Flaviana de Souza | A CONVIVÊNCIA (PALESTRA ESPÍRITA)
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Quando amor vibrando, luz buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. s meses, uma hora. Boa tarde, sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. É uma grande alegria estarmos aqui hoje recebendo cada um de vocês, encarnados e desencarnados para esta reflexão da tarde. Antes de fazermos a palestra, nós vamos fazer a nossa prece. Então vamos respirar fundo, nos sentar confortavelmente, sentir as vibrações de amor e luz desta casa de bênçãos sobre a direção do Dr. Bezerra de Menezes. E com coração aberto vamos agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, toda a espiritualidade que nos acompanha, os nossos mentores, por mais uma oportunidade de conhecimento, de crescimento, de reflexão dos ensinamentos do mestre Jesus, à luz desta doutrina que nos consola e nos conforta. que nós possamos a cada dia sermos um pouquinho melhores do que fomos ontem, buscando olhar para nós mesmos, buscando transformar aquilo que precisa ser transformado. E que as bênçãos de luz, de paz e amor nos envolva e de fé. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Queridos irmãos, o nosso tema de hoje é um tema bem interessante, porque é um tema que chama convivência, né? A convivência. E a convivência é um desafio para todos nós, não é verdade? Estar no meio, seja no trabalho, seja em casa. Eh, eu conheço pessoas falam: "Ah, eu não consigo ficar sozinho, né?" né? Mas com muita gente sempre tá tritando, não é assim? A gente tá sempre com com perto de alguém, às vezes na convivência diária. Se nós conhecemos as pessoas, eu eu lembro que eu tenho tinha um um amigo que falava assim: "Quer conhecer a pessoa? Come 1 kg de sal com ela. Comer 1 kg de sal é muita coisa, né? Até você chegar a 1 kg de sal já vai ter vivido alguns dias, alguns meses. Então é a convivência. Isso é a convivência. Então a convivência não é algo que é
m ela. Comer 1 kg de sal é muita coisa, né? Até você chegar a 1 kg de sal já vai ter vivido alguns dias, alguns meses. Então é a convivência. Isso é a convivência. Então a convivência não é algo que é fácil, é um desafio. No entanto, nós precisamos conviver. E o livro que nos trouxe para essa reflexão é esse aqui, Vidas vazias de Joana de Angeles, né? E o eh o espírito é Joana de Angeles, psicografia do Divaldo Franco. Então vamos lá. Conviver, como diz Joana aqui, é uma ciência e arte do comportamento que se aprende a todo momento. Então isso ela nos traz. E esse aprendizado para que nós possamos aprender a conviver, nós precisamos conviver. Eu tava lendo uma história agora de um eh uma história do do livro no roteiro de Jesus, onde dizia que quando Jesus eh morreu, né, na crucificado e ressuscitou, ele ficou algum tempo ali com os discípulos, né, assim, ressuscitado. Ele vinha enquanto conversar com eles. E aí Thaago agoniado, angustiado e com saudade de Jesus, porque algum ele já estava algum tempo sem aparecer, agoniado no meio daquela confusão que estava ali na casa do caminho, tava Pedro trabalhando, os outros discípulos cuidando daqueles que chegavam, do, né, dos filhos do calvário, dos sofridos e aquela confusão de gente entrando e saindo ali daquele local onde eles é a casa do caminho. E aí o que que acontece? Thaago fala: "Ah, não, eu vou, eu preciso meditar, eu preciso me conectar com o mestre, então eu vou ficar um tempo fora". E avisa pro Pedro. E Pedro nem ligou, tava cheio de coisas, cheio de tarefas, muitas tarefas a fazer. Ele fala: "Não, eu quero encontrar com mestre que eu tô com saudade, então eu vou meditar, vou fazer jejum". E foi embora. Ficou uns 200 no na história diz que foram uns 200 dias. E ele fazia jejum e esperava Jesus. fazia jejum e esperava Jesus. E daí um belo dia ele vê, né, uma figura vindo ao longe e aí ele percebe que é o mestre, só que passa por ele e aí ele fala: "Mestre, mestre, para onde o senhor vai?" Aí ele: "Eu vou para
erava Jesus. E daí um belo dia ele vê, né, uma figura vindo ao longe e aí ele percebe que é o mestre, só que passa por ele e aí ele fala: "Mestre, mestre, para onde o senhor vai?" Aí ele: "Eu vou para Jerusalém". Aí ele, mas e eu tô aqui esperando o senhor um tempão? Aí ele fala: "Thao, o soldado que abandonou a batalha não precisa de suprimento." Aí ele fala: "Mas senhor, sim, eu vou para lá, porque lá que eles estão precisando de mim, tá todo mundo trabalhando, né, e lá preciso." E aí ele entende, né, que para estar perto de Jesus, ele precisa estar na convivência com seus pares e no auxílio mútuo, né, no trabalho, na seara do bem. Eh, nós seres humanos, quando nós saímos do estado de naturezas, nós passamos a conviver uns com os outros. E foi assim que surgiu, né, nas nossas civilizações, a sociedade, porque essa é a lei, a lei de sociedade. Nós precisamos um dos outros para crescermos. Nós não sozinho, nós não vamos crescer nem nos conhecer. Sozinho, nós não vamos fazer praticamente nada. Vamos viver num egoísmo e é muito confortável, né? Para que nós cresçamos, nós precisamos estar nessa convivência, por mais desafiadora que seja, é claro, para não causar danos físicos, mas nós precisamos aprender a conviver, desde que isso não cause tantos estragos em nossa vida ou dívidas maiores. Mas nós precisamos aprender nesta convivência tolerar, porque às vezes nós somos intolerantes nas pequenas coisas. Às vezes é um pano que uma coisinha que tá fora do lugar e a gente tá ali reclamando, brigando, eh, né, e causando problemas com os nossos pares, com os nossos companheiros, com os nossos afetos. Com filhos a gente precisa educar mesmo, né? cabe nos educar, mas no dia a dia, no trabalho, né, nós também precisamos saber lidar com os nossos colegas de trabalho, com as pessoas que estão conosco. E são muitas pessoas que são muitas vezes são muito diferentes de nós. E como conviver diante dessas diferenças, né? Qual é a base disso? Saber tolerar, saber respeitar. Então, é na tolerância. no
co. E são muitas pessoas que são muitas vezes são muito diferentes de nós. E como conviver diante dessas diferenças, né? Qual é a base disso? Saber tolerar, saber respeitar. Então, é na tolerância. no respeito que nós precisamos nos desenvolver enquanto seres humanos. E aí Joana traz assim: eh, cada criatura humana é um universo de experiências especiais em face do seu estágio evolutivo e das possibilidades de crescimentos que se tornam possíveis. Em consequência, não existe uma forma de comportamento genérico que facilite o intercâmbio equilibrado e saudável. Então, que que nós podemos fazer em relação a essa diversidade, em relação a essa complexidade de comportamentos que nós nos deparamos, seja em casa, vê, eh, amanhã vou falar sobre a família, né? Mas hoje em casa, como é que como é que é a vida? Como é que é a nossa vida em casa? Será que nós temos um mínimo de compreensão intolerância com o outro? Será que nós no trabalho não não queremos que o outro seja igual a nós? E por isso começamos a colocar defeitos, colocar limitações, começamos a reclamar do trabalho do outro? Será que nós não observamos que cada um tem uma complexidade? Eu tenho um colega que é mais lento, eu tenho um colega que é mais agitado, eu tenho um colega que é mais que é de um age de uma forma diferente, que faz um a mesma atividade que eu faço, mas de forma diferente. E por que eu tenho que achar que só a minha forma é adequada? Então, muitas vezes nós somos intolerantes nessas pequenas coisas. Eu lembro de uma vez, eu era adolescente e eu fui tava na casa de amigos almoçando e tal e tal e a pessoa, uma pessoa foi lavar louça e a dona da casa, ela, eu nunca vou me esquecer disso, falou pra pessoa que não era assim que lavava a louça. Ora, ela tava lavando a louça do jeito dela, mas não tava lavando. a louça não tava saindo limpa, não. Ela dizia que tinha que fazer da da do método que ela queria que fosse feito, entende? E isso é muito complicado porque cada um tem sua forma de de lavar a louça. Isso é um exemplo,
saindo limpa, não. Ela dizia que tinha que fazer da da do método que ela queria que fosse feito, entende? E isso é muito complicado porque cada um tem sua forma de de lavar a louça. Isso é um exemplo, né, bem simples, mas inúmeras coisas. Existem muitas formas de nós Eu lembro de de exercícios. Eh, meus filhos faziam um tipo de exercício na escola, né? E eu como professora já sabia mais ou menos como é que era como, mas a minha mãe aprendeu a mesma atividade de uma forma diferente e mas saía. O resultado era o mesmo, né? E às vezes as pessoas, não, mas assim tá errado, não é desse jeito. Olha, mas era a forma como ela encontrou de resolver as questões e saiu certo, né? Por que que tem que ser só naquele raciocínio? Então, muitas vezes nós somos intolerantes e a convivência, se nós aprendermos a compreender o outro, olha a riqueza que nós vamos adquirir. Por quê? Porque nós vamos aprender com esse outro aquilo que ele tem para oferecer. E todos temos a oferecer. Por que que nós temos a oferecer? Porque nós somos filhos de Deus. Somos feitos, criados à imagem e semelhança dele. Então, a centelha divina está em cada um de nós. Tá vendo? Tem, tem certeza? Tem. Foi Deus que falou, ele criou tudo. Então, se ele criou tudo, todos nós temos a centelha divina. Alguns fazem com que essa centelha brilhe um pouquinho mais, outros ainda mantém ela escondida embaixo do candeiro. Mas somos todos nós. Aquilo que para mim é tem é fácil de fazer, para outro não é. Aquilo que pro outro é fácil, para mim não é. Aqui mesmo numa casa deste tamanho, que é a comunhão espírita de Brasília, que existem inúmeros, inúmeras atividades diversas, algumas e todas voltadas para o quê? Para o amor, a caridade, o acolhimento. Para alguns é muito difícil vir para cá para tribuna, falar. Para mim também não é fácil não, tá? Para alguns é muito difícil, mas é para alguns é muito difícil. Em compensação, esse esse alguns esses alguns fazem inúmeras atividades fantásticas que, por exemplo, eu não conseguiria
fácil não, tá? Para alguns é muito difícil, mas é para alguns é muito difícil. Em compensação, esse esse alguns esses alguns fazem inúmeras atividades fantásticas que, por exemplo, eu não conseguiria fazer. Então, né, cada um tem as suas diferenças e o mais importante é que um vai complementando o outro. E isso é na convivência. Se no trabalho aquela pessoa que é fofoqueira, que fala demais, todo trabalho tem alguém que fala muito, né? Fala muito da vida dos outros, que que a gente pode fazer? Fazer o nosso trabalho, ir aos poucos não dando vazão para ela, mas ela com certeza tem outras qualidades. Às vezes é uma pessoa super eficiente naquilo que ela faz. Então, a compreensão de quando nós entendemos que o outro que está ao nosso lado é um outro eu, mas que ele não é como nós. Por que que ele não é como nós? No sentido de individualidade, porque ele teve as suas experiências que são diferentes da nossa, tanto culturais, muitas vezes, muitas vezes sociais. E nós precisamos compreender isso, aprender a conviver com essas diferenças. A convivência ela nos concita a compreensão. E aí vem Joana e diz: "Indispensável a compreensão natural de que o interesse de conviver é destituído de qualquer sentimento que transpire abuso ou exploração." Aí é o termômetro que a Joana traz, né? Por nós precisamos aceitar tudo. Então não, a convivência ela é importante pra nossa transformação, desde que não, né, comece a a existir um quê? um abuso emocional, abuso físico, eh exploração. Graças, né, a ao progresso, muitas leis têm mudado, porém ainda o ser humano precisa aprender com as leis. A mudança tem que ser daqui. Então, ainda exige ainda existe assédios morais em todos os sentidos, no trabalho, às vezes em casa, exploração de trabalho. Por isso nós precisamos, né, dar limite também. A convivência não significa que eu também tenho que abrir mão de tudo da minha vida e me baixar e não, eu sou um ser, um indivíduo, enquanto indivíduo, né, um espírito imortal. Eu também tenho os meus
A convivência não significa que eu também tenho que abrir mão de tudo da minha vida e me baixar e não, eu sou um ser, um indivíduo, enquanto indivíduo, né, um espírito imortal. Eu também tenho os meus limites, então não preciso ficar a mercer da exploração e do abuso. Bom, isso se deve muitas vezes também à aquilo que a gente chama de afinidades. Nós temos aqueles, vocês já perceberam que às vezes em casa tem dentro de casa uns que a gente é bem tem afinidade, nossa, parece que somos iguais e outros que são o nosso oposto, seja filhos, sejam irmãos, né? Até mesmo os pais. E no trabalho também tem aqueles que a gente tem mais afinidade, tem às vezes pensam, né, parecido conosco ou às vezes até pensam com divergências, mas a gente tem aquele carinho, né? E e às vezes aqui eu falo assim: "Nossa, eu tenho tanto carinho por essa pessoa, mas olha só, elas t ela tem uma opinião tão diferente da minha, né? E porém o carinho, o amor é o quê? que nos faz tolerar, compreender que cada um tá no seu momento, que a vivência de cada um é única. Bom, aí ela diz assim: "Não poucas vezes a identificação de ideais e de sentimentos nos aproximam aproximam umas pessoas das outras. Desculpe, estou fazendo palestra. o que produz afeições significativas que penetram nos escaninhos do ser, que pode perceber as dificuldades e problemas de que se revestem. Então, muitas vezes essa eh nós nos identificamos, como nós vimos antes, com as pessoas. Nós temos afinidades com ideias, nós temos afinidades com pensamentos e outras nem tanto, mas nós precisamos aprender a compreender e olhar e entender a diferença de cada um, o que cada um é de acordo com aquilo que aprendeu, desde que isso não nos cause, claro, abuso, desde que não nos cause e dor maior do que deveria, mas aos poucos nós vamos aprendendo na convivência a compreender ender o outro a entender. Quando nós olhamos com um olhar um pouquinho mais ampliado, que é o olhar do amor, nós começamos a entender, nossa, ele ainda tá nessa fase, não com eh com um olhar
mpreender ender o outro a entender. Quando nós olhamos com um olhar um pouquinho mais ampliado, que é o olhar do amor, nós começamos a entender, nossa, ele ainda tá nessa fase, não com eh com um olhar de orgulho e de vaidade, não, porque nós também temos algumas coisas em nós que ainda não são perfeitas, porque nós não somos ainda totalmente, nós estamos, somos espíritos imperfeitos ainda. Vamos chegar a perfeição relativa, sim, mas agora, nesse momento, nós somos imperfeitos. E da mesma forma que o meu irmão é imperfeito, eu também sou imperfeito. Então, eu não posso querer que ele seja como eu. E como, né, como conviver com eles, né, nessa como conviver com aquele que é tão diferente de nós se não for nos causar danos emocionais? é aprendendo a compreender, a a ter esse olhar um pouquinho maior, um pouquinho a mais ampliado de dele como espírito imortal. Quando nós temos filhos pequenos, que que nos acontece? Geralmente nós, eles são pequenininhos, estão aprendendo. Nós não olhamos quando eles cometem alguns errinhos, né? Fazem alguma coisa que não tá legal. A gente chama atenção, mas a gente não fica com raiva da criancinha, não é verdade? Fica. Será que a gente fica? Não, né? Por exemplo, minha netinha quando era pequenininha que tava nascendo dente, ia acabava mordendo, doía dentinho fino, né? Aí eu só fazia ai, às vezes até deixava ela morder para poder coçar a gengiva, mas isso não causava eh eh um dano à minha pessoa, porque eu olhava para ela com um olhar de carinho. Ela é uma criança que tá crescendo, que ainda não aprendeu, não sabe lidar ainda com com a, né, com a a gengiva que tá coçando. Então assim, um dia nós vamos olhar todos os nossos irmãos, aqueles com quem nós convivemos, que são crianças como nós, estão em processo de aprendizado. Bom, a Joana nos traz aqui também eh ela diz assim que quando nós temos a convivência com as pessoas, se não existe nenhum afeto, ao longo do tempo isso vai se desfazendo. Então, ela diz assim: "Não havendo um real sentimento de afeto,
h ela diz assim que quando nós temos a convivência com as pessoas, se não existe nenhum afeto, ao longo do tempo isso vai se desfazendo. Então, ela diz assim: "Não havendo um real sentimento de afeto, desfazes-se e as amizades. E é muito comum surgirem ou apresentarem-se a animosidade, a desconfiança e as reações nefastas. Por quê? Porque cada um, que que acontece?" Ela vai dizer aqui que muitas vezes nós usamos umas na sociedade, no meio e às vez e é necessário também, porque já pensou se a gente vai falar tudo que a gente quer paraas pessoas, a gente vai acabar ofendendo, mas aos poucos a gente pode ir transformando a nós mesmos. Então se na convivência você não gosta de alguém, mas você dentro da convivência social você precisa tratar bem, não é verdade? Então não adianta eu virar as costas e ficar ah, isso é uma atitude infantil, não é verdade? Então o que que dentro o que diz a as normas, né? A a até esqueci a palavra que as regras de de bons costumes e bons hábitos que quando você tá no meio de alguém que você não gosta, mas está no seu é por exemplo no trabalho, você não vai ficar de cara de cara feia pro seu colega de trabalho, porque você é uma atitude infantil. Você vai cumprimentar, bom dia, boa tarde, boa noite, vai participar das reuniões, significa que você vai ser seu melhor amigo? Não. Tanto é que se sair do do local do trabalho, o que que vai acontecer? Talvez nem tenham mais amizade, nem se encontre mais. Agora, se você cria uma animosidade com ele em relação a não, não vou falar com ele, vou começar a perseguir e vai criando algo muito maior e mais sério, vão criando inimizades. Então, vamos deixar que na convivência nós aprendamos a lidar com o outro. Agora se incomoda muito, só afastar para não deixar que para não haver, né, uma invasão de privacidade, um assédio. Então, afastem-se, né, como nos convida aqui a Joana. Eh, aí ela fala também que na convivência os amigos, nós temos que aprender uma coisa, nós temos amigos, eu tenho inúmeros amigos aqui, assim, não
Então, afastem-se, né, como nos convida aqui a Joana. Eh, aí ela fala também que na convivência os amigos, nós temos que aprender uma coisa, nós temos amigos, eu tenho inúmeros amigos aqui, assim, não inúmeros, mas eu conheço muita gente, gosto de muita gente, temos amigos, tem aqueles que são os amigos mais próximos. E esses amigos mais próximos, muitas vezes não são só aqueles que ficam assim aplaudindo o que a gente faz, não. O amigo mais próximo é que ele fala assim: "Amiga, você tá pegando pesado aí, amiga. Olha, presta atenção. Então, e só que isso não pode levar a gente a ter um aborrecimento. Eu sempre falo pros meus amigos: "Olha, se eu tiver fazendo besteira, me fala mesmo. Eu posso até ficar com raiva de você na hora. Mas eu vou pensar. Por quê? Porque cabe nos pensar, né? Se a pessoa falou que eu tô pegando pesado demais, por que que ela acha que eu tô pesando pegando pesado? Será que eu tô pegando pesado demais? Que que eu penso sobre isso? E aí é uma questão de autoconhecimento. Nós precisamos olhar para nós para entendermos qual é o o que que tá me incomodando tanto naquela convivência, tá me machucando, tá causando danos emocionais. Tudo isso é uma questão de olhar para nós mesmos, nos conhecer para poder conviver melhor com aqueles que estão à nossa volta e entender quem nós somos, saber nossos limites. E aí a Joana para chegando aqui já faltam poucos minutos, a Joana diz que o Evangelho de Jesus é o mais completo tratado para realizar a formação do caráter social do ser humano. Por quê? Por que que ela diz isso? Porque no evangelho de Jesus nos faz olhar para nós mesmos. Ele é o nosso roteiro moral. Se nós seguíssemos 1%, 2% do que Jesus ensina, nós já caminharíamos um pouquinho mais. Estamos caminhando. Estamos caminhando. Vamos pensar assim: "Nossa, mas nós estamos muito ruim assim". Não, nós estamos caminhando. Tanto que nós já estamos aqui. Nós já temos uma uma capacidade de de eh perceber o que é bom, o que não é tão bom. Por quê? Porque toda lei tá na nossa consciência.
ssim". Não, nós estamos caminhando. Tanto que nós já estamos aqui. Nós já temos uma uma capacidade de de eh perceber o que é bom, o que não é tão bom. Por quê? Porque toda lei tá na nossa consciência. E a medida que nós vamos ampliando a consciência de nós mesmos, nós vamos sabendo discernir aquilo que vai nos fazer bem e aquilo que não vai fazer tão bem. é aquilo que devemos fazer e aquilo que não devemos fazer, né? E em relação também aos nossos próximos, mais próximos, se nós, ao invés de reagirmos, agirmos, ficaria muito mais fácil, né, de nós eh eh compreendermos o outro e não fazermos algo de que nos arrependêssemos depois. Então Jesus ele vai ensinando no evangelho e tem parábolas, tem histórias, histórias que são para que falam ao nosso coração. E cada vez que a gente escuta, às vezes a gente fala: "Ah, já li o evangelho, já sei todas as parábolas". Mas quando a gente lê de novo, tem sempre uma outra mensagem, uma mensagem nova a nos dizer, né? Então, os escritos e e os ensinamentos de Jesus no Evangelho, eles são um patrimônio muito maravilhoso, né, e um roteiro de vida. E aí, vamos lá. Aí ela diz assim: "O tratamento que é dirigido a uma pessoa nem sempre funciona com êxito para aplicar a outra. Por isso a gente percebe no nosso dia a dia. Se a gente que que quem tem filho ou quem tem irmão, quem tem às vezes você fala a mesma coisa com um e sai tudo flui com naturalidade. Quando você fala com o outro que que acontece? Nem não aceita. vocês utiliza aquela, né, aquela toda aquela sabedoria que entre aspas que já adquiriu e aí vai tentar conversar, olha, já treinei com esse aqui, isso aqui, isso aqui, deu certo com esse, com aquele não dá certo. Por quê? Porque cada ser é único. E com isso o que que acontece? Nós vamos aprendendo um pouquinho mais sobre mais. Sobre quem? Sobre nós mesmos. Por isso a importância da convivência sozinho nós não aprendemos. É na sociedade, é no meio que nós vamos conhecendo a nós mesmo para sabermos como conviver, como viver com o outro,
Sobre nós mesmos. Por isso a importância da convivência sozinho nós não aprendemos. É na sociedade, é no meio que nós vamos conhecendo a nós mesmo para sabermos como conviver, como viver com o outro, né? Entendendo através dos exercícios do amor, exercitando esse amor, porque nós somos convidados a fazer brilhar a nossa luz. E é isso que Jesus convida no evangelho. E para fazer brilhar a minha luz, eu vou precisar às vezes atritar com o outro para entender quem eu sou e saber quais são os meus limites e assim poder dar mais de mim, doar mais de mim. Bom, para chegar aqui nos momentos finais que já ligaram a luz vermelha, aí ele diz, ela diz aqui, os melhores amigos são aqueles que nos ajudam a evoluir, contribuem para a reforma íntima e, em consequência, para a iluminação espiritual. E por fim, Jesus em todos os tempos, desde quando esteve na Terra, modulou a canção do amor universal e tocou profundamente os seus discípulos sincelos, as suas vidas, fazendo-as felizes. Não te aliges das incomparáveis formulações do evangelho e busca participar do banquete fecundo da convivência em trabalho de renovação das paisagens humanas da atualidade, com o pensamento fixado nos gloriosos dias do amanhã que te esperam. Às vezes, quando a gente tá num trabalho, isso é muito interessante, quando a gente tá num trabalho, eh, ó, a gente olha pra gente, né, nessa convivência, às vezes acontece tantas coisas, né, no meio de nós, é problema que de um, é problema do outro, é, chega que como que eu posso ajudar? Às vezes a nossa ajuda é simplesmente aprender a ouvir e compreender. Mas para isso nós precisamos olhar para nós também e compreender o que que eu compreendo disso. Será que eu estou sendo uma boa cristã? Como que eu posso ajudar a evoluir sem causar danos, melindres? Falando honestamente, sendo sincero, mas sem grosseria, né? Às vezes a gente fala de uma forma mais, não é? com buscando trabalhar em nós o amor e a convivência. Pra finalmente, finalmente terminar, tem uma história que um filme
sincero, mas sem grosseria, né? Às vezes a gente fala de uma forma mais, não é? com buscando trabalhar em nós o amor e a convivência. Pra finalmente, finalmente terminar, tem uma história que um filme até que chama Porcos Espinhos. É um filminho que tem na internet que fala que numa era glacial os eh muitas pessoas, muitos porcos espinhos estavam morrendo porque eles estavam sozinhos. Então eles foram se juntar. Quando eles se juntaram, os um espinho um do outro começava a machucar, porque aí eles se afastaram de novo, até que morrendo ainda de frio, eles voltaram se unir e mesmo um cutucando o outro ali, dando uma machucadinha dali pela, eles se mantinham e sobreviviam. Por quê? Porque eles estavam juntos, um aquecendo o outro. Então assim, na convivência, muitas vezes nós vamos ter esses espinhos, né? vão ter o outro. O outro é um outro eu. E ele não é igual a mim, não é meu irmão gêmeo, não é meu clone. Ele é um outro ser com suas diferenças, com suas dificuldades. Cabe-nos e ele está aqui para que nós possamos aprender a amar, né? E essa é a nossa maior, um dos nossos maiores convites de Jesus, que nós aprendamos a amar. E é isso, meus queridos. Muito obrigada a todos e fiquemos com o passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor
que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre
egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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