Influência dos Espíritos nos acontecimentos da vida • Carlos Campetti

Mansão do Caminho 22/08/2025 (há 7 meses) 1:00:06 2,848 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho #obomcombate #apóstolopaulo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVCTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de aprendizado à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. divino amor de nossas almas. A nossa gratidão, Senhor, pela tua companhia a cada dia, nesses dias de complexidades, onde somos convidados a borilar sentimentos, emoções, trabalhando nosso conhecimento já adquirido em prol de um ser para o mundo cada vez melhor. Por isso, amigo, te convidamos que seja a luz nas nossas consciências, a fim de que não nos perquemos dos nossos caminhos assumidos e que tenhamos a coragem de vencer as nossas próprias imperfeições, desenvolvendo as nossas potencialidades, a fim de cooperar contigo na grande redenção de nós mesmos. Por isso, Senhor, nesse instante amplia as nossas percepções para bem compreender a mensagem da noite. Inspira nosso companheiro para que assim possa ser mais um instrumento da tua vontade e que seja a tua paz em cada lar, em cada coração, hoje e sempre. Hoje nós temos a grata satisfação de receber mais uma vez em nossos canais nosso companheiro, amigo, irmão de tantas jornadas aqui conosco presencialmente e online, Carlos Campete, que irá nos trazer o tema Influência dos Espíritos nos acontecimentos da vida. Carlos, sempre um prazer recebê-lo em nossos canais, uma alegria-lo tê-lo conosco mais uma vez. A casa já é sua, meu amigo. Então, rogando voto de muita paz. Passamos a palavra para você. >> Obrigado, Rosângela. Nossa saudação fraterna a você que acompanha esse momento de reflexão em torno deste tema, a influência dos espíritos nos acontecimentos da vida. Enquanto estávamos eh meditando sobre o assunto, nós nos lembramos de que tem um fato curioso que Allan Kardec inicia o livro

m torno deste tema, a influência dos espíritos nos acontecimentos da vida. Enquanto estávamos eh meditando sobre o assunto, nós nos lembramos de que tem um fato curioso que Allan Kardec inicia o livro dos médiuns perguntando a espíritos? E é tão interessante que eh o espiritismo ele não parte eh de teorias, ele não parte de suposições. O espiritismo parte de fatos. Então, quando o quificador faz essa pergunta, não é? é a base do desenvolvimento eh do livro dos médiuns. Então, é importantíssimo que a gente eh saiba de fato do que se trata e de que nós entendamos que os espíritos não são uma suposição, são seres reais, mas somos nós na realidade do outro lado da vida e que existe um intercâmbio constante entre o mundo chamado objetivo, como a gente costuma dizer, o mundo real, segundo a nossa colocação, e o mundo dos espíritos. Mas cabe aqui a pergunta: qual que de fato é o mundo real? O nosso material ou o mundo espiritual? Se a gente aprofunda o conhecimento dos ensinamentos dos espíritos, eles nos dizem que o mundo espiritual ele existe, precede o mundo material e sucede ao mundo material e que poderia existir sem a necessidade da existência do mundo material. Então, o mundo espiritual não depende do mundo material propriamente. Então, eh, quando a gente olha e vai examinando o assunto, nós vamos vendo a complexidade, a profundidade daquilo que o Espiritismo nos propõe. Nós somos seres materiais. Ainda há pouco estava lendo um pouquinho de Joana de Angeles, não é? E ela faz o comentário de que o corpo ainda é um animal. O corpo tem as suas demandas, as suas exigências, as suas necessidades que precisam ser atendidas. E para que aí a gente vai, né, no conceito que está no Evangelho Segundo o Espiritismo, para que o espírito tenha eh plena liberdade de manifestação, é necessário que o corpo esteja bem. Por isso, é necessário cuidar do corpo e do espírito. E nós vamos vendo então dentro desses raciocínios que tudo no espiritismo é lógica. Tudo é apoiado na razão, que se a nossa razão

orpo esteja bem. Por isso, é necessário cuidar do corpo e do espírito. E nós vamos vendo então dentro desses raciocínios que tudo no espiritismo é lógica. Tudo é apoiado na razão, que se a nossa razão não aceita, nós não estamos obrigados a aceitar. Daí a importância do espírita estudar, ler, meditar, examinar os assuntos em conjunto com outras pessoas nos grupos de estudo, fazer os aprofundamentos, porque não cabe ao espírita manter-se na ignorância, não é compatível com a proposta espírita. O espiritismo foi codificado por um pedagogo e a proposta do espiritismo é eminentemente educativa. É de fato para nos auxiliar que o espiritismo veio na nossa transformação moral e nos preparar a nós como indivíduos, a sociedade como um todo e a humanidade para uma nova era chamada era da regeneração da humanidade. E diante disso, não cabe mais um pensamento exclusivamente materialista, porque a matéria não explica. Nós não temos a explicação dos fenômenos que ocorrem, do que existe, se nós partirmos de um ponto de vista meramente exclusivamente material. Mas por que essa dicotomia, essa grande dificuldade, esse problema até hoje, né? Por que essa isso tudo? Porque nós somos criados por Deus, nosso pai, simples, ignorantes, né? Aí a simplicidade eh vai aí da nossa própria imaginação. O que que a gente considera simples? Na época de Allan Kardec, o mais simples em termos de matéria era o átomo, era partícula chamada indivisível da matéria. Mas depois, passado um tempo, se descobriu que o átomo se divide e o átomo é composto por outros elementos. E esses elementos são compostos por outros elementos. E a gente vai remontando, vai remontando até que a gente vai chegar na unidade fundamental da matéria, que é energia. Então, a matéria em si é uma ilusão. E os espíritos nos explicam. O que a gente olha parado duro, que a gente coloca a mão e segura, está assim justamente pela velocidade com que os elementos compõem aquilo que a gente chama matéria. O que dá essa aparência de tangibilidade,

ente olha parado duro, que a gente coloca a mão e segura, está assim justamente pela velocidade com que os elementos compõem aquilo que a gente chama matéria. O que dá essa aparência de tangibilidade, de eh rigidez, de você poder pegar, tocar, é justamente o movimento. Então, os átomos estão em movimentos, os elementos que compõem os átomos estão em movimento, a energia em si está em movimento. E nós vamos remontando com o espiritismo era um elemento primitivo, né, formador de tudo que existe, que é o fluido universal, o fluido cósmico de cada planeta e o fluido que que está em todo o universo. Esse fluido é universal e que tem as suas características próprias em cada mundo onde ele se encontra. Bem, tendo essa essa visão, nós vamos eh formando então o conceito que o espiritismo vai nos trazer. O espírito ele não é matéria como nós entendemos. Mas na época de Allan Kardec, um padre chegou a comentar que o espiritismo era materialista, porque dizia que tinha matéria até no mundo espiritual, mas tem mesmo, porque a matéria se apresenta em diferentes gradações. Então, se a matéria a energia condensada ou coagulada, como a gente quiser colocar, é aquilo que se produz pela velocidade da energia, então a gente tem a ilusão da matéria. aquilo que a gente olha como sendo compacto, na verdade tem eh espaços imensos ali numa numa dimensão microscópica, não é? Então tudo isso eh nos leva a observar que o fluido universal como elemento primitivo de toda a criação, conforme está colocado no livro dos espíritos, vai dar origem a tudo isso que nós vemos. E esse fluído universal nas suas sucessivas transformações vai servir de elemento de ligação entre o espírito na quinta essência da matéria, né, e a matéria mais densa, mais grosseira. Bem, aqui nós entramos numa num dilema filosófico bastante complexo. Um dia eu cheguei para paraa Vera, minha mulher, e disse a ela: "Por que que Kardec não escreveu? Só faltou escrever que o espírito ele se desenvolve a partir da matéria, não é? Ele é a consequência desse

ia eu cheguei para paraa Vera, minha mulher, e disse a ela: "Por que que Kardec não escreveu? Só faltou escrever que o espírito ele se desenvolve a partir da matéria, não é? Ele é a consequência desse próprio desenvolvimento." E aí ela disse assim: "Mas tá escrito isso pro Kardec?" Aí eu disse a ela no meu orgulho, né? Mas como eu anoto tudo, já li aí corri lá as minhas anotações, falei para ela aqui, ó, não tá anotado isso não. Isso aí não. Kardec nunca falou isso não. Aí ela disse assim: "Me traz o livro dos espíritos". Ela lê quando está concentrada assim umas 20 vezes mais rápido do que eu. Então ela pegou o livro dos espíritos, foi passando as páginas, né? Não pode interromper, não pode falar nada, porque ela tá concentrada assim. Quando chegou na questão 82 do livro dos espíritos, ela parou e disse assim para mim: "Leia, leia o que está escrito aqui. Estou pegando o livro dos espíritos. O meu é uma edição que eu mandei encadernar porque de tanto manusear começou a desmanchar tudo. E aí eu não quero perder as anotações, né, que tem aqui. Aí eu mandei botar uma capa dura nele para para não perder. 82. Questão 82 do livro dos espíritos. Você tem curiosidade? Pega aí se tiver ao seu alcance, senão olha depois. Será certo dizer que os espíritos são imateriais? São os espíritos imateriais. Como se pode definir uma coisa quando faltam termos de comparação e com uma linguagem deficiente? Porque os espíritos não podem falar diretamente as coisas. Nós não temos como entender. Então eles têm que comparar. E nós não temos nem termos de comparação para poder entender o que que é o espírito, mas eles vão tentar explicar. Pode um cego de nascença definir a luz? Imaterial não é bem o termo. Imaterial, então não é bem o termo. Um corpóreo seria mais exato. Pois deves compreender que sendo uma criação, o espírito há de ser alguma coisa. É a matéria que interceciada, mas sem analogia para vós outros e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos. para paraa reflexão, depois volta, leia

rito há de ser alguma coisa. É a matéria que interceciada, mas sem analogia para vós outros e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos. para paraa reflexão, depois volta, leia de novo, medite e aí Kardec vai fazer um comentário. Dizemos que os espíritos são imateriais porque pela sua essência diferitos. O cego de nascença se julga capaz de todas as percepções pelo ouvido, pelo olfato, pelo paladar e pelo tato. E com a gente também em termos espirituais, a gente acha que com os nossos cinco sentidos a gente pode resolver tudo. Não compreende as ideias que só lhe poderiam ser dadas pelo sentido que lhe falta. Nós outros somos verdadeiros cegos com relação à essência dos seres sobrehumanos. não os podemos definir senão por meio de comparações sempre imperfeitas e por um esforço de imaginação. Então aqui nós vemos, não é, que eles disseram: "O espírito é a matéria que intensenciada, é a matéria no seu estado de maior pureza, de maior purificação." Mas isso não é o perespírito, não. Aí a gente fica, né? Poxa, mas será que isso aqui não é definição de perespírito? Não, porque o perespírito é que é originário do fluido universal e o perespírito é o elemento de ligação entre a matéria e o espírito. Tudo correto? É isso mesmo. Então nós podemos ver os espíritos através do perespírito, justamente porque o que está colocado aqui é uma uma matéria tão sutil que não tem analogia no campo material. a gente não conseguiria ver. Então, nós vemos os espíritos através do corpo espiritual que Paulo já fez referência e que os antigos egípcios chamavam de K, que é o elemento de ligação entre o espírito e a matéria, mas que tem muitas outras funções. E aí é que nós queremos chegar com tudo isso para entendermos a influência dos espíritos no campo material. Quando eles exercem essa influência no campo material, eles fazem utilizando-se do fluido universal e utilizando-se do seu próprio perespírito, que eles podem fazer com que ele fique mais ou menos tenso, não

eles exercem essa influência no campo material, eles fazem utilizando-se do fluido universal e utilizando-se do seu próprio perespírito, que eles podem fazer com que ele fique mais ou menos tenso, não é? mais ou menos é visível para os nós os encarnados. Então esse elemento vem também do fluído universal. Bom, então eh a matéria vem do fluído universal, tudo vem do fluído universal. É, o fluído universal é a matéria primitiva, é o elemento primitivo originário de tudo que nós conhecemos até este momento. Ah, mas lá na questão 27 do livro dos espíritos tá dizendo que tem eh Kardec pergunta, não é? E os espíritos respondem que tem dois princípios. Tem o princípio espiritual, princípio material e acima deles está Deus. Mas nós vamos lá na 27. Vamos lá então na 27 pra gente fazer uma leiturinha, não é? Porque é importante nós entendermos o que os espíritos colocaram para Allan Kardec. Essa questão também é fundamental pro entendimento. Aí então dois elementos gerais do universo, a matéria e os e os e o espírito. Sim. E acima de tudo, Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material se tem que juntar o fluido universal que desempenha o papel de intermediário entre o espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o espírito possa exercer ação sobre ela. Embora de certo ponto de vista seja lícito classificá-lo com um elemento material. Classificá-lo com o elemento material. Ele se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o espírito não fosse. Deu para entender, gente? Na negativa está afirmando que uma coisa é também similar à outra. Então, se fosse positivamente matéria, matéria como nós entendemos, que a gente acha que o real é o nosso mundo. Então, realmente pode apalpar, a outra é irreal, ou ela não existe ou ela não é matéria, não? Aí os espíritos dizem que

téria, matéria como nós entendemos, que a gente acha que o real é o nosso mundo. Então, realmente pode apalpar, a outra é irreal, ou ela não existe ou ela não é matéria, não? Aí os espíritos dizem que ela é matéria que intencienciada, é uma matéria mais purificada. Então, quando a gente pensa que uma coisa está contradizendo a outra, ela está afirmando de outra maneira a mesma coisa. Então ele vai continuar dizendo aqui o que que é o fluido, né, universal. Está colocado entre o espírito e a matéria. Esse fluido universal é fluido, como a matéria é matéria e suscetível pelas suas inúmeras combinações com esta e sob a ação do espírito de produzir a infinidade infinita variedade das coisas de que apenas conheceis uma parte mínima. Esse fluido universal ou primitivo ou elementar, sendo o agente de que o espírito se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá. Então, e nós vemos aí que inclusive a formação dos mundos, tudo está baseado neste princípio. A princípio da gravidade surge desse movimento que é gerado pelo que é criado com o fluido universal. Muito bem. Entendendo então que tudo está eh integrado, tudo está relacionado, tudo é solidário dentro do universo, nós vamos entender dentro disso que nós vivemos em diferentes dimensões. A gente pode falar hoje, não é? Nós podemos estar inclusive ao lado de uma pessoa, está vivendo numa dimensão diferente da dele, no campo psicológico, porque a pessoa pode estar em paz, uma delas, e a outra num verdadeiro inferno, num tormento psicológico de preocupações e tudo. E os dois estão no mesmo lugar, no mesmo ambiente, mas um tá vivendo o inferno e o outro tá vivendo o paraíso, que é chamado, né, pela nossa ilusão, porque não existe nem paraíso e nem inferno. Na verdade, são estados de alma, não há como local circunscrito propriamente. Ah, mas não tem umbral. Os espíritos não criam umbral. Sim, a nossa mente gera transformações do fluido universal

inferno. Na verdade, são estados de alma, não há como local circunscrito propriamente. Ah, mas não tem umbral. Os espíritos não criam umbral. Sim, a nossa mente gera transformações do fluido universal presente e a impressiona esse fluido que ganha características daquilo que nós somos, daquilo que nós vibramos. Então nós vamos ver que os espíritos inferiores criam um ambiente que é denso, que é pesado, que é carregado. E nós quando entramos nessa faixa, estamos gerando com os nossos pensamentos, com a nossa vibração, com a nossa energia, esse ambiente que é desagradável, que é desequilibrado. Mas nós podemos reverter esse processo quando a gente faz uma oração, que a gente eleva o nosso tôus vibratório, nós então saímos, estamos no mesmo lugar, hein? Sem sair do lugar, mas a gente sai daquela vibração e a gente está numa outra dimensão, uma dimensão vibratória mais sutil, mais purificada, mais agradável. Então, nós podemos dizer que a questão realmente de céu e inferno não é de localização física, porque no mesmo lugar onde está o umbral, nós vamos encontrar as casas transitórias, os postos de socorro em que ao entrar ali dentro tem luz, se vê o sol e você sai para fora e não consegue ver o sol porque é tudo denso. Então são dimensões que estão existindo, coexistindo naquela mesma chamada localidade, não é? E é por isso que não é propriamente um local circunscrito, é um estado de alma que cria essas vibrações. E é por isso a nossa grande responsabilidade diante disso, porque falando da intervenção dos espíritos estão no mundo material, nós vamos ver que eles agem no mundo material. Eles não podem agir diretamente sobre a matéria, mas eles utilizam os elementos que nós fornecemos, o próprio perespírito deles, ou nos utilizam para que a gente faça o que eles desejam em relação à matéria. Muitas vezes as pessoas não se dão conta que estão preparando as coisas conforme os espíritos estão influenciando. E aí nós vemos de tudo acontecer, porque o espírito propriamente, ele não precisa

ia. Muitas vezes as pessoas não se dão conta que estão preparando as coisas conforme os espíritos estão influenciando. E aí nós vemos de tudo acontecer, porque o espírito propriamente, ele não precisa de elementos materiais para se alimentar, mas o indivíduo com o seu psiquismo preso ao campo material, ele sente falta de alimento. E aí é preciso ter alimento no mundo espiritual para ele. E é o que a gente vai ver, quem lêu o nosso larquador com eh os científicos, né, os cientistas ali, principalmente os médicos, que não concordavam de jeito nenhum que o povo que vivia no nosso lar podia simplesmente absorver um caldinho, não precisava de elementos mais sólidos, mais mais e comparado com o que nós nós e ingerimos, seria sutil. Mas para lá ainda grosseiro. Então, depois de 30 anos, o governador dá um basta de papel para cá, papel para lá, justificativas e tal, e chamou dos planos superiores espíritos que vieram ensinar a população como extrair do ar densa somente nos ministérios, mais ligado à crosta terrestre, a umbral e nos outros todos, se utilizaria completamente a alimentação para caldinhos fluídicos. Aí eu brinco dizendo e ninguém desencarnou lá porque parou de comer comida mais grosseira. Continuaram todos vivos. Ninguém desencarnou lá por causa disso. Então, nós temos os nossos conceitos e preconceitos e a gente acha que é cheio das razões. Nós é que sabemos tudo, nós é que ditamos como as coisas têm que ser e nos fechamos para receber de mais alto aquela experiência que esses espíritos já estão vivendo e para onde nós devemos caminhar também. Então, hoje já no planeta onde nós estamos, por causa dessa intervenção dos espíritos, do que eles nos trazem, do que eles nos ensinam, do que nós estamos vivendo, do que nós estamos observando, nós já podemos nos alimentar de maneira menos grosseira do que nós estamos nos alimentando, por um esforço de vontade, de busca, mas com muita atenção, como a gente falou logo no começo, Jon chama atenção para isso. O corpo ainda é um animal,

nos grosseira do que nós estamos nos alimentando, por um esforço de vontade, de busca, mas com muita atenção, como a gente falou logo no começo, Jon chama atenção para isso. O corpo ainda é um animal, então o corpo necessita de elementos mais grosseiros para se manter saudável. Mas muitas vezes nós exageramos e aí temos problema com contrário. Nós temos dificuldades relacionadas eh com o excesso, porque ingerimos excesso de açúcar, excesso de sal, excesso de de carboidratos e assim vai, né? E aí vamos tendo problemas por causa dos excessos que a gente ingere sem que o corpo tenha necessidade deles. Ou há um uma falta de balanço, não é, de equilíbrio daquilo que nós comemos. comemos muito de uma coisa e deixamos de comer outra que poderia e que é necessária para o o a nossa manutenção. Então, nós ainda precisamos caminhar muito para compreender e entender o nosso próprio corpo, atender as necessidades desse corpo e colocá-lo a serviço da essência espiritual que nós somos para que ele não nos ocupe o tempo todo. E a gente passa aqui o tempo da nossa encarnação cuidando da manutenção do corpo ou cuidando dos acharques que ele vai ter por causa do fato da gente não ter mantido o equilíbrio devido. Então, boa parte da própria encarnação é consumida no cuidado com a sobrevivência e as atenções que o próprio organismo físico demanda de nós. Quando nós estamos convidados a estar aqui, entender que é necessário cuidar do corpo, mas compreender que nós somos essência espiritual. E essa essência espiritual é a que vai seguir depois, quando da morte do corpo, que entregará os elementos de sua composição de volta para a Terra, para que então na desagregação natural venha a ser reabsorvidos esses elementos na composição de novos corpos, né, de novos elementos materiais na continuidade do processo evolutivo de tudo, porque as próprias células que nos compõem, trilhões de células, cada Uma delas é uma individualidade, um ser vivo. É por isso que a gente pode dizer que nós somos um universo em nós mesmos, cada um

, porque as próprias células que nos compõem, trilhões de células, cada Uma delas é uma individualidade, um ser vivo. É por isso que a gente pode dizer que nós somos um universo em nós mesmos, cada um de nós. E consideremos o que André Luiz nos coloca, que o corpo perespiritual, o perespírito, ele também é composto por células. E, portanto, nós seguiremos nessa mesma tipo de luta na realidade espiritual enquanto não avançarmos, não é, para os degraus mais avançados, mais elevados da nossa evolução espiritual. Então, Allan Kardec faz uma série de perguntas relacionadas com o assunto. A gente comenda a leitura do capítulo eh do livro dos espíritos na na parte segunda, quando ele vai falar da intervenção dos espíritos do mundo corporal. E ele vai fazer uma série de perguntas, algumas até muito interessantes, né? Todas elas são interessantes, mas algumas são curiosas. É o que eu queria dizer. E e ele vai perguntar assim: "Vem os espíritos tudo que fazemos? Será que os espíritos vem tudo que nós fazemos?" Disse Paulo que nós estamos cercados por uma nuvem de testemunhas, não é? Mas será que os espíritos vêm todo o tempo tudo que a gente faz? Os espíritos respondem de uma maneira muito sábia: "Podem ver, pois que constantemente vos rodeiam". Eles podem ver. Agora tem um detalhe. Eles vêm aquilo naquilo a as coisas nas quais eles se fixam, não é? Porque senão seria, nossa, como é que seria, não é? Estariam vendo tudo ao mesmo tempo, aquela confusão tremenda muitas vezes que tem no campo material. Então, quando eles estão concentrados em alguma coisa, é aquilo que eles estão concentrados que eles veem, não é? para não dar eh essa confusão tremenda que muitas vezes seria para muitos dos espíritos que também não tem muita evolução. Há espíritos, eu os os espíritos são nada mais do que nós do outro lado. Então se o Carlos Campete morre aqui hoje, não. Carlos Campete, bom vai morrer sim. Aí a gente Mas o Carlos Campete não morre. Morre sim. Paulo disse que o homem morre uma só

do que nós do outro lado. Então se o Carlos Campete morre aqui hoje, não. Carlos Campete, bom vai morrer sim. Aí a gente Mas o Carlos Campete não morre. Morre sim. Paulo disse que o homem morre uma só vez. Então o Carlos Campete vai morrer uma vez só. Porque o Carlos Campete é a personalidade que vocês estão vendo e conhecem. A essência divina que eu sou em realidade, essa não morre nunca. Essa vai continuar. Então, a vida é uma só. Desde que Deus nos proporcionou a vida, nós não a perdemos nunca mais. Mas nós passamos por diversas existências. E em cada existência nós temos uma persona, uma personalidade que tem um nome específico. O dia que essa personalidade, o homem nessa situação aí, né, homem, mulher, morre, morreu, o corpo vai pra tumba, não é? Vai ou vai cremado, vai acontecer o que tem que acontecer com o corpo. E a essência espiritual se desprende e aí alguém vai perguntar, mas como é que fica do outro lado? Como é que vai ser reconhecido? Então, a gente perguntou isso muitas vezes, né, pelo que os espíritos nos explicam e o que a gente observa da literatura espírita, eles seguem tendo, eh, naquele naqueles primeiros momentos, a mesma personalidade, ou seja, a mesma aparência que tiveram que nós tivemos durante o período aqui. Então, vou vou desencarnar. O corpo vai morrer, Carlos Campete morre, chego eu no mundo espiritual, como é que vão me ver ali imediatamente? como Carlos Campete. Mas aí a gente vai começar a rememorar o que foi. E aí, afinal de contas, então como é que a gente vai ser visto? Como é que vai ser isso? depende da circunstância da necessidade. Para os que conheceram Carlos Campete, a gente vai se apresentar como Carlos Campete. Para os que se nos conheceram numa outra encarnação, quando a gente foi eh Francisca, por exemplo, então nos verão como Francisca naquela circunstância que a gente tiver que se apresentar. E ah, mas no mundo espiritual como é que será? O espírito normalmente escolhe a aparência que foi mais significativa para ele nos últimos períodos. da

ircunstância que a gente tiver que se apresentar. E ah, mas no mundo espiritual como é que será? O espírito normalmente escolhe a aparência que foi mais significativa para ele nos últimos períodos. da reencarnação é o que a gente tem informação. Bem, então vai variar de espírito para espírito, não é? E de fato, de fato, nós iremos nos reconhecendo e com o tempo, na medida que nós vamos avançando, nós não nos reconheceremos mais pelas personalidades, nos reconheceremos pela essência que nós somos, porque é o que vai prevalecer. E aí a gente entra na no exame da grande dicotomia que Joana deves examina. em toda a sua obra psicológica, entre o ego e o self, entre o eu pequenininho e o eu grande, entre a personalidade ou a persona e a essência divina que nós somos. Então nós normalmente mergulhamos na carne, ficamos a serviço da personalidade transitória e nos esquecemos da realidade espiritual e aquilo que Jesus colocou, está no mundo sem ser do mundo. Se a gente se entrega aos interesses da persona transitória, nós não só estamos no mundo, como nós pertencemos ao mundo, porque as personalidades são do mundo. A essência divina não é. A essência divina é da realidade espiritual. Então, eh, aí vem a grande luta e que está simbolizado nas inúmeras parábolas que Jesus narrou ao longo do tempo, né? Nós temos registro de algumas, naturalmente não de tudo que ele falou, de tudo que ele, como João coloca, né? se fosse registrar tudo que ele disse, não caberia os livros no mundo. E ele não estava exagerando. Tudo que ele fez, tudo que ele realizou junto de nós. Então, é muita coisa. Tanto é que tem muitos livros escritos depois e não alcançamos ainda, não é? Em realidade tudo, porque nós não sabemos mesmo, nem temos condição de saber ainda. Então, nós vamos aprendendo, vamos nos desenvolvendo. E hoje nós podemos entender, não é? que Jesus nos deixou bem claro que eh a gente precisa vir para esse mundo por uma necessidade evolutiva, mas na medida em que nós nos apegamos a ele, nós então ficamos presos

podemos entender, não é? que Jesus nos deixou bem claro que eh a gente precisa vir para esse mundo por uma necessidade evolutiva, mas na medida em que nós nos apegamos a ele, nós então ficamos presos a ele numas sucessivas reencarnações que não seriam necessárias se nós simplesmente seguíssemos a orientação que recebemos e cumpríssemos com a lei divina nas nossas ações, nos nossos sentimentos, naquilo que nós Somos em essência. Então, os espíritos nos vem. Sim, nos vem. Eles podem nos ver a qualquer momento que eles quiserem nos ver. Todos os espíritos não tem espíritos que estão limitados, são tão materiais que eles não conseguem nem entrar na casa da gente, a não ser que abra a porta. E depois se estão dentro não consegue sair se alguém não abrir para eles sairem. Tão materializados que eles são. Mas não são todos assim. Não há espíritos que mesmo sendo ainda inferiores, eles não estão sujeitos a essas contingências. Eles entram nos locais fechados desde que eles se sintam convidados, desde que eles sintam que estão sendo atraídos. Eles entram, às vezes nem sabem como tão entrando. Olha que eles já estão lá dentro e a porta tava fechada, não é? Porque foram atraídos. Então, há de tudo que nesse nosso mundo ainda que a gente precisa conhecer e estudar ao longo do tempo. E aí a pergunta, não é? Eh, os os espíritos podem conhecer os nossos mais secretos pensamentos? Não há nada oculto que não venha a ser conhecido. Não há nada oculto que não venha a ser conhecido. Tá lá no evangelho também. Então eles sim, eles podem saber, não é? Como nós dissemos, nem todos estão em condições, mas na medida em que nós permitimos. E como é que a gente permite? Com o nosso comportamento, com os nossos pensamentos, com os nossos sentimentos, principalmente, a gente abre campo de sintonia com esses espíritos, sejam mais ou menos elevados e eles então têm acesso àquilo que a gente sente, aquilo que a gente pensa, aquilo que a gente está vibrando, não é? E aí, eh, o que é que os espíritos

om esses espíritos, sejam mais ou menos elevados e eles então têm acesso àquilo que a gente sente, aquilo que a gente pensa, aquilo que a gente está vibrando, não é? E aí, eh, o que é que os espíritos pensam de nós? Que que será que os espíritos pensam de nós? Depende do grau de elevação deles. Os superiores têm pelo sentimento de fraternidade, não é? Eles têm eh uma solidariedade para conosco, porque eles sabem da luta, da dificuldade, então eles desejam o nosso bem, fazem todo o esforço para nos ajudar. Então essa influência que eles exercem é uma influência positiva, nos inspirando para fazer o bem, eh nos orientando quando nós temos dificuldade, estamos sem saber exatamente como fazer, se nós temos boa vontade, abrimos o nosso campo psíquico para receber, vem as inspirações. Se a gente tem humildade, principalmente depois não dizer assim: "Nossa, olha só que sorte que eu tive. Se não fosse a minha sorte, o o nosso anjo da guarda fez o maior esforço para conseguir nos ajudar e depois a gente ingrato vai dizer que foi a nossa sorte que que resolveu o nosso problema. Sorte não existe. O que existe é a nossa tamanha ignorância. Isso é que existe. Então, os espíritos nos auxiliam, fazem o maior esforço. E aqueles desequilibrados que se sentem credores nossos ou que nós prejudicamos ou que não aceitam que a gente trabalhe no caminho da renovação espiritual, eles tentam nos impedir, esses espíritos tentam nos prejudicar, trazar a nossa marcha evolutiva. Esses dias eu passei por uma experiência interessante e às vezes já tinha passado outras vezes, mas não tinha percebido o que eu percebi agora. É uma coisa muito simples, na verdade, mas que a gente vai se dando conta com o tempo, né? Então o espírito estava tentando me influenciar, né, para que eu eh cometesse cert fizesse certas coisas que ele achava que era importante que eu fizesse. E então eu tava ali naquela luta de resistir, não é? que não não sabia que aquilo não era bom nem para ele nem para mim. Para que que eu ia fazer aquilo? É igual a

a que era importante que eu fizesse. E então eu tava ali naquela luta de resistir, não é? que não não sabia que aquilo não era bom nem para ele nem para mim. Para que que eu ia fazer aquilo? É igual a sugestão, né? Vou dar um exemplo de vir falar mal dos outros, não é? Mas não era isso não. Ele tava sugerindo outras coisas. Então, eh, num dado momento, eu disse a ele: "Olha, meu irmão, o negócio é o seguinte: o que você tá sugerindo não vai acontecer, tá? Eu te digo uma coisa, já resvalei, posso resvalar, posso até cair, mas eu vou levantar de novo, tá? Porque assumi um compromisso comigo mesmo de levantar, não ficar no chão, não. Então o que você tá dizendo vai me dar um tombo se eu fizer. Só que tem um detalhe, se eu fraquejar, eu vou levantar outra vez e eu vou dizer para você, não vai acontecer, tá bem? Eu já fiz o propósito, tô fazendo esse esforço tremendo, não é? E ainda que eu venha falhar, eu levanto de novo. Então eu vou te dizer uma coisa, você tá perdendo seu tempo, não é? E aí eu queria te fazer um convite. Por que é que você não faz um esforço? É, nós dois conversamos, eu vou tentar te ajudar. E na hora ele lembrou dos companheiros. Eu percebi o pensamento dele, os companheiros dele que tinham mandado ele para vir me perseguir e o que que eles iriam fazer com ele se ele aceitasse o meu convite? Aí eu disse assim para ele: "Ó, meu irmão, não é o que tá acontecendo comigo? Não é? Você sabe que eu fui dos de vocês, eu tive junto, não é? Aprontei os rolos todo, agora tô tentando, né, me me erguer, sair da situação e você tá aqui me machucando, me machucando, tentando me derrubar. Uai, é o que vai acontecer com você. Você vai querer fugir disso, mas se você não aceitar que aconteça agora, vai acontecer lá no futuro, situações às vezes até piores. Eu tô te oferecendo de nós nos apoiarmos, nos ajudarmos mutuamente. Não vai te faltar o amparo espiritual, mas você vai ter que arcar com as consequências do que você tá fazendo, não é? Como eu tô arcando com as minhas. Só que eu vou lhe

mos, nos ajudarmos mutuamente. Não vai te faltar o amparo espiritual, mas você vai ter que arcar com as consequências do que você tá fazendo, não é? Como eu tô arcando com as minhas. Só que eu vou lhe dizer, você tá perdendo seu tempo, não é? nessa situação te convida a fazer o seu esforço. Ó, sumiu, desapareceu, não voltou mais. Passado uns dias, eu tava no mesmo lugar que que tinha tido essa conversa com ele, tava distraído, tive um sentimento, não foi um pensamento, não. Prestem atenção nisso, um sentimento. O sentimento me disse: "Ô, meu Deus, da onde tá vindo isso? Ai meu Deus do céu, ainda tem isso dentro de mim, não é? Ainda que tenha vindo de fora, é porque tem repercussão aqui dentro de mim. Então por isso é que esse negócio tá aqui. Caramba. Bom, tudo bem, né? Me distraí de novo. Tá fazendo de repente vem o sentimento outra vez. Opa, nossa, outra vez aquele negócio. Digo, gente, que que tá acontecendo? Será que eu tô recebendo alguma influência? Mas se tiver influência é porque tem repercussão em mim. Eu tenho que ficar mais atento e tal e pá. E passou o tempo, eu tô lá distraído com outras coisas, de repente vem de novo o sentimento. Falei: "Ah, já entendi, já entendi. Mudou o sujeito, é outro cara que tá aqui agora. Mandar o outro, não vai trabalhar o meu pensamento agora, ele vai trabalhar o meu sentimento para ver se me derruba." Aí eu digo: "Ô, meu irmãozinho, você não sabe da conversa com o outro?" "Não, esse campo do sentimento é mais sutil, mas você é hábio, hein, cara? tá querendo que eu pense que sou eu que tô pensando isso, que tô sentindo isso, que tô vibrando. De fato tem repercussão dentro de mim, mas você tá me ajudando. Muito obrigado, tá? Porque tá me alertando que eu ainda tenho isso aqui para resolver. Vou estar mais vigilante, mais atento para não sentir mais isso, porque eu não quero sentir mais isso. Isso não é bom para mim, não é para você, não é para ninguém. Que sentimento deletério é esse? Então vamos vibrar junto. Eu vou te fazer o mesmo convite. Não é? Não, não

eu não quero sentir mais isso. Isso não é bom para mim, não é para você, não é para ninguém. Que sentimento deletério é esse? Então vamos vibrar junto. Eu vou te fazer o mesmo convite. Não é? Não, não esperou o convite, não. Saiu, foi-se. Então tá, tô livre. Quem é que disse? É descuidar um segundo, um segundo de descuido e eles estão aí. Como a gente ainda não consegue manter o padrão vibratório elevado todo o tempo, então vai haver momentos, né? Aí de repente a gente sente uma tristeza ou a gente fica bravo com alguém, fez alguma coisa que você achou que não deveria ser daquele jeito. Aí a gente dá uma bronca em alguém ou a gente faz alguma besteira, alguém dá bronca, você fica chateado. Bom, acontece não sei quantas coisas, é um momento de descuido e eles puf, por que isso? Por que que Deus não nos protege, não nos livra dessa coisa? Então, é de nos perguntar por que quando eu recebi lá atrás o convite de fazer o bem, eu escolhi prejudicar os outros. Por quê? Porque que agora eu julgo que eu tenho o direito de ser protegido, não é? sem enfrentar as minhas lutas e me fortalecer e evidenciar para minha própria consciência que eu posso me manter equilibrado e que eu ainda posso cair. Eu não posso ter o orgulho de dizer que eu não vou me resvalar, que não vai acontecer comigo, porque isso seria orgulho, porque não tem evolução espiritual para isso ainda. Então é uma questão de autoanálise, de nós examinarmos e de nós fazermos um compromisso conosco mesmo. Que tipo de influência eu estou recebendo? Ah, os maus espíritos são uma coisa horrorosa. Eles são, né? Uma coisa horrorosa. Só que se o mau espírito tá do meu lado, é só porque ele é uma coisa horrorosa. O que é que eu tenho que estar atraindo a presença dele? Então, a coisa horrorosa às vezes, né, a gente tem que olhar com outros olhos. Ele não é uma coisa horrorosa. Ele é um irmão nosso, carente, necessitado, desequilibrado, desorientado, que tem medo. Ele tá fazendo isso por covardia, porque ele tem medo de se

har com outros olhos. Ele não é uma coisa horrorosa. Ele é um irmão nosso, carente, necessitado, desequilibrado, desorientado, que tem medo. Ele tá fazendo isso por covardia, porque ele tem medo de se enfrentar. Ele foge da própria consciência. Então, é um carente, é um enfermo. E é como Jesus tratou esses irmãozinhos desequilibrados, como irmãos que estavam em carência. são aqueles necessitados de médico, situação em que muitas vezes nós nos encontramos, mas hoje, graças ao espiritismo, essa doutrina maravilhosa, nós podemos entender tudo isso e compreender que os espíritos, sim, nos influenciam, influenciam as coisas no nosso entorno. Eles podem criar situações, podem, dependendo do que eles encontram, mas eles não podem causar nenhum dano que a gente não tenha necessidade. Não podem nos prejudicar de forma nenhuma. Por isso, nós só receberemos aquilo que nós temos necessidade, porque senão Deus seria injusto e Deus não é injusto. Então, quando a gente sentir alguma influência ou algo que a gente acha que os espíritos fizeram, puxa, sumiram com a minha chave, eu tenho certeza que eu pus a chave aqui em cima da mesa. A chave não tá mais, foram os espíritos que levaram. Então, a culpa é dos espíritos, a culpa é do meu descuido. Provavelmente eu botei a chave no outro lugar e tô achando que eu botei em cima da mesa, então tô culpando os espíritos. E se foram eles que levaram, então caramba, eu tô fornecendo, alguém tá fornecendo elementos e está acontecendo comigo porque eu tenho necessidade de passar por aquilo. Então, a corresponsabilidade, assumir a nossa corresponsabilidade em tudo isso, porque é preciso que a gente eleve o nosso tôus vibratório para chegar naquela condição de não mais tendo concupiscências, os espíritos inferiores não terem acesso para nos tentar. Por isso, nós vamos encaminhar aqui para um uma conclusão, nos lembrando da tentação de Jesus no deserto. E a primeira pergunta que nós vamos fazer, Jesus foi tentado de fato, conforme o entendimento popular

o, nós vamos encaminhar aqui para um uma conclusão, nos lembrando da tentação de Jesus no deserto. E a primeira pergunta que nós vamos fazer, Jesus foi tentado de fato, conforme o entendimento popular do capítulo 4 de Mateus e de Lucas? A resposta é não. Tá bem. Allan Kardec no no capítulo 15 de A Gênese afirma que aquilo é uma parábola e não um fato. É um ensinamento que Jesus transmitiu. Nós tivemos meditando sobre o assunto, chegamos a algumas conclusões que gostaríamos de compartilhar. De fato, é uma parábola. E Jesus, e tá registrado no capítulo 4 de Mateus e de Lucas. No capítulo 5 começa as bem-aventuranças, né, do de Mateus. Então, as bem-aventuranças foram colocadas para toda o povo. Ele então se colocou numa posição que pudessem vê-lo e ouvi-lo. E falou um pouco mais elevado, né? E e Lucas vai dizer que é na planície que ele fez isso e Mateus vai dizer que é na é na no monte, né? Então, eh, a gente supõe que ele teve estava numa posição e que todos pudessem vê-lo e ouvi-lo. E aí ele fez o o discurso que, segundo o Gand, ainda que desaparecessem todos os livros do mundo, sobrasse só o sermão da montanha, seria suficiente para nos guiar no nosso processo de desenvolvimento. Então, eh, o sermão da montanha foi colocado para todo mundo, mas Jesus ensinava particularmente aos discípulos. Tinha coisas que ele falava só para os discípulos. E ele antes de ir para o sermão da montanha, nós fazemos essa dedução. Ele quis ensinar aos discípulos como era o processo evolutivo da criatura humana com as quais eles estariam no sermão do monte para entender que esses seres humanos eh estavam numa luta evolutiva, como ele tinha passado por ela, que ele não tinha nenhum privilégio. Ele evolui em linha reta por escolha dele, conforme Emoan nos coloca, foi o único espírito que pisou na Terra e que evoluiu em linha reta. Então, tem gente que não concorda com isso, não é? Mas é uma questão de lógica, inclusive, senão a lei divina seria falha. Todo mundo tem que errar. Não, todo mundo não tem que errar, não.

linha reta. Então, tem gente que não concorda com isso, não é? Mas é uma questão de lógica, inclusive, senão a lei divina seria falha. Todo mundo tem que errar. Não, todo mundo não tem que errar, não. Aqueles que obedecem a lei avançam. Está no livro dos espíritos, aliás, bem colocado, que aqueles que obedecem a lei avançam mais rápido que os outros. E Kardec vai perguntar: "E qual vai ser a diferença entre os outros quando chegarem na perfeição?" Nenhuma, porque todos aperfeiçoarão, mas aqueles que não seguiram os ensinamentos, a lei divina, vão demorar mais tempo. A eternidade para eles é mais longa. Você pode colocar assim: a diferença de eternidades, né? é é a diferença de velocidade, vamos colocar assim, no processo evolutivo. Então, Jesus tinha feito a sua evolução, quando veio aqui na Terra, já era o espírito puro. E ele então foi contar pros discípulos como é que era o processo. E ele então eh narra esta parábola que acabou sendo interpretada mais tarde pelas interpolações e alterações que são feitas, foram feitas ao longo do tempo, como virando um fato de Jesus sendo levado pelo espírito ao deserto. Mas todos nós somos levados pelo espírito ao deserto. Quem é o espírito? O que é o espírito? O espírito divino nos cria simples, ignorantes, questão 115 do livro dos espíritos, e nos submete às provas. Então, o espírito nos leva ao deserto. Que que é o deserto? As provas pelas quais nós vamos passar, as privações, as dificuldades para nos desenvolver, desenvolver os nossos potenciais que estão colocados em germem. Então, essas provas se darão no campo material. Nós nascemos no no berço da matéria. É que nós surgimos, não é? Como princípios espirituais e vamos desenvolvendo, acumulando experiência ao longo de milênios e milênios e milênios até alcançar a condição de consciência. com a consciência, a responsabilidade pelo livre arbítrio, uso do livre arbítrio e a a consciência da existência da lei divina inserida em nós mesmos, na própria consciência que guia e deve

nsciência. com a consciência, a responsabilidade pelo livre arbítrio, uso do livre arbítrio e a a consciência da existência da lei divina inserida em nós mesmos, na própria consciência que guia e deve guiar os nossos passos. Então ali ele vai colocar que passa por um período longo, é esse período anterior que não tem consciência ainda, até que tem fome. Aí quando chega a ter fome é porque despertou a consciência, a consciência de si mesmo, vai aparecendo a responsabilidade junto com isso. E então vem a responsabilidade de tomar decisões. E qual é a primeira decisão que a criatura vai ter que tomar estando no no na matéria? É o equilíbrio. E aí ele vai colocar, não é, que a tentação é transformar as pedras em pão. Como é que a gente transforma a pedra em pão? Eu já perguntei para várias pessoas e normalmente a pessoa dizem, fazendo o milagre, né? Não tem milagre no evangelho, gente. Não existe isso não. Milagre não existe. Milagre é derrogação da lei divina. Isso não existe. Deus fez as leis tão perfeitas que não precisa derrogar não. Isso é criação da nossa ignorância. Esse negócio de milagre e de derrogação da lei divina. O que existe é o cumprimento da lei. Como é que transforma a pedra em pão? A gente aprendeu o processo ao longo do tempo. A gente vai cava a terra, prepara a terra, bota a semente, a semente brota e aí a gente vai fazer o pão com o resultado. Só que a gente precisa produzir para se alimentar. Mas aí vem a tentação, não é? Transforma essas pedras em pão, vamos acumular. E aí Jesus vai colocar as parábolas pra gente entender daquele homem muito rico que tinha muita coisa e teve uma toalheita imensa. Aí que que ele ia fazer com aquilo tudo? Ele se perguntou: "Já sei que eu vou fazer. Vou destruir os meus celeiros, construir outros maiores, botar tudo dentro. Depois que ele fez isso, ele falou: "Aí, minha alma, tens abundância, come, regala-te." E ouve a voz de Deus, a voz da consciência. insensato que és nesta mesma noite tomate uma alma. Para que te servirá

ois que ele fez isso, ele falou: "Aí, minha alma, tens abundância, come, regala-te." E ouve a voz de Deus, a voz da consciência. insensato que és nesta mesma noite tomate uma alma. Para que te servirá tudo isso? Ou seja, o que que é a alma? O espírito encarnado. Naquela noite da ignorância na qual estava, ele ia desencarnar. Para que que ia servir tudo aquilo que ele tinha acumulado? Então, é o acúmulo dos bens no campo material. É a primeira tentação. Qual a segunda tentação? é ir para o pináculo do templo. E aí a tentação é a gente se atirar, porque afinal de contas nós somos representante de Deus na terra e a gente se atira do pináculo lá do templo e os anjos vão nos salvar porque nós somos servidores de Deus diante das pessoas e acho que a gente tem privilégios. Então nós tivemos a petulância de nos arvorar e de intermediários entre Deus e as outras criaturas. Essa é a grande tentação. Nós através das religiões dominando os outros, enganando as outras pessoas. E aí a gente vai ler, não é? O que que acontece na literatura espírita? Diz o que acontece com os representantes da religião que pregam pros demais e não faz Jesus já alertou isso lá, não é? Truto dos fariseus que recomendavam fados tão pesados pros demais que nem poderes tocavam. Então é o falso representante, porque não precisa de representante de Deus junto à humanidade. Porque Jesus, quando os discípulos pediram a ele para ensinar a orar, ele nos ensinou a falar diretamente com o Pai. E ele não veio aqui para se tornar representante religioso. Ele veio para nos ensinar o caminho e não para substituir os nossos esforços de evolução espiritual. Aí vem a terceira tentação, é se colocar lá no alto, ver todos os reinos da terra. é a tentação do campo administrativo, político, em que a gente acha que a gente é maior e melhor do que os outros também no campo da administração pública, da política, no campo, não é, da da administração das grandes empresas e assim sucessivamente. É ficar rico no mundo outra vez, mas agora no mando, no

outros também no campo da administração pública, da política, no campo, não é, da da administração das grandes empresas e assim sucessivamente. É ficar rico no mundo outra vez, mas agora no mando, no poder. Não é só multiplicar pão. Primeiro é multiplicação daquilo que a gente não precisa para viver nesse mundo. é acúmulo de coisas que nos prende aqui, de riquezas. O outro é de nos colocar como os melhores do que os outros. Nós representamos Deus na terra. E aí vem os a outra tentação da do campo administrativo político, não é? que é a nossa grande dificuldade. Então aqui nós vemos que em tudo isso os espíritos estão nos influenciando, mas a responsabilidade não é deles, a responsabilidade é nossa, porque nas respostas que Jesus coloca ali, não é? Que é dada sempre para o tentador, é para o nosso ego, porque a tentação entre o ego e a essência divina é o famoso diabinho e anjinho da Igreja Católica, um num ombro, outro no outro. Do lado esquerdo, o infeliz do tentador. Do lado direito, o anjo bom. é o ego e a essência divina que todos nós temos dentro de nós. Quem que a gente ouve o ego, aí a gente vai passar e cair em todas as tentações. Se a gente ouve a essência divina, aonde a a lei divina está inserida na própria consciente, a gente faz o bem, não contraria a lei divina, a gente vai direto e vai dizer, vai de retrotentador, Satanás. Que que é o Satanás? Satanás é o inimigo. Satanás é o inimigo. Que que é o inimigo do espírito? É o apego à matéria. Então, Satanás é o apego à matéria, é o apego ao poder, é o apego à van, a glória que a gente acha que a gente pode representar Deus na terra e essas coisas assim. E ainda usando o nome de Jesus. Então é botar a mão na consciência hoje que a gente está adentrando o período da regeneração da humanidade e é preciso a gente pôr a mão na consciência. E a gente, esse mão na consciência é simbólico, viu, gente? é colocar a essência divina examinando a lei que está inserida aqui para a corrigenda dos nossos rumos, para então nós recebermos

nsciência. E a gente, esse mão na consciência é simbólico, viu, gente? é colocar a essência divina examinando a lei que está inserida aqui para a corrigenda dos nossos rumos, para então nós recebermos cada vez melhores influências espirituais e nós mesmos sermos melhores influenciadores, porque a influência é mútua em todos os campos. Mesmo estando encarnados, nós estamos nos influenciando uns aos outros, porque isso é da lei da vida. Então, não temamos os espíritos. Todos são nossos irmãos. E muitas vezes o que nós temos que não temer, mas estar vigilantes. E é por isso que Marcos disse: "Olhai, vigia e orai. Olhai para dentro". Olha o que está acontecendo. Mas você pode olhar no seu entorno, seu atalaia, para ver se tem risco e vigia para dentro, porque o grande perigo está aí. Não tem que ficar vigiando os outros, não. Você tem que olhar para conhecer o entorno, saber de tudo que acontece, tal, mas vigia a você mesmo, que o grande risco é o seu ego. Esse é o grande problema. O meu grande risco é o meu ego. Então, se a gente está vigilante, a gente ao perceber, não é, ou não percebendo o risco de toda forma, a gente ora para estar sintonizado com os planos superiores para receber as melhores influências e dar seguimento à nossa evolução espiritual. Muita paz, muita luz para todos. Que Jesus nos guie sempre. >> Nossa imensa gratidão, Carlos, pelas belíssimas reflexões, chamando-nos atenção para a nossa própria essência, para despertarmos para a vida maior. Que o Senhor da vida te ilumine hoje e sempre. Amém. >> Todos nós. Que assim seja. >> A nossa gratidão também. tantos amigos aqui conosco hoje. Lembrando que nós temos um convite especial. Na próxima sexta não teremos a nossa live às 18:30, porque teremos início à nossa 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Inicia-se na próxima sexta, 29 de agosto, até 7 de setembro. Então, nosso encontro na próxima semana a aqueles que não puderem estar presencialmente aqui conosco no Centro de Convenções Divaldo Franco será às 20 horas, bem como

29 de agosto, até 7 de setembro. Então, nosso encontro na próxima semana a aqueles que não puderem estar presencialmente aqui conosco no Centro de Convenções Divaldo Franco será às 20 horas, bem como durante 10 dias. Teremos toda uma programação em torno do tema A justiça divina. Então nós fazemos o convite, se inscreva em nossos canais, tanto aqui como na TV Manão no Caminho. Ative o sininho para receber as notificações de todos os eventos que vai que irão ocorrer neste período, bem como depois para ficar ciente das nossas atividades todos os dias. Então que sejamos nós cooperadores com bem, trabalhando sempre. E para isso precisamos vencer a nossa própria ignorância, seja no campo dos sentimentos, seja no campo das emoções e do agir. Então venha, participe conosco. Teremos a alegria de reencontrá-los presencialmente. Então, a todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida, paz e luz a todos e até a próxima semana. aqueles que puderam estar conosco presencial ou online, sempre muito bem-vindos.

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