HOMEM DE BEM, BOM ESPÍRITA - Marcelo Meireles [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/07/2025 (há 8 meses) 42:45 487 visualizações

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Transcrição

erro grave reter conosco um ente amigo que anseia por distância. Em vários casos, os destinos assemelham-se às estradas que bifurcam para atender aos desígnios do progresso. Não servir de constrangimento para ninguém. Se alguém nos abandona em meio de empreendimento alusivo à felicidade de todos e se não é possível atender a obra em regime de solidão, a divina providência suscita o aparecimento de novos companheiros que nos associam à luta edificante. Nunca pedir ou exigir de outrem aquilo que o outrem não pode nos dar. Não menosprezar a quem quer que seja. Saibamos orar em silêncio uns pelos outros. Apenas Deus pode julgar o íntimo de cada um. Então, André Luiz aqui no capítulo 38, né, o sinal verde, fazendo algumas reflexões, né, de de separações de companheiros ou companheiras que às vezes optam por caminhos diferentes e não vão estar mais conosco. e convidando, né, a gente a não exigir o outro aquilo que o outro não pode dar, não menosprezar, a gente orar em silêncio, né, e ter essa certeza íntima de que apenas Deus pode julgar o íntimo de cada um, né? A gente nunca vai saber exatamente o que cada um tá sentindo ou pensando com essa reflexão que é usada pra gente acalmar o nosso pensamento, para convidar a gente estar presente aqui na palestra e assimilar melhor as palavras que iremos ouvir. Vamos agradecer ao nosso pai, criador de todas as coisas. inteligência suprema do universo. Vamos agradecer por essa esse dia que se inicia diante de nós, cheio de oportunidades. Agradecer toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos acompanhando, nos abençoando, nos auxiliando nesse processo pessoal de reforma íntima. Pedimos humildemente que abençoe o nosso irmão Marcelo e o intuem seus pensamentos para que ele possa trazer a palavra que cada um de nós esteja precisando neste momento. Que assim seja. Bom dia, meus irmãos, minhas irmãs que nos acompanham aqui no Salão Bezerra de Menezes, aqueles que nos acompanham pelos canais da comunhão. sempre uma oportunidade bendita começar

to. Que assim seja. Bom dia, meus irmãos, minhas irmãs que nos acompanham aqui no Salão Bezerra de Menezes, aqueles que nos acompanham pelos canais da comunhão. sempre uma oportunidade bendita começar o dia podendo refletir sobre os ensinamentos do Cristo e utilizar eh uma proposição íntima que devemos ter a cada dia de nesse próximo eh nesse próximo período, como se nós estivéssemos utilizando uma expressão que é comum em alguns grupos somente por hoje. Somente por hoje, tendo em mente que todos nós somos espíritos que estamos a meio do caminho e nem sempre é muito fácil dar grandes passos. Divaldo Pereira Franco dizia que não existem saltos em natureza. A gente às vezes brinca, né, Anderson? É impossível dormir Marcelo e acordar Divaldo. Então nós temos somente por hoje que ir tentando enfrentar as nossas mazelas, as nossas más inclinações, as nossas más tendências, as nossas paixões. Ou como dizia o apóstolo Tiago na sua na sua epístola, todos nós somos tentados pelas nossas concupiscências, pelos nossos pontos de fraqueza. Então, nós temos mais um dia para nós renovarmos o nosso propósito de tentar lutar contra as nossas concupiscências, com os nossos pontos de tendência, aquilo que de vez em quando o que me irrita, o que me faz perder a paciência, o que me chama à tona o orgulho, o que envaidece, o que toca o meu egoísmo. Porque todos nós encarnamos e encarnamos com um único objetivo. A gente não encarna para possuir coisas, a gente não encarna para estar em determinados lugares. Tudo isso são meios. são meios para nós cumprirmos a razão da encarnação, que é o espírito e evoluir. Quando nós temos o contato com a doutrina dos espíritos e essa oportunidade bendita, nós começamos a entender que a doutrina e o Cristo falam para o espírito imortal. falam para o espírito imortal encarnado, mas não fala para o homem, para a mulher, para o ser humano que viva unicamente pensando na terra, pensando nos nas questões materiais. Como diz uma amiga nossa, a doutrina espírita matou a morte. A doutrina

fala para o homem, para a mulher, para o ser humano que viva unicamente pensando na terra, pensando nos nas questões materiais. Como diz uma amiga nossa, a doutrina espírita matou a morte. A doutrina espírita nos traz a noção das vidas sucessivas. Algumas vezes, ao longo do tempo, a gente ouvia amigos que diziam: "Quando a gente vai na religião, em alguma religião, as pessoas falam do da vida depois da morte, de quem vai para um lugar, pro outro, mas a gente nunca viu alguém voltando falando como é isso." E a partir do advento do espírito da verdade e da e dos da da organização que Kardec fez e dos trabalhos nas casas espíritas e dos trabalhos mediúnicos, nós temos sim a todo momento relatos de companheiros que vem trazer ao espírito encarnado notícias de como é a espiritualidade, notícias de como nós retornamos ao plano espiritual depois. depois de uma jornada reencarnatória e como já fizemos muitas vezes. Então, aquela noção da morte como um fim de tudo ou como um momento que eh eh levava a um julgamento e destinação paraa eternidade, essa morte ela é morta. A doutrina espírita vem trazer um Cristo, não um Cristo de sacrifício, não um Cristo como objeto de adoração, mas o Cristo como modelo de conduta, um Cristo consolador que vem nos mostrar qual o caminho que nós devemos seguir diante das dificuldades, diante das da dos desafios, diante das provas e expiações, porque eh eu vinha no caminho Eh, sem uma coisa meio talvez antiquada, eu venho ouvido CDs, né? Hoje não se ouve mais CD, né? Mas eu vinha ouvindo um CD que é um livro eh falado renovando atitudes do espírito hambre esse momento que nós estamos num mundo de provas e expiações. Então, se nós estamos encarnados no mundo de provas e expiações, uma conclusão brilhante é porque nós somos espíritos que ainda precisamos de provas e expiações para nós despertarmos para as leis de Deus, nós despertarmos para a prática do bem, para a vivência do bem, que não é nada mais do que a observância das leis de Deus. na doutrina espírita, quando nós passamos

despertarmos para as leis de Deus, nós despertarmos para a prática do bem, para a vivência do bem, que não é nada mais do que a observância das leis de Deus. na doutrina espírita, quando nós passamos pelo curso do estudo sistematizado ali pelo terceiro, quarto semestre, que a gente trabalha as leis morais, que tá lá no na parte terceira do livro dos espíritos, a gente vai entendendo como que as leis de Deus, as leis morais norteiam a nossa existência e a gente vai tomando consciência de quanto e quanto tempo a gente teve afastado dessas meis, né? nas mesmas leis. E quando o Cristo vem nos exortar o caminho eh eh para a casa do Pai ou para o seu mundo, ele vai nos mostrando que nós devemos viver de acordo com as leis de Deus. E como o Anderson leu no no no sinal verde, cada um a seu tempo, porque cada um de nós tem um momento. Cada um de nós foi fazendo escolhas ao longo da existência e essas escolhas nos trouxeram até aqui, até hoje. Por isso, cada um de nós é um universo próprio. Amédio, falando do planeta Terra, ele referencia qual Seegan quando diz que a Via Láctea tem milhões de estrelas. Mas outro dia eu assisti um um documentário em que uma pessoa mostrava uma foto tirada pelo pel aquele eh telescópio Hubble que falava: "Nesse quadrante existem 4 bilhões de vias lácteas". Então é uma infinitude e o nosso planeta está aqui. Mas dentro desse planeta nós temos bilhões de espíritos. E cada espírito é uma criação divina. Cada um de nós foi fazendo escolhas e estamos fazendo escolhas hoje que devem nos levar a nossa destinação final, que é a condição de espíritos perfeitos, de espíritos felizes. O planeta Terra ainda não é um mundo de espíritos felizes na sua plenitude. Por isso que no capítulo 5 do Evangelho, no item 20, tá escrito que a felicidade não é desse mundo. A felicidade plena, ela ainda não é desse mundo. Mas quando nós atingirmos a nossa condição eh eh de destino, que é sermos espíritos felizes, nós seremos espíritos perfeitos. Mas Kardec, quando organizou o Evangelho

ena, ela ainda não é desse mundo. Mas quando nós atingirmos a nossa condição eh eh de destino, que é sermos espíritos felizes, nós seremos espíritos perfeitos. Mas Kardec, quando organizou o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele colocou no capítulo 17 um uma um ele agrupou mensagens e textos justamente nos exortando com, como o título diz, sede perfeitos. Começando, eh, começa esse capítulo 17 com trazendo uma passagem do Evangelho de Mateus, no capítulo 5 ali pelo versículo 40, 40 e poucos, quando o Cristo eh nos diz, nos chama a buscarmos a nossa perfeição, o Cristo dizendo: "Sede, pois perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial. nos exortando que nós devemos buscar a nossa perfeição. E ele faz um um um pouquinho antes, ele faz uns paralelos dizendo como se nós pudéssemos trazer paraa nossa rotina hoje. Nós conhecemos o Cristo, nós conhecemos a questão da espiritualidade, nós conhecemos a noção de que vivemos múltiplas existências e que a cada vida, a cada momento que nós fazemos escolhas nessa existência, nós estamos direcionando o que teremos quando chegar ao plano espiritual. E nós estamos direcionando o que teremos na próxima vida. E o Cristo diz: "Se você sabe de tudo isso, você não faz nada diferente." É claro que numa leitura própria da época, ele diz: "Mas gostar só dos que te gostam, fazer o bem só a quem te faz o bem, os publicanos, os gentios também o fazem". Como se dissesse: "Fazer o bem a quem te faz, a quem faz o bem é o que é o comum". Então, se nós queremos ser eh espíritos que caminham na direção da perfeição, nós precisamos fazer algo mais. Nós precisamos caminhar na direção da vivências das leis de Deus. Mas hoje em dia, quando a gente olha para fora do evangelho, quando a gente sai da casa espírita, quando a gente não tá no momento eh de leitura, quando a gente passa para para olhar o mundo, como diz o Aroldo Dutra numa das suas palestras, parece que ser bom não dá ibope, parece que não tem não tem vantagem em ser bom, porque a todo lugar, a todo

ndo a gente passa para para olhar o mundo, como diz o Aroldo Dutra numa das suas palestras, parece que ser bom não dá ibope, parece que não tem não tem vantagem em ser bom, porque a todo lugar, a todo momento, seja no mundo, seja nas mídias sociais, seja nas redes, sociais, seja no trabalho, fica aquela impressão de que quem é esperto é que se dá bem. É aquele que a que as multidã multidões aplaudem, aqueles que têm número de links, aqueles que têm número de curtidas. Ontem eu via uma eh uma palestra e, aliás, eu aproveito para fazer sempre um pedido que a gente faz aqui nas nas reuniões. Quem tiver assistindo, quem puder assistir, se se considerar adequado, dá uma curtida, uma comentada para que o o o próprio a própria mídia social eh entenda que pessoas se interessam por aquele tema. Porque ontem eu vi uma uma um vídeo que tá colocado na plataforma que a comunhão também está, que usa a imagem de uma pessoa aqui da casa, usa um áudio produzido por inteligência artificial e durante alguns minutos fala a bobagem do início ao fim. Fala um mon e eh traz um monte de inverdades e quando eu olhei tinha 150.000 1000 visualizações, como se todo mundo esteja procurando uma coisa pasteorizada que seja mais fácil de de gerir. E como dizia o Haroldo, às vezes parece que não vale a pena ser bem. Às vezes parece que não vale a pena procurar fazer o bem, mas aí sempre a gente tem que lembrar do Cristo, porque tudo isso é para esse mundo. E Jesus, como já dizia eh diante eh eh de Pilatos, o meu reino ainda não é nesse mundo, porque o reino do Cristo, o reino de Deus se dará quando este mundo for fazendo as suas mudanças de mundo de provas. expiações para mundo de regeneração, de mundo de regeneração para mundo deo feliz, celeste. Então, nós estamos ainda ao no meio desse caminho. Então, não adianta buscar a recompensa, não adianta buscar o reconhecimento nos valores do mundo, porque como Cristo dizia e como a doutrina nos fala, é necessário pensar no espírito imortal. E o Kardec, nesse

o adianta buscar a recompensa, não adianta buscar o reconhecimento nos valores do mundo, porque como Cristo dizia e como a doutrina nos fala, é necessário pensar no espírito imortal. E o Kardec, nesse capítulo C de perfeitos, logo na sequência, ele coloca uma um tópico que eh chama muita atenção, que é quando ele diz do homem de bem. Vamos entender que nós estamos falando do espírito encarnado de bem, o ser humano de bem, né? Quando ele diz que o espírito que já está alinhado com o bem é aquele que pratica e vive a lei de justiça, amor e caridade em sua plenitude. Então, seremos espíritos de bem quando conseguirmos viver toda a nossa existência praticando a caridade. Não é a caridade física, não é a caridade de dar o alimento, mas a caridade de procurar fazer o bem a todo instante. Procurar fazer o bem, a benevolência para com todos, ser indulgente para com o próximo, entendendo que cada um tá no seu momento. E como dizia a leitura, como tava na leitura, somente o pai consegue entender o íntimo de cada um. O homem de bem é aquele que perdoa, perdoa incessantemente ou como dizia Mahatmand, às vezes não consegue nem perdoar porque ele não fica ofendido. A gente só precisa perdoar quando a gente se ofende. Então, o homem de bem é aquele que entende o próximo, que procura fazer o bem a todo instante. E no Evangelho Segundo o Espiritismo, eh, nesse aqui que eu tenho, eh, que é da que é do ID, esse texto do Homem de Bem, ele tem mais ou menos, ele tem exatamente duas páginas. Duas páginas. E quando o Kardec vai escrevendo, além de dizer que o homem do bem é aquele que pratica a lei de justiça, amor e caridade na sua pureza, se pergunta a todo momento se em nenhum pensamento, atitude, palavra, sentimento violou essa lei. O homem de bem tem fé no futuro e entende que tudo que acontece na sua existência durante a nossa jornada é resultado de provas e expiações. É a irmã dor que muitas vezes precisa bater na nossa porta para nos chamar a atenção pra reparação necessária. O homem de bem encontra satisfações,

e a nossa jornada é resultado de provas e expiações. É a irmã dor que muitas vezes precisa bater na nossa porta para nos chamar a atenção pra reparação necessária. O homem de bem encontra satisfações, satisfação nos benefícios que derrama, no serviço que presta, nos felizes que faz, nas lágrimas que seca, nas consolações que dá aos aflitos. E Kardec vai seguindo, dizendo, sempre afirmando, o homem de bem é aquele que o homem de bem é o bom, hubano e benevolente para com todos. É indulgente. Não se comprais em procurar os defeitos alheios. E aí, consequentemente o homem de bem deve ser aquele espírito que já não mais se compraz com conversas tolas, com conversas sobre pessoas, eh denegrindo atitudes, denegrindo comportamentos, ele estuda as próprias imperfeições, porque o homem de bem ainda não é um espírito puro. Não se envaidece com o que possui, entendendo que tudo o que é material é passageiro. Tudo que vem vai. Até mesmo a nossa existência, a nossa vida, ela é muito ténue. Quantas e quantas vezes nós vemos casos de espíritos encarnados de pessoas que estão vivendo ativamente, que estão envolvidos em muitas atividades, em muitos projetos, como fala o item da separação, em muitas atividades e muitos projetos e de repente a vida também se vai. No evangelho tem uma passagem em que o espírito fala eh de um de uma pessoa que dormia fazendo planos exclusivamente sobre acumular bens, cuidar da do alimento, estocar, vender. E a mensagem do espírito é ingênuo. Não sabe que ainda hoje será chamado a prestar contas. Será chamado ao plano espiritual. E o prestar contas aqui é uma linguagem mais dura, né? Mas será chamado para dizer, afinal de contas, o que fizeste com os dons que eu te dei? O que fizestes com as oportunidades, com os dias, com as manhãs, com as oportunidades de procurar fazer o bem? como no livro, num livro chamado Voltei, eh, que conta a história de Frederico Figner, quando Figner retorna ao plano espiritual e ele passa todo um livro, eu vou dar um spoiler só do finalzinho,

bem? como no livro, num livro chamado Voltei, eh, que conta a história de Frederico Figner, quando Figner retorna ao plano espiritual e ele passa todo um livro, eu vou dar um spoiler só do finalzinho, em que ele, mesmo tendo atuado à frente da Federação Espírita Brasileira, apesar de ter feito um monte de coisa, quando ele chega no plano espiritual, num determinado momento, ele se dá conta que a luzinha dele assim, é um vagalumezinho intermitente, enquanto Quanto que outros espíritos desencarnados tem uma luminosidade tremenda. Então, Bitencur Sampaio, o seu orientador, diz a ele, eh, Frederico, ora, vigia, movimenta-se no esforço útil e tenta ser feliz, porque a tua luz vai brilhar na medida do seu esforço no bem. a nossa luz, a nossa a nossa a nossa marca de evolução vai brilhar na medida em que nós nos esforçamos no bem. E aqui quando Kardec vai falando sobre o homem de bem e a gente vai lendo, quando chega na última linha, na penúltima, na no são 20 itens, são 20 parágrafos, né? Aqui na primeira linha a gente já vê que a gente tá fora, né? Então já dá aquela coisa assim, tá falando para eu olhar lá paraa frente, né? Aí no finalzinho ele fala assim: "Homem de bem e fim respeita em seus semelhantes todos os direitos dados pela lei da natureza, como gostaria que os seus fossem respeitados no respeito ao próximo, o amor ao próximo." E aí ele bota uma frase que é eh marcante: "Essa não é a enumeração de todas as qualidades que distinguem o homem de bem, mas todo aquele que se esforça em possuí-las está no caminho que conduz a todas as outras." Ou seja, buscar ir desenvolvendo virtudes a cada momento. Então, quando a gente chega no fim dessa leitura, a gente vê assim: "Poxa, tô muito longe". Então, eu já cheguei que o Kardec coloca no capítulo 5 que esse mundo não é um, e a felicidade não é desse mundo, né? Eh, às vezes a gente vê que o bem não é valorizado. E aqui eu já vi que esse negócio de homem de bem tá muito longe de mim. Então, dá meio que um desânimo se a gente não olhar e não lembrar que nós

é? Eh, às vezes a gente vê que o bem não é valorizado. E aqui eu já vi que esse negócio de homem de bem tá muito longe de mim. Então, dá meio que um desânimo se a gente não olhar e não lembrar que nós somos espíritos imortais. E aí o Kardec sabiamente no próximo item que ele escreve nesse capítulo 17, depois que ele fala do homem de bem, que é aquele que possui todas essas qualidades, todas essas virtudes, ele, o próximo item que ele coloca é os bons espíritas. Os bons espíritas já se referindo, como a obra é o Evangelho Segundo o Espiritismo, se referindo a todos nós que tomamos contato com a doutrina dos espíritos. Então, muitas pessoas chegam a casa e aí não interessa aquela frase que a gente ouve sempre, né, na casa espírita, 99% chegam pela dor, não sei quantos chegam pelo amor. Não interessa, não interessa o que eu fiz na encarnação passada, no que eu fiz na outra. interessa o que eu tô fazendo agora. Como o Chico dizia, eu não posso voltar lá e fazer um novo hoje, mas eu posso começar agora e fazer um novo amanhã. Então, quando a gente chega na casa espírita, nós somos convidados a participar desse esforço de colocar o bem na nossa existência. Então, muitas vezes na casa espírita nós encontramos quem se maravilhe com o fenômeno, quem se maravilhe por um conflito de ideias, quem goste de uma coisa ou de outra. Mas o que que o Kardec escreve como sendo os bons espíritos? E quando nós pensamos, né, no no tema da palestra, a gente queria justamente chamar atenção para isso. O bom espírita, aquele que ao tomar contato com a doutrina dos espíritos, é aquele que começa a entender que eu preciso me tornar um espírito de bem, um ser humano de bem, mas que cada um de nós tem o seu tempo. Então, o que eu preciso fazer agora é começar a tomar atitudes para caminhar para ser um homem de bem. O bom espírita, como diz Kardec, para começar, ele é um cristão na essência, um cristão, talvez melhor falado no sentido espanhol, né? Um cristiano, um seguidor do Cristo, não um cristão, né?

de bem. O bom espírita, como diz Kardec, para começar, ele é um cristão na essência, um cristão, talvez melhor falado no sentido espanhol, né? Um cristiano, um seguidor do Cristo, não um cristão, né? Mas o bom espírito é aquele que entende o Cristo como modelo de conduta, como tá lá no livro dos espíritos, e que começa a pensar na sua mensagem nos diversos momentos do dia, sem eh sem descair para aquele aspecto assim eh eh mais eh litúrgico, naquele aspecto mais eh eh igregento, como as pessoas falam, de ter que ficar toda hora falando da doutrina, mas vivenciando a doutrina. O Kardec fala que o o bom espírita é aquele que procura vivenciar a doutrina nas suas atitudes, não nas palavras. O bom espírita é aquele que se esforça para entender o próximo. E quando nós passamos a entender o próximo, naturalmente nós estamos caminhando para vivenciar a indulgência e o perdão. Nós começamos a entender como é bom quando alguém nos faz o bem, né? Quantas vezes a gente passa por situações que alguém nos ajuda, alguém nos faz o bem e a gente fica lembrando. Então, em vez de nós nos colocarmos como o centro do mundo, como recebedor do bem, vamos nos colocar também naquele que faz o bem pro próximo. Então, diante de cada atitude do dia, seja no trabalho, seja no trânsito, seja no metrô, seja em qualquer lugar, o que eu poderia fazer de bem no meu dia? O bom espírita é aquele que entende que foi criado simples ignorante e foi fazendo escolhas que nos trouxeram até aqui hoje. Mas lá para trás a gente só foi mais tranqueiro. Então conhece, aceita isso, porque às vezes o orgulho, o egoísmo, a vaidade faz com que a gente tenha dificuldade de aceitar isso e a gente passa a responsabilidade sempre pro próximo. Eu sou assim por causa da encarnação passada. Eu sou assim por causa do meu pai, da minha mãe. Sou assim por causa do meu chefe, do meu patrão, do meu colega de trabalho, do meu marido, da minha mulher, do meu filho, do meu avô. E aí tem uma lista enorme. O bom espírita, ele se conhece,

ha mãe. Sou assim por causa do meu chefe, do meu patrão, do meu colega de trabalho, do meu marido, da minha mulher, do meu filho, do meu avô. E aí tem uma lista enorme. O bom espírita, ele se conhece, ele se aceita e ele vai buscar cada dia superar as suas más inclinações, superar as suas concupiscências, superar as suas tendências inferiores. Mas para isso eu preciso me analisar, eu preciso entender a cada momento onde é que eu estou eh eh escorregando, onde é que tá o meu calo, onde é que eu piso na bola, como dizia o Richard Simonete. Então, se o homem de bem reúne o conjunto de todas as virtudes, de todas as condutas, que pode nos aproximar de Deus, o que o item do bom espírita nos mostra que nós precisamos começar a caminhar nessa direção com as nossas escolhas diárias. Às vezes usando a água da paz que o Chico Xavier recomendava diante de uma discussão que não vai levar a nada. às vezes tentando entender as atitudes do próximo, por mais duras que sejam, porque nós precisamos ser indulgente para com o próximo e menos indulgente para conosco mesmo. Por fim, o bom espírita é aquele que se esforça a todo momento para ser virtuoso. E o Kardec num outro ponto diz que existe virtude sempre que nós colocamos resistência voluntária contra a prática de uma má conduta. Ah, mas eu tenho uma tendência tremenda de fazer isso. Bom, que bom que a gente já identificou isso. Na sequência, vamos tentar superar nos refugiando na oração sem cessar, nos refugiando no contato com a espiritualidade. vamos identificando e vamos tentando superá-la. E aí Kardecina esse tópico dizendo aquela frase que com certeza todos já ouvimos. Conhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço em domar as suas más inclinações, promovendo a reforma íntima. Quando a gente olha o homem de bem, a gente já vê o farol lá que a gente precisa chegar. Mas se a gente olha o nosso estágio, a gente vê, poxa, eu tô muito longe disso. Ao invés de eu me eh tomar pelo desânimo, eu devo usar aquilo como inspiração e a cada dia, a cada

gente precisa chegar. Mas se a gente olha o nosso estágio, a gente vê, poxa, eu tô muito longe disso. Ao invés de eu me eh tomar pelo desânimo, eu devo usar aquilo como inspiração e a cada dia, a cada momento, ir identificando o que falta para mim e ir tentando superar as minhas más inclinações, superar as minhas más tendências. Por quê? Porque a espiritualidade tá sempre aí. Quando a gente ora, não é a espiritualidade que vem ao nosso alcance. Somos nós que esticamos a mão para receber o amparo daquele Cristo que tá sempre com o braço estendido, como se dissesse, como disse a Felipe, segue-me. Então, que possamos tomar consciência do nosso da nossa conduta que da conduta que devemos implementar para que possamos trazer mais os ensinamentos do Cristo paraa nossa vida e nos aproximarmos um pouquinho mais da condição de homens de bem. E que o Cristo nos inspire agora e sempre. Muito obrigado, Marcelo, pelas reflexões desta manhã, né? Esse reflexão íntima, né? Sermos cada vez um pouquinho melhor a cada dia. Saudar também todos que estão aqui presencialmente, né, no Salão Bezerra de Menezes. Gratidão. A gente se conecta, né, em cada palestra, a gente tá pensando em cada palavra que o palestrante vai dizendo, aplicando em nossa vida. a gente fica, há uma conexão invisível, né, por meio do pensamento, porque tudo no universo é frequência. Agradecer também todos que estão aqui virtualmente, né, a Lorena, a Ananda, mestra Branca, Raquel, tem o Antônio Gaúcho também dando dando um abraço aqui para nós e todos que estão aqui no chat. Fica o convite, né, para seguir o canal da comunhão, né, compartilhar, ativar as notificações para ser avisadas das próximas palestras. E a Comunhão também tem um outro canal no YouTube chamado TV Comunhão. Nesse outro canal tem programas, né, semanais. Então, cada dia da semana é um programa diferente. Eu inclusive conduzo na segunda-feira, né, uma leitura e reflexão do livro Boa Nova de autoria de Hberto de Campos. A gente tá no capítulo 11, né, essa semana.

a dia da semana é um programa diferente. Eu inclusive conduzo na segunda-feira, né, uma leitura e reflexão do livro Boa Nova de autoria de Hberto de Campos. A gente tá no capítulo 11, né, essa semana. E fica o convite, né, para quem não conhecer, procura lá TV Comunhão também, seguir, ativar notificações. São formas ali pra gente tá refletindo no nosso dia a dia, né, e ao encontro do que foi dito na palestra de hoje, né, em se esforçar em ser uma pessoa de bem, né, um um homem de bem, um um bom espírita, né? Eh, gostaria de avisar que aqui na comunhão espírita de Brasília, né, nós temos, estamos com atendimento fraterno todos os dias, tanto presencialmente, né, na forma online, a gente tá de segunda a sexta, em hoje, em especial, os horários são de 8:30 às 10:30 e depois de 13:30 às 21 horas. Então, assim, como o Marcelo falou num determinado ponto da palestra, né, estamos no mundo de provas e expiações. Então, estamos passando, cada um no seu momento, em uma prova ou uma expiação. Então, é natural que a gente fique triste em algum momento, mas essa tristeza, ela não pode perdurar por muito tempo. Então, às vezes é na família, no trabalho, no ambiente que a gente esteja, a gente fica um pouco triste, passa um tempo, a vida segue. Se a gente perceber que essa tristeza tá ficando há muito tempo ou a gente gostaria de est conversando com alguém, mas não encontra ninguém para conversar, desabafar, o atendimento fraterno é uma ótima solução para isso, né? Então, quem tiver aqui, né, na na comunhão, fica o, se tiver necessidade fica o convite. Mas também quem não tiver presencialmente aqui em Brasília, pode ser virtualmente ou então em outra casa espírita também, o atendimento fraterno tem essa proposição de ouvir, escutar e orientar. Então, volto a agradecer todos que estão aqui virtualmente, os que estão presencialmente e também ao Marcelo pelas palavras que ele separou e nos trouxe com tanto carinho nesta manhã de sexta-feira. E mais uma vez, e o mais importante, né, agradecer a

almente, os que estão presencialmente e também ao Marcelo pelas palavras que ele separou e nos trouxe com tanto carinho nesta manhã de sexta-feira. E mais uma vez, e o mais importante, né, agradecer a Deus, nosso pai, por estarmos aqui juntos para refletir ensinamentos que Jesus nos deixou há um pouco mais de 2000 anos. esses ensinamentos que reverberam até os dias atuais, que o espiritismo vem reforçar as ideias e expandir os entendimentos. agradecer todos os espíritos que estão aqui presente conosco, nos auxiliando, trazendo o remédio que cada um de nós esteja precisando neste momento. Que a gente possa sair daqui, deste momento fortalecidos e saímos melhores do que aqui chegamos. Que todas essas bênçãos que a gente esteja recebendo, a gente também possa multiplicar onde formos, em ambiente de estudo, de trabalho e em especial no nosso ambiente familiar. Que a gente possa ter uma ótima sexta-feira, um ótimo final de semana. E que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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