Evangelho no Lar - #186

FEEGO 23/10/2025 56:59

Evangelho no Lar - #186 Programado para o dia 22 de outubro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 23, item 16, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite, meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da fé Ego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal, da FEDEP. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar a nossa convidada especial da noite, que é a Jaqueline de Jesus Silva Fernandes. Boa noite, Jaqueline, seja muito bem-vinda. Ela está vice-presidente do Centro Espírita Cristo Redentor de Itaberí, é coordenadora regional da quarta região aqui do estado de Goiás. Seja muito bem-vinda a nossa gratidão. >> Obrigada, Gláusia. Boa noite a todos. É um prazer e alegria estar aqui com vocês. >> Que bom. Vinícius hoje está nos bastidores porque também está gripado. Bom, nós vamos dar boa noite já paraa Renata Cunha, que está nos acompanhando de Belo Horizonte, Minas Gerais. Seja bem-vinda, Renata. A Patrícia também deixando o seu boa noite. Seja bem-vinda, Patrícia. O Eupídio Quirino também. Boa noite a todos. Paz e ele ele nos acompanha aqui de Goiânia. A Maria Lúcia Barbosa, boa noite de Goiânia. Seja bem-vindo. Rogerinho, deixando também seu boa noite. O Fernando Rodrigues, boa noite a todos de Campinas, São Paulo. Sejam todos muito bem-vindos. Participem conosco, coloquem da nome da cidade onde estão falando, que estão nos acompanhando. Nós agradecemos muito por este momento juntos aqui no nosso evangelho no lar, o momento em que nós cultivamos os ensinamentos de Jesus no lar, nos aproximamos mais dele, harmonizamos o nosso lar, pacificamos, serenamos o os nossos sentimentos e pensamentos. A Luciar Moreira também de Jesus. Boa noite, queridos amigos. e todos que estão por aqui. Seja bem-vinda, Lucimar.

rmonizamos o nosso lar, pacificamos, serenamos o os nossos sentimentos e pensamentos. A Luciar Moreira também de Jesus. Boa noite, queridos amigos. e todos que estão por aqui. Seja bem-vinda, Lucimar. Bom, para dar início ao nosso evangelho lar, eu vou fazer a leitura do livro de uma mensagem do livro Vida Feliz, a mensagem 186, psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditada pelo espírito Joana de Angeles. O lar é o templo da família. Os filhos são empréstimos divinos para a construção do futuro de todos. Todo o tempo possível deve ser aplicado na convivência familiar através dos diálogos, dos exemplos, tornando-se o método mais eficaz da educação. Os hábitos adquiridos no lar permanecem por toda a existência e se transferem para além do corpo. educar e viver com dignidade, deixando que se impregem dos conteúdos com vigor aqueles que participam da convivência doméstica. Tudo quanto invistas no lar retornará conforme a aplicação feita. Faz do teu lar a oficina onde a felicidade a adquiri fará a nossa prece. Certo? Estão buscando uma respiração calma, puxando o ar pelo nariz de forma bem profunda, soltando bem devagar. Fiquemos à vontade para fechar os nossos olhos, se sentar confortavelmente e esvaziando a nossa mente dos pensamentos do cansaço do dia. Vamos neste momento buscar uma sintonia com os nossos amigos espirituais, coordenadores deste trabalho, mentores espirituais da nossa casa, dos nossos da nossa família, aquele que nos acompanha representando e trazendo a figura do bem. Reverenciamos em nome dessa espiritualidade maior a presença de Deus em cada um de nós, ao nosso derredor, nos lugares onde habitamos, por onde passamos. E assim agradecidos pela oportunidade bendita de mais este canal de encontro em que podemos estar unidos em pensamento, com os nossos corações alegres, buscando através do evangelho de nosso mestre Jesus, trazido pelas mãos do nosso querido benfeitor Kardec, para que possam nos dias atuais trazer-nos a luz do Evangelho de Jesus.

sos corações alegres, buscando através do evangelho de nosso mestre Jesus, trazido pelas mãos do nosso querido benfeitor Kardec, para que possam nos dias atuais trazer-nos a luz do Evangelho de Jesus. que este evangelho aqui nesta noite preparado nesta passagem que para o qual nós nos preparamos possa alcançar os corações, levando a cada um pouco mais de ânimo, de alegria, que todos nós estejamos com os nossos corações e as nossas mentes abertos para que possamos receber Cadinho que a espiritualidade vem nos trazer nesta noite para aqueles que colocarão o copo com a água para fluidificar, que nela possam ser colocados os medicamentos necessários de acordo com a necessidade de cada um, de cada ouvinte, de cada pessoa que ligará, estará acessando esse programa este momento ou no porvir. E assim nós agradecemos. Que assim seja. Antes de passar a palavra que dar boa noiteedo. Boa noite Glá Jaqueline, irmãos da Fel. que tenhamos um evangelho no lar com muitas bênçãos e vibrações nos nossos lares. Que seiro próximo de vida de Goiás e Cambiar. O Rogerinho fala conosco. Olha de Brasília distrito Federal. Seja bem-vindo, Rogério. Bemvindo. A Janete o João Batista também deixando seu boa noite a todos mensageiros da luz. Gratidão, João. A Janete Santos também deixando o seu boa noite e nos acompanha lá de Salvador na Bahia. Sejam todos muito bem-vindos. A presença de cada um motivo de muita alegria para todos nós. Então, nós estamos quase finalizando o capítulo 23 do Evangelho Segundo o Espiritismo, estranha moral. Hoje com item 16. Lembrando que é da editora da FEB, tradução deiro. A Jaqueline então paraá trará as suas reflexões para nós. Fique à vontade, Jaquelina. Obrigada. Bom, esse capítulo, né, o capítulo 23, ele vai trazer, né, eh, intitulada a estranha moral, né, eh, ele sempre deixa uma puguinha atrás da orelha, né, porque as palavras de Jesus parece que não expressam, né, tudo aquilo que ele, toda representatividade de paz quando a gente lê esse capítulo. Mas a medida em que

ixa uma puguinha atrás da orelha, né, porque as palavras de Jesus parece que não expressam, né, tudo aquilo que ele, toda representatividade de paz quando a gente lê esse capítulo. Mas a medida em que nós vamos nos adentrando no capítulo, nós vamos buscando essa compreensão e aquilo que parece ser evidências de incitação a violência ou a desunião vai se tornando para nós uma expressão da verdade e de uma renovação moral que tão necessária, né, naquele tempo. e também nos dias de hoje, né? E tudo isso e toda essa, entre aspas, né, rudeza dessa forma, dessas expressões, é originariamente devido à resistência que nós mesmos temos em relação tanto à questão eh no que se refere ao prosseguimento, vamos dizer assim, ou a aceitação do evangelho de Jesus, quanto a uma resistência que a gente tem em relação ao próprio progresso humano voltado para aquilo que nós compreendemos ser eh as a verdadeira caridade, né, que Jesus eh nos trouxe, que é o perdão das ofensas, a benevolência, né, que nós precisamos cultivar em nossos corações. Os pontos chaves, né, dessa mensagem, um pouco adiante, a partir do item 11, vão estar relacionadas aos aspectos simbólicos que Jesus traz, né? Então, nesse item 16, quando ele coloca que não creais, né, que eu venha, que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão, né? Eh, quando na passagem lá de Lucas, de Mateus, que estão aí no bojo dessa dessa do dessa lição, dessa desse capítulo do Evangelho, ele traz o símbolo da espada, né? Quando ele diz lá em Mateus 10:34, "Não penseis que eu tenha vindo trazer paz à terra, mas não vim trazer a paz, mas a espada lá em Lucas, quando ele coloca, né, vim para lançar fogo à terra, né? Então essas imagens eh são símbolos, né, que vão não se referindo a um conflito armado, mas a uma divisão de ideias que vai se prolongar na expressão aí da das explicações que Kardec vai trazer lá no item 16, que sou às vezes estranho, né? Não creiás que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão. De que divisão é essa, né? Eh,

gar na expressão aí da das explicações que Kardec vai trazer lá no item 16, que sou às vezes estranho, né? Não creiás que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão. De que divisão é essa, né? Eh, qual é a força que nós temos dessa simbologia para compreendermos essa simbologia que Jesus vai nos trazer, né? Eh, nessa divisão e principalmente no seio doméstico, porque o versículo ele vai trazer isso, essa passagem do evangelho vai trazer isso, vai nos remeter a essa, vai nos dizer que o homem terá por inimigos de sua própria casa. E aí às vezes nos nos deixa assim até um pouco mais assustados em relação a essa fala, né? Mas por que que nós o que nós devemos disso? Quando Jesus fala dessa divisão, não é de uma divisão ocasionada eh pura e simplesmente por questões que são materializadas, mas sim por ideias, né? Porque quando nós estamos com um sentimento sincero, né, e voltado paraa moral que Jesus vai nos trazer, tratando em nós, trabalhando em nós essas mazelas que ainda temos do egoísmo, às vezes da vaidade, né? O materialismo exacerbado. Isso faz com que às vezes no seio do núcleo familiar ocorra divisão daquilo que preconizamos ser prioridades. E quando nós priorizamos o espírito em relação à matéria, a boa convivência em detrimento do conflito ou muitas vezes aprimoramos a o nosso ser, não há como nós não eh não eh não não é uma imposição, mas sim um posicionamento diante de algumas coisas. tanto do ponto de vista familiar ou no local de trabalho, né, por onde a gente anda. Então, quando ele traz, né, aqui nesse nessa parte do evangelho em que ele vai dizer, né, não creais que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão. Ric Kardec vem nos esclarecer, né, que quando ele trabalha, quando ele traz essa passagem, olha que que interessante, né, na na no segmento do item. Não creais que a minha doutrina se estabeleça pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, tendo por pretexto o meu nome, porque os homens não me terão compreendido ou não me terão querido compreender. Os irmãos

s que a minha doutrina se estabeleça pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, tendo por pretexto o meu nome, porque os homens não me terão compreendido ou não me terão querido compreender. Os irmãos separados pelas suas respectivas crenças desembir desembaiarão a espada um contra o outro. A divisão reinará no seio de uma família cujos membros não partilhem da mesma crença. Vim lançar fogo à terra para expungi-la dos erros e dos preconceitos, do mesmo modo que se põe fogo a um campo para destruir nele as ervas má. E tenho pressa de que o fogo se acenda para que a depuração seja mais rápida. visto do conflito, sairá triunfante a verdade. Então, nessa passagem, tanto a espada quanto o fogo, ele não tá se referindo a propriamente a uma guerra, né, a um armamento, mas sim nessa divisão de ideias e de crenças, estabelecendo essa moral que para os os princípios daquele período, para os dias atuais, são consideradas uma nova nova moral, né? Onde a espada ela vai representar o conhecimento essa verdade, né? Confrontada com o erro e confrontada com o egoísmo que sempre esteve arraigado em nós seres humanos. Esse fogo é representa o espírito, o amor, a fé dessa renovação eh moral que Jesus vai asender sobre a terra. Essa passagem quando ela se remete, né, no seio familiar, é muito comum, como eu estava dizendo, né, quando nós nos deixamos eh envolver, vamos dizer assim, né, por esse evangelho de Jesus, não há como nós pensarmos da mesma forma, né? a gente vai se transformando, vai modificando a nossa forma de pensar e a partir daí começam os, vamos dizer, né, os conflitos de ideias e de que forma que nós devemos nos posicionar de frente àquilo tudo que nós eh aprendemos diante do evangelho, né? Não podemos nos calar diante de algumas verdades que precisam ser postas. Mas o bem e a a essas ideias que agora vão transformando o nosso dia a dia, elas precisam ser postas, mas fundamentadas no amor, no perdão, em olhar o outro e acreditar que, como ocorreu conosco, né, dentro daquela do princípio de que

gora vão transformando o nosso dia a dia, elas precisam ser postas, mas fundamentadas no amor, no perdão, em olhar o outro e acreditar que, como ocorreu conosco, né, dentro daquela do princípio de que nós podemos os ter, né, essa mudança de pensamento ou essa mudança de forma de ver as coisas, assim também será com o outro. Então, nós precisamos ter aquilo, né, de paciência. E é muito interessante porque quando nós pedimos, né, para que Deus nos dê paciência, ele nos povoa com conflitos, né, que vão sendo mais constantes para que a gente possa exercitar, né, a nossa essa essa qualidade, né, que a gente chama com qualidades espirituais. Ao aceitar essa mensagem do evangelho e nos esforçarmos para vivê-lo, o indivíduo ele entra em conflito com as opiniões, com costumes, com interesses. E isso pode estar dentro do seio familiar, né, ou do trabalho. E se que às vezes h ah ocorre essa oposição, né, e essa verdade elas podem gerar essa divisão, né? Porque essa verdade ela vai dividir aqueles que aceitam e aqueles que ainda não estão preparados para esse conhecimento. E vale destacar que muitas vezes eh empreendemos, né, uma gama de energia e de força nos perguntando por, né, por de estarmos às vezes naquele lugar com aquelas pessoas, né, no seio familiar. E aí a gente vai lá naquele princípio que o item também vai nos trazer, né, que é o conhecimento de que estamos aqui dentro de uma lei de causa e efeito. Então, se hoje estamos no seio familiar, eh, que por hora, né, de convivência com essas pessoas, com aquele meio, né, que nós julgamos nessa encarnação que não escolhemos, mas isso não é verdade, porque estamos dentro de uma programação eh reencarnatória. Então, se você está na sua família e há uma diversidade de ideias diferentes da sua forma de pensar e de muitas vezes de agir, pode ter a certeza que você foi escolhido para estar naquele lugar, que você foi eh houve um acordo, né, espiritual para que você estivesse ali promovendo, sendo promotor dessas mudanças que hoje

gir, pode ter a certeza que você foi escolhido para estar naquele lugar, que você foi eh houve um acordo, né, espiritual para que você estivesse ali promovendo, sendo promotor dessas mudanças que hoje algumas vezes né? Eh, estão chegando aos seus familiares através de você. E aí lá no item, eh, ele vai trazer para nós também, né, que Jesus ele confirma que enviarei o consolador eh o espírito de verdade que virá restabelecer todas as coisas. E aqui nesse item fica claro que nunca estamos sozinhos, que haverá sempre, né, em todos os lugares e não importando as dificuldades e quão diversa eh essa luta que travamos, né? E não é uma luta que vai ter o lado certo e o lado errado. Porque a cada circunstâncias que nós vamos vivenciando do evangelho de Jesus, nós vamos percebendo uma questão que é muito importante, o tempo. Em qual tempo aquelas pessoas que pensam diferente do que hoje eu já consigo compreender na vivência desse evangelho? em que tempo, qual é o tempo que essas pessoas estão, né? O que eu preciso, que ou fazer para estimulá-los a essa compreensão? Acho que essa é uma é uma eh uma reflexão que nós precisamos ter, né? Que papel eu desempenho, que papel eu desenvolvo dentro desse espaço de partilhamento de ideias, de vivências, de experiências, né? Qual é a minha missão? Isso eu penso que que seja uma resposta bem profunda que nós precisamos ter no que se refere ao lugar onde nós estamos. E ao buscar essa resposta, nós vamos percebendo que todo esse capítulo ele vai ao encontro dessa sustentação para nós, porque nós passamos a partir da dessas reflexões que esse capítulo nos traz a entendermos, né, que essas passagens em que Jesus falam tão enfaticamente, ela é uma profecia. Nós podemos dizer dos desafios e das resistências que a mensagem cristã encontrará, né? Já encontrou, né? encontra e encontrará, porque nós ainda estamos no mundo de provas e de expiações. e estando aqui e principalmente nesses momentos, né, vindouros, em que nós temos uma necessidade, vamos dizer aparente, de

tra e encontrará, porque nós ainda estamos no mundo de provas e de expiações. e estando aqui e principalmente nesses momentos, né, vindouros, em que nós temos uma necessidade, vamos dizer aparente, de oportunizar para aqueles espíritos que ainda necessitam da reencarnação, que é essa, vamos dizer, né, que é essa essa geração aí que vem após a nossa geração, que necessita tanto desse apoio, dessa palavra de compreensão, dessa elucidação sobre o evangelho de Jesus, sobre as verdades, que em muitos casos, em quase todos eles, o espiritismo vai encontrar nesses corações, vai dar a esses corações o ânimo e o desejo, a vontade, a força de realmente vencer essas dificuldades inerentes ao espírito, né, nessa grande materialização que a gente ainda tem. Eh, nós percebemos hoje nos, né, nessa juventude, como no meu trabalho eu sou professora e a gente lida eh com adolescentes e jovens, a gente vê uma sensibilidade muito grande, mas o que fazer com essa sensibilidade, hein? como agir, como dirigir essa sensibilidade em favor do seu progresso. Eh, e esse é um grande é uma grande missão para nós espíritas da atualidade, né? Oferecermos esse apoio, esse amparo a esses seres que são sensíveis, que tem o reconhecimento às vezes de eh inerente a eles, né? Como todos nós, né? Temos das leis de Deus, mas que diante dessa mazela às vezes familiar que eles vivem, eles não conseguem encontrar um campo propício para colocar isso em em evidência, né? A gente percebe que são seres que têm uma sensibilidade, vou chamar assim, né? até por por falta de um conceito, né, maior, mas a h a questões mesmo de sociais, né, as questões humanas, mas que devido a esse meio familiar, às vezes é enrudecido, às vezes ainda, né, eh, tão distante, né, de Deus, né, a gente ainda vê o aspecto religioso, as pessoas às vezes têm uma fé, né, e aí a gente vê eh seres e pensamentos que poderiam ser, né, trigo, poderia ser aquela boa semente ainda se perder, porque ainda não consegue, né, estabelecer isso que que Jesus trouxe nessa passagem, que é

gente vê eh seres e pensamentos que poderiam ser, né, trigo, poderia ser aquela boa semente ainda se perder, porque ainda não consegue, né, estabelecer isso que que Jesus trouxe nessa passagem, que é essa eh conviver com essa divisão, estabelecer esse combate, né, de de costumes e de ideias, apresentando para aqueles que ainda não os tem a os fundamentos, né, e essa estrutura e acabam esses seres se tornando esvaziados, vamos dizer assim, né? Mas aí vem o nosso papel, né, enquanto espírita, enquanto divulgadores do evangelho, para que a gente possa ajudá-los, né, tendo a certeza de que também nunca estamos sozinhos, né? Então, quando Jesus ele traz, né, essa eh essa ideia, né, da espada, da divisão, né, eh isso vem marcar para nós que essa doutrina de Jesus, ela é tão revolucionária que levou os seus seguidores, né, os discípulos ao martírio, né, incluindo ele próprio, né? A, e os homens naquele período acharam que matando o corpo matariam a ideia. E aí a gente vai ver que a maior vitória, né, que além, né, de ser um espírito extremamente, né, evoluído, que a nossa capacidade e as nossas condições não dá nem pra gente entender e compreender a grandiosidade de Jesus, mas ele também naquele momento de grande dor, ele vem mostrar para todos nós que o corpo ele se foi, né, naquele sacrifício inteiro, assim como todos os discípulos e tantos outros nomes que vieram posterior. Mas a ideia, aquilo que Jesus trouxe de lição, ela permanece, né, há mais de 2000 anos dentro dos nossos corações, né, e que a cada tempos, né, de tempos em tempos, nós somos convidados é a robuste descer, a reviver essa fé, né? Essa divisão ela se concretiza, né, que do que falado no Evangelho na violência daqueles que defendiam erro por interesse, que foi o que aconteceu lá com Jesus. E até nos dias de hoje a gente ainda vê uma violência, né, vamos dizer assim, de no campo de de ideias, mas eu eu costumo dizer, graças a Deus, nós temos eh já temos tivemos avanços, né? Ninguém precisou, né, pelo menos do que a gente

da vê uma violência, né, vamos dizer assim, de no campo de de ideias, mas eu eu costumo dizer, graças a Deus, nós temos eh já temos tivemos avanços, né? Ninguém precisou, né, pelo menos do que a gente tem conhecimento de ir paraas fogueiras, né, que já o que aconteceu lá no tempo, né, passado. Mas ao mesmo tempo, quantas vezes ainda, né, vivemos essas lutas que nos fazem nos sentir, né, desafiados ao extremo às vezes das nossas próprias forças. Mas o que é importante nós retirarmos, né, desse desse item, eh, essa grandiosidade, né, quando Jesus revela que nós teríamos o consolador prometido, o espírito de verdade que viria restabelecer todas as coisas aqui nesse esse momento e para, né, a nossa felicidade, nós tivemos, né, essas eh, vamos dizer, essa esse essa condição de compreensão maior daquilo tudo que foi dito, que foi ensinado por Jesus e que na nossa cegueira espiritual a gente não conseguia entender e nós ainda achávamos de que estava se tratando, tava sendo tratado de um reino que era material, né? E agora essa verdade desse reino, né, que está dentro de nós, que está em nós, ele começa a surgir aos nossos olhos. E olha quanto tempo e quantas vidas, né, quantos erros nós já não cometemos, né, em nome às vezes de uma de uma ideia, né? de uma concepção religiosa, pessoal, né? E é preciso a gente ser vigilantes, né? É preciso a gente estar refletindo o tempo todo, né? Como eu faria, né? Como Jesus faria se ele estivesse no meu lugar, né? Qual é o caminho, né, que eu preciso estabelecer para que esse reino, né, de Deus, esse reino eh tão apregoado, tão desejado por tantos, viva em mim e se estabeleça a partir de mim. Acho que é muito importante nós pensarmos nisso, né? E aí, então, retomando a leitura, quando ele fala, né, eh, cansados afinal de um combate sem resultado que traz unicamente a desolação e a perturbação até o se das famílias, reconhecerão os homens onde estão seus verdadeiros interesses com relação a este mundo e ao outro. Então, através do consolador prometido, que é o

te a desolação e a perturbação até o se das famílias, reconhecerão os homens onde estão seus verdadeiros interesses com relação a este mundo e ao outro. Então, através do consolador prometido, que é o espiritismo, né? Eh, vem e vem essa compreensão para nós, né? De que forma eu estabeleço essas lutas que são pessoais, que são intransferíveis, né? E que é eu mesmo que tenho que fazer e que realizar, né? Dentro de mim e através de mim. para que essa bandeira, né, do amor e do perdão possa ser estabelecida, né, na terra a partir do lugar onde eu estou, do ambiente onde eu me encontro, expandindo isso até os confins do mundo, né, que é a nossa missão maior nesse planeta, né? E aí ele finaliza aí dizendo, né? E as coisas serão restabelecidas na terra de acordo com a verdade e os princípios que vos tenho ensinado. E é importante nós eh percebermos que essa mensagem, né, ela vai eh elucidar, né, mais uma vez para nós, né, e nos trazer aí a grande verdade que é a existência, né, e a reexistência, né, de cada um de nós com aqueles a quem um dia nós já fomos ligados. né, seja pelo amor, né, que eu acho que é o laço inicial que nos une, né, que nos torna uma família universal e que nós não soubemos lidar, né, e que em algum momento nós eh truncamos essa relação e hoje, né, estamos aqui preparados para retomar essas relações, né, entendendo que essa luta de outrora ou esse combate ou essa espada que um dia porventura levantamos, né, em nome de uma causa que era própria, hoje ela nos vem de uma forma diferente, de uma compreensão de que nós não devemos buscar a a o material, né, mas fazemos com que o espírito prevaleça, fazendo compreender, né, dentro de nós, que todos os desafios e as dificuldades e muitas vezes os embates que às vezes temos, eles não são voltados pra carne ou pro sangue, e sim para o espírito, que é ali verdadeiramente onde nós devemos atuar, né, de fato e de verdade, fazendo, despertando nas pessoas a nossa Só falta a fé, né? o amor através do perdão. penso que seja

e sim para o espírito, que é ali verdadeiramente onde nós devemos atuar, né, de fato e de verdade, fazendo, despertando nas pessoas a nossa Só falta a fé, né? o amor através do perdão. penso que seja em linhas gerais isso que que eu gostaria de estar compartilhando relacionado a esse a essa passagem tão intricada do evangelho, né, que às vezes deixa às vezes as pessoas assim um pouco mais como, né, Jesus é um ser pacificador, pacífico, trazer uma palavra de guerra, de divisão, né? Mas era é nesse intuito mesmo de fazer, de dar uma chacoalhada na gente e dizer: "Olha, pera aí, né? O que vocês estão fazendo aí tem um ponto, tem um outro ponto de vista, tem uma outra forma e é essa outra forma que eu quero que se estabeleça, né? Não aquela apenas de concordância, né? Mas que nós tenhamos dentro de nós, né? a condição de discordar e apresentar pro outro, né, principalmente naquilo que concerne a a aos itens, né, do melhoramento pessoal e espiritual de todos nós e de cada um de nós. importando ali, né, pensar se é família A, se é B, se é o trabalho X ou Y, né, mas é o ser, né, o seu ser naquele espaço de convivência, né, e que de que tipo de luta e batalha é essa, né? Então, que nos armamos com a espada, né, do conhecimento e e que atemos o fogo da fé e da esperança nos corações que jazem, né, que necessitam, que precisam tanto disso, né, e que a nossa voz não se emudeça. E se assim for, né, que nós aprendamos aí a linguagem de sinais, né, pra gente poder continuar comunicando o evangelho de Jesus, né, porque hoje nós entendemos que existe, né, uma diversidade grande, uma gama enorme de de formas de comunicação. Então, que a gente utilize cada uma delas para dizer, para falar do evangelho de Jesus nessa missão que nós temos, né, de sermos os trabalhadores da última hora e também de estarmos à frente, né, nessa primeira hora da regeneração. Então, que essas lições de Jesus possam eh ser clareadas, né, um pouco mais a cada momento que a gente se detém nesse estudo do Evangelho.

de estarmos à frente, né, nessa primeira hora da regeneração. Então, que essas lições de Jesus possam eh ser clareadas, né, um pouco mais a cada momento que a gente se detém nesse estudo do Evangelho. Glá, tem alguma pergunta? Tem alguma manifestação aí do Muito bom, Jaquelin reflexões profundas. Eh, eu acho que inicialmente nós precisamos fazer uma pergunta bem sincera para cada um de nós, né? Eu já confiei no Jesus? Uhum. Porque ele quando o terreno estava preparado, ele ia enviar o consolador e é a doutrina espírit, né, de posse o consolador prometido por Jesus. E assim então eu já cumpreo Jesus a sua missão aqui na terra, a sua lei de amor. E aí uma outra pergunta, como tenho buscado pacificar a minha família? E hoje é a mensagem inicial da Joana deângeles vem bem ao encontro. Sim, verdade. >> Se você quiser comentar como tem buscado pacificar a minha família. >> Uhum. Então, é muito interessante essa esse questionamento e nos faz eh refletir, né, eh como é que eu tenho buscado pacificar a minha família no primeiro momento, né, a gente pode dizer assim, é dada ao momento que a gente vive, a idade que a gente já tem, tem o antes e tem o depois, né? Então, no princípio era tudo uma afronta e havia o rebate das afrontas com outra afronta, né? Hoje no ness nesse caminhar do melhoramento, né? É muito importante respirar assim. É muito, eu vejo que é aqueles minutinhos que você para, tá acontecendo algo e você, pera aí, deixa eu, deixa euir aqui o meu organismo desse oxigênio maravilhoso, né? e permitir que a espiritualidade, né, às vezes num coxicho rápido ali, né, deixa para lá, vamos ali, vamos pensar no outra coisa, vamos viver outra coisa e depois retomar. Eu acho que é muito importante buscar o diálogo, né, expressar os seus pensamentos. Eh, talvez, né, a os familiares que convivem vão entender muito bem, mas não deixe de expressar, né? Eu eu costumo muito dizer: "Olha, eu não sei como você tá pensando, mas eu penso disso, né, e mostro a minha forma de pensar, né, e a

e convivem vão entender muito bem, mas não deixe de expressar, né? Eu eu costumo muito dizer: "Olha, eu não sei como você tá pensando, mas eu penso disso, né, e mostro a minha forma de pensar, né, e a sustentação daquela forma de pensar também, porque não basta eu dizer, eu preciso viver". Então, é essa vivência do evangelho. E nós, né, eh, eu, né, por ser mulher, professora, né, tive os meus dois filhos dentro de uma circunstância que com que milhares de de mulheres vivem isso, né, foi mãe solo durante muito tempo. A gente tem aquela impressão de que precisa dar conta de tudo, né, de ter respostas para tudo. E de repente o evangelho vai nos mostrando que a gente não precisa dar respostas, né? que permita o outro tempo. Então eu acho que tem muito a ver com isso, permitir o outro ao seu tempo, mas sempre mostrando que existe uma forma de pensar diferente. E aí você vai ensinando pros filhos, vai ensinando, né, pro marido, vai ensinando pros irmãos, né, às vezes, né, até pro pai e a mãe, né, que existem formas de pensar diferentes, aceitam de prontidão, não, não, não conseguem aceitar, muitas vezes são anos, né, principalmente quando se fala de uma ascendência, né, aquele que tá antes de mim, ele ele viveu pensando daquela maneira, de uma forma há muito tempo que já tá enraizado. Então é preciso ter um pouco de paciência, mas sempre batendo naquela mesma técnica de mostrar e principalmente de vivenciar o evangelho, né? Acho que vai bem três pés aí. A Joana deângeles fala que o diálogo e o exemplo é que vão chegar à educação, né? Muito bom. Eu queria dar boa noite pra Irene Seba BF. Seja bem-vinda, Irene. João Batista comenta, ó. Emanuel diz que devemos cultivar nossa casa mental, pois nós conhecendo ficamos mais humildes. E sem humildade não é possível ser feliz. Chico Xavier diz: "Quando não souber o que fazer, faça uma prece". Even ótimas explanações da convidada professora Jaqueline e tentamos estudar o evangelho de Jesus para conseguirmos nossa reforma íntima. Obrigada

diz: "Quando não souber o que fazer, faça uma prece". Even ótimas explanações da convidada professora Jaqueline e tentamos estudar o evangelho de Jesus para conseguirmos nossa reforma íntima. Obrigada a Lucimar também agradecendo. Obrigada pelos esclarecimentos, Joanelinho. Preciso sair. Boa noite a todos. E o Rogério também ser cristão não é fácil. A guerra interna e interna é muito difícil nesse mundo de provas e expiação. Isso permite lembrar da questão 625 do livro dos espíritos, onde nós temos Jesus como nosso modelo e poder >> modelo. Então, toda vez que estamos dentro de uma situação, o que ele faria estivesse num lugar ou a máxima que ele trouxe, fazer ao outro aquilo que gostaria que vocês são tudo que nós pensamos que é bom, não somente que vai beneficiar, não somente a nós, mas vai beneficiar aos outros, isso é positivo. Estamos no caminho certo. Uhum. Quando a gente esbarra em interesses, como a Jaqueline trouxe muito bem, é nós precisamos refletir e precisamos rever as nossas atitudes, os nossos pensamentos. É muito importante isso, porque esse item ele é bem diretamente a nós, espíritas, né? Nós temos aí todos, toda a clarificação dessas mensagens, desses ensinamentos de Jesus, para que a gente possa eh ficar, né, buscar estar diante de posse da verdade para que a gente possa fazer o nosso caminho aí de retorno ao Pai. Bom gente lembrar do da parábola do filho pródigo. Sim. Ora, nós somos o filho pródigo ou não somos o o filho mais velho. >> É verdade. >> Fica à vontade. Que lindo. Então, eh, eu coloquei aqui uma uma questão muito importante, né, que que essa verdade, né, quando ela confronta o erro, o interesse, o egoísmo, arraigados, ela vai provocar essa ruptura, não uma ruptura de eh de inimizade, de inimigos para sempre, né, mas uma ruptura que nós precisamos entender, né, discernir exatamente mente não, até aqui eu posso ir forçar um pouquinho e caminhar mais adiante. Não, aqui agora é hora de eu parar e esperar o tempo do outro, né? Sempre com muito

amos entender, né, discernir exatamente mente não, até aqui eu posso ir forçar um pouquinho e caminhar mais adiante. Não, aqui agora é hora de eu parar e esperar o tempo do outro, né? Sempre com muito respeito e e amor acima de tudo, né? Porque o princípio básico que regeu todas as palavras e ensinamento de Jesus é o amor, a começar pela sua vinda no planeta Terra, né? de deixar eh de ser um ser, né, crístico de uma grandiosidade. Eu costumo pensar e refletir sempre assim, que para Jesus aquele sacrifício da cruz já eh humanamente a gente nem imagina, né, como seria tamanha dor, mas o maior sacrifício foi ter descido a sua densidade, diminuído a sua densidade para viver entre nós, né? Isso nós não podemos esquecer nunca e que nunca perdoa a paciência conosco, né? Até os dias atuais ainda tem os seus emissários. Quando ele próprio não vem ao nosso encontro, nos abraça, nos leva pro colo, né? Nos dá um afago e nos entende, né? e sabe esperar o nosso tempo. Então, como discípulos de Jesus, como seguidores do Cristo, nós precisamos aprender isso, não desistir, saber que essa ruptura ou que esse essa eh, vamos dizer, essa oposição de ideias é temporária, porque mais cedo ou mais tarde todos compreenderão, a todos, né, chegarão a verdade, né, seja ela aqui, né, no plano físico encarnado ou, né, no plano espiritual. Então essa verdade ela virá virá para todos nós. >> Será erguido uma só bandeira que é a bandeira da caridade. >> Exato. Da caridade. Bom, então eu deixo com você para as considerações que vaiis que >> então é isso. Eu eu quero deixar, né, aos corações as pessoas que estão me ouvindo ou que virão, né, acessar o programa. né, que não importa a diversidade ou o tamanho da dificuldade ou o empecílio que você tem encontrado para viver, né, a fé ou para obter a o estabelecimento desse reino de de paz em seu coração, né? Não importa a que distância você esteja, né? Eh, se, né, você está vivendo momentos de dificuldade, saiba que não está sozinho, nunca estamos sozinhos, né, que há e haverá

e de paz em seu coração, né? Não importa a que distância você esteja, né? Eh, se, né, você está vivendo momentos de dificuldade, saiba que não está sozinho, nunca estamos sozinhos, né, que há e haverá sempre ah espíritos, né, que te amam, que estão ao seu lado para te encorajar, seja às vezes dando ali sinais, né, de que eles estão ali e buscando entre aqueles que você convive é formas de chegar até o seu coração. Então, nunca se sinta sozinho ou desamparado. E que não importa o tamanho dessa dificuldade, né? A gente precisa sempre olhar o aprendizado que teremos passando por essas dificuldades, né? E que o amor de Jesus, né, de nosso mestre e amigo, é muito grande por todos nós, por cada um de nós. E que ao escolher fazer parte desse reino que ele estabeleceu, né, ele escolheu você, ele nos escolheu a cada um de nós. Então, que tenhamos sempre isso dentro do nosso coração e que essa guerra ou essa divisão, né, de ideias, um dia tudo isso vai acabar, vai finalizar, porque nós compreenderemos, né, que Jesus eh, ele veio e estabeleceu esse reino dentro, partindo de nós, né, para vivermos essa essa paz e esse equilíbrio. no mundo, no nosso planeta, por mais difícil que às vezes a gente olha e veja contempla e as coisas, né? Tem muitas coisas boas acontecendo, não são divulgados muitas vezes, né? Mas aos poucos a gente vai modificando isso, né? E um e uma inclusive são programas como esse, né? À medida que o tempo vai passando e nós vamos acessando a esses conhecimentos, nós também vamos sensibilizando mais o nosso olhar para enxergarmos que nós temos mais bos. >> É verdade. Desafios, as dificuldades é um processo pedagógico para o nosso crescimento, a nossa melhora. >> Sim. E por mais que seja difícil, doa, ele mesmo nos ensinou que o amanhã ele sempre melhor do que hoje e que o nosso mérito tá está justamente nessas escolhas, nessa ação, porque se a gente, se Deus fizesse, ele poderia nos ter criado perfeitos, mas nós somos seres perfectíveis. Fomos criado com propensão tanto pro bem

ito tá está justamente nessas escolhas, nessa ação, porque se a gente, se Deus fizesse, ele poderia nos ter criado perfeitos, mas nós somos seres perfectíveis. Fomos criado com propensão tanto pro bem quanto pro mal. E tudo que nos acontece são escolhas, anteriores ou atuais. Muito bom, Jaquelin nossa gratidão imensa muito bom, muito harmônico, esclarecedor. Muitíssimo obrigada pela essa noite de evangelho. A Renata Cunha também está agradecendo, ó. Muito obrigada por tudo que eu escutei hoje. Nós agradecemos a todos vocês que estiveram aqui, estiveram conosco e que também acessarão nosso evangelho no lar. Já estejam convidados para a próxima quarta-feira. Eu tenho com Deus muita paz aos nossos corações. Jesus possa estar sempre conosco e que nós possamos estar com ele assim como ele está conosco. Eu vou pedir pro Vinícius colocar nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento do evangelho. Fiquem com Deus. Até a próxima quarta-feira. >> Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. เ

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