Evangelho no Lar - #179

FEEGO 04/09/2025 47:28

Evangelho no Lar - #179 Programado para o dia 3 de setembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 22, item 5, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite. Meu nome é Cláuscio, estou na coordenação da área de atendimento espiritual da Fé Ego. Retornamos com o Evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos muito bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Então, gostaria de apresentar os demais trabalhadores desta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da FEGO, eu acho que ele está com probleminha no áudio e no vídeo. Paulo César, que é presidente do conselho de administração da FEGO, é o nosso amigo, querido, parceiro do evangelho também. Paulo, seja muito bem-vindo. >> Obrigado. É uma alegria, né, participar desse momento tão importante paraa nossa harmonização, pro nosso conhecimento e, principalmente para participar do momento de divulgação, né, da doutrina espírita. Muito bem, gratidão, amigo. Bom, nós vamos dar boa noite aos nossos amigos que já estão conosco. A Renata Cunha está conosco lá de Belo Horizonte, Minas Gerais. Seja bem-vinda, Renata. O Eupidino. Boa noite amigos, muita gente faz paz. E ele tá conosco aqui de Goiânia, em Goiânia. O João Batista também deixando seu boa noite do Centro Espírita Messageiros da Luz. Seja bem-vindo, João. A Vera Lúcia também. Boa noite, amados irmãos de fé. Seja bem-vinda. >> Bom, nós agradecemos mais uma vez pela oportunidade de estarmos juntos esta noite de Evangelho no lar. Hoje nós cultivamos os ensinamentos de Jesus, a luz do Espírito divino no nosso lar, para o fortalecimento dos nossos laços familiares, para pacificar os nossos corações na resolução de conflitos, dificuldades e também agradecendo a Jesus pela oportunidade da vida em família. Bom, eu gostaria de iniciar lendo uma lição, uma mensagem do

ara pacificar os nossos corações na resolução de conflitos, dificuldades e também agradecendo a Jesus pela oportunidade da vida em família. Bom, eu gostaria de iniciar lendo uma lição, uma mensagem do capítulo 179 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium de Val Pereira Franco, editado pelo espírito Jana de Angeles. A cobiça dos bens alheios é um mal que se generaliza lentamente. As pessoas se apresentam insatisfeitas, cobiçando os pertences que não possuem e de que não têm real necessidade. Se cada um bastasse com os recursos de que dispõe, a vida se tornaria mais rica de beleza e de experiência. Há uma falsa proposta de felicidade muito propagada nesses dias. Chamaremos a posse mesmista. Todo mundo deseja as mesmas coisas que o próximo possui e a inção das fantasias, das fantasias e quinelas produzidas pela imaginação, passou a ser meta a alcançar. Quem não consegue o mesmismo considera-se rejeitado e infeliz. Não cobistes nada de ninguém. Realiza-te em ti mesmo e frui de paz. E Paulo fará. Então vamos acalmar o nosso próprio pensamento, buscar sintonizar com imagens da natureza, lembrando a criação divina. Lembrar de Jesus, nosso governador, não na cruz, mas no monte, fazendo aquilo que ele diz que veio fazer, que é esclarecer, ensinar. Então, Senhor, nós te agradecemos por estar mais um momento aqui nesses instantes de reflexão, onde podemos através desse estudo incorporar na nossa conduta os ensinamentos que o Senhor nos deixou. Com a tua presença, com a tua inspiração, queremos participar deste momento contigo. Que assim seja. Que assim seja. Estevan Figueiredo deixando também o seu boa noite. Boa noite, Cláuscia Paulo César. E que tenhamos um evangelho no lar com muitas bênçãos, luz e paz e harmonização dos nossos lares. Do pontal do triângulo mineiro, próximo de vivo de Goiás, Itumbiara. Olha só, Estevan, eu sou itumbiarense. Que bom, que alegria. Seja bem-vinda. A Marta Damasco também deixando o seu boa noite e ela está nos acompanhando de Bragança Paulista. Seja bem-vindo.

tumbiara. Olha só, Estevan, eu sou itumbiarense. Que bom, que alegria. Seja bem-vinda. A Marta Damasco também deixando o seu boa noite e ela está nos acompanhando de Bragança Paulista. Seja bem-vindo. Bom, nós estamos hojeando o capítulo 22, não separeis o que Deus juntou e o Paulo finaliza com o cinco. Lembrando que o Evangelho segundo espiritismo da editora da Feb, tradução de Ribeiro. Paulo, fica à vontade. Esse é um dos menores capítulos que tem no Evangelho de codificado por Kardec, né? É o capítulo 22. não se o que Deus uniu. É um capítulo interessante, um estudo muito interessante, porque isso para nós espíritas, às vezes que olhamos as coisas superficialmente, ficamos um pouco perdido em relação a essas questões, né? Porque quando fala da indissolubilidade do casamento, né, do divórcio, dessas questões, né, leva muitas vezes a pensar que eu não posso, que Deus uniu, não pode separar. E e num estudo bem vago assim, as pessoas criam situações até mesmo de ameaça, né? Eu lembro bem, eh, minha irmã tinha uma dificuldade com o esposo, ela era uma pessoa maravilhosa, mas tinha uma dificuldade sim no relacionamento, como todos nós temos, né? Quem que não tem uma dificuldade no nesse relacionar, né? Até dizem o seguinte: se a gente tiver eh trancado sozinho num quarto, a gente briga com espelho, né? Então imagina de dois, de família, porque a constituição familiar ela é feita através de um processo muito mais de reparação, de reencontro, de adaptação, de correção de rumos do que de afinidades. É lógico que tudo tem uma programação e se eu vim para estar com alguém, certamente eu devo me esforçar para manter. Mas esta questão é uma questão que não pode ser colocada e ao pé da letra, né? Como eu tava falando da minha irmã, falava assim: "Ó, você tem que você não pode separar, você tem que dar conta, porque é como deixar a mala no na estação do trem, depois você tem que voltar para pegar a mala". Então a gente fica com muitas, muito dedo, muita questão em relação a isso. Na realidade,

e dar conta, porque é como deixar a mala no na estação do trem, depois você tem que voltar para pegar a mala". Então a gente fica com muitas, muito dedo, muita questão em relação a isso. Na realidade, o evangelho ou o próprio Jesus não falou dessa união de, embora haja citações, né, para deixar claro sobre a união carnal, né, mas ele quando ele fala dessa indissolubilidade, que ele fala de Deus uniu, tá falando da união de espíritos, eh, não da união carnal, tanto que quanto aquela questão Então, pergunta para deixar Jesus em situação difícil, eh, a mulher desposou, porque na lei judaica, né, a mulher se tornando viúva, ela tem que desposar o outro irmão, o irmão mais velho, né? E se ela ficar viva de novo, tem que desposar o outro para ela não ficar sozinha, não ficar desamparada. Então, isso faz parte. Aí pergunto para deixar Jesus numa situação difícil, quando todos morrerem, com quem ela vai ficar do outro lado, né? Então Jesus deixa claro que no céu não não as coisas não são assim, né? Como na vida material. Quando tá falando Deus uniu, não separei do que Deus uniu, é a questão da união universal, familiar. eh essa família universal, não exclusivamente essa família de experiências que a gente vivencia aqui. Aí eles perguntam, né, mas por que então que porque Jesus fala que para não separar o que Deus uniu, né? E ele fala, mas por mas Moisés permitiu e Jesus é salta. Mas voltando às questões de ordem material, né? Eh, olha, Moisés permitiu em função do adultério e tal, mas no começo não foi assim. Ou seja, no princípio da ordenação espiritual das questões, não faria parte, né, essa questão nós, e ele fala, por causa da dureza dos vossos corações. Então, nós não estamos ainda preparados para essas experiências em função do da dificuldade que a gente tem. Se nós conseguirmos, né, estruturar de uma certa forma que não venha trazer prejuízo, melhor que sim, que se mantenha, né? Mas a questão do divórcio, ela é muito eh diferente de acordo com os povos, né? Então, aí essa é uma

, estruturar de uma certa forma que não venha trazer prejuízo, melhor que sim, que se mantenha, né? Mas a questão do divórcio, ela é muito eh diferente de acordo com os povos, né? Então, aí essa é uma legislação humana, não é legislação, quando fala da legislação divina, tá falando dessa ligação espiritual, da ligação humana. Aí vem todas essas questões que são levantadas aqui eh em relação à própria Constituição eh ou legislação de cada povo, né? E até hoje tem povos que submetem à mulher de uma forma muito violenta, muito agressiva, né? eh colocam elas como se fosse um ser a parte, né, de segunda categoria. Então, não é isso que quis, né, nos trazer essa recomendação de Jesus mesmo, porque imaginem se eu mantenho uma estrutura, né, de convivência que se torna eh desgastante, às vezes até mesmo agressiva, quantos feminicídios acontecem em função dessa dificuldade relacional que existe entre as pessoas? Então é melhor que deixa que venha chegar a esse ponto extremo ou a gente pode, né, de alguma maneira para não chegar numa situação mais eh difícil eh interromper esse processo, né? Então, a doutrina não é contra a questão do divórcio. A doutrina reconhece essa necessidade em em casos e casos. E aí a gente não precisa ficar com a consciência pesada, porque pode ser que nesse instante nós estamos evitando um mal maior. O que não pode é o que a gente tem visto eh hoje, né? Principalmente hoje, porque quando as pessoas entram no matrimônio, muitos delas já fazem assim, já falam assim: "Se não der certo, a gente separa". Então, não que a gente tenha que assumir um compromisso eterno, pro resto da vida ou até na espiritualidade, mas que a gente tente, né, de alguma maneira vivenciar essas experiências juntos. Mas as pessoas já entram de pé quebrado, vamos dizer assim, né? Porque já entram, ah, se não der certo, separa. E aí facilita muito essa separação, né? Porque qualquer coisa que poderia ser resolvida, a gente deixa de resolver, porque hoje não não tem esse compromisso, tornou uma coisa muito

der certo, separa. E aí facilita muito essa separação, né? Porque qualquer coisa que poderia ser resolvida, a gente deixa de resolver, porque hoje não não tem esse compromisso, tornou uma coisa muito natural isso. Então, as pessoas já entram com esse propósito. Eu lembro muito bem de uma fala do Satia Saibaba que foi considerado um santo vivo aqui na terra. Ele já faleceu tem algum tempo, quando ele fazia uma cerimônia do casamento, ele falava uma coisa muito importante. Ele dizia assim: "As dificuldades existem para que vocês se unam para vencê-las. Não se separe por causa delas". Então tá falando, as dificuldades existem pra gente unir e superar as dificuldades, né? E a gente eh não separar por causa disso. Elas existe pra gente vencer. E a gente tá vendo hoje no nosso dia a dia, né, o quão é importante a gente superar as questões sem partir para o extremismo ou para uma situação que não é desejada, né? Mas a doutrina não tem nenhuma restrição a essa questão, né? Agora, a gente tem que pesar e pensar muito bem sobre a questão familiar, sobre filhos, que prejuízo pode ter e tentar amenizar todas essas questões, né? Eh, eu tô, eu completei 50 anos de casado agora, né? Nós vivenciamos eh muitas dificuldades, mas muitas mesmo, em função de filhos, em função de situação econômica, em função de, mas a gente de certa forma usou essa recomendação do Sataibaba e a gente sempre teve unido nas dificuldades. Aí a gente mantém e hoje a gente tá tá num momento que parece assim que passou todas as questões tanto pro nosso aprendizado ou para nos testar. E a gente tá vivendo hoje, vamos dizer assim, num paraíso, né? A todas as dificuldades foram superadas, mas tem pouquinho tempo, viu, gente? Não, não teve muito tempo de paraíso pra gente, não. Então, que a gente possa ter consciência dessas questões pra gente poder estar tranquilo, não ficar com a consciência pesada. Ah, eu violeio a lei de Deus porque eh não, ele disse que não era, não podia separar. Não foi nesse sentido, né? Porque manter uma estrutura

poder estar tranquilo, não ficar com a consciência pesada. Ah, eu violeio a lei de Deus porque eh não, ele disse que não era, não podia separar. Não foi nesse sentido, né? Porque manter uma estrutura que vai trazer mais prejuízo do que benefício é melhor interromper. nem que eu tenha que amanhã recomeçar de novo, se foi essa programação, mas a estrutura familiar e Jesus deixou muito claro, eh, é mais para compromisso quando a mãe de Jesus chega com os os irmãos lá para buscar Jesus, que eles estavam preocupados com ele, né, em função do do risco que ele corria, fazendo aquelas pregações. que chega na casa lá e tá cheio de gente, não tem como eles chegarem. E aí anunciam para Jesus: "Sua mãe e seus irmãos estão aí fora." E Jesus fala: "Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Dando essa corotação, senão aqueles que fazem a vontade do meu pai que está nos céus, né? Então essa noção de família universal. Então, que a gente tem a consciência disso, a tranquilidade íntima para enfrentar as dificuldades e lutar o máximo que for possível para que se mantenha essa estrutura, né, que certamente foi programado no plano espiritual, tá? Eu vou deixar pra gente bater papo que eu acho que fica melhor. Estava tão bom te ouvir. >> Pois é, >> ótimo. Olha, vou dar boa noite pra Teresinha. Ela tá deixando, né? Boa noite, paz de Jesus em nossos corações. Que bom, Teresinha aqui. Seja bem-vinda. E o João Batista Paulo, deixa um comentário aqui, ó. A encarnação não é de penso que temos que fazer o melhor para conviver com os entes e família que nos foi preparada no processo reencarnatório. Pode comentar, fica à vontade. >> Não, sem dúvida, né? É o que eu f acabei de falar. Certamente foi feita uma programação, né? foi feito uma programação, nós combinamos lá no plano espiritual e é importante que a gente esforce para que tudo dê certo, né? As Mas é o que eu disse lá, acaso a convivência se torne de uma forma que gere maior estando eh juntos do que sepados? Vamos evitar o mal, né? Mas eh que a

a gente esforce para que tudo dê certo, né? As Mas é o que eu disse lá, acaso a convivência se torne de uma forma que gere maior estando eh juntos do que sepados? Vamos evitar o mal, né? Mas eh que a gente esforça. Eu tava falando da minha irmã, né, eh sobre a questão dela da dificuldade e ela esforçou, né, e conseguiu vivenciar a experiência com o com o meu cunhado, a pessoa foi um grande amigo meu, até o fim da vida dele, né? Ele morreu agora há uns 10 anos atrás, mas ela deu conta de conviver, né? Então, pelo menos não levou essa essa essa consciência pesada de não ter esforçado, mas às vezes a pessoa chega num limite que ela não dá conta. E aí, e hoje a gente tá vendo muitas questões de ordem emocional, uma série de de questões, né? E às vezes a gente não sabe o que que tá acontecendo dentro do lar, a opressão que pode possa ter. Aparentemente pode ser uma coisa, nossa, mas parecia que tava tão bem ou nossa, mas a pessoa era tão maravilhosa. Mas é, eu conheço muita gente que é muito maravilhoso fora de casa, né? E dentro de casa é um tirano doméstico, submete as pessoas. Eh, a gente conhece isso, né? E eu trabalho com muitas famílias. Então, hoje mesmo atendi um caso lá onde a a psicóloga orientando os pais, mas o pai não aceita. E aí chega à conclusão que a divergência do casal tá trazendo um mal imenso paraa criança, criança de 4 anos. Então ela, a criança já percebe e já começa a ter reações emocionais em rela em consequência da atitude relacional dos pais. Então são coisas que precisam pesar, sabe? Porque eu posso estar levando um trauma aí que vai ficar quanto tempo, né? Então, se eu não posso criar no lar um ambiente de prejuízo para quem quer que seja, que esteja convivendo nesse lar, então precisa avaliar isso, avaliar essas questões e ir até onde eu dei conta, né? Esforçar, tentar e e ver até onde vai. Mas não precisamos ficar eh achando, né, que olha eh interrompi um projeto espiritual que eu, né, a gente sabe muitos casos, né, que a gente estuda na doutrina do processo

tentar e e ver até onde vai. Mas não precisamos ficar eh achando, né, que olha eh interrompi um projeto espiritual que eu, né, a gente sabe muitos casos, né, que a gente estuda na doutrina do processo reencarnatório, onde mulheres ou homens vêm para poder ajudar o parceiro, né, de alguma maneira, porque o parceiro é violento, é agressivo, o parceiro Ele tem um monte de vícios. Eu tô falando parceiro que pode ser um homem ou uma mulher. Tem um monte de questões de dificuldades pessoais e que aí chega num limite que o prejuízo estar junto é é pior. Então a gente tem que fazer essa balança, né, e tentar até onde der. Sim, Paulo, precisa ficar muito claro mesmo, até porque tem tantas formas da gente levar a nossa vida, não é que a gente vai eh querer amenizar a situação, mas continuar a nossa vida buscando aprender e tantas coisas. Eh, eu gostaria que você falasse mais um pouquinho, Paulo, a respeito até mesmo do exemplo que você trouxe da sua irmã, como é que se pode conquistar eh esses laços verdadeiros de amor? mesmo nós sabendo, né, que nós estamos falando de provas e expiações ainda, eh, entrando aí no processo de regeneração, mas que também depende da nossa regeneração íntima, como é que a gente pode lidar nossa? Porque no início não foi assim, né? Todo o início é muito bom, muito harmonioso. O meu meu áudio está dando eco, né? Tá ruim, né? >> Mas deu para entender. >> Deu, deu, >> deu. Eh, vejam bem, nós estamos num num mundo que é um estágio bem inicial desse processo da razão, de compreender as coisas. Quando Jesus nos traz a questão do amor, a gente não compreendeu o que que ele quis dizer com amor. A gente começa a transferir esse sentimento paraas questões de ordem material. Então, muitas vezes as pessoas falam imaginam que amar é fazer sexo, né? Imagina uma as coisas tudo eh controvertida, porque fala: "Eu amo isso, eu amo aquilo, eu amo minha casa, eu amo meu filho, eu amo fulano." Quando ele fala de amor e Paulo descreve de uma maneira muito clara para nós,

isas tudo eh controvertida, porque fala: "Eu amo isso, eu amo aquilo, eu amo minha casa, eu amo meu filho, eu amo fulano." Quando ele fala de amor e Paulo descreve de uma maneira muito clara para nós, porque ele coloca o amor paciente, não foga com justiça, é benigno. Olha só o que ele vai falando, né? Ele não vai falando que o amor é fazer isso, é dar pros outros, você somente fazer a esmola. eh não fala nada disso. Ele vai falando da preocupação que a gente tem que ter no nosso comportamento com o próximo. E quando pergunta lá, acho que era 866, não lembro essa pergunta, toda vez eu esqueço o número, eh, do livro dos espíritos, como que Jesus entenderia o que a caridade, né? Ele fala benevolência para com todos, indulgências para indulgência para com as faltas alheias e perdão das ofensas, né? Então é muito mais abrangente essa questão que fora da da ordem material. Então, a gente não tem noção disso. Então, eu penso que se esforçar para ter uma boa convivência já é uma um ato a caminho do amor, né? Porque se falar de amor, aí já vem uma série de outras questões de de renúncia, de sentimentos que a gente ainda não conseguiu conquistar. Nós não conquistamos isso ainda, né? E outra coisa, a gente está num mundo de ordem material, onde existe uma série de exigências de ordem material que a gente também tem que cumprir. Eu tenho que eu tenho que cuidar da educação dos meus filhos. Eu preciso eu preciso de recurso. Não, eu vou viver eh eu sou um beato agora, não, mas eu tenho outras pessoas que dependem de mim. Como é que eu faço? Eu tenho que trabalhar, eu tenho que gerar eh recursos para manutenção, eu tenho que cuidar da saúde, eu tenho Nossa, olha, imagina o tanto de coisas que está por trás de um processo desse de educar, né? E aí eu eu não posso só exclusivamente viver imaginando essa questão do sentimento do amor, porque eu tenho o amor é muito espiritual, tem essas questões de ordem material, mas eu não tenho condição de viver em prece. Eu tenho que trabalhar.

ver imaginando essa questão do sentimento do amor, porque eu tenho o amor é muito espiritual, tem essas questões de ordem material, mas eu não tenho condição de viver em prece. Eu tenho que trabalhar. Posso fazer do meu trabalho uma prece, sim. Mas então a convivência e às vezes tem muita dificuldade, a gente tá vendo, né? Não, não tem como, né? Eu posso dizer que eu tô vivendo um paraíso agora, mas eu sou a exceção da exceção da exceção. Mas só que eu volto a dizer, até um ano atrás era tribulação, tribulação, tribulação uma atrás da outra, né? e a gente lutando para viver em harmonia, em paz, em tranquilidade, não perder o equilíbrio. Então eu acho, Cláusia, que é só acho que o simples esforço para viver, ter uma boa convivência já é importante, porque se esse sentimento de amor, a gente não consegue entender isso ainda. Hoje eu saí com meus dois netos, né? E eu pude proporcionar para eles um passeio onde eles foram atendidos no que eles pediram. Como é que eu posso pensar em amor, em amar se a maioria das comunidades da terra não tem essa oportunidade? Não tem. vivem em penúria, em dificuldades. Boa parte do do nosso dos habitantes aqui da Terra vivem, né? Talvez a maioria. Então assim, esse sentimento de pureza nós não temos, mas esse esforço para conviver bem, né? Para ser exemplo pros outros, eu acho que isso a gente já dá conta. Sim, Paulo. Eh, eu fico lembrando, né, de Jesus, que é o nosso guia, o nosso modelo, eh, que nos trouxe, né, essa lei de amor e com certeza é ela que vai regir todo o universo e e buscando, né, essa compreensão de convivência que é muito renúncia, muito espera, é doação também, muito perdido. E a gente fala especialmente para todos nós que somos espíritas, trabalhadores também, porque e você tocou num ponto também que eu não posso deixar aqui aproveitar, que é a questão da educação, a autoeducação, a educação dos nossos filhos. Atualmente, por incrível que pareça, a gente tem que falar para as famílias que elas são responsáveis pela educação do Nós que

ue é a questão da educação, a autoeducação, a educação dos nossos filhos. Atualmente, por incrível que pareça, a gente tem que falar para as famílias que elas são responsáveis pela educação do Nós que trabalhamos na área da educação, tá sendo muito normal. Se a gente chamar a família para conversar, parece que é uma ofensa. E na verdade todo esse processo de educação atual indica que nós não podemos perturbar a família, como se o filho fosse algo que eu deixo ali, ele fica ali, vocês fazem tudo em casa. É só prover mesmo, como você falou, as questões materiais. Então, nós precisamos ter um olhar de muito amor também para acolher não somente a criança, esse aluno, jovem, mas também essa família que tem essa concepção Então nós vamos falar aqui especificamente em questões materiais, né? Eh, o estadoío ele ele não responsável pela educação, ele é responsável por manter, né, o cidadão, a cidadã ali para receber uma educação que é automatizada, não é uma educação moral como a gente busca, como nos orienta Kardec, né, que vai para além. Como então olhar isso tudo e ter esse acolhimento, tá? Não sei se eu me fiz compreendida. >> Eh, no caso, ir mais além em relação a sair do nosso lar e ver >> Sim. Sim. Aa, >> eh, hoje nós não temos condição de compreender sobretudo. Nós fomos evoluindo o nosso conhecimento e foram surgindo muitas áreas de atuação na área da psicologia, da pedagogia, uma metodologia de trabalho, dependendo da situação da criança. A, o processo educacional, embora ainda trabalhe muito em grupos em conjunto, já conseguem visualizar a individualidade, então já consegue identificar que existe necessidades diferente para crianças diferentes. Então, a família precisa estar atenta a essas questões. Por exemplo, hoje eu me citei que a gente recebeu um pai de o pai e a mãe de crianças de 4 anos e meio. É o que a Gláuscia colocou. O pai não sente confortável em ser chamado para participar de uma reunião. E a reunião nossa foi lá, eu como presidente da instituição,

a mãe de crianças de 4 anos e meio. É o que a Gláuscia colocou. O pai não sente confortável em ser chamado para participar de uma reunião. E a reunião nossa foi lá, eu como presidente da instituição, a diretora pedagógica, coordenadora pedagógica, a professora da criança e uma psico e uma psicóloga, né, que tem conhecimento nessa área neurológica também para chamar o pai e falar, ó, precisa de de ter um olhar para a criança. Então, a família precisa est aberta a isso, sabe? Porque a intenção da educação é ajudar a criança. E às vezes quando a família é chamada para contribuir de alguma forma, é o que euou vi hoje. Mas em casa ela não é assim, né? Ela em casa não tem nada disso, né? Mas acontece que a criança passa 9 horas lá dentro da instituição ou mais, né? até 10 horas dentro da instituição. Quer dizer, os profissionais estão ali com a criança muito mais tempo que os pais, porque vai para casa, vai dormir, vai chegar na hora de dormir. Eles passam mais tempo com as crianças no final de semana. Então, precisa que as famílias tenham essa abertura, porque se de tudo os profissionais do do ensino estiverem equivocados, eles pelo menos estão nos chamando atenção pra gente procurar outro profissional para olhar. Então, não, não acontece nada disso, não. Não. Então, conversa, leva no psicólogo ou leva onde a coordenação está sugerindo, porque pelo menos tira da cabeça com alguma questão, não vai na pediatra, o pediatra fala que tá ótimo. O pediatra tá olhando uma série de outras questões orgânicas lá, né, fisiológicas, se tá bem, mas o pediatra não tá acompanhando a criança e não sabe que ela tá com atraso de fala, né? Só que sabe disso, o profissional trata do dia inteiro que cresce, não sabe que a que ela não tá tendo iniciativa de coisas que na faixa etária dela já se faz. Então, acho que é muito importante eh esse entrosamento nesse processo educacional, escola, mais, porque a o filho passa mais tempo com os professores da escola e eles podem dar muito mais resposta e feedback do

que é muito importante eh esse entrosamento nesse processo educacional, escola, mais, porque a o filho passa mais tempo com os professores da escola e eles podem dar muito mais resposta e feedback do comportamento da criança que às vezes os pais não percebem, né? porque chega em casa, às vezes o pai vai suprir a ausência dele, a distância dele com uma série de coisas que podem ser inconvenientes pro processo educacional e ele nem tá percebendo disso, né? Então, a interação entre família e o grupo de pessoas responsáveis que auxilia nesse processo de aprendizado intelectual ou ou moral junto da criança precisa ser feito para evitar uma análise maior. É o que a psicóloga falou para ela, para eles, olha, nós estamos aqui reunidos para evitar o pau maior amanhã. Vamos pensar nela amanhã. Então tem que usar agora a a forma correta de conduzi-la para que ela esteja bem amanhã. Às vezes os pais não entendem, né? Acha que tá lá chamando para dar bronca, chamar atenção quando preocupação é a criança. Muito bem, Paulo. O Estevan colocou, olha, muitas programações de reencarnações e desafetos do passado acontecem nos lares como expiações. Precisamos ficar atentos. Orai e vigiais segundo Jesus. É, essa nós estamos falando sempre aqui, né? Repetimos várias vezes essa questão, né? As programações reencarnatórias é fato, né? Eh, ninguém caiu na minha casa de para-queda, por acaso, né? Nós fomos, nós reunimos, conversamos, acertamos os ponteiros. A gente tá cansado porque a gente tem um trabalho intenso na área mediúnica e a gente tá cansado de ouvir os espíritos no processo de preparação paraa reencarnação. Eles com medo. Ó, nossa, eu tô com medo de não dar conta. Olha, eu acho que vai ser difícil. Às vezes até nesse aspecto, não, mas eu vou ter que relacionar com aquela pessoa de novo. Eu não dei conta. Eles reclamam, viu, Estevan? Os espíritos falam: "Olha, eu não vou dar conta. Ela me tratou mal ou ele me tratou mal. Ela fez tal coisas que que meu coração ainda dói. É necessário sim. Eles, nós recebemos

reclamam, viu, Estevan? Os espíritos falam: "Olha, eu não vou dar conta. Ela me tratou mal ou ele me tratou mal. Ela fez tal coisas que que meu coração ainda dói. É necessário sim. Eles, nós recebemos todo o amparo espiritual pra gente superar isso. Mas é o que eu falei, eh, e volto a repetir, a gente vai até no limite, quando tá tendo um mal maior do que juntos, do que separado, aí a gente tem que pensar eh no que fazer. Muito bom, Paulo. A Maria Lúcia também deixando seu boa noite. Seja bem-vinda, Maria Lúcia. São muitas reflexões que esse capítulo também eh nos proporciona, né? Então, nós vamos alcançar essa essa união e que seja voltada aí para para essa harmonia, esse refazimento. O André Luiz, ele tem muitas histórias, né, nas suas obras, muitas histórias. É, é, nós temos muitos exemplos, né? And Luí foi bom porque ele trouxe pra nossa nosso conhecimento práticos, questões de ordem práticas, né, que ele ficam, >> né, traz do nosso lar, naquela vivência ali na na comunidade, a vinda dele para cá, conviver aqui, ver o que que tava acontecendo, a participação dele em reuniões onde existem as esses relacionamentos, né, a utilização da mediunidade, onde pessoas tentam atrapalhar, às vezes é o próprio familiar. Então, ele traz para nós vivências muito interessantes do nosso que a gente pode transportar pro nosso dia a dia, né, e aí enriquecer eh eh com essas experiências a nossa vida. E às vezes fala assim: "Poxa, André Luiz falou isso, olha só, como é que eu posso ajustar a questão para não eh contribuir para alguma coisa equivocada ou não ter alguma ação que seja nociva, né? Acho que a gente tem muita coisa e tem muito material e além das questões de ordem espiritual também, a gente tá vendo tanta coisa, né, acontecendo no mundo de descobertas, de estudos e também de intercorrências de de várias ordens, né, desse contexto familiar que precisa ser eh observado, né, e a gente aproveitar Porque não é só as orientações que vêm do plano espiritual que servem para nós. O mundo tá cheio de

de várias ordens, né, desse contexto familiar que precisa ser eh observado, né, e a gente aproveitar Porque não é só as orientações que vêm do plano espiritual que servem para nós. O mundo tá cheio de de pesquisadores, de estudiosos que trazem ideias, quem sabe até mesmo por inspiração dos bons espíritos para nos socorrer e nos ajudar nesse momento difícil aqui na Terra. Sim, Paulo, olha como você tem compromisso também logo após, eu já vou te pedir que deixe as suas conações finais. Eu já te agradeci muito pela oportunidade de estarmos aqui novalmente nessas reflexões. >> É, a gente sempre é convidado a fazer alguma prece, né, nesses momentos de casamento, né, a gente sempre é chamado para ir conversar e uma das questões que a gente fala é isso. Olha, eh, as tribulações vão chegar, né? vão chegar, seja por algum desentendimento entre o próprio casal, seja no processo educacional dos filhos, seja na vinda de espíritos com alguma necessidade que vai exigir muito da gente. Então, a gente sempre fala: "Olha, vamos aproveitar essas questões para aprender com elas, né?" E se a gente tiver essa ideia, a gente vai unir para superar. E não existe nada insuperável. Não existe nada que não tem saída. Tudo tem saída, né? Então, que a gente saiba disso e dessa forma ter a nossa conduta com equilíbrio, com tranquilidade, sem desespero, sabendo que existem portas pra gente passar, né? não tem nada fechado e a gente pode muito bem conviver com em grupos, com amigos, né, com pessoas que t mais experiência ou que estão vivendo por situações semelhantes que fortalece. Então é muito importante isso. E o que eu falo é isso, não vamos separar por causa de dificuldade, vamos tentar superar a dificuldade. >> Eu acho que é válido lembrar também que a família pode recorrer também ao atendimento espiritual nos centros, onde será acolhida, encaminhada, orientada, esclarecida e fortalecido também o evangelho no lar. também ajuda demais, demais. Bom, o João tá perguntando a respeito do Vinícius.

espiritual nos centros, onde será acolhida, encaminhada, orientada, esclarecida e fortalecido também o evangelho no lar. também ajuda demais, demais. Bom, o João tá perguntando a respeito do Vinícius. Ele está bem hoje? Ele não não conseguiu acessar, João, porque nem o áudio, nem o vídeo dele estão funcionando, mas ele está conosco. Eu já aproveito para agradecê-lo também por estar na transmissão. Bom, queridos irmãos e irmãs, nós vamos encerrando o nosso evangelho na noite de hoje, deixando o convite para estarem conosco na próxima semana, que daremos continuidade. Iniciaremos o capítulo 23 do Evangelho Segundo Espiritismo. Já deixo o convite para estudarmos juntos, refletirmos juntos e nos fortalecer nessa caminhada, fazendo sempre, aliás, aproximando cada vez mais de Jesus, porque ele está sempre ao nosso lado, não é mesmo, Paulo? Muito obrigada, Paulo. >> Eu que agradeço, né, a oportunidade. É muito bom estar aqui, porque cada vez que a gente participa, a gente tá estudando e aprendendo também. >> Sim, aprendemos muito por aqui. Agradecemos a todos que estão conosco, mas os que também vão acessar posteriormente o nosso evangelho lá. E eu peço então os Vinícios para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Fiquem com Deus no coração de todos. >> Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova. Fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.

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