INCOMPREENSÃO - Vânia Ramos [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 07/08/2025 (há 8 meses) 45:30 590 visualizações

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Transcrição

Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver do amor. >> Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos recebe, nos acolhe com tanto carinho, com tanto amor. Para iniciarmos essa manhã, eu li, eu li, não, eu selecionei, não, selecionaram por mim, né, um pequeno trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, que eu acho que talvez tenha muito a ver com que a minha querida Vânia vai abordar. A reencarnação. Isso tá. Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo, que tá no capítulo quarto. A reencarnação fortalece os laços de família ao passo que a unicidade da existência os rompe. No item 18 diz assim: "Os laços de família não sofrem destruição alguma com a reencarnação, como pensam certas pessoas. Ao contrário, tornam-se mais fortalecidos e apertados. O princípio oposto, sim, os destrói. Então não adianta a gente querer desistir de ninguém, porque somos, estamos todos juntos, todos muito unidos, todos muitos, não vou nem dizer de mãos dadas, vamos dizer abraçados mesmo. Então, para pegar esse abraço bem apertado que nos envolve com tanto carinho, com tanto amor, eu vou sugerir que fechemos os olhos e vamos sentir a presença desses amigos, amigos queridos de todas as horas, das horas do sufoco, das horas de alegria. Vamos agradecer pela presença de Jesus, nosso mestre, nosso amigo de todas as horas que não desiste de nenhum de nós. Vamos agradecer a Biser Menezes, mentor desta casa, conhecido como médico dos pobres, médicos, na realidade de nós pobres almas, não necessariamente pobre materialmente, mas pobre ainda em conhecimento e em amor, por se manter ao nosso lado, nos sustentando. nas nossas dificuldades. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira, essa senhora linda que nos socorre a cada instante, principalmente hoje, neste momento aqui

ter ao nosso lado, nos sustentando. nas nossas dificuldades. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira, essa senhora linda que nos socorre a cada instante, principalmente hoje, neste momento aqui neste salão. Ivone, que como muitos de nós, também errou, também falhou consigo mesmo, mas que permitiu-se levantar novamente e fazer desses erros acertos, carinho e amor. Agradecidos aos nossos mentores, a quem muitos chamam de anjos da guarda, por nos sustentarem nossas dificuldades, por estar e terem optado por estar ao nosso lado, por nos manter de certa forma um pouco na linha e assim mais serenos, mais esperançados. e esperanços. Nós vamos dizer obrigado, Senhor, pela oportunidade que nos dá de estarmos aqui novamente ouvindo um pouco dos seus ensinamentos. Assim pedimos licença para iniciarmos dando graças a Deus e graças a Jesus. Amigos, vocês vêm? Eu tô com a Vânia aqui e hoje a Vânia vai conversar conosco sobre um tema muito interessante, incompreensão. Acho que todos nós temos em algum momento essa incompreensão para com os outros e às vezes os outros para conosco ou nós para conosco mesmo. Então, com a palavra, Vânia. Bom dia. Que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. Como a nossa irmã Valéria já nos disse, né? O tema é incompreensão. E esse tema eh nos serviu de referência é uma mensagem que está no livro Fonte Viva, ditado pelo benfeito Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier. E como a Valéria mesmo já disse, né, incompreensão, como nós estamos vivenciando, né, a época atual, esse problema da incompreensão. A incompreensão tem gerado conflitos, dissidências, guerras por falta de compreensão, por falta de tolerância. E quando nós percebemos, como é a leitura que ela fez, né, do evangelho sobre essa relação de família, muitas vezes aquele irmão que veio, um filho ou até uma sogra que muitas vezes tem as incompreensões, né, os embates e gera uma situação tão ruim pro relacionamento. para convivência.

ação de família, muitas vezes aquele irmão que veio, um filho ou até uma sogra que muitas vezes tem as incompreensões, né, os embates e gera uma situação tão ruim pro relacionamento. para convivência. E nós muitas vezes não nos damos conta que nós somos incompreensivos com o outro, mas queremos que o outro seja compreensivo, tolerante, que nos entenda. E vejamos o Emânuel, como ele sempre faz nos seus livros, principalmente esses livros, a série, né, que tem a fonte viva, vinha de luz e o Pão Nosso e o outro, me esqueci agora. O, eh, o Caminho Verdade e Vida. esses quatro livros, ele faz eh as mensagens sempre baseadas num texto evangélico ou do dos evangelistas ou das cartas do apóstolo Paulo. E ele faz uma citação exatamente da primeira carta de Paulo aos Coríntios, que tá no capítulo 9, versículo 22, e diz o seguinte: "Fiz-me fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para todos os meios, chegar a salvar alguns." E nós vamos refletir. O Paulo diz: "Fiz-me fraco para os fracos". O que que Paulo quis dizer com isso na época, né, que ele disse paraa comunidade de Coríntios, é que ele se colocou numa condição humilde de se colocar na mesma situação do outro, fraco para os fracos, que nós muitas vezes nos colocamos numa postura que somos superiores, que somos melhores pelo fato de termos um conhecimento ou poder termos um cargo superior ao outro. Então, várias situações. Então, ele falou isso, ele se colocou na mesma condição, não era um homem da lei, tinha um conhecimento, né? ele frequentava o sinédrio antes dele se transformar cristão. Então ele tratava da mesma forma, na mesma condição, sem se colocar melhor. Então isso já é uma forma das nossas relações para sermos mais compreensivos com o outro, não nos colocar numa posição de arrogância, de prepotência. Então, Emmanuel, baseado nessa passagem de Paulo, e aqui também Paulo fala, né? Fiz-me tudo para todos, para todos meios chegar a salvar alguns. Nenhum de nós vai salvar o mundo. Sabemos disso. Mas

a. Então, Emmanuel, baseado nessa passagem de Paulo, e aqui também Paulo fala, né? Fiz-me tudo para todos, para todos meios chegar a salvar alguns. Nenhum de nós vai salvar o mundo. Sabemos disso. Mas cada um de nós podemos fazer a nossa parte através da oração em vibrações de amor para tantos que estão em sofrimento, para tantos que estão em conflito, sem julgar, sem condenar. Porque nós muitas vezes pelo nosso ponto de vista nós queremos que o outro pense igual e aja igual a nós. Então esse cuidado que temos que ter não só no nosso país, mas no nosso planeta, que estamos assistindo tanta violência em virtude da incompreensão. E Emanuel, na primeiro parágrafo, olha o que ele nos diz. A incompreensão, indiscutivelmente é assim como a treva perante a luz. Entretanto, se a vocação da claridade te assinala o íntimo, prossegue combatendo as sombras nos menores recantos de teu caminho. Olha só, Emmanuel nos dizendo, né, que a incompreensão é como a treva perante a luz. Exatamente, porque a incompreensão leva ao desequilíbrio, leva a atos que, como nós sabemos, a sombra no sentido do mal, onde impera o egoísmo, a vaidade, o orgulho. Então aqui Emanuel vem nos alertar exatamente isso. A incompreensão gera sombra. E olha o cuidado que devemos ter. E ele ainda diz: "Se a vocação da claridade te assinala o íntimo". Ou seja, se eu já tenho conhecimentos dos ensinamentos do Cristo, eu tenho que colocá-los em prática. Não basta ter o conhecimento. Então, se eu tenho essa vocação, já chamamento, vocação aqui tá no sentido de chamamento, de não no sentido como falar: "Ah, fulano tem vocação para ser médico ou tem vocação para ser engenheiro, né? uma tendência numa vocação aqui que é Manus é o convite, é o apelo para que nós sigamos combatendo as sombras e lembrando de combater as sombras que há também em nós. Somos imperfeitos. E aí é o momento de usarmos da humildade, de fazermos uma autorreflexão e percebermos ainda as imperfeições que há em nós. Porque nós muitas vezes apontamos a imperfeição do outro quando

imperfeitos. E aí é o momento de usarmos da humildade, de fazermos uma autorreflexão e percebermos ainda as imperfeições que há em nós. Porque nós muitas vezes apontamos a imperfeição do outro quando nós temos uma imperfeição mais grave do que aquele irmão. E olha a nossa responsabilidade quando nós acusamos o outro, quando comentamos negativamente em virtude de uma atitude, de um comportamento do irmão. Não para que sejamos conivente, não para que concordemos com erro, mas sermos tolerante diante da situação e não sabemos as experiências pelas quais aquele irmão ou aquela irmã passaram. por que ela reage daquela forma. Então, é o cuidado que temos que ter, sabedoria, mas nunca concordar com erro, que Jesus em momento nenhum concordou com erro. Ele acolheu, amparou, foi compreensivo, tolerante em várias situações, como nós conhecemos, mas não foi conivente. Tanto que lá com a mulher adúltera, ele disse: "Vá e não peques mais". Ele não disse para ela continuar no erro. E é o que nós temos que fazer com os nossos irmãos. E Eu então vem nos dizer o seguinte: "Não te esqueças, porém, da lei do auxílio e observa-lhe os princípios antes da ação." Que lei do auxílio é essa que Emanuel vem nos dizer? É a lei da caridade. A doutrina não nos ensina que fora da caridade não há salvação? E que caridade é essa? É só a caridade material? Não. É a caridade moral que é a mais difícil. E vamos nos reportar lá ao livro dos espíritos, quando Kardec perguntou à equipe espiritual, a pleia de espíritos, como Jesus via a verdadeira caridade conforme Jesus a entendia. O que que eles responderam? Benevolência para com todos, indulgência para com as faltas alheias e o perdão das ofensas. Olha só a lei do auxílio que Emanu vem nos dizer e que nós devemos observar-lhes os princípios para depois nós agirmos. Então nós temos, para sermos tolerantes, temos que ser benevolentes. Porque se eu não sou benevolente com o meu irmão, com a minha irmã que me calunia, que faz maledicência, que prejudica o outro, se eu não for

temos, para sermos tolerantes, temos que ser benevolentes. Porque se eu não sou benevolente com o meu irmão, com a minha irmã que me calunia, que faz maledicência, que prejudica o outro, se eu não for benevolente com ela, para que eu possa ajudá-la, para que ela pense na sua ação, reflita e procure mudar. A indulgência, como é difícil, né, ser indulgente com as faltas alheias e que é tão necessário para que as relações mais brandas, mais amenas, não só no ambiente familiar, mas no ambiente do trabalho, numa casa espírita onde nós desenvolvemos alguma atividade. E a humildade é muito importante nessas nossas relações, nessa prática da lei do auxílio, na lei da caridade. E aí o perdão. Vocês podem estar perguntando perdão, que que tem a ver perdão com a compreensão? muito, porque eu só vou compreender o outro quando eu tiver a capacidade de lhe perdoar, de entender que ele é um doente da alma, é uma pessoa ainda que precisa de muita oração. Não que eu vá andar de braços dados com aquele irmão que me magou de uma forma tão forte que eu tenho dificuldade na minha relação com ele, mas eu tenho que orar por ele e desejar o bem para ele. É isso que Jesus nos pede e que nós temos tanta dificuldade, porque só com o perdão eu vou ter a compreensão em relação a esse irmão, a essa irmã. Emanu então vem nos dizer: "Descer para ajudar é a arte divina de quantos alcançaram conscienciosamente a vida mais alta. Descer para ajudar é arte divina. O descer é aquela situação que nós muitas vezes estamos numa condição melhor materialmente. Nós estamos numa posição de de um cargo e eu tenho que descer para ajudar, não com arrogância, prepotência, mas para acolher. Hoje nós estávamos conversando agora a pouco sobre uma irmã que desenvolve um trabalho num centro espírita lá no Paranoá. E como que as pessoas humildes aproximam dela? Por quê? Porque ela colhe, ela não discrimina, ela se coloca na mesma posição do outro. Olha lá o que Paulo disse. Fiz-me fraco para os fracos. É isso que Emanuel quer nos convidar.

es aproximam dela? Por quê? Porque ela colhe, ela não discrimina, ela se coloca na mesma posição do outro. Olha lá o que Paulo disse. Fiz-me fraco para os fracos. É isso que Emanuel quer nos convidar. Descer para ajudar não é também concordar com erro. Se nós vamos a um presídio, sabemos que ali tem todos os tipos de desequilíbrios. Eu tenho que ir no sentido de ajudar, mas não me colocar perante a eles como eu tivesse concordando com seus erros. Ah, coitado, né? Que muitos se fazem de vítimas, né? Coitado, continua, né? Você incentivar que ele tá num caminho porque ele é fraco. Não, não é isso. Descer para ajudar é para estender a mão e levantar, não para ficar no mesmo nível. E quem já leu, com certeza, alguns já leram os livros, né? A série do André Luiz, psicografia do nosso querido Chico Xavier, a série do Manuel Filomeno de Miranda, psicografia do nosso querido Divaldo Franco, que relata o trabalho dos espíritos mais elevados que descem aos zonas umbralinas, a locais de difícil acesso, pelo desequilíbrio, pela sombra que impera do mal. E eles descem para ajudar, mas não para julgar e nem se colocar na posição de superiores. Tanto que eles têm o cuidado de ofuscar um pouco a sua luz para não chocar, porque aquela pessoa que está na sombra, uma luz muito intensa, o que que acontece? Impede do outro abrir o olho, porque ele ainda não tá acostumado com a luz. Então essa luz é o ensinamento, é o amor, é o acolhimento que nós devemos levar, mas de forma humilde, com empatia. E Emanu então diz que a luz ofuscante produz a cegueira, que eu acabei de falar sobre a luz, né? E olha só o que ele disse. As estrelas da sabedoria e do amor te povoam o coração. Não humiles quem passa sob o nevoeiro da ignorância e da maldade. aquelas pessoas extremamente ignorante, não só na questão do conhecimento, mas ignorante por ser ainda rude, ainda tá o seu coração ainda tá muito árido de entender o sentimento maior que é o amor e de olhar pro outro como um irmão, que somos todos filhos do mesmo pai. E aí,

mas ignorante por ser ainda rude, ainda tá o seu coração ainda tá muito árido de entender o sentimento maior que é o amor e de olhar pro outro como um irmão, que somos todos filhos do mesmo pai. E aí, Emuel vem nos dizer, né, que nós devemos povoar o nosso coração do amor, do sentimento, mas não devemos humilhar aquele que ainda se encontra nessa condição. Quando nós vamos fazer um trabalho com irmãos em situação de rua, eu não vou ali para julgar, para condenar. Eu não vou ali para discriminá-los. Olha só, o trabalho do bem nós temos que fazer com abnegação, com muito amor. Tanto que aqui, não só na comunhão, em vários centros espíritas, tem o trabalho da Alta de Souza, que visita famílias carentes. E a visita não é só para levar o só o bem material, mas é para colher, para incentivá-los a inseri-los na sociedade de novo, com um trabalho, valorizando o ser que ele é. E olha só, a primeiro ensinamento, não julgar. Se eu vou visitar uma família e tem uma série de desequilíbrios, uma série de problemas e eu chego ali perguntando, questionando por vocês agem dessa forma, por isso, por aquele julgando. Eu não estou sendo compreensiva, eu não estou sendo tolerante. Então, é esse cuidado que temos que ter. Não vamos fazer um trabalho mecanicamente só por ir, porque a doutrina nos ensina sobre a caridade. Não, tem que fazer com amor, com entendimento, com paciência, com indulgência. E Emanu então tem uma passagem que aqui o texto é muito interessante. Não te faças demasiado superior diante dos inferiores ou excessivamente forte perante os fracos. Olha só de novo a passagem de Paulo. Fiz-me fraco para os fracos. Ou seja, se você tá numa postura de um cargo ou no seu trabalho ou num num trabalho que eu falo, trabalho remunerado, ou num trabalho de assistência social e você é o líder, você aqui, como ele diz, não te faças demasiado superior. E aí vamos nos reportar ao Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17. Sede perfeitos. Tem um item lá que fala sobre os superiores e inferiores. É bom

i, como ele diz, não te faças demasiado superior. E aí vamos nos reportar ao Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17. Sede perfeitos. Tem um item lá que fala sobre os superiores e inferiores. É bom lembrar essa palavra inferior. Kardec assistência dos espíritos abnegados do bem, não quis dizer que pessoas são inferiores à outra. É como sempre a gente lembra, que devemos nos prender ao espírito da palavra para não deturparmos o que está escrito no Evangelho inferior. É no sentido do espírito que ainda está em uma condição menos evoluída, tem uma condição ainda que ele precisa de ser orientado, de ser assistido por um espírito superior. Então é essa condição. E olha só o que nos diz sobre o superior. Deus inquirirá daquele que disponha de alguma autoridade. Que uso fizeste dessa autoridade? Que males evitaste? Que progresso facultaste? Se te dei subordinados, não foi para que os fizesse escravos da tua vontade, nem instrumentos dóceis aos teus caprichos ou à tua cupidez. Viste forte e confie-te os que eram fracos, para que os amparasse e os ajudasses a subir ao meu seio. De novo, a questão do fraco e do forte que o nosso querido apóstolo Paulo vem nos dizer lá no início, que Emmanuel, com a sua sabedoria usou exatamente esse trecho para nos falar sobre a incompreensão. E aqui essa questão, o superior ele tá cuidando de almas. Ele tem que lembrar que cada um tem o seu limite, tem as suas dificuldades. Lembrando bem que o subordinado ele tem que ter responsabilidade, sim. Disciplina, sim. saber respeitar o que está sobre as que ele está sobre a subordinação daquele superior. Então, não é para dizer que o subordinado tem que ser irresponsável porque ele é um coitado, não. Agora, a condução do superior, do professor em todas situações que está num cargo de responsabilidade, que ele está lidando com almas, a ele tem que responder por isso, sim. Por isso a pergunta, que males evitaste? Que progresso facultaste? E de que forma que esse superior, esse professor vai auxiliar

que ele está lidando com almas, a ele tem que responder por isso, sim. Por isso a pergunta, que males evitaste? Que progresso facultaste? E de que forma que esse superior, esse professor vai auxiliar através do seu bom exemplo, das suas atitudes. Não basta falar. Lembremos sempre do que Emmanuel nos diz: "Ide, pregai e exemplificai". Não basta ter o conhecimento, não basta pregar. Eu preciso colocar em prática o que eu falo, o conhecimento que eu tenho para a minha boa convivência na minha relação, sendo compreensiva, tolerante. Lembremos que a incompreensão gera intolerância. Intolerância o que que gera? fanatismo que nós estamos presenciando no nosso planeta e tem causado tantos distúrbios, tantos crimes. E o cuidado que nós temos que ter com as nossas posturas, com o que falamos, é de uma responsabilidade muito grande. as redes sociais que nós estamos sempre comentando isso aqui, temos que ter a sabedoria, o discernimento. Por isso que o apóstolo Paulo nos disse que cada o conhecimento é importante para que tenhamos o discernimento do que nós estamos fazendo, falando. Por isso é importante o conhecimento que lá no livro, no Evangelho, o espírito de verdade nos diz: "Espíritas, amai-vos segundo instruí-vos". O amor vem acrescido do conhecimento, porque nós vamos exercitando cada vez mais. E então o que Emanuel vem nos dizer é isso da responsabilidade do nosso irmão que está num cargo superior e do cuidado que ele tem que ter. E como ele diz aqui, né, muitas vezes faz escravos da vontade, a pessoa impõe, humilha, coloca o o subordinado numa condição tão humilhante que a pessoa se sente um incapaz. Em vez de eu estimular o caso do professor, o professor tem uma responsabilidade muito grande perante os seus alunos, não só o ensinamento em si, mas a postura dele e que ele vai ter a desenvolver a sensibilidade e perceber as diferenças. Tem aquele que aprende com facilidade, o outro tem menos facilidade. Aquele que ele tá muitas vezes alheio, desligado e tá passando

ele vai ter a desenvolver a sensibilidade e perceber as diferenças. Tem aquele que aprende com facilidade, o outro tem menos facilidade. Aquele que ele tá muitas vezes alheio, desligado e tá passando por problemas dificílimos no seu lar, gerado pela incompreensão, pelos conflitos entre pai e mãe. Olha como a responsabilidade do superior. E é isso que está lá no capítulo 17, que a instrução dos espíritos nos fala e é preciso refletir. E Emanu então vem nos dizer: "Conserva a energia construtiva do exemplo respeitável". Ou seja, olha só, as nossas atitudes, darmos o exemplo, nós ensinamos muito mais através do exemplo como nós nos comportamos com os nossos irmãos, irmã. Mas não esqueças que a ciência de ensinar só triunfa integralmente no orientador que sabe amparar, esperar e repetir. Amparar, ter empatilha, acolher, ser indulgente, esperar, ser paciente, não exigir mais do que o outro pode nos oferecer, repetir quantas vezes for necessário. não desistirmos daquele irmão difícil, daquele pai agressivo em todas as situações. Vamos insistir no bem. Se combate o mal com o bem, respeitemos o outro enquanto ainda se encontra no nevoeiro da ignorância e da insensatez. Aquele que ainda tá na condição de ignorante e insensato, por ele não ter o conhecimento, não ter ainda desenvolvido essa percepção que ele precisa acolher e aceitar o outro da mesma forma que nós com o outro. E para encerrar, meus irmãos, o Emmanuel termina o capítulo assim: Que seria de nós se Jesus não houvesse apagado a própria claridade, fazendo-se à semelhança de nossa fraqueza para que lhe testemunhássemos a missão redentora. Aprendamos com ele a descer, auxiliando, sem prejuízo de nós mesmos. Então, Jesus é o nosso guia e modelo. Vamos buscar pautar as nossas vidas nos ensinamentos e nas atitudes de Jesus. Temos um longo caminho a percorrer. A nossa trajetória de vida, de crescimento espiritual ainda é muito grande, mas vamos nos esforçar, vamos ser perseverantes, determinados a nos transformarmos para que nós cada

go caminho a percorrer. A nossa trajetória de vida, de crescimento espiritual ainda é muito grande, mas vamos nos esforçar, vamos ser perseverantes, determinados a nos transformarmos para que nós cada vez mais sejamos instrumentos do amor de Jesus, que ele nos convida há mais de 2 anos para seguir o caminho, o caminho que ele nos disse, que nos leva ao pai. e nos leva à plenitude. Então, meus irmãos, lembremos disso. E só eu vou ler uma frase que Jesus fala para os seus discípulos. Está lá no livro Boa Nova do Humberto de Campos, psicografia do nosso querido Chico Xavier. E olha só, só a luz do amor divino é bastante forte para converter uma alma a verdade. Então, a luz do amor divino é essa luz que nós devemos desenvolver em nós, que está lá latente, um potencial enorme que cabe a cada um de nós para que nós convertamos uma alma que está em desespero, em desequilíbrio para a verdade e não sermos intolerantes. Ninguém pode dar a outrem aquilo que ainda não possua no coração. Eu só posso dar o meu irmão, a minha irmã, o que eu tenho. E é isso que nós temos que fazer. Vamos nos alimentarmos de boas atitudes, de bons sentimentos, para que nós sejamos esse instrumento que Jesus conta com todos nós. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Obrigada pela atenção. Agora mais serenos ou pelo menos com um objetivo traçado de sermos um pouco melhores, um pouco mais compreensíveis, compreensivos também para com os outros. Eu vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentir a presença de todos esses amigos que nos acalentam, que nos fortificam e nos fortalecem. Agradecer pela presença, por não desistirem de nós. Que nós aprendamos com eles a não desistirmos também de nós próprios. agradecer a Jesus por nos ensinar com tanto carinho, com tanto amor. Agradecer a Bezerra de Menizes, mentor desta casa, e a dona Ivone da Maral Pereira, que transformou cada um, cada uma das suas dificuldades em amor, em carinho, para que ela pudesse crescer. e nos auxilia hoje a crescermos também. Agradecidos a cada um e aqueles

one da Maral Pereira, que transformou cada um, cada uma das suas dificuldades em amor, em carinho, para que ela pudesse crescer. e nos auxilia hoje a crescermos também. Agradecidos a cada um e aqueles familiares que muitas vezes nos dificultam a compreensão. Vamos agradecer pela presença deles em nossa existência, porque esse amor que estamos construindo irá nos auxiliar amanhã. Obrigado, Senhor, por cada uma das oportunidades, mesmo que alguns momentos não a compreendamos. Obrigada a esses amigos queridos que não desistem de nós. Assim, pedimos licença para encerrar este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Amigos, me permitam chamá-los assim. Não vão ainda pro passe um minuto que eu vou pedir a vocês que não se esqueçam que o frio permanece. Então nós temos ainda a campanha do agasalho que não cessa para poder auxiliar a mais de 300 famílias que a comunhão ajuda. Auxiliar também aos moradores de rua que vem em busca de socorro aqui na nossa casa. que a nossa casa também auxilia outros centros espíritas, fornecendo a eles o necessário para ajudarem aqueles que os procuram. Então, se vocês tiverem qualquer coisa que puderem e que quiserem oferecer, nós agradecemos de todo coração. Além disso, nós temos para nós próprios o socorro, porque nós também precisamos de socorro. Socorro da nossa alma, das nossas angústias, das nossas incertezas. Então, nós temos o atendimento fraterno, tanto online, que basta vocês acessarem o site da comunhão ou mandarem um e-mail para eh a dal@comunhãoespírita.org.br. E nós temos o atendimento fraterno agora todos os dias da semana, de segunda a quinta, de 8:30 às 10:30. e 15:30 às 21 horas. Na sexta tem um pouquinho mais, é 8:30 às 10:30 e de 13:30 às 21 horas. No sábado, de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30. Domingo de 17:30 às 19:30. E qualquer coisa, os horários também estão no site da comunhão. Então, sejam todos muito bem-vindos, sintam-se em casa, porque a casa é de nós todos. E agora a nossa o passe tem como finalidade auxiliar a

alquer coisa, os horários também estão no site da comunhão. Então, sejam todos muito bem-vindos, sintam-se em casa, porque a casa é de nós todos. E agora a nossa o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos.

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.

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