Gilda Coqueiro | JESUS, O FILÓSOFO DO AMOR (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 16/04/2025 (há 11 meses) 42:22 418 visualizações

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Transcrição

Sejam bem-vindos e bem-vindas à comunhão espírita de Brasília para este encontro reflexivo da tarde, início de noite hoje. O nosso tema de hoje é Jesus, o filósofo do amor, que será proferido pela nossa irmã Gilda Coqueiro. Convidamos a todos e a todas para a nossa prece de abertura e desde já então mentalizando a imagem de Jesus, nosso mestre, a ele direcionamos nossos pensamentos e corações. Jesus, mestre divino, guia e modelo da humanidade. nosso amado Senhor, uma vez mais, neste templo de amor, o Senhor nos acolhe por meio dos seus enviados celestiais. Encarnados e desencarnados, aqui nos encontramos para que o pão da vida, das tuas mensagens, dos teus ensinos, dos teus exemplos nos comovam as vibras da alma, para que possamos vibrar nestes teus ensinamentos excelsos, para que nos iluminemos com essa luz. tão profunda que nos faz relembrar a nossa, o nosso sentido existencial, como nos ensinastes de buscarmos a perfeição por meio das inúmeras encarnações. pela doutrina do consolador prometido por vós, o Espiritismo, para estamos aprendendo que para chegar àquela meta devemos aprender a valorizar a atual existência, nos dedicando com vontade, com afinco para justificarmos tantas dádivas que recebemos. Tantas lutas que nos são oferecidas para que nós nos superemos e concluamos esta atual existência melhor do que quando aqui nela ingressamos. Mas para que esse propósito seja útil, é necessário para nós não apenas conhecermos, mas vivenciarmos as dificuldades pelo conhecimento que nos lega, para que as transformemos em oportunidades de melhoria. Iremos cair como temos caído, mas estamos aprendendo a nos reerguer mais rapidamente. Às vezes nem tanto. Às vezes a luta é muito forte. Nos faltam resistências, nos falta uma sustentação, nos faltam as ferramentas para lidarmos com os desafios, principalmente os do coração. Por isso, uma vez mais aqui, retornamos para te ouvir por meio daqueles enviados celestiais que nos legam pelas mensagens espirituais a sabedoria que adquiriram

desafios, principalmente os do coração. Por isso, uma vez mais aqui, retornamos para te ouvir por meio daqueles enviados celestiais que nos legam pelas mensagens espirituais a sabedoria que adquiriram em inúmeras existências, baseados na tua luz. que hoje, uma vez mais possamos sair daqui renovados, fortalecidos para as nossas lições, aprendizados, com mais consolo e consequentemente menos tristes, com um pouco mais de alegria em nosso coração, fortalecidos também na nossa fé, na nossa esperança e nossa coragem. Que tua paz seja conosco e inspire a nossa irmã palestrante para atividade de hoje. Assim seja. Com a palavra então nossa irmã Gilda Coqueiro. Boa noite a todos. Sejam mais uma vez bem-vindos aqueles que estão aqui conosco na comunhão espírita de Brasília e aqueles que também que estão nos assistindo pela TV Comunhão, pela web, que possam sentir as energias deste momento, deste ambiente, sempre muito permeado de amigos espirituais, de benfeitores, mentores que nos acompanham em nível individual e também em nível coletivo. Estamos todos aqui muito bem amparados pela espiritualidade. Confiamos muito nisso, né? Confiamos muito no nosso patrono, Dr. Bezerra de Menezes, cujo salão leva este nome também, salão Bezerra de Menezes. Então, confiamos que estamos muito bem amparados, né? Aí, como o Roberto disse, pelo nosso mestre Jesus também, porque cada vez que a gente busca se conectar à nossa espiritualidade, a Jesus, a Deus, nós recebemos resposta. Estaremos sempre envolvidos em uma inspiração, um pensamento, no sentido que a gente que a gente busca, né? E hoje, como Roberto já disse, né, o nosso assunto aqui é Jesus, né? Nós vamos falar de Jesus, vamos senti-lo um pouco mais perto de nós, não tão longe nas escrituras, mas nós vamos ousar baseado na mentora Joana de Ângeles, né, que ditou essa obra Vidas vazias para Divaldo Pereira Fran, que trouxe essa temática sobre Jesus, Jesus como filósofo do amor. Então, não estamos tão ousados assim, né? Nós estamos aqui meio

eles, né, que ditou essa obra Vidas vazias para Divaldo Pereira Fran, que trouxe essa temática sobre Jesus, Jesus como filósofo do amor. Então, não estamos tão ousados assim, né? Nós estamos aqui meio sendo inspirados, né, por Joana de Ângeles, que analisou esse tema. Bem, então a proposta é a gente falar, né, sobre essa personalidade tão brilhante, né, que esteve aqui encarnado no nosso planeta, né? E como Joana nos diz, mentora, que se a gente fizer uma análise bem profunda sobre a personalidade de Jesus, nós encontraremos conclusões fascinantes sobre esse mestre. Como eu disse, nós estamos muito, talvez, acostumados na mensagem, nas parábolas, é, nos ditos evangélicos, mas aqui a gente tá querendo trazer, com a ajuda da Joana dessa personalidade, né, que ela falou. Se analisarmos profundamente, a gente vai ver, tirar conclusões singulares acerca desse mestre, né, que nos brindou com a sua mensagem de amor e até hoje nos brinda, né? Isso porque eh Jesus é tido como um ser mais surpreendente da humanidade. Primeiro que ele inaugurou duas eras antes e depois dele, antes de Cristo e depois de Cristo, né? Quem teve essa, vamos dizer, teve essa predestinação de inaugurar, de dividir o mundo entre duas eras, né? antes dele, uma era aonde eh não era cultivado o amor que ele propõe nessa segunda fase, quando aqui ele já esteve a era do amor, né? E também porque Jesus quando veio, ele estabeleceu, propôs comportamentos singulares enobrecedores como base das nossas existências, né? E também exemplificou muito, né? Jesus, ele não somente orientava sobre os comportamentos mais requeridos para a gente se considerar um homem e uma mulher de bem ou do bem. E também ele exemplificava muito isso. Então, somente essas duas coisas já em análise de quem é Jesus já nos traz um diferencial muito grande, né? Bem, ainda para aqueles que negam essa grandeza espiritual de Jesus, a liderança que ele exerceu, uma uma liderança bastante cativante, não era uma liderança dominadora, era uma liderança atrativa, né? Todo aquele que

queles que negam essa grandeza espiritual de Jesus, a liderança que ele exerceu, uma uma liderança bastante cativante, não era uma liderança dominadora, era uma liderança atrativa, né? Todo aquele que se encontrava com Jesus sentia uma energia muito especial. Era traído pela sua proposta, pelo seu olhar, pelo seu comportamento. Ele tinha uma vibração muito peculiar. E com isso ele tinha, ele exercia essa liderança, porque Jesus não somente arregimentou 12 companheiros chamado apóstolos para poder ajudá-lo na disseminação da boa nova, mas também tantos outros que o seguiam. Por final, uma multidão de pessoas já seguiam Jesus e muitos deles se tornaram também apóstolos da sua boa nova após a partida dele, desse planeta, né, da história que a gente já conhece sobre o sobre o martírio. Então, eram centenas de pessoas que já disseminavam a boa nova e todos eles que ouviam Jesus ficavam meio que hipnotizado com aquela figura tão sublime, tão amorosa, assim contam, né? não somente na nas escrituras, né, no Evangelho, mas em muitas e muitas obras psicografadas que falam sobre a natureza de Jesus, como ele se relacionava socialmente com os apóstolos, com os aflitos, com os doentes, né, com os obsediados, enfim, ele tinha uma conduta bastante peculiar. E uma questão bastante interessante também, assim, que ainda que não reconheça, né, essa singularidade de Jesus, essa liderança amorosa, né, eh, ele, para a gente poderia pensar, né, como que Jesus tinha tanta sabedoria, sendo que ele nasceu num povoado tão simples, né, um lugar, um lugar tão pequeno, aonde as pessoas mesmos mesmo não tinham instrução, não tinham conhecimento sobre as coisas. Era um povo oprimido, pobre, né? É, era um povoado mesmo. E ninguém nunca ensinou Jesus. Não tem notícia de que Jesus teve um professor ou uma figura que se destacava na época onde Jesus elegeu como seu mestre guia, né, para poder ensiná-lo. Jesus, ele já veio pronto nesse sentido, tinha uma sabedoria nata e ele se destacava, se destacou

uma figura que se destacava na época onde Jesus elegeu como seu mestre guia, né, para poder ensiná-lo. Jesus, ele já veio pronto nesse sentido, tinha uma sabedoria nata e ele se destacava, se destacou primeiramente naquela comunidade simples, mas depois onde ele nasceu e cresceu, mas depois Jesus. já aos 12 anos de idade, isso está nos evangelhos, já dialogava com os rabinos, que eram pessoas eh de uma educação irreparável, né? Pessoas que eram detentoras mesmo e eh do conhecimento, né? Estudiosos da época, eh a princípio tinham a sabedoria das antigas escrituras. Jesus com 12 anos de idade, sem ter tido nenhum tipo de de pessoa que o conduzisse. Jesus já dialogava com muita eloquência com os rabinos acerca de informações que até então não se falava, né? Ele perturbava muito os rabinos em relação à sua fala, porque Jesus falava de conduta humana, amorosa, justa, porque ele estava ali, afinal de contas, ele estava ali ao comando do nosso Deus Pai, como ele sempre dizia, né? Eu estou com o Pai, o Pai está em mim. E os atributos de Deus é justiça, é amor, é a fraternidade, né? amorosidade. Jesus dialogava sobre isso com os rabinos que até então não tinham esse costume de dialogar acerca do comportamento humano, mas sim eh sobre as escrituras. Então, com 12 anos de idade, esse já era o nosso mestre Jesus, né? Então Jesus acabou demonstrando que ele era um filósofo de uma rara doutrina, a doutrina do amor. Então Jesus era considerado um filósofo e é considerado um filósofo do amor. É isso que a nossa mentora Joana de Angeles aborda aqui nessa obra. Jesus é um filósofo do amor. A doutrina dele era o amor. E ele disseminou isso de uma maneira tão intensa que, embora já existisse os filósofos antigos, né, Sócrates, Platão, Aristóteles, a doutrina de Jesus conseguia sintetizar tudo isso ainda um pouco mais e passou a ter mais seguidores do que estes. Então, era algo muito poderoso e é algo muito poderoso para que a gente negligencie hoje essa figura chamada Jesus, Jesus Cristo,

isso ainda um pouco mais e passou a ter mais seguidores do que estes. Então, era algo muito poderoso e é algo muito poderoso para que a gente negligencie hoje essa figura chamada Jesus, Jesus Cristo, né? Bem, o fato que o nosso mestre ele revolucionou os sentimentos, né, das pessoas, ele tocou as pessoas de uma forma muito profunda, né? E Jesus viveu numa época bastante difícil, né? Era a época do Império Romano, aonde existiam situações extremamente opressoras, traições políticas, interesses, busca de poder. que as pessoas que estavam no poder vigente não se importavam em relação a exercer comportamentos amorosos, porque elas estavam dentro de uma busca da conquista pessoal, né, do do do alimentar o próprio ego em relação a tudo que estava acontecendo ali. Eram muitas coisas, a gente já viu, né, em nas nos livros de história, nos filmes, o que era o Império Romano, que depois teve essa derrocada. Mas o fato é que tinham terríveis conjunturas naquele momento em que Jesus estava ali vivenciando tudo isso, né? Eh, e ele ali junto à pessoas que muitas vezes exploradas, muitas pessoas pobres que pagavam impostos altíssimos e não tinham direitos, eram mais deveres, né, do que direitos. Jesus estava ali junto, né, enfrentando essas conjunturas. Porém, Jesus nunca se utilizou de um discurso de violência, absolutamente nada. E era o que mais tinha nessa época eram ataques sangrentos, né, em relação alguma coisa que pudesse sensibilizar os poderosos da época. E Jesus, no entanto, seu discurso era amoroso, né? Era um discurso eh que não visava jamais derramamento de sangue como havia na época. Então Jesus se colocou na verdade como um grande revolucionário, mas não revolucionário aquele que enfrenta o poder vigente. O revolucionário porque trouxe, por outro lado, toda uma proposta de conduta, de olhar eh modificado sobre o sujeito e sobre a vida e sobre tudo, sobre Deus. Jesus trouxe uma algo bastante novo que até então não tinha sido trazido por ninguém. Então, nesse sentido, né,

conduta, de olhar eh modificado sobre o sujeito e sobre a vida e sobre tudo, sobre Deus. Jesus trouxe uma algo bastante novo que até então não tinha sido trazido por ninguém. Então, nesse sentido, né, Jesus, ele é um ser muito, muito singular, né? E Jesus é surpreendente também porque ele tinha a capacidade de penetrar a gênese dos conflitos humanos. Quando as pessoas se aproximavam dele, né, tomadas de sofrimentos físicos, psíquicos, psicológicos, Jesus conseguiaoscultar aquela alma e conseguia captar o a verdadeira gênese desse conflito, a causa daquele conflito, o que estava acontecendo com aquela pessoa. E a partir daí Jesus fazia um acolhimento a essa pessoa sem julgamentos e também partia para uma solução. Aconselhava as pessoas assertivamente, né, sobre sua conduta, sempre eh deixando claro que toda todo o adoecimento vinha primeiramente de uma de uma causa espiritual, ética, moral, né? Ele sempre trazia na sua fala algo nesse sentido, mas também ele operava a o auxílio aquela pessoa. Ele dava uma solução para a dor daquela pessoa naquele momento, porque Jesus considerava, né, as aflições da pessoa. Ele não só aconselhava, aí vai lá e se modifica, muda sua conduta e deixava a pessoa sair tomada de dor. Não, ele acolhia, ele buscava muito a questão de ativar os potenciais internos de cura das pessoas, as próprias pessoas, para que elas fizessem o processo de autocura, além de destinar energias, as as próprias energias dele curativas. Então, que ser surpreendente, né? Jesus era, na verdade um terapeuta inconfundível, né? quem dera tivéssemos hoje terapeutas com essa capacidade. Precisamos às vezes conversar muito com a pessoa, né, para entender a causa dos seus sofrimentos humanos. Jesus fazia isso de pronto. Somente com o olhar ele já conseguia identificar a causa do sofrimento das pessoas. A partir dali, ele operava toda uma série de de procedimentos, vamos assim dizer, embora não utilizasse nenhum tipo de ferramenta, nenhum tipo de técnica, era dele mesmo. Era algo muito nato dele.

as. A partir dali, ele operava toda uma série de de procedimentos, vamos assim dizer, embora não utilizasse nenhum tipo de ferramenta, nenhum tipo de técnica, era dele mesmo. Era algo muito nato dele. Por isso que quando a gente fala que Jesus é o filósofo do amor, a doutrina, a única coisa que ele utilizava era o amor, porque ele era tomado de compaixão pelo sofrimento humano. E ele queria mesmo que as pessoas empreendessem um caminho de cura e autocura também. E para isso ele trazia também, colocava ali todo o cabedal de conhecimentos, muito mais que conhecimentos, a sabedoria dele, que ele já veio preparado para isso, para que a pessoa fosse, prosseguisse o seu caminho com algo que pudesse incentivá-lo, incentivá-la a não encorrer nos mesmos desatinos que o levaram ao adoecimento espiritual primeiro e físico, como a gente disse. Bem, Jesus utilizava também, para não dizer que ele não utilizava de instrumentos, ele se utilizava muito da natureza, muito mesmo das coisas humildes, usuais da época, conhecidas também. Ele, a partir disso, ele trazia os conhecimentos muito profundos. Jesus não perdia tempo em relação a isso. Os exemplos que ele dava era sempre tirado de algum lugar, né, eh, dos reinos, animais, minerais, vegetais, para poder trazer uma história em um exercício também de nos despertar para a integração de todos os seres viventes como algo bastante importante. E Jesus colocava como que se a gente tivesse que seria bom observarmos como se como funcionam os outros reinos para que a gente também possa tomar algumas decisões em relação ao nosso reino ominal. Observar uma planta, como cresce, como se desenvolve, um animal, a alegria dos dos animais domésticos, tantas outras coisas que a gente também poderia estar utilizando para que a gente pudesse trazer um possamos trazer um pouco de alegria e paz para nós. Então Jesus era ele usualmente utilizava das coisas que estavam dispostas ali. E a questão mesmo das parábolas, né? Jesus não deixou nada escrito, nada.

amos trazer um pouco de alegria e paz para nós. Então Jesus era ele usualmente utilizava das coisas que estavam dispostas ali. E a questão mesmo das parábolas, né? Jesus não deixou nada escrito, nada. Quem escreveu eh os Evangelhos foram os apóstolos, né? Notadamente quatro apóstolos escreveram sobre praticamente as mesmas coisas, fazendo ali uma convergência, né, de o que Jesus fazia, como falava, como agia. Mas no entanto, ele deixou inúmeros ensinamentos, inúmeros ensinamentos, né, acerca então de diversas eh situações da nossa existência humana, mas notadamente sobre o os nossos comportamentos, sobre, como eu falei, sobre a ética e moral, que depois agora a gente conhece como ética moral cristã. Nada a ver com moralização. Moral no sentido de se fazer a coisa certa dentro daquilo que é colocado, né, como o respeito a si e ao próximo, né? Essa era a ética de Jesus. E Jesus também, né? Não é por menos, né, que a gente fica pensando, ah, mas será que Jesus era uma pessoa tímida, né? Será que ele era retraído? A gente sabe, conclui que não, porque ele palestrava para uma quantidade enorme de pessoas. Tinha um que de persuasão na sua fala, uma persuasão amorosa na sua fala, que as pessoas automaticamente se convenciam em relação à aquele que ele estava falando. E a gente consegue constatar isso nas parábolas que estão escritas aí por esses apóstolos. Jesus falava por parábolas e dentro de um movimento de caridade, né? Porque pensando que Jesus ele é ele é esse ser surpreendente, né? Esse ser que veio das altas estrelas do universo, ele poderia utilizar de vários linguajares, né? várias coisas que ele poderia estar pregando ali, mas Jesus ele falava por parábolas porque ele queria que todos alcançassem aquilo que ele desejava que as pessoas percebessem, né, que seria que é o reino de Deus, esse reino do qual todos nós fazemos partes parte, mas nós muitas vezes nos afastamos, nos desintegramos. E Jesus veio para nos dar o caminho dessa reintegração com aquilo que faz parte de nós, porque nós somos

do qual todos nós fazemos partes parte, mas nós muitas vezes nos afastamos, nos desintegramos. E Jesus veio para nos dar o caminho dessa reintegração com aquilo que faz parte de nós, porque nós somos criaturas de Deus, criados. Então, para tudo isso que ele falou, mas nós em algum momento das nossas diversas vidas, nós nos apartamos desse caminho. Por isso que tem lá, né, no evangelho. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai vai ao Pai se não por mim. Não é que Jesus estava ali numa crise de narcísica, né? Não é porque o que ele estava dizendo é verdadeiramente um caminho para nos reintegrar a essa nossa natureza espiritual que a gente chama de Deus, né? Então, por meio dessa desses ensino de Jesus, nós podemos ingressar em um caminho de cura, autocura, empreender esse caminho como aqueles eh herdeiros de Deus, que fomos criados para para felicidade. Ninguém foi criado para sofrer no mundo um vale de lágrimas, que todos nós chegaremos uma fatalidade única, que é a plenitude como filhos de Deus. E Jesus quis dizer tudo isso, mas que para isso era preciso que a gente é preciso a gente nós tomarmos alguns passos, né? Primeiro trazer essa se apropriar dessa herança divina, né? E depois nos sentirmos dignos de refazer as nossas histórias em direção a um dia melhor do que hoje, uma semana melhor do que a outra, a um estilo de vida, né, mais saudável. Somos todos capazes disso. E Jesus nos deu essa dica, né, quando disse: "Vós sois deuses, o que eu faço podereis fazer até muito mais". Ele disse: "Isso que vocês estão vendo, que alguns já consideravam que era um poder que ele tinha ali, que ele tava investido de uma energia eh de Deus, vamos assim dizer, ele disse: "Vocês também podem fazer isso". Então, ele nos igualou enquanto filhos de Deus e nos lembrou da potência que existe em cada um de nós para modificarmos as situações. Sabemos, né, algumas são bastante difíceis, bastante desafiadoras, mas é preciso que a gente se coloque a postos pra gente continuar caminhando, porque desistir não é opção.

modificarmos as situações. Sabemos, né, algumas são bastante difíceis, bastante desafiadoras, mas é preciso que a gente se coloque a postos pra gente continuar caminhando, porque desistir não é opção. Não viemos aqui encarnados depois de muitas dificuldades para programar uma reencarnação para poder desistir. Agora, embora os desafios, né? Então, a gente tá colocando aqui Jesus com toda essa potência para que a gente possa utilizar mais desse mestre, dos seus ensinamentos, da sua energia, tentar entrar na energia cósmica, crística de Jesus, nesse ambiente, para que a gente possa encontrar, se não a felicidade, ao menos paz, para que a gente possa prosseguir de uma maneira segura. Bem, eh, Jesus, né, ele como cidadão, ele cumpriu, cumpria também os deveres dele. Não era porque as leis eram injustas que ele não que ele embatia. Não, não vou fazer, não vou pagar. Jesus, ele cumpriu todos os deveres como cidadão daquela época. Embora ele não quadunasse com mal, com maldade, mas ele respeitava o poder vigente também, né? E não nunca descuidou ou abandonou seu ministério por dificuldade alguma que tivesse aquela época. Jesus era ela era muito provocado. Muitas ciladas eram estruturadas para que Jesus caísse, mas ele foi até o final. Mesmo que a gente tem, veja o martírio de Jesus como algo, ah, foi interceptado a a missão dele. Isso isso não temos conhecimento disso. A gente tem conhecimento que Jesus ficou o tempo suficiente para implementar a boa nova. Tanto que estamos aqui até hoje falando dele, né? Ele ainda prevalece a tua presença, a tua mensagem, a sua doutrina do amor, né? Bem, era um amigo fiel, nunca desdenhou das pessoas, nem mesmo aquelas que eram tinham uma socialmente eram tinha um posto maior. Tanto que a gente tem notícia de que ele atendeu um senador chamado Públio Lentulus, que veio a ser posteriormente outra encarnação, Emanuel, o próprio mentor de Chico Xavier. E esse senador, de forma escondida, ao cair da noite, desesperado, procurou Jesus em função de

blio Lentulus, que veio a ser posteriormente outra encarnação, Emanuel, o próprio mentor de Chico Xavier. E esse senador, de forma escondida, ao cair da noite, desesperado, procurou Jesus em função de uma doença muito grave que acometia sua filhinha. E ele pediu ajuda para Jesus. E no entanto, ele era, fazia parte de um império que perseguia Jesus, já achava que Jesus era uma ameaça para eles. Mas Jesus ele acolhia a todos do em qualquer situação social em que se encontrava e buscou sensibilizar todos aqueles que o encontravam. Eh, a Joana de Angeles, a mentora de Divaldo, que é a autora desse livro, que a gente tá se baseando aqui essa fala, ela conheceu Jesus pessoalmente. Na época, ela se chamava Joana De Cusa, era casada com Patrício, um auto funcionário do governo romano, envolvido, obviamente, em várias situações, né, reprováveis. E a Joana Deângeles, ela que que ela fazia? Ela buscava Jesus, ela ouvia as palestras, era uma daquelas que sentava lá à beira do monte e ouvia Jesus. Então, ela foi uma que sensibilizou-se com Jesus até hoje, porque as encarnações dela sucessivas, ela buscou se dedicar ao cristianismo. Bem, e por fim, Jesus era um advogado dos infelizes. Ele defendia todas as pessoas com muita eloquência. E eu esqueci até de falar, né? Jesus era uma pessoa introvertida? Não, não era. Jesus era uma pessoa muito eloquente, falava muito bem, falava de uma forma envolver todas as pessoas ali, por óbvio, né, gente? Imagina disseminar, né, o fazer o que ele veio fazer, né? E ele era uma pessoa então muito eloquente, né? Então, gente, por tudo isso que a gente tá falando aqui, é para que a gente nunca desdem atual em nossa existência. Jesus não é aquele que está lá no evangelho somente, aonde a gente conhece todo a a o histórico de vida dele. Jesus, ele é ainda a nossa possibilidade de superar os desafios da vida. é a possibilidade que a humanidade tem de se autossupar diante de tantas situações que a gente vem passando, né? Porque hoje nós vivemos uma sociedade apressada, uma

de de superar os desafios da vida. é a possibilidade que a humanidade tem de se autossupar diante de tantas situações que a gente vem passando, né? Porque hoje nós vivemos uma sociedade apressada, uma sociedade ambiciosa, desmedida e, enfim, que buscam coisas que nos nos afasta dessa desse investimento espiritual que devemos fazer, porque nós somos seres espirituais em um em uma encarnação temporária nesse planeta. Nós vamos retornar pro nosso habitate natural, que é o plano espiritual. Nós somos seres espirituais. Então Jesus vem mais uma vez para que a gente possa avaliar, analisar esses fenômenos sociais e também os fenômenos internos que acomets, né? Quem não, gente, quem não esteja passando situações de conflito, né? Todos nós, porque nós estamos no planeta de prova expiações. A diferença é que o que a gente tá fazendo com isso, né? é o tanto e o quanto Jesus está fazendo parte desse dessa rede de apoio que a gente tem construído para nós mesmos. Às vezes estamos numa psicoterapia, estamos com assistência médica, estamos com eh lançando mão de tudo aquilo que os recursos da ciência têm nos colocado, mas estamos também trazendo essa dimensão espiritual para poder enfrentar esses mesmos desafios, né? E a proposta aqui é Jesus mesmo, né? Mais próximo de nós, que esteve aqui, que tem uma proposta, né? Se a gente lê a a também a as os escritos, a gente vai ver o quanto que é pedagógico, porque a gente troca ali culpa por perdão, por auto perdão. Isso muitas vezes nem nem ciência alguma trabalha nessa perspectiva. E Jesus trouxe essa perspectiva de processo de cura. perdão, auto perdão, ao invés da gente cultivar as culpas da vida. E por fim, a gente já passando pro final da nossa fala, né? Eh, lembrar que Jesus eh cuida de todos como a um rebanho. Ele diz que nenhuma das suas ovelhas, nenhuma das ovelhas de Deus se perderia. Então, todos nós chegaremos, estaremos caminhando inexoravelmente para uma evolução e a gente confiar que Jesus conduz essa barca terrestre até hoje, né, tentando

huma das ovelhas de Deus se perderia. Então, todos nós chegaremos, estaremos caminhando inexoravelmente para uma evolução e a gente confiar que Jesus conduz essa barca terrestre até hoje, né, tentando nos levar para um porto de segurança, ao reino de Deus. E aí a Joana termina aqui lendo algo, né, para nós, para nos lembrarmos sobre Jesus. é bem curtinho. Busca segui-lo sem muita discussão. Se estás em sofrimento, pensa nele. Se tens a alma em frangalhos, busca-lhe o auxílio. Se te encontras de toso, recorre a ele. E se estás em paz, vive-o e divulga-o ao mundo atormentado desses tempos. Então, que Jesus possa ser esse grande timoneiro da nossa existência, nos lembrando sempre dessa figura inigualável que até hoje conduz o nosso planeta para o chamado reino de Deus. Que Jesus seja conosco. Chegamos então ao final das nossas reflexões que trouxeram-nos o nome de Jesus. O tempo todo aqui ouvimos a nossa irmã Gilda proferir essas reflexões. As palavras e principalmente os nomes carregam uma força muitas vezes inimaginável para nós. E o nome de Jesus é o ápice. Quando nós pronunciamos esse nome com profundo respeito, as fibras de nosso espírito vibram. vibram nas nossas orações, nos nossos apelos que fazemos diante das diferentes necessidades que somos levados a lembrar do mestre. Então, aqueles que vão entrar na sala de passe, todos ao retornarmos para os nossos lares, sempre pensemos nesse nome. digamos esse nome em nossos lares pelo menos uma vez ao dia, de preferência com as nossas orações, porque o Senhor é o nosso pastor e nada nos faltará. Deitar nos faz em verdes pastos. Guia-nos mansamente às águas tranquilas. Refrigera-nos a alma. Guia-nos pelas veredas da justiça, por amor ao teu nome. Pois ainda que andássemos pelo vale da sombra e da morte, não temeríamos mal algum, porque o Senhor está conosco. A sua vara e seu cajado nos consolam. Prepara diante de nós uma mesa perante nossos inimigos. Unges nossa cabeça com óleo e nosso cálice transborda. Certamente que a bondade e a

o Senhor está conosco. A sua vara e seu cajado nos consolam. Prepara diante de nós uma mesa perante nossos inimigos. Unges nossa cabeça com óleo e nosso cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia do Senhor nos acompanharão por muitos e muitos anos e habitaremos em tua casa por longos e longos tempos, porque o Senhor é o nosso pastor e nada nos faltará. Para aqueles que não conhecem, esse é o Salmo 23. Que Jesus os abençoe e os acompanhe até seus lares. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a

s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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