Evangelho no Lar - #207
Evangelho no Lar - #207 Programado para o dia 18 de março de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 27, item 3, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, meu nome é Cláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. é uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. As nossas desculpas hoje pelo atraso. Nós tivemos um problema técnico, mas estamos felizes com a presença de todos. Bom, a Neila já está aqui, a nossa participação especial, né? Ela fará a explanação do Evangelho. Ela ela faz parte da equipe do atendimento espiritual e ela também é trabalhadora do Centro Espírita Paulo de Tarso de Trindade. Seja bem-vinda, Neil. Predicada. Boa noite a todos. Prazer estar aqui uma vez mais. Gratidão. Bom, eu vou fazer a leitura de uma mensagem do capítulo sete do livro Pão Nosso, psicografia do nosso Chico Xavier, editado pelo espírito Emânuel, a Semente. Em seguida, a Meila fará a nossa prece inicial. A semente. Quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão de trigo ou de outro, outra qualquer semente. Paulo, primeiro Coríntios, capítulo 15, versículo 37. Nos serviços da natureza, a semente reveste-se aos nossos olhos do sagrado papel de sacerdotisa do criador e da vida. Gloriosa herdeira do poder divino, coopera na evolução do mundo e transmite silenciosa e sublime lição tocada de valores infinitos à criatura. Exemplifica sabiamente a necessidade dos pontos de partida, as requisições justas de trabalho, os lugares próprios, os tempos adequados. Há homens inquietos e insaciados que ainda não conseguiram compreendê-la. Exigem as grandes obras de um dia para outro. Impõem medidas tirânicas pela força das coordenações ou das armas ou pretendem trair as leis profundas da natureza. aceleram os processos da ambição, estabelecem domínio transitório, alardeiam mentirosas conquistas, incham, incham-se e caem sem nenhuma edificação santificadora para si ou para outra. Não souberam aprender com a semente
s da ambição, estabelecem domínio transitório, alardeiam mentirosas conquistas, incham, incham-se e caem sem nenhuma edificação santificadora para si ou para outra. Não souberam aprender com a semente minúscula, que lhes dá trigo ao pão de cada dia e lhes garante a vida em todas as regiões de luta planetária. Saber começar constitui serviço muito importante. No esforço redentor, é indispensável que não se percam de vista as possibilidades pequeninas. Um gesto, uma palestra, uma hora, uma frase pode representar sementes gloriosas para as edificações imortais. Imprescindível, pois, jamais desprezá-las. Querido Jesus, que esse momento seja o momento de nós agirmos assim, Senhor, valorizando cada oportunidade como preciosas sementes. que esse momento de estarmos juntos, essa troca de informações, esse pensar no seu evangelho, Senhor, possa significar para nós que aqui estamos, seja onde for fisicamente no nosso Brasil, mundo afora, para aqueles que poderão acessar em outras ocasiões, seja o momento de nós recebermos luzes reconfortável. que estejamos, Senhor, os sentindo beneficiados como os seus discípulos quando se reuniam na casa de Pedro, casa simples para ouvir a palavra sobre a boa nova. Quantas bênçãos, quantas luzes, quantos ensinamentos. Que esses ensinamentos, que essa energia se espalhe cada vez mais, Senhor, aa apaziguando os corações que sofrem, reconfortando e orientando as mentes que decidem. Cuidas do ser humano, Senhor Jesus, do pequeno planeta Terra, e ajuda-nos a cada um daqueles que aqui habitamos a termos no nosso coração e na nossa mente a certeza de que nós devemos também fazer a nossa parte. Obrigada sempre por tudo. Que assim seja. Que assim seja, Mila. Vamos só verificar aqui, dar boa noite aos nossos amigos. Francisco, a Renata Cunha deixando o seu boa noite de Belo Horizonte, a Maria Lúcia Barbosa, de Goiânia, eh, Eren, Irene Alves, Estevan Figueiredo, Cásia, Benedita, a Sueli, e a Ana Mônica, olha, da nossa equipe do atendimento espiritual. Que bom,
ite de Belo Horizonte, a Maria Lúcia Barbosa, de Goiânia, eh, Eren, Irene Alves, Estevan Figueiredo, Cásia, Benedita, a Sueli, e a Ana Mônica, olha, da nossa equipe do atendimento espiritual. Que bom, >> gratidão. Francisco França também deixando o seu boa noite. A Neusa Maria está pedindo prece. Volta só um pouquinho, Toninho, que ela está pedindo prece para o seu filho, que está muito nervoso. Gratidão. É o nome dele, Luiz Fernando. Com certeza ele receberá. O Carlos Martins também deixando o seu boa noite, a Márcia Rizo que nos socorreu nesse momento. Muito obrigada Márcia, o João Batista que está sempre conosco, mensageiros alunos. Muito obrigada a todos por estarem conosco. Nós então vamos passar paraa Leila. Eh, nós estamos no capítulo 27, pedi e obtereis. E a Meila fará suas reflexões em relação ao item três, qualidade da prece. Nós pedimos para que todos possam participar conosco, dando a sua contribuição, deixando a sua pergunta e já agradecemos muito pela oportunidade bendita de estarmos juntos nessa noite de evangelho no lar. Gratidão, Neila, mais uma vez. Fique à vontade. >> Obrigada, Gláuscia. Eh, nós então vamos falar, como a Gláuscia disse, sobre eh é do capítulo 27, pediereis, qualidades, o item é qualidades da prece e na última quarta já foram tratadas algumas das qualidades da prece. A Gláusia disse: "Muito bem, é uma reflexão que nós vamos fazer. Nós vamos falar sobre uma parte do evangelho de Jesus, uma pequena parte, uma parábola que ele contou. Eh, eu acho que quem já já fez evangelização infantil, espírita, já participou da evangelização, seja como evangelizadora ou evangelizando, já topou com essa parábola, mas traz grandes eh ensinamentos, é pequenina. Então, assim, comentem aí também suas experiências, se você já tinha tido contato com essa parábola, o que que ela te ensina, né? vamos interagir, vamos assim dizer. Deixa aí suas considerações. Então, a gente já viu desse capítulo que a oração, né, deve ser feita num ambiente de recolhimento.
ábola, o que que ela te ensina, né? vamos interagir, vamos assim dizer. Deixa aí suas considerações. Então, a gente já viu desse capítulo que a oração, né, deve ser feita num ambiente de recolhimento. Isso Jesus nos falando, porque os primeiros itens de cada capítulo do Evangelho trazem alguma parte do evangelho de Jesus. Então, esse início, né, do qualidade da prece também é assim. Então, que a gente deve se recolher ao nosso quarto, ao nosso íntimo, né, para melhor fazermos a nossa oração, que não é necessário muitas palavras, né, mas sim que Deus sabe do que vai no nosso íntimo. E também aquela difícil tarefa, ele nos convida de de nos refazermos, de nos reconciliarmos com os nossos irmãos, né, antes de fazermos a nossa oferenda, antes de orarmos. algo que nós precisamos assim buscar continuamente, né, para que não existam desavenças na nossa caminhada e que estejamos agindo como irmãos em relação aos que nos cercam de fato. E hoje a gente tem sobre comentário o do Evangelho de Lucas, do dos itens, né, do capítulo 18, itens de 9 a 14, versículos 9 a 14. E eu vou ler, né? eh, pequena, como eu disse, e eu vou ler e vou fazer algumas considerações. Vou lendo e fazendo algumas considerações. Então, o primeiro ponto que é interessante aqui do Evangelho, quem estiver com o Evangelho Segundo o Espiritismo aí pode acompanhar no Evangelho. Ele começa assim, né, em Lucas também disse esta parábola alguns que punham a sua confiança em si mesmos. interessante. Ele já começa a dizer qual era o destino, né, desses ensinamentos que ele traria em seguida, como sendo justos e desprezavam os outros. Então, ela é uma parábola para ensinar aqueles que pretendem, né, tem a pretensão de serem melhores do que os outros menores prezarem os outros, seja lá em que situação for. E aí ele começa que dois homens subiram ao templo. A gente lembra que o templo de Israel, o templo de Jerusalém era no alto de uma colina, né, para orar. Faziam isso com frequência ou ir ao centro, ir à igreja, né, para
dois homens subiram ao templo. A gente lembra que o templo de Israel, o templo de Jerusalém era no alto de uma colina, né, para orar. Faziam isso com frequência ou ir ao centro, ir à igreja, né, para orar. E aí ele diz que um era fariseu e o outro publicano. E aí a gente lembra também aqui que lá no início do Evangelho Segundo o Espiritismo, na introdução, tem breves comentários sobre esses grupos, né? E exatamente esses o publicano e o fariseu estão lá descritos. Mas a gente, eu trouxe aqui rapidamente, não vamos nos demorar muito, mas sugiro que vocês voltem lá na introdução e olhem, né, todo o material. completo, porque toda vez que fala dos fariseus, toda vez que fala dos publicanos, se a gente tem em mente qual é a característica, né, desses companheiros, fica melhor para o entendimento do que Jesus está nos ensinando. Então, os eh o Evangelho conta que os fariseus são daqueles grupos, eram um daqueles grupos estudiosos, né, das escrituras, daqueles ensinos religiosos manuseados, difundidos à época de Jesus, que falavam desde Moisés, desde antes de Moisés, né, e daqueles assim muito rigoristas no cumprimento desses ensinamentos, desses mandamentos, dessas leis. porque eram leis que regiam tanto a vida religiosa quanto a vida civil deles. Então eles eram muito aferrados à prática do que estava ali orientado, a a prática exterior. Então eles eram contrários, muito contrários aos inovadores. Outra característica diz que eles eram tinham uma severidade quanto a ao aos a seguir esses preceitos, né, da das escrituras, mas ao mesmo tempo eles eram dissolutos. Então eles, vamos dizer assim, primavam por eh exigir de todo mundo uma conduta correta, criteriosíssima, que qualquer coisinha eles estavam dizendo que estava errado, estavam impondo os rigores da lei, né? Mas no fundo eles eram dissolutos, muito orgulhosos, né? E queriam eh muito tirar eh proveito de tudo isso com eles lidavam, né? do poder que tinham, da ascensão que tinham sobre as pessoas para proveito próprio. Então, era mais
lutos, muito orgulhosos, né? E queriam eh muito tirar eh proveito de tudo isso com eles lidavam, né? do poder que tinham, da ascensão que tinham sobre as pessoas para proveito próprio. Então, era mais ou menos aquele assim, olha, vocês têm que seguir esses preceitos criteriosamente, mas nós, né, somos um grupo à parte que a gente vai fazer de conta que segue, mas vocês não podem dizer muita coisa também. Então, muito, muito orgulhosos, muito convencidos de que sabiam tudo. Pra gente ter uma referência, a gente encontra em muitas ocasiões Jesus dirigindo-se aos fariseus ou os fariseus questionando Cristo sobre alguma circunstância. E muitas vezes eram situações assim eh bem corriqueiras do dia a dia para ver como eles estavam ali assim cuidando das das mínimas coisas, da observância das mínimas coisas. era como se eles fossem os fiscais da religião, da prática religiosa. Então, a gente vai encontrar, por exemplo, quando os os discípulos de Jesus colhem espigas de trigo, ele de eles dizem de de seu trabalho, né, de trabalho no sábado, de lavar as mãos, né, antes de comer, que os discípulos de Jesus não lavam as mãos, porque era um preceito daquela lei que deveriam lavar de tal forma, né? Então esse alguns pontos exigiam, perguntavam, questionavam muito, faziam perguntas aos discípulos, a Jesus, tentando fazer com que Jesus se contradisse. E a gente vai entendendo quando lê sobre eles, que é porque eles tinham essa aversão a qualquer mudança, a qualquer grupo que significasse perigo, vamos assim dizer, para aquilo que eles eh aproveitavam, se usufruíam com o status, né, que tinham, vamos dizer assim. Então, falado isso, a gente vê qual foi então segundo Jesus. Vejamos então que Jesus tinha a prática, chegou, ensinou, era simples, era direto, era franco, né? Não ficavam assim eh fazendo rapapés, bajulando esse ou aquele grupo. Nunca aconteceu isso, né? O Cristo sabia por estava aqui. Então, em muitas ocasiões, ele usava eh mencionava nas parábolas, nos seus ensinamentos, um ou outro
rapapés, bajulando esse ou aquele grupo. Nunca aconteceu isso, né? O Cristo sabia por estava aqui. Então, em muitas ocasiões, ele usava eh mencionava nas parábolas, nos seus ensinamentos, um ou outro grupo, no sentido exatamente de ensinar aquilo que não estava correto, né, utilizando o próprio povo daquela época. E nesse caso aqui é bem isso que acontece. Então, observemos como ele comenta que só referenda esse apanhado que o evangelho fez, como ele comenta trazendo a parábola sobre o fariseu. Vejamos o que que o fariseu fazia quando foi orar. Então, diz assim: "O fariseu, conservando, quem quiser acompanhar no evangelho, nós estamos lendo lá. O fariseu, conservando-se de pé, orava assim. Então, a própria postura dele, né, já era assim de não se curvar, de não fazer nenhuma reverência, né? Então, orava assim consigo mesmo. Observemos a fala dele. Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, né, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano, né? Lembra que tava o fariseu e o publicano ali, né? Eh, jejo duas vezes na semana, dou o dízimo de tudo que possuo, né? Então, que que ele tá passando com essa essas considerações, com essa oração dele, né? Quando ele fala que ele não age como os outros homens, ó, não ser, graças por não ser como os outros homens, ele está se colocando no nível acima de todas as pessoas, melhor que tudo, né? com muito com muito orgulho, não é isso? Ele tá se exaltando num nível muito muito alto. Coloca-se acima inclusive do daquele que está ali. Ele é tão direto que ele tem o outro orando ao seu lado. Ele não tem a delicadeza de nem mencionar aquela pessoa, não. Ele fala dos outros, de todos os homens e nem desse publicano, porque os outros homens são impuros. que os outros homens têm n deficiências, né? E é claro, quando ele fala e nem desse publicano, nem o publicano ali que tava junto com ele se salvava nessa de ele considerasse melhor que todos, né? Então é uma postura extremamente arrogante, né? Muito eh destaca, ele destaca suas
esse publicano, nem o publicano ali que tava junto com ele se salvava nessa de ele considerasse melhor que todos, né? Então é uma postura extremamente arrogante, né? Muito eh destaca, ele destaca suas qualidades ali também. Então é alguém que tá se considerando assim, se dirigindo ao criador como assim? Olha, eu tô aqui falando que eu tô aqui agradecendo por eu porque eu sou desse jeito, né, num nível assim muito arrogante, poderíamos assim dizer, né? Então essa a postura do fariseu, segundo Jesus, nesse comentário, né, nessa parábola. E o outro é o publicano. E quem é o publicano? Lá vamos nós de novo, né? O publicano era alguém que aquela época não era não era muito quisto na sociedade, porque eles eram encarregados, os publicanos eram encarregados de cobrar os impostos, tanto os impostos que eram pagos eh pela pela pelo povo, né, de Jesus, quando chegaram os romanos, eles já pagavam vários impostos, mas principalmente os impostos que pagavam pelo domínio romano. Então, Roma controlava, né, controlava tributariamente, permitia que a religião prosseguisse, colocava uma um posto de vigília, vamos dizer assim, administrativo ali para superentender aquelas pessoas, mas cobrava altos impostos e o povo era muito contrariado com esses impostos. Então, como eles não podiam deixar de pagar, não podiam eh se revoltar contra os romanos, porque os romanos tinham chegado ali imposto pela força, eles se chateavam com os cobradores de impostos. Então, os publicanos não eram nada bem quistos. E nessa cobrança de impostos acontecia também, segundo o evangelho, de muitas vezes ele eles se enriquecerem, né, de forma incorreta, ali, usurparem-se daqueles bens que estavam recolhendo e terem então vidas assim principescas também, né? E as pessoas também não viam isso com bons olhos. Então eles eram, poderíamos dizer, desprezados, desconsiderados em função do do cargo que exercia a maioria deles, mesmo que entre eles tivessem aqueles que tinham que tivessem boa índole, né? E a gente vai lembrar
m, poderíamos dizer, desprezados, desconsiderados em função do do cargo que exercia a maioria deles, mesmo que entre eles tivessem aqueles que tinham que tivessem boa índole, né? E a gente vai lembrar então dos dos eh publicanos, lembrando que Jesus sempre disse que ele não veio para os sãos, que ele às vezes, e os fariseus olhavam isso muito a contragosto, ele numa certa ocasião foi jantar na casa de Zaqueu, que era um publicane. E os fariseus fizeram o maior escândalo, considerando que ele estava indo comer com pecadores, né? Então, era assim que eles os consideravam. Outro publicano que esteve muito próximo de Jesus foi Mateus, né, que era Levi e Jesus o convidou para ser discípulo. Hoje nós temos inclusive o Evangelho de Mateus que resulta dessa caminhada aí, né, do que ele deixou registrado sobre a vinda de Jesus entre nós. Então, esses os publicanos, essas pessoas que não eram muito bem vistas aquela ocasião, mas observemos como Jesus escreve a ação desse publicano, né? Agora, então, ele já comentou dos do fariseu, que é alguém orgulhoso, que que fica tentando vivendo só de aparências, né, que a gente leu, mas agora ele vai falar como vai ser a oração do publicano. Vamos ver. Então ele diz assim: "O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava sequer erguer os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo, então olha a diferença. Ele nem levantava os olhos. O outro tava lá todo impertigado, né? Meu Deus!", ele falava, batia no peito, dizia: "Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador". Então, olha Jesus trazendo, mesmo que aquele homem fosse um cobrador de impostos, mal vistos pela sociedade, naquele momento de oração ali, ao menos, ele estava demonstrando a humildade, né? Ele estava se colocando pequeno ante o criador, né? Não fazia referência a ninguém mais ali à sua volta, mas pedia a Deus que perdoasse, porque ele ainda tinha muitas deficiências ainda, né? E aí então a gente observa que eh a distinção entre eles, né, é que o fariseu, Jesus traz o fariseu como uma
olta, mas pedia a Deus que perdoasse, porque ele ainda tinha muitas deficiências ainda, né? E aí então a gente observa que eh a distinção entre eles, né, é que o fariseu, Jesus traz o fariseu como uma pessoa muito orgulhosa. E o publicano, mesmo sendo alguém, né, que tem deficiências, que tem fragilidades, que tem perfeições, se reconhece, age com humildade, né? E a conclusão que Jesus traz, né, que que ele faz? Ele diz que aquele aquele último, no caso publicano, que ele voltou paraa casa justificado, né? Ele fala: "Declaro que este voltou para sua casa justificado e o outro não." Ou seja, esse último fez a oração da forma correta. E a gente lembra que ele tá falando num momento de oração, mas isso se aplica, né? segundo o ensino de Jesus, a qualquer situação em que eles estivessem vivendo. A postura seria essa, de não se exaltar em relação ao ao outro, né, aos outros, aos irmãos, aqueles que estão à nossa volta, mas sim de nos entendermos como iguais, de precisarmos de ajuda uns dos outros, de ajudar, porque nós também precisamos de ajuda. Então esse ensinamento não é só referente ao momento da oração. Claro que no momento em que nós estamos numa conversa mental com o criador, com os espíritos superiores, com o Cristo, se nós nos colocarmos numa posição de conscios que nós precisamos receber o que achamos que temos direito e pronto, nós estaremos muito em contra a todo o ensino de Jesus, né? nós não estaremos utilizando em nada da humildade e por consequência nós vamos dizer assim, nós vamos eh ter a nossa oração atendida. a, o Pai sempre considera o que já sabemos, como sabemos, né, para o cuidado conosco. Certamente, se nós nos consideramos necessitados de aprendizado ainda de crescimento e nos colocamos como filhos que entendem a grandiosidade do pai, isso vai se dar de uma forma, né, o atendimento, a noção do do ensinamento que recebemos, da ajuda que recebemos, vai ser certamente muito maior, né? Então, esses esclarecimentos, eh, o eu trago aqui também sobre o orgulho, é, são também
tendimento, a noção do do ensinamento que recebemos, da ajuda que recebemos, vai ser certamente muito maior, né? Então, esses esclarecimentos, eh, o eu trago aqui também sobre o orgulho, é, são também ensinamentos referentes ao orgulho, uma postura que nós devemos tentar eliminar o máximo da nossa caminhada. Então, a gente tem aqui eh do elucidações evangélicas, ele é só dois, uns três pedacinhos aqui que eu vou ler. Então, no primeiro ele diz assim que o orgulho, eh, no orgulho tem o homem o seu mais encarnecido inimigo. E por isso que Jesus destaca tanto essa distinção entre a atitude do fariseu e do publicano naquele momento. um extremamente orgulhoso e o outro, né, o com agindo com humildade. Então ele ainda esclarece assim: que merecimento podemos ter perante o Senhor, ainda que ser sejamos rigorosos no cumprimento da lei, se nos julgamos superiores ao nosso irmão? E a gente pode abrir um parêntese e dizer assim: "Isso vale pra gente pensar na nossa postura no centro espírita, na igreja que nós participamos. Será que muitas vezes nós eh considerando que nós conhecemos, nós sabemos o que fazer ali, nós já entendemos mais do conhecimento do Evangelho, né, do Novo Testamento ou do Evangelho de Segundo Espiritismo ou de outra obra básica no centro espírita. E a gente não nos colocamos como superiores, como orgulhosos em relação, por exemplo, a aquele que chega, desconhecedor de tudo, né? Vale a gente fazer esse questionamento. Jamais eh utilizarmos, usarmos de eh uma postura orgulhosa, porque nós não vamos fazer dessa forma a acolhida conforme Jesus espera de nós, né? para aqueles que ele mesmo nos envia. Então ele diz ainda assim: "Julgando-nos superiores ao nosso irmão, pecamos contra a caridade, que é exatamente o cuidar do outro, entender o outro como irmão, fazer ao outro como gostaríamos que nos fosse feito, né?" E aí ele diz assim: "Pois que sejam quais forem as aparências, por muito miserável, culpado até que pareça, pode ele, o irmão no caso, ter puro coração."
tro como gostaríamos que nos fosse feito, né?" E aí ele diz assim: "Pois que sejam quais forem as aparências, por muito miserável, culpado até que pareça, pode ele, o irmão no caso, ter puro coração." É o que aconteceu com o publicano, né? Aparentemente era alguém que vivia eh aproveitando-se daquela situação, era alguém eh odiento, né, pros demais, porque ficava cobrando impostos para Roma. Mas ele apresentou um coração puro, né? Pode quando menos possuir a humildade que ele permita uma justa apreciação de si mesmo, né? E dessa forma ele vai ter condições de reprimir o mal, né? Agora o publicano não voltou para casa justificado, porque ele ele não não foi nada eh tranquilo, acolhedor com o irmão, foi orgulhoso, né? Então foi snob. Então ele não votou nada assim, ele não cumpriu com aquilo que seria a necessidade, né, que a oração busca como qualidade. Então aquela oração ficou, vamos dizer assim, ficou a dever. Volto a dizer que o criador sabe avaliar-nos por todas as intenções que temos e por todo o conhecimento que apresentamos. Mas se há uma coisa que devemos é reconhecer a grandiosidade do criador e com orgulho nós não vamos por esse aspecto, né? Então ele não foi justificado porque ele foi orgulhoso, faltou com caridade para com os seus irmãos, né? O o fariseu assim agiu, né? Então, em vez de fazer arte de humildade perante o Senhor, uma vez que ele tinha também tem faltas, quem de nós não tem faltas e precisa de corrigenda, precisa de ajuste? Então, nós precisamos nos lembrar disso, né? Então, eu falava que essa esse texto, essa parábola é para todas as ocasiões e não só para eh os momentos de oração, porque nós na nossa vida em sociedade ainda trazemos muitas características que indicam o orgulho muito presente em nossa conduta, em nossos pensamentos, em nossos atos. Então, é essa parábola, poderíamos dizer assim, é uma ocasião em que Jesus ensina sobre a oração, mas é uma ocasião também, assim como em todas aqueles que Jesus nos ensinou, deixou registrado,
atos. Então, é essa parábola, poderíamos dizer assim, é uma ocasião em que Jesus ensina sobre a oração, mas é uma ocasião também, assim como em todas aqueles que Jesus nos ensinou, deixou registrado, uma ocasião de considerarmos eh a nossa, como deve ser a nossa conduta, se nós queremos ser caridos, se nós queremos cumprir os mandamentos, né, os mandamentos da lei, o amar a Deus, sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. É humilde aquele que entende, que aceita, que reconhece, que compreende a grandiosidade do criador. E nessa postura de humildade, sabe que deve agir também com humildade em relação a todos que o cercam, seja quem for, que jamais deve sentir-se superior a qualquer um daqueles que está à sua volta. E isso não exenta aquele que tem um cargo, por exemplo, de chefia. ele tem que saber eh utilizar essa esse posto, esse cargo de forma a que mesmo assim ele passe aos seus subordinados a noção de que ele os conduz, ele os orienta, ele eh esclarece toda a tarefa a ser realizada, mas não está ali numa condição de alguém que é intocável, que não erra também, né? que não precisa de ajuda daquele seu subordinado, sim, em quantas e quantas eh ocasiões, porque estão ali para aprender juntos e também aqueles que estão na condição de subordinados, né? Assim, ter alguém que os comanda não significa que eles são alguém que tem menos valor do que aquele outro, né? Então, que a gente tenha isso na nossa mente. E aí eu trouxe aqui também para finalizarmos um texto do livro Vivendo o Evangelho, volume dois. E aí, e aqui é interessante, eu achei muito interessante esse texto e vou compartilhar a razão com vocês, porque ele fala, o André Luiz aqui fala eh da nossa oração, ajudando-nos a perceber, será que a gente em muitas ocasiões quando oramos a gente não tá meio orando como o fariseu? Eu acho que ela tem bem esse cunho. Quer ver? Prestem atenção e vejam. E como o ensinamento, né, fecha, é referente a esse item três. Então, vou lê-la como encerramento da minha fala.
como o fariseu? Eu acho que ela tem bem esse cunho. Quer ver? Prestem atenção e vejam. E como o ensinamento, né, fecha, é referente a esse item três. Então, vou lê-la como encerramento da minha fala. Observe, você rende, é o título, é o capítulo 308 desse volume. Longe é o nome, você rende graças a Deus por não ser um daqueles que ainda se entregam aos enganos. Não foi o fariseu que ficou falando, né? Eu agradeço porque eu não sou como, né? Vejam quais são os pontos que a gente faz assim também. Não é o ladrão que você detesta, não é o desajustado que você não ajuda. Não é o mentiroso que você despreza. Não é o desonesto que você não desculpa. Não é o bandido que você acusa. Não é o hipócrita que você não perdoa. Não é o adúltero que você condena, não é o avarento que você não releva. Não é o injusto que você censura, não é o desorientado que você não entende. Então, a nossa oração, quantas vezes, ai, graças a Deus, vocês lembram quando a gente faz assim, graças a Deus, eu não sou assim. E aí a gente tá, né, se lembrando de alguém com necessidades, alguém que não entendeu algo do caminho ainda. Olha como ele finaliza. Então você faz da prece um discurso de gratidão porque está distante das imperfeições mais graves. Contudo, menusprezando os que ainda se debatem na armadilha dos erros, não percebe que por orgulho e egoísmo também está muito longe do amor e da caridade. Vou ler hoje um parágrafo. Contudo, menusprezando os que ainda se debatem na armadilha dos erros, não percebe que por orgulho e egoísmo, também está muito longe do amor e da caridade. Que nós nos esforcemos por combater em nós o orgulho e o egoísmo, essas, como dizem os espíritos, chagas, né, da humanidade. E que nós aprendamos a conviver com mais fraternidade e humildade uns com os outros. Boa noite a todos. Muita paz. >> Muito obrigada, Neila. Excelentes reflexões. E uma pergunta, né, que fica para cada um de nós. Será que nós reconhecemos essa necessidade de trabalharmos a humildade? em que momentos a gente se
az. >> Muito obrigada, Neila. Excelentes reflexões. E uma pergunta, né, que fica para cada um de nós. Será que nós reconhecemos essa necessidade de trabalharmos a humildade? em que momentos a gente se depara com situações que a gente recua, reflete e a gente coloca em ação a nossa boa vontade de aprender e de sermos humildes, que é diferente de nós faltarmos com a verdade, né, com esses ensinamentos de Jesus. E aí, recordando ela que a humildade ela vem do latimos, né, que é terra, que é a primeira virtude que nós temos que trabalhar, a primeira virtude. Porque o que adianta a gente conquistar tantas virtudes, mas a gente continuar ainda orgulhoso? Porque o que que é essa humildade? É reconhecer a nossa pequenez, né? E eu quero ressaltar, olha, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. >> Ah, sim. É a parte final você, >> eu gostaria que você comentasse a respeito ainda. >> Ah, sim. Comento. Eu não, eu falei só do do da questão de não justificado, né? É. Aí Jesus finaliza com esse aspecto. Por quê? Porque aquele que se exalta aqui, né, está ou até sente se exaltado aqui, está no mundo, vamos dizer assim, das formas. é é o reconhecimento, eh, a elevação, geralmente no mundo material, eh, ter o considerar que tem o poder nas mãos e isso tudo é transitório, né? Então, aquele que que se fixa no orgulho, na na assim na no querer o poder, no quererse eh ser maior que o outro, está agindo de forma falseada. Então isso tudo vai desmoronar com o processo eh reencarnatório, desencarnatório. E aquele que, ao contrário, se submete à vontade do criador, que vence as suas tarefas, né, com dignidade, que vence as suas lutas de forma serena, confiante, de que melhores momentos virão, né, conforme nos orientam as bem-aventuranças, esses encontrarão melhores circunstâncias no plano espiritual. Por que não dizemos até aqui, por que aquele que não está esperando o aplauso dos outros, né, e tratando em tudo por esse aplauso para se considerar melhor, ele
res circunstâncias no plano espiritual. Por que não dizemos até aqui, por que aquele que não está esperando o aplauso dos outros, né, e tratando em tudo por esse aplauso para se considerar melhor, ele vai lidar nas circunstâncias da vida com muito mais tranquilidade. as dificuldades que surgirem vão são vão ser encaradas com mais naturalidade, porque ele não sente como sendo alguém que está perdendo isso ou aquilo, alguém que não vão ver mais daquele jeito, né, que consideravam antes, porque ele lida naturalmente com isso. O as dificuldades são fases do caminhar, né? Aquele que olha eh o mundo com humildade, com simplicidade, vai entender que a vida é comandada pelo criador, que ele sabe muito mais que nós. Não vai considerar que nesse ou naquele momento a gente eh está com a bola e a gente que dá as cartas, né? ao contrário daqueles que muitas vezes se consideram eh privilegiados ou que alcançaram alguma coisa eh notória aqui entre nós e no fundo por é só aquela circunstância isso tudo desmorona. Então é preciso cultivar as verdadeiras, as virtudes reais, as virtudes da alma, né? E não eh ficar eh querendo usufruir de poderios em relação ao aos demais. que ser melhor que o outro, explorar o outro, né, para estar em maior destaque. Então isso é transitório. Não, não foi disso que Jesus falou quando veio aqui. Ele falou de fraternidade, de união, de amor, né, de amor verdadeiro, né? Excelente, Meil. Muito obrigada. Eh, em se falando de prece, de orar, nós estamos num momento muito singular em que nós necessitamos, eu tenho uma diretora que ela fala que nós precisamos mais de rezar do que de alimentar, de que comer. Ela fala desse jeito, ela não é espírita, >> sabe? Adiro muito a postura dela. Mas no livro dos espíritos, nós temos a questão 65. que é justamente, aliás, vou deixar a 658 e pegar a 659. Qual é o caráter geral da prece, né? É um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, se aproximar dele e colocar-se em uma comunicação com ele. Pela prece pode se propor três coisas:
8 e pegar a 659. Qual é o caráter geral da prece, né? É um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, se aproximar dele e colocar-se em uma comunicação com ele. Pela prece pode se propor três coisas: louvar, pedir e agradecer. Será que a gente consegue louvar a Deus ou será que nós estamos só pedindo? E o agradecer. E olha, Leila, a questão 663. Eu gostaria muito que a gente conversasse a respeito dela. Olha, as preces que fizemos por nós, que fazemos por nós mesmos, podem mudar a natureza de nossas provas e desviar-lhes o curso. Ah, olha, nós temos que se, eu não sei, eu não sei a não sei de qual é a resposta, de jeito nenhum. Mas assim, o que a gente que a gente sabe é que nós temos tribulações a serem, né, eh, passadas aqui. Por quê? Porque quando a gente reencarna, nós fazemos um planejamento reencarnatório e isso inclui, né, o tipo de caminhada que nós vamos realizar aqui. Seria mais ou menos como falar assim: "Olha, você vai transitar, você vai fazer uma viagem, você vai fazer uma trilha, você vai transitar por um terreno que tem mais pântano ou mais água, né, ou é mais seco, mais desértico." Então, o nosso planejamento reencarnatório vai ter, com a ajuda dos espíritos superiores, claro, vai trazer aquilo de que nós necessitamos na caminhada, né, os aprendizados. Então, seria como se a gente tivesse seguindo o mapa e tem uma coisa que você precisa resolver e aí seguir em frente e você pode resolver, demorar muito tempo, mas você tem que resolver num determinado momento e seguir em frente. Então nós estamos nesse processo reencarnatório assim, aprendendo com aqueles pontos que surgem na caminhada, né, trazidos pela família, trazendo para alguma coisa no trabalho, alguma ocorrência na vida, na vida social, sempre assim. Então, quando nós oramos, quando nós oramos, vejamos se o se nós temos a a o aprendizado diz dos exercícios que precisamos fazer. né? Então, quando nós oramos, se nós pedirmos que esses exercícios não aconteçam, nós não vamos realizar o aprendizado suficientemente. Seria igual
aprendizado diz dos exercícios que precisamos fazer. né? Então, quando nós oramos, se nós pedirmos que esses exercícios não aconteçam, nós não vamos realizar o aprendizado suficientemente. Seria igual um aluno na escola falar assim: "Não, eu quero passar de ano, eu quero ir estudando, mas eu não quero fazer prova testando o que eu já sei de forma alguma". Não seria assim? E todos nós entendemos que o aluno precisa ser testado, pois nós também enquanto espírito no processo reencarnatório também as ocorrências na família, no trabalho, todas que nos acontecem tem o cunho de ajudar a nossa nosso crescimento, nossa melhora moral. E a paz, então não adianta rezar, né? Nós vamos falar assim, então não adianta rezar porque nós temos que passar mesmo por aquelas situações aí que nós estamos incorretos. Se pensarmos assim, a oração não vai afastar, não vai evitar, não vai trazer pro nosso caminho, por orarmos que nós não vamos enfrentar dificuldades. Mas o que que ela vai fazer? Nos conectando com o criador, nos conectando com a ajuda espiritual dos amigos espirituais que nos secam e a quem nós recorremos, Jesus, né? exercícios elevados que já conhecemos nominalmente ou não, o nosso espírito protetor. Então, quando nós recorremos a eles, quando nós abrimos o nosso coração nessa busca de energias eh criadoras, vivificantes, né, que nos reabasteçam, vai acontecer exatamente isso. nós vamos nos sentir melhor preparados para lidarmos com esses exercícios que vierem, né? Por mais que eles sejam difíceis, então nós vamos estar mais tranquilos para lidar com as ocorrências da nossa caminhada. Aí pergunto, será que isso não é melhor do que se a gente não orasse? Claro que é, não é? Então é como se a gente dissesse assim: "Olha, eh, o caminho é pantanoso". Mas quando eu oro, eu vou em perceber melhor em que lugares eu piso para não ter tanta dificuldade com a lama e com a chuva que eu vejo ali naquele caminho. Certo? Excelente, Mila. É isso mesmo, porque quando a gente faz a prece, nós rogamos
hor em que lugares eu piso para não ter tanta dificuldade com a lama e com a chuva que eu vejo ali naquele caminho. Certo? Excelente, Mila. É isso mesmo, porque quando a gente faz a prece, nós rogamos o amparo e a presença da espiritualidade para nos envolver, nos intuir. Às vezes a gente vai tomar uma decisão que ela vai piorar, agravar a situação. Com a prece nós recebemos sugestões, >> intuições, para que a gente repense >> e tome uma decisão que seja melhor. E outra questão também, a questão de passar pelas dificuldades e ao invés de de buscar a resignação, a obediência, como bem nos traz o evangelho, a gente passa reclamando, com revolta, nós mesmos é que vamos agravando a situação, porque depende muito do olhar. Exato. >> Eu e a Nel podemos passar por uma situação semelhante, um desafio semelhante. Mas depende muito do meu olhar, da minha vontade, do da minha percepção que o que que eu posso aprender com a situação. Agora, se eu cair na no questione, na revolta, eu vou agravar e muito. E ao invés de passar por uma situação que ia demorar pouco, eu posso arrastá-la, não é mesmo? Eh, seria como se a gente pensar assim, eu vejo o caminho, o caminho é pedregoso, é cheio de espinhos, aí eu penso, eu vou sentar, né? Tem posturas de eu vou sentar na beira do caminho e ver se se resolve só. E a postura seria exatamente o contrário. O que que eu posso fazer? Como é que eu posso? como Deus, como os mentores amigos podem auxiliar-me para que esses espinhos não firam tanto, para que eu consiga tirá-los, né, desse caminho, para que não haja tanta lamaaceira quando eu for passar. E quando nós vamos percebendo que quando nós nos dispomos assim a percepção de caminhos, como a Gláuso disse, a intuição nos sugerindo como agir, vai se fazer muito melhor. Porque que nós olhando apenas para o momento presente, para a dificuldade com que nos deparamos, sem essa percepção de que somos cuidados todo o tempo, que é um exercício que estamos fazendo, faz com que a gente se desconecte, né, Gláuscia,
ento presente, para a dificuldade com que nos deparamos, sem essa percepção de que somos cuidados todo o tempo, que é um exercício que estamos fazendo, faz com que a gente se desconecte, né, Gláuscia, muito do cuidado desses amigos maiores. E a oração, olha aí, a oração surge exatamente como sendo o reabastecimento desse vínculo que precisamos com aqueles que nos direcionam no bem. Lembrando que a gente nunca está só, nunca está abandonado, seja em que circunstância for. Vai, n que nada, nunca percebi das dificuldades. Eu tenho até dificuldade de orar. Que que acontece? Por isso mesmo, porque nós começamos a olhar tanto para aquela dificuldade que a gente diz assim tapa os circuitos de conexão maior com eles e eles não vão nos impor, não vão nos direcionar como marionetes. Eles nos acompanham, nos sugerem, mas quem que tem que passar pelo caminho somos nós. Eles já estão numa outra fase do caminho. Então somos nós que temos que tomar as decisões ao final da das contas, né? Então, a oração feita com sinceridade, com espontaneidade, vai ajudarnos a perceber melhor esse auxílio que está sempre à nossa volta. Experimentem. Quanto mais nós buscamos esse auxílio com sinceridade, conforme esses itens da qualidade, as qualidades da prece que já foram tratados aqui, observem como nós não temos uma serenidade maior, uma calma maior para lidar com os momentos que surgem na nossa caminhada, seja de que cal for. E assim trabalhando a humildade, reconhecimento de somos pequeninos, precisamos muito da ajuda, né, de Deus, de Jesus. Chico sempre dizia, né, recomendava que se a gente soubesse os benefícios que nos traz a oração, a gente viveria em comunhão com o alto. É, >> nos nos livrando de aprofundar mais ainda nas nossas nas nossas dificuldades, né? Muito bom, >> Neil. Mas que noite de evangelho, eu tenho que ter a humildade de pedir desculpa novamente, porque nós tivemos assim, a tecnologia ela sempre traz problema, né? E a minha senha eu não consegui acessar e a gente vai pedindo
evangelho, eu tenho que ter a humildade de pedir desculpa novamente, porque nós tivemos assim, a tecnologia ela sempre traz problema, né? E a minha senha eu não consegui acessar e a gente vai pedindo ajuda para um, para outro e a Márcia Riso nos auxiliou. Graças a Deus. Deu certo. >> Deu certo. O João Batista, ele falou quando Jesus disse a Nicodemos que teria que nascer de novo para ver o reino dos céus e que como ele poderia entender as coisas do alto se não compreendia as terrenas. Terrenas. >> Podemos era extremamente inteligente, né? doutamente doutor da lei, conhecia de tudo, mas ele não compreendia, né, quando Jesus disse para ele que era necessário nascer de novo. E a questão da reencarnação demonstra a justiça divina, >> né? e a nossa submissão às leis também para um novo recomeço, novas oportunidades para trabalhar dentro de nós aí a humildade, o reconhecimento que na verdade errar todos nós erramos, dada a nossa situação né? Hoje nós somos melhores do que ontem, então somos espíritos que temos muito ainda a reparar e por isso a gente deve eh no atendimento espiritual nós dizemos que é o acolhimento incondicional, né, como Joana de Angângeles não recomenda, a escuta do coração para que a gente não julgue ninguém, >> certo? E e na medida que a gente julga, a gente também é julgado, né? Muito interessante. >> Nós não tem o que ser julgado, né? Então a gente precisa lembrarse sempre disso. Nós estamos sempre precisando de auxílio e ainda temos todos nós o que reparar, né? Então, ainda mais nos considerarmos superior ao outro, melhor que o outro, porque na verdade só Deus sabe, né, o que nos compete reajustar ainda. Então, assim, é preciso muita humildade mesmo nesse reconhecimento de que nós nem sabemos de nós mesmos tudo o que precisamos, tudo o que já agimos de incorreto, >> que é uma bênção, o esquecimento do passado. Claro. >> Revela misericórdia divina. >> Misericórdia. >> Exatamente. >> Muito bom, Neil. O tempo passa rápido. Nosso evangelho, nosso evangelho foi
to, >> que é uma bênção, o esquecimento do passado. Claro. >> Revela misericórdia divina. >> Misericórdia. >> Exatamente. >> Muito bom, Neil. O tempo passa rápido. Nosso evangelho, nosso evangelho foi assim maravilhoso, mesmo com atraso, excelentes reflexões. Eh, agradeço muito e eu sou muito grata nela, porque nós fazemos um trabalho juntas, né, com a equipe do atendimento espiritual. Eh, a parceria no trabalho é excelente, graças a Deus. Quero agradecer também a família, ao esposo, oportunidade, né? Porque quantas vezes estamos trabalhando, né? Final de semana é muito bom. Eu quero então deixar você aí para para as considerações finais, né? >> Sim. Eh, eu agradeço a todos, né, que estiveram conosco, pessoal do Páginas de Luz, né? E assim, agradeço mesmo a presença das meninas aí do seu Carlos também. Um abraço a todos. Nós nesses dias a gente suspende o estudo, né, para participar aqui do online. E a todos os demais que estão acompanhando ou que vão acompanhar, né, vão acessar depois. Às vezes não tem como online, mas depois acessam a gravação. Então, continuemos assim. Falar do evangelho de Jesus no nosso lar, né? Fazer esse momento de reflexão, é trazer a presença de Jesus para dentro de casa. E nós estamos muito necessitados dessa presença e precisamos então eh nos esforçar para que o evangelho seja presente no nosso lar. Desse momento de luz, irradia-se luz à nossa volta e à medida que essa luz se expande, vai se juntando com outras luzes e o mundo fica cada vez melhor. A paz se instala. Não nos esqueçamos, seja qual quais forem as circunstâncias, conforme Jesus ensinou com aquela tempestade no mar da Galileia, ele não está dormindo, ele está atento, está no leme e nós precisamos confiar nisso. Confiemos, né? Jesus está no comando do nosso planeta, mas a nossa oração, a nossa vibração, a nossa confiança no bem serão capazes, né, de auxiliá-lo nessa tarefa sublime. É isso. Muita paz, muito obrigada pela oportunidade, la gratidão, gratidão. Agradecemos também a todos que estão
bração, a nossa confiança no bem serão capazes, né, de auxiliá-lo nessa tarefa sublime. É isso. Muita paz, muito obrigada pela oportunidade, la gratidão, gratidão. Agradecemos também a todos que estão conosco nesse momento. Nossa gratidão pela presença de todos. Gratidão para todos que acessarão posteriormente o nosso evangelho no lar. Eh, convidamos a todos para estarem conosco na próxima semana, na próxima quarta-feira. Gratidão ao Toninho que está aí fazendo a transmissão. Muito obrigada, Toninho. E eu peço para que ele coloque a nossa poesia pra gente fazer encerramento. Fiquem com Deus, muita paz. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.
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