FORA TE PROCUREI, DENTRO TE ENCONTREI - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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Bom dia, amigos. Sejam bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, através dos meios de comunicação. Um feliz Natal para vocês. Hoje nós começamos o dia 25, 8 horas da manhã. Foi muito bom, não é? A primeira palestra no dia que se comemora o nascimento de Jesus. Então, por que não começar esse nosso momento com uma leitura que está nesse livro, nesse livro que fala Natal de Esperança. E aí o Cassimiro Cunha, o escritor disse assim: "Meu amigo, não te esqueças pelo Natal de Jesus de cultivar na lembrança a paz, a verdade e a luz". Aí o nosso irmão Rodrigo, o espírito Rodrigo, vem falar assim para nós: "Todos os anos na véspera de Natal renovam-se as esperanças. O significado da vida de Jesus ao planeta é muito profundo. Não se trata apenas de uma comemoração religiosa. É muito mais do que isto. É o chamamento às virtudes esquecidas e essenciais para a felicidade. A humildade da chegada, a fraternidade, a solidariedade e a caridade da jornada. O sacrifício por amor na partida. As fases da existência terrena de Jesus são mensagens perenes de libertação espiritual. São convites constantes à reflexão, a comparação de quem ainda somos carregados de imperfeições com o Cristo. Sublime modelo de nossas vidas são muito mais, portanto, que simples mensagens de esperança e paz. São apelos ao trabalho sem trégua em benefício de nós mesmos. Não desanimemos assim diante dos obstáculos que existem, principalmente dentro de nós. Voltemo-nos para o amanhã risonho da libertação, cultivando no dia de hoje, que é Natal, pensamentos de elevado padrão espiritual. Lembremo-nos do ditado popular: "Água mole em pedra dura tanto bate até que fura". Jorremos a água de nossa vontade vacilante sobre a rocha de nossas imperfeições e com persistência encontraremos a passagem necessária para o transbordamento dos estímulos espirituais que nos libertarão. Enfim, mensagem linda, né? Ele tá falando pra gente entrar dentro de nós para ver se Jesus. Então, com essa mensagem maravilhosa, nós vamos fazendo nossa prece de
mulos espirituais que nos libertarão. Enfim, mensagem linda, né? Ele tá falando pra gente entrar dentro de nós para ver se Jesus. Então, com essa mensagem maravilhosa, nós vamos fazendo nossa prece de abertura desse nosso momento, elevando os nossos pensamentos, o nosso coração a esse Jesus que comemora o nascimento dele hoje, dizendo: "Jesus, amigo, nós te agradecemos profundamente pela sua disponibilidade, pelo seu amor, pelo seu carinho por todos nós de um dia descer a esse planeta para nos ensinar a amar. Sei que nós não somos os alunos perfeitos, pouco aprendemos, pouco sabemos desse amor incondicional, mas com certeza, com a vontade, tendo o Senhor ao nosso lado, nós um dia vamos amar incondicional todos os nossos irmãos. Então, que a doce paz dele permaneça junto de nós hoje e sempre. E que assim seja. Bom, amigos, hoje nós escolhemos uma leitura para fazer a reflexão muito interessante. Fora te procurei, dentro encontrei. O que que quer dizer isso? Fora te procurei. A gente procura esse Jesus, procura Deus, procuramos uma entidade, procuramos um santo nas pessoas, nas promessas, nas conquistas, nos caminhos que pareciam seguros. Não é assim a gente com as nossas aflições, ao invés de voltar para dentro de nós, porque nós somos uma centelha divina, nós temos Deus dentro de nós, nós buscamos lá fora e porque achamos que lá fora é seguro. E quanto mais nós buscamos, mais nós sentimos vazio. Porque essa busca nossa não é pelas coisas materiais, essa busca nossa é pela necessidade de nos encontrarmos, de ter algo maior do que isso que tá lá fora. Hoje a gente vê a depressão porque a gente busca tanta coisa lá fora e não encontramos e nos entristecemos, né? Então, até a gente procura, procura dar esse vazio grande, mas a vida é muito linda, muito é maravilhosa. E nós temos a ajuda da espiritualidade, que é uma ajuda imensa. Aí ela mostra pra gente muito em silêncio, muito quietinha, nos convida. Nos convida para quê? pra gente olhar dentro da gente. E foi ali que a gente, é aí que nós nos
alidade, que é uma ajuda imensa. Aí ela mostra pra gente muito em silêncio, muito quietinha, nos convida. Nos convida para quê? pra gente olhar dentro da gente. E foi ali que a gente, é aí que nós nos encontramos, porque como eu disse uns segundos atrás, a gente fica no procurando alguma coisa fora, mas quando esses fazemos o silêncio e falamos: "Espera aí, lá fora não me satisfez, lá fora não me trouxe alegria, lá fora não me trouxe paz, aí eu começo ver, eu sou uma filha de Deus". Deus mandou Jesus para me ajudar. Eu tenho essa centelha divina porque eu sou criada por Deus, que a gente fala DNA de Deus, né? Então eu tenho tudo que eu preciso para ser feliz, para ser harmônica, para ser segura. Então eu eu me tenho, eu me tenho. Isso é muito importante. Então hoje nossa reflexão é sobre essa jornada silenciosa que todos nós fazemos. a passagem em busca do exterior para encontrar o interior. Nós vamos falar dessa esse exterior e como eu volto para o interior, né? E a jornada nossa em busca do sentido da paz e de Deus começa lá fora. Isso é comum. Nós não vamos nos criticar porque a gente tá buscando isso lá fora. Tudo isso lá fora é um um sentido da vida, uma paz, um Deus. Nós buscamos sim, porque ainda estamos num processo de aperfeiçoamento como ser humano, como ser reencarnante. Então, a gente busca no lá fora, mas se realiza no mundo interior e demora um tiquinho, um cadinho esse processo da gente se ver, se ver no, no olhando para nós mesmos, né? Agora a gente vai fazer assim umas pequenas colocações. Eu tô seguindo aqui pra gente poder ter nosso tempo. Ele é bem justinho pra gente chegar ao final sem problema. Vamos falar da busca fora de nós. O que que quando é que eu busco alguma coisa fora de mim? É uma é quando eu tenho uma necessidade humana, minha necessidade de pertencimento e felicidade. Todos nós queremos pertencer. pertencer a alguma coisa, pertencer ao time de futebol, pertencer à amizade, ao grupo de amigos, pertencer algum algum grupo, alguma pessoa até e
tencimento e felicidade. Todos nós queremos pertencer. pertencer a alguma coisa, pertencer ao time de futebol, pertencer à amizade, ao grupo de amigos, pertencer algum algum grupo, alguma pessoa até e ter e sermos felizes. É isso que nós queremos. Outra, projetar no outro aquilo que nos falta, né? Eu projeto naquele, eu quero que aquela pessoa que eu convivo seja desse jeito. E na realidade é porque eu não sou. Isso acontece muito com os pais. Ah, eu quero que meu filho faça medicina porque ele sonhou medicina fazer medicina e não pôde. Ah, eu quero que ele seja um engenheiro. Eu quero que ele se trabalhe na lavoura, porque eu não fiz isto, né? Isto é buscar fora de nós, né? Ele fala também a ilusão de que a paz está sempre depois ou em algum lugar. Eu achei essa essa frase muito interessante. A ilusão é uma ilusão. Não existe. Eu penso que a paz está sempre depois, né? Depois de alguma coisa e em um lugar e algum lugar, eu não sei onde. Exemplo, quando eu eh quando eu tiver isto, eu serei feliz. Quando eu conseguir fazer uma palestra na comunhão, eu vou ser feliz. Ele que não sabe que é difícil, né? Se o outro mudar, eu ficaria em paz. Não é isso que acontece? Ah, eu queria que fulano fosse desse jeitinho. Quando fulano for desse jeitinho, eu vou ficar muito bem. Eu vou ser feliz. Eu vou estar em paz. E se outra frase, se Deus responder do meu jeito, eu vou acreditar. Eu vou pedir para Deus para me dar tranquilidade, serenidade para eu fazer essa palestra. Mas se no final da palestra eu não for me eu me descontrolar e esquecer ou ou me perder, aí eu não acredito em Deus. Ah, não, Deus não me ajudou, né? E aí a gente pensa, quantas vezes terceirizamos nossa paz? Quer dizer, isso é eu estar em paz. Quantas vezes eu tenho a paz na no pertencimento da de alguém, no projetar no outro que é uma coisa que eu gostaria de ser, né? Eh, é ter a paz de imediato, ter a paz até depois que acontece, não antes. Eu tenho que estar em paz para que as coisas aconteça de uma forma tranquila, serena e construtiva.
e eu gostaria de ser, né? Eh, é ter a paz de imediato, ter a paz até depois que acontece, não antes. Eu tenho que estar em paz para que as coisas aconteça de uma forma tranquila, serena e construtiva. Aí ele tem um outro tópicozinho que ele trouxe para nós muito interessante, a busca exterior. Quando procuramos lá fora, né? Quando procuramos lá fora, o que que ele quer falar? Durante muito tempo, nós buscamos felicidade na posse material. Daqui a pouco a gente entra no na parte boazinha, tá? A felicidade nas posse material. Ah, eu não tenho um carro, eu tenho que pegar ônibus todos os dias, então não sou feliz. Tá muito difícil, muito complicado. Eu gasto muito tempo. Quer dizer, eu tenho um ônibus que me leva e trás. Ou eu tenho uma bicicleta, ou eu tenho duas pernas. Quantas pessoas não têm pernas, não tem pés para andar, né? O amor na provação alheia. Eu quero que o outro aprove, que o outro me ama, que o outro gosta de mim, que o outro me admira, que me acha o máximo, né? A gente tá querendo isto. A paz em pessoas, lugares ou religião. Eu vou ficar em paz quando tudo tiver certinho na minha casa, com os meus amigos, com na no meu trabalho, né? E e nas pessoas. Eu tô em paz quando me as meus amigos tudo tiver tudo tranquilo e na minha religião, vou estar em paz quando minha religião tiver assim 100%. Mas a religião tá 100%, mas as pessoas que estão dentro daquela religião é que tá fazendo diferente, que eu estou fazendo diferente, né? Essa busca externa, amigos, essa busca externa é natural. Não vamos nos criticar. Eu não tô falando em forma de crítica. Essa busca externa é de todos nós. Nós buscamos lá fora. O que tem aqui dentro é o tema nosso. Então, ela é natural e faz parte do amadurecimento espiritual. Por quê? Nós estamos num planeta de provas e expiações, não estamos? Então, eu não tô, não sou essa belezinha. Não sou essa belezinha. Eu vim aqui para cá porque eu ainda tenho muitos acertos para fazer comigo mesma, não é com o mundo, é comigo. Muitas coisas que eu deixei em outro momento de
u essa belezinha. Não sou essa belezinha. Eu vim aqui para cá porque eu ainda tenho muitos acertos para fazer comigo mesma, não é com o mundo, é comigo. Muitas coisas que eu deixei em outro momento de vida passar e agora eu vim para poder melhorar, para poder refazer, então para poder amadurecer espiritualmente. Não é dentro do espiritismo, não. possa amadurecer dentro da igreja católica, dentro da igreja evangélica, dentro do espiritismo ou dentro de qualquer religião, ou mesmo que seja um amadurecimento como uma pessoa espiritualista, eu não preciso estar vinculada a a religião nenhuma. É ideal seria a gente estar vinculado a uma religião, mas então essa busca externa é natural e vai fazer parte desse crescimento meu onde eu estou plantada. Onde eu estou plantada? Eu estou plantada aqui nesse planeta, eu estou plantada nesse país, eu estou plantada nesta cidade. Então que eu amadureça aqui, entendeu? E aí para amadurecer eu vou buscando a felicidade em coisas materiais, na provação alheia, nas pessoas, lugares, religião. Até que uma hora eu falei: "Espera aí, isso não está eh me causando um crescimento que eu gostaria". Aí eu começo a olhar diferente. Aí ele fala: "Porém, quando tudo isso falha, eu busquei tudo isto e não não me trouxe uma paz, não me trouxe um bem-estar, não me trouxe um crescimento que eu já almejo porque eu vim para crescer. Então tá lá guardadinho numa caixinha o meu querer. Mas como eu fico de olho lá fora, eu não cresci. Quando eu começo a falar, espera aí, tem uma coisa errada, né? Ou não preencho o vazio da minha alma. Porque vocês já viram que quando nós estamos procurando alguma coisa para se nos satisfazer, para nos dar uma um bem-estar, uma paz e que nós não encontramos, não dá um vazio. Dá um vazio. Você fala: "Gente, eu não sei, eu tô precisando de alguma coisa. Será o que que é?" Tem até uma coisa esquisita. Esquisita é coisa de goiana. Eu sou goiana, né? Esquisita essa é esse vazio da alma. Então, surge pergunta. Aí a gente faz uma pergunta para nós. Por que
erá o que que é?" Tem até uma coisa esquisita. Esquisita é coisa de goiana. Eu sou goiana, né? Esquisita essa é esse vazio da alma. Então, surge pergunta. Aí a gente faz uma pergunta para nós. Por que ainda me sinto incompleto? Porque Rute ainda sente incompleta? É porque ela ainda de busca de vez em quando e muit das vezes lá fora o que tá aqui dentro. Mas hoje eu já consigo correr e ver que não é bem desse jeito. Eu busco o perdão no outro e eu tenho que buscar o perdão em mim. Eu te ofendi, eu fico esperando você me perdoar lá fora. Você tá lá fora e aí me dá um vazio. Por quê? Porque você falou: "Não, não te perdoo nunca. Mas quando eu entender e falar, eu me perdoei de ter te ofendida, de ter te ofendido ou ofendida, o que que acontece? Eu me liberto. Eu me liberto. Aí sim que eu procurei o pernão dentro de mim. Olha, isso é lindo demais, né? Aí tem mais outro tópico que fala: Deus não está fora, está presente. Agora a gente começa a falar do positivo, né? que da agora eu falei só da gente buscar lá fora. Agora nós vamos começar a voltar para buscar aqui dentro. Quer dizer, tem duas etapazinhas, né? Quando nós falamos assim, eh, eh, quando dizemos assim: "Dentro te encontrei." Dentro eu encontrei, eu me encontrei. Dentro eu encontrei Deus, dentro eu encontrei Jesus, dentro eu Mas me encontrei mesmo, né? Encontrei a felicidade, encontrei a paz, encontrei Deus, encontrei as coisas que eu preciso para crescer. Então, quando nós disemos dentro te encontrei reconhecemos que Deus não abandona, não é? Nós é que nos afastamos dele. Olha, às vezes nós temos tanta saudade de Jesus, principalmente Jesus, porque Jesus viveu entre nós. Jesus, a referência nossa é do homem que está aqui, né? Então, não é de um ser de um ser espiritual que é Deus. Então, Deus nos abandona, não. Eu afastei dele. A oração sincera, ela é um diálogo íntimo. Eh, nós eh recorremos a ela para traz enxergar Deus dentro de nós, nos enxergar como ser filho de Deus. Então, ou para trazer, pedir para que a gente
i dele. A oração sincera, ela é um diálogo íntimo. Eh, nós eh recorremos a ela para traz enxergar Deus dentro de nós, nos enxergar como ser filho de Deus. Então, ou para trazer, pedir para que a gente encontre, ao invés desse vazio, nós possamos preencher esse vazio com algo que nos traz felicidade, nos traz paz, nos traz conforto. Então, oração sincera é diálogo íntimo. Então, quando eu oro, diálogo íntimo, quando eu oro, o que que eu estou fazendo? Eu tô tendo Deus presente dentro de mim. Olha que que que coisa fantástica. A fé verdadeira transforma de dentro para fora. Então também aí a gente tá trazendo a fé, né? Outra outra liçãozinha. A gente fica achando que a fé tá lá longe, tá lá longe, tá nas promessas que eu faço. Eu faço promessa para você eh ir de joelho, de uma distância a outra, para você se sarar, se curar ou curar um ente querido. Não, mas eu fiz, então tem, eu falei, então quem tem que fazer sou eu. Não é, não está naquele andar de joelho, estar dentro da do tanto que eu acredito que eu pedindo eu vou ser ouvida. Agora, se vai acontecer, não sei. Depende de merecimento, né? Aí é outra história. Então, a prece deixa de ser pedida e se torna entrega em alinhamento. Eu me entrego, alinho que aquilo que eu tô querendo e começo a trabalhar para que aquilo se faça presente. Aí ele trouxe mais outro pedacinho do encontro interior, a transformação exterior. Quando eu me encontro, isso, a psicologia trabalha dessa no mais ou menos dessa forma. Mas não, nós estamos trabalhando dentro de uma religiosidade, né? Não é dentro de uma psicologia. Por isso que às vezes eu fico preocupado em não sair do da religiosidade e passar paraa psicologia, né? Então, do encontro interior, a transformação exterior, após encontrar-se por dentro, as relações nossas começa a ser mais conscientes, as relações. Então, quando eu me vejo aí, eu eu já tenho mais um pouquinho mais de consciência, porque o perdão deixa de ser obrigação e vira libertação. Eu não falei aquela hora sobre perdão. O perdão deixa de ser. Eu
, quando eu me vejo aí, eu eu já tenho mais um pouquinho mais de consciência, porque o perdão deixa de ser obrigação e vira libertação. Eu não falei aquela hora sobre perdão. O perdão deixa de ser. Eu tenho, eu sou obrigada a perdoar. Não, eu quero é me libertar daquela coisa, daquele aquela coisa que aconteceu, daquele insulto que eu fiz. Então, por isso que o perdão é para mim e não pro outro. O outro pode falar: "Não te perdoo nunca, mas eu tô me perdoada porque eu já me perdoei daquele erro que eu cometi". Ele fala que a caridade passa a ser expressão natural do amor. Quando nós reconhecemos que dentro de nós tem uma vontade de ser útil ao próximo, eu começo ser ter um amor muito grande, um amor por mim, um amor pela minha atitude, um amor que eu levo para o outro que eu estou fazendo alguma coisa. Não mudamos o mundo sem antes nos transformarmos, sem antes mudar nós. Eu, a gente quer muito que o mundo mude, mas eu não mudo não. Eu quero que meu vizinho mude, que fulano mude. Do meu trabalho, todo mundo muda. E eu já pensei nisto. Ele tem um outro pedacinho que ele fala, o encontro interior, Deus e nós. Deus não está distante de nós, não tá. Ele está dentro de nós. Agora é difícil você pensar isso, né? Eh, olha, eu, eles usam muito que eu não falo mais, mas eu vou ter que usar como exemplo. Nós temos o DNA do pai. Eu tenho o DNA do meu pai, do senor Jeferson, da dona Sebastiana, né? Eu tenho. Se fizesse, pegar lá, vai ver. Não, você é filha 99,99,99 de filha deles. Nós temos o de Deus porque Deus nos criou. Ele então não está distante, ele está inserido dentro de cada um. A consciência é a voz divina em nós. A consciência é Deus falando. É a voz divina, a voz de Deus. Por isso que nós sempre temos que nos ouvir muito quando a gente vai fazer alguma coisa e fala: "A minha consciência tá dizendo para eu não fazer". É Deus falando: "Filho, não faça assim, não é por aí, vai se dar mal, não tá certo". E nós às vezes não ouvimos, né? Aí ele fala que o espírito é o ser real.
consciência tá dizendo para eu não fazer". É Deus falando: "Filho, não faça assim, não é por aí, vai se dar mal, não tá certo". E nós às vezes não ouvimos, né? Aí ele fala que o espírito é o ser real. Nós somos espíritos. Nós somos espíritos. Esse é real. O corpo é instrumento. Esse corpo aqui, ele vai perecer, vai acabar um dia e o espírito continua e ele vai voltar. Pode voltar num corpo masculino, num corpo feminino, em qualquer situação que eu for merecedora, né? Então Deus gravou também as suas leis na nossa consciência humana. Todas as leis nossa, falando: "Ah, eu sou incapaz de amar". Não, mas ele gravou a lei do amor dentro de nós. Então, todas as leis ele tá tão gravadas, tá ali bonitinho, igual um computador. Você grava, salva e fica lá. Quando você quer, você entra e vê lá nos seus documentos, tá lá as leis gravadas, assim são. Só porque essa aqui não perde nunca, ela não precisa de eletricidade, ela não dá defeito, não dá nada. Então ela só e ela não acaba nunca, porque quando esse corpo acaba, ela continua, né? Então, eh, quando olhamos para dentro de nós, o que que nós encontramos? Nossas fragilidades. Aí a gente vai falar um tiquinzinho, né? A fragilidade, eu sou frágil ainda. Eu erro, eu escorrego, eu me chateio, eu às vezes não sou educada, eu às vezes sou grosseira. Mas eu também sou gentil, sou bondosa, sou alegre, sou eh gosto de ajudar as pessoas, mas nossas fragilidades, mas também nossas potencialidades espirituais. Eu fui criada eh com potencialidades imensas, mas nesse mundo de tanta torbulação, às vezes eu me perco um pouco. Então nós somos os dois lados. Os dois lados. Então não vamos criticar, nos criticar não. Eu sou esse lado que não de fragilidade, mas espera aí, daqui a pouquinho eu passo para esse lado quando eu aprender, porque eu tenho as leis que Deus colocou e na minha consciência, né? E eu tenho esse, eu sou esse espírito maravilhoso criado que com possibilidades de crescimento. Então ela fala que somos a eh na fridade, mas também somos
que Deus colocou e na minha consciência, né? E eu tenho esse, eu sou esse espírito maravilhoso criado que com possibilidades de crescimento. Então ela fala que somos a eh na fridade, mas também somos potencialidades espirituais. E aí tem uma reflexãozinha que a gente pode fazer. Não somos apenas o que erramos. Isso aí, gente, a gente se martiriza porque a gente tá errada. Tá errada. Tá errada. Tá errada. Nós não somos, nós não somos apenas o que erramos, somos também o que podemos nos tornar. Se eu errei, eu fui ingrata, eu posso daqui a pouco começar eh observar que espera aí, eu tenho uma gratidão. Gratidão pela vida, gratidão pela casa, gratidão pelo alimento, gratidão pelos meus pais. E aí eu começo a ver que eu posso eu posso me eh eh também posso me tornar essa pessoa maravilhosa, né? Aí ela fala também, a gente tá caminhando pro final, a transformação interior se reflete. Essa transformação interior nossa lá no nosso lar é o melhor lugar no trabalho, na convivência social. É geralmente essas três coisas que nós estamos inserido, né, no nosso lar, no nosso trabalho e na convivência social com os amigos, com alguma outra coisa, né? Quando me Aí ele bota uma frase assim: "Quando me encontro por dentro, deixo de ferir por fora." Eu achei interessante, eu gostei entender esse deixo de ferir por fora, porque quando eu não me encontro por dentro, que que eu faço? Eu fico ignorante, eu fico áspera, eu fico azedada, eu fico muito ácida assim, tudo eu me defendo porque eu não me encontrei. Eu não sei quem é Rute realmente. Eu sei que é um ser que tá aqui, que nem vejo possibilidade. Vejo que eu errei, me castigo, penso mal de mim, entendeu? Mas quando eu vejo quem eu sou, esse filho de Deus, essa centelha divina, essa criatura maravilhosa com potencialidade, potenciais para crescer, né? Não sou apenas os erros, mas também sou o que posso me tornar ser melhor, aí sim eu paro de ferir lá fora. O ferir, gente, é uma reação pra gente melhorar. E a gente vai terminando agora com a com
né? Não sou apenas os erros, mas também sou o que posso me tornar ser melhor, aí sim eu paro de ferir lá fora. O ferir, gente, é uma reação pra gente melhorar. E a gente vai terminando agora com a com algumas umas três frasezinhas, pedacinhos da da mensagem final. Quando fala: "Fora te procurei". Eu me procurei lá fora e me cansei. Não me achei. Procurei, procurei. Cadê a Rute? Cadê a Rute? Não encontrei dentro. Te encontrei e me quiietei. E quando eu falo: "Ah, eu sei quem é a Rut. Ela ainda não dá conta de um monte de coisas, mas ela já dá um monte de coisa. Ela tem paciência em várias situações e outras ela não tem. Aí eu me aquiieto porque porque eu agora eu tô sabendo quem é ela, porque quando eu não sei, eu esperneio, eu firo os outros e quando eu me encontro aí eu sei das minhas possibilidades, mas também sei das minhas dificuldades. Porque quando eu encontro Deus em mim, eu me encontrar e encontrar Deus em mim, eu aprendo a reconhecê-lo no outro. Olha aí, uma jogadazinha, né? Eu quando eu me encontro eu me aquiieto, porque eu encontro Deus em mim. E quando eu encontro Deus em mim, eu aprendo a reconhecer ele também no outro, a respeitar seus limites e a caminhar com mais amor, respeitando o outro. Eu falo: "Não, o outro dá conta de fazer só aquilo. Eu não tenho que criticar ele, porque eu também não dou conta de fazer tudo, né? Então a gente fala que cada um de nós, não, esse é depois nós tem mais duas coisinhas só, já tô terminando. Eh, e no interior, o encontro interior, quando me volto para dentro, o aí eu vou me encontrar, eu vou me encontrar. É no interior que encontramos a consciência como lei divina gravada na alma. O espírito imortal temporariamente encarnado. Eu sou um espírito mortal. Por enquanto eu tô vivinha aqui nesse planeta. A presença de Deus não distante, mas íntima, né? Deus não está fora, ele está presente. Quando dizemos dentro te encontrei reconhecemos que Deus não abandona nós e que nós que afastamos, como eu disse, né? Mas aí a gente deixa uma uma perguntinha para
us não está fora, ele está presente. Quando dizemos dentro te encontrei reconhecemos que Deus não abandona nós e que nós que afastamos, como eu disse, né? Mas aí a gente deixa uma uma perguntinha para vocês aqui bem no final, né? Fora te procurei, fora te procurei nas pessoas, nas coisas e nas respostas prontas. Dentro te encontrei no silêncio, na consciência e no amor que aprende, aprende a crescer. Porque quando encontro Deus em mim, aprendo a conhecer nos outros. Essa é o que nós queremos. Então, e queremos também deixar uma mensagem desse dia de 24, uma é uma pergunta, é uma uma reflexãozinha para vocês, é um convite, não é? que cada um de nós, ao sair daqui da palestra ou no dia de hoje, 25, estamos meio ressaqueados porque a gente comemora dia 24, dia 25 a gente fica assim sem dormir, naquela preguiça rançosa, né? que cada um de nós, ao sair daqui, leve consiga a coragem de olhar para dentro de nós, para dentro de nós. Então essa mensagem de hoje. Vamos aprender a olhar para dentro de nós, a buscar tudo dentro de nós. Então assim, nós terminamos, amigos, desejando que esse dia 25 seja de muita esperança, de muita paz e que esse resto de ano que está se findando, nós possamos fazer uma reflexão. O tanto que eu me conheço por dentro, o tanto que eu sei quem eu sou, que eu tenho tudo, eu não preciso do que tá lá fora. O que tá lá fora pode me ajudar a construir algumas coisas. Então a gente termina dizendo, graças damos por essa lição de hoje que nos ensinou a olhar, nos encontrar, a transformação interior, eu me encontrar quando eu volto para dentro de mim. Então, que essa paz fique conosco e vamos fazer o Pai Nosso. Eu gosto de terminar com o Pai Nosso, que é a prece que Jesus nos deixou, mas refletindo, é um Pai Nosso, como diz uma palestrante aqui da casa, bem sentido. Bem sentido. Então, Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas
osso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livre de todo mal. Que assim seja. Amigos, um bom dia, um bom 25 para vocês. Um beijo no coração e até a próxima. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam
. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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AS MANIFESTAÇÕES DO AMOR - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
CONSTRUINDO O AMOR - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
ENQUANTO É TEMPO - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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