EVOLUÇÃO ESPIRITUAL É COMPROMISSO PESSOAL - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/05/2025 (há 10 meses) 52:11 781 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendo. todos que estão aqui no salão Bezerra de Menezes da Comhão Espírita de Brasília e também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente de forma gravada, n que a paz de Jesus possa estar conosco. Saudo também os que estão aqui no chat, eh, no vídeo no YouTube, né, a Emanuele e o Raquel Vicente. Então, saudando todos os dias, convidando para se inscrever no canal da Comão Espírita de Brasília, curtir a live e compartilhar com quem gostaria, né? Estamos hoje com a nossa irmã Regina Borges, que vai trazer o tema evolução espiritual é compromisso pessoal. Antes de adentrarmos à palestra, eu vou ler um trecho do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândidos Xavier, né? A proposta dessa leitura inicial, a gente acalmar nossos pensamentos, serenar nossos corações para que a gente consiga estar mais atento, prestar mais atenção à palestra conforme ela for decorrendo. Capítulo 36. Em boa lógica. Quem alimenta o ódio, atira fogo ao próprio coração. Quem sustenta o vício encarcera-se nele. Quem cultiva a

o, prestar mais atenção à palestra conforme ela for decorrendo. Capítulo 36. Em boa lógica. Quem alimenta o ódio, atira fogo ao próprio coração. Quem sustenta o vício encarcera-se nele. Quem cultiva a ociosidade faz neve em torno de si. Quem se encoleriza é inquisidor da própria alma. Quem estima a censura lança pedras sobre si mesmo. Quem provoca situações difíceis aumenta os obstáculos em que se encontra. Quem se precipita no julgar é sempre analisado à pressa. Quem se especializa na identificação do mal dificilmente verá o bem. Quem não deseja suportar é incapaz de servir. Quem vive colecionando lamentações caminhará sob a chuva de lágrimas. Então, André Luiz nos convidando nesse capítulo, né, a lógica de que do que que a gente tá alimentando, cultivando, o que que a gente tende a acolher depois, né? Então, falam-se muito que a a semeadura ela é livre, a gente pode semear o que quiser, mas a colheita ela vai ser obrigatória, né? Eu acho que também dá para ir ao contro da do tema de hoje. Então, após essa leitura inicial, acalmemos os nossos pensamentos pensando em Deus, nosso pai, nosso criador, criador de todas as coisas, agradecer por este momento, por este dia que se apresenta à nossa frente, pedindo a intercessão de Jesus, pois ele disse que onde dois ou mais estiverem presentes em nome dele, ele também ali estaria. A intercessão da espiritualidade sob a coordenação do Dr. Bezerra de Menezes para que nos ampare, nos conforte neste momento que estamos aqui reunidos para refletirmos o ensinamento de Jesus. e os ensinamentos da doutrina dos espíritos. Pedimos humildemente também que ampare a nossa irmã Regina para ser amparada e intuída em sua palavra, trazendo consolo, conforto e orientação para os nossos corações. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia, meus irmãos, minhas irmãs, encarnados, desencarnados. Bom dia também aos nossos irmãos que acompanham as atividades dessa casa, né, pelas mídias de comunicação. Eu costumo lembrar sempre que a espiritualidade

ãos, minhas irmãs, encarnados, desencarnados. Bom dia também aos nossos irmãos que acompanham as atividades dessa casa, né, pelas mídias de comunicação. Eu costumo lembrar sempre que a espiritualidade amiga e amorosa cuida também desses irmãos que nos acompanham à distância. Sejamos todos muito bem-vindos nesse dia assim tão com esse friozinho tão convidativo, né, que convida a gente a permanecer na cama. Mas a gente, nós que estamos aqui, escolhemos estarmos aqui, né? Ouvimos e aceitamos o convite. E essa é uma forma maravilhosa de iniciarmos o nosso dia, fazendo uma reflexão acerca dos ensinamentos evangélicos. E como disse o nosso irmão Anderson, a nossa reflexão de hoje é intitulada Evolução espiritual é compromisso pessoal. Não é compromisso do meu esposo, da minha esposa, de minha mãe, do meu pai, do meu irmão, não. Cada um tem o compromisso consigo mesmo de evoluir, de crescer, de avançar. A inspiração para esta reflexão veio desse livro Caminho, verdade e Vida, uma das obras ditadas por Emanuel ao nosso amado médium Chico Xavier. Aqui Emanuel dá o título nessa mensagem, conta de si. E ele se utiliza de uma de um de um pequeno versículo da carta de uma carta de Paulo aos Romanos, no capítulo 14, no versículo 12, em que ele diz: "De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus". Olha que versículo minúsculo, mas tão significativo. Quanta coisa nós podemos dirá eh tirar desse pequeno fragmento? Eh, primeiro, deixa claro pra gente que nada aqui é aleatório, nada é por acaso, né? e que todos nós vamos ter simar conta a Deus sobre a nossa vida. Como que a gente tá tocando aqui essa caminhada nossa, essa jornada, essa nossa permanência nesse educandário terreno que é a terra. Eu sei que muitos de vocês conhecem aquela música que fala assim: "Deixa a vida me levar, vida leva eu, né?" Conhece essa música? Pois é, mas aqui não rola não. Não é deixa a vida me levar não. Eu preciso, eu que tenho que levar a vida norteado pelos princípios, pelos ensinamentos do manual de bem viver, que

Conhece essa música? Pois é, mas aqui não rola não. Não é deixa a vida me levar não. Eu preciso, eu que tenho que levar a vida norteado pelos princípios, pelos ensinamentos do manual de bem viver, que é o evangelho de Jesus. Porque se eu deixar que a vida me leve, quando eu for prestar contas, a coisa pode não estar muito bonita. né? Porque a vida muitas vezes nos conduz a caminhos que não são condizentes com o evangelho de Jesus, né? Nos conduzem aos prazeres mundanos, efêmeros, passageiros, né? A esse mundo de materialismo, de ilusões. Então, essa questão de deixa a vida me levar é uma questão muito delicada. A gente precisa ter as rédias do nosso destino, da nossa conduta, né? Porque senão a coisa vai se complicar quando nós tivemos que tivermos que prestar conta da nossa vida. Então, foi isso que Paulo quis dizer aqui na sua carta aos Romanos. Bom, e Emanuel, o que que Emanuel disse? A mensagem é um pouco longa, mas tive o cuidado de separar alguns parágrafos onde eu percebi que se encontra a ideia principal do ensinamento que Emanuel nos traz nessa manhã. Ele diz o seguinte: "É razoável que o homem se consagre à solução de todos os problemas alusivos à esfera que o rodeia no mundo entretanto, é necessário, saiba a espécie de contas que prestará ao supremo Senhor, ao termo das obrigações que lhe foram cometidas. Inquieta-se a maioria das criaturas com destino dos outros, descuidando de si mesma. Se a conta reclamada refere-se ao círculo pessoal, que tem o homem a ver pelas contas de sua família, de sua casa, de sua oficina, naturalmente ninguém responderá pelos outros. Todavia, cada espírito, em relacionando o esforço que lhe compete, será compelido a esclarecer a sua qualidade de ação nos menores departamentos da realização terrestre, onde foi chamado a viver. Bom, só isso aqui daria conteúdo para uma semana de seminário de reflexão. Porque, meus irmãos, quantas vezes nós passamos a nossa vida desse alma do outro, viajando pelas paragens emocionais, espirituais do nosso

aqui daria conteúdo para uma semana de seminário de reflexão. Porque, meus irmãos, quantas vezes nós passamos a nossa vida desse alma do outro, viajando pelas paragens emocionais, espirituais do nosso semelhante. E nos esquecemos de viajarmos para dentro de nós mesmos na necessária trajetória do autoconhecimento. que nós só vamos conseguir avançar espiritualmente, crescer, evoluir, se nos conhecermos, se tivermos a coragem de nos desnudarmos perante nós mesmos, com todas as nossas fraquezas, as nossas mazelas, admitirmos os nossos equívocos, e pensar, eu preciso mudar, eu preciso me transformar, eu preciso conduzir minha vida de outra forma. Nós só vamos conseguir isso se a gente se conhecer e se assumir. Porque se tem um encontro que nós temos medo, é o encontro com a gente mesmo. Porque quando a gente se percebe, se encontra na nossa pequenez, nas nossas fragilidades, quando a gente se reconhece, a gente precisa fazer alguma coisa. Não dá para eu perceber que eu sou uma pessoa materialista, que eu sou uma pessoa orgulhosa, que eu sou uma pessoa vaidosa, que eu sou uma pessoa egocêntrica e não fazer nada para mudar isso. como que vai acontecer o meu avanço espiritual, o meu progresso se eu não me conhecer e partindo deste conhecimento, buscar às vezes até ajuda externa necessária para eu fazer as mudanças que me permitirão viver com mais tranquilidade, com mais leveza, para alcançar os objetivos, as minhas metas, porque ninguém vem para cá aleatoriamente. A gente vem com a pastinha de dever de casa aqui, ó, debaixo do braço pra gente realizar. E é preciso ter cuidado, porque às vezes a gente passa a vida, como eu disse há pouco, desse a alma da sogra, desse a alma do irmão, do pai, da mãe, do esposo, da esposa. A gente sabe apontar todos os seus defeitos, mas a gente ignora os nossos próprios defeitos, ignora o nosso comportamento equivocado. Ou outras vezes nós passamos a vida eh gerenciando, administrando, encontrando respostas para a dor, para a inquietação, para o problema do outro.

os defeitos, ignora o nosso comportamento equivocado. Ou outras vezes nós passamos a vida eh gerenciando, administrando, encontrando respostas para a dor, para a inquietação, para o problema do outro. Ah, mas é meu filho, eu não posso ser indiferente. E aí passa a viver a dor, o problema que o filho naquele momento atravessa. Ah, mas é meu pai, é minha mãe, é meu irmão, eu não posso. E aí sabe o que que os espíritos nos contam? que muitas vezes nesse afã de vivermos a vida do outro para ajudarmos o outro vivendo a sua vida, nós não realizamos os nossos deveres de casa. Nós nos esquecemos da nossa própria vida. Nós não administramos nossos problemas, nossa, nossas dores, os aprendizados que nós viemos aqui para viver. Porque a vida inteira nós vivemos administrando o problema, a vida, a dor daqueles que nos cercam. Então, evolução espiritual, que é um compromisso pessoal, só vai acontecer quando nós entendermos que cada um de nós tem sua história. Eu não posso escrever no livro da vida do meu filho. Eu posso apenas ser suporte afetivo emocional. Aliás, não é por acaso que os filhos nos são confiados. São espíritos que retornam para uma nova jornada, para novos aprendizados e que devem ter em seus pais o ponto de apoio, de esclarecimento, de guias. Mas nós não podemos viver a vida do outro, não. Nunca podemos nos esquecer de que cada um de nós, cada um de nós traz a sua biografia espiritual, que é formada das tantas experiências, não apenas do agora, mas também das nossas vidas pretéritas. Não há caso nas leis de Deus. A gente ajuda o outro, é suporte na vida do outro, mas nós não podemos viver, vivenciar os teus aprendizados. Cada um tem os seus porquês. Por que que ele tá vivendo aquela experiência, aquela enfermidade? O fim daquele relacionamento, aquela situação financeira difícil que ela atravessa, tudo. Não há caso nas leis de Deus. Não há caso. A vida é plantilho e é colheta. É ação e é reação. Há muita doutrina espírita nos mostrou isso. Então, a gente precisa se

ra difícil que ela atravessa, tudo. Não há caso nas leis de Deus. Não há caso. A vida é plantilho e é colheta. É ação e é reação. Há muita doutrina espírita nos mostrou isso. Então, a gente precisa se alimentar, se abastecer desses ensinamentos para que a gente não conduza a nossa jornada aqui dessa forma, sempre vivendo a vida do outro em nome de um amor que muitas vezes é possessivo. Nós temos o hábito de alimentar amores possessivos, que a gente toma posse de tudo na vida, né? Já observaram como é que toma posse de tudo na vida? Meu marido, meu filho, meu não sei o qu, minha casa, meu não sei o qu, meu. Nada disso é nosso. São empréstimos que o Pai nos permite nessa jornada. Nós somos tão possessivos que a gente toma posse até de doença. Você já observaram quando a gente fala assim: "Minha gastrite", não é, Anderson? Nossa gente, a minha gastrite tá atacada. A minha enxaqueca essa semana tá horrível, não consigo fazer nada porque a minha enxaqueca. A gente toma posse até de doença, quanto mais das outras coisas, né, da família. Nada disso é nosso. São posses transitórias, passageiras, empréstimos que o Pai nos oferece nessa jornada. Então, eh, nós fomos criados, como diz no próprio livro dos espíritos, espíritos puros, ignorantes. Mas Deus é tão maravilhoso, o nosso criador, nosso pai, que ele nos deu um presente fantástico, que é o quê? O livre arbítrio, o livre arbítrio que é a capacidade, as condições, a possibilidade que todos nós temos de fazermos nossas opções, nossas escolhas. E como eu disse, não há caso nas leis de Deus. Se é triste para nós observarmos que uma pessoa tão cara ao nosso coração atravessa difícil, é como eu disse, a gente precisa ajudar, mas com cuidado de não entrar naquela espiral de sofrimento exagerado, de dor crucial, que impede a gente também de seguir em frente mesmo. Por quê? Se a gente pegar a dor do outro pra gente, a gente também fica enfermo. A gente também fica doente da alma. Enfermo da alma, nós não temos condições de ajudar

ambém de seguir em frente mesmo. Por quê? Se a gente pegar a dor do outro pra gente, a gente também fica enfermo. A gente também fica doente da alma. Enfermo da alma, nós não temos condições de ajudar o outro. Então, a evolução espiritual é isso, é conseguir viver os nossos aprendizados, aquilo que a gente veio fazer aqui, a nossa missão, sempre contribuindo, cooperando, ajudando, dando graças àqueles que o Pai nos deu a bênção de caminharem conosco nessa vida, na condição de família, na condição de colegas, na condição de vizinhos, ajudando sempre que possível, mas jamais assumindo para nós os seus problemas e as suas dificuldades, porque senão nós não conseguiremos evoluir, ficaremos estagnados. E faz parte, inclusive do crescimento espiritual você ser capaz de manter a calma, a lucidez, a tranquilidade diante dos problemas. Porque meus irmãos e minhas irmãs, se nós observarmos, nós vamos ver que toda ansiedade, toda preocupação com qualquer problema quando ele acontece, observem para vocês verem, na maioria das vezes, o problema é muito menor do que o a do que aquilo que a gente imaginou. Esta essa reflexão de hoje, ela é para mim, porque pensem numa pessoa ansiosa. Agora que eu estou melhorando aos poucos, eh, é conduzida pelo evangelho de Jesus, pela doutrina espírita, pela terapia, porque a gente às vezes precisa buscar ajuda de um profissional da área para nos ajudar a gerenciar essa ansiedade, a querer administrar o problema de todo mundo, viver a vida de todo mundo, né? Então, a gente precisa de um profissional, às vezes precisa até de uma medicação que funciona muito bem. Porque senão quando a gente perceber, a gente tá uma pessoa totalmente descontrolada diante da vida. Eu era uma pessoa assim que se o a perspectiva do problema existia, eu já estava vivendo aquele problema. Preocupação é ocupar-se antes. Então, você fica ocupando a sua vida, a sua mente, a sua alma com uma coisa que nem aconteceu. E quando acontece, nem sempre é da forma que a gente, no nosso pessimismo, na ausência

é ocupar-se antes. Então, você fica ocupando a sua vida, a sua mente, a sua alma com uma coisa que nem aconteceu. E quando acontece, nem sempre é da forma que a gente, no nosso pessimismo, na ausência de fé, de confiança em Deus, a gente faz daquele problema uma bola de neve, sendo que ele nem aconteceu ainda. Então, nós não vamos evoluir espiritualmente, crescer, avançar, se a gente não aprender gerenciar essas emoções e buscar ajuda. Tem hora que a gente precisa mesmo. Eu precisei, nesse sentido da ansiedade, de uma filha me dar uma sacudida. Mãe, você precisa de ajuda. Meu pai vivia um problema de falência renal aos 93 anos, morando na fazenda, naquele cantinho, naquele mundinho dele, onde ele nasceu, sabe? E ele, um problema de falência renal que todo dia a médica dizia, toda consulta, todo mês ela dizia: "Estamos caminhando pro hemodiálise". É só uma questão de tempo, dias e foi caminhando. Gente, aquilo ali me atacou úlcera, me atacou tudo que eu ficava imaginando o dia que meu pai tivesse que partir para hemodiálise de ser tirado do cantinho dele, do habitar dele, trazido pra cidade onde ele não suportava ficar de um dia pro outro, o quanto ele sofreria e eu haveria de sofrer junto, porque ele ia ficaram comigo. Eu sou aposentada da família. Então, quantas noites de sono eu perdi? Eu visualizava toda a situação e toda aquela carga de sofrimento. Esse dia chegou e tá tranquilo. Tudo tá fluindo normalmente. A prece, a oração, os evangelhos t nos trazido sustentação. Meu pai tá lá na minha casa aos 93 anos, tranquilo, sereno, bonitinho, impodiados. O médico falou: "Dona Regina é o paciente mais idoso da hemodiálise e é o melhor em melhor condição orgânica. é o único que não apresenta nenhuma nenhuma eh eh como é que nenhum sintoma quando termina hemodiálise. É como se eu não tivesse passando por esse processo. E eu fico pensando quantas vezes fiquei sem me alimentar direito, quantas vezes fiquei sem dormir, quantas vezes fiquei nesta ansiedade que não cabia no meu peito,

tivesse passando por esse processo. E eu fico pensando quantas vezes fiquei sem me alimentar direito, quantas vezes fiquei sem dormir, quantas vezes fiquei nesta ansiedade que não cabia no meu peito, sofrendo por situação que ainda viria. E quando ela chega, nós não estamos sozinhos. Nós nunca estamos sozinhos. Nós temos nosso mentor. Nós temos essa legião de espíritos que nos acompanham, como estes que são designados para trabalhar aqui hoje nessa manhã, que estão aí. É porque a gente não pode ver com os olhos do corpo físico, mas eles estão aí aplicando passe, oscutando o coração, a alma, sussurrando palavras de conforto em nossos ouvidos. Tudo isso vai se consolidar depois ali na sala de passe. Então, por que desespero? Ninguém caminha nesta vida refém da própria sorte. Basta que a gente estabeleça essa conexão com alto, por intermédio de nossa conduta, de nossas atitudes, da prática, da caridade, do amor ao próximo. Aprender. Semana passada eu fiz uma palestra aqui sobre o poder da conversação da palavra, cultivar palavras de otimismo, de fé, de esperança, cultivar um semblante alegre, feliz, mesmo que a gente traga aqui no peito a dor que o mundo desconhece. Mas a gente ser capaz de oferecer um sorriso, de ter um semblante leve, de ser otimista, estes são os caminhos do nosso processo evolutivo. É fácil? Não, não é fácil não. Mas alguém disse que alguma coisa nesse planeta seria fácil? Tenho certeza que não. Quando nos preparávamos para retornar, nós tomamos ciência de que aqui os aprendizados são difíceis, são muito onerosos emocionalmente. Por isso que a gente nunca, nunca pode deixar faltar o ingrediente da fé. se alimentar de boas, alimentar o nosso espírito de boas conversas, de boas leituras, de muita oração. Não espera só vou deitar, vou fazer minha prece, vou levantar, vou fazer minha prece. Não. Faça da façamos da nossa vida um ato constante de gratidão, de prece. A vida da gente fica mais leve. Quando a gente vai crescendo nesse aspecto espiritualmente, a gente percebe

azer minha prece. Não. Faça da façamos da nossa vida um ato constante de gratidão, de prece. A vida da gente fica mais leve. Quando a gente vai crescendo nesse aspecto espiritualmente, a gente percebe que a gente não precisa de muito para ser feliz, que a gente não precisa passar a vida nessa correria para ter sempre o melhor carro, para ter sempre a melhor casa, para vestir a roupa de grife, para estar todos os dias nas redes sociais retratando uma vida que muitas Muitas vezes é pura ilusão. A gente percebe que isso é tão pequeno que a nossa luta constante, a nossa busca constante deve ser pelos patrimônios da alma, aqueles que a que as traças não roem, que a ferrugem não consome, né? que o dia que a gente partir dessa vida para a nossa verdadeira vida, a gente não seja apenas eh eh uma fotografia esquecida. Não, hoje não é mais num porta-retrato, né? Mais num tablet, num computador, no celular, né? Mas que a gente seja lembrado como alguém que semeou o bem, que semeou o amor, que trouxe paz, que trouxe tranquilidade, que que a nossa companhia acarretou prazer, alegria. É nisso que a gente tem que pensar. Isso é evoluir, isso é crescer espiritualmente, mas não é também ficar cobrando do outro, como Emanuel diz aqui, não podemos viver a vida do outro, não podemos ficar nessa de viver dando lição de moral pro outro. Às vezes a gente estraga os relacionamentos porque fica só dando lição de moral, falando pro outro: "Ah, mas é para um filho, é para um amigo? Ah, mas você só vive na rede social. Ah, mas você colocou isso? Ah, não. Eu acho que isso aí você não devia ter, gente. Cada um é protagonista de sua história. A gente não pode viver a vida do outro, não. A gente precisa deixar que cada um viva a sua vida com os filhos. A gente ensina, a gente mostra valores éticos, morais, orienta. Ah, mas nós nunca vamos viver a vida de um filho. E ele tem o direito sagrado de escrever sua história, né? E se a gente fica tentando viver a vida do outro, como eu disse antes, a gente perde o tempo, perde

nós nunca vamos viver a vida de um filho. E ele tem o direito sagrado de escrever sua história, né? E se a gente fica tentando viver a vida do outro, como eu disse antes, a gente perde o tempo, perde tempo para crescer, para evoluir, para progredir. Então, eh, eu tinha uma frase aqui do filósofo Leon Deni, que eu gosto muito, que ele fala assim: "Temos a cris dálida do anjo, do ser radioso e puro que podemos vir a ser pela impulsão moral, pelas aspirações do coração e pelo sacrifício constante do eu." Eu gosto muito dessa fala dele. Nós vamos crescer à medida que aprendermos a sacrificar, a renunciar, a sacrifar, sacrificar esse eu que nós trazemos aqui dentro, tão cheio de orgulho, de vaidade. lembrar que o dia que nós tornarmos na nossa verdadeira vida, não levaremos os diplomas conquistados, não levaremos o pé de gri familiar, né, que as pessoas às vezes valorizam tanto. Não levaremos a nossa profissão a não ser o conhecimento adquirido com ela e o bem que a gente fez por intermédio dela. Mas não levaremos o Dr. pro outro lado, não. Do outro lado, nós encontraremos apenas na nossa consciência a indagar para nós mesmos o que fizeste da vida que te foi dada, como conduzistes a tua vida, qual foi o teu grau de crescimento, de avanço, de evolução espiritual. Então, que a cada dia a gente possa renascer com esse propósito de ser cada dia um pouquinho que seja melhor, de cada dia avançar mais no amor, na bondade, na caridade, no perdão, na compreensão, de deixarmos, de nos considerarmos os donos da verdades, da verdade, porque ninguém Ningém é dono da verdade. Cada um tem suas verdades. E aí não pode faltar poesia. Eu quero deixar com vocês um poema que o espírito um dia ditou a Chico Xavier. Esse espírito não se identificou, mas tem tudo a ver com essa reflexão que nós fazemos aqui hoje, eh, que diz o seguinte: "Esse espírito de Tuaico, esse poema, e eu quero que vocês reflitam muito sobre ele. Eu quero nascer de novo. Eu quero nascer de novo a cada dia que nasce. Eu quero ser outra vez

, que diz o seguinte: "Esse espírito de Tuaico, esse poema, e eu quero que vocês reflitam muito sobre ele. Eu quero nascer de novo. Eu quero nascer de novo a cada dia que nasce. Eu quero ser outra vez puro, cristalino. Eu quero lavar-me a cada manhã da poeira velha, das palavras gastas e dos gestos rituais. Eu quero reviver a primeira manhã da criação, o primeiro abrir dos olhos para a vida. Eu quero que a alma desperte como a rosa de um botão, ao sorriso dos teus lábios, ao gesto da tua mão. Eu quero engralar-me para a festa renovada que a cada dia me convidas. E levantar as asas, levantar as asas como a águia em demanda do sol. Eu quero que cada nova aurora seja a definitiva, a do encontro com a felicidade, a da permanência assegurada e a do teu sim, porque eu preciso do teu simitivo e apagasse, meus irmãos e minhas irmãs, todos os versos deste poema e ficasse tão somente esse final, porque eu quero e eu preciso do teu sim definitivo. Que que o espírito será que quis dizer? Eu, na minha humilde interpretação, é como se ele nos conclamasse a dizermos sim, sim para a vida, sim para o outro que caminha conosco. apesar dos seus defeitos, das suas limitações, daquilo que é tão difícil para eu compreender e aceitar, mas eu preciso ser capaz de amá-lo, apesar de e dizer sim, porque todos nós estamos aqui para crescer, para evoluir. Um, uns a passos mais rápidos, outros a passos mais lentos e outros até param a beira do caminho, mas precisam ser respeitados. Que Jesus, na sua infinita bondade e misericórdia nos ajude a cada dia da nossa jornada dizermos sim para todas as circunstâncias, mesmo adversas que fazem parte da nossa vida. Um bom dia a todos e muito obrigada. Bem, a gente vai acompanhando a poesia e vai se deixando levar, né? Até difícil voltar aqui com a com a palavra. Então, obrigado também a Regina pelas reflexões desta manhã, a todos que estão aqui presentes, fazendo essa corrente de energia, estamos aqui juntos, né, com o mesmo pensamento, com o mesmo a mesma

a. Então, obrigado também a Regina pelas reflexões desta manhã, a todos que estão aqui presentes, fazendo essa corrente de energia, estamos aqui juntos, né, com o mesmo pensamento, com o mesmo a mesma ideia de nos aprimorarmos, né? também agradecer todos que estão aqui eh nos acompanhando pela internet, diversas mensagens de bom dia, Maria Madalena, né, eh, agradecendo ela dizendo, agradecendo pelas palavras, né, a gente tem que pensar em ajudar, mas não levar a cruz do outro, né? Eh, ela compartilhando que passou a vida inteira fazendo errado, mas sempre a tempo para o discernimento, né? Obrigada Maria pela compartil compartilhamento. Mestra Branca agradecendo também pela reflexão. Precisamos nos fortalecer para ajudar os entes queridos. Caso contrário podemos compartilhar da mesma enfermidade e nos enfraquecer. Foco e força. Também mais agradecimentos e a Tina agradecendo, dizendo que as palestras da comunhão tem é uma resposta aos pidos de ajuda que ela tem feito aos céus, né? Então os céus realmente se utilizam de diversas formas e a palestra é uma delas, né? Regina eh frisou muito bem, a gente tá aqui recebendo passe, tá aqui recebendo boas energias e esse recebimento das bênçãos do alto, ela vai culminar ali no momento do passe posterior à palestra, né? Então, eh, fica o convite, inclusive, para quem tá aqui na internet que temos o o passe virtual. Mas antes de eh, indicarmos o passe, né, nós temos, eh, indicar aqui que estamos com a campanha do agasalho em vigência, né? A comão espírita de Brasil, ela acompanha cerca de 150 famílias e toda sexta-feira no projeto Mãos Estendidas nós temos 40 moradores, né, em situações de rua que também a comunhão faz o suporte, né? Então, nesse momento de frio, principalmente que Brasília, né, tem feito bastante frio nos últimos dias, estamos recolhendo, né, eh, o que for, né, o que você tiver lhe sobrando em casa, o que não tiver utilizando, o que não tá cabendo mais, seja o que tá pequeno ou grande demais, é uma oportunidade de tá sendo útil para outra

eh, o que for, né, o que você tiver lhe sobrando em casa, o que não tiver utilizando, o que não tá cabendo mais, seja o que tá pequeno ou grande demais, é uma oportunidade de tá sendo útil para outra pessoa. Então, a comunhão espírita tá com essa proposta, a gente pode entregar a as doações tanto noxerifado se tiver fechado na portaria. E daqui a dois domingos, né, no dia primeiro de junho, nós teremos a festa junina no abrigo nosso lar. O abrigo nosso lar, ele fica ali aqui em Brasília, né, no núcleo Bandeirante e já tem mais de 50 anos de existência. Eles fazem o serviço de acolhimento de crianças e adolescentes que estejam cumprindo, né, medidas de abrigamento, esperando, né, retorno ao lar ou indicação de um novo lar. Mas também tem um trabalho muito legal que famílias, né, crianças que vêm aqui paraa Brasília para fazer algum tratamento de saúde, o nosso lar também oferece, né, um um abrigo temporário para que a criança e a responsável ali que tá acompanhando a criança durante o tratamento tenha um local para ficar, né? Então é um trabalho muito bonito que acontece lá no abrigo nosso lá. E aí tem sempre a festa junina, que é a festa que vai angarear fundos para ajudar na sustentação da casa, né? E aí fala-se muito, né? Todo todo ano a gente vai lá com a família. Eu não conhecia, vim conhecer no abrigo, no nessa festa de no nosso lá, o famoso pastel de queijo com banana, né? E é uma eguaria que você vai ali vontade de comer a todo momento. Você tem que dar uma freada, né? A Mais Braga costuma também muito falar aqui na comunhão sobre isso. Então fica o convite, né, para quem é de Brasília e do entorno tá prestigiando a festa de no nosso lar e é uma forma muito legal de a gente tá se divertindo e também contribuindo com o abrigo. Mais uma vez muito obrigado a todos que estão aqui pela internet, os que estão aqui presencialmente e a Regina pela palestra desta manhã. E mais importante, agradecer novamente a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso guia, nosso irmão mais velho e nosso amigo, a

ue estão aqui presencialmente e a Regina pela palestra desta manhã. E mais importante, agradecer novamente a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso guia, nosso irmão mais velho e nosso amigo, a toda a espiritualidade que está se faz aqui presente, nos amparando, nos conduzindo na reflexão e alimentando pensamentos de esperança, de bom ânimo, para os desafios os que encontraremos ao sairmos daqui em nossa casa, em nosso trabalho, onde quer que estejamos. Que essas bênçãos do alto reverberem em nossos corações e que possamos multiplicar ela onde quer que estejamos, que possamos sair daqui fortalecidos nessa certeza de que não estamos sozinho e que Deus é o pai de todos nós. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da

ritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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