Evangelho no Lar • 23/11/2025

Mansão do Caminho 24/11/2025 (há 4 meses) 52:17 2,215 visualizações

Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, [música] nosso queridos amigos encarnados e desencarnados aqui presentes ou aqueles que vão nos ver no futuro. É um prazer estar aqui à frente novamente no nesse dia de domingo. Alguns assistirão hoje, outros no café da manhã de amanhã. Seja como for, é sempre um prazer estar no culto do evangelho online. Essa aqui é uma atividade do Centro Espírita E de Afonso Correia, uma entidade, uma casa espírita filiada à Federação Espírita do Estado do Paraná. Hoje nós temos a grata satisfação de termos aqui conosco a Tânia Menezes, que nós já vamos apresentar, e o casal Ima, o Caiubi e a Patrícia. Nós estamos aqui substituindo nossos queridos amigos Adriano que está em viagem, a nossa Kina também. Então a a Alessandra está nos apoiando no bec. Temos a grata satisfação de dizer que temos hoje juntamente a transmissão com o pessoal da mansão do caminho, essa parceria que já dura tanto tempo conosco, eles assistem, junta ao mesmo tempo nessa transmissão que é feito e também outros parceiros como a rádio espírita. Tá aqui, ó, momento espírito da rádio cidade, segunda a sábado, região metropolitana e rádio Tradição FM. Isso é a transmissão para todo o nosso programa. Tem a rádio de estudos, transmissão da Rádio Fraternidade, tem a de estudos espíritos lá de Manaus, enfim, nós temos todos esses parceiros que estão sempre conosco aqui, né? É sempre importante lembrar que aqueles de nós que queiramos trocar ideias, um diálogo fraterno, aquele onde nós vamos poder ter uma escuta ativa, aquele que tá preocupando conosco, inscreva-se no seguinte e-mail: seik@ceik.org.br. br, informe seu nome, telefone, aquele telefone que possa ter um acesso ao WhatsApp e que nós entraremos em contato com você, seja ele aqui online ou daqueles que estiverem aqui na nossa região, que possam vir lá na Avenida Viscon Guarapo 5434, no bairro Batéro aqui em Curitiba. É um prazer tê-los aqui. Enquanto nós vamos nos preparando, vamos deixar a água para ser fluidificada. E nós temos aqui a nossa querida Tânia,

a Viscon Guarapo 5434, no bairro Batéro aqui em Curitiba. É um prazer tê-los aqui. Enquanto nós vamos nos preparando, vamos deixar a água para ser fluidificada. E nós temos aqui a nossa querida Tânia, que é lá também, já que estamos transmitindo para mansão do caminho, nós temos alguém que é da mansão, né? Coordenadora do projeto Manuel Filomeno de Mirana, um estudo maravilhoso, muito relevante e também responsável pelo DI. Minha querida Tânia, seja muito bem-vinda. É um prazer tê-la aqui novamente conosco. Telefone é seu para o as palavras iniciais. Boa noite, Fernando. Boa noite ao casal. Boa noite à Alessandra que está aí dando esse suporte nos bastidores e a todos vocês que já estão neste momento conectados para mais um Evangelho no Lar, a TV Mansão do Caminho que auxilia nessa retransmissão e a todos os canais parceiros. E que nós tenhamos um excelente evangelho no lar hoje, domingo, dia que iniciamos a nossa semana. É sempre bom iniciar a semana com um evangelho. >> Verdade. Para receber você aqui, Tânia, nós temos o Caiubi e a Patrícia, esse casal super querido, o nossos nossos sobrinhos de coração. Boa noite, Caio. Boa noite, Pat. Boa noite. Boa noite, Fernando, Tânia, Alessandra, os espectadores que nos acompanham. Agradecer mais uma vez a oportunidade, o convite e desejar um ótimo evangelho a todos. >> Isso aí. Muito boa noite, Tânia, Fernando, eh, ao a Alessandra do Bec, muito obrigado pelo convite de estarmos aqui. O Evangelho no Lar Online sempre é especial, mas o de domingo é um pouquinho mais, no meu ponto de vista. justamente por termos convidados importantes, né? Então, obrigado, Tânia, por estar aqui conosco e vamos lá, muito que tenhamos momentos muito bons. >> Isso. Normalmente o Kaibi fica atrás das câmeras, ele trabalha lá como back, dá um suporte e hoje ele tá no front, hoje ele tá ali, né? Lógico, para ficar no fronte tem que trazer a esposa junto, que é quem vai dar aquele suporte para ele. Além deles, nós também temos aqui para receber você, Tânia, algumas

front, hoje ele tá ali, né? Lógico, para ficar no fronte tem que trazer a esposa junto, que é quem vai dar aquele suporte para ele. Além deles, nós também temos aqui para receber você, Tânia, algumas pessoas que eu vou pedir paraa Alessandra colocar aqui que já eh marcaram presença ali no chat. Então, nós temos aqui a a Ledi eh Santa Cruz, no Rio Grande do Sul, um grande abraço. Nós temos também Adelmo lá de Lauro Freitas na Bahia. Adia lá de Santa Cruz do Capiberib, mais lá no Nortão, né, lá em Nordeste, né, em Pernambuco. Seja bem-vinda também. Paulo Freitas, que é de Sorocaba, no estado de São Paulo. No Rio de Janeiro, a gente tem a Sandra, seja muito bem-vinda também. Mais um daqueles nossos companheiros que sempre estão aqui conosco, Orquim Mimo lá de Belém do Pará, ele tá sempre, ele não perde, ele tá aqui sempre junto conosco. Um grande abraço, Arquimo. Daí a a Tânia Mara aqui, ó, tem uma chará aqui lá de Cascavel, no estado aqui no nosso estado do Paraná. Nosso companheiro César Lousada hoje tá lá em Piracicaba. Tenho certeza que ele tá lá assistindo porque foi fazer uma visita pro pai. Ele sempre vai lá, fim de semana sim, fim de semana não, ele vai lá dar um abraço no pai. E aqui a Ângela Romano Só que ele tá um pouquinho mais longe, tá lá em Tisap, na Virgínia, nos Estados Unidos. Graças a essa conexão, fica tudo perto, de norte a sul, de leste a oeste, fica tudo muito bom, né? Nós vamos então pedir para o nosso Caiu B já direcionar os nossos pensamentos em prece nesse momento que iniciamos a transmissão desta segunda parte. Por favor, >> Jesus, nosso mestre. Amigos espirituais, agradecemos pela oportunidade da vida, pela oportunidade de estarmos aqui reunidos para aprender um pouco mais, para refletirmos um pouco mais sobre seus ensinamentos, sendo gratos pelas nossas vidas. pelas nossas oportunidades, pela semana que passou, sendo gratos pelas experiências que tivemos, por cada batalha, [música] cada aprendizado que nos tornou um pouquinho melhores e pedindo a Deus que nos ilumine, nos

ortunidades, pela semana que passou, sendo gratos pelas experiências que tivemos, por cada batalha, [música] cada aprendizado que nos tornou um pouquinho melhores e pedindo a Deus que nos ilumine, nos protejam durante mais esta noite, mais esta semana. E que esses momentos que teremos de reflexão nesse evangelho no lar online, que possamos aprender e terminarmos esse evangelho um pouquinho melhor do que quando começamos. Permaneçam conosco, nos iluminando, nos protegendo e nos [música] guiando. Que assim seja. Obrigado, Caio. O texto da noite de hoje, vamos pedir paraa nossa P fazer a leitura, por gentileza. Na luz da justiça, a justiça humana, com quanto respeitável, frequentemente julga os fatos que considera puníveis pelos derradeiros lances de superfície. Mas a justiça divina observa todas as ocorrências, desde os menores impulsos que lhes deram o começo. Identificaste os culpados pelas tragédias minuciosamente descritas na imprensa. No entanto, muitas vezes tudo ignoras acerca das inteligências que as urdiram na sombra. Viste pais e mães aparentemente felizes e vigorosos, tombarem na desencarnação prematura, minados por sofrimentos indefiníveis, mas não enxergaste os filhos inconsequentes que lhes exauriram as forças. Anotaste os companheiros que desertaram da construção espirit espiritual, perdão, censurando-lhes o esmorecimento e o recuo. Todavia, não te apercebeste dos amigos levianos que lhes exterminaram a tenra sementeira de luz no apontamento escarnecedor. Repro os que lhe os que se renderam à perturbação e à loucura, estranhando-lhes a suposta fraqueza. Entretanto, não chegaste a conhecer os verdugos risonhos do campo social e doméstico que os ficharam no cadastro do manicômio. Acusaste os irmãos que caíram em desdita e falência, classificando-os na lista dos celados? Contudo, nem de leve assinalaste a presença daqueles que os sitiaram no beco da aflição sem remédio. Não queremos com isso consagrar o regime da irresponsabilidade. Todos respiramos no universo ante a luz

udo, nem de leve assinalaste a presença daqueles que os sitiaram no beco da aflição sem remédio. Não queremos com isso consagrar o regime da irresponsabilidade. Todos respiramos no universo ante a luz da justiça. O autor de uma falta naturalmente responderá por ela. Nos tribunais da imortalidade, cada espírito devedor resgata suas próprias contas. No entanto, em todas as circunstâncias, saibamos semear o bem, esparzir o bem, sustentar o bem e cooperar para o bem, de vez que as nossas ações provocam os outros ações semelhantes e que se aquele que faz o mal é passível de pena, aquele que organiza o mal conscientemente sofrerá pena maior. Emanuel, justiça divina, capítulo 80. na luz da justiça. >> Muito obrigado, Pat. Minha cara Tânia, a microfone é todo seu, por favor. Mais uma vez os nossos cumprimentos a todos aqueles que estão acompanhando conosco neste momento e também aos que no futuro irão acompanhar este evangelho no lar. na luz da justiça. É interessante que às vezes nós nos questionamos se há justiça em diversos acontecimentos da nossa existência. Não sei se vocês já ouviram. É justo essa pessoa passar por esta condição, está atravessando esta dificuldade e aí nós não podemos estar distantes da do conceito que nós temos de Deus. Justiça divina. Essa justiça ela tem que estar integrada a este conceito de Deus. E a doutrina espírita, ela vem nos apresentar em relação a este conceito o que nós podemos ver, inclusive em o Evangelho Segundo o Espiritismo, que foi a terceira obra da nossa codificação, quando Allan Kardec apresenta o capítulo 5, que é intitulado Bem-aventurados os aflitos, podemos dizer que ele é o segundo maior maior capítulo do Evangelho, Porque o primeiro é o que é destinado às preces. E lá nós vamos ter eh na apresentação de Allan Kardec algumas bem-aventuranças. Bem-aventurados os que choram porque serão consolados. Aqueles que têm fome e sede de justiça, que serão saciados. Então, após a apresentação das bem-aventuranças, qual o primeiro tópico que Kardec vai

em-aventurados os que choram porque serão consolados. Aqueles que têm fome e sede de justiça, que serão saciados. Então, após a apresentação das bem-aventuranças, qual o primeiro tópico que Kardec vai estar descrevendo? justiça das aflições. Então, falar de justiça sempre nos remete às aflições, porque de fato sofremos. E aí no item quatro e no item cinco, Kardec vai trazer para nós causas anteriores das aflições, causas atuais das aflições. Na verdade, atuais ele começa primeiro no item quatro, seguindo das causas anteriores das aflições. Mas nós não podemos também estar pensando nas aflições sem apresentar o que Allan Kardec vai trazer em termos de questionamento sobre justiça. Lá na parte terceira de O Livro dos Espíritos, no penúltimo capítulo da parte terceira, que é o capítulo 11º da lei de justiça, amor e caridade. E aí na questão 875, Kardec vai indagar como se pode definir justiça e o que os benfeitores vão estar respondendo para nós. A justiça consiste em respeitar os direitos do próximo. E aí na questão que se segue, 875A, ele vai estar perguntando em que se baseia esses direitos. E aí os benfeitores falam de duas leis, da lei humana e da lei divina. Então, vejam que Kardec ele está trazendo em diversas referências essa questão da justiça, porque quando os benfeitores trazem da lei divina, ele vai trazer o que é a lei divina, justamente quando há essa abertura da parte terceira de O livro dos Espíritos na questão 614, que é lei divina ou lei natural, é a lei de Deus, a única verdadeira pela felicidade do homem. O homem só é infeliz quando dela se afasta. Então, vamos na justiça das aflições, vamos na definição de justiça, vamos na lei divino natural. Quando nós nos afastamos da lei de Deus, vamos viver as aflições. E quando nos deparamos com as aflições, vamos estar nos perguntando, mas por de fato eu estou atravessando neste momento, por esta experiência, qual é a necessidade de estar passando por tudo isso? E aí nós, em algumas circunstâncias ouvimos falar a respeito

rguntando, mas por de fato eu estou atravessando neste momento, por esta experiência, qual é a necessidade de estar passando por tudo isso? E aí nós, em algumas circunstâncias ouvimos falar a respeito desta justiça, mas será que tudo de fato é justo? E aí vem esse texto de Emanuel que vem trazendo para nós este nosso olhar humano que vemos as os fatos pela superficialidade. E é exatamente quando ele inicia este capítulo 80 do livro Justiça Divina, que ele vem trazendo para nós o olhar da superficialidade não traz para nós a profundidade por somente os benfeitores que estão atentos às nossas ações, aos nossos sentimentos, aos os nossos pensamentos, eles poderão saber de que ponto nós estamos agindo frente à circunstâncias. Porque se eu tenho conhecimento em relação à justiça divina, a reencarnação, a imortalidade da alma, a lei de ação e reação, então este conhecimento vai me indicar que tudo quanto eu fizer, que for prejudicial, aí vem no conceito de justiça, essa infração ao direito alheio, eu vou ter que responder em uma medida que seja diferente daquela pessoa que não tem conhecimento, daquela pessoa que de fato não ouviu falar, não acredita e para ela essa medida ela vai ser diferenciada. Nós podemos ter a mesma infração cometida por duas pessoas diferentes. A pessoa A terá uma medida pela justiça divina diferente da pessoa da pessoa B. Por quê? Porque vai entrar não o julgamento superficial, mas qual foi o sentimento que envolveu aquela ação praticada? como estavam os pensamentos diante daquela ordem, diante daquele comando. De fato, aí vem o próximo tópico que Emanuel vai tratar neste texto. Nós não sabemos o que por trás daquela ação reside em termos das influências espirituais, daqueles desafetos que vão agir como os nossos cobradores e quando eles agem, eles entendem que estão na sua razão. E estes atos não vão deixar de ser ressacidos quando nós nos comprometemos perante o tribunal divino. Porém, a medida será diferente porque eu tinha um comprometimento com aquele desafeto e

sua razão. E estes atos não vão deixar de ser ressacidos quando nós nos comprometemos perante o tribunal divino. Porém, a medida será diferente porque eu tinha um comprometimento com aquele desafeto e eu não busquei reatar os liames com ele. Então, quando eu li este segundo parágrafo da mensagem, que é justamente essas sombras ocultas que nos impulsionam a ação, eu me recordei lá de eh da obra Nos Bastidores da Obsessão, que é a primeira obra do espírito Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Essa obra foi publicada no ano de 1970. e trata de um enredo da família Soares. Lembrando que esses fatos eles se deram aqui em Salvador e José Titinga, ainda encarnado, junto com Manuel Filomeno de Miranda encarnado, prestaram atendimento a esta família por conta da obsessão que envolvia Mariana, a filha mais nova do casal, e o seu Mateus, que era justamente o indivíduo endividado, que era o pai da família, casado com a dona Rosa. E eles tinham seis filhos, sendo a Mariana mais jovem. E o que aconteceu no primeiro capítulo? Manuel Filomeno de Miranda vem descrevendo a ação destes desafetos que estavam empurrando, instruindo, orientando, induzindo o Senr. Mateus ao vício do jogo. Isso fazia parte de uma trama para que neste vício que iria está associando a bebida alcoólica, mais adiante ele tivesse uma briga, uma desavença, alcoolizado com um amigo no jogo e este amigo iria assassiná-lo. Então, o objetivo era justamente levá-lo à morte para estarem neste mesmo plano e continuarem a investida. E aí a gente pensa, mas aquele que seria o alvo do que cometeria o crime, ele estaria cometendo uma infração pela lei humana? Sem sombra de dúvidas. ele poderia ser preso ou ele poderia ficar impune perante a lei humana, mas perante a justiça divina ele também estava comprometido, mas houve uma indução que não significa que por conta dessa indução ele não criou um débito perante o tribunal divino. Então este débito criado, este débito, ele precisa de alguma maneira ser ressacido.

s houve uma indução que não significa que por conta dessa indução ele não criou um débito perante o tribunal divino. Então este débito criado, este débito, ele precisa de alguma maneira ser ressacido. E aí nós vamos pensar em quantas tramas estes espíritos que se encontram nestas zonas trevosas de sofrimento, eles não vão estar articulando para poder levar aqueles que são objeto da sua ação ao resultado que eles almejam. E com isso eles vão se utilizar de instrumentos para poder atingir aos seus objetivos. Os instrumentos eles terminam se comprometendo perante a lei. Este comprometimento vai gerar a aflição. Só que as aflições que nós vivemos nem sempre são decorrentes de causas anteriores. Então, às vezes nós passamos por dificuldades que são oriundas da presente existência. E aí nós voltamos ao texto de Kardec no capítulo 5to, no item três, no item 4, causas atuais das aflições, quando Allan Kardec vai dizer assim: "Quantos pais são infelizes com os seus filhos porque não lhes combateu desde cedo as má tendências? porque vai observar egoísmo, orgulho, vaidade e aí vai dizer: "Ah, é criança, vamos deixar lá". e não observando e agindo perante estes comportamentos, eles vão aprofundando estas ações e depois no futuro, que pode ser um futuro próximo, mas também pode ser um futuro mais distante, aí eles vão agir gerando as aflições. Isso foi do passado, não necessariamente, porque na verdade nós manifestamos aquilo que nós trazemos em nosso ser, no cerne do nosso ser, mas que vamos para um contexto da família que irá nos auxiliar a trabalhar aquelas nossas dificuldades. E se os nossos pais, os nossos educadores, aqueles que assumiram o compromisso diretamente de estarem a nos auxiliar, eles não vão investir nessa direção. Eu vou continuar neste comportamento, nesta atitude que vai gerar no futuro, próximo ou mais distante estas aflições. Então, vejamos. que diante das aflições, nós podemos pensar, ah, mas aquele pai também está passando por esta condição, porque ele precisava passar por esta

o, próximo ou mais distante estas aflições. Então, vejamos. que diante das aflições, nós podemos pensar, ah, mas aquele pai também está passando por esta condição, porque ele precisava passar por esta experiência, não necessariamente. que pode ter ajustado no mundo espiritual receber aquele filho ou aquela filha ao qual ele estava comprometido para poder auxiliar no aprimoramento daquele ser. Não necessariamente, porque é ah, não, é a justiça que vai atuar levando aquele filho com este comportamento para que através do sofrimento que eu vou atravessar diante dessa circunstância, ele está eh libertando-se daquele daquela dívida, daquele débito que foi contraído. Então, esta é uma questão que é mais profunda e que na nossa visão material nós não podemos estar fazendo tantas tantos aprofundamentos, porque nos faltam elementos para esta avaliação. Lembramos de uma narrativa do irmão X através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, que está no livro Contos e Apólogos, no capítulo terceiro, que é intitulado Justiça Divina. quatro jovens operários, eles desencarnam em um acidente. Todos eles receberam as as mesmas eh festividades, condolências no no trânsito de do sepultamento de cada um. E no mundo espiritual, cada um se apresentou para poder ver como seria o julgamento das ações que eles tiveram. O primeiro quando se apresenta, a sua aparência era de uma tonalidade pardacenta. E quando o que estava na condição de juiz começa a falar que ele deixou órfã viúvas que choravam diante do comportamento que ele tinha apresentado na sua existência, especialmente por se utilizar inadvertidamente dos recursos que o trabalho lhe oferecia. Então, nele precisava assumir todos aqueles débitos. De que maneira? Retornando e tentando levar até aquelas pessoas que ele havia prejudicado tudo quanto ele havia retirado delas. Eis que aparece o segundo operário. A sua tonalidade já era um pouco melhor na aparência do que o primeiro, mas ainda era cinzento. E o juiz começa a falar também do seu

anto ele havia retirado delas. Eis que aparece o segundo operário. A sua tonalidade já era um pouco melhor na aparência do que o primeiro, mas ainda era cinzento. E o juiz começa a falar também do seu comportamento, que onde ele trabalhava, ele lesou a fábrica, que era o seu lugar de receber os recursos para a sua sobrevivência. E a recomendação do juiz é que ele também precisaria retornar para uma nova experiência. para que ele pudesse refazer os caminhos e assim ele ficar quits perante o tribunal divino. Chega então o terceiro operário. Esse terceiro, ele já tinha um aspecto diferente em termos de luminosidade. já se vislumbrava na sua aparência uma um certo brilho, um certo vigor. E aí o juiz diz que ele de fato soube aproveitar as oportunidades que a vida lhe apresentou. ele foi eh atendendo aos compromissos, a ele tinha responsabilidade perante tudo que ele tinha assumido, mas que ainda era necessário que ele retornasse para uma nova experiência, só que com a diferença em relação aos outros, que ele tinha a possibilidade de escolher onde onde ele iria voltar e nas circunstâncias que lhe parecessem favoráveis. Chegou o último operário. Esse último operário, ele brilhava de tal forma que ele tentava esconder o seu brilho, mas ele não conseguia ofuscar a luz que ele amanava. E o que o juiz disse dele? É claro que em cada um que o juiz, eles estavam juntos para poder ouvir o que o juiz apresentava em termos de sentença. Então, quando o juiz começou a falar deste operário, os outros começaram a ficar é como se eles fossem eh se fechando, acanhados, porque só vinha elogios da conduta daquele operário que tentou ser humilde, tentou se apagar para que outros eh despontassem. Então, diante de todos os relatos em relação à sua vida, disse assim o juiz: "Agora você pode realmente avançar para esferas mais elevadas. Você não tem mais necessidade de retornar para uma experiência na Terra". Quando os outros ouviram esta determinação, ficaram com essa, mas por que ele tão apagado? Não tinha não tinha projeção. E

as. Você não tem mais necessidade de retornar para uma experiência na Terra". Quando os outros ouviram esta determinação, ficaram com essa, mas por que ele tão apagado? Não tinha não tinha projeção. E aí cada um começou a falar uma coisa a outra, que é o que Emanuel fala nesta página maravilhosa. É a nossa leitura superficial. nós de fato não eh encontramos eh não não encontramos indícios do que está no íntimo de cada um, porque a aparência inclusive pode não representar aquilo que em nós está na essência. Eu posso inclusive estar desenvolvendo uma série de atividades apenas pela aparência, mas no íntimo aquilo que eu estou fazendo, ai, mas eu já estou cansada, ai, mas vem aquela pessoa. No íntimo, eu não aparento, mas eu desenvolvo a atividade. O fato de fazer algo já me confere um valor por aquilo que eu estou fazendo. Mas onde vai pesar mais? Então, o desfecho para aquele operário foi que ele iria saros porque ele era valoroso em esferas mais altas. E isso muitas vezes causa até impacto em nós quando vemos, né, pessoas que vão se destacando pelas suas obras, pelo seu modo de ser mais simples, de ser mais humilde e que consegue agregar sem estar demonstrando a superioridade no que diz respeito à matéria. Então, encerra-se aquele julgamento e nós podemos perceber através desta página o quanto a justiça divina, ela sabe operar meticulosamente em cada uma das nossas ações. Nada fica impune perante o tribunal divino. E às vezes, como nós iniciamos a nossa fala em relação a tantos acontecimentos, tragédias, violência, assassinatos, aí a gente pensa, mas onde a justiça que não impediu que fulano não fizesse isso, que beltrano não estivesse? Mas existem existe uma ordem, uma organização que é o pai junto com a esfera destes benfeitores que estão nos direcionando sob o comando do nosso mestre Jesus. Então, não estamos em um barco a deriva, onde vamos estar fazendo ou deixando de fazer sem que no futuro não tenhamos as consequências da nossa ação. E aí vai Emanuel chegando ao final desta página

s. Então, não estamos em um barco a deriva, onde vamos estar fazendo ou deixando de fazer sem que no futuro não tenhamos as consequências da nossa ação. E aí vai Emanuel chegando ao final desta página dizendo que nós vamos resgatar aquilo que nós estamos fazendo. E aí pensamos no que a benfeitora Joana de Ângeles, ela nos traz no livro Liberta-te do Mal, que ninguém reencarna sem o objetivo psicológico da existência, que seja de refazer os caminhos que nós percorremos de maneira equivocada. Como é que nós vamos refazer os caminhos? com a oportunidade da reencarnação. Refazer os caminhos é a justiça divina que vai estar atuando, nos oferecendo uma nova oportunidade. Agora, todo este débito, ele pode ser amortizado com a nossa ação no bem, que é o que Emanuel vai trazer para nós. Ele diz semear o bem. Aí vai para a nossa reflexão. Nós estamos semeando o bem. Vamos pensar nesta semana que finalizou ontem. Qual foi o bem que eu semei? Ai meu Deus do céu, nessa retrospectiva, eu percebo que eu não semeiei tanto bem. Vamos ter que responder por isso, porque não podemos somente deixar de fazer o mal. É preciso também fazer o bem. Aí vem a outra palavra que Emanuel traz a respeito do bem. Esparzir o bem. É está a todo o contexto por onde nós transitamos. sendo estes semeadores do bem. E aí não poderíamos deixar de lembrar dos fundadores da nossa instituição Mansão do Caminho, os queridos tios Nilson de Souza Pereira e Divaldo Pereira Franco. Tanto bem espalharam o nosso querido Tiodi com esta possibilidade de levar a mensagem do evangelho aos continentes e com esta mensagem poder florescer a semente do bem. o nosso tio Nilson durante muito tempo ali na construção, na sustentação, na educação dos filhos, também lançando as sementes do bem. Mas tem outra palavra que Emanuel vai trazer para nós, que ele diz sustentar o bem. O que é esse sustento? Vamos pensar que quando nós erguemos um edifício, uma casa, nós precisamos de uma base que possa sustentar. Então esse sustento é justamente aquilo

que ele diz sustentar o bem. O que é esse sustento? Vamos pensar que quando nós erguemos um edifício, uma casa, nós precisamos de uma base que possa sustentar. Então esse sustento é justamente aquilo que vai dar a nossa sociedade a ética, a responsabilidade, a harmonia. Então, quanto mais bem nós fizermos, nós estaremos sustentando a harmonia. Se eu deixo de fazer o bem, eu não estou fazendo o mal. Mas se eu deixo de fazer o bem, eu estou também deixando de prover o sustento desta harmonia, desta segurança. E isso vai se ampliando. E por fim, Emanuel vai falar outra palavra que é cooperar com bem. Nós somos os trabalhadores. Não importa a hora que nós fomos convidados para o trabalho, se na 10ª hora, se na primeira hora, se na segunda hora. Mas quando nós formos convidados, nós teremos que dar continuidade à tarefa. Nós somos os agentes que estaremos fomentando com o trabalho, com a sustentação, com o esparzir. Então, que lembremos que somos semeadores, semeadores nas estradas da vida pelas quais estamos a trilhar. E observem, meus irmãos, nós não trilhamos sozinhos. Nós temos ao nosso redor o primeiro campo é a nossa família. Da família que se estende a vizinhança, da vizinhança que se estende para o trabalho, do trabalho que se estende para o contexto social. Então, que nós sejamos estes semeadores do bem. Porque a justiça divina, ela também vai atuar no sentido de eu fiz o bem, eu vou recolher o bem, eu fiz o bem, eu vou poder utilizar os meus créditos espirituais para poder auxiliar aquele familiar querido, aquela pessoa, aquele amigo que não está em uma condição favorável, mas que eu posso fazer a doação dos meus créditos para poder melhorar a condição do outro. E quem é o nosso grande modelo? É Jesus. Jesus que foi este grande exemplo de semeador do bem. O semeador que saiu a semear, o semeador que lançou diversas sementes ao solo das existências, como nós estamos a lançar. E quissá que estas sementes sejam sempre as sementes do bem? Sabemos que neste mundo de provas e

u a semear, o semeador que lançou diversas sementes ao solo das existências, como nós estamos a lançar. E quissá que estas sementes sejam sempre as sementes do bem? Sabemos que neste mundo de provas e expiações ainda reside um pouco do mal em cada um de nós. Mas eu tenho a certeza que com a nossa consciência desperta, este mal está cada vez diminuindo em cada um de nós. Então, para finalizar, eu diria a todos vocês, a, em primeiro lugar, para mim mesma, sejamos os semeadores do bem, sejamos aqueles que irão esparzir o bem. Sejamos aqueles que vamos sustentar o bem e que seremos os cooperadores do bem com a missão que recebemos de Jesus, porque somos cristãos. E o cristão fiel é aquele que busca cada vez mais seguir os passos de Jesus. Gratidão a todos vocês pela atenção, por este momento que para mim foi de muita emoção e gratidão a Deus pela oportunidade de estarmos com vocês iniciando esta semana, trazendo para o nosso mundo íntimo essa vontade de cada vez mais esparzir, semear, cooperar e sustentar o bem. Tânia querida, nós aqui agradecemos porque o texto maravilhoso e muito bem direcionado, esclareceu muita coisa, o público participou muito até, se me permite colocar antes da nossa prece final, pedir para Alessandra colocar alguns dos das das escolhas que ela fez aqui por nós da participação que foi muito muito efetiva, né? Oli, por exemplo, a justiça divina nada tem a ver com julgar e condenar, pois ela é misericordiosa. É isso mesmo, né? Se Deus não fosse misericordioso, imagine como estaríamos, né? Temos mais também a Helenice, a justiça divina não acusa, esclarece, não pune, educa. E o nosso papel é semear compreensão, indulgência, benevolência e perdão das ofensas. E estamos em linha. A Neusa coloca que a justiça divina vê além do que julgamos por nível. Observa os impulsos, as intenções. Semear o bem, sustentar o bem. Cada ação ressoa. E o nosso arquim aqui novamente está lá. Quando Jesus nos alerta para que não julgarmos as falhas alheias, está nos oportunizando e pensamos que não temos

ear o bem, sustentar o bem. Cada ação ressoa. E o nosso arquim aqui novamente está lá. Quando Jesus nos alerta para que não julgarmos as falhas alheias, está nos oportunizando e pensamos que não temos condições de vislumbrar a ação de uma forma geral. Você vê a participação dos nossos amigos tem sido muito gratificante para todos nós. E assim nós vamos agradecendo a Deus, nosso pai e vamos nos encaminhando para o final, pedindo que todos se mantenham um pouquinho mais aí que nós vamos fazer a prece de encerramento e já retornamos. Senhor Jesus, a nossa prece é da gratidão. Somos e estamos muito felizes por conta da possibilidade desta encarnação, do esclarecimento que a doutrina espírita nos dá, do consolo que ela traz para todos nós. Neste momento, quando o mundo está passando por certas dificuldades, agradecemos a possibilidade do aprendizado que [música] esta encarnação nos propicia. Rogamos a ti, irmão maior, que os dirigentes de todos os países da terra possam abrir seus canais mentais, facilitando assim para que os espíritos superiores tenham as condições necessárias e suficientes para trabalharem junto ao bem geral, encarnados e desencarnados para todo bem. de todos nós. Finalmente, Senhor Jesus, contamos contigo desde já para que tenhamos uma semana produtiva em nossas ações no bem. Dá-nos a tua paz hoje e sempre. Que assim seja, senhor. Muito bem. Passou super rápido. Estamos aqui curtindo e bebendo das palavras que a Tânia no nos trouxe. Aqueles nós que queiramos podemos assistir novamente no futuro, porque vale bem a pena. Cai B, Patrícia, os seus os seus boa noites para nossa Tânia. >> Obrigada, Tânia, pelas palavras, pela sabedoria. Foi muito rico e uma honra ouvi-la explanar e agradecer também pelas contribuições de todos no chat. Mais uma vez o convite ao Fernando e a Alessandra pelo bec e desejar uma ótima semana a todos. >> Muito obrigado, Tânia, Fernando, Alessandra. Eu vou ter que assistir essa esse vídeo novamente, esse evangelho novamente, porque teve alguns momentos

ra pelo bec e desejar uma ótima semana a todos. >> Muito obrigado, Tânia, Fernando, Alessandra. Eu vou ter que assistir essa esse vídeo novamente, esse evangelho novamente, porque teve alguns momentos que a Tânia falava que eu começava imaginar, começava a entrar numa linha de raciocínio, de repente eu voltava, já tinha perdido um pedaço. Eu prestava atenção de volta. Quando ela dava um exemplo, eu entrava naquele exemplo e voltava, perdia outro pedaço. Então, muito obrigado. Vou ter que assistir para pegar essas partes que eu acabei perdendo nas reflexões, mas foi muito rico. Muito obrigado. >> Que bom, Tânia querida, muitíssimo grato pela sua participação, a sua pronta resposta estar conosco. Fique muito à vontade para retornar sempre que quiser. Nós agradecemos ao convite formulado para estar nesta noite com vocês e pedimos a Jesus que permaneça nos acompanhando e trazendo esse vigor em cada um de nós para sermos os semeadores do bem. Muito obrigado. Nós que assistimos hoje ao Evangelho 2073, convidamos a todos que amanhã teremos o 2074 ou aqueles de nós que só podemos assistir o domingo, domingo que vem estaremos aqui novamente, se Deus assim nos permitir. Fiquem com Deus, uma excelente semana. Que o Senhor Jesus nos acompanhe em todos os instantes de nossa vida. Grande abraço. Até uma próxima oportunidade. Até mais.

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