FÉ, ESPERANÇA E CARIDADE - José Lício [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/04/2026 (há 5 dias) 145 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor meu, boa tarde, queridos irmãos em humanidade. Como harmonização inicial, farei a leitura de um texto desse livro Preces e orações da autoria espiritual do irmão José, através da psicografia de Carlos Abacelli. É o texto que se encontra entre as páginas 83 e 84. Título Diante da injustiça. Mestre, não nos deixes cometer a menor atitude de injustiça contra quem quer que seja. No entanto, se somos os injustiçados, que saibamos esperar de ti, sem que extrapolemos na ânsia de nos defendermos, a verdade acaba sempre se impondo por si mesma. No momento justo, as nossas obras falarão por nós. Haverá assim quem nos advogue a causa. A injustiça humana jamais prevalecerá sobre a justiça divina que é incorruptível. As forças ocultas da criação, agindo em silêncio, conspiram em favor de quem é bom. Senhor, a injustiça que sofremos hoje talvez nos seja corrigenda do ontem. Quem sabe o que fizemos ou deixamos de fazer aos que jaziam sob a nossa tutela? Quantas vezes no passado a nossa mão não terá se erguido para apedrejar? Dá-nos paciência, mas dá-nos também esperança. Olha que coisa linda, né? E essa prece ou oração, ela termina com a virtude esperança. E a virtude esperança é uma das palavras que se encontra no tema da nossa palestra de hoje, né? Esperança, fé, esperança e caridade, né? Então, hoje nós teremos a segunda parte eh nesse tema fé, esperança e caridade. Queridos irmãos, hoje é segunda-feira, dia 13 de abril de 2026, onde temos a oportunidade de apresentar-lhes a parte dois de um estudo palestra que fizemos aqui mesmo no dia 16 do mês passado, né, com esse tema de hoje, né, fé, esperança e caridade. Então, quero informar-lhes as fontes de consulta nas quais me ancorei para a produção dessa parte dois. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Allan Kardec, nona edição, São Paulo, ID, 1984. Espera e esperança. História e teoria da espera humana. Segunda edição, Aliança Editorial

produção dessa parte dois. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Allan Kardec, nona edição, São Paulo, ID, 1984. Espera e esperança. História e teoria da espera humana. Segunda edição, Aliança Editorial Madrid, 1984, da autoria de Pedro Laimend Draugo. obra Contos e Apólogos da autoria espiritual de Irmão X através da psicografia de Chico Xavier e a obra O Consolador, revista semanal de divulgação espírita lá nos artigos por Wagner. ideale, né? Ainda o artigo, ainda bebio, fé, esperança e caridade, né? Homânimo, as três maiores virtudes fortalecidas pela encarnação do Verbo, de Acadêmicos Araltos, por Sérgio Biage Gregório. Esse Sérgio Biage Gregório, ele é um escritor, pesquisador voluntário em filosofia e espiritismo. Ele desenvolve atividades no Centro Espírita Ismael. de Jaçanã, São Paulo, elaborou um profundo texto no qual bebi de sua fonte, pensando inúmeros trechos, tal a sua relevância, profundidade e esclarecimentos. Bem, queridos irmãos, e iniciando veremos sobre os conceitos, conforme as definições de Oxford Languages e segundo o gênero gramatical do substantivo, fé é sinônimo feminino, é a confiança absoluta em alguém ou algo. édito, um homem digno de fé dentro do da religião. No catolicismo, fé é a primeira das três virtudes teologais. E essas três virtudes teologais, claro, são as que compõem o tema da noss estudo palestra de hoje. Vejamos agora sobre a fé espírita. é baseada em alguns artigos de fé, como a crença na existência de Deus e da alma, na sobrevivência dessa alma após a morte, na possibilidade de comunicação entre espíritos e vivos, ou seja, encarnados, e reencarnação, que é um dos princípios, um dos dogmas da doutrina espírita, né? A fé espírita é raciocinada e iluminada pela razão. E fé raciocinada é aquela que se baseia na lógica e nos fatos e que não deixa obscuridades. A fé espírita é diferente da fé cega, que não admite provas e exige a abdicação do livre arbítrio e do raciocínio. Fé atitude própria, convicção na crença que relaciona o homem ao Deus supremo na

des. A fé espírita é diferente da fé cega, que não admite provas e exige a abdicação do livre arbítrio e do raciocínio. Fé atitude própria, convicção na crença que relaciona o homem ao Deus supremo na expectativa da salvação eterna. ou e também salvação da alma, né? Claro. Veremos agora sobre esperança. É, genericamente falando, toda a tendência para com o bem futuro impossível, mas incerto. É sentimento de quem vê como possível a realização daquilo que se deseja. Confiança em coisa boa. Fés também é usado no plural. Expectativa, espera, aguardo. O filho é a sua esperança de melhoria de vida. Na religião, esperança é a segunda das três virtudes teologais, ao lado da fé e da caridade. Então, veremos agora sobre essa terceira virtude, né? Caridade é a virtude que, com a justiça regula o procedimento moral dos homens para com os outros seres e especialmente para com os outros homens. Interessante que aqui se fala para com os outros seres, né? Então, todo ser vivente na terra, a caridade, essa virtude, a pessoa que tem caridade, ela tem que amar e ter uma atitude de respeito, de amor para com todos os demais seres. Se eu, por exemplo, eu vejo uma formiguinha, uma aranha passando em tal lugar ou está em cima da cama ou em algum lugar, eu não tenho o impulso de matá-la, não. De preferência eu tenho intuito de pegá-la e colocá-la num lugarzinho onde ela vá continuar a sua vida tão curta, com certeza. Então, caridade baseia-se na frase fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fosse feito. Podemos praticar atos de caridade sem sermos caridosos? Eu particularmente até acho que isso seja possível, mas sem sem saber, né, que se está praticando um ato de caridade, né, mas de uma maneira geral, quem não é caridoso, né, fica difícil de praticar costumeiramente caridade. Qual a relação entre fé, esperança e caridade? Qual dos termos tem mais importância? Isso aí nós vamos ver. Por é aconselhável estudá-los conjuntamente? Com essas perguntas damos prosseguimento ao estudo que se desenvolverá em cima de

e caridade? Qual dos termos tem mais importância? Isso aí nós vamos ver. Por é aconselhável estudá-los conjuntamente? Com essas perguntas damos prosseguimento ao estudo que se desenvolverá em cima de tais tópicos, no sentido de explicá-los, disseá-los. Segundo a Igreja Católica Apostólica Romana, fé, esperança e caridade são as três virtudes chamadas teóologais, porque tm a Deus por objeto de modo imediato. Ou seja, são consideradas dons infundidos, ou seja, jogados por Deus na alma dos fiéis quando os criaram, né, para torná-los capazes de agir como seus filhos e merecer a vida eterna. A palavra teologa de teus com th, né, Deus. e logos, que significa estudo, conhecimento. Então, o estudo, o conhecimento de Deus, significando que estas virtudes têm Deus como sua origem, motivo e meta. Teologal. Pela fé, nós acreditamos no que ele revelou. Pela esperança, tendemos a Deus, apoiando-nos com seu socorro para chegar a possuí-lo um dia e vê-lo face a face. Pela caridade, amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. Por que ainda a união de fé, esperança e caridade? De acordo com a religião católica, esses aqui eu estaria repetindo, então vamos adiante. A separação didática é apenas para estudar com mais detalhes cada um dos vocábulos, mas na prática não temos condições de os separar, né? fé, esperança e caridade, porque estão unidos pelos laços da razão e do sentimento. Queridos irmãos, veremos agora que conforme a doutrina espírita, a fé é um sentimento inato no indivíduo. A direção desse sentimento é que pode ser cega ou raciocinada. A fé cega, não examinando nada, aceita sem controle o falso como o verdadeiro e se choca a cada passo contra a evidência e a razão levada ao excesso produz o fanatismo. A fé raciocinada, ao contrário, é aquela que se apoia sobre os fatos e a lógica. Não deixa atrás de si nenhuma obscuridade. Crê-se, acredita-se, porque se está certo e não se está certo, senão quando se compreende. É o que prega a doutrina espírita. Eis porque ela não se dobra,

a. Não deixa atrás de si nenhuma obscuridade. Crê-se, acredita-se, porque se está certo e não se está certo, senão quando se compreende. É o que prega a doutrina espírita. Eis porque ela não se dobra, porque não há fé inabalável, senão aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas humanidade. São ensinos do codificador da doutrina espírita Allan Kardec, né, cuja frase encontra-se lá no livro dos espíritos, eh, no capítulo 19, item 6. A fé humana é divina. É o sentimento inato no homem de sua destinação futura, cujo germe foi depositado nele, primeiro em estado latente, o qual deve crescer por sua vontade ativa. Assim, unindo sua força humana à vontade divina, poderá realizar os prodígios, o que não é o que não é senão o desenvolvimento das faculdades humanas, né? Ou seja, eh eh lembrando aqui eh leitura do Velho Testamento, é como disseram lá os apóstolos, os profetas antigos, né, que disse por inspiração: "Vós sois deuses". Ou seja, está inserido em cada um de nós o germen do amor de Deus. Então, está em estado latente. Depois, como foi dito aqui, nós iremos exercitar e teremos a capacidade de realizar esses prodígios, né, com as nossas capacidades humanas. Queridos irmãos, lendo-se o Evangelho segundo o Espiritismo, ou melhor, lendo o Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos diversas frases ou orações relacionadas com fé, esperança e caridade. Entre elas podemos citar a fé que transporta montanhas. A tua fé te curou. O poder da fé, a fé religiosa, a fé e caridade, etc. Para cada um desses tópicos, tanto Kardec Espíritos superiores, dão-nos informações valiosas. O caso da montanha, por exemplo, eles explicam-nos que não é em relação à montanha física, mas a montanha dos nossos erros e dos nossos defeitos. A cura pela fé. Allan Kardec faz menção do fluido mental, magnetismo, que se encontra em todos os seres humanos e que, se bem manipulados, pode provocar curas, que muitos chamam de milagres. Fé e incerteza. A dificuldade maior na questão da fé é

uido mental, magnetismo, que se encontra em todos os seres humanos e que, se bem manipulados, pode provocar curas, que muitos chamam de milagres. Fé e incerteza. A dificuldade maior na questão da fé é esperar algo que é incerto. Temos a intuição de que isto vem, mas a demora do necessário inc-nos o desespero. A intuição nos faz crer que podemos esperar, mas a demora é difícil. De qualquer forma, temos que continuar, porque desistir no meio do combate é ficar no meio sem perspectiva de um futuro mais promissor. A fé é o nosso grande sustentáculo. Que seria de nós, de nossas incertezas e tribulações, sem esse ponto de apoio para sermos reconfortados? Aquele que tem fé vigorosa aceita de bom grado qualquer sofrimento, porque embora esteja no meio da incerteza momentânea, espera que o tempo, o grande arquiteto do universo possa oferecer as oportunidades para que os seus ideais sejam concretizados. esperança, a filosofia moderna, as injunções dos pensamentos, a busca pela racionalidade e a supremacia da razão levam os indivíduos a decretarem a morte de Deus. É a doutrina do nada ou niilismo que nega a existência de um propósito, um sentido intrínseco, valores morais absolutos ou verdades na vida e no do das pessoas. Isso marca toda a esperança. Como esperar algo se há de se esperar? É por isso que Paul Sartre falava da náusea do desespero, antíteses da presunção, que é oposto da esperança. São Tomás de Aquino classifica o desespero e a presunção como pecados e por isso opostos da esperança. Desespero é a pouca confiança em Deus, o amor próprio, o orgulho pessoal. A presunção é achar-se alguém digno de uma posição religiosa vantajosa, sem de fato o ser, tanto um quanto o outro, é contrário ou opõem-se à esperança. A presunção, por outro lado, está ligada à vaidade. Por fim, diz que a esperança não é uma atitude passiva, mas cheia de vitalidade e amor. Paulo e a esperança. Nas epístolas de Paulo encontramos diversas frases sobre a esperança. Por exemplo, porque tudo que deantes foi

esperança não é uma atitude passiva, mas cheia de vitalidade e amor. Paulo e a esperança. Nas epístolas de Paulo encontramos diversas frases sobre a esperança. Por exemplo, porque tudo que deantes foi escrito para nosso ensino, foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança. Romanos capítulo 15 versículo 4. Ora ao Deus de esperança. Ele vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo. Romanos, capítulo 15, versículo 13. E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa. Hebreus, capítulo 10, versículo 15. Em 1 Coríntios, versículo 13, Paulo discorre sobre a suprema excelência da caridade. Depois de exercer comentários sobre a parte e o todo, ele diz: "Agora permanecem a fé e a caridade, estas três, né? Mas a maior destas é a caridade. Primeira epístola aos Coríntios, capítulo 13, versículo 13. Noção de caridade. A virtude caridade está simbolizada na parábola do samaritano, que que é narrado nessa parábola que o homem descia de Jerusalém para Jericó. caiu nas mãos dos ladrões que os despojaram de seus pertences e cobriram no de feridas e se foram, deixando-o semimorto. Aconteceu em seguida que um sacerdote que descia pelo mesmo caminho, tendo-o percebido, parou pelo outro lado. Um levita que veio para o mesmo lugar. Tendo-o considerado, passou pelo outro lado. Mas o samaritano que viajava seguindo no lugar onde estava esse homem, tendo o visto, foi tocado de compaixão por ele. Aproximou-se, pois dele, derramou óleo e vinho em suas feridas e as enfaixou. E tendo-o colocado sobre seu camelo, conduziu-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, tirou duas moedas e as deu ao hospedeiro, dizendo: "Tende bastante cuidado com este homem e tudo que gastares a mais, eu vos restituirei." Caridade teórica versus caridade prática. O espírito irmão X, no capítulo 28 de sua obra Contos e Apólogos, psicografada por Chico Xavier, narra o caso do conferencista que estava preparando a sua palestra. Seus

órica versus caridade prática. O espírito irmão X, no capítulo 28 de sua obra Contos e Apólogos, psicografada por Chico Xavier, narra o caso do conferencista que estava preparando a sua palestra. Seus em seus escritos, exaltava o seu amor ao próximo, dando a entender que o caluniador é um teste de paciência. Vitimados pela ofensa, estavam recebendo os de Jesus o bendito ensino de semear. A desesperação é chuva invisível. No meio dessa preparação, aconteceu que a velha criada veio trazer-lhe o chocolate e que, sem o perceber, caiu-lhe uma mosca. O conferencista tão logo tomou consciência do fato, fica de veras irritado com a serviçal. Depois, um condutor de caminhão arrojara o veículo sobre uns muros da residência. O dono da casa foi à janela, como que atingido por um raio, chamando o motorista de criminoso. O condutor se prontificara a pagar todas as despesas, mas mesmo assim o palestrante quis chamar a polícia. Enquanto estava ao telefone, algumas crianças entraram no seu terreno e pisaram os cravos que ele tinha cuidado no dia anterior. Exasperado, avançou para as crianças, vagabundos, larápios, já para a rua. Voltando para sua escrivaninha, leu o seguinte texto grafado por ele mesmo: "Quando Jesus domina o coração, a vida está em paz." caindo em si, reconheceu como é fácil ensinar com as palavras e quão difícil é instruir com os exemplos. e envergonhado passou a refletir profundamente. Xavier 1974, ou seja, a publicação da obra, né? Queridos irmãos, falaremos eh por a caridade é fortalecida em virtude da encarnação. Talvez seja a caridade a virtude mais fortalecida pela encarnação, pois não poderíamos receber maior prova de amor da parte de Deus do que ver nosso Senhor morrer por nós numa cruz. O mistério da encarnação deve, enfim, excitar ao mais alto grau nosso amor a Deus, como disse Santo Agostinho. Qual a causa principal pela qual o verbo se encarnou senão a manifestação de seu amor por nós? Se não sabemos amá-lo, aprendamos ao menos a devolver amor por amor.

a Deus, como disse Santo Agostinho. Qual a causa principal pela qual o verbo se encarnou senão a manifestação de seu amor por nós? Se não sabemos amá-lo, aprendamos ao menos a devolver amor por amor. Fé a primeira das três virtudes teologais e representa a crença em Deus e em tudo o que ele revelou. é uma confiança profunda nas promessas divinas e um assentimento à verdade da revelação. A fé não é apenas um estado mental, mas uma disposição do coração que leva à ação. Fé, mãe da esperança e da caridade. fé, mãe da esperança e da caridade, é filha do sentimento e da razão. Quer dizer, a fé, ao ser movida pelo livre arbítrio, tem o suporte do sentimento e da razão, que lhe dão garantia de obter o esperado, desde que haja caritativamente. Nesse sentido, o espírito Emanuel nos diz: "A fé é a guardar, é guardar no coração a certeza iluminada de Deus, com todos os valores da razão tocados pelo perfume do sentimento. A esperança e a caridade, como vimos, irmãos, são filhas da fé. Esta deve velar pelas filhas que têm. Para isso, convém construir a base do edifício em fundações sólidas. A nossa fé tem de ser mais forte do que os sofismas e as zombarias dos incrédulos. Porque a fé que não afronta o ridículo dos homens não é a verdadeira fé. Além disso, para que a fé seja proveitosa, deve ser ativa, ou seja, não se deve entorpecer. Concluindo, irmãos, vale ressaltar que a relação entre fé, esperança e caridade abre nossa mente para as profundas reflexões sobre a vida religiosa. Essas três virtudes descoordinam horizontes vastíssimos. É aconselhável, contudo, que sejamos humildes e simples de coração, a fim de absorvermos todo o seu conteúdo doutrinal. Fé que vem do latim significa firme opinião que algo é verdade, sem a necessidade de prova ou um critério objetivo. Esperança, um estado de espírito que acompanha a fé. Elas são amigas inseparáveis. Fé e esperança podem ser comparadas ao sol e à lua. A lua não tem luz própria, mas usa a luz do sol para brilhar. Assim, esperança depende da fé

írito que acompanha a fé. Elas são amigas inseparáveis. Fé e esperança podem ser comparadas ao sol e à lua. A lua não tem luz própria, mas usa a luz do sol para brilhar. Assim, esperança depende da fé para se estabelecer em nossas vidas. A fé na doutrina espírita diferencia-se um pouco das dos demais segmentos religiosos, pois ela se baseia dentro de um estudo criterioso, ou pelo menos deveria ser assim, nos dando uma esperança para dias melhores, seja na matéria onde estamos aqui no mundo ou na vida espiritual, Quando desencarnamos dentro do conhecimento das imutáveis leis de Deus e de nossas ações positivas, éticas e construtivas. Ter esperança na verdadeira justiça e não na justiça humana que muitas vezes está adequada a interesses e épocas. Como alguém pode dizer que uma tormenta ou uma alegria vai passar? Porque está batizada na fé em Deus e na esperança de suas leis. Pois a única alegria que nunca vai passar será aquela que tem como base a caridade, pois essa é a alegria de servir. Precisamos desenvolver a caridade no olhar, no falar, no pensar, nas ações e em tudo que venha a enobrecer o homem. Assim, dentro da fé funda, profunda e da esperança ativa, construiremos o maior de todos os sentimentos do homem de bem, a caridade, na sua mais profunda expressão de amor e dedicação ao próximo. Vamos adiantar aqui um pouquinho agora. Eh, caridade, como nos ensina Paulo, é a maior de todas as virtudes do Espírito. Fé e esperança, virtudes e sentimentos nobres que devem e precisam ser cultivados. Mas o que vai calar profundamente dentro de nós é a caridade. A fé nos faz acreditar, a esperança nos leva a esperar. A caridade nos faz agir. A caridade também é chamada de amor. Precisamos entender que o exercício da caridade realiza no íntimo do ser profundas mudanças que nos conduzem à fé e consequentemente à esperança. pois podemos ver os frutos dessa luta incessante. Lembremo-nos sempre, irmãos, que a espiritualidade na que na espiritualidade temos muitos irmãos torcendo por nós,

fé e consequentemente à esperança. pois podemos ver os frutos dessa luta incessante. Lembremo-nos sempre, irmãos, que a espiritualidade na que na espiritualidade temos muitos irmãos torcendo por nós, nossas famílias espirituais nos ajudando. Por isso, devemos cultivar a fé e a esperança, mas nunca a fé cega. Também vamos sempre trabalhar pela fé e pela caridade. Aproximando-nos final do final, precisamos fazer com que as nossas ações sejam marcadas pela caridade pura. Assim, essa caridade estará sempre baseada na fé e na esperança que não morre jamais. Muito obrigado a todos, queridos irmãos. Ocasião em que lhes desejo uma boa tarde e uma excelente semana, rogando a nosso Deus, Pai Criador que nos abençoe e proteja a todos durante todos os dias de nossas vidas. Ficarei ali agora para ouvirmos a o passe virtual e posteriormente a oração o Pai e nós. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos

ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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