Evangelho no Lar - #180
Evangelho no Lar - #180 Programado para o dia 10 de setembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 23, itens 1, 2 e 3, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Fé Ego. Retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos muito bem-vindos. Este momento é transmitido pela Fego, YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupa Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal, FedE. Nós enviamos o nosso carinho e a nossa gratidão a todos. Bom, agora eu gostaria de apresentar o nosso convidado desta noite, é o Juliano Fagundes. Ele faz parte da diretoria da Casa Estudantes do Evangelho, faz também parte do GES e da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiá. Boa noite, Juliano. Seja muito bem-vindo. A nossa gratidão por ter atendido ao nosso convite. >> Ah, é sempre uma satisfação muito grande, Gló poder atender aí a a esse dia tão especial que é o Evangelho, porque claro, né, todos nós assim, né, somos beneficiados, né, pra gente aqui em casa é um culto do evangelho que a gente realiza aqui, né, um culto a mais, né? E boa noite então, Glácio, a você, boa noite ao Vinícius que está nos bastidores aí, né, assessorando aqui essa transmissão. Um boa noite a todos os nossos irmãos, irmãs e espíritas que estão conectados aqui conosco e que também irão assistir depois, né, essa programação. >> Sim, vou também dar boa noite, Juliana, aos nossos amigos que já estão conosco, a Maria Lúcia Barbosa, ela deixando aí seu boa noite. Renata Cunha está conosco lá de BH, Minas Gerais. O Epío Quirino tá aqui conosco de Goiânia. A Cátia Catalane. Faz um tempinho que ela não aparece por aqui. Olha, hoje ela está conosco. Que bom. A Nelma. A Nelma de Fortaleza, Ceará. Que maravilha. A Janete Santos. Deixando também seu boa noite, desejando que venhamos um evangelho muita vez. Irani Rodrig também deixando boa noite, tudo bom estar conosco do Rio de
Fortaleza, Ceará. Que maravilha. A Janete Santos. Deixando também seu boa noite, desejando que venhamos um evangelho muita vez. Irani Rodrig também deixando boa noite, tudo bom estar conosco do Rio de Janeiro. A Nelma também deixando, né, paz e luz. O João Batista, boa noite a todos. Mensagem aí do amigos, sejam todos muito bem-vindos. E aqui nós nos tornamos uma família, não é mesmo, Juliano? Temos o mesmo propósito. Nossa, a nossa razão maior de estarmos aqui juntos é Jesus. que ele esteja nos nossos corações, nos nossos lares, nos iluminando, tens, nos incluindo sempre no caminho do bem, no roteiro seguro que ele nos trouxe. Stefan também, Figueiredo, boa noite, irmãos da Féo, Gluliana, esperando o evangelho no lar de muitas bênçãos, da divindade, da espiritualidade ao mundo. Triângulo mineiro, próximo de Visa com Goiás e Para. Seja bem, sejam todos muito bem, é uma alegria e hoje é um dia muito especial. Nós agradecemos especialmente por estarmos aqui e termos oportunidade do trabalho na seara do Mestre Jesus. Aprendemos muito junto. Bom, para iniciarmos o nosso evangelho, vou fazer a leitura de uma mensagem do capítulo 180 do livro Vida Feliz, ografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana de Ângela. Irradia a claridade da tua fé através do teu sorriso, das tuas palavras, da tua atitude perante a vida. O mundo necessita de luz para superar as sombras dominais. Distende a tua presença confiante e rica de luminosidade, auxiliando os tímidos e os desanimados, os que caíram e os revoltados. A luz atrai sempre enriquecendo de beleza. Não deixes que se apague essa estrela, porque haja fatores de solventes e agressões em volta. Deixe a brilhar, apontando rumos de de tosos para os que anelam por uma oportunidade de realização. Juliano fará a nossa pré aqui. >> Muito bem. Embalados então por estas palavras suaves e amorosas, vamos buscando essa sintonia maior, que possamos então todos nós mentalizarmos muita luz nesse momento para que nós possamos assim purificar
bem. Embalados então por estas palavras suaves e amorosas, vamos buscando essa sintonia maior, que possamos então todos nós mentalizarmos muita luz nesse momento para que nós possamos assim purificar nossos pensamentos e os nossos sentimentos, nos tornando aptos a receber essa palavra evangélica e rogando aos benfeitores amigos que nos auxili aqui, aqui essa transmissão da palavra aqui. Que essa reflexão possa ser transmitida de forma limpida e clara e igualmente as recebamos assim de forma limpida e clara. Que os benfeitores nos auxilie, protegendo a nossa casa, nosso lar, nos dando essa tranquilidade para esse encontro com Jesus nesta noite de hoje. Mestre, muito obrigado, Senhor, pela oportunidade que nos concede de mais uma noite nos reunirmos em teu nome, Senhor, em nome dessa saudade imensa que sentimos da tua presença, teu abraço carinhoso, Senhor, da tua palavra que conforta do seu raciocínio tão profundo, Senhor, do teu amor. Muito obrigado por isso, Senhor. E rogamos que proteja os nossos lares, proteja as nossas famílias e que o Senhor proteja a vida de cada um que tá aqui presente, Senhor, nesta live de hoje, conectados aqui nesse momento de muita luz, de muita paz, Senhor. Assim seja. Já passo para vocês. Nós ministraremos nesta noite o capítulo 23, estranha moral e você trará suas reflexões dos itens um e dois. Lembrando que o Evangelho segundo o Espiritismo da Editora da Feb tradução do Guilon B. Fique à vontade. Eu quero dizer também que hoje nós vamos fazer um um Evangelho milar especial, trazendo também a questão da prevenção ao suicídio. >> Muito bem, muito bem. Realmente hoje é um dia bastante especial, duas temáticas que são assim eh profundas, muito profundas. Realmente o capítulo 23 ele traz essa profundidade, ele já inicia então com essa exigência. Eu vou dizer exigência. Eh, alguns capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, eles parecem que são mais exigentes do que outros quando nós vamos lê-los e tentar compreender essa mensagem. O capítulo Estranha
er exigência. Eh, alguns capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, eles parecem que são mais exigentes do que outros quando nós vamos lê-los e tentar compreender essa mensagem. O capítulo Estranha Moral, capítulo 23, é um desses, onde nós somos apresentados a diversas passagens vividas por Jesus, passagens que foram assim eh acompanhadas de seus discípulos. e que deixam assim um uma interpretação, né, um pouco avessa, um pouco diferente da habitual, né? Então, já traz esse desafio de interpretação. Eh, são nesses momentos assim onde nós percebemos que o caráter filosófico da doutrina espírita brilha, onde nós somos levados a ler uma mensagem e entendê-la não mais ao pé da letra, mas buscar em profundidade o que que Jesus quis dizer com palavras que às vezes são tão fortes. Mas espera um pouquinho, será? O que será que ele quis dizer? O que é que está aí embutido aí nessa passagem de Jesus? O evangelho traz esses capítulos. Um outro capítulo que eu também gosto de de comentar, que ele traz muita profundidade, às vezes até conflitos com quem lê, é aquele capítulo dos falsos Cristos e falsos profetas. também é um capítulo que as pessoas leem e ficam assim com aquele olhar assim, mas pera aí, quer dizer então que a gente pode est sendo enganado e não sabe com um livro ou uma palestra, de repente a gente acha que tá num lugar que é espírita e não é e tal. Então é um capítulo que gera esse estranhamento, porque a gente entra entra com esse contato, com essa realidade que às vezes é dolorosa, né? E o capítulo 23 traz isso. Então ele já inicia com uma passagem de Jesus voltada aí às nossas relações familiares, onde Jesus ele vai colocar então eh a prova um amor que nós temos e o o objeto que nós amamos, objeto amado. Jesus vai lançar uma reflexão sobre isso. É claro que as palavras aqui, como Allan Kardec ele vai nos nos dizer posteriormente, não são palavras exatas, são traduções com as quais nós temos que lidar, mas que trazem já dentro de si o ensejo do que a gente deve interpretar. Olha só,
Kardec ele vai nos nos dizer posteriormente, não são palavras exatas, são traduções com as quais nós temos que lidar, mas que trazem já dentro de si o ensejo do que a gente deve interpretar. Olha só, odiar os pais. E aí Jesus vem a dizer: "Se alguém vem a mim e não odeia seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos, irmãos e irmãs, e mesmo a sua própria vida não pode ser meu discípulo." Olha o que que Jesus falar. Devemos odiar então aos nossos familiares mais próximos, os próximos mais próximos. Mas não é o sentido de ódio, é aquele sentido de que nós temos que ter um valor, que ele é o nosso valor supremo. Quer dizer, se eu acredito em Deus e eu acredito em Jesus, o Cristo, então eu devo me alinhar aos dois mandamentos que Jesus nos trouxe, que é amará, não é, a Deus sobre todas as coisas, que é o mais forte deles. E entender que Jesus é o caminho a verdade e a vida. Então ele já dá assim um um um uma ponto aqui pra gente refletir. Afinal de contas, eh o que que é mais importante? Tudo bem, nós devemos amar as pessoas ao nosso lado, mas o que Jesus quer dizer é o seguinte: vamos amar as pessoas ao nosso lado ao ponto de abandonarmos a nossa fé, abandonarmos a moral cristã, abandonarmos a religião. Eu digo: "Não, vou seguir aqui com os meus filhos. Eles não gostam de religião. Ah, então eu vou ter que abandonar o espiritismo porque senão, eh, meus filhos não vão gostar de mim". Não, eu não vou mais ter religião nenhuma porque senão minha esposa vai desgostar de mim ou marido, né? Ou a esposa fala: "Não, eu não posso mais no centro, meu marido não gosta, não quer. Então eu não vou mais rezar, não vou mais fazer minha prece, não vou mais ter evangelho. E vamos ficar nas relações essas superficiais com as pessoas e vamos esquecer a nossa fé". É disso que Jesus tá falando em pauta, né? Acho que em resumo, Jesus quer nos trazer essa reflexão sobre a importância da fé na nossa vida e como a gente vai lidar com essas situações que envolve aquelas pessoas que estão conosco, que estão ao
Acho que em resumo, Jesus quer nos trazer essa reflexão sobre a importância da fé na nossa vida e como a gente vai lidar com essas situações que envolve aquelas pessoas que estão conosco, que estão ao nosso redor, que estão ao nosso lado e que tem um conflito com essa fé. Como é que a gente vai lidar com isso? Abandonando a fé, dizendo: "Não, eu não acredito mais nada, porque a pessoa que tá do meu lado, ela não não acredita". É um desafio. É um desafio. Um desafio que nós vemos assim diariamente nas casas espíritas. Às vezes nós lidamos com eh tantas pessoas que vão participar das nossas atividades e até mesmo dos trabalhadores. E às vezes a gente se depara com aquela pessoa que há anos frequenta ali aquela casa e aí um dia, num diálogo, você descobre que aquela pessoa é casada, que aquela pessoa tem filhos e que eles nunca pisaram na casa espírita. Eles não têm afinidade nenhuma com a casa espírita. É uma pena. Mas por outro lado, é muito bonito ver o seguinte, que aquela pessoa que está lá, ela conseguiu conciliar dentro da família o espaço, o horário para que ela possa estar lá semanalmente, às vezes até mais de uma semana, e que isso em casa foi amadurecido de forma a não ter um conflito que tirou a pessoa da religião. Olha que bonito isso. Tem certeza que muitos que nos assistem conhecem casos assim ou até estão vivendo casos assim. Então, basicamente é disso que Jesus quer dizer. Um dia talvez nós tenhamos a nossa fé, iremos nos casar, nos relacionar com alguém ou iremos ter os nossos filhos. E quando vier o conflito dentro do lar, como é que vai ser? É algo que a gente já deve, como espíritas, já nos planejarmos para esse momento, um momento em que vai ser necessário que a gente saiba, saiba articular a nossa fé para que a nossa fé seja instrumento de conciliação no lar e não de ruptura. Jesus não quer que a gente vai romper com as pessoas, dizer: "Olha, vocêou inimigo de todo mundo que é inimigo do Cristo, porque nós não vamos ter compatibilidade." Não é isso que Jesus
ão de ruptura. Jesus não quer que a gente vai romper com as pessoas, dizer: "Olha, vocêou inimigo de todo mundo que é inimigo do Cristo, porque nós não vamos ter compatibilidade." Não é isso que Jesus tá propondo, tá propondo. Vamos tentar conciliar, que eu acho que é uma é um momento muito complicado esse de conciliar. É claro que é, né? Nós não estamos falando que é fácil, porque o mundo anda muito exigente em questões de posicionamento nosso. As pessoas querem saber o que a gente pensa. Até nas entrevistas de emprego, as pessoas têm perguntado aí qual é a sua religião, como é que é sua vida? você tem esposa, marido, filho, como é que é lá, que que você gosta de fazer. Então, o mundo tá nos exigindo assim um pouco mais de expressão, né, de compartilhamento das nossas nas nossas intenções, das nossas ideias e das nossas crenças. E o mundo também, ao mesmo tempo, né, em paralelo, nós vemos muitas pessoas discursando tanta coisa no mundo, pessoas defendendo ideais, pessoas defendendo ideologias, pensando, pessoas defendendo aí seus pontos de vista de tantas maneiras. Estamos tendo, vendo assim muitos embates nas redes sociais, embates toda parte, né? Não concordo com isso. As coisas têm que ser assim dessa forma, né? Muita confusão devido a isso. De modo que é nesse momento que brilha a atitude do espírita. Não é o que se fala, é o que se faz. Não é mais do que o que se fala, mais do que vender uma ideia, é o que se faz. Ah, você é espírita. É o que você acredita? Ah, eu acredito que nós devemos amar. Bom, mas aí para falar de amor temos que falar de forma amorosa. Para falar de paciência de forma paciente. Quem dizia isso era o Jerônimo Mendonça. É, é dele que é essa, essa expressão é bonita até. Então, fale do evangelho evangelizando, não é convencendo, confrontando e brigando. Olha que beleza essa lição. A reflexão que ela traz é essa aí. Sabe como é que você tem sido como espírita? Alguém te pergunta o que é o espiritismo e como é que você vai falar disso, né?
e brigando. Olha que beleza essa lição. A reflexão que ela traz é essa aí. Sabe como é que você tem sido como espírita? Alguém te pergunta o que é o espiritismo e como é que você vai falar disso, né? Como se diz, entre aspas, como é que você vai vender esse peixe aí para quem quer saber, né? E quando alguém te olhar e dizer que religião você é e você diz assim: "Ah, eu sou espírita". Qual que é a reação? Qual que é será a reação dessa pessoa? Será que ela vai pensar assim? Hum, será que é? ela vai pensar assim: "Ah, já sabia, né, qual o que é que a gente tá transmitindo?" Então, a lição de hoje do evangelho, ela basicamente ela nos no nos convida a essa reflexão. E Jesus ainda eh buscando desenvolver esse raciocínio, ele ainda diz: "Olha, e quem quer que não carregue sua cruz e me siga, não pode ser o meu discípulo. Assim, aquele dentre vós que não renunciar a tudo o que tem, não pode ser o meu discípulo." Então, quer dizer, depois dessa passagem que Jesus nos coloca para refletir sobre sobre a o valor da nossa fé e como conciliar nossa fé com as pessoas que nós amamos e também nos amam, Jesus nos traz eh eh esse fechamento desse primeiro parágrafo da lição do item um, nos fazendo pensar sobre todos esses desafios que que nós temos que encarar na vida. Não é fácil a gente desenvolver boas relações interpessoais. A fé, ela nos exige até muito mais do que do que a gente desenvolver boas relações interpessoais. Nos coloca para poder pensar o quanto que nós temos sido éticos ou não na nossa vida, o quanto que nós temos sido honestos, o quanto nós temos sido esperançosos na nossa maneira de enxergar a realidade, né? É, é, é, é o fato assim de que você é espírita na casa espírita, mas também deva ser espírita cristão fora da casa espírita, né, no seu trabalho. Quando alguém te pede para fazer uma coisa antiética, qual que é a nossa reação, né? Será que a gente faz dizendo: "Se necessário, eu vou fazer", ou a gente faz porque é necessário para ganhar o pão, mas sabendo que aquilo ali é uma
uma coisa antiética, qual que é a nossa reação, né? Será que a gente faz dizendo: "Se necessário, eu vou fazer", ou a gente faz porque é necessário para ganhar o pão, mas sabendo que aquilo ali é uma coisa errada? Qual que é a nossa consciência com relação a isso, né? Então, eh, então Jesus é falar assim, importante da gente ter essa força moral. a força moral para sustentar a nossa fé, para que a nossa fé também nos sustente no momento final, no momento dos desafios. Olha aí, são dois níveis, né? Primeiramente, não abandonarei minha fé e tentarei fazer com que a minha fé concilie as, né, todos os aspectos da minha existência. Porque uma hora chegará um momento em que a cruz pode ficar pesada, em que eu tererei que carregar essa cruz, em que eu terei que ir lá pro meu calvário, porque pode acontecer alguma coisa na minha vida que me exija. o testemunho dessa fé. Olha como é que Jesus tá paulotinamente de maneira assim tão didática, né, começando dentro de casa com a relação nossa com a nossa família para depois falar assim: "Olha, porque pode ser um momento que você vai ter que defender essa fé é na hora da dor, é na hora de uma doença, é na hora de um acidente, é na hora que faltar às vezes o pão, né? Então, quer dizer, se você não tá dando sustentar, de dar conta de sustentar sua fé com seu, com a sua criança dentro de casa, com o seu esposo, com seu marido, depois lá fora, quando você tiver que enfrentar, né, um desafio desses que pode até ameaçar a sua existência. Então, eu acho bonitinho como Jesus vai vai trazendo de forma didática assim essa compreensão de como é que a gente tem que encarar, né, o porquê disso. E finalmente no no item dois, ele ele traz novamente essa reflexão, né, na primeira na primeira eh parte com Lucas, na segunda parte agora com Mateus. E ele vem falar uma algo similar, similar. Aquele que ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, de mim não é digno. E aquele que ama seu filho ou a sua filha mais do que a mim, de mim não é digno. Então, é realmente esses dois itens vão
milar. Aquele que ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, de mim não é digno. E aquele que ama seu filho ou a sua filha mais do que a mim, de mim não é digno. Então, é realmente esses dois itens vão fechar esse raciocínio, né, de que nós devemos, sim, eh, tentar buscar uma maneira de conciliar a nossa fé com a nossa vida, buscando esclarecer a nossa família, esclarecer as pessoas, nossos entes queridos, da importância disso para nós, pro nosso sustentáculo espiritual e dessa importância para que sejamos respeitados por isso e aprendamos a respeitar. Inclusive, é um link bastante interessante essa lição de hoje com o dia de hoje, porque Jesus vem falar, vem falar da cruz. Devemos carregar a nossa cruz. Quem quer que não carregue sua cruz e me siga, não pode ser meu discípulo. Temos as nossas cruzes hoje. A Glácio lembrou, lembrou muito bem, né, por coincidência. Eh, hoje também é um dia muito especial paraa sociedade de maneira geral. 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. É essa lembrança que o dia de hoje traz. Então, vem trazer toda essa conscientização sobre questões ligadas à saúde mental, a essa prevenção, a esse cuidado a mais que nós temos que ter, não apenas conosco, mas com quem tá do lado, com quem tá do lado de nós, né? Essa lição de Jesus, ela também vem trazer esse aspecto, esse cuidado. Inclusive, eh, até quero deixar aqui a alguns alguns conteúdos de estudo para quem quiser depois aprofundar um pouco mais na nas questões ligadas aí a a a esses problemas que levam a pessoa a pensar em tirar a própria vida, né, a desencarnar mais rápido, né? Então eu, quem quiser anotar aí, olha, eu eu eu sugiro o estudo do livro dos espíritos, as perguntas 943, 957, tá? Que vão falar realmente de dessa problemática da importância da vida, da importância da manutenção da vida, da sustentação da vida e o quanto que é criminoso nós nós te atentarmos contra a nossa própria existência, né? Temos obras muito boas que tratam disso. A gente tem a obra O nosso Lar que vai tratar disso, né? O
ação da vida e o quanto que é criminoso nós nós te atentarmos contra a nossa própria existência, né? Temos obras muito boas que tratam disso. A gente tem a obra O nosso Lar que vai tratar disso, né? O André Luiz que o que nem imaginava que ele tava se suicidando devido aí aos maus hábitos da vida. Nem imaginou que isso fosse uma forma de suicídio. E claro, né, o livro, acho que é a referência de sempre, que é o Memória de um suicida, que é um livro excepcional que vai tratar disso, de toda essa problemática que envolve a pessoa tirar a própria vida. E eu quero falar um pouquinho mais, de maneira mais aprofundada, de uma lição que eu penso que é uma das lições mais belíssimas sobre esse assunto que está dentro do Evangelho Segundo Espiritismo. Eu acho que é uma das lições mais, eu acho, esclarecedoras sobre isso e eu penso consoladoras também para que nós saibamos interpretar a realidade de uma maneira que eu penso que é a maneira que os espíritos perdidos gostariam que a gente interpretasse, que é a lição do capítulo 5, que é a melancolia. que puder depois ler a melancolia com calma vai entender, né? Muitas pessoas buscam às vezes eh atentar a própria vida e isso se inicia com uma frustração, uma tristeza muito grande, né? Uma sensação de que não dá para solucionar esse problema. Então, para se livrar desse problema, as pessoas pensam em desaparecer, né? se se livrando, né, assim, de das dores. E a lição melancolia, ela vem falar justamente disso. É uma lição que toca o nervo, onde onde onde eh Allan Kardec, orientado pelos espíritos superiores, vão dizer assim: "Olha, o estado normal de eh o estado normal de qualquer pessoa, o estado natural, que seria o estado considerado assim o o o normal e o natural mesmo, é um estado de insatisfação constante. É interessante isso aí. Kardec, ele coloca essa reflexão pra gente. Olha, buscar satisfação o tempo todo, felicidade o tempo todo, é uma grande ilusão. A a felicidade na Terra, ela é formada por momentos de felicidade
so aí. Kardec, ele coloca essa reflexão pra gente. Olha, buscar satisfação o tempo todo, felicidade o tempo todo, é uma grande ilusão. A a felicidade na Terra, ela é formada por momentos de felicidade que são passageiros. Felicidade total a gente encontra no mundo espiritual, que é a nossa pátria real. Lá é a nossa pátria real. Á, é que a vida plena, a felicidade plena, que são esses sentimentos nossos bons alcançaram a a a profundidade necessária, né? A plenitude necessária. Aqui na terra não. Nós vamos ver em alguns capítulos, como por exemplo o capítulo terceiro do Evangelho, que nós estamos encarcerados na terra. E esse capítulo vem falar, né, o sobre a melancolia, que nós estamos degredados no corpo humano, na reencarnação. Não é o nosso estado natural. Não é o nosso estado natural. É como se a gente fosse convidado a ir a uma escola e alguém nos coloca para morar na escola e a gente fica assim: "Não, mas eu não quero morar na escola, quero quero ir pra casa, minha casa. Nós temos que ficar um tempo na escola". Então nós estamos convidados aí a ficar um tempo internados no hospital e a gente fica lá e chega uma hora que a gente fica insatisfeito, a gente tá chateado de ficar no hospital internados, né? Não, a gente não, eu quero ir pra minha casa, quero voltar para casa e a gente precisa ficar um tempo lá. Então é a nossa situação aqui na terra. Então, eh, é muito ilusória essa busca pela alegria, pela felicidade o tempo todo. O tempo todo a gente tem que estar satisfeito. O tempo todo a gente tá com as nossas vontades atendidas. O tempo todo a gente tem que estar sorrindo, com dinheiro no bolso, bonitos e saudáveis e tudo dando certo. É uma ilusão. A terra não é para para isso. A terra é pra gente vencer desafios e etapas que vão se sucedendo. Uma lição que ela é conquistada, que ela é vencida, ela dá espaço para outra lição. André Luiz fala muito sobre isso. Então fica essa dica para que a gente quando vier a insatisfação, quando vier uma frustração, a gente internalizar
que ela é vencida, ela dá espaço para outra lição. André Luiz fala muito sobre isso. Então fica essa dica para que a gente quando vier a insatisfação, quando vier uma frustração, a gente internalizar isso e não questionar e dizer, não é? Ah, eu eu eu repudio isso, mas entender assim, mas por que que isso aconteceu comigo? É a pergunta que o espírito deve se fazer sempre que vier um momento de tristeza, de infelicidade, um momento de agonia, não é? É o espírito a pensar assim: "Por que isso está acontecendo comigo? Porque nós programamos uma existência, programamos uma encarnação, quisemos estar aqui e aí nascemos naquela família que a gente queria ou que a gente precisava, né? E aí vem essa tristeza profunda. É claro que nós vemos muitos profissionais dizendo que essas tristezas elas têm podem ter entre aspas várias causas, né? Por exemplo, a as brigas políticas, a violência, não é? A falta de perspectiva no futuro, não é? O medo das doenças pode nos causar ansiedade. Mas Kardec diz com auxílio dos espíritos superiores que é muito além disso, que o ser humano ele já de estar encarnado nele, no seu subconsciente já vem uma insatisfação. Porque no mundo espiritual nós tínhamos uma liberdade total. Se eu quisesse ir na França, era só eu mentalizar aqui a torre. Menos de um segundo eu tava na França. Não precisava dormir, nem me alimentar, não precisava de dinheiro. Se eu quisesse mudar meu cabelo, essa hora, só com pensamento, fazia assim, meu cabelo ficava grande, pequeno, de outra cor, né? Era a nossa vida mundo espiritual. Ah, se eu enjoasse da minha roupa, era só mentalizar e passar a mão assim, minha roupa modificava. Mundo espiritual é um mundo assim que nós temos uma liberdade total. E aí nós encarnamos aqui na Terra. Que dificuldade para poder ir ali. Gastamos às vezes uma hora para chegar ali. Aquele trânsito, nossa, e agora eu preciso comer, tomar meu banho, cuidar da minha higiene, tem que ganhar o pão, tem que trabalhar e aqui a gente fica preso numa série de vicissitudes para o
gar ali. Aquele trânsito, nossa, e agora eu preciso comer, tomar meu banho, cuidar da minha higiene, tem que ganhar o pão, tem que trabalhar e aqui a gente fica preso numa série de vicissitudes para o espírito. A vida na terra é essa normal. Então, fica essa reflexão. Eu quero deixar essa reflexão aqui para os nossos irmãos. Leia o capítulo quinto do Evangelho. Leia lá a melancolia. Vamos compreender o seguinte, gente. Eh, eh, eh, não vamos nos enganar por essas ilusões, não é? Aquela pessoa que busca felicidade o tempo todo, ela corre o riso de se tornar uma pessoa insensível, que passa por cima dos problemas e que não reflete sobre a vida e que não dá dá não dá o devido valor aos problemas quando eles aparecem. O evangelho nos convida a a a sorrir sempre, mas compreendendo o por estamos sorrindo, porque um desafio vencido é uma bção a mais na nossa vida. Um minuto a mais aqui na terra pode definir 1000 anos de encarnação. É que isso nós vamos ver na mensagem aqui do livro dos espíritos, né, que eu passei as questões ali. Às vezes um segundo, um segundo que a gente passa aqui, vem uma reflexão que nos livra milênios de encarnações, né? Então é por isso nós estamos aqui para ter essa força moral. Então procurem, procurem ajuda o o quanto puderem. Vou dar uma dica para vocês, hein? Ó, uma dica. Quando a no mundo se fala saúde mental, que que é mente? Mente é uma palavra materialista, mas mente é espírito. Saúde mental também é saúde espiritual. O psicólogo tá cuidando da mesma coisa que a casa espírita, que é do espírito. Psiquiatra também tá cuidando da mesma coisa que casa espírita, do espírito, só que estão cuidando de formas diferentes. Não é vergonha procurar ajuda. Não é vergonha procurar ajuda. Pelo contrário, o no o mundo às vezes nos coloca meio confusos, né? Não, eu tô precisando, tô com conflito, vou pro psicólogo. Ah, eu tô com falta de fé, desesperança, tô com negó, vou fazer um tratamento espiritual no centro. Mas é a mesma coisa. A grosso modo, quando a gente começa a
ndo, tô com conflito, vou pro psicólogo. Ah, eu tô com falta de fé, desesperança, tô com negó, vou fazer um tratamento espiritual no centro. Mas é a mesma coisa. A grosso modo, quando a gente começa a refletir, tratamento psicólogo também é um tratamento espiritual. Olha que interessante as reflexões que a gente pode tirar. Então eu penso assim, todos nós somos espíritas, entendamos do que que nós estamos tratando. Vão no psicólogo, vão no no no seu terapeuto, sabendo que eles estão cuidando do seu espírito também de forma diferente do que a casa espírita. Mas é também uma forma. Busquem ajuda quanto puderem. Não é vergonha não. Nós não não não não precisamos sobrecarregar o centro espírita com os nossos problemas, nem sobrecarregar o psicólogo com os nossos problemas. Podemos dividir essa carga. Somos espíritas, temos aí esse tanto de ponto de apoio, né, Gláuscia, que pode nos auxiliar de tantas formas bonitas. É só a gente ter essa compreensão do quanto o nosso espírito é rico e de quanto nós podemos aproveitar da ciência. Isso é ciência espírita, isso é parte científica do espiritismo. É compreender como é que que essa quantidade de de áreas de conhecimento existem podem ajudar a sustentar o nosso espírito com mais firmeza, né, com mais força, né? Mas é isso, Glá. Obrigado aí pela oportunidade. >> Estava tão bom te ouvir, Juliana. Gratidão. Muito bom mesmo. Juliana, eu queria que você falasse mais um pouquinho a respeito dessa questão, tomar a tua cruz, né? Porque às vezes a gente dá uma outra conotação para essa cruz e e ela fica carregada demais. pesada demais, né? Porque nós Sim, >> eu acho que é a maneira de de talvez de falar do assunto, né? Porque Jesus ele ele diz assim, né? Pega a tua cruz e me segue aí. Bom, aí vamos avaliar o que que era a cruz. Nós sabemos que hoje nós temos um conhecimento um pouco mais aprofundado. A gente sabe que Jesus eh ele deveria ser crucificado. Se ele não fosse, talvez a sua palavra tivesse se perdido no tempo. O que realmente deu
hoje nós temos um conhecimento um pouco mais aprofundado. A gente sabe que Jesus eh ele deveria ser crucificado. Se ele não fosse, talvez a sua palavra tivesse se perdido no tempo. O que realmente deu força ao ensinamento de Jesus foi a ressurreição. Hoje os analistas, todos os historiadores, né, os antropólogos, já chegaram nesse nesse nesse consenso dessa importância que foi a crucificação, né? teólogo já tem dito sobre isso, já tenho lido muito sobre isso nos últimos anos, né? Nós já sabemos essa força. Então era algo, a cruz era algo que então vamos chamar assim, a cruz do inevitável, né? Aceite o inevitável e me siga. Olha aí, é uma outra conotação, mas que é a mesma coisa, né? Quer dizer, o que que é o inevitável na nossa vida, né? O que que veio com a nossa programação reencarnatória? Quer dizer, isso não nos pode atrapalhar a estar com Jesus. Pelo contrário, é justamente aceitando o inevitável, que é o nosso destino, que é a nossa destinação, que vai nos levar à ressurreição, que vai nos levar à vida eterna. eh aceitando esse desafio que eh eh com Jesus nós iremos avançar, né, e aceitar esse desafio e abraçar Jesus nesse processo, né, eu compreender porque Jesus, ele já havia dito que ele era, além de ser o caminho, a verdade, a vida, já tinha dito que com ele o fardo é mais leve, o julgo é mais suave. Então também é uma forma de de de conectar a essa passagem, né? Vamos cada um então pegar os nossos desafios, pegar aqui então eh aquilo que é inevitável, que é aquilo que é o meu destino mesmo, aquilo que veio para mim nessa existência, nessa encarnação, cada um com o seu desafio. Vamos então atrás de Jesus com isso nas mãos, para que Jesus possa nos aliviar, para que a gente possa compreender que junto de Jesus nós também, assim como ele, nós estamos vivendo o que é necessário viver, né? Passando pelo que é necessário passar para é a nossa ressurreição, entre aspas, né? Quer dizer, é a nossa luz no mundo espiritual vir a a ser para que a gente possa chegar no mundo espiritual
ver, né? Passando pelo que é necessário passar para é a nossa ressurreição, entre aspas, né? Quer dizer, é a nossa luz no mundo espiritual vir a a ser para que a gente possa chegar no mundo espiritual melhor, né? Para que a gente possa se renovar nesse processo. Eu compreendo dessa forma, sabe? Lembrava sempre que o sofrimento, a dor é um processo educativo. É o que eu tenho que aprender, que eu posso aprender. Porque a dor, eu acho que nós é que também damos a dimensão. E aqui nós não estamos querendo mensurar do outro, né? Porque para um pode doer demais, para outro já tem uma compreensão, mas eh não não se arrastar em sofrimento, né? Dói, dói mesmo, dói em qualquer um, mas a gente ficar ali naquela lamentação, na revolta, né? buscando transferência de tudo também não é producente, né? >> É, exatamente. Eh, eu gosto de pensar assim, ó. O que é que nos define, que que é a nossa característica? Quer dizer, se a dor nos define, tem alguma coisa errada, né? Porque tem pessoas que a dor é que define elas, a dor é que vai definir o modo como ela se relaciona com as pessoas. A dor é que vai definir como ela se sente, a dor que vai definir o que ela planeja pro futuro, né? Fica girando em torno dessa dor. Alguns dias atrás, no nosso tratamento espiritual, recebemos uma senhora lá que chegou lá extremamente desequilibrada. Ela havia passado por um processo aí com de uma um problema grande com os filhos, uma briga com por causa de de de bens, né? E ela havia tentado até tirar a própria vida, sabe? lembrei desse assunto porque, né, devido aí ao dia de hoje também. E ela chegou extremamente desequilibrada. E lá no tratamento espiritual, nós buscamos acalmar as pessoas, fazemos uma palestra evangélica, fazemos a prece e ela ficou extremamente desgostosa quando nós falamos da importância do perdão. Por coincidência, ela pegou lá o dia uma pecana palestra sobre o perdão, uma palestra do evangelho. Ela ficou quase que ofendida de ter falado que a gente que era importante perdoar, porque ela
erdão. Por coincidência, ela pegou lá o dia uma pecana palestra sobre o perdão, uma palestra do evangelho. Ela ficou quase que ofendida de ter falado que a gente que era importante perdoar, porque ela tava achando que o perdão era alguma coisa que ela ia beneficiar alguém com perdão. Ela não, ela demorou a entender que o perdão é para ela aliviar o coração dela, para que ela entendesse as coisas de maneira um pouco mais racional, menos passional e sofresse um pouco menos. E ela demorou compreendesse. E ela no meio do tratamento lá, no meio da palestra, ela começou a a dizer que não havia ninguém lá que tivesse um problema maior que o dela, sabe? Assim, ela ela viu o problema dela tão grande, foi o comentário que você fez aí, né? Ela viu o problema dela tão grande, tão insuperável, que ela tava sentindo a pessoa assim mais infeliz do mundo. E nós sabemos que não é verdade, né? Nós temos lá pessoas no tratamento espiritual, nós temos pessoas lá que estão sofrendo com câncer, temos pessoas lá que estão fazendo tratamento espiritual para familiar que tá na UTI estado grave, nós temos muitos casos graves, pessoas que estão sofrendo de obsessão terrível, às vezes vícios em drogas ou em álcool. Todos os problemas são difíceis. Nós nós nós não, eu acho assim, nós não estamos vivendo um campeonato de problemas. Dizer que o problema meu é maior do que o do outro, gente, isso aí é uma falta de caridade e uma injustiça muito grande, não é? Nós temos que saber eh eh mensurar o tamanho dos nossos desafios. Acho que a Gláa falou super bem, a gente tem que mensurar o tamanho do nosso do nosso desafio, o tamanho da dificuldade que a gente tá vivendo, né? para que a gente não seja descaridoso com o outro, mas que a gente também possa planejar um pouco melhor como lidar com isso. Porque se de repente eu começo a achar que meu problema é insuperável, aí quem vai me ajudar? Ninguém. E não tem Deus que salve se eu acho que não existe salvação, né? Se nem eu acredito na salvação. Como é que alguém, mesmo que essa salvação
meu problema é insuperável, aí quem vai me ajudar? Ninguém. E não tem Deus que salve se eu acho que não existe salvação, né? Se nem eu acredito na salvação. Como é que alguém, mesmo que essa salvação apareça, eu não vou reconhecê-lo porque eu acho que não existe salvação. Então a desesperança, eu concordo muito com a Cláus, a desesperança, ela vai matando o ser humano aos poucos, né? E essas questões do livro dos espíritos e falam muito disso. As pessoas que vão perdendo a fé, que vão perdendo a vontade de fazer as coisas, que vão perdendo a vontade de lutar, as pessoas que vão se matando aos poucos, né, elas vão se entregando, se entregando, se entregando a até, né, descobrir no mundo espiritual que elas cometeram crime contra elas mesmas, né? Então é, não é fácil, não. Não é fácil. Agora, o que que nos define? Vou voltar aquela primeira questão, né? Que nos define certa vez, certa vez não, mais de uma vez, vou confessar, eu já passei por problemas também, já tive meus momentos de choro, de ranger de dentes, já tive aqui na minha vida, sabe? Aí eu tive uma experiência pessoal que foi uma experiência assim que eu achei uma experiência impressionante porque eu nunca tinha me entregado dessa forma dor de me jogar, sabe? falar assim: "Meu Deus, e chorar e chorar e e falar assim: "Nossa, e agora o que que vai ser?" Sabe, eu lembro que um dia eu me entreguei assim de me joguei na cama, chorei, sabe? E fiquei muito chateado. Só que aconteceu fenômenos mais interessantes. Quando que você tá no momento de desespero, parece que aquilo ali não tem solução, né? Parece que ali é um buraco sem fundo. E de repente aquilo foi passando, de repente o choro parou. Aí eu tava com aquele pensamento tão negativo e o pensamento ele foi ficando cada vez mais devagar até sumir e tudo. E passou alguns minutos depois da crise que eu tive, né, uma crise de desespero e que passou, foi embora, sabe? E eu falei assim, gente, nossa. E eu falei assim: "Ué, mas cadê aquele desespero?" Né? Sumiu assim,
guns minutos depois da crise que eu tive, né, uma crise de desespero e que passou, foi embora, sabe? E eu falei assim, gente, nossa. E eu falei assim: "Ué, mas cadê aquele desespero?" Né? Sumiu assim, sumiu. E eu entendi, eu acho que eu nunca tive um entendimento tão profundo sobre mim mesmo assim, sabe? Eu entendi que aquilo, acho que meu corpo não aceitou. Eu acho que meu espírito não aceitou aquilo e eliminou, sabe? Porque, mas foi uma coisa automática, não fui eu que lutei contra o sentimento. O sentimento ele simplesmente dissolveu, sabe? E eu dei graças a Deus aquele momento ali de ser espírita, de estudar o evangelho, porque eu vi que assim, embora não estivesse blindado de me sentir mal, não estivesse blindado da dor, não tivesse blindado do desespero, aquilo não se instaurou em mim, não fez ninho, né, como se diz, né, tem uma frase que diz isso, mas não deixa que faça ninho, né? Não fez ninho em mim, aquilo se dissolveu e foi embora como vento, né? O vento levou. E ali naturalmente eu me recuperei como se fosse alguma coisa de sistema imunológico, espiritual, né? Vou brincar dessa forma assim. E eu penso que para nós que somos espíritas, viver momentos intensos assim, eu acho que são são bons nesse sentido pra gente se autoconhecer. No momento da dor, do desespero, do confronto, é que a gente se conhece, que a gente sabe como é que a gente tá, né? A gente tá, né? Paulo de Tarso, ele falava muito disso, né? É, tem uma frase do Paulo de Tar que eu acho linda, linda, linda, que ele fala assim: "Irai-vos, irai-vos, mas não pequeis". "Irai-vos, mas não pequeis". E quer dizer, é onde um um consolo impressionante, né? Como Paulo Tar ele era humano, né? Quer dizer, gente, você vai ficar chateado, tem hora que não vai ter jeito, tem hora que você vai se jogar e vai até xingar e vai falar assim: "Nossa Senhora, né?" Mas ele fala, mas não pequeis. Ou seja, não atente contra a sua própria vida, não atende contra a vida do outro. Não cometa nenhum tipo de desatina que
é xingar e vai falar assim: "Nossa Senhora, né?" Mas ele fala, mas não pequeis. Ou seja, não atente contra a sua própria vida, não atende contra a vida do outro. Não cometa nenhum tipo de desatina que você vai se arrepender nesse momento de desequilíbrio, né? Tudo bem. Quer brigar, né? Quer quer quer se irritar, tudo bem. Ele diz, ele diz, é compreensível. M, cuidado, não deixa isso te dominar. E depois ele fala assim, ó, para finalizar, eh, e não deixe que o sol se ponha sobre a vossa ira, aliás, sobre a vossa ira, né? Não deixe que o sol se ponha sobre a vossa ira. Ou seja, não deixa isso além de não deixe te dominar e também não deixe ficar um num período extenso isso aí na sua vida, né? Te dominar e de repente aquilo lá não sai mais não. Calma, não deixa que o sol se ponha. Ou seja, né, de um dia pro outro há que se curar isso dentro de você. Então eu acho palavras de Paulo T muito bonitas e muito importantes. Então uma coisa que eu aprendi, não sei se vai servir para todo mundo, mas talvez para alguém sirve, é o seguinte: quando eu tô chateado, com raiva, nervoso, tudo e às vezes não consigo nem orar nesses momentos, sabe o que que eu faço? Nada. Fico quieto, silencio, vou aqui chorar inquieto no meu canto que deixa eu passar e deixo passar. E assim eu tenho encontrado um ponto de equilíbrio para esses momentos que não são momentos muito comuns, né, mas que nós não estamos livres de vivê-los, né, como eu já vivi, né, e posso viver amanhã. Então, aprendi a fazer isso. Deixa, deixa, deixa o, né, o seu próprio espírito eliminar o que não for da essência desse espírito. Deixa o seu corpo eliminar o que não for da essência desse corpo. Não tome decisões apressadas sobre nada, nada, nada na sua vida, né? Não vai tomar essa decisão intempestiva sobre nada. Deixa passar, deixa a adrenalina baixar, toma água, deixa o tempo correr, porque a gente não vai ficar, você não vai ficar na ira 3, 4 horas seguido, né? Calma, vai passar, vai passar. Depois você vai pensar melhor.
eixa a adrenalina baixar, toma água, deixa o tempo correr, porque a gente não vai ficar, você não vai ficar na ira 3, 4 horas seguido, né? Calma, vai passar, vai passar. Depois você vai pensar melhor. >> Verdade. Silenciar é muito importante. É uma forma de de ter uma postura de humildade também, né, Julião? Porque reconhecer que a gente não controla tudo e a gente não detém a a resolução de tudo, o conhecimento sobre tudo e e reconhecer que há algo muito maior que que gere tudo que e está ao nosso lado. Basta basta a gente querer acessar, entrar em sintoma. Eu iria até te perguntar se nesse momento de choro você me lembrou de fazer uma prece, né? É, às vezes, às vezes a gente faz essa prece, né? Começa com a prece e depois ali a prece às vezes a gente perde um pouco a sintonia do momento, né? E depois às vezes sim, às vezes a gente consegue, né? Eu já consegui, às vezes não. Às vezes é um dizer assim, ó, gente, parece que não tem saída, eu vou orar para quê, né? Né? Eu já passei por esses momentos e é o que você falou, né? >> Todos nós, todos nós nessa caminhada não tem ninguém. >> É. E às vezes é isso mesmo, é silenciar, >> né? Eh, não deixar piorar, >> né? Como se diz, a gente não abençoa, mas também não vai amaldiçoar. >> Até porque nós já sabemos que tudo que acontece é o resultado de escolha. se não for nos de outro. E nós estamos inseridos num processo que realmente para auteducação. Ex. >> Hoje mesmo eu conversava com um colega de trabalho, pelo jeito ele estava assim triste, chateado. Acho que aconteceu alguma coisa na família, né? Não sei se com o filhinho a gente não teve oportunidade de conversar mais profundamente. Ele, eu queria só viver normal. Eu falei: "Mas como que é o normal para você? Ah, de não ter essas coisas, porque todo dia é uma coisa que acontece diferente, que deixa a gente chateado, que a gente não espera. Eu falei: "Olha, vou te dizer algo, mas não é para ti desanimar. Acontece com todos nós, com todo mundo. E acho que ele falou uma questão ah, de
te, que deixa a gente chateado, que a gente não espera. Eu falei: "Olha, vou te dizer algo, mas não é para ti desanimar. Acontece com todos nós, com todo mundo. E acho que ele falou uma questão ah, de quem quem tem dinheiro vive melhor." Eu falei assim: "Depende do ponto de vista que você enxerga". Se você coloca a sua vida no melhor em questões materiais, sim, talvez sim, mas se você já consegue pensar além, você vai perceber também que às vezes as pessoas só tm o dia e que de certas questões nós somos muito mais ricos. Então depende de um ponto de vista. Ele ficou assim um pouco reflexivo, mas nós também estávamos trabalhando, não teve como a gente conversar mais. Mas eu fiquei muito pensando também na situação de ele é um um rapaz jovem, tem uma família, tem um filhinho e e ele sempre demonstra ser uma pessoa muito coerente e responsável. E naquele momento ali era doído, estava doendo. Ele demonstrou isso no semblante, no olhar e tudo mais. Eh, é bom a gente colocar e perceber isso porque, como você colocou, há sofrimento muito maior do que a do que da gente. E o atendimento espiritual com essa proposta de acolher, de consolar, amparar, esclarecer e orientar. nos ajuda muito. Se essa senhora não tivesse procurado o atendimento espiritual, ela nunca teria tido essa percepção que é o perdão. O perdão não faz bem para o outro, faz bem para nós. >> É. E graças a Deus eu penso que fez muito efeito para ela, sabe? Ela chegou num dia muito agitada, nervosa, até com a gente de ter pregado o evangelho. Ficou nervosa com as palavras do evangelho, porque ela não viu sentido na segunda, mas achamos que ela não voltaria. Voltou no segundo dia do tratamento, ficou lá firme, questionou de novo. Tudo bem, eu até brinquei com o pessoal do atendimento lá, né, que e dizer para ele, olha, essa aqui é a nossa professora, hein? ver que testagem. Na terceira eh no terceiro dia do tratamento, ela voltou, não questionou mais o evangelho. Ela criou caso com outra coisa lá, horário, uma coisinha assim, mas já não
rofessora, hein? ver que testagem. Na terceira eh no terceiro dia do tratamento, ela voltou, não questionou mais o evangelho. Ela criou caso com outra coisa lá, horário, uma coisinha assim, mas já não tocou no evangelho. No quarto dia do tratamento dela, o último dia, silenciosa, do começo ao fim do tratamento, ouviu tudo, até vi o sorriso no rosto dela. Um mês mudou a vida da pessoa. Um mês, graças a Deus. que ela questionou. >> É, exatamente. Quer dizer, ela questionou. Questiona, refletiu. >> Isso. Questionou, foi esclarecida, né? Aí mexeu, hein, Cláusia? Tem um comentário aqui de uma irmã nossa, Ktia. Olha o que que ela comenta, Juliano, de repente você pode ter recebido um passe, sentiu um alívio e tudo passou. Somos muito amparados, não percebemos. Eu concordo plenamente, né? Concordo plenamente. De repente, naquele momento de desespero ali, dúvida. >> É, pois é. Eu concordo plenamente com ela. Não comentei isso, né? Mas foi bem observado, né? Faltou esse comentário meu mesmo, >> porque a gente sabe o quanto que a gente, não é, tá assistido, né? De repente, naquele momento meio de desespero, acalmou de repente ali um amigo nosso, né? Do mundo espiritual ali protetor que nós temos, um espírito mais elevado que nós, né? Que ele assumiu a missão de nos auxiliar. Quando a gente aciona, quando a gente precisa, vem ao nosso encontro. É >> quando o choro é sincero, sem revolta, não estou lamentando nem revoltado, eu estou estou assim sentindo que agora eu fui meu cauteado. >> Exatamente. >> É, é entender. Olha, também tem mais comentário. Ela mesmo faz um comentário aqui. Ela não tem participado do nosso evangelho, mas ela realiza o evangelho no lar dela e que ela está no mesmo capítulo que nós. Que maravilha. Olha o Fernando Rodrigues também deixando seu boa noite. A gente não pode deixar ninguém para trás aqui. Que bom, que bom. Muito bom. O João Batista também. Olha, Jesus amou e perdoou todos que lhe fizeram mal no Calvário. Nós também podemos perdoar alguém que nos ofende se o amor que
uém para trás aqui. Que bom, que bom. Muito bom. O João Batista também. Olha, Jesus amou e perdoou todos que lhe fizeram mal no Calvário. Nós também podemos perdoar alguém que nos ofende se o amor que temos por este irmão é maior, né, que a ofensa, é o que penso. Então, corretíssimo. Jesus é o nosso guia, o nosso modelo. Questão 625 do livro dos espíritos. E ele é o nosso modelo de atendente fraterno por excelente. >> É, hoje hoje hoje eu quebrei um pouco o protocolo, né? Falei um pouquinho de uma dor pessoal minha, né? De momento que eu vi, porque eu penso assim, hoje eu fiquei lembrando, né, do que a gente tinha conversado, né, em preparação aqui a a nossa live. Depois eu sentei aqui em frente do computador e falei: "Gente, hoje nós estamos lidando com assuntos muito sensíveis, né? falamos de família, de desafios, falamos dos cuidados com a própria vida, de desafios que vão parecer até insuperáveis, né? E aí eu comecei a refletir a respeito dos próprios meus. Então, hoje eu quebrei um pouquinho o protocolo para trazer umas questões mais pessoais. Eu acho que todo mundo tem que entender que a gente, a gente também é gente, né, Gláus? Aconteceu um dia comigo, Luciano, você trazendo tanto que é importante >> porque todos nós, não é porque somos trabalhadores que estamos aí muito a dor a todas as nossas nossos e trabalhamos espiritual muito tempo e tinha um senhor, né? As semanas são mais maiores, são mais, porque a gente tem a sala eh Evangelho e Vida e de repente eu estava passando também pelo processo que estava precisando e o atendimento espiritual também é para nós trabalhadores. ao invés de trabalhar, eu fui para receber. E quando ele teve o retorno lá, conversando com uma com uma atendente, disse que achou muito bom eh me ver lá, né, passando com uma atendida, porque sempre me via como um atendente trabalhador. Então, eh, são as nossas fragilidades e a gente tem que reconhecer também quando a gente precisa, quando a gente vai auxiliar, mas quando a gente está precisando também. Eu acho
atendente trabalhador. Então, eh, são as nossas fragilidades e a gente tem que reconhecer também quando a gente precisa, quando a gente vai auxiliar, mas quando a gente está precisando também. Eu acho que o que você colocou aqui para nós é só aprendizado, só aprendizado. Fique tranquilo. Nós estamos no evangelho no lar. Olha, o João Batista disse também, não, antes é a Cátia falando que a gente ia colocar o amor em prática, né? Porque ela traz aqui o capítulo primeiro, capítulo um, não vim descer a lei, o mandamento raia vos. Interessante é colocar o nosso amor de prática. E o Estevan também coloca, olha, reflexões muito bem apresentadas pelo Juliano e a lembrança da importância do alerta de 70 amarelo. A vida continua, irmãos, pois todos somos imortais perante as leis divinas. agradecido. Eu acho que ele queria dizer que se a gente consegue aqui, nós vamos ter aí outras oportunidades de trabalharmos mais, de aprender. Esse aprendizado aí ele é constante e é vida aa ou vidas aa. Mas é importante também a gente salientar, ressaltar eh que nós precisamos aproveitar as oportunidades que surgem, tá? E por isso que a gente pode pedir socorro, né, gente? Formar aí uma rede, tanto nós podemos recorrer a ajuda especialista, médica, quanto ao atendimento espiritual no centro espírita, >> ajuda psicológica, psiquiatra, mas também o centro espírita está aí. O esclarecimento ele é muito importante. Olha o exemplo que você trouxe dessa senhora, que foi através da explanação do evangelho, no momento de esclarecimento, mas um esclarecimento com fraternidade. Olha, o João Batista também diz, olha aqui o Chico, né? O perdão é o perfume. O Chico dizia, né, que o perdão é o perfume, é o perfume que as rosas evalam quando o santo bateado. Quando quando nós estamos passando desafio, qual que é a nossa reação? Nós agimos ou reagimos? Porque enquanto está tudo bem, tá ótimo apresentar a nossa fé, o nosso conhecimento. Mas quando as situações desafiadoras aparecem, é que nós vamos praticar o evangelho de Jesus,
s agimos ou reagimos? Porque enquanto está tudo bem, tá ótimo apresentar a nossa fé, o nosso conhecimento. Mas quando as situações desafiadoras aparecem, é que nós vamos praticar o evangelho de Jesus, né? E a Cal, ó, Juliano, de repente você pode ter recebido, né? Tô repetindo que ela colocou. Uhum. E ela agradecendo pelas reflexões. Juliana, que bom, que bom. Olha, a gente também pode pensar no tomar a cruz como renúncia pessoal e ao compromisso que a gente tem na causa de Deus, né? A seara de Jesus nesse trabalho maravilhoso. >> É, é um bom lembrete e é o encerramento desse desse, desse parágrafo, né? Aquele dentre vós que não renunciar a tudo o que tem não pode ser meu discípulo. Aí a gente tá priorizar, né? Priorizar o que é importante, né? Quer ser o discípulo de Jesus, né, Juli? É a história, >> é a história de Marta e Maria, né? Escolher a boa parte. Escolher a boa parte. A boa historinha é essa. >> Sim. Então, que a gente pode pode pensar também que o contrário de felicidade não é infelicidade, é a gente, a insatisfação alegre. Tanto tanto que eu ando insatisfeito. Por que que eu ando insatisfeito? É, exatamente. Eh, tem uma lição, sei que a gente tá no finalzinho assim, mas eu tem uma lição do capítulo sete do Evangelho, que é aquele eh aquele que se eleva será rebaixado, né? E essa lição começa com a uma parábola, a parábola do dos primeiros lugares. E Jesus vai tá vai na casa do fariseu, né? E lá e começa aquela multidão se ajuntar ao lado de Jesus de ouvi-lo, né? Na casa do fariseu. Jesus tinha muitos amigos fariseus. E ele então vendo que o pessoal tá querendo todo se amontoar perto dele, né? Todo mundo com aqueles primeiros lugares ali, ninguém quer assentar lá atrás, né? E tal. E aí Jesus lembra de uma de uma parábola, né? Se capítulo 14 de Mateus, se não me engano. E aí Jesus vai dizer o seguinte: "Olha, quando vocês forem convidados por um senhor para ir na casa deles, no banquete, né, e tal, não sentem lá nos primeiros lugares, gente. Senta atrás.
o me engano. E aí Jesus vai dizer o seguinte: "Olha, quando vocês forem convidados por um senhor para ir na casa deles, no banquete, né, e tal, não sentem lá nos primeiros lugares, gente. Senta atrás. Por quê? Porque é melhor o o senhor chamar vocês para sentar na frente, dizer: "Olha, vem para cá, vem aqui paraa frente". É melhor isso do que o Senhor falar o seguinte: "Olha, vocês podiam sentar atrás, esses lugares aqui estão reservados". Jesus diz que disso. Eu acho bonita essa essa parábola, porque Jesus vem nos falar o seguinte: "Olha, você tem seu lugar. O problema que a gente tem é que a gente tá no nosso lugar, mas a gente não quer o nosso lugar. A gente quer sentar lá na frente, a gente quer o primeiro lugar, a gente quer do nosso jeito, a gente quer sentar onde a gente quer. Aí Jesus fala assim: "Não, mas pera aí, já pensou qual que é o seu lugar?" E tá cheio de gente que tá questionando o seu lugar, né? Tá, tem gente que tá questionando a família que nasceu, questionando o país que nasceu, questionando situação econômica. Tem gente que tá questionando corpo físico, esse corpo físico aqui não é para mim. E tá, o pessoal tá questionando tudo que pode, né, Gláus? Eu acho impressionante ver o mundo assim, as pessoas estão, sabe, não estão aceitando mais nada, tão revoltado com tudo, parece, né? Assim, agora que a gente não vai generalizar, mas tem muita gente chateada, né, com a vida toda, né, com tudo. E é disso que Jesus tá falando. Eu acho que se encaixa nesses sentidos, né? Quer dizer, é mais uma situação onde a gente vai lembrar da cruz. Pera aí, você não quer só cruz, não, né? Essa cruz aqui não é minha. Joga essa cruz para lá que tá muito grande. Eu quero é outra coisa, né? E a pessoa foge dos seus desafios de vida, né? sendo que Jesus diz: "Não, primeiramente pensa assim, por que que você tá nesse lugar aí? Por que que Deus te pôs sentado aí nessa cadeira, né? Essa cadeira que você tá ocupando é sua. Por quê? Já quer levantar dela e sair correndo, dizer: "Não, nada disso aqui
que você tá nesse lugar aí? Por que que Deus te pôs sentado aí nessa cadeira, né? Essa cadeira que você tá ocupando é sua. Por quê? Já quer levantar dela e sair correndo, dizer: "Não, nada disso aqui me interessa. Não, não, pera aí, pera aí, pera lá, né? Vamos avaliar isso primeiro." >> Muito bom, Gilena. É isso mesmo. Olha, nós vamos encerrando por causa do horário, né, Julian? Minhas reflexões com certeza não param por aqui. Eu acho que dá pra gente pensar como eu tenho enxergado a vida, a minha vida, a minha condição. Eu me reconheço como filho de Deus com todas as potencialidades, com toda a predisposição aí para o bem, para ser melhor, para crescer. Eu tenho reconhecido a paternidade divina. Eu reconheço esse mundo ao meu redor que ele nos dá de presente para que a gente possa justamente fazer as pazes conosco mesmo, né? Alcançar essa reparação para ficar em paz, mas de consciência. Então vamos pensando, vamos refletindo nessa nessas questões. É para todos nós, né, Julian? >> Tem dia que não está fácil. >> Tem dia que não está fácil, né? E para quem não teve o dia difícil ainda, amanhã pode um dia difícil chegar. Então a gente vai se preparando, né? Se o dia difícil não chegou, ótimo, se prepara, você vai se fortalecendo. Caso ele chegue um dia, você já vai estar forte aí, né? >> É. E é importante a gente saber que nós precisamos fortalecer a nossa fé. Você falou isso? Muita fé. É porque é somente essa fé que vai nos ajudar a transpor essas dificuldades, a carregar essa cruz que todos nós temos. Você quer deixar suas considerações mais? Olha, eu penso que para todos nós, acho que uma palavra que é muito importante é a gente compreender o seguinte: nós não estamos sozinhos. Nós não estamos sozinhos. Hoje nós começamos nosso estudo falando da da força da família da nossa vida e da força da nossa fé que pode sustentar nossa família. Falamos disso, mas não estamos sozinhos, nem deveremos ficar sozinhos. E além disso, os amigos espirituais estão ao nosso lado, que são muito
a e da força da nossa fé que pode sustentar nossa família. Falamos disso, mas não estamos sozinhos, nem deveremos ficar sozinhos. E além disso, os amigos espirituais estão ao nosso lado, que são muito maiores esses amigos do que a quantidade de encarnados que nós temos aí como família. O mundo espiritual, ele é imenso. Nós temos muita gente que ama a gente, muita gente. Tem muita gente torcendo por nós, muita gente mesmo. Pessoas que nós não nos lembramos deles, familiares de milênios atrás, amigos benfeitores. Se você tá numa casa espírita, então olha a história do Dimas. Dimas foi desencarnar. Quantos trabalhadores espíritas da casa espíritas estavam lá torcendo por ele, ajudando ele, que falam: "Ó, vamos rever nosso amigão aqui, tá vindo para cá, né? Essa do dias linda de chorar. E essa e é isso aí. Estão torcendo por nós, dizendo: "Olha lá, Glauça tá indo lá, olha o Juliano tá indo lá, a Cátia, o João Batista, vamos lá com ele, vamos ajudar ele lá, o Estevan, olha, todo mundo aí no nosso chat aí, ó, vocês estão cheios de amigos. É só conectar com essas amizades, é só lembrar no momento difícil e falar assim: "Meus amigos, vamos fazer uma força comigo a mais aqui hoje? Hoje eu tô precisando. Hoje eu tô mais cabisbaixo. Hoje eu tô mais triste. Vem aqui me ajudar. Eles vão vir, gente. Eles vão vir. Vai vir multidões, tá? Vamos confiar nisso e acreditar, porque é realidade, é a realidade que a gente descobre isso. E eu digo porque eu sou médium. E eu digo porque eu dirijo reunião mediúnica. E eu dirijo porque esse lado tá muito sensível com os desafios da casa espírita que nós acreditávamos que tava assim, nossa, como é que a gente vai vencer isso? De repente a coisa resolvia assim, ó, como um passo de margem. E na co na nossa vida pessoal também vamos confiar, é só confiar. A Glá falou muito aí, ó, confiar e ter fé vale a pena. Lembra, gente, não tá sozinho. Às vezes você pode estar até se achando sozinho no seu quarto lá, não tem ninguém em casa, mas não tá sozinho, não. Só se
alou muito aí, ó, confiar e ter fé vale a pena. Lembra, gente, não tá sozinho. Às vezes você pode estar até se achando sozinho no seu quarto lá, não tem ninguém em casa, mas não tá sozinho, não. Só se você realmente quiser. Quiser vai estar. Se não quiser, não vai estar. Tá cheio de amigo aí que estão conosco aí, gente. Obrigado. >> Nós que te agradecemos. A Renata também deixando a sua gratidão. A Clarice Ferreira dando boa noite nós. Aia, ó. Isso mesmo, Juliano. Somos sempre ampará. Essa certeza não foi lembrar disso todo mundo. Assim como a prece também nos auxilia. Nós vamos ficar aqui com nosso evangelho agradecendo muitíssimo ao Juliano pelas suas pelas suas reflexões dessa noite. Apresento todos para todos que aceparão o nosso evangelho do lar. Nós esperamos sim que essas reflexões, que o evangelho de Jesus à luz do Espiritismo possa alcançar muitos corações, levando o amparo, consolo, a orientação segura, o fortalecimento da sua fé. Muito obrigada, Vinícius, que está na transmissão. Muito obrigada, Juliano, mais uma vez. Fiquem com Deus. Quarta-feira, na próxima semana, estaremos aqui continuando com o nosso evangelho no lar. Estão todos convidados. Peço para Vinícius colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Fiquem contém. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.