Família em Pauta - Setembro | Família no Ar

FEBtv Brasil 26/09/2024 (há 1 ano) 1:06:28 80 visualizações

"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 25 de setembro de 2024, abordaremos o tema "Família em Pauta - Setembro | Família ...

Transcrição

Olá Olá meus amigos sejam muito bem-vindos a esse nosso programa mensal por mensal toda quarta-feira nós temos o família no ar mas na o quarta quarta-feira do mês nós temos um programa especial que é a família em Pauta onde a gente se reúne para estar conversando sobre algumas notícias do mês em curso que são interessantes para todos nós que estamos nas famílias Hoje nós estamos recebendo a nossa querida amiga conhecida por todos que é a Márcia Leon Marcinha nosso abraço seja bem-vinda e antes mesmo de começarmos vamos lá diga quem você é Márcia boa noite Marco Leite Boa noite a todos os amigos que estão aqui nos assistindo interagindo aqui pelo chat meu nome é Márcia Leon sou trabalhadora da associação médico Espírita do Planalto trabalho também na FEB como facilitadora exatamente como facilitadora do Livro dos Médiuns e dos estudos de André Luiz e atualmente estou na coordenação do departamento de família da associação médico Espírita do Brasil então é uma família contra família Marco Leite exatamente Mas acima de tudo a Márcia é mãe de dois belos filhos né um casal né crianças ainda acabaram de se formar como médicos também né má é tudo bebê tudo bebê as nossas crianças sempre serão crianças né mesmo hoje em dia já formados né Mas é isso mesmo né mas mácia h no mês de setembro a gente teve ah em Paris né ou que a gente fala das paralimpíadas e é interessante quando a gente estuda o que aconteceu porque a delegação brasileira contou com 280 atletas que participaram dos jogos ficando em quinto lugar né ao longo dessa nossa história foi a melhor colocação que o Brasil teve né atrás a China grã-bretanha Estados Unidos e Holanda com 89 medalhas olha só que bacana né Muito se comentou sobre essa determinação desses atletas que superaram as limitações físicas mentais sensoriais em diferentes graus por meio do esporte olhando esse lindo cenário E aí é o que a gente vai est batendo papo agora né O que que a gente pode aprender e ensinar as nossas famílias sobre esse tema Esporte

diferentes graus por meio do esporte olhando esse lindo cenário E aí é o que a gente vai est batendo papo agora né O que que a gente pode aprender e ensinar as nossas famílias sobre esse tema Esporte paraolimpíada né as pessoas com dificuldades e ainda assim tão lá como é que a gente pode estar trazendo isso à luz do Espiritismo comecemos então aqui o nosso bate-papo aí eu vou dar o meu viés como mãe mas também como médica pediatra né Se a gente for olhar ao longo da linha do tempo né Marco a gente vê que antigamente quando a gente eh trabalhava com as crianças especiais sejam elas sindrômicas sejam elas ves com algumas deficiências físicas sejam ela com alguns transtornos mentais antigamente essas crianças elas eram colocadas numa conchinha né super protegidas eh andando um pouquinho mais para trás Elas não iam muitas vezes à escola as suas atividades eh Ficava muito restrita o âo familiar quando nós estamos falando aí dos anos 60 70 né Principalmente os pacientes Oi Marco não eu lembro você fal no ano 60 80 eu tô Relembrando uma um material que eu li sobre Dal no início do século passado né em que às vezes famílias tinham filhos com Dal o vizinho não sabia sim ex a expectativa de vida in de século passado não chegava a 20 anos ex porque o garoto a garota com da era literalmente escondida da sociedade que é isso que você tá falando né com certeza por quê isso muitas vezes né Eh eh perante a sociedade os pais muitas vezes se sentiam eh com vergonha de ter um filho com alguma alguma doença sindrômica ou que não correspondi dentro do normal social né Então essas crianças não iam pra escola essas crianças às vezes ficavam dentro de casa essas crianças assim eh como elas não eram hiper elas não eram estimuladas então elas ficavam no cantinho delas e por ali passava a sua vida e Muitas delas né também temos uma medicina antiga que não tinha tratamentos que não tinha prevenção então assim né então isso fazia com que essas crianças adoecesse e muitas vezes viessem a desencarnar com o passar do

também temos uma medicina antiga que não tinha tratamentos que não tinha prevenção então assim né então isso fazia com que essas crianças adoecesse e muitas vezes viessem a desencarnar com o passar do tempo essa consciência foi modificando aos poucos mas ainda aguardando um certo estigma né familiar porém a gente foi vendo que a partir dos anos 80 eh essas crianças né já tiveram outros desfechos as famílias já estimulavam mais essas crianças iam para as escolas essas crianças participavam de ativid Ades de inclusão dentro das escolas eh dentro de um perfil de inclusão ainda muito restrita assim estar no meio de né estar no meio de uma sala estar no meio de um Pátio para brincar mas essas crianças tinham pais que já começavam a interagir eh fazendo com que essas crianças fossem um pouco mais à frente e com o passar do tempo com o desenvolvimento dos diagnósticos precoces com o desenvolvimento da terapia ocupacional da fisioterapia da Psicologia não só agora pro mundo dos adultos mas pro mundo infantil isso foi trazendo cada vez mais uma descoberta de oportunidades para essas crianças e as paras Olimpíadas eh retratam Exatamente isso por quê Porque na paraolimpíada você tem um pai e uma mãe por trás fazendo o estímulo levando não só paraa escola formal mas levando para as atividades físicas Entrando nos treinamentos né Eh entrando nas academias e e quanto mais cedo mais preco individualizado os esportes também foram abrindo as oportunidades ou seja Aconteceu algo em algum momento na sociedade que foi positivo para que essas crianças que são sindrômicas transtornos mentais pudessem participar então isso trouxe para esse mundo dos esportes esta contribuição e a gente viu nas telas né Eh Várias cenas muito inusitadas e a gente fica muito feliz porque superou-se né superou-se Eh algo que a princípio era considerado limitante em todos os aspectos mas que mentalmente fisicamente essas crianças vieram eh a ter essa superação e consequente conquistar as suas medalhas isso vem de

algo que a princípio era considerado limitante em todos os aspectos mas que mentalmente fisicamente essas crianças vieram eh a ter essa superação e consequente conquistar as suas medalhas isso vem de conjunto com a lei do Progresso que a gente vê lá no Livro dos Espíritos né mas principalmente quando a gente vê naquele Capítulo do retorno eh à Vida corporal Kardec vai dedicar né Eh um um uma parte que a pergunta 385 quando ele fala sobre eh de onde provém de onde provém a mudança que se opera no caráter a uma certa idade e particularmente ao sair adolescência e ele vai trabalhar esta questão de como que o estímulo é benéfico para a sociedade para essas crianças eh de um modo geral mas ele finaliza esse capítulo com uma frase que eu gosto bastante a infância ainda tem uma outra utilidade os espíritos não entram na vida corporal senão para se aperfeiçoar Se melhorar a fraqueza da pouca idade os tornam flexíveis acessíveis aos conselhos da experiência e daqueles que os devem fazer progredir e aí vem a responsabilidade dos pais como pais a gente estimula essas crianças para que elas possam seguir adiante independente eh daquilo que elas precisam superar Então existe sempre vai ter o treinador mas antes do treinador teve um pai uma mãe uma família um cuidador com esperança e uma visão de futuro né não perfeito ou seja se você for ver é um espírito que nasce com certas limitações né a gente tem que tá entendendo que tem limitação tem Mas nós vamos estar colocando ela no armário não né A ideia é exatamente essa de tá trabalhando ela com a normalidade da limitação que ela tem nós enquanto pais e aí você rou aí a questão 385 do Livro dos Espíritos né que os espíritos respondem muito claramente isso para Kardec eh Traz essa questão da naturalidade que a gente tem que ter com os nossos filhos apesar das limitações que eles têm nessa vida e se nós Recebemos um filho com essas dificuldades não é à toa né Márcia De jeito maneira Isso faz parte de uma programação reencarnatória né

ossos filhos apesar das limitações que eles têm nessa vida e se nós Recebemos um filho com essas dificuldades não é à toa né Márcia De jeito maneira Isso faz parte de uma programação reencarnatória né então na realidade todos esses esses acometimentos né em todos os níveis eh do corpo físico e do corpo Espiritual do corpo mental a gente vê o quanto que é uma programação e a gente não dá tanto valor a isso e o livro Missionários da Luz vai trazer pra gente a complexidade que é Renascer existe uma programação não só espiritual mas um engendramento dessa genética espiritual para que as coisas aconteçam aqui em um futuro próximo né E daí existe esta nesta programação algo que você não consciente dela é claro que você reencarna aqui você não se lembra de nada mas que as coisas vão se encaixando e pelo livre arbítrio dos Pais né e desse e desse filho que vem com essa limitação eh a programação sempre vai ter como objetivo final o crescimento espiritual independente do que se trata limitação física né então quando a gente vê isso a gente vê a primazia né A a justiça de lei de amor e bondade né justiça e caridade desse Pai criador né Marco perfeito né Eh eu diria assim é muito lindo eu adoro ver olimpíada mas a paraolimpíada me chama muito mais atenção exatamente por conta dessa questão que você trouxe do amor presente né a gente vê muito mais essa situação do que tá ali por trás Lógico é o que você falou assim na Olimpíada normal você tem o treinador na paraolimpíada tem um treinador mas antes do treinador teve família e a família muit das vezes estava ali junto presente torcendo né E daqui a pouco a gente vai estar trabalhando um pouquinho melhor como é que a família pode estar trazendo isso para o dia a dia né Márcia mas eu acrescentaria marco só uma coisa eu acrescentaria o seguinte que isso traz saú mental perfeito né independente da limitação física esse acreditar dos pais dos cuidadores imputa naquele filho né naquele espírito que está aí vencendo as suas dificuldades saúde mental né no

raz saú mental perfeito né independente da limitação física esse acreditar dos pais dos cuidadores imputa naquele filho né naquele espírito que está aí vencendo as suas dificuldades saúde mental né no passado essas crianças tinham uma certa dificuldade e pelo enclausuramento familiar e social com certeza a gente tinha lá muitos problemas de mas que nem se pensava que poderia existir porque às vezes as a criança não falava não articulava né Por falta de estímulo mas a saúde mental provém dessa confiança que os pais dispensam nesse por vir né sim é para você ter uma ideia eu tenho um sobrinho que ele teve paralisia cerebral Quando nasceu na adolescência o pai levou ele PR questão de vela né Essa semana ele fez 21 anos e foi lindo uma coisa que aconteceu las grael que o conhece né mandou uma mensagem gravada dando os parabéns falando desse meu garoto né pela dificuldade que ele tem pela Pará cerebral de como é que ele desenvolvia isso como exemplo pros outros né mas é o que você falou assim incentivado pelo pai incentivado pela família teve por trás alguém patrocinando também né foi muito bacana esse outro lado né Eh é a valorização como ele ficou feliz não só com essa mensagem mas com a atividade mesmo né apesar das dificuldades que ele tinha Hum vamos lá bem a gente tá falando então da paralimpíada mas a gente sabe de uma maneira geral da importância da atividade física para o desempenho e desenvolvimento do nosso corpo físico né Eh a gente observa que o próprio evangelho tem lá cuidar da mente do corpo e do espírito né só que muitas vezes a gente vê que não é tão claro essa questão do cuidar do corpo né no caso das Olimpíadas esses nossos atletas dão o máximo para alcançar a vitória ilógico nós estamos ali num processo todo de competição e eles buscam sempre estar nos três primeiros lugares né como é que do ponto de vista educativo eh a gente poderia estar trazendo essa questão das competições entre crianças e adolescentes nas atividades esportivas Márcia o que é que a gente poderia estar

é como é que do ponto de vista educativo eh a gente poderia estar trazendo essa questão das competições entre crianças e adolescentes nas atividades esportivas Márcia o que é que a gente poderia estar trabalhando nesse sentido e até trazendo aí uma visão espírita né Uhum eu penso Marco assim que na realidade eh a competitividade a gente tem que distinguir aquela competitividade que vai sugerir algo positivo para todos inclusive para quem tá participando e aquela competitividade que não faz parte desse universo né aquilo que você vai trabalhar para tentar desforrar o outro mesmo que numa olimpíada tenha que ter o primeiro segundo e terceiro lugar a gente vê que que entre os atletas que participam dos vários países a gente vê uns torcendo pelos outros mesmo às vezes estando competindo a mesma coisa né a mesma atividade Então essa questão da competitividade dentro do Lar eh inicialmente justamente por quê a gente nessas crianças que vão para Essas atividades esportivas que são de competição e lá na Grécia a gente teve a raiz aí das Olimpíadas né onde aquele vencia aquele que treinava mais que tinha uma condição física melhor que fazia algo diferente em detrimento dos outros mas que na realidade eh era na Via esportiva e não na vida pessoal e isso Começa dentro de casa né então quando a gente vê eh dentro do seio familiar a educação familiar eh em termos de eh educação mesmo que quem instrui a escola né então a família educa Então quando você eh eh administra esta questão da educação dentro de casa você vai mostrar que mesmo que você esteja competindo eh no em caso das atividades físicas na realidade é que para o conjunto prevaleça apesar de ter o primeiro segundo e terceiro lugar né então quando você tem essas delegações né de olimpíadas para paralimpíadas não é só o atleta existe o atleta o psicólogo o o o fisioterapeuta né Eh e uma série de outras pessoas que estão ali na tentativa de ajudar então é o conjunto que deve prevalecer e o que que a gente observa ao longo das da existência vamos

cólogo o o o fisioterapeuta né Eh e uma série de outras pessoas que estão ali na tentativa de ajudar então é o conjunto que deve prevalecer e o que que a gente observa ao longo das da existência vamos pegar aqui o nosso século XX XX que é o que a gente dá conta até agora né Eh a gente vê que muitas vezes existem famílias que a gente vê esse ambiente escolar né Às vezes uma criança apanha de um coleguinha Exemplo né no seguinte aspecto ele tá fazendo alguma coisa que se destaca numa atividade esportiva na escola mas o outro também tá fazendo mas o outro não soube perder foi lá e bateu no colega né ou empurrou ou eh fez qualquer coisa que o outro que tinha ganhado eh ficasse então em segundo plano né Existem duas atividades que eu já vi no consultório né uma é que o pai e a mãe ou o cuidador explica Olha o Fulano eh ele fez isso porque ele ficou chateado porque ele na realidade não soube perder não leva Esso em consideração não vocês são amigos né Eu já vi esse diálogo mas eu já vi o diálogo assim se ele te bater de novo você vai lá e bate mais porque senão você chega em casa e apanha ou vai ser repreendido infelizmente então infelizmente então a gente vê o quanto que a família precisa administrar essas questões dentro da competição de que o que deve prevalecer ao conjunto e não um em detrimento do outro né então a gente vê que essa questão da competitividade Isso faz parte de uma educação da família visando a Educação do Espírito saber esperar saber ter paciência para vencer persistir no treino persistir na vontade de estar lá naquele lugar que você almeja não pensando só em si mas pensando no conjunto nas paraas olimpíadas a gente vê muito isso e também algumas delegações das Olimpíadas como um todo também esse processo mas isso depende da família né Marco o que a gente vê na sociedade é o que a gente vê dentro de casa muitas vezes né sim e é bacana quando você traz essa questão da competição Porque existe Muita confusão do que é o competir né competir é o que a gente faz no dia a

e é o que a gente vê dentro de casa muitas vezes né sim e é bacana quando você traz essa questão da competição Porque existe Muita confusão do que é o competir né competir é o que a gente faz no dia a dia nós quando nascemos nós estamos fazendo um processo de competição conosco mesmo olha só que interessante né porque o o processo nosso de evolução faz com que a gente venha competir conosco mesmo para que hoje a gente seja melhor do que ontem é uma competição interna né então é qual é oe grande problema às vezes e foi muito bacana quando você falou que o grande problema às vezes não são as crianças porque as crianças estão aqui você relembrou isso no primeiro momento que esse essa educação é passagem de valor o que que é o valor valor no sentido do que é certo do que é errado do que é bom do que é ruim né do que pode do que não pode issos são os valores que a gente tem que tá passando paraas nossas crianças então é nós estamos aqui com alguém para competir vamos lá competir num jogo de futebol Eu lembro quando quando os meus meninos torciam pro time né E aqui em casa quando eu casei eu não tinha um time de futebol F assim Opa nós vamos ter filhos homens a família da minha esposa tem um time a minha família de origem também tem um time vamos ver o melhor time para não ter confusão né E aí eu escolhi um time a partir de então e é o time que a gente segue e era muito interessante porque desde pequeno Márcia quando os meninos eram pequenos eu ensinava para eles na hora que a gente estava vendo um jogo que a gente ia torcer pro nosso time mas quando o nosso time não tava bem Falei ih meu Deus hoje a gente vai tá perdendo e vai merecer perder porque não tá jogando direito né então já reconhecia aquela situação de nada de fanatismo né mas ó a gente entrou num jogo de futebol ali vendo na televisão com a racionalidade sem aquela emoção doentia e eles trouxeram isso pra vida né e tanto assim que quando eles têm familiares T primos que são malucos tcem o tempo todo não tem que ser isso mesmo

visão com a racionalidade sem aquela emoção doentia e eles trouxeram isso pra vida né e tanto assim que quando eles têm familiares T primos que são malucos tcem o tempo todo não tem que ser isso mesmo não pode roubar mas a gente tem que ganhar né ã aí fal assim que é isso né porque a gente ensinou a competição de uma maneira tranquila ética que a gente não tá ali para tá machucando ou seja eles aprenderam isso pequenininhos e no que você disse é o grande problema são os pais que às vezes não trazem eh esse processo de educação ã ou seja nós adultos Vamos colocar aqui pais e treinadores TR para o ambiente esportivo às vezes posturas muito inadequadas né né faz com que tenha cobranças desapontam quando esses filhos perdem o jogo Eh vamos lá ã filho se você ganhar a gente vai pro melhor restaurante né ou seja não valoriza ele tá jogando valoriza o resultado seja é e isso causa frustração exatamente né e não saber lidar com a frustração é que é o x da questão né porque assim a gente vê naqueles anos eh 80 70 que as Olimpíadas Nádia comete né que muita gente aqui nem sabe quem é mas foi uma grande ginasta né Romena eh a pressão política até a pressão política exercia dentro da da da dos Cavalos das Barras que tinha que né Eh de que tinha que vencer aquela prova porque era um bloco político contra outro né hoje em dia isso também existe mas eh com a introdução do psicólogo nessa nessa fazendo a ponte né dentro desta competitividade isso isso trabalha bastante eu vi recentemente uma entrevista daquela menina ginasta que ganhou a da Simone baos né a nossa é Rebeca não é isso ela falando que a psicóloga foi fundamental na vida dela mas que a melhor psicóloga dela era a mãe dela que tava ali diariamente desde o início ensinando que o importante é competir e se ganhar melhor mas se não ganhar Valeu pela competição né então eu acho que eh o o núcleo familiar ele é fundamental paraa estruturação da sociedade porque essa competitividade do dia a dia na escola Quem tem o melhor celular quem

ar Valeu pela competição né então eu acho que eh o o núcleo familiar ele é fundamental paraa estruturação da sociedade porque essa competitividade do dia a dia na escola Quem tem o melhor celular quem vai no quem viaja mais longe quem vai mais vezes por ano pra Europa quem viaja né então a gente sabe que isso acontece mas isso não é o ideal porque você se você estimula só a competição você precisa também estimular a lidar com a frustração e quando a criança não sabe lidar com a frustração a gente vai ter adultos problemáticos né marcite é eu tenho uma frase eu acho que até uma vez você me ouviu falando né eu coloco muito isso às vezes de orientação os pais no nosso consultório é que nós enquanto pais o nosso grande papel é desenvolver um processo de frustração controlada amorosa né porque o que acontece ah Marco Mas se a gente frustrar os nossos filhos vai traumatizar Depende de como que a gente vai levar isso né E mesmo que traumatize se vai est traumatizando na infância o controle e o amor vai tá minimizando aquilo para que seja uma coisa mais equilibrada né então a gente Mita das vezes fica naquela situação de não querer frustrar e geramos traumas muito maiores do que a frustração daquele instante né então quando quando a gente diz nessa questão até porque Se nós formos ver o nosso dia a dia é um ganho e perde nós estamos o tempo todo né quando você faz escolha e a gente tá aqui para est eh orientando os nossos filhos a fazerem as melhores escolhas quando faz escolha Você escolheu um caminho e desprezou todos os outros então você perdeu os outros caminhos perdeu né Então você ganhou algo e perdeu algo é sempre assim né então como é que a gente vai est trabalhando com isso o esporte que é o nosso foco agora Ele termina ajudando muito nesse processo educativo fora do cuidado do corpo já tá trazendo toda uma situação que vai fazer uma diferença danada lá na frente mas esse lado psíquico que você trouxe é muito importante mesmo né M porque numa situação do cuidar do Físico

do corpo já tá trazendo toda uma situação que vai fazer uma diferença danada lá na frente mas esse lado psíquico que você trouxe é muito importante mesmo né M porque numa situação do cuidar do Físico que é um valor que a gente precisa também tá colocando para as crianças desde pequena nós vamos est trabalhando and uma condição de maturidade que sai espiritual né É como trabalhar com perda com o ganho com a frustração e lembrando competição não é confronto o grande problema é que às vezes os pais os treinadores numa competição trazem isso por confronto e se não ganhar aí né pronto aí gerou O Confronto né é o que a da Rebeca falou assim competi e estamos aqui para isso mas faça isso divertidamente divertidamente né ó Andréa colocando aí ó creio que tem uma limitação orgânica é uma prova tanto espírito quanto para a família no contexto social limitação orgânica é uma prova né ela tá ainda trazendo da situação ela tá afirmando né andrina Tá afirmando né É isso mesmo e tem uma outra contribuição aí olha aí Marco da Cristina vocês consideram que a sociedade também aprende com essa situação de destaque dos defices esposto ou seja o item anterior né a nossa Cristina falando aí ainda suscita algumas questões para m trazer ó vocês consideram que a sociedade também aprende com essa situação de destaque dos deficiências nos esportes Mas você já troue né Um pouquinho mas ratifica isso aí pra gente é é Claro porque na realidade Isso é uma questão de inclusão né e de autossuperação né então assim quando a gente trabalha essa questão do destaque você está dando voz e vista para quem muitas vezes poderia estar apagado do lado de cá da sociedade né Então essas famílias acabam eh abraçando essas crianças esses jovens deficientes justamente no sentido de mostrarem que eles estão e t o seu valor mas principalmente que eles são capazes de autossuperação não é uma limitação física que vai determinar a vida como se fosse um vitimismo né um fraquejo eh então isso faz com que a criança se aut supere a

principalmente que eles são capazes de autossuperação não é uma limitação física que vai determinar a vida como se fosse um vitimismo né um fraquejo eh então isso faz com que a criança se aut supere a gente tem no consultório né Eh várias crianças que fazem práticas esportivas e são crianças limitadas fisicamente né alegria deles quando eles chegam contando tia ganhei tal coisa tia fiz isso e e conquistei uma medalha né na na realidade isso mostra o quanto que é o corpo a serviço do espírito né então fazendo com que esta este corpo mesmo autolimitado ele consiga trazer para o campo das emoções dos Sentimentos do Espírito condições de autossuperação então Eh eh a gente é que a a a sociedade é que precisa melhorar a visão ter uma visão mais ampla para esse processo mas para o crescimento do Espírito eh a Kardec na nessa questão 385 é fundamental né dessa fase da Infância em termos de aos autoc conquistas e isso é fantástico é se formos ver né a vida real é um constante perder e ganhar que era o que a gente tá falando e para ir além desse Clichê nó devemos estar realmente preparados para isso o tempo todo e se soubermos trabalhar muito bem isso na infância nós estamos criando uma maturidade para esse adulto com uma tranquilidade muito linda muito linda o grande problema é que às vezes a gente confunde a competição com conflito e com confronto aí os problemas acontece mas quando a gente traz a competição de uma maneira sadia né que e a gente tem dias que ganha tem dias que a gente perde Mas o importante é est lá se divertindo é est lá aprendendo com o outro ajudando o outro e aí óbvio óbvio numa situação dessa o ideal que a gente tá querendo buscar esse lado educativo é saber muito bem que esporte a gente vai est querendo colocar os nossos filhos com esse objetivo educativo porque tem alguns outros que literalmente vão ser confrontos e conflitos mesmo né mcia perfeito Marco perfeito é isso mesmo bem então vamos lá para o nosso mês nós estamos no mês de setembro e começamos

rque tem alguns outros que literalmente vão ser confrontos e conflitos mesmo né mcia perfeito Marco perfeito é isso mesmo bem então vamos lá para o nosso mês nós estamos no mês de setembro e começamos esse mês falando do assunto que a gente vai trazer agora novamente Setembro Amarelo eh esse mês do setembro amarel ele reúne diferentes ações com foco na prevenção do suicídio inclusive nas casas espíritas de todo o nosso país né a divulgação de alguns sinais de alerta que podem ser pedidos de ajuda da pessoa que está sofrendo pode auxiliar a família a estar mais atenta porque muitas vezes as coisas acontecem e a gente nem percebe que tá tendo esses sinais né então no entanto é importante estarmos trabalhando com essa Dura realidade pois segundo olha só que interessante a Sociedade Brasileira de Pediatria todo dia isso é pesado né Sociedade Brasileira de Pediatria mácia todo dia morrem pelo menos três crianças por suicídio no Brasil sem falar na questão dos jovens mas estamos trazendo aqui uma estatística que muit das vezes as pessoas não falam crianças se matando né sendo estimado que na verdade esse número é muito maior pois muito acidentes domésticos podem ser suicídios que não foram identificados né então vamos tá debatendo um pouquinho esses números preocupantes e a importância de ações do Setembro amarelo para reduzir esses números para nós que estamos aqui no nosso dia a dia com a família com crianças dentro da nossa casa com às vezes adolescentes né Eh entrando em uma situação de conflito interior que termina indo para uma situação de suicídio como é que você tem visto isso na clínica ou até mesmo dentro da casa Espírita Márcia é é aquela coisa né A gente precisa falar sobre isso né porque o suicídio na infância e na juventude né no jovem no adolescente eh inicia-se muitas vezes pelo sofrimento psíquico né Eh na realidade é o espírito que sofre né ele está criança e também passando pela adolescência mas ele traz as dores da Alma ele traz dores que podem ser desta vida mas também das

frimento psíquico né Eh na realidade é o espírito que sofre né ele está criança e também passando pela adolescência mas ele traz as dores da Alma ele traz dores que podem ser desta vida mas também das vidas anteriores e quando a gente pensa eh numa criança eh com esse sofrimento e a pandemia mostrou isso no consultório nós tivemos eh uma um grande contingente de crianças com sofrimento psíquico com quadros depressivos sendo encaminhados não só pro psicólogo mas também pro psiquiatra infantil né a gente teve um auto número de automutilações na criança maior né a partir que a gente a organização com considera Organização Mundial de Saúde considera criança até aos 12 anos de idade né então Eh nessa faixa etária da criança de 9 até 12 anos de idade no no meio da pandemia a gente teve assim várias mães procurando eh a gente por esse motivo né então foi um momento em que a família ficou enclausurada eh passou-se a conhecer melhor o outro a as drogas entraram para dentro de casa a bebida alcoólica entrou para dentro de casa isso trouxe além do isolamento social uma Catarse de Emoções dentro de casa que aquilo que você só via no final de tarde ou no final de semana passou a ficar inconvivencia dos colegas da escola ausência de sair de casa ficou todo mundo enclausurado porém essa é uma estatística ela é subn ada né então assim como nos adultos ainda na criança é um tabu muito maior Porque as pessoas não estão as pessoas vê a criança como algo eh Doce delicado que é incapaz de fazer mal a alguém quanto mais mal a si mesmo mas não foi isso que a gente viu né e a gente sabe que na casa Espírita muitas questões do atendimento fraterno de pais que vão procurar o atendimento ou de avós ou de tias que tão vendo a situação eh falam Nessas questões dos Sofrimentos psíquicos seja um quadro depressivo seja um transtorno de ansiedade nunca se teve tanta criança ansiosa como nos dias atuais né Eh hoje uma uma uma menininha de 9 anos para 10 ela virou para mim e falou assim tia meu coração parece que

seja um transtorno de ansiedade nunca se teve tanta criança ansiosa como nos dias atuais né Eh hoje uma uma uma menininha de 9 anos para 10 ela virou para mim e falou assim tia meu coração parece que ele pula lá no futuro ele não pura aqui não ele fica pulando lá no futuro né isso minhas borboletinhas no estômago Não Param então você vê que isso são sintomas de ansiedade né e as famílias ainda não conseguem lidar bem com isso no passado era pior porque criança e adolescente não tinha voz né Eh aí que a coisa então vocês tinha um modelo autoritário que migrou agora para um modelo eh permissivo e muitas vezes berando a negligência né então são pais que comandavam a vida de uma criança lá no passado e que agora a criança comanda a sua própria vida e às vezes não tem pais prestando atenção então e às vezes comanda a vida dos Pais o pior de tudo isso Exatamente exatamente então a gente vê que os consultórios de psicologia infantil você consegui uma vaga com psicólogo infantil você tá numa lista de espera conseguir uma vaga na psiquiatria infantil que são poucos os profissionais por uma cidade do tanho de Brasília São muito poucos a o contingente que tem para você atender então isso eh eh veio associado muitas vezes com conflitos familiares né bom Por mais que haja conflito a criança quer pai e mãe juntos na na no querer dela ela quer pai e mãe juntos mas muitas vezes se se torna é tão deletério que a automutilação começa às vezes a criança ela a criança quando eu fala criança maior né ela vai começando a arquitetar algumas situações né já começa a olhar para determinados enfrentamentos com menos medo né então isso faz que e chama a atenção porque quando chega num pronto socorro ninguém vai falar que a criança tentou se suicidar né esse essa criança maior ninguém vai falar isso ah ela caiu Ah ela se queimou ah ela se machucou com isso ou com aquilo e na realidade às vezes não é isso que tá acontecendo né Então essa questão do sofrimento psíquico a a a família precisa estar

o ah ela caiu Ah ela se queimou ah ela se machucou com isso ou com aquilo e na realidade às vezes não é isso que tá acontecendo né Então essa questão do sofrimento psíquico a a a família precisa estar atenta porque isso acontece muito mais facilmente frequentemente do que a gente imagina né e e a Sociedade Brasileira de Pediatria nesse Setembro amarelo tem inúmeras eh entrevistas né E nós mesmos fizemos uma live agora no dia no no dia 7 de Setembro sobre o planalto sobre o suicídio na infância e na adolescência existe o transtorno psíquico existe existe criança com depressão grave existe existe criança com transtorno de ansiedade intenso grave também tem né mas existe criança que tá solicitando amor e não recebe criança e adolescente que tá querendo ser visto e não é enxergado não é escutado e isso vai trazendo aquela vai remoendo né aí ele começa a se isolar seja em casa seja na escola e aí começa os os os colegas se isolam também porque ele não quer brincar com ninguém e aí ele fica cada vez mais sozinho e a mente vai trabalhando né então não é uma situação simples não é uma temática simples mas que a família precisa ser estar desperta para isso viu Marco sim e é interessante isso que você tá falando né eu não atendo criança meu forte é na adolescência na clínica e os casos mesmo de tentativa suicídio de adolescentes que eu peguei Se nós formos ver é ausência de família a família não acompanha a solidão ocorre eu lembro de uma garota que se cortava aos 15 anos eh filha única os pais muito bem de vida né tinham tudo vamos est colocando aqui entre aspas esse tudo né Eh materialmente falando mas o que é que faltava é Aquela Velha História presente era o que ela mais tinha mas não tinha presença dos pais né eu lembro de uma das situações que ela falou assim minha mãe nunca me perguntou se eu já me interessei por algum coleguinha da escola né quando aconteceu a menstruação dela a mãe nem ficou sabendo né então é aquele negócio e e diga esse passagem os pais trabalhando para dar o melhor pro

á me interessei por algum coleguinha da escola né quando aconteceu a menstruação dela a mãe nem ficou sabendo né então é aquele negócio e e diga esse passagem os pais trabalhando para dar o melhor pro filho na visão deles mas o que o filho precisava não era que os pais estavam dando né Então essa confusão realmente existe um outro garoto de 17 anos que essa é até mais triste que o o pai Arrebentou a porta e tirou ele e tava se enforcando dentro do banheiro né tenho ele até hoje com paciente há 7 anos né El já tá com 24 feliz da vida já viu o que fez coloca muito claro que não sei como é que eu fui por esse caminho e já não não tem possibilidade dele voltar na visão dele nessa situação né mas Se nós formos ver Exatamente isso Às vezes a gente vive na família mas a família não convive com a gente ou não convive com o filho e Esso tem que tá sendo esse trocadilho né Márcia é convivência é convivên convivência mas existe um porém nesse aí porque na infância uma das principais causas de de suicídio na infância é o abuso sexual ah perfeito perfeito perfeito e aí eh o abuso sexual acontece dentro de casa é né a gente tem histórias a gente conhece casos a literatura médica psicológica e psiquiátrica infantil coloca o abusador como uma das principais causas de transtorno emocional da criança vezes ele está dentro do Lar ou ele frequenta o lar e ninguém percebe muitas vezes porém em algumas regiões do país em algumas regiões do mundo isso é endêmico é cultural É é né então o abuso psicológico consequente desse abuso sexual transtorna a vida de uma criança que carrega isso quando ela não faz a tentativa da aut V ilação ou da tentativa de suicídio Ela carrega isso entranhado na vida pro resto da vida nesta vida e carrega isso paraas outras vidas também então Eh quando a gente vê isso Marco eh e no consultório infelizmente a gente já pegou alguns casos né Eh é é de alta complexidade sabe e eh e isso traz a gente vê que existe um divórcio emocional da família porque a primeira

isso Marco eh e no consultório infelizmente a gente já pegou alguns casos né Eh é é de alta complexidade sabe e eh e isso traz a gente vê que existe um divórcio emocional da família porque a primeira coisa é achar que a criança tá mentindo quando ela aponta quem é ex Tá mentindo tá que é isso Fulano o primo o tio o pai o avô não de a mãe porque existem mães abusadoras também né descrito na literatura então eh a primeira coisa que se faz é desacreditar da criança né E isso causa no campo emocional da infância é algo que é inimaginável pra gente discutir aqui porque é é um trabalho interno que você tem que vir reconstruindo as emoções retirando o abusador de perto né e e mas a criança sempre vai est atenta E se aparecer e se vier de novo né e ao longo da vida ela levas as incertezas e isso vai inclusive dará problema muitas vezes no campo emocional dos adultos né então a AM Brasil também viu Marc se eu puder fazer a propaganda AM Brasil tem o projeto acendo uma luz que é um projeto que está dentro do nosso departamento de família direcionado às as casas espíritas área de família área da Infância e da Juventude da promoção eh social assistência e promoção social onde esses casos acontecem mas são lados a família não conta mas que acontece Às vezes num grupo de pais alguém comentar que o seu filho ou seu sobrinho passou por isso como que que faz que como é que a gente pode ajudar Então esse é um projeto da AM Brasil eh no sentido de levar essa conscientização do abuso sexual na infância e na adolescência justamente visando causas deletérias no futuro então é algo que tá nível no site da AM Brasil né está dentro do nosso departamento de família e que também nós da am Planalto eh fizemos várias lives sobre esse assunto né então é realmente algo que a gente precisa se debruçar né bacana essa ligação que você fez do suicídio infantil muitas vezes tá relacionado a abuso sexual e nós vemos que o abuso sexual acontece em todas as fases em todas as fase que é exatamente uma das notícias que aconteceu agora em

fez do suicídio infantil muitas vezes tá relacionado a abuso sexual e nós vemos que o abuso sexual acontece em todas as fases em todas as fase que é exatamente uma das notícias que aconteceu agora em setembro que é o nosso último ponto né você vai recordar né Márcia que em setembro nós tivemos aqui né uma uma situação que tá ocorrendo na França que é o julgamento de um francês e vou até est citando o nome porque eles eles eh abriram essa possibilidade até para est servindo de exemplos para que os abus ou o abuso não ficasse velado ou ou não comunicado né que é o Dominique pelic 71 anos veja só que interessante acusad de dopar a esposa Gisele pelic de 72 anos e convocava dezenas de pessoas às vezes amigos outros estranhos para ter relacionamentos sexuais com ela enquanto ela estava desacordada Olha só isso é um abuso sexual né o e crime o crime então cometido por esse senhor e mais de 50 homens que participavam desse relacionamento quer dizer não todo mundo junto né mas situações cada um por vez e o próprio marido filmava né ã então esses homens estão sendo acusados e por ter participar desses relacionamentos enquanto a Gisele estava dopada Gisele e Dominique foram casados por mais de 50 anos a luz do espiritismo né temos aqui pouquinho tempo mas vamos ver se a gente consegue trabalhar um pouquinho isso né a do espiritismo como é que a gente pode analisar essa notícia tão estarrecedora né considerando que o ambiente doméstico e a relação sexual terminou sendo violado porque o lá é um ambiente sagrado hã e tivemos a aqui uma situação de violação em todos os sentidos como é que a gente pode tá abordando isso mcia isso é uma coisa estarrecedora né Marco isso é um mundo primitivo dentro do mundo de prova e espiação né para começar doutrinariamente é isso né e olha eu não sei nem o que o que comentar porque é uma coisa tão sem pé e sem cabeça né é tão assim estarrecedor você perceber que isso foi permitido foi programado foi planejado né Isso é uma catástrofe né então quando a gente pensa

comentar porque é uma coisa tão sem pé e sem cabeça né é tão assim estarrecedor você perceber que isso foi permitido foi programado foi planejado né Isso é uma catástrofe né então quando a gente pensa sobre isso é é pensar em um ser humano que se se voltou pro mínimo do mínimo que ele podia ter no campo dos Sentimentos né E principalmente no campo do respeito né então isso é algo atrz marcite Eu queria ver o psicanalista fazer essa avaliação viu que pediatra ve ve não consegue não acho melhor você fazer Se nós formos ver aí eu volto à questão do trabalho de base que é onde a gente tá trabalhando o tempo todo né O que é que tá faltando aí valores valores quando a gente traz isso não só pro campo da psicanálise mas para o que a doutrina espírita nos coloa Kardec na questão 383 foi feliz ao dizer que a necessidade do espírito tá na infância é por conta dessa oportunidade de aprender Novos Valores nessa vida né aprender Novos Valores nessa vida e nós enquanto pais nós enquanto responsáveis vamos ter um ser mais frágil para que esses valores possam ser empregados gravados firmados Se nós formos ver o que tá faltando aí são valores a nossa sociedade às vezes cobra valores dos outros Mas a gente não se preocupa em firmar os valores corretos dentro das nossas famílias é o que você falou no primeiro momento a gente às vezes aguarda que a escola eduque Opa o processo maior da educação é família o que que é educação é o firmar valor a escola vai auxiliar no processo da família auxiliar no processo educativo mas a grande obrigação da escola é instrução a educação é família né é onde a gente termina eh vou usar aqui entre aspas né pecando nesse nosso cotidiano essa situação esse senhor Dominique que é o 70 anos faz um negócio desse faltou base de valores para ele o que é que ele tem feito ao longo essa vida nós vemos na reportagem que a filha dele chegou a colocar que talvez tenha sido abusado pelo pai numa situação de ter sido dopada também por ele e ela não sabe né veja só a a

feito ao longo essa vida nós vemos na reportagem que a filha dele chegou a colocar que talvez tenha sido abusado pelo pai numa situação de ter sido dopada também por ele e ela não sabe né veja só a a questão trazendo por um aspecto espiritual aí vamos recordar a 385 do Livro dos Espíritos que você colocou né quando a gente chega na adolescência a gente começa a trazer os nossos valores de vidas anteriores se os valores desta vida pela nossa família não foram firmados O que é que vai persistir ao longo da nossa existência os valores que a gente traz da vida passada né por isso a importância muito forte na época da infância primordialmente na primeira infância até os 7 anos e depois ratificado na segunda infância até os 12 né daquilo que pode daquilo que não pode daquilo que é certo daquilo que é errado né o trabalho da família é esse né Márcia é onde a gente vai ter que est paulatinamente diariamente cotidianamente incansável mente fazendo isso porque é nesse momento que a Gente Tá formando o adulto nesse momento que a gente tá preparando o adolescente Vejam Só preparando o adolescente para quando as ideias que ele traz da vidas anteriores começarem a brotar ele falou assim não mas a minha mãe o meu pai disse que isso não era certo ou seja ele tem o desejo Mas ele tem uma concepção diferente porque os pais educaram de uma maneira diferente uhum isso é important acontece né é diga isso é importante lembrar né Essa questão dos valores ético-morais né que a gente é função né dos Pais trabalharem isso mas não também podemos esquecer mar da questão dos transtornos mentais né a gente não pode esquecer porque o transtorno mental ele tem a via neuroquímica e tem também associado ou não os processos obsessivos né então quando a gente observa isso a gente vê que dentro dos transtornos mentais transtornos psicóticos transtornos de personalidade e outros mais que não nos cabe aqui definir né mas eles também não podem serque por alguém que traz essa violação interna para fazer o mal a alguém ele

nstornos psicóticos transtornos de personalidade e outros mais que não nos cabe aqui definir né mas eles também não podem serque por alguém que traz essa violação interna para fazer o mal a alguém ele pode estar nessa categoria como você citou o exemplo eh eh algo a a mais do que a simples o simples rompimento com que foi educado na infância né e e outra coisa a gente sabe que eh na literatura dos abusos sexuais né Eh o o o abusador ele sempre perpetra algo para alguém do que ele sofreu também no passado existe uma um grande percentual e quando eu falo do passado é dessa vida mesmo né ele também tem uma alta chance de ter sido abusado e aquilo fica eh convivendo com a pessoa e isso vai alterando toda a circuitaria neurocerebral o campo mental do espírito e isso vai trazendo eh eh possibilidades né de desenvolver esse transtorno algo que dá o start como também eh facilitar os processos obsessivos que aí são são duas Uma Mente pensando são duas três 10 uma legião né pensando sobre isso perit é e bacana quando você relembra essa questão a gente tem que ter a clareza que às vezes sozinho não dá né E por que que eu tô falando sozinho não dá ah lógico nem todo mundo que foi abusado vai se tornar um abusador né mas Os relatos existem que muitos que são abusados se tornam abusadores lá a estatística mostra isso exatamente né não é uma correlação assim do 100% mas existe essa questão né então é às vezes a pessoa não identifica aquilo pacientes temos que não tem a clareza do que aconteceu ou seja ele até pode est se tornando porque o inconsciente tá jogando naquilo Qual é o x da questão né é o que você falou num primeiro momento o sozinho não dá você tem que tá buscando ajuda para est resolvendo esses dramas esses traumas que aconteceram contigo para que isso não venha mais à frente aí é uma coisa interessante porque o Senhor Dominique estava com 70 anos né a gente vê que às vezes eh nessa fase digamos da chamada Terceira Idade a gente ratifica ou intensifica algumas coisas que estavam

ma coisa interessante porque o Senhor Dominique estava com 70 anos né a gente vê que às vezes eh nessa fase digamos da chamada Terceira Idade a gente ratifica ou intensifica algumas coisas que estavam dadas dentro de nós né Para que elas possam estar acontecendo e se a gente não trabalhar essas dificuldades no momento em que a gente ainda tem a razão nos conduzindo fica mais difícil depois essa questão então é talvez a orientação aqui né Márcia identificando em nós mesmos algumas situações difíceis procurem ajuda procurem ajuda porque porque se a gente não procurar lá na frente isso vai intensificar E aí a gente não sabe os danos que vão causar é E e esse tipo de situação trabalha tanto no campo dos sentimentos que a vida da pessoa perde sentido vem o vazio existencial e risco de suicídio né então não é algo simples é algo de de extrema complexidade mas que as áreas de família né Assim como nós o departamento de família a gente precisa tá atento para esclarecer e auxiliar mas para isso tudo você tem que compreender como o processo funciona né porque isso chega na casa espírita no atendimento fraterno nos grupos de estudos familiares à luz da doutrina espírita chega na infância e na juventude e a gente não pode não pode fechar os olhos e achar que estão acontece né então a gente tem que levar o consolo e o conforto mas a gente também tem que fazer a nossa parte de eh absorver este irmão porque isso traduz nele Num futuro próximo um transtorno depressivo tamanho que isso leva um vazio existencial e risco de suicídio então é algo que a a a casa Espírita tem que tá antenada levando às vezes até para futuras vidas Então vamos resolver isso logo e A Cristina tá fazendo uma pergunta aqui interessante o Gigi tá colocando ó Isso pode se relacionar com obsessão pode né mas nós vamos ver uma coisa interessante né os nossos amigos obsessores eles vão atuar naquilo que a gente tem de fragilidade dentro de nós né esse é o chiz da questão por exemplo se você não fuma não tem desejo de fumar

a coisa interessante né os nossos amigos obsessores eles vão atuar naquilo que a gente tem de fragilidade dentro de nós né esse é o chiz da questão por exemplo se você não fuma não tem desejo de fumar nunca pôs um cigarro na boca por mais que o obsessor chega e fo assim vamos fumar Vamos fumar Vamos fumar você não vai fumar porque aquilo não tá dentro de você né então a obsessão ela vai tá vindo ao encontro de algo que tem dentro de você então é quando a gente fala assim desse procurar ajuda foi o que a Márcia falou não é só ajuda profissional tem todo esse lado da ajuda espiritual mas também ajuda profissional né às vezes temos que tá indo num psico é fundamental é fundamental é fundamental né não não não é processo obcesso vai só no centro espírita é importante é importante só isso às vezes não às vezes não você tem que tá indo procurar uma terapia às vezes um psiquiatra é e essa questão do abuso ela perpassa a casa Espírita A casa Espírita é um tipo de tratamento Mas a pessoa tem que buscar o psicólogo o psiquiatra tem que fazer uma avaliação completa em todos os setores da sua vida porque ela fica destroçada né então o o trabalho do psicólogo com o psiquiatra muitas vezes precisa de medicação a gente tem também a homeopatia que também ajuda Nessas questões da Restauração do equilíbrio eh psíquico né então isso faz a gente é o equipe multiprofissional onde entra a casa Espírita mas ela não pode ser a única veiculação e só fechando mas sem alongar e Evangelho no lá não isso é isso não precisa nem dizer que isso faz parte exatamente só para lembrar mesmo Evangelho no lá assim ó às vezes em tempo de crise não é evangelho de uma vez por semana não pode ser todo dia né todo dia mesmo mas Marcinha o nosso tempo tá esgotado né dava a gente ainda para estar falando aqui mais coisa mas temos que est encerrando porque o tempo acabou né gratidão por esse nosso encontro na noite onde a gente pode colocar várias coisas na luz da doutrina espírita e Óbvio trazendo a aspectos

is coisa mas temos que est encerrando porque o tempo acabou né gratidão por esse nosso encontro na noite onde a gente pode colocar várias coisas na luz da doutrina espírita e Óbvio trazendo a aspectos técnicos em cima daquilo que a gente trabalha no nosso cotidiano tá nossa gratidão quer deixar alguma mensagem final a gente agradece sempre pela receptividade não só a mim mas a todos os meus amigos amigos do departamento de família da Brasil por esse espaço aqui que a área Nacional de família nos concede para trazer não só a parte doutrinária mas a parte vamos dizer assim técnico doutrinária né a área da Medicina da Psicologia então isso faz parte eh desse entrosamento e isso nos alegra muito Marco Leite a gente agradece e tem profunda gratidão por essa por esse espaço que vocês nos concedem nosso beijo Marcinha até um próximo momento e a vocês que nos Ouve até um próximo família em Pauta Boa noite a todos e até breve abraços somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por todo a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso

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