sucede, não tem consciência do que escreve sobre a influência do espírito. Olha, então curioso. Mais uma informação. Muitas vezes os médiuns psicografavam e não sabiam o que estavam escrevendo porque o braço, a mão se movia sozinho. O médium psicografava e conversando com as pessoas sem saber o que tava escrevendo. É mais um ingrediente para mostrar que não poderia ser algo da cabeça dele, porque não há cabeça dele participando, é só o braço mecanicamente. Então, percebe o como ele vai apresentando um conjunto de detalhes que somadas constituem a melhor explicação. uma explicação mais completa, porque é assim que se faz uma ciência. Eu junto uma quantidade de fenômenos e de preferência fenômenos que acontecem no maior número de locais possíveis. Isso fortalece a a a as o estudo, o que significa que não tem uma influência local. E é mais fácil também de de descobrir que não é fraude, porque se tá acontecendo em todos os lugares no mundo inteiro, é é muito difícil uma fraude eh resistir a isso. E depois eu tenho um conjunto de explicações. Então quando eu tenho uma soma desses conjuntos e eles dão conta de explicar de uma forma absolutamente completa e racional, é isso que constitui uma ciência. Todas as ciências são feitas assim. Então, é sempre um conjunto. Eu não posso ter fenômenos isolados, explicações isoladas, que isso

bsolutamente completa e racional, é isso que constitui uma ciência. Todas as ciências são feitas assim. Então, é sempre um conjunto. Eu não posso ter fenômenos isolados, explicações isoladas, que isso enfraquece a teoria. Então, por isso que ele, por isso a importância dele colocar isso daqui. E aqui ele tá colocando as explicações detalhadas, racionais, e depois nas demais obras ele coloca os fenômenos, como exemplo, também demonstrando o relato histórico do fenômeno pra gente averiguar, né? então que frequentemente não entende ou não compreende a questão proposta. Então, se fazia uma pergunta pro médium, ele escrevia e ele nem entendia direito a pergunta e dava resposta através da fotografia. Nota os ingredientes? já que pode ser feita numa língua que lhe seja estranha ou mesmo formulá-la mentalmente. Então, notam, percebam a quantidade, por isso que eu digo que é o estudo mais completo a do espiritismo sobre esses fenômenos, porque Kardec vai no detalhe, porque nota agora eu tenho também perguntas que eram feitas mentalmente. O médium nem sabia, ele não ouvia a pergunta, mas ele pegava o lápis e escrevia a resposta. E aí uma pessoa que estava presente dizia: "Olha, eu pensei nessa pergunta". Então, demonstrando, era feito em outro idioma. Imagina eu fazer uma pergunta de um idioma que o médium desconhece, né? E não é como é hoje, por exemplo, eh isso que as pessoas têm que saber na hora de analisar a questão do contexto histórico. Eh, eram pessoas do mesmo círculo de conhecimento. Não eram pessoas estranhas que eu poderia duvidar, eu poderia dizer assim: "Não, mas de repente é o fulano que que tá aqui, ele conhece outra língua, mas eu não sei se ele já estudou". Não, eram pessoas do mesmo círculo que cresceram juntas em cidadezinhas pequenas aí pelo mundo inteiro. Então a gente sabia, o meu meu fulano, meu conhecido, eu sabia que ele não tinha esse conhecimento, que ele era um analfabeto ou que ele não conhecia aquela língua, que ele era alguém limitado intelectualmente. Então,

ia, o meu meu fulano, meu conhecido, eu sabia que ele não tinha esse conhecimento, que ele era um analfabeto ou que ele não conhecia aquela língua, que ele era alguém limitado intelectualmente. Então, nota eh todo esse contexto que somado mostram a força das explicações espíritas, né? Enfim, muitas vezes acontece que a sexta escreva espontaneamente sem que haja feito alguma pergunta sobre um assunto qualquer e inteiramente inesperado. Então é outro ponto. Eu também tinha eu tinha escritas que nem se faziam perguntas, era um assunto espontâneo. Às vezes as pessoas pensavam num assunto e vinha outro. Por que que e esses relatos são importantes? para colocar por terra a teoria de que seria algo da cabeça dos médiuns. Porque a partir do momento que eu tenho essas contradições, ou seja, o o médico tá pensando uma coisa, mas escreve sobre outra coisa, isso vai corroborando a explicação espírita de que não pode ser algo da cabeça dos médiuns, né? Em alguns casos, essas respostas revelam talho de sabedoria, de profundeza e de oportunidade, pensamentos tão elevados e tão sublimes, que não podem emanar senão de uma inteligência superior, impregnada da mais pura moralidade. De outras vezes, são tão livianas, tão frívulas, tão triviais mesmo, que a razão se recusa a acreditar que possam proceder da mesma fonte. Aqui vem mais um argumento. O mesmo médium escrevia coisas absolutamente superiores, moralizadas, profundas e depois escrevia algo completamente sem sentido, trivial, esdrúchulo, o mesmo médium. Mais uma vez demonstrando, bom, mas se fosse coisa da cabeça do médium, por que que alterna o conteúdo? demonstrando que não é a mesma fonte, demonstrando que é outra personalidade, são outras personalidades, outras almas que estão ali se comunicando. Então, nota, eu digo, são ingredientes que vão eh se juntando e que parecem coisas simples e são, mas que esse conjunto de detalhes que vão formando a credibilidade da teoria e formando a teoria, ninguém mais fez pós carnec. É algo tão simples que a gente às vezes

que parecem coisas simples e são, mas que esse conjunto de detalhes que vão formando a credibilidade da teoria e formando a teoria, ninguém mais fez pós carnec. É algo tão simples que a gente às vezes não para para pensar. Ninguém pós Kardec que tentou seja fazer uma teoria para comprovar a existência dos espíritos, mesmo a favor, ou seja, contra, nenhum dos dois pós Kardec conseguiu apresentar uma teoria com tanta riquezas de detalhes e explicações e análises em um conjunto de fenômenos, como ele fez. Hoje, quando a gente pega alguns estudiosos que tentam provar a existência do espírito, eh, que não é pelo meio que Kardec fez, eles não conseguem apresentar a mesma riqueza de fenômenos e detalhes analisados e respondidos, como Kardec fez. Olha que curioso, até hoje, com toda a tecnologia, com toda a ciência que se desenvolveu, ele foi quem apresentou a teoria mais bem completinha, analisada, com detalhes, como a gente tá vendo aqui, né? Então, tal diversidade de linguagem não se pode explicar senão pela diversidade das inteligências que se manifesta, porque se eu explicar de outra maneira, eu tô me eu tô criando contradições. Essas intelig Bom, então eu vejo que são a os fenômenos me levam concluir que há uma multiplicidade de inteligência. Agora eu pergunto, essas inteligências estão na humanidade ou fora dela? Inteligências são essas. Nota nota o raciocínio do homem de ciência. Bom, são, o fenômeno me mostrou que são várias inteligências, não pode ser uma só por causa das razões que a gente viu. Agora eu pergunto que que que natureza que é essa inteligência? O que que é ela? Aí vem esse o ponto a esclarecer e cuja explicação completa, olha a palavra, se encontrará nesta obra, no livro dos espíritos, tal como foi dada pelos próprios espíritos. Então, quem quem são essas inteligências? Que são esses espíritos? O livro dos espíritos vai mostrar o que elas são, como elas vivem, como elas interagem conosco, quais as limitações nessa interação. Então, continuando. Eis pois efeitos

cias? Que são esses espíritos? O livro dos espíritos vai mostrar o que elas são, como elas vivem, como elas interagem conosco, quais as limitações nessa interação. Então, continuando. Eis pois efeitos patentes que se produzem fora do círculo habitual de nossas observações, que não ocorrem misteriosamente, mas à luz do dia que todos podem ver e constatar. Olha essa informação que tá dizendo, porque isso é assim que se faz ciência. Então, às vezes, as pessoas que tentam eh colocar o espiritismo como uma fraude, ou mesmo pessoas que hoje lidam com a questão da mediunidade, não conforme a essência espírita, tentam fazer algo misterioso na calada da noite, só para algum grupo de pessoas, sem acesso. A ciência espírita com o espiritismo, com Kardec, ela foi feita, como ele diz, a luz do dia. Todos podiam constatar, ver, estudar, analisar, porque é assim que a gente descobre a verdade, que a gente evita as fraudes e isso fortalece a credibilidade do fenômeno e da explicação. Quando a gente tenta esconder alguma coisa, eu perco credibilidade. Então, nota como o Espiritismo em Kardec se baseou justamente na na no na em algo claro, aberto, que todos podiam constatar, analisar, estudar. Fácil a gente ter acesso às obras. Quando a gente tem acesso às 23 de Kardec, a gente vê que foi assim, como eu falei, o estudioso pode pesquisar os fenômenos, os jornais, os relatos, os eh é toda uma análise. Claro que eh eu posso provocar de novo esses fenômenos hoje, se eu tivesse dentro das condições e também averiguar por mim próprio. Mas mesmo que eu não tivesse os fenômenos hoje, bastava eu analisar as documentações que Kardecou e as explicações como essas que ele tá dando, que só com essas explicações eu já vejo como é possível eu me certificar de que foi algo feito cientificamente de uma maneira racional e com fenômenos, que é o que constitui uma ciência, né? Não constitui privilégio de nenhum indivíduo. Olha só, Kardec mostrando a a questão da mediunidade, né? que todos podem constatar não constitui

e com fenômenos, que é o que constitui uma ciência, né? Não constitui privilégio de nenhum indivíduo. Olha só, Kardec mostrando a a questão da mediunidade, né? que todos podem constatar não constitui privilégio. Todas as pessoas podem provocar os fenômenos. Claro que elas precisam atender condições mínimas, como qualquer fenômeno e qualquer ciência, mas não é nada mirabulante, não é nada fantástico, nada difícil, nada que só uma pessoa especial, privilegiada. Nota ele ele reduzindo a simplicidade, né, para que a gente pudesse estudar e aprender a com o espiritismo, né? Pena que hoje as próprias casas espíritas tiraram isso, né? Às vezes as casas espíritas elas colocam tanta mistério na mediunidade que a gente perdeu essa simplicidade que Kardec tá colocando aqui, né? Milhares de pessoas repetem a vontade. Eu, por que que eu tô salientando isso? Porque aqui a prova de Kardec falando que era o mundo inteiro que praticava, que não eram só pessoas missionárias, santas, pessoas especiais, não. Todo mundo fazia, não era só ele, Kardec, que fazia, como às vezes as pessoas querem pensar. Esses efeitos têm necessariamente uma causa e desde que revelam a ação de uma inteligência, de uma vontade, sai do domínio puramente física. Isso aqui é uma questão básica de de filosofia, né, e de ciência. Por quê? Eh, as ciências elas estudam fenômenos materiais, né, as ciências acadêmicas e a e os fenômenos materiais não possuem inteligência, vontade própria. Então, desde que o fenômeno demonstrou inteligência e uma vontade própria, não é mais da alçada da ciência. acadêmicas, porque elas tratam de outro objeto. É curioso como Kardec já tinha essa lucidez que a gente chama em em filosofia, né, uma lucidez epistemológica, ou seja, saber eh entender que cada ciência tem seu objeto de estudo. Quando surge algum fenômeno que foge a alçada, o objeto de estudo daquela ciência, o o eu entrego esses estudos para quem é competente daquela área. Ah, mas e se o fenômeno não tiver nenhuma área que estude ela?

e algum fenômeno que foge a alçada, o objeto de estudo daquela ciência, o o eu entrego esses estudos para quem é competente daquela área. Ah, mas e se o fenômeno não tiver nenhuma área que estude ela? Aí surge uma ciência nova. É assim que as ciências novas surgem. Quando nenhuma teoria já conhecida dá conta, surge uma teoria nova, como foi com o espiritismo. Os fenômenos espíritas, eles não poderiam ser explicados por outras ciências, porque elas estudam outros objetos de estudo. E é por isso que então se faz necessária uma teoria nova, uma ciência nova. Por isso que surge o espiritismo. Então agora eu tenho a ciência espírita. Quando surgir um fenômeno que é próprio espiritismo, eu entrego isso pro espiritismo analisar. Percebe? que funciona como qualquer ciência e no caso espiritismo é diferente. Então, muitas teorias foram formuladas a respeito para tentar explicar esses fenômenos, como eu falei, vamos examiná-la daqui a pouco, que é o que eu digo que ele vai fazer do item 7 ao item 17. Ele vai analisar agora outras explicações, tentativas de explicações diferentes da que ele deu. E ele vai mostrar como só a dele é a mais completa, é a mais racional, é a mais lógica. e veremos se pode explicar a razão de todos os fatos. Então, vamos ver qual que explica racionalmente todos os fatos. A gente vai ver que é a a teoria espírita. Admitamos, por enquanto, a existência de seres distintos da humanidade, pois é essa explicação fornecida pelas inteligências que se revelam. E vejamos o que eles nos dizem. Então, primeiramente, ele diz pra gente tomar como hipótese, né, que são os espíritos. E ele vai apresentar no item seis um resumo do ensino desses espíritos. E aí depois o item sete ele vai tentar dar explicações diferentes e a gente vai poder por comparação, ver como que a gente, qual que a gente escolhe, porque é assim que se faz em ciência. Eu apresento um conjunto de fenômenos e de teorias e explicações e comparo para ver qual que é a mais lógica, mais completa. Por isso que é

l que a gente escolhe, porque é assim que se faz em ciência. Eu apresento um conjunto de fenômenos e de teorias e explicações e comparo para ver qual que é a mais lógica, mais completa. Por isso que é assim que a gente procede hoje, né? A gente procura sempre mostrar para as pessoas, compare as teorias e veja qual é a mais completa. E aí você vai descobrir algo curioso. Nenhuma teoria é mais profunda e completa que a de Kardec. Eu pelo menos não conheci. Quando surge alguém que tenta me mostrar alguma, eu consigo ir mostrando o por que a teoria espírita eu ainda fico com ela. É um desafio que a gente pode se propor. Por isso que a gente tem que conhecer bem a teoria espírita e bem as outras para racionalmente através da cooperação, saber com quem com quem que a gente fica. Feito essa pequena e resumida abordagem do item cinco, eu não, se tiver questões, Lauro, se tu quiser colocar alguma questão também, >> não. É, tá tranquilo, tá? Tá super tranquilo. Eu quero agradecer aqui a presença da Lucimar, da Tânia, do Erone. O Herone tá mais perto de você aí lá lá lá de Santa Catarina, Sal São José. E Eric, quero te pedir desculpas, e avisar o pessoal que no início o banner que eu coloquei tava com o nome do Eric. Eu eu mudei aqui a sala e eu não não observei. De repente falei: "Ah, mas parece tá errado. Aí você me perdoe". Depois mais adiante é que eu vi que estava equivocado, tá? >> Não tem problema. >> Eh, bom, Eric, o o o só o que eu eu queria eh eh fazer é talvez uma pergunta que muitos deveriam fazer nas casas espíritas. Como que então, bom, já que hoje nós temos médiuns psicofônicos, você citou lá no início, que são é a mediunidade que é usada para atendimento dos chamados irmãozinhos sofredores, espíritos sofredores. Então, não usamos ou não se usa a mediunidade conflito de se instruir, de receber orientações dos espíritos. Então, a pergunta é: qual o caminho que devemos seguir? qual a proposta que eu tenho que levar para o dirigente da casa espírita? E e eu ouso dizer, se eu tiver

, de receber orientações dos espíritos. Então, a pergunta é: qual o caminho que devemos seguir? qual a proposta que eu tenho que levar para o dirigente da casa espírita? E e eu ouso dizer, se eu tiver equivocado na minha fala, você me corrige. Não é pedir a ele, é exigir que estude Kardec e que a gente reveja o o como nós estamos usando, né, a eh desenvolvendo a prática da mediunidade de modo geral, Eric. É, o é um assunto que a gente precisaria de bastante tempo para mostrar para as pessoas porque o jeito eh de Kardec é melhor, né? Eh, como eu digo, eh, a gente não defende com ênfase Kardec simplesmente por ser Kardec, mas é justamente como eu falei, a comp o o o as orientações, a gente vai entender porque que Kardec dá o mais completo, mais seguro, mais racional. precisa de tempo e as pessoas vão se certificar disso estudando de maneira profunda e completa. O nosso grande problema hoje é que as pessoas não estudam de maneira profunda e completa, já formam uma opinião, se agarram nessa opinião e não largam mais e teimam com quem estudou. Eh, e esse é o nosso equívoco. A gente deveria ser um pouco mais humilde, mais aberto e estudar com mais cuidado, né? a gente lê muito rapidamente e e com isso a gente se prejudica. Mas é muito importante que quem esteja nos vendo e tenha interesse em com as questões da mediunidade, que elas leiam, óbvio, tem que ler todas as obras, esse é sempre o ideal, mas leiam a obra específica sobre esse assunto, que é o livro dos médiuns de Kardec, porque ali ele vai dar orientações pra pessoa conhecer a teoria, como que funcionam a todo o processo e depois ele dá orientações práticas de como que a gente vai testar. estar a a mediunidade e iniciar os primeiros os primeiros testes, né? Como é que é, quem que a gente vai como que a gente vai proceder, eh que tipo de espíritos a gente vai chamar, como que a gente vai analisar os resultados. E aí depois, analisando os resultados por um tempo X que ele vai dar lá, eu vou poder perceber se eu sou

eder, eh que tipo de espíritos a gente vai chamar, como que a gente vai analisar os resultados. E aí depois, analisando os resultados por um tempo X que ele vai dar lá, eu vou poder perceber se eu sou ou não sou médium. caso eu não seja, ele dá orientações eh do de o que que me resta a fazer se eu não tenho mediunidade, porque eu posso então ser um estudioso, um evocador, um especialista no assunto. Também posso fazer muito proveito da teoria espírita, mesmo não sendo médium. E caso eu seja, todo o desenvolvimento que eu posso dar. Qual é o nosso equívoco hoje no movimento espírita? é a gente ter transformado a a parte da mediunidade numa coisa só, que é o auxílio da dos espíritos que sofrem. Esse é o primeiro ponto, porque a veja, a a gente além de ajudar os outros, a gente tem que se esclarecer. A pessoa que só acha que tem que ajudar os outros, ela não entende que nós somos espíritos inferiores. Então, a nossa ajuda é limitada. A gente tá aqui também para se esclarecer, até porque se esclarecendo a gente vai poder ajudar melhor os outros. Então é um equívoco a gente achar que vai ajudar os outros estudando pouco, porque quanto menos a gente estuda, a ajuda que a gente pode dar pros espíritos sofredores é menor. Então até para ajudar mais os espíritos sofredores, a gente tem que tem que estudar mais. Mas além de ajudar os espíritos sofredores, os chamados espíritos eh inferiores, nós também somos espíritos inferiores. Então, a gente tem que pegar um tempo para se ajudar, porque a gente também precisa evoluir. Até porque a proposta eh a proposta de caridade do espiritismo verdadeiro é a gente se tornar melhor, porque é muito fácil tornar melhor os outros. Tornar os outros os outros melhor é muito mais fácil, porque a gente só a gente repete sermão, a gente é muito fácil a gente repetir teoria e dar sermão pros outros. O difícil é a gente a gente se melhorar, cuidar do nosso interior. Então tem muita gente que acha que tá ajudando os outros e na verdade a pessoa tá usando esse

epetir teoria e dar sermão pros outros. O difícil é a gente a gente se melhorar, cuidar do nosso interior. Então tem muita gente que acha que tá ajudando os outros e na verdade a pessoa tá usando esse tempo para fugir da sua própria melhora, né? Então, a gente tem que também usar a mediunidade para se instruir e também para uma outra questão que não é além de se instruir, é a consolação, a possibilidade que o espiritismo dá conversar com os nossos amigos e parentes que desencarnaram, que é a parte consoladora do espiritismo. Ou seja, continuar convivendo com os nossos amigos e com os nossos familiares, mesmo que eles tenham morrido no corpo. essa possibilidade de conversar com eles, como é como se a gente comprasse um telefone e pudesse conversar com aquele parede que foi morar no outro país, que é outra coisa que a gente abandonou, porque ah diversos eh eh eh escritos aí do movimento espírita após Kardec colocaram isso como um pecado mortal, tirando das pessoas a oportunidade de se consolar, de adquirir a imagina A nossa crença enquanto espírita se torna muito mais profunda e verdadeira, porque a gente tá conversando com os nossos entes queridos. Isso reforça a nossa crença, porque ter a crença só pelo raciocínio é algo muito profundo, muito belo, mas junto com o raciocínio, eu conversar com o meu pai, com a minha mãe, com a minha avó, com o meu esposo, minha esposa, a crença ela é ela é muito mais forte, porque eu tenho também a prática, eu tenho dentro de casa a prova de que a vida continua através do fenômeno e não só através de raciocínios ou de palestras ou de leitura de livros. E a gente tirou isso. Então, o nosso erro é não usar o máximo que o Espiritismo tem para nos oferecer. A gente pegou um pouquinho de Kardec e usa um pouquinho de Kardec. A gente restringiu, mas a gente podia usar muito mais. A gente empobreceu o espiritismo sendo que a gente podia usar ele para muita coisa. Eu costumo dizer, é como se a gente tivesse um remédio que que cura diversas

giu, mas a gente podia usar muito mais. A gente empobreceu o espiritismo sendo que a gente podia usar ele para muita coisa. Eu costumo dizer, é como se a gente tivesse um remédio que que cura diversas doenças, a gente tá usando só para uma. Ou é como se eu tivesse um avião disponível, eu tivesse usando uma bicicleta. Claro que com a bicicleta eu posso fazer alguma coisa, mas com um avião eu faço muito mais, eu vou mais longe. Então essa é a nossa crítica ao movimento espírita. O movimento espírita não é que ele faça coisas ruins, às vezes faz, mas muitas coisas que o movimento espírita faz, as casas espíritas fazem, são boas. Mas o problema é que a gente a gente limita naquilo e não deixa as pessoas conhecer o resto. Aí deixa de ser algo bom para ser algo que que bitola as pessoas, que tira as pessoas da da oportunidade de ampliar o seu conhecimento. Então, não faz sentido. Se a gente pode usar ao máximo a doutrina espírita, por que que a gente limita só um pedacinho e não deixa as pessoas eh conhecer o restante? Aí já não é não é bondade, aí é falta de caridade. Quando eu deixo de de de proporcionar pra pessoa ela conhecer a teoria completa, não é caridade, é falta de caridade. E é isso que a gente critica tanto no nos nossos conteúdos. E a casa espírita, ela criou certas proibições que não fazem sentido para Kardec. E aí tiram das pessoas a possibilidade. Hoje as pessoas têm medo de praticar a mediunidade, as pessoas têm várias dúvidas e aí a crença delas fica mais frágil. Por isso que qualquer coisa que acontece na vida delas, elas vão procurar outra proposta. Porque como ela não teve a solidez de tudo que o Espiritismo pode oferecer, porque elas resolveram obedecer as chamadas lideranças escritas que não seguem Kardec, então a gente deixa de crescer, de aprender mais. E às vezes as pessoas defendem é, é curioso ser humano, a gente defende quem, quem tá nos enganando, quem tá nos limitando e critica quem tá querendo abrir a cabeça da gente. É muito curioso como o ser

às vezes as pessoas defendem é, é curioso ser humano, a gente defende quem, quem tá nos enganando, quem tá nos limitando e critica quem tá querendo abrir a cabeça da gente. É muito curioso como o ser humano é. E às vezes a gente critica essas lideranças que fazem isso e os próprios enganados defendem essas lideranças. É muito curioso, mas a gente tem que aprender a a romper esse ciclo. Precisa esperar os outros, né, para aprender, para estudar, para praticar. Então, leiam o livro dos médicos e pratiquem sem medo, porque ao livro livro dos médicos vai perder o medo. Eh, praticando qualquer coisa, a gente vai perder. A gente um dia teve medo de dirigir, medo de andar em bicicleta, medo de fazer comida, medo de tudo. Como é que a gente perde o medo, Lauro? A gente vai conhecendo e praticando. Daqui a pouco a gente vê que não é um bicho certo cabeça, que não é perigoso e que, pelo contrário, me traz benefício àquela coisa, né? Então é assim que funciona, como nós fomos embalados na infância, né, pelas historinhas mirabolante de mula sem cabeça, né, aquela coisa toda, bicho papão. A mesma coisa aconteceu conosco o movimento espírita no Brasil. Então nós temos aí essas historinhas mirabolantes que somente o estudo. Então nós precisamos amadurecer, sair da infância porque me disseram que é assim assado e buscar onde tem que buscar, né? Que é na fonte, na fonte primária que chama-se As obras de Allan Kardec. Não tem outra forma. Eu não consigo enxergar de alguma outra maneira, não. Qualquer coisa que eu disser aqui vai me sempre me remeter. A Alan Carec, a Luciara, ela começou a fazer uma pergunta, mas eu não sei, eu tô com problema de delay na minha internet, até que eu tava olhando, que de vez em quando eu tô congelando aqui. Não sei se isso implicou. Eh, Eric, mas é isso aí. Muito bom, muito bom. É, eu desse item cinco >> e e quero convidar a você, vocês que estão, né, nos assistindo agora, que deixa aí as suas perguntas, porque o Eric vai voltar aqui mais vezes, com

aí. Muito bom, muito bom. É, eu desse item cinco >> e e quero convidar a você, vocês que estão, né, nos assistindo agora, que deixa aí as suas perguntas, porque o Eric vai voltar aqui mais vezes, com certeza, para poder continuarmos o estudo do livro dos espíritos, não só a introdução, mas quando adentrarmos as introduções, né, que nós temos essa introdução e depois os o prolegômenos e depois as questões de modo geral, mas, né, então errar aqui Deus assim permitir várias e várias vezes e claro se ele quiser, né? Mas é é isso aí, Eric. Passo para você. Já me dou aqui por satisfeito, agradecendo a presença de todos e a sua Eric, que é fundamental para nós adquirirmos o conhecimento. Obrigado. Fiquem todos em paz. José, te devolvo. >> Eu quero agradecer, Lauro, agradecer ao teu convite, ao teu canal, parabenizar por esse estudo continuado do livro dos espíritos com com muito cuidado, com muito capricho. Incentivar as pessoas que acompanham o estudo, que sigam os canais, que compartilhem os conteúdos, que essa é uma maneira da gente chegar também a mais pessoas. Dizer que eu fico à disposição para quando for possível contribuir também dentro da limitação do que eu conheço, né? Tem muita coisa que a gente ainda não não a gente não sabe tudo. Dizer para as pessoas também deixarem as questões às vezes até nas nossas redes sociais, né, né? Kardecube hoje tá tá no Face, tá no YouTube, tá no ex, tá no Instagram, tá no TikTok. Então nos sigam lá, deixem as perguntas pro Lauro também. O importante é a gente se ajudar a fazer questões, perguntar sem medo, mas com boa vontade, estudar e programe um tempinho da vida de vocês. Vamos ler as obras de Kardec. Comecem, leiam cinco, duas páginas por dia, mas comecem, né? Porque em algum momento a gente vai ter acumulado um conhecimento que com certeza vai fazer bem. Não caiam num nessa história de que sem conhecimento a gente vai crescer, vai evoluir. Isso é papo de que quer eh nos manter na ignorância. A gente precisa estudar, precisa raciocinar, precisa

er bem. Não caiam num nessa história de que sem conhecimento a gente vai crescer, vai evoluir. Isso é papo de que quer eh nos manter na ignorância. A gente precisa estudar, precisa raciocinar, precisa aprender. É o o único jeito da gente da gente evoluir de verdade. Então quero agradecer e desejar a todos um bom resto de semana. Ótimo, Eric. E ela imagem disse que você já havia respondido e por isso ela não terminou de formular a questão. Eânia, obrigada. É porque realmente eu fui ver que havia colocado errado mais adiante, né? Por isso agora eu até corrigi, né? Que está aqui, ó, de forma um pouco mais correta, mas que realmente fale a minha mesmo, falta de observar, né? né? Não vou arrumar nenhum tipo de de desculpas aqui para poder dizer o erro, não. Foi falha minha mesmo. Então, pessoal, muito obrigado a todos. Nos encontramos amanhã para o estudo da revista espírita do ano de 1858. Então, nós estamos no mês de janeiro ainda também no início. Um abraço a todos. Fiquem em paz.

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