Evangelho no Lar - #177

FEEGO 21/08/2025 1:02:20

Evangelho no Lar - #177 Programado para o dia 20 de agosto de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 22, itens 1, 2 e 3, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Olá, nosso boa noite a todos vocês que estão nos acompanhando nesta noite muito especial. Nós que estamos aqui retornando com Evangelho no Lar, com muita alegria através da nossa querida Federação Espírita do Estado de Goiás. É o momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente em uma parceria realizada entre a Federação Espírita Brasileira e a FEGO. Estamos, portanto, abraçando a todos vocês que nesse momento começam aqui a chegar à nossa live para acompanhar em especial o Evangelho desta noite. Neste momento queremos agradecer também pela transmissão a FEGO através do seu canal de YouTube, Facebook, a TV Goiás Espírita, o Grupo Espírita Mensageiros da Luz e também a Federação Espírita do Distrito Federal através do seu canal. Enviamos a todos nossos a todos vocês o nosso carinho, a nossa gratidão. E agora gostaríamos, portanto, de apresentar todos aqueles que estão conosco essa noite, que está mais uma reflexão especial aqui para cada um de vocês. Eu me apresento, eu sou Rose Kelly, uma colaboradora da área de eh da área da do estudo do Evangelho, da reflexão do Evangelho para o encontro desta noite, da área de reflexão para todos nós que estamos aqui envolvidos neste momento de ambiente familiar. Queremos aqui também convidar para estar dialogando conosco o Vinícius da área da comunicação social da FEGO. Boa noite, Vinícius. >> Boa noite, Rosiquele. Boa noite todos os nossos irmãos e irmãs. Grande prazer estar aqui novamente. >> Muito obrigada, Vinícius. Portanto, na nossa reflexão desta noite, trazemos também o nosso convidado especial, ele que mais uma vez está aqui na live para dialogar sobre a reflexão do Evangelho, nosso querido coordenador da área de estudo do da FEG, área estadual de estudo, através aqui do convite especial, professora Demar Boa noite, seja bem-vindo mais uma vez. >> Boa noite, Rosquer. Boa noite, Vinícius. Boa noite a todos aqueles que estão nos assistindo e boa noite também ou bom dia ou boa tarde para aqueles que vão nos

a noite, seja bem-vindo mais uma vez. >> Boa noite, Rosquer. Boa noite, Vinícius. Boa noite a todos aqueles que estão nos assistindo e boa noite também ou bom dia ou boa tarde para aqueles que vão nos ver posteriormente em horários alternativos. Muita luz, muita paz a todos. Muito obrigada, professor. Queremos agradecer a todos vocês que estão chegando nesse instante e fará aqui dentro de alguns minutos a reflexão, Vinícius, mas já dando boa noite aqueles que já estão conosco. Vinícius, quem aí está conosco? Nossa querida Renata Cunha. Quem mais? Maria Lúcia também dando boa noite. O Estevan, irmãos da equipe do Evangelho no Lar e que tenhamos muitas bênçãos nas reflexões da noite de hoje do Triângulo Mineiro. Sejam todos bem-vindos. Portanto, né, já abraçando a todos vocês, queremos então ouvir o Vinícius, que fará a leitura do capítulo 177 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana deângeles e em seguida fará também a oração inicial. Vinícius. >> Então, na obra Vida Feliz de Joana de Ângeles e Divaldo de Franco, no capítulo 177, deixe o outro terminar o assunto sem interrupção. Certamente há um limite para deixá-lo falar. Não obstante, ouvindo-o e equipará equiparás mais de argumentos para esclarecê-lo. Se o interrompes, talvez concluas equivocadamente o tema e não consigas entender o que ele te desejou dizer. Nem todos explicam o que pensam com facilidade, complicando-se às vezes ou falando de maneira nebulosa. Busca penetrar na ideia e dialoga, sem enfado nem exasperação. Não imponhas os teus pensamentos, nem tentes impedir a apresentação de outras ideias que não as tuas. Queridos irmãos e irmãs, que nesse novo momento nós possamos silenciar nossa mente, deixando de lado as preocupações da nossa vida diária e possamos entrar em comunhão com o nosso pai, os bons espíritos que nos acompanham, com o nosso mentor espiritual. Amado mestre Jesus, uma vez mais aqui reunidos, Senhor, te pedimos por inspiração, que teus ensinamentos e a sua

o com o nosso pai, os bons espíritos que nos acompanham, com o nosso mentor espiritual. Amado mestre Jesus, uma vez mais aqui reunidos, Senhor, te pedimos por inspiração, que teus ensinamentos e a sua exemplificação no evangelho possam uma vez mais, Senhor, nos trazer as reflexões necessárias para o nosso crescimento e para a nossa evolução espiritual. Que possamos, Senhor, através dessas reflexões, nos fortalecermos num caminho de renovação interior, deixando de lado o velho eu ainda tão carregado com nossas sombras, com nossos sentimentos inferiores e possamos assim, Senhor, trilhar o caminho de volta até o Pai, buscando renovar nossos pensamentos, buscando colocá-los, seus ensinamentos em prática. Que nessa noite, Senhor, o Senhor possa estar uma vez mais convosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Muito obrigada, Binícius. Queremos dizer que hoje a querida Gláuscia não pôde estar conosco, mas na semana que vem ela estará com muita alegria fazendo o nosso evangelho no lar. Então, nesse instante queremos, portanto, convidar o professor Atemar, que fará explanação hoje para nós do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 22, itens 1, 2 e 3. Professora Demar, a palavra está com você. Muito obrigada. Obrigado, Rose. Então vamos trabalhar as nossas reflexões nesse capítulo 22, que é uma sequência de observações que o Cristo faz desde o capítulo 14 para até o 22, onde ele vem elencando as leis de amor, a lei de eh compreensão, de caridade, de acolhimento. Então tudo isso vem sinalizar agora nesse capítulo 22, que não separeis o que Deus juntou. Eh, eu vou ler o a partezinha do parágrafo um, depois do dois, depois do três e vamos fazer um apanhado geral em cima de desses ensinamentos do Cristo. Então, o item um. Também os fariseus vieram ter com ele para o tentar e lhe disseram: "Será permitido a um homem despedir sua mulher por qualquer motivo?" Ele respondeu: "Não deixe que aquele que criou o homem desde o princípio os criou macho e fêmea e disse: "Por essa razão, o homem deixará seu pai e sua mãe e se

spedir sua mulher por qualquer motivo?" Ele respondeu: "Não deixe que aquele que criou o homem desde o princípio os criou macho e fêmea e disse: "Por essa razão, o homem deixará seu pai e sua mãe e se ligará a sua mulher, e não farão os dois senão uma só carne." Mais na frente, ele diz assim, ó: "Por que então recrutaram eles? Ordenava Moisés que o marido desse à sua mulher um escrito de separação e a despedisse? Jesus respondeu: Foi por causa da dureza de vossos corações que Moisés permitiu despedisse vossas mulheres? Mas no começo não foi assim. Um comentário de Kardec que ele faz em cima dessas dois argumentos que foram colocados para Jesus, que a lei imutável só há o que vem de Deus. Tudo que é obra dos homens está sujeita a mudanças. As leis da natureza são as mesmas em todos os tempos e em todos os países. As leis humanas mudam segundo os tempos, os lugares e o progresso da inteligência. Então, Kardecença de lei humana e lei divina. E depois ele faz mais um comentáriozinho no item três para depois nós começarmos as nossas reflexões. Mas na união do sexo, a par da lei divina material comum a todos os seres vivos, há outra lei divina imutável, como todas as leis de Deus, exclusivamente moral. A outra lei divina imutável é a lei de Deus. Quis Deus que os seres se unisse não só pelos laços da carne, mas também pelos laços da alma, a fim de que a afeição múa dos esposos se lhe transmitisse aos filhos e que fosse dois e não um, somente amá-los e cuidar deles e fazê-los progredir. As condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração. De modo nenhum não se levem contra a afeição dos dois seres que por sentimentos recípos se atraem um para o outro, visto que há mais das vezes essas afeições são rompidas. Então vamos fazer uma reflexão nesses ensinamentos do Cristo e nas nos comentários de Kardec sobre não separeis o que Deus juntou. Então, a a quando nós apegamos somente a letra, estamos analisando somente a letra, os nossos comentários ficam muito

os do Cristo e nas nos comentários de Kardec sobre não separeis o que Deus juntou. Então, a a quando nós apegamos somente a letra, estamos analisando somente a letra, os nossos comentários ficam muito superficiais. Nós temos que buscar no espírito da letra, naquilo que Jesus quis passar para nós como ensinamento e buscar a profundeza desses ensinamentos para as nossas vidas nos dias de hoje. Então, vamos observar. Quantas vezes nós já se perguntou por temos tanto amor por pessoas de fora, mas tanta dificuldade de convivência com aqueles que vivem dentro da nossa própria casa? É uma reflexão que nós devemos a a observar. Às vezes as afinidades com as pessoas que estão fora do nosso lar é maior do que as que estão lá dentro. Por que que será que isso acontece? Será que tem algum ensinamento? Será que tem algum porquê dessas coisas que acontece da gente ter mais afinidade às vezes com algumas pessoas que não pertencem ao lar do que aquelas do lar? É doloroso admitir, mas muitos lares estão cheios de ressentimentos, mágoas, mágoas silenciosas, cobranças, frustrações. E muit das vezes a sensação é de que somos estranhos dentro da nossa própria família. Por que que isso acontece? Será por que acontece de vez em quando dentro da nossa própria família parece que nós não somos aceito ou parece que tem alguém que tá desto daquele ritmo familiar? Por que que acontece isso, né? Por que nascemos justo com esses pais, com esses pais que nós temos, com esses irmãos, com esses filhos? Por que temos esses filhos? Por que temos no mesmo lar esses irmãos? Ou seja, por temos esse esposo ou essa esposa, esse marido seria castigo ou essa esposa seria castigo? Ou existe algum karma diante disso? Que que será que estaria acontecendo para que nós tivéssemos essas dificuldades de relacionamento dentro do nosso próprio lar? ou ainda se existe um propósito maior que nós ainda não entendemos. Será que existe um propósito de Deus que foi colocado para que essas pessoas viessem juntas no mesmo cadinho de expiação para

o lar? ou ainda se existe um propósito maior que nós ainda não entendemos. Será que existe um propósito de Deus que foi colocado para que essas pessoas viessem juntas no mesmo cadinho de expiação para progredir? Será que seria isso? A doutrina espírita nos oferece respostas bem profundas em relação a esse questionamento, né? Ela nos mostra que as famílias difíceis não são falhas da vida, são projetos espirituais. Lares turbulentos geralmente abrigam o reencontro de almas que em vidas passadas não souberam se amar como deveriam e se feriram. E agora tem a chance de tentar novamente, desta vez em um novo corpo, em um novo papel, mas o mesmo desafio, curar o passado através do amor. Então, a bondade de Deus, a o amor que Deus tem por cada um de seus filhos é muito grande. Tanto é que ele gera novas oportunidades para que nós possamos resgatar essas feridas, podemos curar essas feridas que foram abertas em encarnações anteriores. Então, a Deus faz com que cada um de nós tem essa oportunidade, porque ele é pai, né? Chico Xavier dizia que ninguém está num lar por acaso. Cada relação familiar foi permitida por Deus para que os envolvidos crescessem juntos, mesmo que isso à primeira vista pareça impossível. E quantas vezes nos sentimos exatamente assim, sem saída. Parece que não tem saída, parece que as coisas não dão certo no lar. A gente fica questionando como resolver. Parece que nada dá certo, né? Sem forças para conviver, né? Com aquela pessoa que insiste em nos ferir. Talvez seja um pai distante, um pai que não dá atenção necessária, uma mãe muito controladora, muito possessiva, um irmão que parece um rival, que não parece um companheiro dentro do lar. um marido ou uma esposa desajustados entre si, ou até mesmo um filho que rejeita todo o esforço que fazemos por ele. Mas o que o Espiritismo nos convida a fazer é algo maior do que resistir, é transformado. Então, são as transformações que nós temos que fazer nas nossas vidas. são resgates que nós estamos eh corrigindo

o que o Espiritismo nos convida a fazer é algo maior do que resistir, é transformado. Então, são as transformações que nós temos que fazer nas nossas vidas. são resgates que nós estamos eh corrigindo de encarnações anteriores. André Luiz, no livro Entre a Terra e o Céu nos mostra casos de espírito que suplicaram a chance de reencarnar ao lado daqueles que haviam prejudicado no passado. Quantas vezes o espírito está na sede para reencarnar, solicitando aos engenheiros da reencarnação uma oportunidade para voltar junto com aqueles que se feriram em encarnações anteriores para se harmonizar e continuar a sua marcha para o progresso, né? com o objetivo de reparar, de reconstruir, recomeçar uma nova existência junto daqueles em que vidas passadas, falhamos os relacionamentos juntos. E é por isso que hoje, mais do que nunca, precisamos preencher eh e compreender que existem um planejamento reencarnatório por trás das famílias com dificuldade de relacionamento. Ou seja, essas dificuldades, esses eh entraves no relacionamento, tudo isso faz parte de um planejamento maior feito por nós mesmos na quando na época de solicitar a reencarnação ou também pelos engenheiros da reencarnação nos orientando a as oportunidades de resgatarmos débitos do passado, né? Por isso não devemos separar o que Deus uniu, porque essa união, ela não veio da nossas opções daqui no mundo depois queamos, ela foi programada no mundo espiritual. Então, ah, aquilo que está difícil, aquilo que parece que não tem solução, foi uma solicitação nossa mesmo para que reparássemos, para que a gente não eh eliminasse essas feridas, trazesse um novo remédio para cicatrizar esses relacionamentos que foram ruins em vidas anteriores. Então, quando nós conseguimos compreender isso, nós estamos em um grau diferente de evolução, né? Por isso, não devemos separar o que Deus uniu, pois se assim o fizermos, retardaremos o nosso processo evolutivo, porque foi uma coisa programada. Então, se nós separarmos, se nós eh eh desfizermos esses laços, nós

devemos separar o que Deus uniu, pois se assim o fizermos, retardaremos o nosso processo evolutivo, porque foi uma coisa programada. Então, se nós separarmos, se nós eh eh desfizermos esses laços, nós vamos ter que voltar e refazer eles novamente no mesmo grau onde nós deixamos ou às vezes até com alguns agravantes que às vezes a gente comete falhas e aumenta até aquele débito, aumenta a as dificuldades daquele relacionamento. Pois teremos que voltar juntos em novas reencarnações. A frase, você não escolhe a família onde nasce para a doutrina espírita. Essa frase não é verdadeira. Nós escolhemos sim a família que nós queremos. Nós escolhemos aonde nós queremos vir. Nós escolhemos nossos pais e nossa e nossa mãe. Nós escolhemos estar com os nossos irmãos. Então é uma escolha que nós fazemos no plano espiritual, né? Então, eh, escolhemos sim onde vamos nascer, escolhemos sim a nossa companheira, o nosso companheiro no lar e as muitas das vezes até imploramos a Deus para ver juntos no mesmo lar. Na maioria dos casos, escolhemos sim a nossa esposa ou marido em missão de resgate de vidas passadas. Os espíritos se agrupam em famílias e não apenas por laços de sangue, como diz lá no evangelho, né? Não são só os laços de sangue, mas por laços espirituais que são muito mais fortes, mais profundos e mais antigos. H nós viemos de milênio, sem fim, estamos de séculos infinito. O espírito é eterno. Então já passamos por muitas encarnações e já deixa muitas coisas mal resolvidas para trás. Então quando encarnamos temos a oportunidade de resgatar essas coisas que não ficaram bem solucionadas. No capítulo 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec explica que os laços sanguíneos não garantem simpatia entre os seres. Pelo contrário, os espíritos encarnados em uma mesma família podem ser estranhos uns aos outros, separados por antipatias que datam de existências anteriores. Então, a o a o fato de estarmos juntos numa mesma família sanguínea não significa que é uma mesma família espiritual.

nhos uns aos outros, separados por antipatias que datam de existências anteriores. Então, a o a o fato de estarmos juntos numa mesma família sanguínea não significa que é uma mesma família espiritual. Então, a família espiritual e a família sanguínea, muitas das vezes elas não coincidem, né? É por isso que às vezes dentro mesmo lar encontramos tanto amor e tanta dor. Na mesma casa, onde existe acolhimento, pode haver rejeição também. Na mesma mesa onde se faz oração, pode também ter gritos, ter desavenças. Nos mesmos braços que um dia embalaram, pode haver feridas abertas que nunca cicatrizaram. Então são detalhes que nós precisamos aprender fazer essa leitura quando estamos encarnados. Porque o lar, segundo a visão espírita, é o primeiro campo de provas e expiações entre as almas. É lá que nós vamos burilar a as nossos defeitos, que vamos esmerilar as nossas imperfeições. E é lá que nós, aprendendo a relacionar, aprendendo a conviver, conseguimos expandir isso pra sociedade. Então, quando a sociedade ela não tem boas convivências, é porque os lares daquela sociedade também não tem, porque o larradia isso pra sociedade. Então é na no seio da família que o espírito tem oportunidade de evoluir mais rapidamente, justamente por estar diante dos seus maiores espelhos, seus maiores devedores, né? os desafetos do passado agora em papéis diferentes. Às vezes a pessoa numa encarnação anterior era filho, agora ele vem como pai ou vem como irmão. Vem papéis diferentes para ir resgatando esses débitos que ele cometeu em vidas passadas. Uma mãe pode ter sido filho em vidas passadas ou um irmão pode ter sido um inimigo do passado. Um filho difícil pode ser o espírito que em outra vida foi vítima ou algoz quem hoje o cria. É isso. A gente acontece muito, né? Às vezes a mãe tem uma repulsão muito grande pelo filho ou o contrário, né? Isso é porque em vidas passadas já aconteceram coisas nesse sentido e agora estão se resgatando, né? E ao ren eh reencarnar, esses espíritos não guardam as

muito grande pelo filho ou o contrário, né? Isso é porque em vidas passadas já aconteceram coisas nesse sentido e agora estão se resgatando, né? E ao ren eh reencarnar, esses espíritos não guardam as lembranças das vidas anteriores, porque Deus coloca um véu em relação a essas vidas anteriores. A gente não traz essas lembranças de vida anterior, senão a gente não suportaria estar no mesmo lar, sabendo que nós fomos desafetos ou as pessoas foram nossas desafetos. mas traz no seu íntimo as marcas históricas do seu passado. Então, lá no íntimo, lá nos no porão da nossa mente, essas marcas estão lá e elas precisam ser apagadas. Daí surge as afinidades naturais e as antipatias instintivas de que tantos sentem, mesmo sem entender porquê. Mas existe um propósito maior, um propósito que traz por trás de tudo isso, tem um propósito maior. Esses reencontros são oportunidades oferecidas pela misericórdia divina. Deus nos concede novas chances de reparar, de perdoar. Nós temos essas chanstruir e segundo Kardec, os espíritos que conseguem vencer essas dificuldades em família, aqueles que superaram as mágoas, aprenderam a amar, apesar das diferenças, estão dando grandes saltos evolutivos que talvez levaria séculos e mais séculos em outras condições. Então, dentro do seio familiar, nós conseguimos, quando nós conseguimos harmonizar esse ambiente, conviver bem, nós estamos dando passos largos a à nossa evolução, porque ali é o momento certo, é a hora certa, o momento certo com as pessoas certas para resgatar débitos anteriores. Isso faz com que o processo evolutivo se adianta muito. Então, quando nós conseguimos harmonizar esses ambientes, conviver bem nesses ambientes, significa que nós estamos cumprindo o nosso verdadeiro dever, que é de evolução, né? Quem mais nos testa dentro de casa é justamente o espírito com quem mais precisamos evoluir. Então, aquele que dá mais trabalho, aquele que mais tem enfrentamento, aquele que tem mais discórdias e tem mais intrigas, é justamente aqueles que a gente precisa

to com quem mais precisamos evoluir. Então, aquele que dá mais trabalho, aquele que mais tem enfrentamento, aquele que tem mais discórdias e tem mais intrigas, é justamente aqueles que a gente precisa eh sanar esses débitos, né, que aonde nós estamos sendo colocados para evoluir. Eu costumo falar que é um personal treino na nossa vida. Ele vai nos instigando a melhorar cada vez mais, né? Mas a espiritualidade não nos deixa sozinho. Quando fazemos esses esforços de compreender o outro, mesmo sem receber de volta a mesma compreensão, estamos nos conectando com as leis divinas, recebendo assistência espiritual direta dos bem dos bons espíritos e as instruções do nosso mentor espiritual que nunca nos abandona. Às vezes ele fica triste, o nosso mentor espiritual, o anjo da guarda, como alguns gostam de falar, às vezes ele fica triste com as nossas ações, com as nossas tomadas e decisões, mas não nos abandona. Quando nós precisamos dele, ele está sempre disponível para nos intuir, nos iluminar e nos conduzir nos caminhos corretos. Basta que nós tenhamos olhos de ver, ouvidos de ouvir e percepção para entender a mensagem das intuições que vem na nossa mente nas resoluções dos problemas e das dificuldades do dia a dia. Não estamos juntos por acaso. Cada família é um capítulo do nosso livro espiritual. Nós estamos escrevendo o nosso livro espiritual e dentro das da família, do seio familiar, é um desses capítulos do nosso livro. Então, nós temos que levar esse livro cheio de boas anotações, que ele seja um livro, um capítulo alegre, que seja um capítulo onde nós vamos poder mostrar para todo mundo o que que foi, o que que tá escrito ali, que seja um momento de alegria e de paz e de harmonia em todo o ambiente que nós tivermos. Então, alguns nos trazem paz, outros nos conduz a duras lições, né? Mas todos, absolutamente todos são parte do nosso processo evolutivo, né? Faz parte do nosso processo de evolução e de ascensão espiritual. Cabe a cada um de nós decidir se vamos continuar nos erros do passado ou se

lutamente todos são parte do nosso processo evolutivo, né? Faz parte do nosso processo de evolução e de ascensão espiritual. Cabe a cada um de nós decidir se vamos continuar nos erros do passado ou se vamos fazer diferente dessa vez. Tudo aquilo que está nos incomodando, tudo aquilo que tá tirando a nossa paz, tudo aquilo que nos tira do cérebro dentro do lar, são arestas que nós precisamos reparar, que nós precisamos reparar e reconstruir. Então, cabe a cada um de nós dar uma outra conotação para esses problemas ou então continuar com eles às vezes até mais agravados. Essa decisão é nossa, ninguém pode tomar ela por nós. Precisamos entender porque certos relacionamentos familiares parecem tão intensos, tão difíceis, tão profundamente desafiadores, tá? Então tudo isso faz parte do nosso processo evolutivo. Se tá intenso, se tá desafiador, é porque temos alguma coisa para fazer ali para resgatar eh essa nossa aquele convívio que em relações a vidas anteriores não foi bem solucionado, né? Os relatos de André Luiz nas obras cografadas por Chico Xavier nos mostra que nada disso é por acaso. São histórias de espíritos que passaram por experiências muito parecidas com as nossas que estamos vivendo. Então, quando a gente lê as obras de lá do mundo espiritual, as obras do Chico que com André Luiz, parece que nós estamos lendo alguma coisa do dia a dia das nossas vidas, por São fiéis, são espíritos que nos informaram de como as coisas aconteceram, a experiência que André Luiz teve no mundo espiritual e a as aulas que ele recebeu, que ele recebeu de todos aqueles instrutores são verdadeiras cartilhas que nós temos para seguir e para fazer diferente, né? Então, só para exemplificar, temos um caso emocionante no livro Caminho da Luz, quando André Luiz acompanha o processo reencarnatório de Sejismundo. Olha, quem já leu o caminho da luz, hora que chega no processo da reencarnação de Sismundo, aquele capítulo a gente via ler, reler, estudar, interpretar, porque ali está uma verdadeira aula

ejismundo. Olha, quem já leu o caminho da luz, hora que chega no processo da reencarnação de Sismundo, aquele capítulo a gente via ler, reler, estudar, interpretar, porque ali está uma verdadeira aula de como eh um processo reencarnatório, da interferência espiritual no processo reencarnatório, das dificuldades que seja os mundos iria encontrar. no sei daquela família de Adeline e Raquel, porque ele aprontou com eles em vidas anteriores e agora viria como filho para tentar resgatar. Então ali nos mostra muito como que nós deveríamos agir e como que a os mentores espirituais agem para nos orientarem e o tanto que eles lutam por nós, eh, procurando fazer com que nós, eh, eh, consiguimos resgatar os débitos anteriores. Então, a luta é intensa, tanto no plano físico como no plano espiritual, né? Então o seismundo era um espírito arrependido de ter cometido os erros gravíssimos em vidas anteriores e para isso voltaria como o filho de um casal de espírito que ele havia ferido no passado. Adelino, né, seu antigo rival e Raquel, a mulher que ambos disputaram. Então, seria interessante depois quem puder pegar o livro Missionário da Luz no capítulo reencarnação do seu Gismundo e estudar, ler não, estudar, né? Ali tem muitas informações que nós precisamos trazer para o nosso dia a dia. Então, olha, e lá a gente só fazendo mais um pequeno recorte lá do capítulo, foi preciso muita oração e a interferência do plano espiritual para que o reencarne acontecesse, senão não ia acontecer de jeito nenhum, né? Em ação e reação, temos outro caso também complicado de reencarnação. deu um pai responsável que em vidas anteriores havia destruído a sua família e que agora iria voltar no mesmo núcleo familiar, mas na posição de quem iria sofrer os reflexos do que causou o reencontro necessário para que ele aprendesse a amar, mesmo quando não recebesse o amor de volta. Então, esses relatos nos mostram que a justiça divina não é punitiva. A justiça divina, ela nos oferece oportunidade para que nós possamos resgatar os débos

mesmo quando não recebesse o amor de volta. Então, esses relatos nos mostram que a justiça divina não é punitiva. A justiça divina, ela nos oferece oportunidade para que nós possamos resgatar os débos anteriores. É o amor acima de todas as outras coisas. Então, a justiça divina não é punitiva, mas é educativa, ela é pedagógica e que os lares mais difíceis são redutos de espíritos profundamente comprometidos uns com os outros e que pediram sim para reencarnar juntos, né? Então, o fato de falar que, ah, eu não pedi para vir nessa família não é verdade. Às vezes a gente pede, a gente implora, a gente eh dá a fica na vida esperando as oportunidades para vir naquele seio familiar e e resgatar débitos que foram cometidos em vidas anteriores. Então, estamos reencarnados juntos, não para sofrer, mas para evoluirmos. Toda dificuldade familiar é convite da vida à prática do verdadeiro amor. Quando temos uma dificuldade, é porque em épocas anteriores faltou amor naquele momento. É hora de nós refletirmos e virar chave, né? ao invés de rebatermos, jogar a chave do amor, é para não aumentar esses débitos que podem vir pela frente. Então, a doutrina espírita é muito clara nesses esclarecimentos, né? Os compromissos que assumimos antes de reencarnar não desaparece quando escolhemos ignorar. Não adianta você ignorar, eles não vão desaparecer. Se está reencarnado agora e não resolveu, vai voltar e vai ter que fazer isso em outra encarnação. E quantas forem necessários. tá lá no evangelho que vai ser cobrado até o último sentir, ou seja, não passa nenhuma vírgula, nada sem que nós temos que dar conta dos nossos compromissos ali. Se deixarmos uma missão pela metade, se não cumprirmos os propósitos de amar, de perdoar, de construir laços, esses laços nos acompanharão não como castigo, mas como lição inacabada. Toda ação ou omissão gera ações específicas no plano espiritual. abandonar um familiar, alimentar rancores, recusar a reconciliação. Tudo isso deixa marcas vibratórias que nos conecta energeticamente com aquela

ou omissão gera ações específicas no plano espiritual. abandonar um familiar, alimentar rancores, recusar a reconciliação. Tudo isso deixa marcas vibratórias que nos conecta energeticamente com aquela pessoa por muito tempo. Então, não adianta a gente fugir. Vamos ter que um dia enfrentar frente à frente todas as nossas dificuldades com os nossos irmãos. e resgatar isso através da lei do amor. Ou seja, quanto mais fugimos, mais presos ficamos uns aos outros. Agora, quando escolhemos o caminho do amor, quando perdoamos, mesmo sem ter sido compreendidos, quando insistimos em construir a paz, mesmo entre lágrimas no lar, nesse caso, os impactos espirituais são imensos e libertadores. Quem escolhe amar além da dor são acolhidos com muita gratidão nos planos superiores. Então, as dores da alma, as dores do lar, as dores dos relacionamentos, quando nós superamos isso com a lei de amor, o plano espiritual acolhe isso com muito amor, com muito carinho e com muita gratidão pel aquilo que nós fizemos. Cada pequeno gesto de paciência, cada silêncio que evita um conflito, cada oração feita com sinceridade por um parente difícil, tudo isso tem repercussão imediata na dimensão espiritual. Tudo isso é anotado lá no nosso cadernetinho, né? Quando nós chegamos no plano espiritual, lembrando que a família é a primeira oficina da alma. E como toda oficina, vamos lembrar que que tem na oficina, barulho, confusão, né? tem trabalho, é cheia de esforço manual, mas é ali que o espírito aprende a burilar seu orgulho, sua impaciência, seu ego. E o mais bonito é que o espírito que ama, mesmo não sendo amado, ele está evoluindo, ele está crescendo, está adiantando capítulos inteiros da sua jornada. Devemos sempre perguntar quais lições essa convivência quer me ensinar. Portanto, fugir atrás a evolução e amar nos liberta. Amar nos liberta das amarras do passado. Então, não destruir o que Deus uniu. todos essas dificuldades, todas essas peripécias que nós enfrentamos, todos esses dabores, toda essas ah intrigas que acontecem

nos liberta das amarras do passado. Então, não destruir o que Deus uniu. todos essas dificuldades, todas essas peripécias que nós enfrentamos, todos esses dabores, toda essas ah intrigas que acontecem dentro do lar, entre pais e filhos, entre marido e mulher, tudo isso tem uma programação de ser. Ninguém caiu de para-queda. Então, quando Jesus fala não destruir o que Deus uniu todo esse processo é um processo de união. Não é só a união do marido com a mulher, do da esposa com o esposo. É uma união de tudo. Tá tudo ligado a esposa, o esposo, os filhos, os irmãos entre si. Tudo isso faz parte de um projeto reencarnatório. E quando nós rompemos esse projeto, quando nós des desvirtuamos, quando nós afastamos de desse convívio familiar, nós estamos apenas adiando sofrimentos, adiando etapas evolutivas. Então, precisamos sempre ter em mente que evoluir dói, mas tem recompensa, né? Então, era isso que nós que eu tinha organizado para nós refletirmos hoje nas nossa, nesse capítulo 22 do Evangelho Segundo Espiritismo, né, Vinícius Rose, que que vocês tenha para comentar sobre tudo isso que nós falamos. >> Muito bom ouvi-lo, professora Ademar. Eu não sei se o pequeno delay está na minha internet aqui. Qualquer coisa, viu, Vinícius, você eh faz aí a observação que a gente adora ver um pequeno atraso aqui. Professora Ademar, né? Antes de nós fazermos aí observação daqueles que estão nos acompanhando, eu queria antes lembrar aqui que a nossa querida Renata Cunha, né, disse que a durante a oração, né, a importância da água fluidificada, que o momento do Evangelho, Renata, é exatamente também para esse instante. aqueles que queiram colocar uma água para fluidificar. É muito importante esse momento de mentalização, de pedir a proteção dos espíritos que estão conosco, nos orientando, orientando o evangelho no lar. Isso é uma consequência de nós mentalizarmos essa água também. Então, muito bem aí observado, né, que a a unção de pensamentos, de reflexão, que aqui está sendo colocado da leitura e da

ngelho no lar. Isso é uma consequência de nós mentalizarmos essa água também. Então, muito bem aí observado, né, que a a unção de pensamentos, de reflexão, que aqui está sendo colocado da leitura e da fluidificação era é exatamente para essa harmonização do nosso lar. Então fica aqui a nossa observação para todos vocês que estão nos acompanhando. Professora Ademar, o senhor falou falou aí algumas observações interessantes e isso me fez lembrar que muitas uniões estão eh sendo diluídas muitas vezes por falta de diálogo. impaciência vai se prorrogando em determinadas questões. E esse momento que estamos observando a união de pessoas, está faltando a pelo motivo da impaciência, que são tantos os as questões envolvidas, mas o diálogo seria uma dessas questões que precisa ser desenvolvida com a forma tranquila, natural de perceber que não criar expectativas no outro para me fazer feliz seria uma das questões colocadas no momento da união e não pensar que também eu preciso acreditar que existe uma alma gêmea, porque a própria doutrina espírita nos explica que não existe essa alma gêmea como nós acreditávamos no passado. Mas respeitar as diferenças e a construção entre essas diferenças nesse diálogo que o senhor apresentou aqui é muito importante. queria que o senhor falasse um pouco desta falta de diálogo, de paciência que tá sendo percebida entre as uniões de casais, entre a união da família. Ros você tocou num ponto muito interessante e que realmente tem causado grandes transtornos nos lares, que é a falta de diálogo. E olhar para o companheiro ou a companheira e achar e não entender que ele é o outro, fica querendo que ele seja o reflexo de você. São duas pessoas diferentes. Quando nós aprendermos a respeitar o outro, sendo o outro, que ele tem anseios, que ele tem visão diferente, que ele pode pensar diferente, mas que podemos harmonizar isso num caminho só, as coisas melhoram. E temos que também, Rose, lembrar que quando as uniões são feitas em caráter muito materialista,

nte, que ele pode pensar diferente, mas que podemos harmonizar isso num caminho só, as coisas melhoram. E temos que também, Rose, lembrar que quando as uniões são feitas em caráter muito materialista, elas não vão durar mesmo. A pessoa que olha, olha aquele rapaz lá é muito bonito, então aquela moça é muito bonita e se afinam e vão casar porque são bonitos. Um dia essa beleza vai acabar e a hora que a beleza acaba, acaba o relacionamento também. Então, o relacionamento tem que ser uma coisa mais profunda, tem que ser uma coisa mais de sentimentos e tem que haver respeito mútuo. Tem que haver respeito mútuo. As pessoas têm que entender que tem outra pessoa ali e às vezes a gente fica às vezes cobrando dessa outra pessoa aquilo que nós gostaríamos que ela fosse, ou seja, é o que nós não somos. Porque quando a gente cobra do outro é aquilo que nós não somos. Então, se nós começarmos a entender que o outro tem asseios, tem dificuldades e tem aspirações que também são diferentes da nossa e conseguirmos colocar isso num caminho só, vamos paralelo e vamos juntos. A vida continua sem nenhum eh transtorno. Mas se nós não respeitarmos o outro como sendo o outro, com as dificuldades que ele tem e com os anseios que ele tem, nós vamos ficar batendo de frente o tempo inteiro e aí vamos construindo relacionamentos desgastantes que não vão evoluir. >> Muito obrigada, professora Demar. importantíssimas suas reflexões. Vinícius, fica aí a palavra com você. Sim, eu gostaria de contribuir também, eh, lembrando assim que também eh cada um de nós, eh, como o professor Ademar colocou, né, a gente vem com um planejamento reencarnatório, né, então a gente não encontra com as pessoas por acaso, né, são as pessoas com quem a gente necessita muitas vezes se reajustar, que a gente precisa aprender a conviver, né? E também no âmbito da família, cada um tem um dever, tem um papel a cumprir, né? é o papel do filho, é o papel do pai, da mãe. Então a gente também de outras questões familiares, a

der a conviver, né? E também no âmbito da família, cada um tem um dever, tem um papel a cumprir, né? é o papel do filho, é o papel do pai, da mãe. Então a gente também de outras questões familiares, a gente tem que tá consciente do que eu preciso fazer, estar fazendo naquela família, cumprindo o meu papel, não é mesmo? Então quando um filho, por exemplo, deixa de dar assistência os pais, ele tá deixando de cumprir o papel dele de filho, não é mesmo? Porque está no papel dele de dar assistência até onde ele puder, não é mesmo? A mesma coisa do da questão do marido, da mulher, cada um deles tem o seu papel na família, né, como pais muitas vezes, né? E quando as pessoas se esquecem de cumprir esses papéis, elas muitas vezes elas sobrecarregam o outro, né, com tarefas, né, e é muitas vezes aí também que surgem muitos conflitos, né? Então, essa questão da gente tá mais consciente do nosso dever, onde a gente se encontra na família, como a gente tá aqui colocando, é também muito importante pra gente ter uma convivência com com harmonia, né, desse respeito, né, um pelo outro, né? >> Perfeito. Quer fazer alguma complementação, professora Demar? >> Não, acho que o Vinícius fez as colocações muito pertinentes aí quando não tem respeito, não tem convivência, né? Não tem como. Então, o respeito é fundamental. E respeitar significa entender o outro e deixar de ter uma opinião diferente, mas conviver bem. Isso é é respeitar o outro, né? Respeitar a individualidade, respeitar a sua origem. É isso que faz falta, né, na nossa relação familiar. Respeitos mútuos. Exatamente, Vinícius. Parece que temos aí uma participação, algumas da Franciane Andrade, dando boa noite a todos. Boa noite, Franciane, bem-vinda. Do Estevan Figueiredo. Ótimas reflexões do professor Ademar com palavras sobre reencarnações na família para resgatar débitos passados, enriquecendo o evangelho no lar dessa noite. Agradecidos irmãos da FEGO e um boa noite. Obrigada, Estevan. importante mesmo, né, as palavras do

reencarnações na família para resgatar débitos passados, enriquecendo o evangelho no lar dessa noite. Agradecidos irmãos da FEGO e um boa noite. Obrigada, Estevan. importante mesmo, né, as palavras do professor Ademar. E um momento muito desafiador, professora Demar, que nós estamos vendo que relacionamentos estão sendo construídos de uma forma da união entre interesses muitas vezes que não estavam na programação. E aí nós vemos resultados catastróficos. violências no lar. Como é que o senhor poderia nos dar uma luz com relação a essas questões que estão acontecendo, principalmente com mais força nos dias atuais? É, é interessante, Rodrigo, que parece que nós estamos voltando 200, 300 anos atrás na história, onde os pais escolhia os casais, né? As famílias, eh, os noivos não se conheciam, ia conhecer no dia do casamento, que era as coisas arranjadas, né? E a, então parece que nós estamos vivendo isso de novo, ou seja, as pessoas estão casando por interesse, estão casando por perpetuação às vezes de um patrimônio ou então só por beleza física. Isso não dá estabilidade, isso não gera estabilidade. E em anos, eh em épocas, em séculos e anteriores, às vezes eh dava certo. Por quê? Porque as pessoas eram muito submissas umas às outras. no mundo que nós estamos vivendo hoje, onde a liberdade de expressão ela se tornou eh para todo mundo em igualdade, então esse tipo de relacionamento não se sustenta mais. Então a arca a pessoa, ela tá percebendo que ela não tá sendo um parceiro do outro, esse relacionamento acaba porque ele não foi um relacionamento que foi programado, ele foi um relacionamento de interesses materiais, de interesses físicos às vezes e não uma programação do plano espiritual. Por isso que às vezes alguns casamentos eles eh são desfeitos e pouco tempo depois esse mesmo casal se eh acha outros parceiros e a vida continua e continua bem, porque amadurecer eles souberam eh tiveram escolhas que foram mais eh adequadas e que estavam programadas, ou seja, não queimaram

mo casal se eh acha outros parceiros e a vida continua e continua bem, porque amadurecer eles souberam eh tiveram escolhas que foram mais eh adequadas e que estavam programadas, ou seja, não queimaram etapas, né? É o que nós percebemos hoje, muitos casamentos por interesse, isso não se sustenta. Tem um gatinho aqui meando, professora Ademar, tá aqui querendo participar da live, tá aqui do meu lado, chegou agora, né? Mas >> ele tá aprendendo, né? Vai evoluir e vai chegar um dia. >> Exatamente. Tá aqui conversando do meu lado, mas vai chegar lá. Nós queremos aqui, professor Ebar, já caminhando para o encerramento, né, agradecer a todos aqueles que estão conosco, né, nesse momento importante, iniciando esse capítulo 22 do Evangelho. Não separeis o que Deus juntou, porque sabemos a importância da união, da transformação que acontece no seio familiar entre as diferenças. E essa construção só se dá quando um percebe que precisa aprender com o outro, mesmo não gerando as suas expectativas que antecedia essa união, seja no filho, seja no esposo, seja na sogra, no sogro, no cunhado. Então é uma um casamento, né, professora Neemar, que une famílias. Quando se casa com um, eu tô casando com a família do outro também, né? Então, fechando essa reflexão, nós colocamos aqui para o senhor as palavras finais. Temos aí pessoas agradecendo, né? Eh, a pode colocar aí o Vinícius, a Josem Mary, né, de Melo Dias. Boa noite a todos. e também a Renata Cunha. Gratidão por tudo. Até o a próxima quarta-feira. Então voltamos aí com esse encerramento. Professora Ademar, fechando com as suas últimas palavras nosso evangelho no lar, agradecendo mais uma vez a presença do Senhor aqui, explicando com tanta importância o que é essa união de um casamento que é programado no plano espiritual. com a palavra do Senhor, >> tá? Quero agradecer a oportunidade que nós tivemos juntos aqui dessas reflexões, aprendemos juntos e que possamos colocar em prática, né? Tudo isso que a gente fala, a gente precisa trazer paraa

r, >> tá? Quero agradecer a oportunidade que nós tivemos juntos aqui dessas reflexões, aprendemos juntos e que possamos colocar em prática, né? Tudo isso que a gente fala, a gente precisa trazer paraa prática. Vamos colocar em prática e vamos pedir, vamos eh à noite, a hora que deitar pedir ao nosso mentor espiritual, nosso anjo da guarda, para nos ajudar, nos iluminar, para que essas tendências que nós trazemos do passado, essas dificuldades que nós enfrentamos, ele nos ajude a sanar. É basta a gente aprender ouvir e às vezes poder calar um pouquinho diante de alguma dificuldade, às vezes uma palavra mal colocada. ou um silêncio feito, né, eh resulta em grandes benefícios para o nosso progresso, né? Então vamos saber ficar calado na hora necessária e vamos saber às vezes colocar as palavras certas para não machucar corações, né? Obrigado por estar aqui aprendendo um pouco mais junto com todos. Gratidão a todos. Uma boa noite a todos. Muito obrigada. Passamos então a palavra a você, Vinícius. Ah, >> também queria agradecer o professor Demar por ter elucidado esse estudo pra gente, né? Trazido tão importantes reflexões, né? E que a gente possa perceber, né, a importância e a oportun dessa oportunidade que a gente tá em família, né? E a gente possa sempre buscar no evangelho eh o consolo, a orientação pra gente lidar com as dificuldades que a gente enfrenta no feiro do seio familiar, para que a gente possa estarmos contribuindo uns com os outros, crescendo juntos, né, resolvendo aquilo que tiver que ser resolvido, né, pelo menos fazendo a nossa parte, né, a gente contribuir assim fazendo aquilo que está ao nosso alcance, né, com paciência, respeitando o limite de cada um. Eh, e creio que seja isso, né? >> Exatamente, Vinícius. Isso mesmo. E você que está nos ouvindo aí e vai acompanhar a posterior, né, essas reflexões vocês percebem que vem à luz do evangelho. Então o evangelho para nós, nós sabemos na doutrina espírita que é o nosso leme. Faça ele sempre diariamente

vai acompanhar a posterior, né, essas reflexões vocês percebem que vem à luz do evangelho. Então o evangelho para nós, nós sabemos na doutrina espírita que é o nosso leme. Faça ele sempre diariamente ou semanalmente no lar, que muitas das suas dúvidas serão esclarecidas, apontamentos, você perceberá que muitas dificuldades poderão ser orientadas através desse momento de reflexão nos lares. Então, hoje nós estamos trazendo essa reflexão, né, agradecendo a o canal do YouTube da FEGO, ao Facebook, a TV Goiás Espírita, ao Grupo Espírita Mensageiros da Luz e também a Federação Espírita do Distrito Federal, que faz a nossa transmissão ao vivo. Queremos lembrar que na próxima semana haverá continuidade na próxima quarta-feira do Evangelho Lar com mais um convidado especial. Todos vocês estão convidados a estar novamente aqui. E queremos então nesse instante abraçando a todos vocês que estão acompanhando conosco ao vivo, nossos agradecimentos. lembrar da nossa poesia de encerramento que foi escrita exatamente para esse momento. Nosso boa noite a todos e nosso muito obrigada a cada um de vocês. >> Obrigada. >> Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Oh.

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