EXERCITANDO O PERDÃO - Patrícia Mendes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/07/2025 (há 9 meses) 57:19 1,154 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos, amigos, amigas que estão aqui no nosso salão Bezerra de Menezes na tarde de mais um sábado para uma palestra da nossa querida Patrícia Mendesinha, que falará sobre perdão hoje, né, Pat? E para nós, antes de começarmos já estarmos alinhados aí com a espiritualidade, com a própria palestra, vamos ler uma lição aqui de Emanuel, uma psicografia de Francisco Cândido de Xavier, do livro Estude e Viva, perdão em nós. Habitualmente consideramos a necessidade do perdão apenas quando alvejados por ofensas de caráter público, no intercurso das quais recebemos tantos testemunhos de solidariedade na esfera dos amigos, que nos demoramos hipnotizados pelas manifestações afetivas, a deixar-nos em mérito duvidoso. A ciência do perdão, todavia, tão indispensável ao equilíbrio quanto o ar é imprescindível a existência, começa na compreensão e na bondade, perante os diminutos pesares do mundo íntimo. Não apenas desculpar todos os prejuízos e desvantagens e insultos e desconsiderações maiores que nos atinjam a pessoa, mas suportar com paciência e esquecer completamente, mesmo nos comentários mais simples, todas as pequeninas injustiças do do cotidiano, como sejam a observação maliciosa, a referência pejorativa, o apelo sem resposta, a gentileza recusada, o benefício esquecido, o gesto áspero, a

imples, todas as pequeninas injustiças do do cotidiano, como sejam a observação maliciosa, a referência pejorativa, o apelo sem resposta, a gentileza recusada, o benefício esquecido, o gesto áspero, a voz agressiva, a palavra impensada, o sorriso escarnecedor, o apontamento irônico, a indiscrição comprometedora, o conceito deprimente, a acusação injusta, a exigência descabida, a omissão injustificável, o comentário maledicente, a desfeita inesperada, o menosprepreso em família, a preterição sobre qualquer aspecto, o recado em Pedo, Não nos iludamos em matérias de indulgência. Perdão não é recurso tão somente aplicável nas grandes dores morais. Afeição do trage a rigor, unicamente usado em horas de cerimônia. Todos somos suscetíveis de erro e por isso mesmo, perdão é serviço de todo instante. Mas assim como o compositor não obtém a sinfonia sem passar pelo solfeijo, o perdão não existe de nossa parte. ante os agravos grandes, senão aprendemos a relevar as pequenas indelicadezas. Então, com essa lição aqui muito oportuna, maravilhosa, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso querido mestre, amigo de todas as horas. Estamos aqui, Senhor, em mais uma tarde de sábado, relembrando os dias há mais de 2000 anos na Galileia tão distante e tão sofrida que ainda continua nos dias de hoje. e te trazendo na nossa memória, te pedimos que nos oriente, nos ajude a compreender as lições dessa tarde e estarmos conectados a essa espiritualidade que aqui está para nos auxiliar e para trazer toda medicação espiritual, material, moral, emocional que necessitamos. Esteja conosco, mestre Jesus, e que nós possamos estar contigo neste momento, nesses momentos e sob a tua proteção divina, pedindo a permissão do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da Comão Espírita de Brasília, te pedimos permissão para iniciarmos a palestra de hoje. Que assim seja, Bate, boa palestra. Boa tarde, como eu tarde. Feliz estar com vocês nessa tarde mais fria aqui na nossa capital. Que nossos corações se encontrem

ão para iniciarmos a palestra de hoje. Que assim seja, Bate, boa palestra. Boa tarde, como eu tarde. Feliz estar com vocês nessa tarde mais fria aqui na nossa capital. Que nossos corações se encontrem sempre aquecidos pelos ensinamentos de Jesus, que vão encontrando guarida em nossa alma e resposta em nossas ações, né? Esse tempo do inverno é sempre um tempo em que somos novamente convidados a sairmos de nós na direção daqueles que sofrem mais que nós mesmos. Quando o frio bater em maior escala em nossas nossas casas, nossos lares, nossas vidas, lembremos também daqueles que dariam muito para ter um pouco daquilo que nos sobra. E lembremo-nos sempre da prática do amor. O tema que nos traz a casa hoje, lido ali pela Cláudio na lição de Emânel, é o perdão. Chamamos o exercício do perdão. Baseamos essas reflexões numa palestra de mesmo nome, exercício do perdão, feito pelo palestrante fluminense Raul Teixeira. Não, Fluminense dos clubes, Fluminense do estado, Raúl Teixeira, no ano de 2008, que foi transcrita pela Federação Espírita do Estado do Paraná. E nessa palestra, esse palestrante magnífico nos rememora o valor do exercício dessa face do amor. R Teixeira nos lembra que o amor é o sentimento de que todos somos imbuídos porque somos filhos de Deus. E João Evangelista nos fala que Deus é amor. Então somos todos filhos dele e portanto amados. amorosos e carregamos um DNA de amor em nós. Então essa é a nossa intimidade mais profunda. O imo da nossa alma é o amor que lá esteja, né? Esperando a nossa vontade sair de nós, como nos dizem os espíritos. E Rfira nos fala que o amor, então sendo o sentimento, ele precisa ser manifestado, né? vivido pra gente viver a experiência transformadora do amor em nossas vidas, que no espiritismo chamamos assim como bandeira para o trabalho de caridade, cuja etimologia grega é a mesma de amor, né? E entendemos então que a caridade é o amor vivido. O amor é o sentimento, nosso DNA, né? E a forma como o amor se expressa na vida é a caridade. Por isso

, cuja etimologia grega é a mesma de amor, né? E entendemos então que a caridade é o amor vivido. O amor é o sentimento, nosso DNA, né? E a forma como o amor se expressa na vida é a caridade. Por isso que falamos de maneira bem veemente que fora da caridade não tem salvação para ninguém, não só para os espíritos, né? E o Chico falava que, graças a Deus, Emmanuel tinha falado para ele que ele tinha que seguir a caridade, porque se tivesse falado para ele que ele tinha que seguir o espiritismo, ele teria tido dificuldade de se adequar. Mas quando falou que tinha que seguir o amor, aí ele entrou com alma e coração no espiritismo e descobriu que na tarefa espírita é onde ele vivia o amor, né? Então pra gente compreender porque a nossa flâmula maior é fora da caridade, não tem salvação, porque é fora do amor vivido que a gente não se salva, porque a gente só se machuca, só fere o outro se a gente tiver fora do amor. A caridade, aprendemos com Paulo também, o amor vivido ali movimentado. Raul Teixeira nos lembra então nessa palestra magnífica, o exercício do perdão, que dentre as várias faces do amor vivida na terra está o perdão. Que lindo. Ele nos ensina a rememorar os espíritos, dizendo que a gente vai compreendendo a caridade em tótica. É um exercício mesmo, a benevolência, que é o ser bom, que é o fazer o bem, aquilo que é da nossa natureza, né? Quando a gente é indulgente, quando a gente releva, né? Deixa eu passar, talvez não esteja num bom dia. Esse não é o exercício do perdão, isso é da indulgência. Tá bom? Talvez não esteja no bom dia. Eu não sei a história do outro. Eu não sei o que move o outro da indulgência. E o perdão, uma outra face da caridade vivida, né? Benevolência, fazer o bem cotidianamente para você e pro outro. indulgência. Quando você releva, releva, você não sabe o que que tá movendo o outro, não sabe a história dele, a gente não sabe, a gente não sabe nem a distância de um braço que que tá movendo aquele coração, quanto mais do outro que vem na via pública, que veio

ue tá movendo o outro, não sabe a história dele, a gente não sabe, a gente não sabe nem a distância de um braço que que tá movendo aquele coração, quanto mais do outro que vem na via pública, que veio no trabalho, que chegou na sua vida, não sabemos. E o perdão também, ele nos ensina que o perdão é um exercício amoroso, é uma atividade amorosa, mas que precisa ser começada, porque a gente tem muita dificuldade. Daí a congruência da fala de Raul com a lição que a Cláudia leu deana. que fala que a gente não precisa, não tem como esperar, né, aquele aquela situação dolorosíssima pra gente exercitar o perdão se não tiver começado na pequena desculpa de todo dia, na pequena tolerância do dia a dia, viu? No pequeno, no pequeno suporte, quando a gente se suporta no dia a dia. E suportar não é aturar, suportar na etimologia original da palavra é dar o suporte pro outro. Quando a gente aceita o outro como ele é, do jeito que ele está, e dá o suporte para ele, a gente se suporta. É necessário a gente suportar uns aos outros. Dessa forma, o Raul nos convida a exercitarmos, fazermos o exercício do perdão como uma das faces do amor. Vejam, coisa linda, começando por nós mesmos, viu? A gente só consegue dar amor se a gente tiver amor. Tá bom? Então, às vezes a gente confunde aqui na Terra que a Terra é atrasada. ancestralidade. Que vejam na passagem do senhor Hansen, eh, que tinha Renanias, chamado leproso no Evangelho que procura Jesus, eles tinham um equívoco grande, né, ignorância grande da ciência e das pessoas naquela época. Hoje nós somos ignorantes, imaginaquela época. Então, ele se dirige a Jesus, né, eh, a passagem de Mateus e fala: "Senhor, se tu queres, serei limpo". Porque ele tinha ideia a ideia de que ele tava sendo punido. Essa era o entendimento mosaico, né, que passavam para ele, que ele tava adoecido, porque ele tava punido, tava sendo punido. Então ele não pede ser perdoado, ele pede para ser limpo. Vejam, a ancestralidade nossa humana nos diz que os nossos erros nos

ra ele, que ele tava adoecido, porque ele tava punido, tava sendo punido. Então ele não pede ser perdoado, ele pede para ser limpo. Vejam, a ancestralidade nossa humana nos diz que os nossos erros nos maculam. Tem muita sabedoria nisso no porque é assim mesmo, tá? Os nossos erros nos maculam. quando perdoa, se o outro errou mesmo, ele ponderá pelas marcas que estão nele até ficar limpo. Mas o resto saber também se o outro errou, porque em cada situação na terra, em toda situação na terra, apenas há pelo menos minimamente três olhares: o meu, o seu e o de um terceiro. Quando Paulo de Tar nos fala que somos vigiados por uma nuvem de testemunhas, encarnados e desencarnados, e há sempre aqueles que são superiores a nós, que terão a capacidade de olhar para a situação de de um ponto de vista superior e enxergar razões, causas atenuantes e agravantes em tudo, tá bom? tudo. Se o outro errou mesmo, deixemo-lo, deixemo-lo responder pelos equívocos dele. E nós, se não perdoamos, a dor da mágoa, da raiva, o ressentimento, que é o sentir de novo, sentir de novo e novamente, vai nos marcando, vai nos maculando e não nos libertamos de algo que era para ter ficado no passado, que o passado pede esquecimento. Perdoar não é apagar a falta do outro. Perdoar é soltar-se para você ser livre e se dar novamente o direito de ser feliz. Porque enquanto andamos atrelados a um passado, não nos libertamos para um voo que nos pertence na direção de rumos novos, experiências novas, novas pessoas que virão, dias mais felizes porque merecemos. Perdoa, perdoa. A etimologia da palavra perdoar, que lindo, é perdonare. A gente vai lá na origem latina da palavra e percebe que a junção do afixo radical nos dá perar é doar. dar um pouco mais. É a lição de Jesus para nós. Voltamos sempre em Jesus. Vem que a gente estuda filosofia, os filósofos, teólogos, os os eh narradores ou escritores e voltamos sempre ao mestre dos mestres, né? Jesus nos ensina na lição que não passa magnânima do perdão. É quando alguém lhe

studa filosofia, os filósofos, teólogos, os os eh narradores ou escritores e voltamos sempre ao mestre dos mestres, né? Jesus nos ensina na lição que não passa magnânima do perdão. É quando alguém lhe feria uma face da outra. O que ele tá nos ensinando não é virar face paraor agressor pra gente seguir se se machucando, né? Isso não seria autoamor, né? Lembra do do ensinamento maior que ele nos dá? Amar ao outro como a ti mesmo. Então isso, ame-se para você ser capaz de amar o outro, né? Ame-se. Ame ser capaz de amar o outro. Ame o outro a partir do seu próprio aprendizado amoroso, né? Então, se ele nos dissesse para dar a face, a outra face para aquele que nos machuca, não seria autoamor. Não é isso não. Jesus tá nos ensinando aquilo que André Luiz nos elucida de maneira linda. Quando alguém te ferir de fora para dentro, devolve de dentro para fora com seu sentimento. Essa é a outra face. A outra face é o sentimento. É o que brota de você, da sua alma. Seiferiu da outra face, da emoção, do sentimento, sua resposta amorosa para aquilo. Afaste-se. Afaste-se. É seguro para você. Se é proteção para você, afaste, mas dê outra face sentimento. Não se iguale, ó agressor. Acima de tudo, não pega para você o lixo emocional do outro, tá bom? Não se iguale ao outro, aquele que ele feriu. Perdoar soltar e voltarmos para Jesus e aprendermos a dar outra face. E o mestre nos ensina a lição do perdão o tempo todo, exemplificando, né? Jesus busca as situações do cotidiano, os cenários simples para nos elucidar, criaturas ignorantes moralmente que sempre fomos, né? Aí ele nos fala: "E aquele que te pedir para andar uma milha, milhas, anda duas. E se pedir a capa da túnica também, o que ele tá nos ensinando nisso, precisamos, como diz o Chico, né, sair da superfície das palavras e na essência do ensinamento. É que ele tá nos ensinando a dar um pouco mais. Dá mais. Pedi uma milha, vai duas. Pedi uma túnica, dá capa. Perdonare. A origem é essa mesmo. É dá um pouco mais. dá do seu sentimento, da sua emoção, da

que ele tá nos ensinando a dar um pouco mais. Dá mais. Pedi uma milha, vai duas. Pedi uma túnica, dá capa. Perdonare. A origem é essa mesmo. É dá um pouco mais. dá do seu sentimento, da sua emoção, da sua melhor vibração, porque você mantém a sintonia mais alta e se protege. Observamos nos nos grupos mediúnicos espíritos que atravessam séculos conectados uns aos outros em processos obsessivos que não se soltam, porque um feriu, outro revidou, um machucou, outro fere também e ficam ali conectados. Solte-se, solte-se desse processo, tá bom? Porque os próprios espíritos nos ensinam que Deus não permitiria que aquele que perdoou, fez o exercício de dar a melhor face, o melhor sentimento e a melhor emoção fosse atingido. Ele pode ser provado em diversas situações, mas ele não vai ser atingido em conexão não, porque a faixa é outra. Em todos os universos, André Luiz nos ensina, nós nos conectamos uns aos outros, espírito a espírito, encarnado ou desencarnado, nos dois planos da vida, né? No plano espiritual e ou no plano físico, por sintonia. Interrompa o processo da sintonia com aquele que usa, né, de violência ou de agressão. Faça você seu próprio caminho, segurando aí firme a sua jornada, tá bom? O exercício do perdão há de ser, como em nos ensina na lição linda que a Cláudia leu ali, cotidiano de turnurno, a partir das pequenas coisas, as pequenas desculpas, das pequeninas compreensões, tá bom? Ninguém nasce no nosso nível espiritual, eh eh conseguindo exercitar, exitar plenamente as virtudes, as faces do amor. É necessário que a gente treine, exercite, aceite o desafio de ser melhor todos os dias em pequenos passos, né? André Luiz nos fala que hoje precisamos fazer por obrigação aquilo que é virtuoso e bom, né? Abracemos para nós o a obrigatoriedade de ser bom, de ser melhor e amanhã será um hábito para nós. E aquilo que se torna um hábito, André Luiz fala, passa no decurso do tempo a ser eh intrínseco a alma, qualidade da própria alma, conquista dela, que ninguém lhe tira, que ladrão não rouba e

ara nós. E aquilo que se torna um hábito, André Luiz fala, passa no decurso do tempo a ser eh intrínseco a alma, qualidade da própria alma, conquista dela, que ninguém lhe tira, que ladrão não rouba e que a traça não corrói. Por enquanto, comecemos como obrigação. Tenho obrigação de pensar que eu não sei o que move o outro. Eu tenho obrigação de pensar que eu não sei porque o outro age como ele age. Eu tenho a obrigação de pensar que eu não sei quais são as razões que sustentam. Essa dupla prediv naquele momento ela podia ter falado para ela: "Nunca mais eu quero ver você porque eu nunca vou te perdoar". Ou ela podia ter falado pensar. Ela escolheu pensar em tudo que veio de bom depois daquilo. A professora maravilhosa que ela conseguiu se tornar, as crianças lindas que ela conheceu ao longo da vida, a família que ela formou feliz. Talvez se ela tivesse sido bailarina teria sido muito feliz, mas em outros caminhos. Ela falou: "Naquele momento eu vi que eu poderia me libertar do meu passado ou ao não perdoá-la está atrelada a ele. Eu escolhi outro caminho. Eu abracei e falei para ele: "Eu te perdoo pela sua ignorância, por não ter imaginado tudo que podia ter acontecido. Eu vou para sempre imaginar que você foi ignorante, tá perdoada do que você fez, porque eu sou muito feliz na vida que eu vivi." E ela contou pro Dival que a partir dali ela decidiu reconhecer tudo de maravilhoso que tinha na vida dela, apesar de, apesar dela, de maneira grandiosa, ela falou que ela tinha que a jovem que houvera sido sua amiga tinha naquele momento nas mã colocado nas mãos dela o direito de escolher quem ela queria ser, se ela queria ser uma pessoa amarga, que dava ao outro o direito de ter infelicitado o caminho dela, ou ser dona do próprio destino, de escolher que Apesar de tudo aquilo, era uma professora profundamente feliz, realizada, plena e seguia cada vez maior. Ela falou: "Eu escolhi, escolhi deixá-la, seguir o caminho dela, perdoada por mim, para poder ser feliz também. E eu sigo meu caminho que é de

ndamente feliz, realizada, plena e seguia cada vez maior. Ela falou: "Eu escolhi, escolhi deixá-la, seguir o caminho dela, perdoada por mim, para poder ser feliz também. E eu sigo meu caminho que é de profunda felicidade." O Dival disse que nunca viu alguém com tanta dignidade falar sobre algo tão doloroso, mas que ficou para ele como uma lição. De que perdoar não é pagar a falta do outro. A outra carregava décadas a fio, aquilo fogo, aquela brasa queimando na consciência e no coração. A outra não. A outra tinha a dor dos sonhos desfeitos, mas tinha a paz de consciência. Ela não fez. Ela não fez. Ela não deixou de falar. Porque o omissão, a omissão também os espíritos nos ensina um erro grave. Se erramos, sempre haverá o dia de amanhã, momento de corrigirmos o nosso erro, de retificarmos o nosso passado, de pedirmos o perdão. Fale agora, tá? Peça perdão hoje, amanhã a gente não sabe como será. E muitas vezes não será possível, né, pedir perdão como essa moça pediu, mas na sua consciência, no seu coração, você pode pedir perdão a esse momento da sua vida, essa pessoa que você foi e que não é mais, a essa pessoa que pode estar encarnada ou não, mas especialmente decidir-se a ser diferente. E mude, mude o seu futuro, tá bom? para você se limpar da mágoa de você mesmo, daquilo que passou, do seu passado. Perdoe-se, se é possível, peça perdão, tá bom? E sempre, sempre, sempre conceda ao outro o perdão, mesmo que você não queira mais e tenha esse direito de não conviver, de não estar próximo, tá bom? Mas perdoe, perdoe para você tirar de você o peso, essa marca, o exercício do perdão, pessoal, há de ser para nós cotidiano, tá? pra gente conseguir chegar nesse nível, né, de perdoar porque não se ofendeu, porque não se machucou, né, com uma a postura de eh Maatma Grande ao final quando da vida dele, depois de tudo que tinha vivido, quando uma jornalista perguntou se ele tinha mágoa daqueles que o prenderam, ofenderam, ele disse: "Não, não, não me ofenderam. não se sentiu

inal quando da vida dele, depois de tudo que tinha vivido, quando uma jornalista perguntou se ele tinha mágoa daqueles que o prenderam, ofenderam, ele disse: "Não, não, não me ofenderam. não se sentiu ofendido, né, com a com a mediocridade humana, com a maldade humana, com a pequeneza humana, com a ignorância humana. Mas para chegar nesse nível, é necessário que a gente exercite todos os dias a começar, viu, do pequeno teto onde estamos inseridos, onde a misericórdia divina nos matriculou, nunca por acaso, comunhão, porque o acaso não preside absolutamente nada em nossas vidas, tá bom? É impossível conseguirmos conviver com aqueles que a providência divina matriculou próximos a nós, com os nomes que amamos de companheiro, companheira, filho, filha, pai, mãe, irmão, sem um exercício diário, diário, cotidiano e que vai se renovar a cada manhã da desculpa, do perdão, do pedir perdão, do pedir desculpas, do desculpar, do relevar e mais uma vez e deixar passar e ser indulgente com o outro. Veja, Humbert Campos nos conta lá na obra Contos e Apólogos, a história do grande baubá. Vejam se não é o a vida nossa quando não exercitamos todos os dias o perdão. Ele nos conta que havia um grande baá, uma árvore secular, majestosa, maravilhosa. E muitos se aproximavam, né, do baubá porque queriam numa visão equivocada de progresso, construíam onde estava o baubá, uma estrada. muito se aproximava e tentava tirar o baubá. Uma árvore com aquela pujança não era retirada tão um vinha e tentava empurrar, não conseguia. Outros vinham com a corda, tentava tirar. Impossível. Vinha mais um com machado. História do do século passado, né? Pra gente não pensar nos recursos tecnológicos de hoje que infelicitam nossas matas. Mas vinha outro com machado, tentava derrubar, apenas tirava um pedaço do baá báobá com a força da natureza se refazia. E ele começa a descrever, vinham eh períodos de seca, o baá segurava e renascia, períodos de enchurrada, o baá suportava os detritos trazidos e continuava mais um dia sem

força da natureza se refazia. E ele começa a descrever, vinham eh períodos de seca, o baá segurava e renascia, períodos de enchurrada, o baá suportava os detritos trazidos e continuava mais um dia sem que ninguém percebesse, porque havia aqueles também que defendiam o baá. Assim que ninguém percebesse, bichinhos, pequenos bichinhos invisíveis da natureza começaram a fazer morada por dentro da grande árvore e foram ali crescendo, invisíveis. silencios crescendo, mínimos invisíveis, né, microscópicos, e se multiplicando dentro daquela grande madeira e foram crescendo e o tempo e com o tempo foram se multiplicando até que um dia, no decurso do tempo, a árvore caiu. não houvera sido derrubada por grandes e fortes mãos da terra, mas para pequenos bichinhos que por dentro dela foram fazendo pequenas casinhas e deixando o grande bobá, como diz Humberto Campos, encarchado, cheio de pequenas casinhas. E ele termina a lição falando: "É assim nas relações. às vezes não chega numa não chega numa relação um grande trauma, uma grande dissolução, mas há a pequena coisa, como diz o espírito, como diz o espírito amigo no capítulo 10 do nosso evangelho, porque a na vida há os pequenos afinetadas, os pequenos nada que nos magoam. Se não fizermos exercício cotidiano o turno de desculparmos, de perdoarmos os pequenos nada, as pequenas coisas do cotidiano, elas estarão na relação com aqueles que muito amamos, como pequenos bichinhos, corroendo, corroendo de um lado e do outro. E a casa dividida tende a ruir. Pens, pensemos nisso, tá bom? Nem sempre a a pessoas que se amam permanecem juntas, né? E nem sempre as separações acontecem entre aqueles corações que se amam por falta de amor. Muitas das vezes são os pequenos bichinhos do dia que não são tratados, não são cuidados. Cuidemos das relações, de todas as relações, daqueles que são caros aos nossos corações, daqueles que chegam aos nossos corações, com aos quais a vida nos pede aprendermos a amar também, né? que nem todo mundo que chega chega eh encontra

lações, daqueles que são caros aos nossos corações, daqueles que chegam aos nossos corações, com aos quais a vida nos pede aprendermos a amar também, né? que nem todo mundo que chega chega eh encontra já a resposta amorosa no nosso coração, porque somos criaturas incipientes no amor, aprendi do amor de Jesus. Mas estemos também com esses com todos aqueles que vieram em exercício cotidiano do perdão, do desculpar, do tentar compreender, do relevar e deixar passar. Perdoar nos diz de Valdo Franco não é esquecer, tá bom? Porque às vezes também equivocados, né? nas lições do amor, tendemos a achar que perdoar é esquecer. Como vou esquecer isso, né? Ou a gente vira equivocadamente para alguém que se diz ferido, numa dor que é sempre legítima, tá? Sua dor é legítima. Não sabemos se o outro errou mesmo. Você sente, acolha sua dor, trate dela, cuide, né? Cuide para você ficar bem e seguir em frente. Muitas vezes a a de maneira apressada ou assodada, né, superficial, viramos para alguém que tá sentindo uma dor e falamos: "Esquece, esquece". Perdoa, esquece. Adivaldo volta a nos falar na palestra sobre perdão, que perdoar não é esquecer, porque nós vamos sempre lembrar, tá bom? Não, a gente lembra quando tá encarnado. Se a dor foi pungente, a gente lembra. Quando a gente está desencarnada, a gente lembra com mais intensidade por daquilo que foi importante para nós, seja bom ou seja uma dor. Por quê? Porque o nosso perespírito, né, o nosso corpo fluídico funciona como um gravador, fica tudo gravado. Então, perdoar é o quê? Perdoar é você ressignificar a falta alheia do outro para com você. É compreender também a sua incapacidade de acertar sempre, porque ninguém acerta sempre. E, portanto, perdoar-se também. E ao ressignificar ou fazer o exercício do auto perdão, compreendendo-se como criatura perfeitamente falível na Terra, deixaremos esse episódio no passado e seguiremos melhorados, porque é isso que importa. Essa é a lição inesquecível dos erros. É para ser assim, tá bom? Eu

omo criatura perfeitamente falível na Terra, deixaremos esse episódio no passado e seguiremos melhorados, porque é isso que importa. Essa é a lição inesquecível dos erros. É para ser assim, tá bom? Eu retiro a lição do erro que eu cometi e do outro. O outro eu observo como um professor. Eman nos ensina que são professores diferentes. O outro que fere, que machuca, que erra feio bastante na terra, Eman nos ensina a enxergarmos como professores diferentes. Aqueles que nos lecionam como não devemos ser, como não nos cabe mais ser, como não queremos mais ser. Não sejamos assim. Então, olharmos o outro, aquele que é feio bastante, que até atravessa nossos caminhos machucando, está nos ensinando, como eu não vocêi, como eu não agirei, tá bom? Eu deixo que ele parta. Perdoar é deixar esse episódio ficar no passado. E quando eu lembrar, lembrarei também como fani, quão grande e maravilhoso foi Deus para mim, abrindo-me outros caminhos, para eu ser feliz de outra forma, em outras relações, em outras experiências, em outros relacionamentos, em outras vivências. Olhemos para o dia e deixemos o passado, entregando aquele que errou ao decurso do tempo, porque todos nós e eles responderemos pelas nossas faltas e receberemos o galardão das nossas vitórias. Então, entreguemos o outro ao concurso do tempo, a Deus que é pai dele também e a vida buscar buscará dele as circunstâncias em que ele poderá renovar a lição e aprender, porque sempre que erramos a vida nos trará. Não tenho dúvida. Se você errou, traga, aguarde também que o tempo lhe trará uma lição similar, nem sempre igual, mas similar para que você mostre para você mesmo o tribunal da sua consciência. Não é o outro, não é Deus que nos pune, é nós mesmos que nos cobramos a retidão de propósitos, a o acerto do rumo e do prumo. Então, a vida nos trará condições e que mostremos no próprio tribunal de nossa consciência o quão maiores e melhores já estamos. A nós que estamos, somos espíritas, né, espiritistas cristãos, somos os candidatos a cristãos

á condições e que mostremos no próprio tribunal de nossa consciência o quão maiores e melhores já estamos. A nós que estamos, somos espíritas, né, espiritistas cristãos, somos os candidatos a cristãos da nova era. Aprendemos de Paulo que muito errou, mas não se deixou paralisar no erro. Veja Paulo. Paulo participa do assassínio do próprio cunhado. Gente, se ele tivesse ficado cristalizado, Estevão, né? Se eu tivesse ficado cristalizado no erro, nada teria feito. No entanto, reconhece o erro, quer mudar e muda. Muda para chegar no final da vida, dizendo: "Aquele que está em Cristo Jesus, nova criatura é a si mesmo." Tá bom? Perdoe-se pelos equívocos do passado, pelas vezes que você não deu conta, pelas vezes que você não conseguiu. Deixa eu contar um segredo para vocês. Ninguém dá conta de tudo. Ninguém consegue tudo, viu? Perdoe-se pelas vezes em que você não foi, não agiu como você acha hoje que deveria ter agido. Olhe para a ignorância do passado e diga assim: "Que bom, esse aí eu não sou mais. Desse jeito aí não h mais. E aprendamos a perdoar-nos, perdoar o outro também todos os dias, nas pequenas quanto nas grandes coisas, né? compreendendo que a não por acaso na oração dominical, né, de dominus, Deus, quando Jesus nos ensina a falar com Deus, ele pede então que o Pai perdoe, né? Ensina-nos a pedir que Deus perdoe nossas faltas, as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aqueles que faltam conosco, que nos ofendem, os nossos devedores. Não por acaso Jesus nos ensina, a gente tem eh repetido há 2000 anos. Ninguém vai dizer que são dois séculos, gente. São dois milênios a gente ter repetido a oração do Pai Nosso. É preciso que em fim, né, como diz Beto Guedes, a lição sabemos de có, só nos resta aprender. É tempo de aprendermos a lição, de percebermos que assim como precisamos ser perdoados no dia a dia, no cotidiano, perdoemos aos outros também, né? A as falhas originadas da ignorância alheia. Aprendamos também a perdoar a ignorância alheia, o desconhecimento alheio, a

mos ser perdoados no dia a dia, no cotidiano, perdoemos aos outros também, né? A as falhas originadas da ignorância alheia. Aprendamos também a perdoar a ignorância alheia, o desconhecimento alheio, a incapacidade do outro, porque também precisamos ser perdoados na nossa ignorância, nas nossas descapacidades, que são muitas numb que onde habitam alunos tão atrasados, quais somos. Lembremos de maneira linda, linda, do sol que brou na umbria, do nosso Francisco de Assis, esse trabalhador maravilhoso que Jesus mandou pra terra ali. Eh, eh, um milênio e pouquinho passado da descida do próprio mestre. Ele manda esse trabalhador magnífico para nos lembrar, né, as lições de evangelho de Jesus. Pede a Francisco que reconstruísse a igreja dele. A igreja no sentido de eclésia. Congregação de almas que se dá entre corações, né? Pat de Assis atende a lição magistral. Um dia na biografia dele, Francisco de Assis andava num percurso pra igrejinha de São Damião e ele cai num espinheiro, né? E ao cair no espinheiro, o espinheiro se quebra todo, verga todo. A estrada era uma picada pequena, uma estradinha vicinal. E o Pinheiro, quem essa história tá na biografia dele, narrada depois por Egídio, que era um dos freios que andava com ele. O espinheiro se dobra todo, verga, todo, quebra e para assistir levanta o machucado, né? todo machucado assim, sangrando, porque ele vivia com roupas poucas de proteção. E aí sangra o braço, sangra a perna, mas ele vira pro espinheiro de uma forma assim que consegue de alguém que caminharemos ainda milênios para conseguir compreender. Ele vira pro espinheiro, porque ele viu que o espinheiro se quebrou, né? É uma planta, gente, mas se quebrou com o tombo, né, de um adulto. E ele fala: "Perdo espinheiro, irmão, porque você não teria me ferido não se eu não tivesse caído em cima de você." da gente pensar na grandiosidade dessa alma, que ao pedir perdão para as forças da natureza, porque enxergava Deus em tudo, leciona-nos que muitas vezes ferimos o outro, né, sem perceber. E a

e você." da gente pensar na grandiosidade dessa alma, que ao pedir perdão para as forças da natureza, porque enxergava Deus em tudo, leciona-nos que muitas vezes ferimos o outro, né, sem perceber. E a resposta agressiva do outro, a gente às vezes não mensura o quão ferido ele está. Ninguém pera ninguém se não tiver ferido, né? Eu pude enxergar essa essa lição de processo de assis um dia numa experiência pessoal. Não é adequado a gente contar experiência pessoais na palestra pública, mas vou contar para você só essa, viu Cláudio? Me perdoe. Aí um dia numa palestra conversando com Não corta o microfone não, fia. Aí um dia numa palestra para Clauda, minha amiga de muitas décadas espíritos me contar. Então tá tudo certo. Um dia numa palestra para pessoas de em situação de rua, quando eu comecei a falar com eles num projeto do qual participo, num coletivo, né? Comecei a falar com eles. Vejam que curioso. Um das pessoas, uma das pessoas que estavam lá levantou, falou: "Você podia, por favor, parar de rir, porque o seu riso me fere". Aí eu comecei e falou: "Você ficar sorrindo me fere. Você não sabe as dores que eu enfrentei essa noite, essa madrugada, o sofrimento que eu passei para chegar até aqui e você sorrindo. Aí eu respirei, lembrei de vocês se já sis. A gente não tem noção dos nossos atos ferindo outra pessoa, me perdoa. Olha, deixa eu te falar, eu também carrego muitas dores, muitas cicatrizes, viu? Eu também carrego, então me perdoe o meu sorriso para tentar passar por cima. Aí ele entendeu e aceitou. Mas isso me fez pensar sobre o espinheiro de Francisco. A gente vive na vida sem saber se a gente, o nosso ato machucou o outro. Então às vezes a resposta do outro ofensiva ou agressiva é porque a gente pisou num terreno dolorosíssimo, sem percebermos. Então aprendamos também a relevar, a desculpar a ação do outro, a atitude do outro, a resposta do outro. A gente não sabe, a gente não sabe com quem a gente tá lidando, a história do outro, as dores de vida que aquele

também a relevar, a desculpar a ação do outro, a atitude do outro, a resposta do outro. A gente não sabe, a gente não sabe com quem a gente tá lidando, a história do outro, as dores de vida que aquele carrega, especialmente ao adentrar no coração de alguém, bastante cuidado. Você não sabe em que território você está pisando. Não entre na vida de alguém de maneira leviana, nunca, tá bom? Nós não somos responsáveis pela escolha do outro, mas nós somos responsáveis por aquilo que a gente semeia na vida das outras pessoas. Muito cuidado ao adentrar o coração de alguém, tá? Você não sabe as dores que aquele coração carrega, a história que aquele coração tem. Então tem respeito, muita responsabilidade ao entrar na vida de alguém, tá? Se aquela pessoa, se eu vou entrar na vida de alguém para ferir, machucar, para trair, viipendiar, aquela pessoa passa muito bem sem mim, viu? Então pensemos nisso pra gente ter cada vez mais responsabilidade nas nossas escolhas e nos nossos relacionamentos. E se eu errei no passado, eu me perdoo, mas prometo para mim mesmo que assim eu não ajo mais. que dessa forma não dá mais para fazer. É assim que a gente se transforma no homem novo que já podemos ser, né? Na criatura nova que, como diz Paulo de Tarso, que vive com Cristo Jesus e que deve ser. Quero encaminhar aí pros nossos 7 minutos finais, relembrando a história que Humberto Campos nos narra acerca do da entrada de Jesus no Sinédrio para um diálogo com Caifás. Um diálogo que Jesus interrompe com seu próprio silêncio, que percebe que aquele homem não queria dialogar com ele, queria apenas um motivo para julgá-lo e condená-lo, que é o que consegue dentro da miséria humana que graçava na Terra naquele momento e que moralmente ainda segue graçando no nosso órb, né? N algum momento quando Jesus não responde, a Humberto Campos nos narra em Boa nova a pergunta eh de Caifás, o soldado então o o bate no rosto porque devido à primeira resposta que ele tinha dado ao sumo sacerdote, né, quando ele

não responde, a Humberto Campos nos narra em Boa nova a pergunta eh de Caifás, o soldado então o o bate no rosto porque devido à primeira resposta que ele tinha dado ao sumo sacerdote, né, quando ele responde para ele que ele estava dizendo aquilo, né, eh, se ele era o o Messias. E ele fala, tu diz e o soldado bate no rosto dele, né? E aí ele, Jesus com muita calma vira para o soldado. É algo que deve nos tocar na nossa alma. Vira pro soldado e pergunta, né, com muita calma, embora o filete do sangue correndo na boca. Ele fala pro soldado: "Soldado, por que me feres? Se foi um equívoco que eu falei, corrige-me." Porque ele havia ensinado, né? Ele havia ensinado para todos os ensinamentos. E o Caifá então pergunta quais eram, qual era o ensinamento que ele tava trazendo se ele era o Salvador. E aí ele responde para ele, se ele era o Salvador, ele estava dizendo, mas o ensinamento que ele trazia, ele tinha ensinado em praça pública o tempo todo, que ele perguntasse, então essa é a fala completa de Jesus, que ele perguntasse para os outros quem ele era, né? a todos que ele tinha curado e ensinado. E por causa dessa resposta e depois permanece em silêncio, não responde mais, o soldado bate no rosto dele. E a Jesus então ergue o olhar para esse soldado, embora o filete de sangue na boca, e pergunta para ele: "Soldado, por que me feres?" Porque o que ele tinha falado era a verdade. Todo o ensinamento dele tinha dado para o povo. E o povo dizia que ele era o salvador porque ele era mesmo, né? Então ele não tinha necessidade mais de falar sobre isso. Era verdade o que ele tava falando. Embora ele soubesse no coração dele Jesus conhecia a malícia humana e conhece. Caifaz não queria saber isso, né? E ele pergunta ao soldado, saudado, por que me feres? Se é equivocado o que eu digo, corrige-me. Mas se não é, que me bates? O soldado fica em silêncio, sem ter o que dizer. Veja que esse nesse momento, de maneira leve, né? Jesus ensinou, exemplificou. a outra face, a face do perdão, né? Ele

-me. Mas se não é, que me bates? O soldado fica em silêncio, sem ter o que dizer. Veja que esse nesse momento, de maneira leve, né? Jesus ensinou, exemplificou. a outra face, a face do perdão, né? Ele não virou a outra face para que o soldado continuasse ferindo, mas ele devolve para ele com amorosidade, com respeito e dignidade a pergunta para que ele refletisse e a partir daquele momento desleal, injusto, aquela alma transpusesse o póstico da própria ignorância e modificasse o caminho dele. Essa é a outra face do mestre que ele nos elucida, que nos ensina a dar. Não é eu virar o rosto, é apenas levar o interlocutor para um outro lugar e ele segue o caminho se ele quiser. E quanto a você, permanece com a sua dignidade de quem não fez, de quem não provocou, de quem não atuou. Esse é o céu que a gente conquista, tá bom? R de Menez, mentor desta casa, nos fala, né, pra gente seguir no bem, perseverar no bem, fazer aquilo que é bom sempre, porque em verdade, pografia do Divaldo, em verdade nós não vamos encontrar na terra, nem fora dela, nenhum outro céu, tá? Porque às vezes a gente já fica imaginando um céu que fosse um lugar físico e os espíritos nos ensinam que o céu e o inferno são estados de consciência da alma. Então o bezerra faz um estado onde a gente se conecta, não é um lugar para onde Deus nos manda, né? Então bezerra fala: "Persevere no bem, mantenha-se no bem, viu? Na dignidade de ser bom daquilo que tenta ser bom". Na verdade, a gente não consegue nenhum céu fora da terra, nem na terra, que não seja um céu lindo chamado consciência tranquila. Esse é o lugar da pergunta que Jesus nos ensinou a fazer. Quando ele vira pro soldado e pergunta: "Por que me feres?" Ele leva o soldado a refletir no equívoco dele. E o mestre? O mestre permanece sendo a vontade de Deus para nós. Permanece sendo o nosso Jesus. Como sempre, vamos encerrar a nossa explanação de hoje, pessoal, lembrando mais um momento de Jesus que quando ele nos elucida a perdoar, né? Esse momento que tá nos evangelhos

ce sendo o nosso Jesus. Como sempre, vamos encerrar a nossa explanação de hoje, pessoal, lembrando mais um momento de Jesus que quando ele nos elucida a perdoar, né? Esse momento que tá nos evangelhos está em Marcos, tá em Mateus também e tá em Lucas. nos é narrado de maneira linda, ainda mais linda, porque com detalhes da ambiência, por Amélia Rodrigues na psografia que não passa de Valdo Pereira Franco. Jesus estava na no pátio escrevendo no chão, na areia, quando os homens trazem a mulher que fora apega adulterando, fora pega em adultério, né? Curioso que os aeranos fala que os homens traziam a mulher puxada pelas vestes, rasgada na roupa, machucada, puxada pelos cabelos. Pois que tiraram o vel dela, que as meninas davam vé, né? Tiraram o vel dela e ela vem arrastada pelos cabelos, pela roupa, chutada, empurrada e é jogada na frente de Jesus no pátio. O mestre olha pra cena e segue escrevendo no chão da terra. Ram Rodrigues nos chama atenção para o fato de que o mestre escrever vendo no chão da terra nos mostra a olhar pra terra onde estamos pisando hoje aqui que é a escola das nossas lições. Tá bom? Não é em outro lugar. Um dia estaremos em outros lugares. Mas nesse momento a escola terrena é a escola de nossas lições. O mestre segue escrevendo no chão da terra e os homens começam a falar. Então senhor, a mulher foi pega adulterando. Não se fala do homem, né? Como se a mulher pudesse adulterar sozinha. Senhor, a mulher foi pega adulterando e pra gente todos com pedra na mão. Segundo a lei mosaica, que era seguida a risca, né? Ela deve ser morta pela forma da lapidação, né? Apedrejada, que nos diz disso. E Jesus olha para eles, né? Olhando, admirando neles a ignorância absurda que graçava, que segue graçando na terra moral, né? Olha pra mulher, um farrapo de dor chorando na frente dele, aguardando a palavra. E Jesus olha para eles nos ensinando também o perdão e fala: "Aquele que não tiver pecado, pecado em grego é a tia a palavra pessoal, etimologia é erro de

horando na frente dele, aguardando a palavra. E Jesus olha para eles nos ensinando também o perdão e fala: "Aquele que não tiver pecado, pecado em grego é a tia a palavra pessoal, etimologia é erro de rumo, tá? Todo mundo erra, todo mundo peca, todo mundo em algum momento da vida erra o rumo, pega o rumo de volta e segue em frente." Jesus pergunta: "Aquele que tiver sem pecado, sem mácula, sem mancha, sem erro, atira a primeira pedra". da gente pensar quando a gente for julgar o outro se estamos fazendo exercício do perdão. E aí os evangelhos nos falam que a partir dos mais velhos até os mais novos, todos saem, todos saem de cena. Ele olha para ela e fala: "Ninguém ficou, filha". Ela fala: "Não, mestre, ninguém ficou". Ele fala: "Eu também não te condeno. Vai, não peques mais". Jesus não coaduna com erro, mas nos leciona a entendermos os motivos do outro. Não sabemos o que move outro. Que ele que é o amor não amado, que nos ensina a amar todos os dias, nos ajude nesse processo, que é um aprendizado de perdoar, perdoar de novo, mais uma vez, amar sempre. Obrigada, pessoal. Depois dessas belíssimas palavras da nossa querida Patrícia, vamos então ainda nas paisagens trazidas do nosso mestre Jesus, as lições rememoradas para que tenhamos força, coragem de perdoar, de compreender, de tolerar, de entender o nosso próximo, começando por nós mesmos. que possamos vivenciar o perdão, que possamos vivenciar a compreensão e que possamos sair daqui melhores, com alegria, com esperança, levando aonde formos essa energia do bem, essa energia do perdão e da compreensão, tão carentes que estamos hoje, da tolerância, da compreensão e do amor em nosso mundo. que possamos ser pequenos vagalumes de luz na escuridão que ainda se abate sobre o nosso planeta e que possamos levar Jesus aonde quer que nós formos. Profundamente agradecidos, Jesus, te pedimos permissão e ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus.

r que nós formos. Profundamente agradecidos, Jesus, te pedimos permissão e ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, a nossa Andreia vai nos chamar agora. Só lembrando aqui que temos um novo horário de passe, não tão novo assim, nas quartas-feiras das 12:30 às 14, eh, com uma palestra às 13 horas, mas quem quiser, puder e precisar, temos esse horário de passe. E vamos lembrar também o horário do nosso atendimento fraterno, até para falarmos. Às vezes tem pessoas que precisam do atendimento fraterno. De segunda sexta pela manhã das 8:30 às 10:30. Eh, de segunda a quinta à tarde, das 15:30 às 21. Na sexta começa um pouquinho mais cedo, das 13:30 às 21. Sábado nós temos pela manhã das 10 às 11:30 e das 15:30 às 19:30. E temos também no domingo das 17:30 às 19:30. E ainda assim para quem nos ouve aqui pelas pelas redes sociais, pelo YouTube e que não mora aqui em Brasília, nós temos atendimento online que precisa do agendamento pelo e-mail que é dao@comunhãoespirrita.org.br. br. Então, não esqueçamos, isso aqui também tá no site da comunhão. Muitos precisam nesses momentos de dor, principalmente de um atendimento fraterno, de um acolhimento. Bom final de semana, que todos fiquem na paz do nosso Senhor Jesus. Que Deus nos abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,

tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente,

das, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados