Existe vida em outros planetas - com Abílio Wolney
Palestra: Existe vida em outros planetas - com Abílio Wolney
Boa tarde, boa noite a todos. Que todos sejam bem-vindos à nossa casa. Estamos mais uma vez aqui para mais uma reunião e queremos agradecer a presença de todos e vamos fazer a nossa prece de abertura. Vamos fechar os nossos olhos, elevar os nossos pensamentos até Jesus. para que possamos aqui juntos através dessa prece solicitar que a espiritualidade maior, através dos benfeitores espirituais possam estar aqui juntos de nós. Que possamos agora nesta reunião possamos aprender um pouco mais da doutrina do Cristo e que possamos a cada dia aprendermos mais. E assim solicitamos que a espiritualidade maior, através de toda essa equipe espiritual da nossa casa, possa derramar sobre cada um de nós os reflúgios divinos necessários para que possamos sair daqui melhores do que chegamos. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Que assim seja. Bom, quem está aqui conosco é o Abílio, Dr. Abílio, eh, que é grande trabalhador da doutrina, ele é desembargador e está aí para falar um pouco para nós sobre a doutrina num tema muito estigante, né? existe vida em outros planetas. Então ele vai discorrer sobre essa reflexão pra gente aqui esta noite, tá? Com a palavra Ab. Boa noite. Tomara que eu chegue lá, presidente. Ainda falta um pedacinho. Que a paz do Divino Mestre permaneça conosco. É tão bom ver rostos amigos, pessoas serenas que vieram buscar nesta noite. Já adentramos às 18 horas. e 4 minutos buscar esse amplexo da mãe de Jesus. Camilo diz em suas memórias de um suicida, que às 18 horas marca um dos momentos mais importantes em que a espiritualidade desce os legionários servos de Maria. E quando ganham as reentrâncias das rochas no Vale dos Suicidas, eles chamam pelos nomes aqueles que ao
um dos momentos mais importantes em que a espiritualidade desce os legionários servos de Maria. E quando ganham as reentrâncias das rochas no Vale dos Suicidas, eles chamam pelos nomes aqueles que ao longo de anos estão ali em busca do reencontro e aproveitam qualquer fiapo de esperança e de fé para que a vibração suba e eles possam ser enfim convocados e saem das numerações rochosas, em cujas covas ominosas se encontravam trancafiados por força da própria ideastia, um processo de culpa e de sentimento e de achatamento de materialismo que os prendia ali, não por injunção da providência divina, senão pela lei natural de atração, de vibração, de sintonia. que os faziam ligados àquela conexão como a de Camilo ao longo de 12 anos. Mas nesta noite, que a mãe de Jesus nos abençoe, não é? nos dê a proteção, que também ela possa nos dar a inspiração para os momentos difíceis da jornada, a fim de que jamais venhamos a desistir. Afinal de contas, a Terra, embora um planeta de expiação e provas, para nós que estamos aqui, poderíamos ser considerados os felizes, porque a nossa parcela de aflições, de desafios existenciais tem quase que correspondente os mecanismos de solução que tantos não têm, não é, Carmen? Quantos gostariam de ter as condições que desfrutamos num país que tem quase 70% de pessoas pobres com uma grande quantidade abaixo da linha da pobreza? Nós somos os felizes da terra neste momento convocados a colaborar. E então eu me via com o companheiro vizinho de onde moro, em razão de um momento de vizinhança, um vidro da minha casa promete cair do lado de lá. Eu corri lá para buscar o vidro, né, da estrutura de vidraça. E ele me recebeu tão bem na casa dele e tão cheio de um coração cristão, da vontade de servir a Jesus. Eu percebi que ele é um homem de fé que carrega essa sublime qualidade daqueles que jamais deixarão de acreditar na força superior do bem. Eu disse: "Você é um homem de bem porque teve tolerância comigo". E ele disse: "Me espera um pouco e eu vim te trazer
lime qualidade daqueles que jamais deixarão de acreditar na força superior do bem. Eu disse: "Você é um homem de bem porque teve tolerância comigo". E ele disse: "Me espera um pouco e eu vim te trazer agora uma Bíblia aberta com a palavra de Deus que diz que o mundo vai acabar." Você não percebe os movimentos sísmicos, os cataclismos? O horizonte da guerra desenhado nitidamente, as injunções dos países, o materialismo que graça na boca dos dirigentes de povos, onde buscar a esperança. E antes que ele recorresse ao texto do Apocalipse, ele me trouxe uma passagem em cima do ponto com a qual início nesta noite. É uma passagem que no julgamento Jesus, como eu disse aqui de outra vez, vou falar de passagem só. Jesus nos perguntará no dia do juízo final: "O que fizestes? É o momento em que eu vou separar os cabritos das ovelhas?" Eu perguntei: "Mas por que que Jesus coloca os cabritos do lado esquerdo, Humberto, e as ovelhas do lado direito?" E perguntei a ele, ele disse: "Não é porque o cabrito é um bicho danado. Ele sobe na montanha, ele sobe até no telhado da sua casa e disse: "É, ele é perturbador, a ovelha é mansa. Então Jesus não tem preconceito quanto animal, mas pega um bichinho mais custoso e coloca o outro que é mais manso, cordeiro. A ovelha é um tipo de cordeiro mais manso. E ele então depois de me apregoar sobre Jesus, fazer uma pregação bíblica, eu disse: "Eu também sou cristão e amamos a Jesus". Certamente nós temos uma interpretação do texto, porque aqueles que encontram no texto um motivo para se salvar pela fé unicamente. Recorre ao texto pauliano. Basta acreditar em Jesus e você está salvo. Não precisa fazer obra de caridade, nem obra nenhuma de lei que venha dos homens. É uma proposta salvífica, facilitadora. Você chega do céu e rimos, né? Brincamos. quando ele diz, "Mas nós temos obras a mostrar" e me mostrou um trabalho social, eu fiquei admirado, disse: "Você tirou um certo conceito prévio que eu tinha, porque existem cristãos os diversos segmentos fazendo a caridade."
temos obras a mostrar" e me mostrou um trabalho social, eu fiquei admirado, disse: "Você tirou um certo conceito prévio que eu tinha, porque existem cristãos os diversos segmentos fazendo a caridade." E ao chegar no ponto, ele arrematou, trazendo a parte em que Jesus pergunta no julgamento final, em que eu vou pro lado do cabrito ou que eu vou pro lado da ovelha? Jesus vai indagar uma coisa só. Estive com fome, me destes de comer. Com sede me destes de beber. Estive preso, fostes me visitar. Eu era estrangeiro em terra alheia. foste saber o que eu necessito. Se você não fez isso, eu direi: "Vai para a direita os benditos de meu pai e para a esquerda os malditos do meu pai, que vão para o inferno eterno, onde o fogo não se apaga". Eu coloquei: "Mas você não acha que a linguagem de Jesus quanto ao inferno e o fogo que não se apaga é simbólica?" Porque agora o nosso muito simpático Papa 14, né, ele revogou o inferno, diz que aquele inferno medieval não existia e que na verdade era uma criação e que inclusive o Papa na época do Joseph Hatzing o Bento 16 havia revogado o purgatório que existia para as crianças que morreram em sem ter tido batizadas. E brincando, eu disse, para onde vai aqueles que não estão mais do inferno? Niet, na sua loucura, de certo modo, com lampejos de inteligência e de uma filosofia crítica que era muito válida pro seu tempo e ainda hoje vale, e te diz assim: "Vocês sabiam que Deus morreu? Nós matamos Deus? Não sabiam que nós matamos Deus? Porque esse Deus que vocês levam nos cabos de guerra da idade média, este Deus combatente dos exércitos, este Deus não existe. Então nós o matamos ao interpretá-lo como sendo assim. E agora nós diríamos: "Vocês sabiam que o inferno não existe? Porque nós acabamos com o inferno que não pode existir, porque não tem sentido que um Deus de amor mande a criatura que pecou por 100 anos num bloco centenário de existência para uma pena eterna de inferno na fogueira que não se apaga. E hoje a minha companheira me disse:
entido que um Deus de amor mande a criatura que pecou por 100 anos num bloco centenário de existência para uma pena eterna de inferno na fogueira que não se apaga. E hoje a minha companheira me disse: "O mais importante é eu ter fé. Eu acredito em Deus. Eu tenho certeza da minha fé. E eu disse, eu acredito em Deus e a minha fé é cheia de incertezas em busca das certezas. Porque quando eu digo que eu tenho plena certeza, eu estou dizendo que eu tenho pleno conhecimento. E conhecer a verdade de se libertar é um processo longo, não é graça. Como é que faz? Se eu era ignorante até anteontem ou até duas horas antes de chegar aqui sobre pontos que eu me esclareci a caminho, me preparando para esta palestra, eu disse: "Caramba, não sabia que tinha isso aqui. Descobertas científicas sobre a pluralidade dos mundos habitados e onde localizar este inferno depois da astrofísica de ser James Jeans, o telescópio James Webs. E então eu retruquei a ela e disse: "Olha, fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face a face. E a razão no meu século é uma razão que está melhorada da razão do século anterior. Porque no século anterior o inferno já está sendo revogado no século presente para entender que Deus penetra em todos os lugares onde se encontram o morto, os sofredores, aqueles que estariam nos infernos. Também ali chega Deus. Também ali chega a espiritualidade. Também ali chegaram os socorritos legionários dos servos de Maria no Vale dos Suicidas, onde se encontrava Camilo Castelo Branco. Porque os suicidas vão pro inferno eterno. Na crença tradicional, medieval, não há resgate. Agora, Sua Santidade vai dizer que a Igreja hegemônica deverá compreender que Deus vai aos infernos resgatar o sofredor e tirá-lo da condenação eterna. Mas estes outros mundos onde habitam os espíritos dos mortos, esses que foram tirados do inferno, alguém entrou com uma manutenção de posse, uma reintegração de posse e tiraram eles de lá. E vamos ter que colocá-lo num outro lugar. é um outro inferno, porque se ele
es que foram tirados do inferno, alguém entrou com uma manutenção de posse, uma reintegração de posse e tiraram eles de lá. E vamos ter que colocá-lo num outro lugar. é um outro inferno, porque se ele era do inferno, ele não pode ir pro céu. E será que existe o céu na concepção de lugar dentro do universo, como se acreditava, onde os anjos comanda ambrosia, ouvindo harpas paraguaias. Desculpe, a forma de falar, não é desmerecendo nada, né? É a tradição de onde viemos e a qual amamos pela nossa origem onde conhecemos Jesus. Será que também o céu, enquanto geografia no universo, não terá que ser revogado? Porque se não há inferno, como localização, diz o sumo pontífice, como é que eu vou localizar um ponto dentro do firmamento, nessa poeira que dorme no chão do firmamento e que agora se desdobra num complexo extraordinário de 2 trilhões de galáxias captadas nas objetivas do último telescópio em órbita. Em algum desses pontos, o pai, o criador, a inteligência suprema, reside como força de energia primitiva, causa originária, para dirigir os destinos. Mas este universo físico de bilhões de galáxias, não é de sistemas solares, de sistemas planetários, sistemas estelares. Esse universo, na verdade, é apenas a materialização da energia primitiva que não tem forma. E, portanto, ele vai desaparecer, porque ele vai envelhecer como tudo envelhece. Ele vai ser destruído, vai se colapsar como as estrelas. anãs, ou melhor ainda, como acontece com os sistemas que fossilizam e que se tornam um buraco negro. Nós não podemos contar então a realidade pela geografia dos globos, das articulações astronômicas, porque elas são apenas torrões de barro que nem o nosso, mudando o que tem de ser mudado e dispersos na no extraordinário cenário de mundos que está na perspectiva das lentes telescópicas. Nós somos um espírito sem corpo imortal. Este espírito que Jesus traz volta do país da morte para dizer que continuava vivo após a ressurreição, cuja ressurreição a ressurreição do espírito. Diz o apóstolo Paulo que era um corpo
rpo imortal. Este espírito que Jesus traz volta do país da morte para dizer que continuava vivo após a ressurreição, cuja ressurreição a ressurreição do espírito. Diz o apóstolo Paulo que era um corpo espiritual, portanto não era mais um corpo biológico, embora Deus pudesse transformar o corpo biológico morto e fazê-lo viver de novo, se Deus quisesse. Não é? precisa de saber se Deus queria que cumprisse a lei do universo, da criação, dos corpos, ou se ele estava exatamente demonstrando a humanidade que existe a lei do espírito que sobrevive a qualquer cruz. Não tememos aqueles que podem matar o corpo, porque o corpo nada vale, dizia Sócrates na água. Querem saber onde sepultar o meu corpo? Meu corpo nada vale em qualquer lugar que vocês colocarem. Mas, mestre, gostaríamos de colocá-lo na praça? Gostaríamos colocá-lo na praça do mercado, na ágora ou na necrópole? Não, o meu corpo nada vale. Mas vejam que o medo é a fonte da crueldade. E nós acreditávamos e acreditamos ainda de certo modo num Deus que é um Deus temido, um Deus que pode nos levar, nos mandar para para Geenas. Então, Bertrand de Russel, e eu trouxe essa frase dele, diz: "O medo é a fonte da crueldade e, portanto, não é de se estranhar que a crueldade e a religião tenham andado de mãos dadas durante todos estes anos. Porque a religião quase sempre foi baseada principalmente em cima do temor. Medo do desconhecido, medo do misterioso, medo da derrota, medo da morte, medo de ir pro inferno. E quem é que vai pros céus aqui? Existe alguém sem jaça, sem pecado, então se criam instâncias de absolvição. Alguém te perdoa, você se arrepende. Contanto que arrependa antes de morrer, não é? Porque depois que morrer não deve ter de arrepender mais. Apesar que depois que arrepende ainda dá um jeito. Na missa de corpo presente ou do primeiro mês ou do primeiro ano se absolve as culpas daquele que morreu antes de pedir desculpa. E aí quando ele chega lá no céu, o pobre que viveu, o puro que viveu, encontra com o rico,
esente ou do primeiro mês ou do primeiro ano se absolve as culpas daquele que morreu antes de pedir desculpa. E aí quando ele chega lá no céu, o pobre que viveu, o puro que viveu, encontra com o rico, porque o rico foi perdoado, chegou no mesmo lugar do pobre, não é? Nós estamos então diante de uma situação que necessitamos da razão e é o grande passo, graças a Deus, do movimento hegemônico cristão, trazer a humanidade a reflexão. Eu então escrevi um artigozinho, coloquei lá na coluna e disse: "Caramba, o espiritismo está falando disso há quase 200 anos, daqui a pouco, dois séculos. E aí um companheiro da Academia de Letra, saímos caminhando, ele disse: "Eu li o seu artigo, mas eu acho que você tem que entender uma coisa. Na verdade, nós somos predestinados e estamos sob a lei da graça. E ele insistiu comigo e antes que chegássemos à União Brasileira de escritores ali, bem no mesmo quarteirão, eu digo: "Caramba, ele tá falando comigo com uma certa mágoa e tipo, será que ele vai passar nem falar mais comigo porque eu sou espírita e estou escrevendo?" Mas disse: "Eu tô elogiando porque foi um passo revogar o inferno." Você é católico, não acho importante isso? Se é, mas vocês espíritas t uma visão e a lei é muito simples. Nós estamos sob o pálio da graça de Deus, disse Jesus, o apóstolo Paulo, e estamos predestinados. E eu não pude dizer a ele porque chegamos na UB, não deu mais tempo. Dis, mas nós somos predestinados a ser os felizes da terra ou os menos infelizes e os outros estão na desgraça. Porque para uns Deus deu a graça, predestinar a viver uma vida em condições favoráveis. para o outro não deu nada ou deu pouco. E ontem em Brasília saímos da aula de uma pós que estamos fazendo ali quando se debateu um filosoficamente a questão da performance que se faz do ser humano, em que o criminoso é tido como alguém que já está rotulado como criminoso, aquele que vai pagar a pena nas instituições e que chega ali já com a marca do ato do juiz que condenou ele a pagar uma pena
em que o criminoso é tido como alguém que já está rotulado como criminoso, aquele que vai pagar a pena nas instituições e que chega ali já com a marca do ato do juiz que condenou ele a pagar uma pena de prestação de serviço à sociedade. Ele já está marcado. Embora a justiça esteja querendo reintegrá-lo na sociedade, vem também com essa performance do estigma que já leva. E quando ele sair daí, terá os antecedentes criminais. E porque ele é criminoso, ele tem que realmente responder por suas faltas. E então é o veículo passando na rua do ponto em que nos encontrávamos até a sala de aula. O motorista me disse: "Olha, tem gente que não quer fazer nada e fica vendendo balinha na rua aqui." Eu disse: "Aqui em Brasília, em Goiânia, todo lugar tem gente na rua". Eu disse: "Você percebe que o vendedor da balinha é um homem que já deve estar com a minha idade? Ele já tá 60 mais. Será que alguém vai dar um emprego para ele? Ele não tem qualificação? Provavelmente o nosso discurso aqui não é discurso ideológico, não. Então o estado tem que fazer tarefas em todas as nações e o forte tem que ajudar o fraco. Surge o momento de se fazer a solidariedade, porque os nossos próprios filhos, uns querem ir e vão, outros não vão. Gente é diferente. Cada um tem um padrão espiritual. Não poderia falar isso pro motorista, né? E ele havia me contado a história que a mãe dele teve. 11 ou 12 filhos e que ele se deu bem, tava empregado, mas que tinha um outro que era problemático, um outro que era drogado. E eu falei: "Você vê que você me contou a história da sua família de que você se deu bem e o outro não deu bem, embora nascido da mesma barriga e educado pela mesma mãezinha que você me diz que ela lutou sozinha, que por sinal ficou viúva cedo." E ficamos nos perguntando, voltando à teoria da graça e da predestinação. O que que é a predestinação? Quer dizer que aquela criatura que está lá ou drogado que a pouco me pegou umas moedas na rua, quando ele chegou tava no semáforo, assustei. Dei graças a Deus
edestinação. O que que é a predestinação? Quer dizer que aquela criatura que está lá ou drogado que a pouco me pegou umas moedas na rua, quando ele chegou tava no semáforo, assustei. Dei graças a Deus que não era nada, era só da moeda, né? Ele é predestinado. A doutrina vai dizer que nós não somos predestinados. Nós estamos dentro de um corredor da existência, se eu posso dizer, onde eu tenho oportunidades de andar dentro dele, embora circunscrito pelas suas alamedas, pelas suas laterais. E que eu posso renovar atitudes na caminhada, porque eu vim aqui exatamente para um educandário aprender a viver. aprender aquilo que eu não aprendi em outras estações existenciais e que eu estou aqui é para me aprimorar. Eu não estou predestinado a nada, a não ser dentro do livre arbítrio que tenho eu adquirir a consciência, o conhecimento, a inteligência com os desafios que me fazem buscar soluções pros problemas. Tudo isso são exercícios, né? A escola, o autodidata, o aprendizado, mesmo como alguém que não busque livros, tá sempre interessado em aprender e conhecer e lidar e superar. Isso é muito diferente de predestinação. E sobre a graça, nós já sabemos que Paulo estava falando aos judeus naquela passagem de de uma sinagoga em Damasco, na mesma Damasco, que anos antes ele havia entrado e havia perdido a visão na perspectiva no deserto, com a claridade do sol que Jesus aparece a ele. Mas naquela sinagoga, ele vai dizer: "Senhores, não é necessário ficar matando pombos e sacrificando ovelhas no altar para Deus. Deus não se agrada das obras humanas de holocaustos. Basta entender que nós só seremos salvos com a graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém! Que assim seja, porque a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, voltando ao pastor vizinho, consiste em quê? Pastor, você deu o pão a quem está com fome? Qual é a obra da sua religião do segmento que você adotou? Ou você quer que Jesus dá um jeitinho e te leva pro céu porque ele gosta de você, que você reza muito para ele. E nesta noite
está com fome? Qual é a obra da sua religião do segmento que você adotou? Ou você quer que Jesus dá um jeitinho e te leva pro céu porque ele gosta de você, que você reza muito para ele. E nesta noite nós perguntamos: "Há vida em outros planetas? Será que é só aqui onde se discute a graça, a desgraça, a fatalidade, o destino como predestinado que não é? É só aqui que tem esse caldeirão do ser humano na biologia de uma estrutura humanoide, vivendo, provando, se preparando para ir pro reino dos céus nas promessas de Jesus. Os caras mandaram uma sonda, uma dessas kepler, e descobriram mais especificamente, por último, um exoplaneta fora do sistema solar, onde o sistema gasoso, a perspectiva fotográfica, a vibração magnética de captação indica que ele tem vários elementos que coincidem com um ambiente propício a ter a assinatura de Deus de que a existência não é só no planeta Terra, no campo da biologia, elementos acuosos vistos nas fotos e descobriram que dentro da galáxia local onde nos encontramos, aproximadamente 17 milhões de globos em condições esféricas indicam a possibilidade de terem pela própria estrutura, como se formaram, de elipse, portanto, esféricas e pelas fotograf fias que há condições de vida, seja de uma bactéria, mas de vida biológica, já que não conseguimos chegar até lá até hoje, né? E por todo tempo a lua não tinha, não tinha, mas agora a lua tem água nas profundezas. Por todo o tempo Marte não tinha, não tem nada, não tem nada. Parece que Marte também tem. e elementos fósseis encontrados nas pedrarias de Marte. Alguma coisa trazida pela sonda já indica que há elementos da cadeia química e biológica nossa, que ainda não chega a assinatura de Deus completa na nossa visão de conhecimento, mas com todos os indícios possíveis. E você já pensou se descobrirmos que tem muita gente boa por aí? E realmente tem muita gente boa, não é? e que nós estamos perdidos num canto de uma galáxia como um planetazinho minúsculo, solitário. Então, Berto de Campos, na obra Novas
tem muita gente boa por aí? E realmente tem muita gente boa, não é? e que nós estamos perdidos num canto de uma galáxia como um planetazinho minúsculo, solitário. Então, Berto de Campos, na obra Novas Mensagens descreve a vida espiritual em Marte com uma nitidez que parece que Marte tem vida física e não tem, mas mostrando a própria o desenho da sua Marciópolis, entre aspas, um livro do final dos anos 30, não é? Início dos anos 40. E Kardec traz na codificação várias passagens de notícias de espíritos que falam dos progressos de eh planetas mais adiantados com humanidades e civilização dentro do sistema solar, embora não necessariamente em corpos físicos encarnados, assim como a gradação dos mundos na escala progressiva, vai dizer que a Terra é o segundo, é o planeta categorizado no segundo lugar menos ruim na escala dos mundos. Porque antes, abaixo de nós, só tem os planetas primitivos, depois vem os de expiação e provas, depois de regeneração e sucessivamente até chegar à condição dos dos planetas de espíritos puros, onde não há necessidade da viatura física. Nós não teremos o temor da morte, as angústias, dos sofrimentos físicos, as doenças. Estaremos dentro de um campo de compreensão. A codificação espírita de Allan Kardec antecipou essa leitura em um livro dos espíritos em 1857, já caminhando. Haverá lugar em circunscritos no universo destinados às penas e recompensas das almas após a morte? E os espíritos respondem: "Não, as almas encontra sua punição ou felicidade no estado de suas imperfeições ou virtudes. O inferno e o paraíso existe em toda parte. está lá na obra céu e inferno. Para retomarmos o início da exposição sobre a abolição da figura do inferno. Nós teremos mundos habitados. Será que nós gostaríamos de ir habitar dentro daquele complexo que a astronomia traz localizando ao Sion, na constelação do touro dentro das pleias? De onde vem o espírito ao Sion na obra Renúncia, que é um espírito humano, planetário nosso, que foi para lá e depois resolveu voltar
az localizando ao Sion, na constelação do touro dentro das pleias? De onde vem o espírito ao Sion na obra Renúncia, que é um espírito humano, planetário nosso, que foi para lá e depois resolveu voltar para buscar o amor da vida que ficou no umbral por aqui, não é? Mas para ir para lá, a gente tem que chegar o padrão de Aion, da personagem que teve uma sucessão de encarnações missionárias, né? Agora a turma aqui se perguntar se a gente quer ir para lá, que disse que lá a luz é azulia. Eh, a as estrelas lá são azulas na na perspectiva do telescópio. Quem o o astrônomo que consegue ver? A gente quer essa luz mais clara por aqui, os nossos problemas daqui mesmo, né? Os nossos amores. Não é à toa que ela foi lá e pediu para voltar, né, para encontrar com Carlos Clenegan. A gente quer ainda sofrer por aqui em busca do amor, porque a cruz, Jesus veio dar o exemplo, ele que era um espírito puro para nos mostrar que a redenção se dá através do sofrimento pelo sofrimento, mas do sofrimento de habitar um planeta onde nós temos essas contusões dos encontros humanos. O fundamentalismo, a ignorância, o primitivismo. Nós éramos primitivos. Jesus é que promoveu o planeta, a expiação e prova, né? Quando ele pronuncia a palavra amor, diz André Luiz numa das obras, e nós queremos ficar por aqui em razão dos amores, dos apegos. E depois que a gente não se vê, não é, Sônia? Com cacife, como é que eu vou chegar lá do outro lado querendo entrar lá no céu? É aquela parábola que Humberto traz do João Mateus. sonhou que tava entrando no céu na noite do aniversário dele. Quando ele bateu na porta, não chegou São Pedro com a chave, não, mas chegou um espírito iluminado, disse: "Pois não, que o senhor quer socorro, tá aqui perdido aqui". Disse: "Eu queria entrar aí porque eu sou espírita e sei que eu estou desdobrado e eu sei que eu não morro." E, portanto, ele disse: "Mas pera aí, deixa eu ver sua ficha. Será que você tem condições de entrar aqui?" O resto da parábola de de Humberto de Campo vocês conhecem, né?
o e eu sei que eu não morro." E, portanto, ele disse: "Mas pera aí, deixa eu ver sua ficha. Será que você tem condições de entrar aqui?" O resto da parábola de de Humberto de Campo vocês conhecem, né? A turma diz: "Não dá, não dá. Com essa ficha você não entra aqui." Então não tem jeito da gente querer ir pro céu. E eu voltava então pra companheira e dizia: "Você quer ir pro céu?" Ela disse: "É, eu não quero ir pro inferno. Pode revogar o inferno. Eu não ia para lá mesmo. Mas você tem condições de ir pro céu?" Ela disse: "Olha, eu não tenho condições de doar o que as pessoas doam, porque eu não tô com grana para isso, mas eu sou uma pessoa que todo mundo que precisa de mim, eu socorro. Eu tenho uma palavra boa para quem tá com dificuldade." Eu disse: "Então você faz a caridade moral que vale mais do que a material e por isso você acha que você vai pro céu". E como é que é lá no céu? Aí ela apelou. Lá vem você com o seu espiritismo, né? É porque se não tem mais inferno, você diz que não importa porque para lá você não ia mesmo, né? O critério de abolir o inferno foi o mesmo do céu, porque não tem geografia pro inferno, diz o papa. Você vai chegar lá e vai encontrar com quem? Você vai poder encontrar com seu avô, que ela ama muito o avô dela, que dizia que ela é uma um espírito grande. Será que ele tá no céu? E se ele tiver no inferno? Porque às vezes ele não tem o merecimento que você tem. Você vai encontrar com quem lá no céu? não tem amizade. Às vezes você não vai encontrar com o parente seu. A gente desencarna, quer encontrar com o pai e a mãe, se já foi embora. Meu pai já foi em 2017 e eu queria encontrar com meu pai, mas vai que meu pai tá no céu e eu vou ficar no purgatório. Mas o purgatório tá revogado em parte, mas foi só revogou o purgatório para as crianças não batizadas. E eu até fui batizado, quer dizer que eu vou pelo menos pro purgatório. Então é uma colocação que a gente faz com certo gracejo, uma forma de reflexão e nós poderíamos concluir a exposição.
batizadas. E eu até fui batizado, quer dizer que eu vou pelo menos pro purgatório. Então é uma colocação que a gente faz com certo gracejo, uma forma de reflexão e nós poderíamos concluir a exposição. Esses gestos mostram que ao longo dos anos da história, as igrejas, de um modo geral, inclusive a nossa igreja mãe reviu concílios e ensinamentos adaptando doutrinas à luz de novos novas sensibilidades morais e científicas. Já o espiritismo, em seu quase dois séculos de existência preserva uma coerência notável. não possui revogação, revogações institucionais, nem dogmas alterados, apresentando uma continuidade doutrinária rara entre tradições religiosas. E graças a Deus, até agora, nós também não temos ficha de antecedentes, de inquisição, de processos, talvez por sermos a uma doutrina ainda mais jovem, não é? Mas não temos nem chance de fazer isso, porque somos uma doutrina que é menos de 2% no Brasil ainda, não é? segundo senso e não temos essa aspiração de buscar rebanhos. A criatura para ser espírita, ela tem que ter condição de ser espírita, né? Você tem que ter uma indagação para você ingressar e compreender, se iniciar, você tem que se propor a isso, né? Ninguém tá aqui para procurar Deus, para dar um jeitinho na vida dele. O processo aqui é diferente. Ou você se modifica, se reforma intimamente, ou você não vai levar a vantagem com Deus. Jesus não tá lá para passar a mão na cabeça de ninguém, nem na de Paulo. Apedrejado, quase morto. Jesus levanta. Você ainda vai dar testemunho em Jerusalém. Em Jerusalém, ele, aliás, ele recorre para Roma e nas águas salvianas, o bugo de Roma, ele é degolado, né? Será que Jesus deu mole para Paulo e vai dar mole para tanta gente assim que quer quer chegar lá no céu, né? A indagação sobre a existência da vida além da Terra expressa no drama filosófico de Arian Suassuno, esse escritor brasileiro sobre a injustiça da dor e na busca incessante da ciência, encontra sua mais ampla na resposta na pluralidade dos mundos habitados, que
no drama filosófico de Arian Suassuno, esse escritor brasileiro sobre a injustiça da dor e na busca incessante da ciência, encontra sua mais ampla na resposta na pluralidade dos mundos habitados, que ele diz assim: "Que Deus é esse que que deu para uns e deixou outros sem nada? Que deu para uns o pranto e o outro sorriso? E ele diz: "Mas eu seria um desesperado se eu não acreditasse em Deus". Ele está dizendo, "Eu seria um desesperado se eu não procurasse uma resposta para isso que acontece". E a professora ontem lá na sala de aula disse: "Não há resposta filosófica ao problema humano das diferenças." Eu disse, tem uma resposta filosófica que a academia não pode aceitar, que a rejeição, a religião e a doutrina espírita está na vala da religião para eles, porque é uma indagação científica que, entretanto, ele não consegue provar na proveta, na retorta, no microscópio, vírgula. Quando se pega o exercício da mente através de um tomógrafo, percebe-se que aqueles que são sobre a indução mediúnica tem uma frequência diferente, segundo os estudos de uma cadeira de medicina e espiritualidade da USP. E devagarinho nós vamos chegando até entendermos que o dióxido de carbônio integrante do sulfeto de de metila, uma potencial bioassinatura terrestre na atmosfera do exoplaneta K218B. Estou dando agora a numeração dele. Um mundo potencialmente rico em oceanos. Essa evidência material de abundância devida ressoa como ensinamento de Jesus há muitas moradas na casa de meu pai. Não é morada de céu e de inferno, não é morada de gente, não é? A casa do Pai, o universo, as diferentes moradas são mundos que circulam no espaço, diz a codificação. E o espiritismo desmistifica o geocentrismo espiritual. Porque se nós não temos mais geocentrismo lá do telescópio que acreditava que a terra era o centro do universo, isso acabou na idade média, né? Agora nós criamos um geocentrismo do céu e do inferno. Só tem um lugar. para onde todo mundo vai, quando a doutrina vai dizer que há muitos lugares na casa
do universo, isso acabou na idade média, né? Agora nós criamos um geocentrismo do céu e do inferno. Só tem um lugar. para onde todo mundo vai, quando a doutrina vai dizer que há muitos lugares na casa do pai, há muitos umbrais a serem atravessados, há muitas residências por onde andou Camilo, André Luiz, por onde passamos muitas vezes pelas estradas poerentas da morte nos processos de desencarnar e reencarnar através do berço aqui. E para onde vamos todos nós daqui a pouco de volta? Porque a nossa morte está publicada em edital. E esta morte não é de se temer, porque eu terei terminado a tarefa da jornada, mas a gente quer mais prazo. Não, quem não gostaria? A gênese explicada pela matéria cósmica primitiva continha elementos materiais, diz, fluídicos e vitais de todos os universos. É, portanto, uma imensa escala evolutiva onde cada órbit corresponde a uma fase de depuração do espírito. Eu evoluo aqui, sustento aqui, sou provedor aqui, morro para ir pro céu ou pro inferno. Fazer o quê? O armagedom vai chegar pro mundo acabar, mas vai acabar o mundo. E quem vai ficar no lugar da gente que vai embora? Para que que Deus vai tirar a gente daquilo? Vai para onde? os pro céu, as ovelhas não tem mais inferno, vai ficar um monte de cabrito pairando por aqui, procurando o lugar para onde ficar ou vai soltar uma bomba e acabar com os espíritos do daqueles que iriam pro inferno. É uma alegoria, não é? E a companheira diz: "O que quer dizer alegoria?" Eu falei para você ver, não é? Outro dia ela me perguntou: "Jesus atravessou o Mar Vermelho?" Eu falei: "Não, isso foi Moisés lá no Antigo Testamento". E à medida que eu falava, ela dizia: "Mas olha, você tá falando dessa." Eu falei: "Tá, dá uma conferida para você ver lá que tá escrito lá na Bíblia, no Novo Testamento. Eu termino dizendo que no contexto de renovação, as informações trazidas por médiuns como Divaldo Franco, recém desencarnado sobre a inspiração de Jona, indicam que a Terra está recebendo o auxílio de espíritos oriundos, de
no contexto de renovação, as informações trazidas por médiuns como Divaldo Franco, recém desencarnado sobre a inspiração de Jona, indicam que a Terra está recebendo o auxílio de espíritos oriundos, de civilizações mais evoluídas. É um tempo de esperança, de encarnações. Aqueles gênios da Idade Média que teve muita gente boa, né? Muitos voltarão. A terra há de ter assim alguns novos na América. Na América do Norte deve vir gente melhor, não é? Esse povo que tava matando na guerra, me perguntava ainda, a guerra, eu disse, você quer que a guerra acabe com a gente? A guerra vai passar. Todas as guerras passaram. é abertura e fechamento do selo do apocalipse. O apocalipse é uma linguagem simbólica, não é para acabar com o mundo, porque alguém quer acreditar na sua teologia que o mundo tem que acabar, porque isso aqui não tem jeito. E para onde é que vai levar o povo? Já somos 8 bilhões de encarnados aqui, né? E para nós espíritas, há outro três tanto mais fora da carne. Então Deus vai ter um problema se ele tiver que acabar com o globo, porque tem gente boa e de gente não muito boa, não é? O que que ele vai fazer com esses espíritos agora que nós não temos mais o céu? Porque se não temos o inferno, não há geografia para o céu. O céu está dentro de vós. Vós sois deuses. Onde está escrita a lei de Deus? Na vossa consciência. Para onde eu vou depois que eu morrer, eu vou eu vou comigo mesmo para as estações apropriadas a minha frequência vibratória. Provavelmente uns vão querer ficar na casinha dormindo no mesmo quarto, atrapalhando os que ficaram. Outros vão ficar no cemitério querendo levantar o corpo, como ficou Camilo três meses depois, ele se ergue da lama do sepulcro e percebe que estava vivo e sentindo a picadura dos vermos. Os criminosos vão continuarão nos morros, esperando que o drogado traficante possa ser o alojador dele, para que ele possa se acachapar num processo de obsessão ou de possessão e continuar vivendo através dos possuídos. Outros tantos estarão nas
erando que o drogado traficante possa ser o alojador dele, para que ele possa se acachapar num processo de obsessão ou de possessão e continuar vivendo através dos possuídos. Outros tantos estarão nas regiões umbralinas, onde se encontraram com eles André Luiz. E eles receberam André xingando André de suicida, indireto, avacalhando ele, chamando ele de descascado, uma malta, assim como essa malta dos bandidos do mundo. Nós temos também alguns espíritos que se continuam sendo bandidos do outro lado. E a Terra é um planeta que já é, ao mesmo tempo um inferno, um educandário, uma escola e um hospital. Nós temos esses elementos integrados exatamente aqui já é o suficiente. Alguns estão no regime semiaberto, outros estão no regime aberto, mas preso pelos compromissos da família, das necessidades, das dificuldades, das convivências. Outros se encontram hospitalizados, doentes com uma doença mais ou menos grave. cujas doenças nós também teremos daqui a pouco, a não ser que morra de uma hora para outra. Outros se encontram dizendo que está dando aula, não é? Falando um dedo para lá e três para cá, pelejando, estudando e cada vez que saio da palestra, como eu vou sair agora e dizendo: "Caramba, eu estou me dando conta de que tem muita coisa para consertar. E graças a Deus, o meu céu e o meu inferno é aqui na terra. Se eu quiser melhorar para um andar superior do céu, eu deverei me melhorar, porque eu já estou no céu. Eu sou um dos felizes da terra, onde há tanta aflição, pobreza, doença, miséria, até este momento, quando chegar a minha vez. Mas certamente a minha vez não será tão dura como para tantos. Porque eu tô esperando que a aposentadoria possa segurar minha barra depois. Mas o dinheiro não consegue comprar saúde, comprar remédio. Mas remédio não devolve a saúde, diz o Dalilama. E a gente guarda dinheiro o tempo todo para nave se ter guardado, né? E como ele não compra saúde, eu vou desencarnar. Mas quando eu desencarnar, eu sou espírita, eu vou dizer: "Graças a Deus, eu acho
E a gente guarda dinheiro o tempo todo para nave se ter guardado, né? E como ele não compra saúde, eu vou desencarnar. Mas quando eu desencarnar, eu sou espírita, eu vou dizer: "Graças a Deus, eu acho que eu tô um pouquinho melhor do que André Luiz, será? Ou vou ficar uns dias lá no Umbral?" Mas Umbral é um território de passagem ideástico. Quando eu saí da ideia, eu já vou sair daqui, portanto, com a ideia saída diferente da dele, que não acreditava em Deus, que era um ateuzão clássico, né, formado na academia, um médico muito soberbo. Que Jesus me dê juízo. Boa noite. Abraço. Queremos agradecer aqui as palavras do Abílio. Eh, trouxe uma reflexão muito interessante e que nós sabemos, né, que a gente sabe que o céu e o inferno é o momento de estado de espírito. Então, depende de cada um de nós essa conquista de céu e inferno. Então, vamos mudar a nossa sintonia, igual ele disse, fazermos um pouco de nós mesmos para que possamos chegar a essa mudança necessária, para que possamos encontrar principalmente o céu. Bom, gente, agradecemos a presença de todos. Queremos agradecer todos que estiveram conosco ontem na nossa noite de massas. Foi um evento muito agradável. Acho que muita gente aqui esteve lá. Quem não pôde ir vai se programar pro ano que vem. A gente vai ter uma nova edição e cada vez mais a gente tenta fazer uma edição melhor para que todos possam eh sentir bem, agradável, um ambiente saudável. Então, a gente agradece muito a todos que colaboraram e estiveram conosco lá, tá bom, gente? E como a gente sempre faz, estamos chegando ao final do ano, né, das nossas atividades e a gente inicia a nossa campanha de Natal. Então, vamos iniciar as nossas doações. Aí, tem que trazer os alimentos. Nós temos aí mais de 200 famílias para atender. A gente sempre é a meta de 250 famílias atendidas, mas normalmente a gente tem já tem uns dois ou três anos que a gente consegue muito mais e a gente fica muito feliz que atende aí em torno de 300 a 350 famílias. E a gente fica muito feliz
atendidas, mas normalmente a gente tem já tem uns dois ou três anos que a gente consegue muito mais e a gente fica muito feliz que atende aí em torno de 300 a 350 famílias. E a gente fica muito feliz porque o apoio de todos vocês aqui é que faz com que a gente consiga, né, atingir as nossas metas e levar esse alimento eh para tantas famílias. E agora nós vamos encerrar a nossa reunião. Queria que o Humberto fizesse a prece de agradecimento e encerramento pra gente. Caros irmãos, caras irmãs, vamos então fechar nossos olhos, rogar ao nosso mestre de amor após essa linda palestra de hoje, que nos ajude, Senhor, a cultivar em nossos corações essas luzes, que através da caridade, do amor ao próximo, possamos entender, Senhor, essa lei de amor e sua importância em nossas vidas. Muito obrigado, mestre querido, por ter vindo até nós e através do seu exemplo marcante, definitivo, mudar a história da humanidade. Ó mestre querido, compadecei, Senhor, de todos os nossos irmãos que vivem um verdadeiro inferno, encarnados e desencarnados. Que a sua misericórdia, a sua luz possa trazer-lhes a paz, a harmonia. Sabemos, Senhor, que nenhum daqueles que o Pai lhe deu se perderá. Muito obrigado, mestre querido, por esse amor infinito por nós, por ter-nos carregado até aqui em seu colo, em seus ombros e que sejamos mestre amigo a cada dia um pouco mais digno deste amor infinito e santo que o Senhor tem por cada um de nós. Muito obrigado por mais essa oportunidade. Obrigado por essa doutrina. que nos traz luzes sobre tudo aquilo que nos cerca e sobre o verdadeiro sentido da vida. Que a tua paz e a tua luz nos guarde hoje, agora e sempre. Que assim seja. Prezados irmãos. As irmãs, vamos passar agora para o nosso passe virtual. Vamos todos nesse instante, então, fechar os nossos olhos. Vamos acalmar a nossa mente, acalmar os nossos corações, respirar profunda e calmamente. Vamos trazer a nossa tela mental a figura doce e amada do mestre Jesus. com seus braços estendidos sobre nós, derramando as suas bênçãos
te, acalmar os nossos corações, respirar profunda e calmamente. Vamos trazer a nossa tela mental a figura doce e amada do mestre Jesus. com seus braços estendidos sobre nós, derramando as suas bênçãos maravilhosas sobre todos nós. Vamos ainda nesse instante pedir à espiritualidade amiga que transmita sobre cada um de nós os efúvios divinos restauradores dos nossos corpos, dos nossos espíritos, trazendo até nós as benéces das quais necessitamos para as nossas reparações físicas, mentais, emocionais. Roguemos ainda ao nosso mestre Jesus que possa transmitir essas vibrações de paz, de amor, de saúde, de renovação. todos os nossos companheiros que encontram-se enfermos, os nossos companheiros que encontram-se hospitalizados em sofrimento. Que a sua paz e a sua luz possam ser transmitidas a eles, Mestre Jesus, aonde quer que estejam. Rogamos também pelos nossos irmãos que encontram-se realizando tratamento espiritual. Que sobre eles sejam derramadas as vibrações com as benéces das quais cada um necessita. Rogamos ainda que o nosso mestre Jesus possa olhar por cada irmão desencarnado, por esses companheiros de jornada que estão desencarnando em massa, que eles possam ser amparados, que eles possam ser socorridos e levados aos hospitais no plano espiritual. Que todos que nesse instante encontram-se em sofrimento e com aflições possam receber as suas bênçãos. Mestre Jesus. Vamos pedir também pela fluidificação das águas que possam estar nesse instante sendo transmitidas pela espiritualidade o medicamento necessário para cada um de nós, fluidificando as águas, de modo que cada um que dela beber possa encontrar o remédio e o lenitivo da qual necessita. Vamos agora então, através de uma prece silenciosa, rogar ao Mestre Jesus por cada um de nós. Oremos. E assim, mestre Jesus, nós agradecemos por mais uma oportunidade de estarmos reunidos em oração, de termos recebido as bênçãos maravilhosas através dos eflúvios divinos transmitidos pela espiritualidade amiga. Rogamos que as suas bênçãos permaneçam
uma oportunidade de estarmos reunidos em oração, de termos recebido as bênçãos maravilhosas através dos eflúvios divinos transmitidos pela espiritualidade amiga. Rogamos que as suas bênçãos permaneçam conosco junto aos nossos familiares, os nossos lares. Rogamos, mestre, pelo nosso planeta, que possa haver uma chuva de bênçãos sobre todo o nosso planeta. E assim, com os corações agradecidos, nós damos por encerrado o passe [música] virtual e os trabalhos da noite de hoje. Que assim seja. ist
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