Expiação com Jesus - com Gustavo Musa
Palestra: Expiação com Jesus - com Gustavo Musa
Sejam bem-vindos ao Lar de Jesus. Eh, estamos aqui para mais uma tarde noite de reunião pública. Agradecemos pela presença de todos vocês. Hoje nós temos a alegria de ter um convidado especial aqui com a gente. Nós temos o nosso irmão Gustavo Musa, que veio, né, nos prestigiar. Ele está em Goiânia por ocasião do Congresso Espírita do Estado de Goiás e veio fazer uma palestra para nós aqui no Lar de Jesus. Eh, mas antes de fazer a apresentação do Gustavo, dar as boas-vindas, nós vamos convidar o nosso irmão Vander para fazer a nossa prece de abertura. Em seguida, vamos apresentar o Gustavo. Vamos fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento até o alto, lembrar do divino mestre que sempre está junto de nós, para que possamos juntos aqui através dessa reunião pública, que possamos absorver as energias restauradoras para o nosso corpo e para o nosso espírito. que os eflúios divinos necessários a cada um de nós possa ser derramado e que possamos assimilar cada ensinamento e colocá-los em prática. Que Deus, na sua misericórdia infinita, possa amparar a cada um de nós, trazendo paz, confiança e renovando a nossa fé. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Que assim seja. Bom, então hoje nós temos com muita alegria, né, nós vamos receber o nosso irmão Gustavo Musa, que ele ele vem de São José do Rio Preto para falar para nós na noite de hoje. Ele trabalhador do grupo espírita Amigos da Caridade em São José. Eh, ele faz um trabalho maravilhoso de divulgação da doutrina espírita através das redes sociais e das suas palestras. ele utiliza da música e de uma forma leve traz para nós, né, eh, o aprendizado sobre a doutrina espírita, nos falando, né, o que Kardec nos falou, o que Jesus nos falou, os ensinamentos,
as palestras. ele utiliza da música e de uma forma leve traz para nós, né, eh, o aprendizado sobre a doutrina espírita, nos falando, né, o que Kardec nos falou, o que Jesus nos falou, os ensinamentos, né, da doutrina espírita. E como disse, de uma forma muito leve e nós temos muita alegria na noite de hoje, muita gratidão por receber o nosso irmão Gustavo, que ao final também ali do lado de fora estará eh autografando. Ele lançou recentemente um livro, estará autografando, ele trouxe umas camisetas também e estará ali fora para poder, né, quem quem tiver interesse para adquirir esse material. Ao final também o nosso irmão Rafael Papa também estará ali com alguns livros, mas nesse momento a gente quer agradecer o Gustavo e a sua família que vieram, né? Ele está com a esposa, os dois filhos. Então, com muita alegria, nós recebemos o nosso irmão Gustavo Musa com a palestra Espiação com Jesus. Seja bem-vindo, Gustavo. >> Obrigado, Carla. Boa noite, tudo bem? Tudo joia? Que bom chegar aqui domingo de carnaval, né? A gente podia estar no bloquinho, a gente podia estar na avenida. Estamos aqui no bloco do lar de Jesus. Isso é bom. Prazer encontrar vocês aqui. Vim de São José do Rio Preto. Viajamos 9 horas de carro para chegar até aqui com muita alegria no coração. E o que vale a pena é a gente poder encontrar o sorriso em cada rosto de vocês que recebem a gente com carinho e a gente pode se conhecer pessoalmente, não só nas redes sociais, onde a gente divulga o espiritismo todos os dias e então ter contato assim, calor humano é muito legal. Tá bom? Nós não começamos ainda. Eu tô, né, permeando aqui para dizer para vocês algo muito importante antes da gente começar. Eh, vocês gostam de cantar? Gosta mesmo? Ou canta, canta no chuveiro. O chuveiro é bom que ninguém vê, né? Então, todo mundo canta no chuveiro, né? Então, se vocês gostam de cantar, que bom, porque eu preciso muito da ajuda de vocês, mas muito mesmo, porque vocês estão vendo o violão aqui, vai ter música, daqui a pouco vai ter
ta no chuveiro, né? Então, se vocês gostam de cantar, que bom, porque eu preciso muito da ajuda de vocês, mas muito mesmo, porque vocês estão vendo o violão aqui, vai ter música, daqui a pouco vai ter música, mas eu preciso combinar com vocês uma coisa de forma muito transparente. Eu não sou cantor, tá bom? Então, não me julguem como cantor. A minha proposta não é me apresentar como cantor. A minha proposta é trazer a música para o momento de reflexão espírita, para que nós do movimento espírita possamos também utilizar a música para falar de Jesus. Afinal de contas, os nossos irmãos de outras religiões já usam com tanto mérito, né, com tanto resultado e a gente ainda tá engateando para entender que a música ela é uma ferramenta fundamental pra gente poder falar de Jesus. Deixa eu ver se tá ligado. Tá ligado? Estão ouvindo aí, né? Então tá bom. Então, nós vamos começar já trazendo a luz para esse nosso momento de reflexão. Que Jesus possa estar conosco e possa abrir o nosso coração. Pode soltar já pra gente poder fazer essa noite, uma noite bem legal. Pode subir bastante, mas sem medo. Aí daí para mais um pouquinho. Me ajuda. Vem comigo. >> Quanta luzinhos sobre nós. >> Já gostei. vibrando em nossa mente. quando assim minha amor aos olhos de Jesus só um pouquinho mais a luz foi em oração ao culto desala ao nosso Nosso coração. Jesus. >> Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz. Vamosar a Maria, mãe santíssima aí do alto. Pedimos a tua luz. desta noite para que essa mensagem toque os vossos corações. Mesinha, quanta luz, quando assim, minha alma cresce aos olhos de Jesus. Tá acabando. Quanta luz em oração. Ao mestre fala ao nosso coração. Canta tudo sobre nós. Quanta luz. Muito bom. Palmas para vocês. Obrigado, viu? Vocês realmente gostam de cantar. O propósito da encarnação é a felicidade. Deus não criou espírito nenhum para vir ao mundo ser triste. Eu começo todas as minhas palestras com essa frase. Seja onde eu estiver, em qualquer lugar do Brasil, e Deus tem sido muito
a felicidade. Deus não criou espírito nenhum para vir ao mundo ser triste. Eu começo todas as minhas palestras com essa frase. Seja onde eu estiver, em qualquer lugar do Brasil, e Deus tem sido muito generoso comigo, me dando oportunidade de viajar de norte a sul, seja qual for o tema, eu abro com essa frase. O propósito da encarnação é a felicidade e não a tristeza. Deus não criou espírito nenhum para ver o mundo ser triste. Porque nós do movimento espírita ainda temos a falsa impressão, muitas vezes propagamos por aí que o espiritismo nos ensina o que não é verdade, que nós vemos aqui para pagar a conta do passado, que nós vemos aqui para sofrer. E não é verdade. Ah, existe pendências das encarnações passadas. Existem. Existem reajustes a ser feitos? existe, mas nós não viemos aqui para pagar conta do passado. E ainda que tenhamos vindo, conta do passado não se paga com dor. Conta do passado se paga com amor, não é com dor. Nós estamos aqui para buscar uma felicidade. E era comum eu iniciar a minha fala e logo no começo, na primeira frase, eu mal comecei, eu disse uma frase, já tem gente que discorda de mim. Normal, alguém já tá pensando assim: "Ah, Gustavo, mas eu não posso concordar com você porque eu sou triste, eu choro, eu vou pro meu quarto, eu me tranco, eu não quero sair de lá. Quantas vezes eu não clamei ajuda ao Pai, tamanho a dor que eu carrego nas minhas costas. Se você pensa assim, ô, de vez em quando isso, esse pensamento já lhe ocorreu, quero dizer com toda a franqueza para você, estamos junto, que eu também penso assim de vez em quando. Muitas vezes me tranco no meu quarto e não quero sair de lá. fala paraa minha esposa, fala: "Deixa um pouco quietinho, deixa eu ficar aqui para que eu possa recuperar as minhas energias o dia, às vezes não tá legal, pois nós também passamos por problemas. A busca da felicidade. Obstáculos. Obstáculos esses que no estudo da obra espírita nós estudamos com o nome de expiação. Mas o que que é expiação, Gustavo? O que que é expiação? Essa palavra que o
as. A busca da felicidade. Obstáculos. Obstáculos esses que no estudo da obra espírita nós estudamos com o nome de expiação. Mas o que que é expiação, Gustavo? O que que é expiação? Essa palavra que o espírita tanto fala. Se eu perguntasse para vocês fal assim: "Escuta, vem cá, vocês vão lá no lar de Jesus todo domingo, vocês vê palestra, vocês são espírit. Eu escuto vocês falar: "Que que é expiação? Você pode me explicar? Porque eu não consigo entender. Difícil. Que que você diria para alguém assim em poucas palavras? Olha, resumidamente, porque expiação é um assunto para um seminário. Rafael Papa certamente me ajudaria nesse seminário, mas rapidamente assim, ó, expiação é viver hoje uma situação que tem vínculo com as minhas encarnações anteriores, das quais eu não me comportei bem. Então, preciso vir aqui hoje já pedido meu reviver uma situação igual ou semelhante para aprender o que não aprendi, mas com um detalhe agora invertendo de papel. É como se eu tivesse, Gustavinho, um ser muito mal, como se eu tivesse destruído a sua casa na encarnação passada. E nessa encarnação alguém pode, no condicional, alguém pode destruir a minha. Como se eu tivesse puxado o gatilho tantas encarnações. E nessa encarnação eu vou viver a mesma situação. Mas agora invertendo de papel, agora eu passo pro lado de lá. Ao invés de ser quem puxa o gatilho, agora eu vou ser quem recebe a bala. Isso é expiação. Tem um seminário para falar, tá? Aqui é grossiramente. E espiar é legal. A gente fica feliz quando vai espiar uma situação, não, né? Não é legal falar que é gostoso, que é confortável, que dá prazer. Não é. A gente se comporta como fazendo uma comparação assim até um pouco infantil. Eu diria que espiar a gente, humano, espiando, é igual uma criancinha de 5, 4 anos quando vai tomar injeção. Como é que a criança faz quando vai tomar injeção? Você fala: "Filhinho, vamos lá, gargantinha famor, tomar injeção." A criança chora, a criança reclama, ela fala que não quer, ela fala que vai doer
. Como é que a criança faz quando vai tomar injeção? Você fala: "Filhinho, vamos lá, gargantinha famor, tomar injeção." A criança chora, a criança reclama, ela fala que não quer, ela fala que vai doer e evita o máximo momento da dor. Às vezes ela até fala que já sarou, né? Papai, já até melhorei, já que passou. Mas a gente, pai, mãe, vovô, vovó, um pouquinho mais amadurecido, já sabemos um pouquinho mais da vida, quando percebemos que o nosso filho precisa da injeção, a gente fala o quê? Não, filho, não tenho escolha, meu amor. Você vai precisa tomar injeção, filho, porque a gente sabe que a injeção é a cura que ele necessita. Como pai e mamãe, a gente já sabe que um pouquinho vai doer, né? fala que não dói nada também, não é verdade? um pouquinho vai doer. A gente sabe, mas que a dor que ele vai enfrentar, a dor que ele vai passar, é exatamente o que ele precisa para curar o que ele que hoje lhe incomoda. Então a gente fala: "Filho, não tem jeito, meu amor, você vai tomar injeção." E quando o filho percebe que não tem jeito, que ele perdeu, que ele vai ter que ir, ele olha pra gente assim com aquela carinha de fofura e fala assim: "Tá bom, papai, eu vou, mas eu posso pegar na sua mão". Não é assim que eles falam pra gente? Vocês têm filhos pequenos? Posso pegar na sua mão, papai? E a gente fala o que pro filho nessa hora? Eu falo: "Não, não vai pegar na minha mão não, senhor. Eu vou te pegar é no colo para que na hora da dor, na hora que você precisar de mais coragem, você sinta que você estava no meu colo, que eu te peguei com todo o amor que eu tinha para você sofrer o mínimo impacto possível daquele momento que era inevitável. Aí a gente pega o filho, vai lá no postinho, senta na cadeira, põe o filho no colo, ele põe a cabecinha aqui, a gente abraça com todo o carinho, vem a injeção e a gente fala: "Vai passar, meu filho, viu? Vai passar". Vocês entenderam quem que é o pai e quem que é a criança? É isso, é isso. O pai, as crianças doentes, as crianças doentes, todos, sem exceção,
e a gente fala: "Vai passar, meu filho, viu? Vai passar". Vocês entenderam quem que é o pai e quem que é a criança? É isso, é isso. O pai, as crianças doentes, as crianças doentes, todos, sem exceção, todos trouxemos feridas tomando injeção. Então, expiação, em grossas palavras, eu diria que é uma oportunidade que eu hoje, Gustavo, volto a esta terra, mas agora com a missão de fazer diferente do que fiz e poder provar para mim mesmo que eu mudei, que eu não faço mais daquele jeito. que eu tô diferente, porque eu, Gustavinho, lá no passado, não tenho mediunidade que me dá essa possibilidade de acessar as minhas encarnações, mas não tenho a mínima dúvida pelo presente. A gente consegue saber o passado olhando pro presente, né? Não tem a mínima dúvida que nas minhas encarnações eu fui um homem nandertal, aquele que gritava assim quando tinha que resolver os problemas, sabe? Que ficava bravo, que erguia o tom de voz. que ficava macho. É, com certeza eu fui um desse. Queria resolver no peito. Hoje venho aqui para fazer diferente e provar para mim mesmo. Não é para ninguém não. Provar para mim que eu não sou mais aquele, que hoje eu sei resolver as coisas diferentes, porque aquele homem ainda vive em mim. Reminiscências assim existem. para não carregar a culpa das coisas que eu fiz. Porque carregar culpa dói, mas dói muito, não dói pouco. Kardec questiona os bons amigos na questão 991 de O livro dos espíritos, como eu brinco nos meus vídeos para quem assiste, né? Tá lá no livro dos espíritos que eu brinco nos meus vídeos, né? 991 Car que pergunta assim: "Qual a consequência do arrependimento no estágio espiritual?" Vocês entenderam o que Kardec perguntou? Kardec perguntou assim: "Qual a consequência do arrependimento no estágio espiritual?" Quando Kardec pergunta assim, ó, trazendo pra nossa linguagem para ficar mais fácil, Kardec tá perguntando assim, ó: "Que que acontece quando eu tô desencarnado? Tô lá na erraticidade, vou voltar, olho pro passado, vejo as minhas encarnações anteriores,
inguagem para ficar mais fácil, Kardec tá perguntando assim, ó: "Que que acontece quando eu tô desencarnado? Tô lá na erraticidade, vou voltar, olho pro passado, vejo as minhas encarnações anteriores, percebo que eu errei, bate o arrependimento. Que que acontece? É isso que Kardec pergunta. Mas para ficar mais fácil, Kardec tá perguntando assim: "Que que acontece quando eu tô desencarnado? Tô lá no plano espiritual, tomo um pouquinho mais de lucidez, já retomei um pouco mais da minha consciência, acesso o meu passado, vejo as bobagens que eu fiz. E naquele momento eu olho paraa minha consciência e falo: "Traí minha esposa, poxa vida. Olha, olha, olha, traí meu marido. Ah, não. Hum. Coloquei a mão no dinheiro que não era meu. Olha lá que eu fiz com meu sócio. Oxe, olha o jeito que eu falava. Que que acontece nessa hora que a ficha cai? Porque geralmente a ficha cai lá, não é aqui. Aqui a gente leva vida, gozos terrestres. Poucos de nós tomam consciência da necessidade de passar por uma reforma íntima em carne, mas como tá lá é inevitável. A consciência nos cobra. E os benfeitores respondem assim: quando Kardec pergunta o que que acontece quando você vê o passado e bate esse arrependimento danado, os benfeitores respondem assim: "Surge o desejo de uma nova encarnação. O espírito se arrepende das imperfeições que o impediam de ser feliz e atenção agora, implora para espiar". Vocês entenderam? Não é que a gente pede para nascer, a gente implora para espiar quando a gente toma conta do passado. Mas se eu traduzir a pergunta, eu vou traduzir a resposta, vou trazer paraa nossa língua. O que os benfeitores estão dizendo é assim: quando cai a ficha e bate o arrependimento, nesse momento a gente olha para um lado, a gente olha pro outro, procura o mentor mais elevado que tiver por ali, o espírito de maior grandeza chama ele e fala assim: "Senhor, vem cá, me deixa nascer de novo, por favor, eu preciso voltar lá, me dá essa chance. Eu eu já entendi onde eu errei. Eu só quero uma chance para
rito de maior grandeza chama ele e fala assim: "Senhor, vem cá, me deixa nascer de novo, por favor, eu preciso voltar lá, me dá essa chance. Eu eu já entendi onde eu errei. Eu só quero uma chance para voltar lá e fazer de novo para eu parar de sentir a culpa que eu tô sentindo porque eu tô envergonhado de tudo que eu fiz. Me coloca lá. Nem que for do outro lado, mas eu preciso mostrar para vocês que eu não vou mais fazer assim. É isso que a gente faz. Aí a gente reencarna. Não. Aí começa um processo de programação da nossa próxima jornada. Então a gente começa a programar a jornada que a gente vai viver na Terra a partir do nosso passado, as coisas que nós pedimos e não nos foram impostas. Aí a gente nasce, cresce um pouquinho, às vezes nem cresce um pouquinho, já começa logo quando nasce e começa a aparecer uns problemas e começa a aparecer um monte de pepino. A gente fala: "Meu Deus, de onde que tá vindo isso? Eu não fiz nada para merecer". Aí a gente chora, reclama, fala que não quer ir, que vai doer, que que eu fiz para merecer isso. Criança tomando injeção. Vou contar uma história para vocês. Aconteceu na minha casa há algum tempo atrás. E ali eu percebi o quanto a culpa machuca. E ali eu percebi o como que isso pode ser nocivo ao espírito agora encarnado. Há algum tempo atrás, 3 anos talvez, eu e minha esposa, Geovana percebemos que Joaquim, nosso filho, tá aí. E o Joaquinhozinho tá lá no fundo. Ele levantou até a mão. Bonitinho. Levanta a mão, filho. Marquem essa carinha. Nós percebemos que Joaquinzinho, essa fofura se alimentava muito mal, mas não era de nutrientes, hábitos na mesa. Joquinho derrubava tudo assim, derrubava o copo, virava o suco na mesa, fazia uma sujeira com arroz, feijão, ficava uma bagunça, sabe, no chão, a roupa, pegava comida com a mão assim, ó, e comia com a mão. Credo, né? Você não faz isso não, né? Ai, graças a Deus, você não vai precisar passar por isso, você já é mais evoluído. Então, conversando com a minha esposa, a gente percebeu, né, esse comportamento
Credo, né? Você não faz isso não, né? Ai, graças a Deus, você não vai precisar passar por isso, você já é mais evoluído. Então, conversando com a minha esposa, a gente percebeu, né, esse comportamento que precisava de um reajuste. Falamos, vamos corrigir. E passamos a todos os dias a conversar com Joaquim na hora das refeições. Filho, vai mais devagar, filho. Ô, meu amor, tá caindo tudo. Você não tá vendo a sujeira aqui na mesa? Ô meu amor, filho, filho, filho, com a mão não, filho. Usa o garfinho, a faquinha, você já é grandinho. Faz isso não, meu amor. Todos os dias com muita paciência, lidando com Joaquim, almoço, janta, almoço, janta, para que ele pudesse corrigir um comportamento equivocado. passado mais de um ano, talvez dois, depois de tanto corrigir Joaquim, nada tinha mudado. Continuou tudo igual, é, comendo do mesmo jeito, bagunçando, me derrubando e sujando. E naquele dia eu tinha chegado em casa do trabalho, eu não tava bem, mas ninguém tinha culpa disso. Eu não sei eu mesmo. assim perfeito aqui. E eu sentei à mesa para jantar. E quando eu sento a mesa para jantar, Joaquim tava do meu lado, tava aqui assim, ó. Na hora que eu olho pro lado, ele pega o bife com a mão e rasga assim, ó. Hora que eu vejo aquilo, eu não aguentei. Aquele homem nandertal que viveu no passado, que resolvia tudo no grito, na base da raça, aquele homem veio à tona de volta. Ele renasceu em mim. Ele me mostrou que ele ainda vive. E eu gritei igualzinho o homem. Filho, que que é isso, cara? de novo. Meu pai tá falando aqui faz quanto tempo? Você não vai aprender nunca. Não foi assim. Foi muito pior que isso. Aqui na casa espírita a gente dá uma maneirada, né? Mas eu falei muito mais alto. Eu falei palavrão, sabe? Ele não tinha culpa nenhuma, coitada. Naquele momento, o Joaquim olhou para mim assim e o olho dele denunciava o meu exagero. E eu percebi no olhar dele que eu tinha passado do ponto e ele não conseguia falar uma palavra com medo de mim, que sou o pai. E aí eu já fechei os olhos, falei: "Meu
ho dele denunciava o meu exagero. E eu percebi no olhar dele que eu tinha passado do ponto e ele não conseguia falar uma palavra com medo de mim, que sou o pai. E aí eu já fechei os olhos, falei: "Meu Deus, passei do ponto de novo, de novo". Aí eu tive a brilhante ideia de fingir que nada aconteceu, mas eu falei assim: "Já, já a gente vai dormir quando ele for deitar, eu vou deitar ao lado dele e eu aproveito esse momento para conversar. Pergunto para ele: "O que aconteceu? Eu já sei o que ele vai falar, eu tenho uma resposta. Pronto, eu contorno a situação." E assim foi. Joaquim deitou, Gustavinho deitou do lado. Falei: "Agora, agora eu vou corrigir tudo que eu fiz de errado". Filho, papai percebeu que hoje na hora do jantar você ficou um pouquinho assustado. Você olhou para mim meio assustado, né? Que que aconteceu, filho? Pode falar. Eu já sabia o que ele ia falar. Naquele momento ele não falou. Ele olhou para mim do mesmo jeito que ele olhou na hora do jantar. Só que dessa vez, ao invés de olhar, ele chorava. Ele chorava de lá e o pai chorava de cá. Eu falei, machuquei meu filho. Eu não devia ter feito isso. A culpa veio em mim assim, de uma maneira dolorosa, sabe? O coração queria voltar no tempo e pedir desculpa, mas eu não podia e não fazer aquilo. Aí eu falei: "Fala, filho, aproveita que a gente tá aqui. Você tá chorando por causa do papai, né?" Aí ele olhou para mim e falou assim: "Não, papai, eu não tô chorando por causa de você". Eu falei: "Não". "Então por que que você tá chorando?" Ele falou: "Tô chorando por causa de mim". Falei: "Como assim, filho?" por causa de você. Ele falou: "Porque faz dois anos que eu tô tentando mudar e não consigo. Você acha que eu não queria mudar, pai? Você acha que eu queria ser assim para sempre? Eu queria fazer do jeito que eu faço, que eu não presto atenção no que você fala? Eu não consigo, pai." E aí eu percebi o quanto que carregar culpa dói, que eu tava jogando peso nos ombros dele muito mais do que ele merecia. que no fundo, no fundo é só uma criança
no que você fala? Eu não consigo, pai." E aí eu percebi o quanto que carregar culpa dói, que eu tava jogando peso nos ombros dele muito mais do que ele merecia. que no fundo, no fundo é só uma criança se alimentando errado, não é nada de tão grave assim. E eu não precisava falar do jeito que eu falava com ele. E o que ele sentiu durante 3 anos sozinho no quarto dele, no auge dos seus 7, 8 anos, eu senti por 20 segundos e já não queria mais sentir. Eu não sei qual que é a culpa que você carrega. Não sei, não sei por qual razão você vem nessa casa, por qual razão você se tranca no seu quarto e não quer sair de lá. Mas acalma seu coração. Amanhã, outro dia, tudo vai passar. Calma seu coração. Não quero teu bem no teu silêncio, pai. Mas é só que encontro mais o vento da quer apagar chama a minha adoração. Senão é no furagão caminho aqui direção e o meu coração. >> Vem comigo. >> Acalma o meu coração. Calma o meu coração está suado, mas é de água queará. Filho, acalma o meu coração. Acalma o meu coração. Só escuto se fora presença. alma o meu coração. Ó pai de suas e assim eu estivesse aqui sobre poder respirar. Eu que não te adorar seu e a fé vaiar Jesus o meu coração. Acalma o teu coração. Está sorando, mas é te adorando e acalma o meu coração. Acalma o teu sangar. Só escudo se for presença guardava o meu coração. Agora só vocês bem forte. Acalma, Senhor, acalma nossos corações, Senhor, nessa noite. Acalma, coloca em nós a calma que nós precisamos, Jesus. Nós possamos muito bem. Vamos para você. Vamos. Melhorou? Tá, gente, agora já tá melhor. Eu também choro. Eu conto essa história faz mais de um ano. Sempre que eu faço essa palestra, eu não sei nem se eu contei aqui no Congresso do ano passado. Foi essa que eu falei, não, né? E 90% das vezes eu ainda me emociono. É sinal que psicólogo lá pode me ajudar. É sinal que ainda não saiu aind tudo, né? que ainda tem um pouquinho assim que eu tô carregando aquele super ego rígido, me cobrando demais para que eu possa liberar esse
psicólogo lá pode me ajudar. É sinal que ainda não saiu aind tudo, né? que ainda tem um pouquinho assim que eu tô carregando aquele super ego rígido, me cobrando demais para que eu possa liberar esse sentimento de culpa. Então não se culpe se você chorou, se lágrimas nesse momento rolaram pela sua face, tá tudo bem, tá tudo bem. Deixa eu aproveitarmente para quebrar o clima para dizer para vocês que eu tenho uma uma página na rede social. Não pode deixar lá, passa não. Isso que é o Gustavo Ponto Espiritismo que é no Instagram, tá bom? E lá eu só falo de espiritismo. Eu combino com vocês. Eu vou cumprir a minha palavra lá. Eu não falo de futebol, não falo de política, não falo de novela, eu só falo de espiritismo. Tá bom? Alguém já acompanha por aí ou não? Deixa eu ver se alguém já segue. Pessoal já segue. Legal. Dia desses eu tava, não sei se era Uberaba, Uberlândia, que eu sempre confundo, e eu falei: "Ó, eu sempre sou fora de espiritismo, quem quiser seguir tal". E alguém gritou assim: "Ó lá, ó, ó lá, ó lá, ó. Sempre tem um assim, ó. É mentira. Você não fala de espiritismo, não. Você fala de tudo. Falei: Eu falei: "É, você fala de tudo, só que na visão espírita". Eu falei: "Ah, então é isso, tá bom? Quem quiser continuar o papo do Espiritismo, tá lá. Quanto tempo eu tenho? Mais 15, então vou ter que resumir bastante. Falta bastante, mas vamos lá. A culpa dói, mas isso enquanto ele volta lá para eu tocar a última música. É preciso enxergar misericórdia em tudo, pois em tudo de fato existe a mão de Deus. A oportunidade de voltarmos aqui para espiar é misericórdia, não é castigo, é misericórdia. Só o fato de Deus ternos enviado à terra já é uma grande misericórdia. Imagina, você chega na sua casa, seu filho tá com dor, tá sentado no chão, se remoendo, você fala o que para ele? Fica aí, não vou cuidar de você, papai, tô com dor. Fica aí. A gente não faz isso, né? Meu filho tá com dor, tá mal? Primeira coisa, filho, vamos cuidar disso. Pega o filho, leva no pron socorro, leva no médico para
u cuidar de você, papai, tô com dor. Fica aí. A gente não faz isso, né? Meu filho tá com dor, tá mal? Primeira coisa, filho, vamos cuidar disso. Pega o filho, leva no pron socorro, leva no médico para algum lugar, precisa resolver. Meu filho tá com dor. Se a gente já pensa assim em pais imperfeitos, imagina o pai de amor e misericórdia com nós todos. E qual pai que vem do seu filho pedir pão lhe daria pedra? Não. Se a gente tá com dor e tá pedindo, me dá uma chance, eu quero voltar lá. Então ele fala: "Vai lá, lá hospital". Mas se aqui é hospital, significa que tem médico. Se tem médico, tem cura. Ó que misericórdia. Deus poderia ter nos nos deixado sofrendo, mas nos mandou pro hospital. E aí quando a gente percebe que vai voltar, então a gente tem uma uma conversa mais próxima assim com a espiritualidade, com Deus, mas não é com Deus, é figurativamente a gente ainda não consegue chegar nesse nível de diálogo com uma com Deus. Mas pra gente entender essa troca mais metafórica, a gente fala assim: "Senhor, eu vou voltar", né? Ele fala assim: "Vai". Como eu sei que você tropeça de vez em quando? Como eu sei que aquele homenzinho das cavernas de vez em quando vem à tona e você se comporta como no passado? Sei que você tropeça vez ou outra, eu vou mandar um anjo para cuidar de você, para te ajudar no momento da sua expiação. Ah, Senhor, vais me mandar um anjo? Fal, vou mandar um anjo com você. Ah, Senhor, então quer dizer que eu vou ser médium? Não, médium assim de ver, de ouvir, não vai ter aquela sensibilidade, né? Aquela percepção no sonho, alguma sensação mais de ver eu ouvir. Não. Ah, Senhor, então como que eu vou fazer para poder ouvir esse esse esse meu anjo? Eu vou poder ouvir, vai? Eu vou poder ver, vai. Eu vou poder falar, vai. Mas, Senhor, se eu não vou ser médium médium, então me diga, por favor, qual que é o nome desse anjo? Como que eu posso chamá-lo para que ele não passe do meu lado e fique despercebido? Eu preciso ter essa comunicação. Como que eu fale o nome desse anjo?
diga, por favor, qual que é o nome desse anjo? Como que eu posso chamá-lo para que ele não passe do meu lado e fique despercebido? Eu preciso ter essa comunicação. Como que eu fale o nome desse anjo? Aí ele olha pra gente e fala assim: "Já, já está lá. Já está, senhor". É, é, já mandei faz uns 20 e poucos anos já. Senhor, já mandaste o meu anjo, como que eu posso chamá-lo? Aí ele fala assim pra gente: "Ah, esse aí, esse aí você pode chamar de mãe ou você pode chamar de pai, ou você pode chamar de marido, de esposa, de melhor amigo, porque nós sempre temos um anjo próximo da gente para nos ajudar nas nossas expiações. Quando a culpa bater e a gente precisa recomeçar alguma jornada que nós interrompemos da nossa programação. Partindo pro finalzinho pra gente encerrar a expiação, porque a gente entendeu por que ela vem, que foi a gente que pediu, que tá relacionado com o nosso passado, que ela é voltado à nossa corrigenda para sermos felizes. Então agora falta entender duas coisas. Aí acabou. A gente precisa entender como que resolve isso, como que passa e quanto tempo dura. Quanto tempo dura uma expiação? Aí Kardec pergunta: "Você vai lá no livro dos espíritos e e procura lá. Questão 1004. Prefiro aqui. Questão 1004. Kardec pergunta assim: Quanto tempo dura a dor de um culpado? Lembra que a culpa nos faz voltar? Lembra que a culpa bate o arrependimento, a gente pede para vir de novo porque dói. Aí Kardec, cientista, né, pedagogo, liga uma coisa com a outra, fala: "Ah, a culpa dói, culpa machuca". Aí pergunta: "Quanto tempo dura a culpa? Quanto tempo eu vou sentir essa dor?" Aí os benfeitores respondem: "Simples, o tempo necessário para vossa transformação." É isso que eles falam. Quanto tempo vai doer? Quanto tempo vai machucar? Por que que doeu em mim? Porque eu ainda não mudei? Porque eu continuo mesmo. Pensa no seu problema aí. Agora o que os benfeitores estão dizendo é assim, ó. Tá doendo, tá te machucando, te incomoda quando você vai dormir? Muda que passa, porque enquanto você não mudar não vai
. Pensa no seu problema aí. Agora o que os benfeitores estão dizendo é assim, ó. Tá doendo, tá te machucando, te incomoda quando você vai dormir? Muda que passa, porque enquanto você não mudar não vai passar. Simples na teoria, na prática é um desafio enorme. Então, pensa no seu problema. Que que tá acontecendo na tua vida hoje que te machuca? E aí você pensa assim: "O que que o seu problema tá fazendo com você? No que é que você tá se transformando a partir do seu problema?" Ah, Gustavo, recebo muito lá no Instagram direct. Então, quer dizer que sempre que eu tiver um problema, eu tô pagando conta do passado, sim ou não? Sempre que eu tiver um problema, eu tô quitando débito do passado. Sim ou não? Quem dá mais? Não, porque não é ter problemas, é a forma que eu passo pelo problema, é o que o problema faz comigo. cidadãozinho sentiu mal, foi no médico, fez um exame, veio o laudo, aquele laudo que ninguém gosta, aquele que a gente fecha os olhos e fala: "Ai, o outro lá foi no médico, fez exame, mesmo laudo, igualzinho. Esse tem um problema, aquele tem outro, igualzinho. Pode ser o laudo médico ou pode ser o problema que for. desavença familiar, o que for. Um deles seis meses depois tem mais nada, passou. O outro tá lá 5, 6, 7 anos com o mesmo problema e não passa. Por quê? É Deus. Deus gosta mais daquele do que desse. Não, não tem nada a ver com Deus. Tira Deus fora disso. Tira Deus. É porque aquele lá quando teve um problema se aproximou de Deus, olhou para si, entendeu o que precisava corrigir e mudou. Passou a fazer a caridade, baixou o tom de voz, se tornou mais próximo das pessoas e a transformação dele foi um ponto de virada. Esse aqui não. Esse aqui quando teve um problema, fez o contrário. Se afastou de Deus, disse até que Deus não existe. Deus esqueceu de mim. Porque não é possível que eu tô passando por isso. Eu não fiz nada para merecer. Se tornou rude com as pessoas. Sabe aquela pessoa que tem um problema e fica bom dia, burguê, fica fechada, não conversa mais com ninguém, ficar rancudo
assando por isso. Eu não fiz nada para merecer. Se tornou rude com as pessoas. Sabe aquela pessoa que tem um problema e fica bom dia, burguê, fica fechada, não conversa mais com ninguém, ficar rancudo que aí em vez de ele ter um vermelho, tem dois. desconta o problema dele nos outros. Aí não sara, aí dá dá desequilíbrios emocionais. O probleminha dele desencadeou um transtorno de ansiedade, desencadeou uma depressão, desencadeou um pânico, a vida agitada. Por essa razão que o ano passado eu lancei o livro, manual de sobrevivência. Será que tem uma fotinha lá? Manual de sobrevivência para gente cansada. Tá lá que fala de desafios emocionais, gente que tá sentindo que não vai passar, que eu não consigo mais adiante, eu perdi o ânimo, a esperança da vida. Então o livro vem falar dessas nossas dores emocionais. Não precisa acabar, né? Então não precisa sim. Então, finalizando, eu peço que você retome o pensamento que eu tinha sugerido naquilo que te incomoda, no que que você tá virando? O que que o seu problema tá fazendo com você? Você tá virando aquele lá ou você tá virando esse aqui? Qual que é a transformação que você sofreu a partir do seu problema, do seu laudo, da briga com o seu filho, do problema financeiro? Ainda não, ainda não, ainda não, ainda não. Isso. Deixa eu só finalizar aí. Quando você lembrar do seu problema, lembra da figura amável de Jesus, o divino amigo que tá sempre conosco nas expiações mais difíceis. Luz que me ilumina o caminho e que me ajuda a seguir. Sol. que brilha à noite, a qualquer hora, me fazendo sorrir. Claridade, fonte de amor que me acalma e seduz. Essa luz só pode ser. Essa luz só pode ser. Essa luz só pode ser. Isso me ajuda aí que é a última. Os que me ilumina o caminho e que me ajuda a seguir. Sol me brite a qualquer hora me fazendo sorrir. Claridade monte de amor que me acalma servir. Isso me ajuda essa luz só pode ser Jesus. Aura te perdi. Força dos aflitos paz nos arrependido. Modelo guia para a humanidade o seu olhar conduz.
sorrir. Claridade monte de amor que me acalma servir. Isso me ajuda essa luz só pode ser Jesus. Aura te perdi. Força dos aflitos paz nos arrependido. Modelo guia para a humanidade o seu olhar conduz. Vem replo. Essa luz para quem é Jesus de Jesus. Essa luz se faz o caminho da vida. Por >> deixa rolar aí. >> O caminho, a verdade e a vida é você. Por isso eu s Jesus deu quero agradecer a você que saiu da sua casa nesse domingo de carnaval e veio até aqui participar desse momento conosco. Muito obrigado a quem me ajudou a cantar do fundo do coração. Agora no finalzinho eu queria ouvir vocês cantando. Vocês topam essa luz só pode ser Jesus. Vocês topam cantar essa luz só bem forte. Vai passar a letra lá, quiser bater palma, ficar de pé, quando eu contar até três. Vamos juntos então no final, separa a garganta aí pra gente cantar no final. Vamos lá. >> Um, dois, truz só Jesus. >> E é ele mesmo. Só pode ser Jesus. >> Com certeza. Jesus. >> Viva Jesus. Viva a doutrina dos espíritos. Muito obrigado a vocês. Valeu pela moral. Eu vou me ajudar a cantar de coração. Amei. Tá aqui nessa noite. Obrigado. Beijo. Obrigado. Bom, gente, nós agradecemos o nosso irmão, nosso irmão Gustavo, trouxe essa linda mensagem para nós. Agradecemos a presença de todos vocês e que a gente possa levar, né, a mensagem que ele trouxe pro nosso dia, levar Jesus pros nossos dias, lembrando que estamos aqui, né, no mundo de provas e expiações, mas que estamos aqui para evoluir, para melhorar e que nós possamos seguir com Jesus. Então é isso, nós agradecemos imensamente a Gustavo, que Jesus continue te iluminando, te acompanhando para que você possa seguir levando a divulgação da doutrina espírita com tanta alegria, tanta leveza. Nós agradecemos e lembrando, como eu falei no início, o nosso irmão Gustavo estará ali no final, né, autografando o livro que ele mostrou, que ele recém lançou, também trouxe algumas camisetas. Nós temos também o nosso irmão Rafael Papa que está aqui também estará com os livros ali no no fundo, né, ali na parte
o o livro que ele mostrou, que ele recém lançou, também trouxe algumas camisetas. Nós temos também o nosso irmão Rafael Papa que está aqui também estará com os livros ali no no fundo, né, ali na parte de trás do auditório do lado de fora também autografando seus livros, o qual nós agradecemos também a presença do nosso irmão aqui no Lar de Jesus. Que sejam sempre bem-vindos. Tem alguém que tá vindo aqui pela primeira vez no Lar de Jesus? Muito bem, sejam bem-vindos e voltem sempre, tá bom? Então nós vamos seguir aqui a nossa programação. Vamos ter o passe. Hoje temos tratamento, temos. A gente vai seguir então com o passe. Aqui nessa cabine nós temos o passe e na cabine aqui da minha esquerda, da direita de vocês, o tratamento espiritual. Então, após aqui a prece, podem-se ficar sentados que vocês serão chamados para receber o passe. Nós agradecemos e vamos chamar o nosso irmão Humberto para fazer a prece de encerramento. Queridos irmãos, boa tarde, boa noite, né, melhor dizendo. Bom, eu queria só lembrar a vocês que nós estamos iniciando mais uma turma do ES agora em 2026, como tradicionalmente fazemos no Live de Jesus. É um momento muito importante. Quem não fez oito tá perdendo. Quem aqui já fez, levanta a mão para mim ver. Recomendam? Sim. Hã, >> vocês ouviram, né? Então, quem não fez está perdendo. Não percamos tempo. Eu falo sempre que o ESD é o único curso que tem de oração paraa vida eterna. Vocês já ouviram algum curso que tem isso? Isso é inédito, não é? Pois é. Então, é um curso para a vida inteira e é um curso transformador. Eu desafio, eu eu desafio qualquer um que entrar, começar o e terminar e falar que saiu da mesma maneira. E se nós estamos aqui neste planeta para nos transformar, nós estamos perdendo tempo. Quem não fez está perdendo. Então recomendo fortemente e nós estaremos ali, o nosso irmão Rogério vai estar recebendo as inscrições, é só passar ali, dar o seu nome, WhatsApp, tá bom? E a gente vai entrar em contato com vocês. E os nossos encontros é uma vez por semana só, uma
nosso irmão Rogério vai estar recebendo as inscrições, é só passar ali, dar o seu nome, WhatsApp, tá bom? E a gente vai entrar em contato com vocês. E os nossos encontros é uma vez por semana só, uma horinha e meia no domingo, 4:30 da tarde, tá bom? E é uma experiência maravilhosa. Então, quem não fez, não perca tempo, tá bom? Então, vamos paraa nossa prece. Vamos então fechar nossos olhos, agradecer por esse banquete espiritual que tivemos aqui na noite de hoje, a presença do nosso irmão Gustavo, que com tanto carinho, com tanto amor, veio, trouxe a sua família, trouxe o seu coração para doar a nós todos este momento de alegria, este momento de transformação que a doutrina espírita é capaz de trazer para cada um de nós. Messe, Senhor, fortaleça a nossa alma, nossa vontade, Senhor, de lutar, lutar com amor, com carinho, na certeza que o Senhor nos acompanha, na certeza que o Senhor nos acolhe em cada momento de nossas vidas. Muito obrigado, Senhor, por essa casa que nos acolhe e que possamos encontrar sempre aqui, Senhor, suas bênçãos, seus bálsamos de amor que nos refrigeram, que nos animam para a nossa jornada. Que a tua paz e a tua luz nos guarde, nos ampare hoje, agora e sempre. Que assim seja. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. Os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas. aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual para que
tão nas listas de tratamento das casas espíritas. aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual para que possa entender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces bemfaz que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Passamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.
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