Flaviana de Souza | VIDA EM FAMÍLIA (PALESTRA ESPÍRITA)
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buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. É uma alegria estar aqui para mais uma reflexão da tarde, onde nós vamos falar de um tema que sempre é um pouco delicado, que é sobre a família. E antes de falar sobre o tema família, eu também saudo aqueles que nos acompanham pelos canais virtuais da comunhão espírita de Brasília. Vamos fazer a nossa prece e eu convido todos que sentem-se confortavelmente, respirem fundo e vamos nos abrir nesse momento para as benéces desta casa de amor e de luz, sentindo as vibrações do mais alto a nos envolver. E elevando o nosso pensamento, vamos agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, a espiritualidade aqui presente, os nossos mentores, nossos anjos guardiões, que nos acompanhe, que nos auxilie, que nós possamos sair daqui um pouquinho melhor do que aqui chegamos. que possamos refletir sobre as questões de hoje e levando um pouco de alegria onde quer que nós cheguemos. Pedimos as bênçãos para nossa família, os nossos próximos, mais próximos, que são eles os instrumentos da nossa evolução. E assim nós agradecemos, damos início à palestra de hoje. Então, meus irmãos queridos, tema hoje família, né? Quando a gente fala família, né? Eu lembro que algum tempo atrás passava muita propaganda na televisão e tinha aquelas propagandas que a gente fala falava de família margarina, todo mundo feliz, levantando de manhã, tomando o seu café da manhã, naquela alegria, o sol, etc. Mas quando nós vamos olhar pra nossa família hoje no dia a dia, como é que é? Como é que será, né? Qual é a realidade? Quando a gente se depara com a família, a realidade é outra. É o dia a dia, a correria, um sai pro trabalho, outro tem que ir pra escola, outro tem que buscar alguma coisa, outro tem que fazer compra, outro tem que fazer comigo e assim aquela movimentação. Então a família e a reuni as reuniões familiares, né, às vezes no ao fim do
cola, outro tem que buscar alguma coisa, outro tem que fazer compra, outro tem que fazer comigo e assim aquela movimentação. Então a família e a reuni as reuniões familiares, né, às vezes no ao fim do dia, como que funciona? Tá todo mundo feliz, alegre, reunido em volta da mesa pro jantar, fazer a prece ou é aquela correria, cada um come correndo, outro come na à frente da televisão ou no celular, né? É uma correria. Chega cansado, não quer ouvir nada, barulho de criança. As a realidade é bem diferente daquilo que às vezes a gente vê na televisão, nas novelas, nas mídias. A gente vê momentos, né, que as pessoas postam. Isso significa que é sempre tudo assim, essa correria. Não existem os momentos de congraçamento, os momentos de alegria, mas também existem os momentos de desafios. E a família ela é uma, como diz, né, e nós já vimos em vários livros, estudos e a própria, os próprios estudos sociológicos, ela é a célula da sociedade. E a sociedade é um reflexo de cada família. E se nós formos olhar pra sociedade hoje e pra família, nós vamos ver como que está o mundo, né? E o que nós podemos fazer de melhor? Como nós podemos fazer para mudar essa realidade? É, olhando para essa esse núcleo que é a família. E hoje uma família com várias formas, né, de diversas maneiras que nós vemos hoje, mesmo assim ela precisa ser trabalhada em que sentido? no sentido do crescimento moral, do crescimento do exercício do amor, que é para isso que nós estamos aqui. E aí, às vezes, as pessoas, né, muitas vezes no atendimento fraterno, nos chegam sempre nos falando, a maioria dos problemas acontecem em família, é os filhos, são os filhos, é o companheiro, é a convivência em família que às vezes tá difícil. Então nós muitas vezes nos deparamos com essas situações, né? Se nós formos analisarmos de perto, analisar de perto, nós vamos ver que todos nós em nossos meios, em nossa família, sempre tem alguma coisinha. Por quê? que é o ali que nós precisamos aprender. Então, os entes queridos que
s de perto, analisar de perto, nós vamos ver que todos nós em nossos meios, em nossa família, sempre tem alguma coisinha. Por quê? que é o ali que nós precisamos aprender. Então, os entes queridos que nós recebemos no núcleo familiar, onde nós aprendem, precisamos conviver, eles são os nossos amigos, entre aspas, do passado que vem hoje para que nós possamos restaurar o amor, né? construir esse amor. Por isso nascemos pequenininhos, aí olhamos aquela criancinha linda, tão maravilhosa, e brinca e corre e pula e morde, dá trabalho e a gente acha tudo engraçadinho. Nós somos são espíritos antigos que estão ali pra gente com o coração aberto para ser semeado nelas, né, o bem para ser moldado, ser limitado, não criar de qualquer jeito, como muitas vezes acontece, né, deixando a relegado, não, quem cria a escola é a escola que vai educar. Não somos nós. A responsabilidade é nossa enquanto pais. Nós que somos pais, mães, vamos ser pais e mães perfeitos nesta existência? Não. Mas que nós possamos falar, né, para nós mesmos que fizemos aquilo que estava ao nosso alcance. Por isso o cuidado, por isso a vigilância em relação às questões que nós precisamos trabalhar em nós para construir, consolidar essa família, essa convivência que muitas vezes é desafiadora. Então, precisamos aprender dentro do núcleo familiar a resiliência, resignação, muitas vezes a renúncia. Quantas vezes nós precisamos renunciar? Porque se nós não renunciarmos, muitas vezes o que que vai ocorrer? Problemas mais graves. Então, renúncia. Quem é pai, quem é mãe, às vezes você já tá acostumado a fazer isso, não é? ter que abrir mão de algo em prol do melhor. Esse é um exercício que a gente faz com a família. Por quê? Porque um dia nós vamos fazer como Jesus, né? A em relação à humanidade. Por isso que Jesus disse no evangelho, quem é meu pai? Quem quem são meus quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Ele fala isso porque a visão dele já era uma visão muito aí ele fala: "Todo aquele que faz a vontade do pai é
e no evangelho, quem é meu pai? Quem quem são meus quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Ele fala isso porque a visão dele já era uma visão muito aí ele fala: "Todo aquele que faz a vontade do pai é meu irmão, é minha mãe". Então já é uma visão muito maior. Mas enquanto nós estamos aqui nesse processo de aprendizado, cabe-nos essa reflexão. Como eu posso fazer e contribuir de forma melhor para melhorar a minha vida junto à minha família. Que que acontece? Nós quando constituímos uma família, geralmente temos os sonhos, os sonhos de ah, um tudo bonitinho, né? Marido, filho ou a família que que se constitu em nossas nossos pensamentos. Só que nascem os filhos às vezes e eles são completamente diferentes. E daí às vezes as nossas eh aquilo que nós buscamos, as nossas expectativas, nós colocamos nos filhos e às vezes até mesmo nos nossos sonhos. Não, eu quero que meu filho seja isso, meu filho. Mas ele é um ser individual, que tem a sua individualidade e com isso ele faz as suas escolhas assim como nós fizemos. E às vezes as nossas escolhas ainda são de aprendizado. E a dos nossos filhos também, as dos nossos irmãos também. Cada um é um indivíduo, cada um tem a sua construção, tem a sua formação, mesmo que sejam da mesma família, não é? Que às vezes a gente se depara numa família, eh, até no Evangelho fala, né, a parentela espiritual e a parentela corporal. Quantas vezes dentro da nossa casa, com a nossa família consanguínea, nós, seja de pais, os irmãos, né, nós falamos assim: "Nossa, mas mas eu sou muito diferente do meu pai. Posso ser parecido no corpo, em algumas questões, mas a forma de pensar, as vivências ou da minha mãe ou do meu irmão, às vezes a gente tem uns irmãos e fala: "Nossa, não tem nada a ver, não temos nem temos a afinidade, temos o amor", né? que a gente vai construindo, mas às vezes as afinidades, aquilo que um gosta, o outro não gosta. E quando chega a idade adulta, acaba cada um com a sua família e cada um na sua vida, escolhendo os seus caminhos. E
ai construindo, mas às vezes as afinidades, aquilo que um gosta, o outro não gosta. E quando chega a idade adulta, acaba cada um com a sua família e cada um na sua vida, escolhendo os seus caminhos. E quando chegamos num determinado local, às vezes numa casa religiosa, às vezes num trabalho, nós encontramos pessoas e falamos assim: "Nossa, parece que eu conheço a vida inteira essa pessoa". Então, nós nascemos numa família onde nós precisamos aprender com ela. E não vai ser a família margarina que aparece na televisão, como nós citamos no início, aquela que parece perfeito ou que hoje em dia, né, nas redes sociais, não é? Toda família, aquela que aparece nas redes sociais, ela também tem suas dificuldades, seus desafios, porque todos estamos aqui para aprender, aprendermos a amar. E nós amamos na convivência, no atrito, porque a partir dali nós vamos conhecendo quem somos nós, né? Quem eu sou, como eu posso fazer para diminuir esse atrito? Como eu posso fazer para melhorar a minha vida ali dentro de casa? Que que é necessário? Será que eu preciso abrir mão de alguma coisa, do meu orgulho, do meu egoísmo? Ah, mas se eu abrir o fulano vai ganhar. Ele que sempre quer o certo ou ela sempre que se acha certa. Não é assim que às vezes a gente fala: "Não vou, vou bater o pé". E aí vai virando isso pra vida inteira. Quando a gente vai amadurecendo, a gente vai perceber: "Nossa, para que que eu perdi tanto tempo com isso, né? Às vezes a gente fala: "Graças a Deus que a gente amadurece", né? Mas é nesse núcleo familiar que nós aprendemos quem nós somos. Eu sou filho de, né, do senhor e da senhora. Sou filho, né, de alguém. E pronto, é assim que que a minha família e eu sou isso. O que que eu sou? Tem irmãos, então é com o meu irmão que eu vou aprender. Vocês já viram que a criança pequenininha tá ali, brinca, brinca, brinca por causa de brinquedo. Às vezes pequenininho. Eu lembro de uma vez, eu vou contar uma história para vocês, vocês vão rir. Eu tenho quatro netinhos, né? dois tinham em torno de
brinca, brinca, brinca por causa de brinquedo. Às vezes pequenininho. Eu lembro de uma vez, eu vou contar uma história para vocês, vocês vão rir. Eu tenho quatro netinhos, né? dois tinham em torno de três para 4 anos e eu tenho um filho mais jovem. E esses dois netinhos, uma vez eles gostes tinham uma curiosidade no quarto do meu filho, morriam de curiosidade e o meu filho tinha um pouco de ciúmes, era meu filho caçula e meus dois netinhos. Eles chegam um dia e fala assim, parecendo dois terroristinhas lindos. Eh, vamos entrar no Eles chamavam de padrinho. Vamos entrar no quarto do padrinho. Mas aí o outro fala: "Mas ele não vai deixar não, a gente faz, vai montar o seguinte. Isso meu filho ouvindo, a gente faz isso e isso e quando ele passar aí sai meu filho do quarto. Mãe, esses meninos estão falando aqui que vão me matar e o meu filho, ele só tem 3 anos. Então são os espíritos que vão se reconhecendo e vão aprendendo a amar com o tempo. Hoje eles são maravilhosos, nunca mais teve problema, mas olha, desde ali já nasce, né? Bom, aquilo ali já não é meu amigo, n outra vida não foi. Agora vai precisar amar. E assim somos nós. Nós vamos aprender a amar na convivência. É abrindo mão de uma coisa, é buscando meu filho. Muitas vezes teve que buscar meus netos na escola. Então ele aprendeu a cuidar dos netos, dos dos sobrinhos. Os sobrinhos aprenderam a respeitar o padrinho e é assim, é na convivência, né, amorosa. Vai ter momentos de discordância? Sim, sempre há, porque nós somos indivíduos, estamos em crescimento. Então, vão haver as descordências, as divergências, mas qual é a melhor forma de resolver? Se não houver a discordância de nós vamos não vamos aprender. É nesse atrito que nós vamos aprender. Agora, como nós vamos lidar com atrito? É que vai fazer a diferença. Como eu lido com alguém que que vai contra aquilo que eu penso, tirando as crianças e adolescentes que o controle é do pai e da mãe, né? A gente hoje em dia vê o contrário. Às vezes o adolescente quer quer mandar e o pai, ai
que que vai contra aquilo que eu penso, tirando as crianças e adolescentes que o controle é do pai e da mãe, né? A gente hoje em dia vê o contrário. Às vezes o adolescente quer quer mandar e o pai, ai tadinho, não vou fazer. não precisa de limite. Tanto adolescente como crianças, elas precisam de limite e amor. E a e dar limite, dizer não, também é amar. Mas quando fica adulto, que a gente não tem mais como dar muitos limites, os limites foram teriam que ser dados na infância e na adolescência, como lidar com essas divergências, com essas confusões, com esses atritos, né? buscando a sabedoria. E uma questão muito importante no nosso dia a dia e que às vezes a gente deixa, relega, acha que não tem tanta importância, é convidarmos Jesus para estar conosco no lar. Quando nós fazemos faxina em casa, limpamos, retiramos as coisas, não fazemos, doamos aquilo que nós usamos, limpamos casa, limpamos, isso é uma faxina material que é necessária pra limpeza e a higiene da casa, para manter a salubridade. Nós precisamos também fazer uma faxina energética dentro da família. Quando as discussões, os, né, os desentendimentos estão acirrados. Hã, sempre fazer o evangelho, o evangelho no lar, que é convidar Jesus paraa nossa casa. Ai, mas como não dá tempo, eu nunca consigo reunir todo mundo. Então, faça uma vez por semana esse evangelho. Convide todo mundo para ir. Aqueles que não quiserem, não tem problema. Faça só. Mas nós precisamos manter esse evangelho como uma sepsia da casa, uma limpeza para manter a saúde vibracional da casa. E às vezes nós precisamos fazer mais vezes, né? Aqui a sugestão que nos dá, né? Eh, é que seja uma vez por semana, no mínimo, né? Às vezes há momentos em que nós precisamos fazer a limpeza mais vezes. Se acontece algum problema, o que que acontece? Por exemplo, se a gente faz a limpeza na casa, não fazer uma vez por semana, vem um, né, diarista ou a gente mesmo faz a limpeza na casa, aí tem um acontece algum incidente, não tem que limpar de novo. Então, da mesma forma,
faz a limpeza na casa, não fazer uma vez por semana, vem um, né, diarista ou a gente mesmo faz a limpeza na casa, aí tem um acontece algum incidente, não tem que limpar de novo. Então, da mesma forma, energeticamente, o evangelho, ele faz essa limpeza no nosso lar, na nossa casa, para que nós possamos nos manter em equilíbrio e nos fortalecer com a palavra que consola, com a com a palavra que esclarece, com o evangelho de Jesus, que estão ali todas, né, todo o roteiro do bem viver, né? A carta que Jesus deixa para nós, evangelho significa mensagem, carta. Então é isso. E nós temos aqui o livro em família, eu não tenho livro, eu tive que imprimir, onde o Chico ele vai trazendo eh algumas mensagens muito bonitas. Essa semana foi o aniversário nascimento, né? Comemoramos o nascimento do Chico Xavier, é a encarnação dele aqui, né? reencarnação. E aí ele traz aqui no livro em família. A família consanguínea é a lavoura de luz da alma, dentro da qual triunfam somente aqueles que se revestem de paciência, renúncia e boa vontade. Então é um convite para que nós aprendem, aprendamos a doar, não esperar. Às vezes no serviço doméstico, um chega cansado, o outro vem falando. Vamos, vamos respirar. Tem uma um exemplo muito bonito, foi uma mensagem que eu li há um tempo. Às vezes a gente chega com problemas eh e conta a história de um senhor que eh tava trabalhando e tinha um, o chefe dele tinha que resolver algumas coisas e ele convidou e tava tendo uns problemas na empresa e o chefe e precisou ir com ele até a casa. Ele convida o chefe para ir a casa, não vamos até a minha casa porque lá eu vou conseguir pegar o que eu preciso e tudo bem. Aí o chefe vai pra casa dele e ele vai junto com esse chefe e quando chega num caminho, ele para numa árvore e coloca a mão na árvore. Aí o chefe pergunta: "Uai, por que que você tá colocando a mão na árvore? Isso aqui é a árvore dos problemas. aquilo, esses problemas que não são da minha casa, eu deixo aqui. Lá em casa, eu vou cuidar dos problemas da minha
i, por que que você tá colocando a mão na árvore? Isso aqui é a árvore dos problemas. aquilo, esses problemas que não são da minha casa, eu deixo aqui. Lá em casa, eu vou cuidar dos problemas da minha casa. E aí ele vai, entra, conversa com a família alegremente, com tranquilidade e quando sai de novo, né, ele vai, põe a mão na árvore. Agora eu vou levar os problemas do trabalho, os de casa eu fico em casa, os do trabalho eu carrego. E é assim que nós precisamos um dia aprender a fazer aos poucos. Nós não vamos conseguir fazer tudo de uma vez e nem vamos mudar. Não passe de mágica, ó, fiz assim, mudei. Não. É um exercício diário de paciência, de abnegação, de amor, de respirar um pouquinho. A respiração nos ajuda. Pedir equilíbrio para agir diante das demandas e dos desafios que nos seram. E os desafios são muitos, porque a família, a família, né, como eu disse, a sociedade é o espelho da família. Se a sociedade, como nós olhamos, está como está, a nossa família também está, né, um pouco adoecida. E de que forma que nós podemos trabalhar isso? Com amor, com carinho, com resiliência, como diz aqui o Chico, né? Só vai triunfar aqueles que se revestirem de paciência, renúncia e boa vontade para evitar os atritos. Vamos evitar que o mal, que mal chegue a nossa casa? Gente, estamos num mundo de provas e expiações. Porém, Jesus falou que nós não estaríamos sozinhos diante das dificuldades e dos desafios. Em todos os nossos momentos de dificuldades, lembremos, respiremos e busquemos a mão de Jesus, porque ele tá ali sempre com a mão estendida para nós, a dizer que no mundo teremos tribulações, mas que nós tenhamos bom ânimo. Os nossos filhos, eh, nós criamos expectativas com ele e muitas vezes eles não correspondem a essas expectativas. Os nossos pais vão envelhecendo e eles também vão às vezes virar crianças teimosas. É a nossa família e nós temos missão com ela. Nós temos compromissos com esta família, né? Se tá pesado, ajuda. Sempre pedir ajuda. E às vezes uma palavra amiga, às
o às vezes virar crianças teimosas. É a nossa família e nós temos missão com ela. Nós temos compromissos com esta família, né? Se tá pesado, ajuda. Sempre pedir ajuda. E às vezes uma palavra amiga, às vezes um passe, às vezes uma orientação vai nos ajudar a atravessar os momentos de de dor. Porque, como nós dissemos, Jesus nunca nos abandona. E sempre há anjos em nossa vida, encarnados e desencarnados. que vão nos segurar a nossa mão na travessia do das dores, né, diante do que é família. Aí Chico continua: "De quando em quando o amor nos congrega em pleno campo de da vida, regenerandoos regenerando-nos a sementeira do destino." Então, quando nós, pais, olhamos para nós e olhamos pros nossos filhos ou, né, falando ou nossos pais também, porque hoje em dia muitas vezes nós somos pais nossos pais, que nós olhamos para eles, não fomos perfeitos naquilo que nós fizemos, nas nossas escolhas, muitas vezes na educação que nós demos, mas nós fizemos aquilo que nos cabia naquele momento, porque era o nosso conhecimento. Se nós nos arrependemos de alguma coisa, isso é um ótimo sinal. Sabe por quê? Porque nós crescemos e olhamos para trás e falamos assim: "Se eu tivesse que eu, a cabeça que eu tenho hoje, o conhecimento que eu tenho hoje, eu teria feito diferente". Não é assim? Às vezes a gente olha para trás, isso é um bom começo, é um um bom passo. O que não é bom é ficar remoendo isso, é continuar e falar: "Pronto, eu vou fazer diferente agora. Não preciso mais repetir o mesmo erro. Eu posso fazer diferente, mesmo que não possa voltar lá naquele início e reeducar os filhos ou fazer algo, mas hoje só a forma, o passo que eu dou diferente já vai mudar alguma coisa, porque somos nós que precisamos mudar as situações em que nós estamos através das nossas atitudes, através da nossa o olhar para nós, saber até onde nós vamos, qual é o meu limite. também não é carregar todos os pesos na nas costas, porque muitas vezes nós não damos conta de carregar tudo. Muitas vezes nós não damos conta de carregar
aber até onde nós vamos, qual é o meu limite. também não é carregar todos os pesos na nas costas, porque muitas vezes nós não damos conta de carregar tudo. Muitas vezes nós não damos conta de carregar aquilo que não é nosso. Então, com relação aos filhos, das provações que os filhos passam, muitas vezes os nossos filhos passam por provações. Quando os filhos estão adultos, nós somos, né, adultos. Como passo? E como que eu vou ficar bem para ser aquela anjo ou aquela mão que estende a mão pros filhos em provação? Se eu também tô acabo me deixando levar por ela? Então, precisamos atrapalhar em nós esse fortalecimento, essa fé, confiança em Deus, que nada no mundo não acontece porque não tem uma causa. E essa causa é sempre o nosso aprendizado. O que que eu posso aprender com essa situação? Como eu posso ajudar a melhorar os conflitos na minha casa, no meu lar? A casa é o material, o lar é o espiritual, é o encontro dessas almas, né? Então, em família, dentro do meu lar, como eu posso lidar com esses desafios? e a prece, o evangelho, né, a busca de conhecimento, de leituras edificantes, de músicas que acalmam, tudo isso vai nos trazendo equilíbrio. E mesmo que tiver muito difícil, a ajuda sempre tá ao nosso alcance, através de uma casa religiosa, através de um amigo, onde nós podemos colocar os nossos as nossas dores e sempre vai aparecer, sempre há na nossa vida, como nós dissemos, os anjos. A às vezes é uma pessoa totalmente desconhecida, né? Às vezes a gente passa por uma provação e vem alguém que a gente nem conhece, uma palavra já modifica nosso campo e nós já sentimos em nós esse desejo de fazer diferente. Então, não estamos sós nunca, em nenhum momento de nossa caminhada. E voltando aqui, aí ele diz assim: "Muitas vezes na condição de pais e filhos, cônjuges e parentes, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos. Então, se és pais, não abandones teus filhos. A criança é um trato de terra eh de terra espiritual que aprende aquilo que nós vamos
entes, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos. Então, se és pais, não abandones teus filhos. A criança é um trato de terra eh de terra espiritual que aprende aquilo que nós vamos semeando. E se és filhos, não desprezes teus pais." Então, fazer a nossa parte, a parte que nos cabe dentro daquilo, dentro do núcleo familiar que nos encontramos, isso sempre vai ser um remédio pra nossa alma. Por quê? que quando nós fazemos aquilo que é bom e bem, isso vai nos fortalecendo interiormente. E é nessas pequenas mudanças, nos pequenos passos, ao invés de reclamar, não reclamar, ouvir. É uma é uma dica boa, porque às vezes a gente reclama do outro, ah, olha, toda vez chega com sapato sujo, toda vez faz isso, não. E e é mentalmente, porque não adianta às vezes a gente não falar, mas a mente tá cheia de é a energia, a gente sente as crianças principalmente. Então, trabalhar nossos pensamentos, trabalhar nossas emoções aos poucos, através, né, da oração, da prece, do pedido de ajuda ao mais alto, o evangelho no lar. Aí aqui que Chico diz, continua: "Aprende a usar a bondade em doses intensivas, ajustando-a ao entendimento e à vigilância para tua experiência em família, não para que ela não desapareça no tempo sem proveito para o caminho a trilhar." Então, é nesses pequenas doses de bondade. É, tem um um exemplo também que André Luiz traz num dos livros do Chico Xavier, que é eh trate os seus parentes, seus familiares como visita. Vocês já pensaram, perceberam que às vezes a gente quando vai receber uma visita em casa, a gente coloca melhor louça, coloca uma toalha bonita, mas para nós, pros nossos próximos mais próximos, a gente faz de qualquer jeito. Então, às vezes, nós precisamos parar e pensar, será que eu tô dando um valor pra minha família, né? Como que eu posso fazer para melhorar essa situação? E para terminar que a luz vermelha já acendeu, eu vou ler um trecho aqui da do livro Palavras de Vida Eterna, que diz assim: "Pascifiquemos nossa área individual para que a área dos outros se
ituação? E para terminar que a luz vermelha já acendeu, eu vou ler um trecho aqui da do livro Palavras de Vida Eterna, que diz assim: "Pascifiquemos nossa área individual para que a área dos outros se pacifique. Todos anelamos a paz do mundo. No entanto, é imperioso não esquecer que a paz do mundo parte de nós. Então isso fica pra nossa casa também, pro nosso lar. Comecemos a nos pacificar. E ao nos pacificar, vamos pacificando ao ao aos poucos a nossa atmosfera do lar, com os nossos bons pensamentos, com os bons sentimentos. Não é fácil. Não é um exercício que seja fácil. Exige. Exige sim uma certa disciplina, exige de nós um pouquinho de uma mudança, pequena que seja, não precisa ser muito. A oração, o a vigilância nos pensamentos. Por isso que Jesus fala, vigiai e orai. Ele não fala para vigiar o outro, é vigiar os nossos pensamentos e buscar sempre, né, lembrar que não estamos sós, que Deus está conosco, segurando em nossa mão em todas as dificuldades. Confiemos, queridos. Fiquemos agora com passe. Beijo no coração de cada um. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos
eus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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