INÉDITA | O QUE VOCÊ OBEDECE - Mayse Braga (PALESTRA ESPÍRITA)
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Meninos de sábado, mais uma vez juntos, mais uma vez sem vacina, mais uma vez não presencialmente. Iniciamos esse mês de março com perspectivas difíceis, com a certeza de que esperança e tudo aquilo que sempre norteou o nosso coração nessa atual existência em que nos encontramos entre tantas coisas para um dar força pro outro, sob o teto de uma casa abençoada como a comunhão espírita de Brasília no primeiro sábado de cada mês, há 45 anos. faz agora em julho, 45 anos em que aos sábados nos encontramos. Hoje eu quero falar um pouco de energia, de força, de crença, daquilo em que nós acreditamos ou desacreditamos. Porque nunca nesse isolamento, nessa solidão em que de uma maneira ou de outra quase todos nós estamos, se pode pensar tanto sobre o que nos move, o que é aquilo em que nós acreditamos, o que é aquilo que nos impulsiona. E é claro, sabemos porque um dia a doutrina espírita surgiu com seu conhecimento a nos abrir as percepções. Sabemos todos que, em verdade, aquilo que mentalizamos nos faz sentir e aquilo que sentimos conduz nossa vida. Mas há sempre surpresas, porque uma existência tem uma série de percalços e de belezas também. E acredito que quando essa situação dolorosa para todos nós, de uma maneira ou de outra, for de alguma maneira controlada, porque solucionada, quem sabe vai demorar mais tempo ainda. Mas quando tivermos condições de estar novamente juntos, de alguém nos dizer que pelo menos de máscara poderemos nos abraçar novamente, creio que todos nós, malgrado nossa própria vontade, estaremos diferentes. Se Deus quiser, melhores. E se nós decidimos também, melhores. Mas há três momentos da vida de Chico Xavier que eu gostaria de dividir com vocês. Um deles acontecido há muitos anos no Rio de Janeiro. Ele e o casal amigo que o hospedava chegaram à casa espírita onde haveria um encontro, uma palestra e, claro, o convívio daquelas pessoas com Chico naquela noite. Mas por episódio que agora não me recordo, tudo deixou de acontecer e foi transferido ou para outro dia ou
eria um encontro, uma palestra e, claro, o convívio daquelas pessoas com Chico naquela noite. Mas por episódio que agora não me recordo, tudo deixou de acontecer e foi transferido ou para outro dia ou para uma outra ocasião. Mas quando voltaram para o carro, o casal amigo disse a Chico: "Chico, você gostaria de fazer alguma coisa porque, afinal de contas a noite ficou livre." E o Chico então que estava no Rio de Janeiro, disse a eles: "Ah, eu nunca caminhei no mar, eu nunca caminhei na praia. Eu queria tanto caminhar na praia, mesmo sendo à noite", foi há muitos anos atrás, com alguma segurança, o casal o levou até a praia. Ali para quem conhece o Rio de Janeiro, bem em frente ao Copacabana Palace, um dos hotéis mais luxuosos e tradicionais do Brasil, conhecido no mundo inteiro. Aliás, tem tem um episódio engraçadíssimo recente no Copacabana Palace. Ah, ali por motivo óbvio, porque as pessoas eh desembarcam e embarcam a porta porque é um hotel luxuoso, porque artistas, pessoas do mundo inteiro com dinheiro, só com dinheiro se pode hospedar ali, eles impedem, pela segurança que existe à frente do do Copacabana Palace, que qualquer pessoa em situação de rua permaneça ali. É realmente um pedaço onde você passa e você não vê um pedinte, você não vê alguém que lhe estende a mão pedindo alguma coisa, porque a própria segurança da porta do hotel impede isso. Mas há questão de dois anos atrás, um pouco mais, para surpresa do Rio de Janeiro, e saiu até nos jornais, um rapaz em situação de rua teve permissão do próprio hotel para estar ali à frente por 24 horas. Um recorde, porque isso não é permitido. Ele ficou um dia inteiro e imagine as gurgetas que ele ganhou. ali simplesmente vestido, pedindo ajuda a aqueles endirados que saíam e entravam do hotel. Mas por que é que esse moço teve esse benefício, esse beneplácido dos responsáveis pelo hotel? Porque bem carioca, ele havia tentado se instalar à porta do hotel com um pequeno cartaz extremamente criativo e carioca mesmo. Ele escreveu na papeleta para que as
lácido dos responsáveis pelo hotel? Porque bem carioca, ele havia tentado se instalar à porta do hotel com um pequeno cartaz extremamente criativo e carioca mesmo. Ele escreveu na papeleta para que as pessoas que passavam vissem e com toda a sinceridade que só o carioca possui, estava escrito informações, 50 centavos. Se eu souber R$ 1, gerente do hotel Copacabana P se achou tão divertido e criativo 50 centavos qualquer informação. Se ele soubesse, 50 centavos a mais, que permitiu que ele ficasse ali por um dia inteiro. E depois, obviamente entrevistado por alguém, ele contou que o que ele havia recebido ali na porta do hotel em 24 horas o manteria sem dificuldades por longo período, porque vocês sabem que entrava e saía ali todos enirados, nenhum passando necessidade, ao ver o rapaz inusitadamente ali consciência do ia e imediatamente, sem que o rapaz sequer se aproximasse. estendia alguma ajuda. Mas voltando ao Chico, o Chico então de braço dado com o casal à noite, numa noite linda do Rio de Janeiro, vem para a areia em frente ao Copacabana para ver o mar. E quando eles chegam, num momento em que estava quase vazio, não havia ninguém, há uma jovem que ajoelhada na areia acende uma vela. E, claro, estava ali fazendo uma oferenda às entidades do mar. De repente, o Chico começa a chorar e o casal, surpreso, pergunta: "Chico, você está chorando por quê? Está comovido? Porque viu a moça ajoelhada acendendo a vela na areia?" E a e a moça, naturalmente, depois de acender a vela, abaixou a cabeça para fazer uma oração. E o Chico, emocionadíssimo, disse a eles: "Não só isso." No momento em que ela começou a orar com a vela acesa, "Eu vi entidades saírem do mar na direção da jovem. entidades belíssimas que eu nunca tinha visto, nunca tinha visto entidades ligadas às energias do mar. E elas vieram na direção da jovem, se abaixaram, pegaram a vela e Chico emocionado contando que quando as entidades tocaram na vela, a vela corporificou-se energeticamente na mão das entidades, embora a vela material
direção da jovem, se abaixaram, pegaram a vela e Chico emocionado contando que quando as entidades tocaram na vela, a vela corporificou-se energeticamente na mão das entidades, embora a vela material que a moça havia acendido permanecesse fincada na areia, na frente da moça. E as entidades então voltaram-se, viraram-se de volta para o mar, levando nas mãos não só a vela, ou se pudéssemos, mal comparando, dizer alma, o espírito da vela, mas principalmente o pedido. pedido que obviamente Chico não sabia qual era e que a moça havia feito dedicando o acender da vela às entidades que moravam no mar. O Chico ficou emocionado ao ver que a fé daquela jovem era tão grande e o respeito das entidades do mar era tão grande também que eles vieram buscar aquela oferenda, que era uma simples vela e levaram embora, certamente embuídos do desejo de de alguma maneira oportunamente atender ao pedido que a moça fazia. Que coisa linda você ver uma cena dessa. Deve ter sido uma emoção tremenda como foi para o Chico. Porque o casal amigo ao vê-lo descrever a cena, chorava emocionado. E o Chico dizendo que as entidades eram translúcidas. diferentes das entidades espirituais que trabalhavam com ele, dos espíritos que ele via há tantos anos desde criança, porque eram entidades realmente que moravam nas águas. É lindo pensar que tudo que existe no mundo, material ou fora da matéria, é energia e obedece as leis as quais todos nós estamos subordinados e também a nossa fé, aos nossos desejos, aos nossos pedidos. Eu fiquei pensando na noite de ano novo. Eu fiquei pensando nas cerimônias que os nossos irmãos de Umbanda de candomblé fazem em tantos mares, lançando sobre as águas presentes para ir manjar para outras entidades ligadas ao mar. E há quem deboche, há quem não acredite, há quem humilhe, há quem considere um horror até por puro preconceito, por não ter estudo, por não ter a felicidade que Chico teve naquela noite, com sua vidência extraordinária de ver aquela cena em que, com maior respeito, as entidades
horror até por puro preconceito, por não ter estudo, por não ter a felicidade que Chico teve naquela noite, com sua vidência extraordinária de ver aquela cena em que, com maior respeito, as entidades vieram buscar a alma daquela vela acesa e, principalmente o desejo que aquela moça estava fazendo de algo que certamente ela precisava e orava pedindo. Lembram dessa história que aconteceu há tantos e tantos anos? Eu fiquei pensando, nós temos nossa livre vontade e é hora, talvez, vivendo dias difíceis de pensarmos a quem? O que eu obedeço? Que forças tem poder sobre mim? Eu sou uma pessoa tão cheia de enigmas que qualquer dificuldade me faz oscilar do equilíbrio a loucura. Um dia estou bem, mas em três não estou. Um dia creio no outro porque fui contrariado, porque algo que desejei não aconteceu. Tudo vai para água abaixo. Da firmeza das nossas decisões, muitas vezes nasce a possibilidade de auxílio que o mundo espiritual possa realizar em nós. e da tibieza, do que nós achamos que queremos, mas no fundo não desejamos. Com todas as nossas forças nascem as nossas preocupações e também a solidão de considerar que nunca somos atendidos em nossas pretensões. E muitas vezes são pretensões mesmo, porque é como você ir até um banco, não ter conta lá, contar uma história triste ao gerente, pretendendo que como ele te empreste algum dinheiro. Mas se você não tem ali nenhum depósito ou poupança, de onde ele tirará recurso para te ajudar? Em relação às coisas do espiritual, da espiritualidade, é a mesma coisa. Das nossas horas de aflição, nas nossas horas de dor, nós invocamos todas as forças, acreditando que elas nos devem satisfação, uma nova vida, uma realidade positiva, mas nos esquecemos de merecer, nos esquecemos de sintonizar, não só na busca da felicidade, mas nos dias complicados, nos dias em que fica Fica tão difícil simplesmente às vezes ter força para acordar, para iniciar o nosso dia, para nos olhar no espelho, para acreditar que, embora os dias sejam duros, vão passar.
os, nos dias em que fica Fica tão difícil simplesmente às vezes ter força para acordar, para iniciar o nosso dia, para nos olhar no espelho, para acreditar que, embora os dias sejam duros, vão passar. Ah, é preciso fé. Às vezes só fé não basta. É preciso raciocínio, é preciso autoconhecimento, é preciso estar firmes na convicção de que poderemos fazer ainda mais e melhor passados dias de tempestade. Se érmos indiferentes, vamos deixar de seu. problemáticos, perceberemos que é uma carga tão grande obedecer aquilo que não é bom, que nós com certeza vamos em busca de novos horizontes. Com religião ou sem nenhuma religião, com certeza haverá em nós uma sede, uma fome de mudar o nosso destino de uma vez por todas e de não chegar mais uma vez um dia no mundo espiritual. reclamando como sempre, como já fizemos em tantos desencarnes, de que as coisas não conspiraram ao nosso favor. Muito pelo contrário, as forças negativas não nos esqueciam. Sempre que havia dificuldade, e nós sabíamos, eram as energias difíceis que queriam que obedecêssemos a elas e para resistir nos frustrávamos. Se eu tivesse ganhado R$ 1 por cada pessoa que eu vi chegar na comunha hospita de Brasília nos 48 anos em que lá estou, que me disse: "Eu vim aqui porque sei que tudo que eu estou fazendo não tem nada a ver comigo. são entidades sofredoras que não querem o meu bem e que estão me impedindo de ser feliz, de me realizar, de tomar a atitude que eu preciso, me afastando das pessoas, enfim, todas as tragédias eram causadas por seres invisíveis que ou invejavam aquela pessoa por por ela estar no corpo e e esses espíritos não, ou queriam armar uma grande cilada para ela. Ela sempre é a vítima, o perseguido, aquele que precisava de um longo tratamento para não mais passar por nenhuma dificuldade espiritual. E claro, conheci pessoas que ficaram um ano fazendo tratamento espiritual dentro do centro espírita. E ao final daquilo, quando finalmente se consideram se consideraram libertas, quando se propunha trabalho e estudo, aí
ssoas que ficaram um ano fazendo tratamento espiritual dentro do centro espírita. E ao final daquilo, quando finalmente se consideram se consideraram libertas, quando se propunha trabalho e estudo, aí não era possível, porque já que ela tinha ficado um ano se preocupando em se equilibrar, agora ela tinha que voltar à vida dela normal. E na vida dela normal, ela não obedecia a nenhuma das duas regras, nem estudo, nem trabalho no bem. Portanto, era um sério ou uma séria candidata a retornar brevemente em desequilíbrio à casa espírita. Mais uma vez conheci muitas pessoas assim também que ao longo dos anos frequentemente apareciam, cada vez mais desequilibradas, mais perturbadas, mais sozinhas. Mas quando você enfatizava a necessidade do trabalho, do estudo, do autoconhecimento, aquele não era o momento. Havia outras preocupações. um dia, quem sabe, olha, até ouvir de jovens a afirmação categórica de que elas tinham problemas de relacionamento com os namorados, porque havia, elas tinham certeza, um ex-namorado desencarnado de outras vidas que as perseguia e que nunca deixaria que encontrassem o verdadeiro amor, porque manipulavam as suas emoções invisíveis. E toda vez que se aproximava um rapaz, uma moça que valesse a pena, desaparecia, porque aquela influência não permitia. Ou seja, o poder que todas as pessoas dava davam às entidades sofredoras era tremendo, era absoluto. não se cogitava de proteção espiritual, dos mentores espirituais, dos seus próprios protetores, mas a pessoa acreditava piamente e praticamente obedecia os seus pensamentos fixados no negativo. Olha, me lembrei agora de uma coisa. Há muitos anos atrás eu era uma garota. Alguém veio da plateia depois de uma palestra minha muito séria me dizer: "Maíse, eu fiquei sabendo que alguém colocou seu nome costurado na boca de um sapo e eu tinha que te avisar." Eu confesso a vocês que eu fiquei tão surpresa com a história que eu nem perguntei pra pessoa que, por sinal, mal me conhecia quem tinha contado isso a ela. E só
de um sapo e eu tinha que te avisar." Eu confesso a vocês que eu fiquei tão surpresa com a história que eu nem perguntei pra pessoa que, por sinal, mal me conhecia quem tinha contado isso a ela. E só lamentei pelo sapo, porque nem por um segundo eu imaginei que primeiro alguém tivesse se dado esse trabalho. Segundo que eu tivesse feito alguma coisa para alguém que possibilitasse esse gesto. Terceiro, me surpreenderia que alguém que estava dentro da comunhão espírita e que com certeza ali me conhecia, estivesse num outro lugar onde havia possibilidade de tentar criar obstáculo à vida de alguém de uma forma tão difícil. Mas você escuta de tudo. Quando você pergunta a pessoa: "E como você se sente nessa situação de tanto conflito que você está vivendo?" A pessoa muitas vezes ficava muda ou então dizia: "Péssima! Por isso que eu estou aqui, porque eu sei que aqui vai haver solução pro meu caso. Eu me lembrei muito de quando minha filha era bem pequena, o dono da escola onde ela estudava era meu amigo, tinha sido meu professor. E ele comentava comigo, ele dizia: "Maí, você não tem ideia dos pais que chegam aqui. Quando eu o chamo por alguma dificuldade que o filho está criando na escola e o pai e a mãe me dizem: "Mas eu pago a escola para não ser importunado. Eu pago a escola para não ser chamado a minha filha tem 37 anos, ela tinha dois quando foi pra escola e ele contava isso. ficava boca aberta, mas ele ficava tão decepcionado com a atitude de muitos pais que ele várias vezes pensava em vender a escola porque era um aborrecimento constante. O pai e a mãe entregavam ali a criança e não imaginavam que tinham participação efetiva como pai e mãe na educação daquela criança. Eles simplesmente delegavam à escola qualquer preocupação e, pelo contrário, não queriam ser incomodados. Queriam sim que o filho os obedecesse, mas tinham que aprender na escola a obedecer. Acredito que tenha mudado muito. Eu tenho, eu tenho 63 anos, tinha 25 quando minha filha nasceu. Sou de outra
ados. Queriam sim que o filho os obedecesse, mas tinham que aprender na escola a obedecer. Acredito que tenha mudado muito. Eu tenho, eu tenho 63 anos, tinha 25 quando minha filha nasceu. Sou de outra geração. Acredito que hoje pais e mães não considerem a escola um depósito e nem considere a escola responsável por aquilo que desde o instante que você descobre que vai ser pai, que vai ser mãe, passa a ser compromisso, sua responsabilidade. Mas é óbvio que gerações anteriores o pai e a mãe não queriam ser amados ou entendidos, mas sempre obedecidos. Não se questionava a autoridade de um pai ou de uma mãe. Com os anos passando, claro que essa autoridade passou a ser questionada. Claro que o mundo mudou muito. Entretanto, quem tem dentro de si educação, quem sabe que somos mergulhados em energias que no fundo nos comandam, porque a partir do momento que nos ligamos a elas, elas nos guiam. somos guiados por elas, sejam boas ou não. Acredito que hoje, mesmo para os pais que não têm religião, haja essa consciência ou deveria haver. E é claro, existem aqueles que não têm nenhuma bondade no coração, que não tem nenhuma afinidade conosco, mas que por algum motivo simpatizam conosco. Certa feita, Chico estava no quarto dele fazendo uma prece. aparece no seu quarto um chefe de uma falange sofredora. Era um espírito difícil, era um espírito de muita energia negativa, porque é óbvio, se alimentava há muito tempo das energias que tinha, que eram as mais negativas possível. E como ele dominava outros espíritos que se sentiam intimidados e amedrontados por ele, essa energia era ainda maior. Pois esse espírito aparece e diz: "Chico Xavier, eu vim lhe fazer uma proposta". E o Chico disse: "Pois não, você sabe, eu gosto de você. Os espíritos que andam comigo às vezes falam de você, mas eu gosto de você. Aliás, eu a minha proposta diz respeito a isso, ao fato de gostar de você. Não sou único. Outros que fazem parte do meu grupo também gostam de você. E eu vim lhe propor passar um tempo conosco.
você. Aliás, eu a minha proposta diz respeito a isso, ao fato de gostar de você. Não sou único. Outros que fazem parte do meu grupo também gostam de você. E eu vim lhe propor passar um tempo conosco. Tenho certeza de que você pode. Ao invés de fazer o trabalho que você faz, você vai trabalhar de outro jeito, você vai obedecer a outras regras. E essa é a proposta que eu tenho. Como gostamos de você, para que estejamos mais ligados, eu vim te propor isso. E aqui um minuto, qual seria a nossa resposta? Chico, com toda a tranquilidade e carinho que era característico aí, ele disse: "Ô, meu amigo, há um problema. Diga logo, Chico. Diga logo que problemas eu resolvo. O problema é que eu estou muito satisfeito com o patrão que eu tenho. E se eu largasse tudo e tornasse você meu patrão, você não ia confiar em mim. Por que não? Porque se eu deixei um patrão, poderia muito bem deixá-lo também. Se eu dei as costas a um patrão que cuidava de mim e era bom para mim, o que eu não poderia fazer com você? O espírito irritou-se, mas controlado, disse: "Eu não saio daqui sem uma resposta sua, porque eu tenho que prestar satisfação a outros que estão ansiosos para saber a sua decisão. Então, é essa sua decisão. Você não vai deixar o que você faz para estar conosco." Chico mansamente diz a ele, vamos combinar assim. Quando eu morrer para a terra, quando eu desencarnar, se o meu patrão permitir, eu passo o tempo com vocês. O espírito irado desapareceu. Obviamente o espírito não precisou perguntar quem era o patrão do Chico. Mas toda vez que eu me lembro dessa história, eu fico pensando: "E quando essas forças que não se corporificam à nossa frente, mas que agem sobre nós, nos fazem convites, qual é a nossa resposta? Quais são nossas decisões?" E muitas vezes uma decisão infeliz nos afeta por enormes períodos, às vezes de uma vida para outra. Às vezes difícil de explicar a decisão infeliz quando um dia retornados a outra existência, nós fomos convocados a contar o que foi a nossa estadia na
normes períodos, às vezes de uma vida para outra. Às vezes difícil de explicar a decisão infeliz quando um dia retornados a outra existência, nós fomos convocados a contar o que foi a nossa estadia na Terra. Eu sempre gosto de pensar que face aos convites que a vida nos faz e existem números ao longo de toda a existência. Nós estaremos sempre preferindo os convites do equilíbrio, do respeito, do importar-se com o outro, com os convites da tolerância, da bondade, de nos indignarmos com aquilo que precisa ser mudado. E não sou eu que diz isso, é Emanuel que dizia através do Chico que a capacidade de sentir indignação o homem nunca deve perder, porque sempre foi através da indignação individual, coletiva que as coisas mudaram. Mas quantas vezes nós nos deixamos seduzir pelo que parece tão nobre no fundo ilusão? Por amores que juram que nunca deixarão de nos amar, mas que não duram alguns anos. E me lembro os espíritos que sempre nos recordam que o tempo não respeita nada que ele não ajudou a construir. Por isso as ilusões se tornam desilusão quando mapeamos a nossa existência em obedecer apenas aquilo que desaparece das nossas vistas como flocos de neve sobre o sol. Um dia, tudo que fizemos estará junto na nossa consciência, nas nossas lembranças e vamos poder compulsar, sim, todos os nossos atos, pensamentos, palavras e contar a nossa história em algum lugar do espaço infinito. E se algo eu pud desejar, é que seja olhando nos olhos. daqueles que nos receberão, sem vergonha, sem omissões, sem desrespeito, porque conseguimos em algum momento da nossa vida obedecer ao melhor que havia dentro de nós, ao mais positivo que podíamos fazer vibrar, aos sentimentos reais e tão belos luz que nós podemos sentir pelos outros e que estendemos esses sentimentos não só no âmbito da nossa família, mas na direção de quem aparentemente é anônimo para nós, mas que se Deus quisesse, seria nosso amigo, seria nosso pai, nossa mãe, nosso irmão. Os espíritos sempre gostam de lembrar que ao olhar pela janela e ver tanta
quem aparentemente é anônimo para nós, mas que se Deus quisesse, seria nosso amigo, seria nosso pai, nossa mãe, nosso irmão. Os espíritos sempre gostam de lembrar que ao olhar pela janela e ver tanta necessidade, muitas vezes próximo de nós, e a olhar para dentro de nossa casa e ver que nossos filhos, nossos netos se acham na segurança possível que muitas vezes nós mesmos criamos para eles, não devemos nunca nos esquecer que se Deus quisesse, aqueles que lá fora estão seriam nossos filhos, nossos netos também. Isso é gerar em nós um sentido de real fraternidade que nos lembrará que somos todos irmãos. Por isso Lucas lembra em sua palavra o dia em que Jesus contou a história daquele moço rico que enumerava os seus haveres as coisas materiais que possuía. E Jesus lembra que com certeza ele se esquecia. Louco, essa noite tomarão tua alma e o que tens guardado para quem será. Mas nós somos avaros em guardar a matéria como se só nós precisássemos dela. As questões financeiras nos atormentam. O rico também é atormentado, porque ele quer ser mais rico. Porque há um momento em que alguma coisa se desliga dentro dele, não em todos, mas em grande número, em que não importa como o dinheiro virá, não importa o que ele poderia fazer de bom com o dinheiro, ele se recusa a fazer o que é bom. E então você percebe que uma tomada desligou-se do que de mais positivo podia ver no poder que a pessoa detém ou na condição material privilegiada, porque ela passa a obedecer apenas a sua própria conveniência. E quando nós de alguma maneira lesamos o outro, de que forma for, nós estamos olhando a nossa conveniência e marcando a nossa consciência para sempre. Tanto é para sempre que voltamos a várias existências, sempre em busca de nós mesmos, daquilo que fizemos de errado no passado e que agora nos cabe consertar. E mais do que consertar, iluminar. Porque é óbvio que o a Terra é um planeta de provas e expiações ainda. E é claro que somos os mais diversos. Há quem viva como um bruto, a quem aja
s cabe consertar. E mais do que consertar, iluminar. Porque é óbvio que o a Terra é um planeta de provas e expiações ainda. E é claro que somos os mais diversos. Há quem viva como um bruto, a quem aja como um louco e a quem já procure a espiritualidade sabedor de que ela nos mantém em equilíbrio, ainda que pequenino, por longo tempo. Porque o bem que você faz é aquele que você antes pensou em fazer, que você mentalizou, do qual você se inundou para, enfim, agir, seja em qualquer religião, seja sem religião nenhuma, porque com certeza um dia nossa alma madura não precisará de nenhuma religião para simplesmente ser bom, porque nós podemos conseguir um monte de coisa. Podemos ser intelectuais invejados nas nossas áreas de atuação e até dentro da religião que temos. Mas ser bom de verdade é outra coisa. Esse ainda é com certeza, o grande, o maior objetivo das nossas almas. E é óbvio, tudo aquilo que você faz, porque a Terra nada mais é do que um período do seu processo evolutivo, período que com certeza já repetimos outras vezes em outras vidas, até o dia em que nós e a Terra não tivermos mais afinidades e então partiremos a outros mundos. Há muitas moradas na casa de meu pai. Se não fosse assim, eu vos diria. Eu me vou para vos preparar o lugar. Tive amigas que perderam filhos e a primeira imagem não importava a religião, aquelas se apegavam. Era o momento em que Maria viu passar Jesus carregando a cruz para ser morto entre duas ladrões. Apupado, cuspido, barbaramente torturado desde a véspera, chicoteado por todo o caminho. Imagine que não foi para aquela mãe saber que seu filho era puro e estava ali sendo expulso da terra pelos que não suportavam tudo de extraordinário que ele tinha vindo dizer para nós que existia naquele dia. Com certeza a maioria de nós, encarnados e desencarnados preferiu obedecer a qualquer coisa, menos ao convite, que a alma perfeita que já viveu na terra, o governador da terra nos havia feito nos trs anos em que esteve pregando e mais que isso,
esencarnados preferiu obedecer a qualquer coisa, menos ao convite, que a alma perfeita que já viveu na terra, o governador da terra nos havia feito nos trs anos em que esteve pregando e mais que isso, exemplificando a total saúde, a total beleza que era amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Um tempo em que só a violência contava, em que a vida humana não valia nada e em que obedecer se obedecia a espada, se obedecia aos ancestrais, quanto mais poderosos, melhor. obedecia ao próprio orgulho, egoísmo, intolerância e ambição, mas jamais a prática do amor e do bem que Jesus veio descoordinar para todos nós. Com certeza a nossa opção, nós que estamos atualmente mais uma vez na terra, não foi segui-lo, embora tantos de nós estivéssemos lá, estivéssemos aqui na terra encarnados quando ele aqui esteve. Senão, com certeza, 2000 anos depois já não estaríamos mais com os conflitos que ainda carregamos, com as obediências internas tão difíceis de vencer, mas que dessa vez algo nos diz, vão precisar ser corrigidas. Já comentei com vocês que as pessoas têm me dito, ah, fulano de tal, belrano, não sei quem, disse que se a pandemia não ensinar o mundo e não tornar o homem melhor, coisas piores virão. E eu digo, vocês não acredito nisso, porque como dizia o Chico, graças a Deus é a misericórdia de Deus que nos rege. Se fosse a justiça, realmente nenhum de nós aguentaria. Os amigos espirituais contam uma história acontecida com o Chico real quando ele já estava desencarnado e que é tão linda que eu não resisto em contá-la. Dr. Bezer de Menezes foi chamar o Chico. Claro, Dr. Bezerra desencarnado desde 1900, o Chico desencarnado desde junho de 2002. os dois no mundo espiritual. Dr. Bizer disse: "Chico, meu filho, venha vestir a sua roupa, porque nós vamos à reunião onde estará o mestre de Jesus para conversar com todos nós." O Chico por um minuto entra em algum lugar, quando sai, adivinhem? estava usando um palitó daqueles bem quadriculados que as pessoas emprestavam para ele na terra. E
sus para conversar com todos nós." O Chico por um minuto entra em algum lugar, quando sai, adivinhem? estava usando um palitó daqueles bem quadriculados que as pessoas emprestavam para ele na terra. E Dr. Bezerra, surpreso, diz a ele: "Chico, mas meu filho, você não precisa usar esse palitó. Você pode com certeza usar uma outra vestimenta. Bom, Dr. Bezerra, indiretamente quis dizer semelhante à minha. Mas o Chico, muito tímido, disse: "Ah, Dr. Bezerra, não posso não, porque se eu aparecer na reunião sem esse palitó que foi meu companheiro por tanto tempo na terra, as pessoas nem vão saber que sou eu." E sabe, as pessoas diziam que quando chegavam perto de mim, eu cheirava rosas, mas não era eu, Dr. bezerra. Eram os bilhetinhos que as pessoas deixavam dentro do bolso do palitó, cada uma com nome. Era um nome de pessoas que elas amavam e que estavam precisando de uma prece, de uma ajuda. Junto do bilhetinho, as pessoas deixavam pétalas de rosa dentro do palitó. Tinha dia que quando eu voltava para casa, os o palitó estava estufado dos bilhetes e das pétalas de flor. E as pessoas pensavam que era eu que cheirava rosas, mas eram as pétalas dentro do palitó. E Dr. Bezerra, ao perceber que ele não mudaria de ideia, diz: "Pois bem, meu filho, se você acha importante estar vestindo esse palitó paraa reunião onde nós vamos, que seja". E quando os dois começam a se encaminhar para a reunião comandada pelo próprio Cristo, Chico diz assim: "Doutor Bezerra, e se Jesus por acaso quiser, acho que eu ainda tenho aqui dentro do meu bolso uns bilhetinhos. Eu ainda tenho alguns nomes que eu trouxe comigo de pessoas que precisam." E Dr. Bezerra começou a chorar emocionado, ao ver que aquele batalhador, nem fora da matéria, se julgava merecedor de uma roupa diferenciada que demonstrava com certeza a sua espiritualidade. Ele preferia o palitó quadriculado, que geralmente era alguém que emprestava. Sempre alguém maior, mais gordinho do que o Chico. Então, parecia que ele desaparecia nos palitóis.
a sua espiritualidade. Ele preferia o palitó quadriculado, que geralmente era alguém que emprestava. Sempre alguém maior, mais gordinho do que o Chico. Então, parecia que ele desaparecia nos palitóis. Dr. Bezerra chorou emocionado ao ver que o trabalhador continuava obedecendo a própria consciência, o trabalho que havia realizado durante tantos e tantos anos e o compromisso que ele teve com cada pessoa que colocou dentro do bolso do seu palitó o nome de alguém. Meus amigos, vamos aproveitar enquanto nossa vida não retoma, não retoma o ritmo normal e nunca mais será o normal que um dia nós conhecemos, mas o normal mais consciente, com certeza. O normal que ainda nos fará usar máscara por mais tempo do que imaginamos. Ol 70 ainda será nosso amigo por longo tempo, mas com certeza nós estaremos mais obedientes à vontade maior de nossa alma que deverá ser sempre a solidariedade real. Hoje as pessoas usam tantas palavras novas para falar de sentimentos que sempre deveriam existir em nossa alma eterna. Mas não adiantam palavras novas se não houver em nós um novo desejo de tudo transformar. Pensemos enquanto estamos ainda isolados. a quem a minha vontade obedece. Por que tantas vezes me deixo arrastar por sentimentos que já deveriam ter deveriam ter sido superados? Por que me recordo com mágoa de pessoas que já foram embora da minha vida há tanto tempo? sinal de que permaneço ali grudada aquela lembrança à aquela pessoa. Nem sei o destino que ela teve, mas a lembrança que não me deixa esquecer me aprisiona. Eu estou obedecendo a sentimentos que já deviam ter se transformado. Olhemos com generosidade para todos os dias da nossa existência. Porque mesmo quando não aconteceu como queríamos, mesmo quando vivemos abandono, mágoa, quando não fomos amados como desejaríamos, tudo tem a sua razão de ser. Tudo foram movimentos da vida a nos levar até o exato momento que estamos atravessando. e felizes de nós. Se com essa consciência nós ainda tivermos muito tempo na Terra para fazer o melhor,
o de ser. Tudo foram movimentos da vida a nos levar até o exato momento que estamos atravessando. e felizes de nós. Se com essa consciência nós ainda tivermos muito tempo na Terra para fazer o melhor, para quando nos encontrarmos presencialmente podermos alegres homenagear a todos aqueles que já não estaram conosco, mas principalmente falar dos sonhos que nós ainda teremos. Amigos me perguntaram outro dia, Maíse, quando você está triste, o que você pensa? Eu imediatamente falo na minha próxima viagem à Disney, porque eu tenho que perguntar ao Pluto, ao Pateta e ao Mickey como é que eles fizeram para ultrapassar esse momento difícil e continuar depois passando felicidade para outras gerações. A verdade é que tem que haver dentro de nós um lugar onde muitas vezes ficamos quietinhos, aindo forças para sair dali poder realmente obedecer apenas as energias mais belas, as energias da luz que anseiam por nós. aos nossos protetores espirituais, tantos tantos deles, pessoas que nos amaram em vidas que se foram, que se adiantaram e que nos aguardam tristonhos ao perceber que tantas vezes paramos no meio do caminho, deixamos que pequenas coisas nos impeçam de avançar. E quando retornamos à verdadeira existência, mais uma vez estamos distanciados. Lembram-se da mãe de André Luiz? Ela já vivia numa outra esfera e abraça feliz o filho que retornara, mas não pode ficar com ele. Ele não podia ficar com ela. E ela lhe diz: "Quando precisar de mim, me chame." Porque na verdade um coração de mãe sempre obedece ao chamado de um filho. Quando Chico encontrava a sua frente, foram milhões de vezes mães desesperadas que haviam perdido seus filhos. Ele as abraçava forte e dizia: "Minha filha, quem sou eu para orar pela sua dor? Porque a dor que vem da prece de uma mãe que sofre arromba as portas do céu. Essa era a frase que ele usava para confortar milhões de mães que foram em busca de uma palavra, de uma notícia dos seus filhos. Por isso, lembrando de três histórias acontecidas com Chico, duas enquanto ele
a a frase que ele usava para confortar milhões de mães que foram em busca de uma palavra, de uma notícia dos seus filhos. Por isso, lembrando de três histórias acontecidas com Chico, duas enquanto ele ainda estava na Terra, uma já no mundo espiritual, quero dizer a todos nós que pensemos bem a quem estamos obedecendo, o que nós estamos obedecendo, a quem, a que forças nós vamos obedecer baseados na nossa decisão. feliz de agora em definitivo, mudar para melhor. Tenho certeza absoluta que da próxima vez que nos encontrarmos, tanto eu como vocês, estaremos ainda melhores do que no dia de hoje. Eu tenho certeza absoluta que estarei, porque por enquanto é um computador que me faz chegar até vocês. E eu confesso a vocês, não gosto de jeito nenhum de computador. Nunca tive celular, nem pretendo. Já não conto isso para ninguém, só para vocês, meninos de sábado, porque as pessoas já me olham com aquela cara de coitada dessa senhora não é certa. Há pouco tempo, um amigo comentou que os terroristas da Alqaida estavam procurando no mundo inteiro pessoas que nunca tinham tido um celular. para trabalhar para eles, porque elas são mais difíceis de serem rastreadas. E ele ficou preocupado comigo. Acho que foi uma indireta querendo que eu comprasse um celular, mas ainda não me convenceu. Por isso, meus amigos, por enquanto é através do computador, com a ajuda de amigos queridos que me apoiam e abençoam, que organizam o material e que os enviam as casas espíritas que me t pedido as palestras. Entretanto, quando nos encontrarmos de novo, nós vamos perceber que a única coisa que nós devemos obedecer de verdade é a tudo de bom que vai nascer dentro de nós e que nos conduzirá à vida. e principalmente a energia que temos quando nos encontramos pessoalmente, quando não é através de um computador que trocamos vibrações, mas entre nós, meu Deus, vai ser bom demais. Por isso, nos cuidemos até esse dia, para não contaminar, para não sermos contaminados, para estarmos ainda melhores depois que tudo isso se transformar em
mas entre nós, meu Deus, vai ser bom demais. Por isso, nos cuidemos até esse dia, para não contaminar, para não sermos contaminados, para estarmos ainda melhores depois que tudo isso se transformar em lição. Que seja assim. E se algo eu podia desejar, nos despedindo, porque com muita clareza os amigos da comunhão espírita pediram a todos os oradores que as palestras sejam mais curtas, porque naturalmente vivendo momentos de estresse, a maioria de vocês não está muito disposto a assistir aquelas palestras mais longas. Então, vamos nos despedindo, mas com a certeza de que estaremos todos confiantes no nosso reencontro e, principalmente certos. de que com muita sorte não teremos acesso a uma reunião em que o próprio Cristo estaria presente, mas quem sabe levemos no bolso os bilhetinhos de amor e carinho que as pessoas nos enderecem pelo bem que de alguma maneira nós vamos obedecer e cumprir que a nossa consciência a quem já obedece os da pior maneira. Hoje seja uma professora das boas coisas que possamos realizar. Que Jesus, o amigo inesquecível, nos guarde, principalmente nas horas de desânimo, de angústia e de aparente solidão, para que amanhã, não como Chico, preocupado com os bilhetinhos que ainda trazia no palitó na verdadeira vida. Mas quem sabe do nosso jeitinho nós possamos dizer a quem nos vier receber que em nosso coração estão gravados não só os nomes daqueles a quem obedecemos por perceber-lhes a superioridade espiritual sobre nós, mas também os nomes daqueles que não nos compreenderam, que nos fizeram talvez sofrer, mas que foram também igualmente nossos professores. Que as forças do bem nos guardem e nos abençoem. Até o nosso próximo encontro, hoje e sempre.
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