GRUPO DE IRRADIAÇÃO FRANCISCO DE ASSIS

Comunhão Espírita de Brasília 29/04/2026 (há 6 dias) 142 visualizações

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Transcrição

Olá, meus queridíssimos irmãos. Que a paz do divino Jesus esteja conosco, nos iluminando, nos orientando à palavra, nos orientando para todos nós podermos estar com os nossos corações e as nossas mentes abertas. E que o divino Jesus possa nos envolver de sobremaneira, que nós possamos sentir desde já acolhidos, envolvidos pelo seu amor, para que possamos sair daqui mais inspirados, mais alegres, mais saudáveis, mais fortalecidos para o enfrentamento das corrigendas do nosso dia a dia. E assim que nós possamos ir renovando sempre os ambientes que nos permeiam, que nos permeiam, que rodeiam a nossa jornada. os familiares, colegas de trabalho, os lugares onde passamos e passeamos, em qualquer lugar que estejamos, que nós possamos estar alegres para o enfrentamento de qualquer desânimo, de qualquer pessimismo. Sobretudo, meus irmãos, nesse momento de transição, nós podemos e devemos, sim, e ele está conosco, Jesus, mesmo que sejamos uma pequenina luz nos passos daqueles que nos rodeiam, nós vamos falar hoje de um texto belíssimo de Emanuel, que está em caminho, verdade, vida, Caminho Verdade Vida, que foi escrito ditado a Chico Xavier. E Emanuel começa a falar, aliás, o título tem por nome transitoriedade, que é muito comum nós ouvirmos isso hoje em dia nesse planeta de provas e expiação, em que tudo tá sobre movimento, em constante mudança, não é verdade? Então, Emanuel parte da carta de Paulo aos Hebreus, no capítulo 1, versículo 11. E ele diz assim: "Eles perecerão, mas tu permanecerás e todos eles como roupa envelhecerão." Essa fala é de Eclesiásticas. Ele fala das vaidades e das aflições dos homens nesse burburinho, das ambições desvairadas do nosso planeta Terra. Então, desde os primeiros tempos da família humana que existem essas criaturas que são confundidas, que se confundem nos valores do mundo, não é verdade? Mas pensemos, bastaria meditar alguns minutos na transitoriedade de tudo que palpita no campo das formas para compreendermos que o espírito é soberano. E nós somos um espírito, somos

o, não é verdade? Mas pensemos, bastaria meditar alguns minutos na transitoriedade de tudo que palpita no campo das formas para compreendermos que o espírito é soberano. E nós somos um espírito, somos um espírito encarnado. Não é porque estamos no corpo de carne que nós deixamos de ser espírito. Então, que nós possamos acompanhar, olhar para a história para para pelo que já aconteceu desde os primórdios dos tempos, né? Se nós olharmos aquelas pompas dos museus e a ruína das civilizações mortas, façamos a pergunta: Com que fim se levantaram tantos monumentos e arcos de triunfo? Tudo funcionou como roupagem do pensamento, não é verdade? A ideia evoluiu, enriqueceu-se o espírito e os envoltórios antigos ficaram a mercer, ficaram à distâncias. Tivemos as nossas mãos calejadas na edificação das das colunas brilhantes, mas aprendemos com o trabalho, aqueles que são os luminosos segredos da vida, é lógico. Todavia, quantas amargura experimentaram os loucos que disputaram até a morte para possuí-las? Valei-vos de todas as ocasiões de serviço como sagradas oportunidades na marcha divina para Deus, nos diz Emanuel e nos convida para sabermos que tudo passa, que a escassez vai passar. Ela é valiosa também. Por quê? Porque vai nos trazer a disciplina e ela também é preciosa junto com a abundância, porque a abundância ela multiplica as formas de bem e a escassez nos faz valor na falta da abundância, não é? Isso é pura verdade. É, na verdade, quando nós temos muito ali sobrando as coisas, seja qualquer tipo de matéria, nós nem lembramos de agradecer ao Pai. Nós não valorizamos em qualquer relação. Pode ser humana, pode ser a relação de de mim para com o outro, com a natureza, com com a família, seja qual for a relação. Muitas vezes nós não valorizamos. Somente quando perdemos é que vamos valorizar. Isso é o quê? Para aprendermos a disciplina. Então, tanto é preciosa a escassez quanto a abundância. Mas não esquecemos que tudo passa e que tudo findará algum dia, tanto na esfera carnal,

valorizar. Isso é o quê? Para aprendermos a disciplina. Então, tanto é preciosa a escassez quanto a abundância. Mas não esquecemos que tudo passa e que tudo findará algum dia, tanto na esfera carnal, na glória e na miséria. Todas constituem molduras de temporária apresentação, diz Emanuel, porque tudo passa, nada é para sempre. A única coisa que é para sempre é Jesus. e a lei divina, porque esta sim persevera até o final dos tempos, tanto para nós como para os outros, como portas de vida e redenção. Então, que nós possamos seguir esses passos da evolução, pensando sempre nessa transitoriedade, a essência da transitoriedade, porque refere-se à natureza temporária e passagem de todas as coisas. Tudo passa. Mas devemos saber também que essa característica do passageiro também é inerente à nossa existência e que pode gerar em nós limites e desafios e especialmente quando se trata das experiências humanas. Então, devemos compreender esses limites para fundamentalizar, para lidar com a efemeridade da vida e construir um senso de significado útil, de significar, de significado que nos engrandeça, que nos faz abnegar ante as provações, que nos traz a aceitação. E esse significado ele deve ser duradouro. No capítulo 4 do Evangelho segundo o Espiritismo, onde tem por título: "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo". O que é esse nascer de novo? Aqui ele fala da ressurreição e da reencarnação no seu item quatro. Mas esse nascer de novo também são as nossas transformações diárias, é a nossa reforma íntima. É a nossa reforma íntima que vai nos fazer melhor a cada dia, como nos ensinou Kardec, como nos ensina Kardec lá no capítulo 17. Nós vamos nos transformando em verdadeiros homens de bem diante a nossa transformação íntima. E aqui no nesse nesse resumo do capítulo 4, em que fala-se da ressurreição e da reencarnação, eh, deixa eu ver qual é o espírito que fala aqui. Ele não diz aqui no final, porque o capítulo é muito grande. Ele fala que a reencarnação ela fazia

, em que fala-se da ressurreição e da reencarnação, eh, deixa eu ver qual é o espírito que fala aqui. Ele não diz aqui no final, porque o capítulo é muito grande. Ele fala que a reencarnação ela fazia parte dos dogmas judeus sob o nome de ressurreição. Eles sabiam que o espírito eh vivia, não morria, mas eles não sabiam como. E aí a doutrina espírita veio nos trazer o nome da reencarnação, que a reencarnação que na reencarnação que, desculpem, que na desencarnação não se acaba, que a vida não se acaba ali, a vida continua em espírito, apenas muda de lugar, de é transição de um mundo para um outro mundo. Então, naquela época, a ideia dos judeus sobre esse ponto, assim como para muitos e muitos, elas não eram claramente definidas, porque, como eu disse, só tinha aquela vaga noção do que seria, né? não sabe como se se dava aquela coisa, mas eles já pressentiam isso. Por isso designaram a palavra ressurreição. E o espiritismo vem dizer, chamar isso judici judiciosamente de reencarnação. Então, nós podemos também citar aqui algumas partes da Bíblia sobre a transitoriedade da das coisas e da vida principalmente, né, que a gente não vai viver para sempre, não vai viver para semente, como dizia a minha avó, não é verdade? Então, João vai dizer assim, disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida, e aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá. E quem vive e crê em mim não morrerá eternamente. Você crê nisso? Eu creio. E o espírito é o que vivifica. A carne para nada a aproveita. As palavras que eu vos digo são espírito e vida. João 6. Então, nesse limite de tempo e de espaços que nós damos o nome de transitoriedade, a transit transitoriedade das coisas, da vida, da vida em si, que tem esse ciclo de nascer, viver e morrer, que tem começo, meio e fim. Então, a transitariedade se manifesta nesse sentido da brevidade da existência, tanto também nos termos do tempo. É temporal a passagem dos anos, a duração de um relacionamento, a carreira profissional, quantos termos de espaço nós temos aí,

se sentido da brevidade da existência, tanto também nos termos do tempo. É temporal a passagem dos anos, a duração de um relacionamento, a carreira profissional, quantos termos de espaço nós temos aí, né? as mudanças de lugar, mudar de uma casa para outro, de um endereço para outro, de uma cidade para outra, a perda de objetos, a perda de pessoas queridas, desapego de lugares e familiares. Tudo isso é passageiro, tudo isso é transitoriedade. E a transitoriedade, ela mexe com as nossas emoções. Elas t ela ela tem limites emocionais porque ela gera sentimentos de ansiedade, de angústia, de medo de perda, especialmente nas situações de mudança indpedida, né? como dói eh essa situação, essa emoção nas relações interpessoais que são marcadas também por essa transitoriedade, eh, são pessoas que entram e saem de nossas vidas e a possibilidade também de ter de ter términos de e distanciamento. E eu me lembro o fato de que, por exemplo, quantos amigos nós temos de quando nós estávamos na na faculdade ou no nível médio ou em outro no trabalho ou quando nós mudamos de emprego, quantos sobram realmente, né? Vamos pensar nisso. Tem uma música muito linda do Osvaldo Montenegro, esse excelente músico e compositor. Ele é nascido de Brasília. Ele é de Brasília que ele fala sobre isso. Perguntas são perguntas que ele vai fazendo que o que que eu tinha que eu não tenho mais, quantos amigos eu tenho. Eu me esqueci o nome da música agora, mas ela é belíssima. Se vocês procurarem na internet, vejam a letra, é lindíssima, toca muito profundo na nossa alma e nos faz refletir sobre esse apego que nós temos às coisas. Então, nós temos limites também na busca por segurança, né? Nós estamos constantemente inseguros, principalmente nesta era transitória do do planeta, é uma insegurança total. A gente fica em busca de estabilidade, de pertencimento, porque as coisas vão assim se tornando líquidas, né? Tudo acaba, tudo se derrete no minuto. Então, é o tempo em que eh os valores morais se inverteram.

fica em busca de estabilidade, de pertencimento, porque as coisas vão assim se tornando líquidas, né? Tudo acaba, tudo se derrete no minuto. Então, é o tempo em que eh os valores morais se inverteram. Aí temos também o tempo na nossa construção de identidade, a nossa identidade pessoal. E essa identidade pessoal, ela é moldada pelas experiências e as reações, as relações que temos. Essa transitoriedade, ela pode gerar dúvidas e questionamentos sobre quem somos realmente. E cabe a nós aqui lembrar das questões que o espiritismo nos faz. O quem sou eu? O que eu sou? Porque nasci, porque vivi, porque cresci, porque eu vou ter que morrer um dia, né? Então é é necessário pensar nisso, que nós nascemos para a felicidade. E essa busca da felicidade, ela é constante por nós, seres humanos encarnados. Muitas vezes procuramos pelos meios errados e pelos nos lugares errados, mas nós nascemos para felicidade, ainda que passageira, né? Porque tudo aqui neste planeta é passagem. Nós apenas estamos, nós não somos. Então, tudo é passageiro, tudo passa, mas enquanto estivermos aqui, busquemos esta felicidade, mesmo sabendo que ela não é eterna, porque a felicidade verdadeira, ela não se encontra aqui neste planeta. Então, nós encontramos, nós superamos esses desafios dos limites que a vida nos oferece. Eh, quando nós aceitamos a natureza passageira da vida e aí sim nós vamos valorizar mais o presente. Isso vai desenvolvendo a nossa resiliência, nós vamos buscando significado de nós mesmos e nosso interior. E nós vamos com certeza, aprendendo cada vez mais com as experiências, porque é para isso que nós estamos aqui, para isso que estamos reencarnados e encarnados pela misericórdia divina para que nós eh possamos reparar as nossas arestas, né? Tudo aquilo que nós deixamos de concluir no passado ou que fizemos, nós vamos estar agora passando por esta ou aquela situação. Então, o que nós podemos fazer é cultivar a gratidão, agradecer pelas coisas boas que temos, pelas pessoas que amamos e ajudando o outro, eh, sabendo

estar agora passando por esta ou aquela situação. Então, o que nós podemos fazer é cultivar a gratidão, agradecer pelas coisas boas que temos, pelas pessoas que amamos e ajudando o outro, eh, sabendo lidar com a tristeza, com a perda e valorizando a vida integralmente. E aí nós vamos nos tornando o ser integral de que tanto querido Divaldo Franco fala no seu livro. Falava, mas ficou escrito, ele já está no plano espiritual, não é? Então é essa gratidão que nós devemos resumir nessa transitoriedade, que é uma característica fundamental da nossa existência e que traz consigo tantos desafios quanto oportunidades. Devemos saber aproveitar, compreendendo esses limites e desenvolver estratégias para que possamos lidar com o nosso dia a dia, com o passageiro da vida. Nós podemos construir uma vida mais significativa e mais resiliente. E assim, meus amigos, eu vou citar para vocês aqui o que Emanuel fala em a caminho da luz. Uma mensagem lindíssima que ele diz sobre Jesus. Sua mensagem de amor no Evangelho é a eterna palavra da ressurreição e da justiça, da fraternidade e da misericórdia. Todas as coisas humanas passarão, todas as coisas humanas se modificarão. Ele, porém, é a luz de todas as vidas terrestres, inacessível ao tempo e à destruição. Emanuel, em a caminho da luz. Uma outra parte na carta de Paulo de Tarso, na primeira epístola aos Coríntios, ele vai dizer assim: "Com a ressurreição, Jesus, além de eternizar o seu evangelho, mostrou a imortalidade do espírito, a vida que nunca acaba. Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual, diz Paulo de Tarso. Portanto, meus irmãos, que nós possamos celebrar a vida a cada novo dia, a cada dia que amanhece, acreditando sempre no amanhã, que amanhã poderá ser bem melhor do que hoje e hoje está sendo melhor do que ontem. E que nós possamos viver a vida em toda a sua plenitude da ressurreição de Jesus dentro do coração de cada um de vocês, de cada um de nós, no meu coração, no seu, de todos

á sendo melhor do que ontem. E que nós possamos viver a vida em toda a sua plenitude da ressurreição de Jesus dentro do coração de cada um de vocês, de cada um de nós, no meu coração, no seu, de todos nós, que possamos ter esta ressurreição de Jesus dentro de nós, que significa nossa transformação interior, como nos ensina o Espiritismo, que Que a paz de Jesus esteja convosco, esteja conosco em nossos corações agora, hoje e sempre. Amanhã será melhor. Graças a Deus. Graças a Jesus. Muita paz e muita luz a todos.

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