Evangelho no Lar - #169

FEEGO 26/06/2025 1:03:56

Evangelho no Lar - #169 Programado para o dia 25 de junho de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 21, itens 1, 2 e 3, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite. Meu nome é Cláusia e estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. é uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEG YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, agora vou apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite. O Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da EGO. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. Boa noite, Glácia. Boa noite a todos os nossos irmãos e irmãs. Grande prazer estar aqui novamente. Gratidão por estarmos juntos para mais um Evangelho. E o Juliano Fagundes, que faz parte da diretoria da Casa Espírita Estudantes do Evangelho, do Igese e da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás. Boa noite, Juliano. Seja muito bem-vindo a nossa gratidão por estarmos juntos nesta noite de Evangelho no Lar. Boa noite, Glácia. Boa noite, Vinícius. Também uma excelente noite aos nossos irmãos e irmãs que estão nos acompanhando hoje aí pela internet, né? É sempre bom trazermos luz para o nosso lar, não é? Então esse momento ele é especial e agradeço muito ao convite porque hoje, olha, o meu lar vai ficar um pouco mais iluminado, né? os nossos lares. Juliana, que coisa boa. Que bom. Nós ficamos felizes pela sua felicidade de estar conosco. Bom, nós temos aqui a Cátia Catalânia, fazia alguns dias que não que não estava aqui conosco. Boa noite a todos. Ela sempre do Rio de Janeiro, ela nos acompanha. Estou fazendo o evangelho mais cedo porque agora trabalho na evangelização. Olha que maravilha. E duas vezes no mês tem reunião online. Eu avisei no último em que participei. Nossa, que bom. Parabéns, Ktia. Que bom. E que bom que você está aqui conosco. A

ho na evangelização. Olha que maravilha. E duas vezes no mês tem reunião online. Eu avisei no último em que participei. Nossa, que bom. Parabéns, Ktia. Que bom. E que bom que você está aqui conosco. A Maria Lúcia Barbosa deixando o seu boa noite. A Renata Cunha também de olha de BH, Minas Gerais, dos nossos irmãos mineiros. Que alegria. Seja bem-vinda, Renata. O Fernando está aqui também. Boa noite a todos. Que Deus abençoe sempre a todos nós. Fernando, o Eupídio, boa noite a todos. Luz e paz. Gratidão. Goiânia, seja bem-vinda. Gratidão é nossa. Eh, e a Cátia tá. Obrigada, Glaudia. E bom, nós estamos muito felizes com a presença de todos. Então, para iniciarmos essa noite de Evangelho, Vinícius vai ler para nós a mensagem do capítulo 169 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médico Divaldo Pereira Franitado pelo espírito Joana Dian. E em seguida ele fará a nossa prece inicial na obra Vida Feliz, no capítulo 169. Desde que outra acompanha um féretro, a fim de aprofundares reflexão no fenômeno biológico da vida e no da morte. Diante da ocorrência com os outros, poderás despertar para o que te irá suceder inevitavelmente. A eternidade é do espírito, enquanto a experiência do corpo é transitória e breve. Por este momento tens a sensação de que tudo está bem e será duradouro. Até quando, porém? E qual a garantia que tens a respeito do prazo que te está concedido? Assim, vive bem. Entretanto, não descartes a possibilidade do teu retorno, o que, aliás, é o mais seguro de todos os acontecimentos. Queridos irmãos e irmãs, levemos pois agora o nosso pensamento a Deus, nosso bom pai e nosso mestre amado Jesus. Mestre Jesus, uma vez mais, Senhor, reunidos em Teu nome, te pedimos suas bênçãos e a sua proteção ao nosso estudo, agradecidos pelo reflexão sobre seus ensinamentos. que eles possam, Senhor, uma vez mais construir a ponte que nos liga até ti e nossos irmãos espirituais. Que possamos assim fortalecer nossa fé diante das dificuldades que enfrentamos. Que o Senhor possa abençoar e iluminar o

uma vez mais construir a ponte que nos liga até ti e nossos irmãos espirituais. Que possamos assim fortalecer nossa fé diante das dificuldades que enfrentamos. Que o Senhor possa abençoar e iluminar o coração e a mente de todos que aqui estão para que possamos encontrar as respostas que necessitamos para as nossas dificuldades, para os nossos desafios. Te pedimos também, Senhor, que o Senhor possa abençoar toda a nossa humanidade, em especial as zonas de conflito e onde mais se tem as pessoas com necessidades. E assim, Senhor, damos por início mais um Evangelho no lar. Que assim seja. Que assim seja, Vinícius. Obrigada. Antes de passar para o Juliano, quero dar boa noite a Maria Lúcia Barbosa, também a Janete Santos, boa noite, harmonia, luz e paz para todos. Obrigada, Janete. E a Maria La, a Maria Lúcia Barbosa também. Boa noite a todos. Ela deixa aqui para nós. Sejam todos muito bem-vindos. Bom, nós estamos iniciando o capítulo 21. Haverá falsos Cristos e falsos profetas. O Juliano traz as suas reflexões dos itens 1, dois e três. Lembrando que o Evangelho no lar que a gente gosta de indicar aqui, sugerir, é da FEB, da editora FEB, tradução do Guilor B. Se todos quiserem acompanhar, fiquem à vontade. Juliano, muito obrigada. Você está com áudio fechado agora? Sim. Bom, então iniciamos esse capítulo, capítulo 21. E é bom pegar o capítulo no iniciozinho pra gente já dar esse pontapé inicial do que virá adiante, né? Então ele inicia muito bem. é um capítulo que inicia com uma passagem muito interessante de Jesus. E Jesus, ele vai eh buscar nos abrir os olhos para aquilo que parece e não é, ou para aquilo que é e nós às vezes deixamos passar ali a essa realidade. Então é um capítulo que realmente nos coloca para eh nos tornarmos mais atentos à realidade, né? e na e nessa aplicabilidade dos nossos conhecimentos espíritas. É um capítulo que nos exige um pouquinho a mais nesse sentido. É também eh pessoalmente eu considero um dos um dos temas do Evangelho mais eh difíceis

plicabilidade dos nossos conhecimentos espíritas. É um capítulo que nos exige um pouquinho a mais nesse sentido. É também eh pessoalmente eu considero um dos um dos temas do Evangelho mais eh difíceis de serem compreendidos ou que é uma temática das mais incompreendidas. Haverá falsos Cristos e falsos profetas. Então Jesus vai nos colocar primeiramente para raciocinar o seguinte, sobre os frutos, frutos que a árvore produz, que também são frutos que nós produzimos. Ou seja, entre a ideia e a execução daquela ideia, o que é que nós temos? É possível executar aquela ideia ou quando se executa aquela ideia boa, funciona? Jesus quer nos colocar para pensar um pouquinho sobre isso aí, porque realmente nós vivemos numa realidade, num mundo com muitas teorias, com muitas ideias, pessoas que sonham muito, existem muitos discursos. A humanidade é uma humanidade que pensa, o ser humano pensa, mas Jesus quer nos convidar o seguinte: olha, no meio de tão de tantos debates, discussões, livros, estudos, etc., o que que é que dá resultado? Esse é o fruto, não é? Ou seja, é a intenção que materializou. Olha ali, deu certo. Porque tem muita intenção que não materializa a história da figueira. Jesus foi lá comer um figo, chegou lá só tinha a figueira, não tinha o figo, né? Jesus utilizou essa situação para poder falar um pouquinho, né? Ou seja, daquilo que parece, mas não é. Daquela pessoa que ela parece frondosa, uma pessoa que parece, não é? Que tem muito o que oferecer, mas não entrega, não. Não entrega nada. Enfim. Eh, Jesus ele abre eh essa explanação, abre a nossa mente, não é, com essa com essa ideia para depois dizer o seguinte: "Olha, seguindo esse exemplo da árvore que é frondosa, mas não traz bons frutos, futuramente virão aqueles que também se dirão cristãos, se dirão pessoas detentoras de palavra de moral, mas não, né? Não entregarão os frutos por cristão, não entregará o fruto para as pessoas, né? O fruto do cristianismo, não vai entregar o consolo, não vai entregar o que é necessário, não vai

e moral, mas não, né? Não entregarão os frutos por cristão, não entregará o fruto para as pessoas, né? O fruto do cristianismo, não vai entregar o consolo, não vai entregar o que é necessário, não vai entregar a palavra de forma idônea. Então, é mais ou menos esse a linha de raciocínio que Jesus quer dizer. E aí Jesus usa de uma palavra muito forte, muito poderosa e que eu penso que eu acho que é a uma uma pequena frase aqui que eu acho que nos dará a direção para o raciocínio que virá nos capítulos posteriores. Olha o que que Jesus fala. Levantar-seão muitos falsos profetas que seduzirão muitas a muitas pessoas. Olha, é uma frase que finaliza o item três aqui, né? levantarse muitos falsos profetas que seduzirão a muitas pessoas. Então eu eu acho essa frase tão forte, porque o que Jesus quer nos dizer aqui é o seguinte: olha, Jesus não disse assim: "Eh, talvez irão se levantar os falsos profetas ou os falsos Cristos, quem sabe?" Ou condicionou isso a uma atitude nossa. Olha, né? Numa época, talvez, em que a humanidade estiver, não é, eh sofrendo de iniquidade, os falsos Cristos e profetas aparecerão. Não falou dessa forma. E também não falou assim: "Eh, haverá durante um tempo ou rapidamente passará na humanidade uma época de falsos Cristos e fal Eu também não condicionou isso a ao tempo, mas eu disse que com certeza haverá. Ponto. Significa que a gente não tem data para quando isso deixará de haver, mas haverá com certeza. E eu penso que esse raciocínio é para mim o grande guia desse capítulo. Por quê? Porque de acordo com o que Jesus quer dizer, com certeza haverá o falso cristão, o falso Cristo, o falso pregador, o falso trabalhador, o falso orientador. Com certeza haverá. Então há porque o futuro está passando por aqui nesse momento. O grande segredo agora é imaginarmos o seguinte. Bom, já que existe o falso Cristo e o falso profeta ele existe. Ele está aqui entre nós, como identificá-lo? Como identificar esse falso Cristo, esse falso profeta? Como é que nós vamos

os o seguinte. Bom, já que existe o falso Cristo e o falso profeta ele existe. Ele está aqui entre nós, como identificá-lo? Como identificar esse falso Cristo, esse falso profeta? Como é que nós vamos entender onde ele está? E quando se manifestar, como é que a gente vai saber que ele é falso ou não? Tá aí a grande, né, a grande questão que esse capítulo nos traz. E nesse ponto é que esse capítulo vai mexer lá no nosso íntimo. É o ponto assim onde onde eu, né, pessoalmente preciso me pacificar para tratar desse tema. E todos nós que estamos acompanhando aqui esse estudo de hoje do evangelho, devemos pacificar os nossos corações, porque é o capítulo que vai justamente nos dizer o seguinte: "Olha, talvez eu esteja acreditando numa uma coisa falsa, numa informação falsa. Talvez eu esteja lendo um livro que parece um livro espírita maravilhoso". E mas não pode, às vezes não é um livro muito bom, às vezes não é um livro real, correto, doutrinariamente falando que traga verdades. Talvez eu esteja seguindo uma instituição que pode estar cometendo equívocos, pessoas que às vezes parecem eh bons oradores espíritas, bons pregadores espíritas, transmitindo conhecimento. De repente eu di nossa, adoro ouvir as palestras dessa pessoa e de repente pode não ser uma pessoa que tá trazendo a verdade doutrinária para nós. Não é difícil isso, gente. Eu fico aqui pensando nisso, não. Quanto que é difícil, né, a gente assistir, porque todos nós vamos em busca do conhecimento doutrinário. Primeiro porque precisamos e muitas vezes estamos carentes do conhecimento, estamos carentes daquele consolo, queremos essa palavra que vai nos esclarecer e vai nos orientar. Nesses momentos de fragilidade, é o momento que nós buscamos com mais intensidade. E é aí que, como se diz assim, né, vulgarmente falando, é aí que mora o perigo, né, e de a gente não se atentar às vezes nessa busca, né? E quando conseguimos o resultado, né, às vezes nos encantamos com com certas informações, nos encantamos com certas práticas, com

ra o perigo, né, e de a gente não se atentar às vezes nessa busca, né? E quando conseguimos o resultado, né, às vezes nos encantamos com com certas informações, nos encantamos com certas práticas, com certos locais, com certas pessoas, nos encantamos, né? E e e o espiritismo vem justamente nos colocar eh para raciocinar antes de seguir, para refletir antes de acreditar, para realmente estudar antes de começar a praticar, para que a gente possa eh introjetar todo tudo isso dentro de nós, né, para poder buscar realmente uma realidade, não uma ilusão, não uma ilusão. Então, é nesse ponto que eu que eu eh eh como se diz assim, né? Busca a atenção de todos aqui nesse momento, né? Para que a gente observe eh as instituições espíritas que nós estamos, as obras espíritas que nós estamos lendo. Eu tem aqui em casa um trabalho muito interessante. Eu até recomendo pros espíritas que quiserem ler, sabe? O companheiro nosso lá da Federativa do Mato Grosso, Alírio Cerqueira, certa vez ele fez um um apanhado de várias mensagens de de de Valdo Pereira Franco psicografadas com o espírito de Manuel Filomeno de Miranda. E ele fez toda uma seleção de mensagens para tentar buscar onde é que o que os espíritas ou as casas espíritas ou movimento espírita poderia estar sofrendo algum tipo de assédio espiritual que tivesse prejudicando as informações doutrinárias. Olha que interessante esse trabalho que ele fez, né? E ele lançou um livro sobre esse trabalho dele, um livro que se chama a a obsessão e o movimento espírita, só com compilados de de psicografia de Manuel Flamengo de Mend. é um livro excelente. É um livro excelente que nos coloca para olhar para as instituições espíritas e para eh qualquer tipo de atividade espírita com olhar um pouco mais, não dizer um olhar crítico, mas com olhar maduro, espiritualmente falando, né? Não esse olhar eh que acredita em tudo, mas um olhar que pondera e que e que pensa eh eh será que está de acordo com o que Allan Kardec nos passou? Será que está

r maduro, espiritualmente falando, né? Não esse olhar eh que acredita em tudo, mas um olhar que pondera e que e que pensa eh eh será que está de acordo com o que Allan Kardec nos passou? Será que está de acordo com o que Allan Kardec nos transmitiu? que é um ponto muito importante. O espiritismo, ele acima de tudo, ele é uma doutrina. Muitas pessoas têm às vezes dificuldade em compreender assim palavras, como por exemplo, assim, doutrina, codificação, de maneira prática. O que que isso quer dizer, né? Quando eu di uma doutrina, eu gosto muito de fazer paralelos com outras áreas do conhecimento que também utilizam dessas palavras para as pessoas poder compreender mais o que que é o espiritismo. Tem gente que até se assusta. Nossa, nunca tinha pensado sobre isso, mas é justamente disso que esse capítulo trata, né? O que que é o espiritismo? Como identificá-lo, o que é o espiritismo? O que que não é? O que só parece ser espiritismo, né? Então, o que que é a doutrina? Um exemplo de doutrina que nós temos muito na atualidade é o direito, a doutrina do direito. O direito é uma doutrina que vai trabalhar com a série de leis que vão regerem social, pois a a o espiritismo também é uma doutrina. O espiritismo também trata de leis divinas, que são leis imutáveis, que são princípios que eles não se irão se modificar, né? daqui 1 milhão de anos, as leis morais vão continuar valendo da mesma forma que elas valem hoje. Isso não será modificado, porque é lei divina, é lei moral. Onde há inteligência, onde há pessoas, existe moral, né? Existe a condição moral. Não existe nos animais a condição moral, mas existe no ser humano pensante que pensa, que raciocí. Então a essa é a doutrina. Alguns exemplos de leis que nós temos no espiritismo, eu falei aqui das leis morais. São 12 leis morais, mas, por exemplo, o livro Céu e Inferno, nós temos o Código Penal da Vida Futura. Olha só que temática das mais interessantes, livro Céu e Inferno, penúltimo livro da codificação. Então, existe um código penal, é um código que

Céu e Inferno, nós temos o Código Penal da Vida Futura. Olha só que temática das mais interessantes, livro Céu e Inferno, penúltimo livro da codificação. Então, existe um código penal, é um código que vai nos falar de maneira imediata o que acontece com o espírito quando desencarna. Lá nós temos 33 princípios lá, os artigos dessa lei, vamos dizer assim, né? 33, porque tem uma que é dupla. E então é um é um documento orientador para nós. Então não é uma doutrina aleatória com princípios que nós vamos colocar ou tirar nosso bel prazer. E são princípios que vêm de espíritos que viveram aquilo, que ajudaram a implantar, que viram resultados e tudo isso foi formatado de uma maneira a traduzir o pensamento divino para nós. E e esse conjunto de leis ficou da mesma forma. Então, continuando aqui a nossa linha de raciocínio, quando nós vamos falar em codificação, que que é uma codificação? A gente pode até imaginar, pegou os ensinamentos dos espíritos e transformou isso num conteúdo didático para que a gente consiga aprender. Mas um exemplo de codificação que é muito comum e que a gente usa todo dia é a língua portuguesa. A língua portuguesa ela é uma codificação. Ela é uma codificação quando ela é escrita através ali de símbolos que nós chamamos de letras. E unindo esses símbolos, formamos palavras e formamos compreensão. É codificação quando nós entendemos que ela eh eh existe através de fonemas que são esses símbolos mais vocalizados e aí nós transmitimos isso à frente. Então é uma forma a língua brasileira de sinais mesmo é uma é um sistema de códigos manuais que transmitem conhecimento. Então a a codificação ela é também, né, e uma um campo muito semelhante a esse. É por isso que Calan Kardecem o livro dos médiuns, logo lá no comecinho na introdução, ele vai dizer: "Olha, é muito difícil aprender uma ciência de maneira rápida. Nenhuma ciência se aprende do dia para a noite. Todas as ciências elas demandam tempo e esforço para serem compreendidas e aprendidas. E o espiritismo como um um um campo também

cia de maneira rápida. Nenhuma ciência se aprende do dia para a noite. Todas as ciências elas demandam tempo e esforço para serem compreendidas e aprendidas. E o espiritismo como um um um campo também da ciência é também, né, palco para que nós nos debrucemos com tempo, com disposição, com paciência para poder compreender, né? Então, eh, é um é um exercício paraa vida toda. Quem é que vai aprender não é uma ciência como física, química ou biologia do dia paraa noite? Ninguém, né? Quem é que vai aprender um idioma novo? Quem é que vai aprender todo Código Civil, todo Código Penal em uma semana? São muitos anos de estudo para que isso possa realmente ser compreendido por nós. O Espiritismo tá aí para isso. Por isso se estuda tanto. Espírita lê muito, claro que lê e tem que ler mesmo. Espírita estuda muito, tem que estudar. Tem que fazer o culto, tem fazer o culto do evangelho no lar. Porque no culto a gente lê, a gente reflete, a gente discute. Os espíritos no culto nos auxilia a raciocinar melhor, com um pouco mais de intensidade, com um pouco mais, né, de de clareza mental. Então, tudo isso faz parte do nosso aprendizado, do nosso crescimento. E aí, quando nós vamos aplicar isso, é um exercício que às vezes nos embaralha. Já é muito comum, por exemplo, quando nós vamos falar o seguin dificuldades do perdão, das dificuldades do de amar, das dificuldades, não é, de convivência, nós já sabemos disso tudo. Mas quando nós falamos das dificuldades de identificar o que que é espiritismo e o que que não é, a maioria das pessoas se atrapalha e vamos atrapalhar a vida toda. Até eu às vezes quando eu vejo uma palestra, eu fico prestando atenção, será que essa informação tá correta? Porque se estiver de acordo com que Allan Kardec, né, nos deixou na codificação espírita, ah, isso é espírita. Não, mas se não, se não está de acordo com o que Allan Kardecou, não. Então, não é espírita. Doutrina espírita é muito bem definida. Não, não se pode pegar qualquer coisa e colocar lá como se fosse espiritismo,

e não, se não está de acordo com o que Allan Kardecou, não. Então, não é espírita. Doutrina espírita é muito bem definida. Não, não se pode pegar qualquer coisa e colocar lá como se fosse espiritismo, né? E a gente tem falado muito disso. Eh, eh, sempre que somos convidados. A nossa casa espírita mesmo, é um desafio, né? Sempre que alguém surge com ideia, temos que pensar: "Esse é espírita, é uma proposta espírita". ou não é uma proposta espírita, né? Porque tem coisas que são muito boas, mas às vezes não são espíritas, né? Um exemplo, né? Eu ministrei um curso de passe há pouco tempo atrás e lá havia uma moça que ela era reiana, ela era praticante de rei que foi lá fazer o o curso do passo conosco. É lógico que o assunto surgiu. Ah, Julia, mas e o rei que na casa espírita não é legal? Eu digo: "Não, não é legal. Mas não é porque é ruim, não funciona. Não é por isso. É porque não é uma prática espírita doutrinária da fluidoterapia". Porque a intenção nossa é ministrar, não é, a essa bioenergia nossa, transmissão de energias com os benfeitores, amigos, nos assessorando e potencializando essa energia. E não a gente aplicar energia pessoal do nosso próprio organismo sem nenhum apoio espiritual, não é essa a proposta. Rei é muito bom, claro que é. Quem vai falar mal, claro que nós não vamos porque tem os seus resultados. Mas a casa espírita não é lugar disso, não é? É lugar para terapia. Um exemplo simples que a gente dá, que é um debate que às vezes que acontece muito próximo de nós. Tenho certeza que alguém aqui de alguma casa espírita já passou esse assunto por lá. E nós temos hoje, né, já caminhando pro nosso encerramento dessa primeira parte aqui, exemplos de como a gente vai observar onde as informações parecem doutrinais, mas não são, não é? E acontece muito em grupos de WhatsApp aquelas mensagens que vêm com nomes famosos assinando a mensagem, né? Quem vem aquela mensagem é assina Allan Kardec ou assina Bezerra de Menezes ou assina Chico Xavier. Será que isso é

os de WhatsApp aquelas mensagens que vêm com nomes famosos assinando a mensagem, né? Quem vem aquela mensagem é assina Allan Kardec ou assina Bezerra de Menezes ou assina Chico Xavier. Será que isso é verdade ou não é? Recentemente eu tava fazendo uma série de postagens eh pro Florencio Anton lá no Instagram, né? E eu e como a gente tava precisando de agilidade, eu busquei umas frases na internet que tava assinada com o nome dele. E aí eu falei: "Florêncio, eu peguei umas frases na internet que estavam assinadas você e e tá certo essas frases?" Ele falou: "Não, J nenhuma é minha". Olha o que que eu ouvi do Florência. Nenhuma frase era dele. Nós estamos cheio de frases na internet de Florênci Antô, de Aroldo Dutra, de Rossandro Cris, não são deles. Alguém pôs uma frase qualquer lá e assinou. Isso é real porque faz parte da nossa vivência. Eu que sou da área de comunicação social espírita, né, também a gente vive isso, né, na época da pandemia, nós até lembrávamos aqui, não é, as mensagens de WhatsApp que diziam: "Olha, coloca paradrapo no braço para que Pezerra de Menezes possa ir visitar você e possa cuidar da sua imunidade, de proteger do vírus da Covid." E a gente via nas casas espíritas as pessoas colocando paradrapo no braço, né? Temos todo tipo de de situação que vai nos chamar atenção. O espiritismo é muito claro. Vemos os princípios e vemos o caso do aborto, não é? Recentemente vi uma palestrante espírita muito famosa defendendo que haja um tipo de de proteção ao aborto no Brasil. Gente, mas é uma luta nossa nossa da Federação Espírita do Estado de Goiás. É uma luta da Federação Espírita Brasileira contra o aborto a favor da vida. E uma pessoa famosa, espírita, veio dizer: "Olha, poderia realmente ter um alguma coisa facilitarse a vida dessas mulheres precisam abortar." Quer dizer, uma defesa disfarçada, né? Olha aí, falsa informação. A gente tem que tomar muito cuidado com isso, né? E são pessoas, muitas pessoas conhecidas às vezes podem transmitir informações, às

" Quer dizer, uma defesa disfarçada, né? Olha aí, falsa informação. A gente tem que tomar muito cuidado com isso, né? E são pessoas, muitas pessoas conhecidas às vezes podem transmitir informações, às vezes por ignorância, às vezes por alguma outra questão que não são corretas, mas cabe a nós fazer essa essa avaliação, não é? Buscar o que seja o melhor e não nos deixar convencer por qualquer pessoa, né? Nós vivemos isso, estamos vivendo esses momentos também que o nosso movimento espírita vão surgindo esses grupos espíritas que às vezes discordam, discordam do movimento federativo, discordam do que do que eh o Chico Xavier psicografou, discordam de Allan Kardec. Nós estamos vivendo isso no movimento espírita, né? essa essa esses grupos, né, que que tão querendo eh eh seguir e se dizer: "Não, nós somos espíritas, mas nos interessa a política e o espiritismo, né? A gente tem visto isso dos espíritas progressistas, né? Diz: "Não, nos interessa aquilo que tem a ver com eh o progressismo, que não for, a gente tira da doutrina, a gente segue com a doutrina só por esse âmbito." É, é uma luta do movimento federativo também esclarecer as pessoas, né? sobre a unificação, sobre a gente se unir em torno da obra de Allan Kardec, da obra do Chico Xavier e todos esses nomes, não é, que a Federação Espírita tanto nos nos auxiliou a conhecer e tanto promoveu, divulgou, né? Então, quer dizer, aqui é só um um início de uma longa conversa e de uma longa aprendizado que nós vamos levar para casa hoje para poder exercitar, né, Glácia? Mas é isso, né? Vamos então a a ao nosso debate, ao nosso diálogo aí, ao chat, continuar com as nossas reflexões. Muito obrigada. E você trouxe questões assim que nós precisamos pensar porque são atuais e elas existem e não tem como ignorar. Eh, por isso que é importante nós estarmos estudando, porque o estudo, a reflexão, a meditação em cima desse estudo faz com que a gente tenha uma compreensão melhor. E claro, lembrando que tudo que nos aproxima de Deus é o bem. Nós estamos falando

dando, porque o estudo, a reflexão, a meditação em cima desse estudo faz com que a gente tenha uma compreensão melhor. E claro, lembrando que tudo que nos aproxima de Deus é o bem. Nós estamos falando aqui da árvore. Reconhece-se a árvore pelo fruto. É o que que resulta em tudo disso? Então nós precisamos eh ter essa sensibilidade, esse olhar mais cuidadoso em relação a tudo. Olha, nós temos duas referências que estão assim para para todos nós trabalhadores de espírita, o Chico Xavier e o Edivaldo. E o que que eles sempre falavam, né? Se eles estiverem errado, contradicer contradizer alguma coisa que nós seguíssemos a febre, Federação Espírita Brasileira. Então, nós devemos ter maior respeito a essa federação que nos orienta todo esse movimento espírita. E é por isso que nós estamos aqui nessa noite de evangelho no lar, porque nós acreditamos que através desse conhecimento, dos ensinamentos de Jesus, a luz do Espiritismo vai nortear toda a nossa vida. O que há de errado somos nós ainda nesse processo que ainda estamos caminhando, né, engatinhando nessa compreensão, nessa reflexão. E nós fazemos muito o estudo do Evangelho Rede Vivo, porque eh a grande proposta é extrair, né, o espírito da letra. E o que que é isso, né? O que que nós podemos extrair dessa lição, né, desse capítulo que inicia agora, que é tão propício para esse momento atual, que os frutos eles revelam a natureza, a importância das nossas ações, a conexão que tem entre a causa e o efeito, a importância da gente viver de acordo com essas leis de Deus, né, trazidas por Jesus, clarificadas aí por Allan Kardec, né, pelos espíritos da codificação, espiritismo, e que a gente traduza esse conhecimento através das nossas ações na vivência diária. E aí me veio também a questão, né, da medida, que ela é uma só, ela não é uma para mim, uma pro Juliano, uma pro Vinícius. fazei ao outro aquilo que gostaria de que vos fosse feito, né? Eu acho que nós podemos assim pensar um pouquinho, Juliano, nessa questão, principalmente porque nós somos

pro Juliano, uma pro Vinícius. fazei ao outro aquilo que gostaria de que vos fosse feito, né? Eu acho que nós podemos assim pensar um pouquinho, Juliano, nessa questão, principalmente porque nós somos trabalhadores espíritas e nós temos esse compromisso, essa responsabilidade com a verdade. Exatamente. Exatamente. Eu acho que você falou várias coisas muito importantes. Vou começar com a última aqui, né? Quer dizer, é justamente essa questão. Quer dizer, a verdade ela está ali, né? fazer. Vou vou vou usar um um paralelo assim, a verdade ela está aqui, tá ali. Quer dizer, existe aquilo que eu acredito ser verdade, mas existe uma verdade que ela superior a qualquer coisa que eu acredite. Pode ser que eu esteja acreditando em algo que seja real, mas pode ser que não. Esse momento em que eu digo assim: "Nossa, olha lá, aquilo lá é que é a verdade, então então o que eu acreditava não tava exatamente correto. Esse é o momento doloroso, né? A Pag falava muito sobre isso, desses dos processos de aquisição de conhecimento e transformação da gente, né? Então Pag dizia: "Não, nós temos um um conhecimento X, porque naturalmente nós vamos ter conhecimento, porque faz parte do ser humano buscar compreender as coisas. E sem a informação correta, o ser humano ele vai teorizar, ele vai colocar alguma coisa no lugar para cobrir as lacunas do conhecimento. Então não é errado a gente buscar conhecimento e se a gente tiver ideias errôneas, isso aí faz parte de nós. Normal a gente acreditar em coisa que não é verdade. E faz parte porque a gente não tem aquele dado e a gente completa com uma outra coisa, uma reflexão, raciocínio, uma coisa que encaixa ali. Aí quando a verdade ela surge vem o choque, a dor, primeira dor nossa, né? Quer dizer, hum, eu tava fazendo tudo errado e aí eu tenho que pegar aquela verdade e e cobrindo, não é, as lacunas que eu vou criar novamente, porque eu vou me desfazer do conhecimento errôneo por conhecimento real, né? Agora o, é, aí o evangelho ele vai dizer, mas aí entra o

erdade e e cobrindo, não é, as lacunas que eu vou criar novamente, porque eu vou me desfazer do conhecimento errôneo por conhecimento real, né? Agora o, é, aí o evangelho ele vai dizer, mas aí entra o orgulho, o orgulho vai fazer que você faça diferente, o orgulho vai querer que você pegue a verdade, mascare ela para não parecer tão real, para não parecer tão incisiva, para não parecer tão sólida, né? Então, tem muita gente que tá querendo mudar a verdade, mudar as situações para que a gente pareça menos errado, né? É por isso é um dos motivos até que o que eu a gente vê tanta tantos assuntos descambando pro campo da política, porque é no campo da política que a gente transforma só em realidade, que a gente transforma ilusão em realidade legal, né? É, é interessante isso aí que a gente tá vivendo nesse momento. Por isso tá todo mundo tão politizado, porque se eu de repente eu acredito numa coisa e eu transformo ela em lei, puf, todo mundo tem que obedecer aquilo, não é? E pode ser uma coisa íntima minha, totalmente eh eh fora, né, do do que seria o correto, né? Pode ser um desregramamento meu, uma maneira minha de ver o mundo totalmente distorcida, pode ser uma ideia que é só minha, é uma coisa que eu quero que todo mundo faça porque eu quero estar correto, eu não quero estar errado. E eu quero que todo mundo tão faça o que eu faço, que a sociedade toda vai normalizar isso. Eu então aquela situação ela passa a ser politizada e eu transformo aquilo em lei. A gente tá vivendo esse momento hoje no mundo todo, né? Só no Brasil, não, no mundo todo, né? E o evangelho é o convite a gente olhar diferente. Não é mudar o mundo, não é mudar as coisas, não é mudar as leis, não é olhar para mim, né? Então o evangelho vem nos serenar pra gente olhar para nós mesmos, pensar assim: "Nossa, poxa vida, né? O que que é o correto nisso? O que que dá fruto aí? Ó o fruto aí. O que que dá o fruto? O fruto correto, né? Que é o fruto que a gente precisa. E aí nesse instante você lembrou coisas tão interessantes, né,

que é o correto nisso? O que que dá fruto aí? Ó o fruto aí. O que que dá o fruto? O fruto correto, né? Que é o fruto que a gente precisa. E aí nesse instante você lembrou coisas tão interessantes, né, GL? Quando você falou da importância da Federação Espírita Brasileira, né, ela tem importâncias que se sobrepõe, né, quando a Allan Kardec lá no livro eh Obras Póstumas fala da Constituição Espírita, Allan Kardec prevê lá a criação da Federação Espírita Brasileira. É, é uma questão que tá nessa obra para o espírito que quiser entender de onde vem a FEB, né, nesse livro vai falar, deve haver uma instituição que seja uma instituição matismo, que vai avaliar os princípios doutrinários, vai conservar a palavra doutrinária, conservar as mensagens da codificação, da terceira revelação. E essa instituição será responsável, né, por manter esse padrão mínimo, né, aceitado da doutrina para que ela não se perca. hipótese nenhuma para que os seus princípios não sejam compuscados, né, por outro tipo de conhecimento, né? E e é exatamente o que o Chico Xavier fazia. Tem uma curiosidade interessante, muita gente não sabe, né? Mas eu fiquei sabendo disso também quando eu fiz as pesquisas para o meu livro lá, Humberto de Campos e Chip Xavier, né? Parceria de luz para o Brasil. Eu pesquisei muitas eh eh informações sobre Chico Xavier na época. Tive acesso a várias cartas que ele escrevia pra Federação Espírita Brasileira, cartas para Manuel Quintão, muitas cartas lá, sabe? Que demonstrava o respeito que o Chico Shivet pela opinião da FEB. Um exemplo, então, o exemplo como o livro trata de Humberto de Campos, o exemplo que eu trouxe foi o exemplo de Humberto de Campos, muito claro, reproduzir as cartas lá na obra, sabe? onde o Chico Xavier vai dizer, vai receber a mensagem de Humberto de Campos. 4 meses após o desencarne de Humberto de Campos, ele recebe essa mensagem e ele escreve uma carta paraa Feb, para Manuel Quintão, pedindo: "Meu irmão, avalia essa mensagem para mim aqui. Veja se realmente você identifica

carne de Humberto de Campos, ele recebe essa mensagem e ele escreve uma carta paraa Feb, para Manuel Quintão, pedindo: "Meu irmão, avalia essa mensagem para mim aqui. Veja se realmente você identifica o nosso irmão Humberto aí. Olha, olha aí, buscando uma segurança, buscando alguém para para ajudar ele a compreender, para que ele não erre nisso. Medo de errar, né? Não tinha. As pessoas pensam que o o Chico era um homem muito seguro do que fazia, né? Um médio excepcional. Não, mas ele era seguro, previdente, ele ele buscava apoio para que não cometer equívocos, não é? Bom, enquanto você ia falando e eu já lembrei aqui uma h algum tempo atrás, eu fico muito naquela parábola, né, o que antecede a parábola do bom samaritano, na verdade, né, quando aquele doutor da lei aborda Jesus, Jesus entrando lá cansado, com fome, porque não tinha recebido do alojamento, né, da dos samaritanos, naquela toda situação que ele já previa também que iria desencadear. E ele pergunta que era preciso para ser salvo. Aí Jesus, eh, o que está escrito na lei, né? E ele fala, né? Ele era muitíssimo inteligente, discorre tudo. Mas Jesus pergunta, devolve a pergunta ainda, como ler? Bom, a verdade está ali, mas como é que você compreende, interpreta? Porque ele estava ali tentando Jesus naquele momento, querendo que Jesus desse uma resposta de acordo com a necessidade dele, né? De acordo com que fosse favorecê-lo, porque ele sabia que ele tinha que amar o próximo, mas ele queria amar só quem fosse ali da tribo dele, né? Imagina Jesus falando, né? Que é preciso amar até os índios. Então, eu acho que isso aí é dá pra gente refletir muito, aprofundar nessa reflexão, porque depois Jesus conta aquela belíssima parábola que ela ela simboliza para nós ali na prática o que que é a caridade, o que que é o atendimento espiritual às pessoas que buscam o centro espírita. o que que é o o acolhimento incondicional, né? A ajuda mesmo de todo coração. Mas aqui nesse momento, eu acho que a gente reflete nessa questão, tá? A verdade ela

pessoas que buscam o centro espírita. o que que é o o acolhimento incondicional, né? A ajuda mesmo de todo coração. Mas aqui nesse momento, eu acho que a gente reflete nessa questão, tá? A verdade ela está ali posta, ela não tem nenhuma mudança. O que precisa é mudar o meu olhar, a minha compreensão, o meu entendimento. E aí a gente tem que que você trouxe aí o meu orgulho, meu ego, né? destituir do nosso ego para que a gente só consiga enxergar o que é posto ali, porque mexe muito conosco. É necessário um movimento, uma transformação. Por isso que ao contato com o espiritismo, após uma semana, a pessoa tem que ter mudado alguma coisa, não é, J? É, eu concordo plenamente. não impõe, não exige, mas nos traz assim uma responsabilidade, uma clareza muito grande, porque se a gente buscar esse entendimento, o que nós estamos fazendo aqui, o que nós estamos fazendo com o conhecimento que a gente já adquiriu da doutrina espírita, e isso nós não estamos falando de perfeição, porque isso está muito distante. Mas o que eu consigo fazer? Eu acho que dá pra gente conversar, dá para falar hora sobre isso, né? É, mas eu eu penso que é o exemplo que que você trouxe pra gente, né? O samaritano, não é? Quer dizer, eh eh quantas pessoas passaram pelo samaritano lá, né? Que essas pessoas eh detinham o dom da palavra e essas pessoas detiam o dom da letra e essas pessoas arrebanhavam multidões. Não é essas pessoas que passaram pelo samaritano, eram essas, né, pessoas, né? Mas não eram capaz de estender a mão para ajudar o que precisava, fazer o que era necessário ali. O fruto não veio, o fruto, né? E de repente passando lá, né? Uma outra pessoa que todos julgavam ali que ah, que essa pessoa aí não tá com nada, né? E ele, o fruto veio dele, né? O fruto veio dele. Quer dizer, na hora do do da crise, né? Eu não fala disso lá no livro Busca Charaz, né? Né? Surge a crise revelando a verdade. Adoro essa frase de Emmanuela, parece que ela encaixa em tudo na vida da gente, né? Eh, então surgiu a crise ali, né? E ali

a disso lá no livro Busca Charaz, né? Né? Surge a crise revelando a verdade. Adoro essa frase de Emmanuela, parece que ela encaixa em tudo na vida da gente, né? Eh, então surgiu a crise ali, né? E ali o samaritano ele ele ele revelou a verdade ali, né? E eu acho que é isso que nó o seu pensamento é muito bom, é pensar assim: "Nossa, eu tô indo paraa casa espírita, eu tô cuidando os meus filhos, eu tô trabalhando e tal, tal, vamos lá, vamos numerar os frutos dessa correria nossa e tá dando fruto. Porque tem gente que tá indo pra casa espírita e tá com os filhos mal educados em casa que não gosta de evangelização. Quer dizer, para onde é que tá indo esses frutos, né? Não tá indo paraa casa. Então essa cestinha tá indo para outro lugar, né? A gente critica muito isso isso às vezes, sabe? Às vezes nas reuniões espíritas as pessoas surgem com tantas ideias, né? Gl. E eu falo uma coisa que desrespeito a todos nós aqui, né? Eu lembro de uma dirigente espírita que, nossa, ela estava profundamente envolvida em atrair pessoas para a casa espírita e em e nossa, porque nós precisamos aqui mobilizar o as pessoas frequentadoras para trazer as crianças para evangelizar tudo. Eu digo e eu digo para assim, um dia eu disse para ela assim, ó, calma, o seu marido não tá aqui, os seus filhos não estão aqui, seus três filhos não estão aqui, eu não tô vendo aqui irmã sua, mãe nem ninguém, nós não estamos conseguindo nem trazer nossos parentes para cá. Aí você quer trazer uma multidão de onde? Não é? Eu falei para ela assim, ela parou, esfriou, sabe assim aquele gás que ela tá? Por quê? Porque é a ideia do próximo mais próximo, não é? Quem é o próximo mais próximo? Então, então é a lição do espíritismo é essa lição, não é lição de multidões, é a lição do corpo a corpo, esse pequeno mesmo. O o básico que eu penso que nós estamos falhando é nisso. Eh eh e é o fruto. Então eu digo para as pessoas, olha o que eu digo aqui, né, que eu digo quando tem oportunidade, né, olha, vamos contabilizar os frutos estão na nossa

nós estamos falhando é nisso. Eh eh e é o fruto. Então eu digo para as pessoas, olha o que eu digo aqui, né, que eu digo quando tem oportunidade, né, olha, vamos contabilizar os frutos estão na nossa sexta, no final aí desse período, final da semana que nós fizemos 1000 coisas, que que deu de resultado, né? Porque se não deu o resultado, não adianta a gente ter a fé cega, né? É a fé cega Kardec fala: "Não vou acreditar nisso, vou seguir isso e tal, tal, tal". E às vezes não tá funcionando. Às vezes não é essa medida. É o que você falou lá no comecinho, né? Olhar pro próximo, né? Deixa eu olhar aqui para essa pessoa ver o que que ela precisa, que que ela tá querendo, o que que ela tá necessitando. E nesse processo, eh, o que que eu posso aprender? Uma colega nossa aí esses dias disse assim para mim: "Nossa, depois que eu passei a trabalhar em reunião mediúnica, dialogando, me transformei. As pessoas vem dizer para mim assim: "Nossa, você agora tá tão diferente, tão calma, tão serena". Eu falei assim: "Olha que beleza que que que alguma coisa tá você encontrou algo que te move a transformação". Espírita depois de tantos anos vendo palestra, estudando e tal, tal, tal, tal, era a mesma pessoa. De repente uma atividade espírita transforma ela. É essa atividade que que a gente precisa buscar, essa que vai nos transformar. Não é aquela onde eu vou doar mais, onde eu vou atender mais gente, onde eu vou dar palestra para mais pessoas, onde vai ter mais criança. Não, mas aí, mas depois desse período eu modifiquei o que em mim? Ela é não realmente porque na reunião mediúnica a gente tem que ter cuidado. Lá tem espíritos são nossos inimigos, estão nervosos, a gente tem que maneirar a palavra, educação, gentileza, fé, elogio. E aí diz ela que aí, né, esse esse exercício constante ela levou pra vida dela. E eu falei: "Olha ali, tá descobrindo uma atividade espírita que fez resultado mais do que qualquer outra que ela tenha eh tenha se vinculado, né? Fica a dica aí pros nossos irmãos

evou pra vida dela. E eu falei: "Olha ali, tá descobrindo uma atividade espírita que fez resultado mais do que qualquer outra que ela tenha eh tenha se vinculado, né? Fica a dica aí pros nossos irmãos espíritas, né? Qual que é atividade espírito que tá te deixando melhor? Porque que deixa a gente estressado. A gente conhece um monte de atividade espírita que deixa a gente assoberbado, né? Nossa senhora, tem que ir lá, tem que atender. Mas é aquela que te faz ficar mais gente em casa? Qual que é a atividade espírita que tá te deixando com a fala mais doce? Qual que é essa atividade espírita? Busca essa. Vai ter uma que vai fazer isso. Muito bom, Vinícius. É realmente muito importante, né? a gente procurar trazer o sentido da da fé, né, dentro do raciocínio, né, que é o que a doutrina espírita nos ensina, né? Então, assim, acho que a gente tem que analisar muito o que que passa assim dentro de nós, né? Porque muito dessas mensagens assim que são contraditórias, que chegam até nós e a gente acredita, eu penso que é também porque elas encontram ressonância dentro da gente, né? Então, por isso assim um estudo constante, não é mesmo? a gente buscar essa clareza, né? E também a humildade da gente entender que a gente não é detetor uma verdade absoluta, né? Por isso que a gente estuda sempre em grupos, né? A gente procura buscar no outro, né? Essa essa parceria, né? Pra gente conseguir também enxergar melhor as situações, né? Pra gente no debate, na conversa, até no contraditório, né? A gente construir um conhecimento mais sólido, né? Creio que is seja muito importante, né? Isso mesmo. Sim, Vinícius. Muito bom. Muito bom mesmo. E olha que interessante, né, Judeano e Vinícius, eh, Jesus fala de uma árvore, né? Que que é uma árvore? E aí nós vamos acompanhar. Ela é ela é composta de que as raízes, se não tiver bem firme, ela não vai sustentar um caos. né? Aí pensando, tem árvore que não dá frutos, mas dá uma sombra. A árvore ela realiza a fotossíntese. Olha esse alimento de que nós alimentamos

se não tiver bem firme, ela não vai sustentar um caos. né? Aí pensando, tem árvore que não dá frutos, mas dá uma sombra. A árvore ela realiza a fotossíntese. Olha esse alimento de que nós alimentamos diariamente. A Cátia, bom, eu quero dar boa noite primeiro pra Ilva Alv Siqueira, ela tá deixando seu boa noite. Que bom tê-la conosco. Vinícius Barreto também deixando seu boa noite. Sejam todos bem-vindos. E a Cátia Juliano, ela atraso, ó, haverá sempre quem dispense luz nas assembleia. Contudo, não pode ser substancialmente organizado pelas criaturas, muitas vezes inconscientes das necessidades próprias. Aí tem a continuidade. Em virtude disso, recomendou o apóstolo que o discípulo atente, não para quem fala, mas para a essência das palavras, a fim de certificar-se se o visitante vem de Deus. Livro Caminho, verdade e Vibas. Fica à vontade para comentar. É, eu me lembrei me lembrei de uma passagem do Evangelho. Eh, lá no Introdução do Evangelho, Lancardec, ele fala sobre essa importância de nós estudarmos eh a doutrina de Sócrates, de Platão. Utiliza-se eles como referência para nós. É muito interessante. Na antiga Grécia havia uma visão mais espiritualizada das coisas, né? era um país muito espiritualizado, era um povo muito espiritualizado, era um povo que tudo para ele, tudo dependia dos deuses, né? Então eles tinham uma fé muito grande, a e a fé fazia parte do estado, né? Eh, que eles viviam, né? E e sempre que o grego antigo, principalmente os filósofos, eles tinham uma ideia, eles entendiam isso como uma inspiração, um sopro. Me veio aqui, as deusas me inspiraram, não é? e tinha sempre essa visão de que não era ideia própria. Hoje nós temos muito essa essa ideia materialista ah da ideia própria. Eu estou falando a minha palavra, o meu conhecimento. E na verdade a Cátia, ela traz essa mensagem aí do do caminho, verdade e vida, que é um que é uma mensagem muito boa de Amando. Afinal de contas, nós somos mensageiros. Somos mensageiros. E e eu penso que essa e essa questão é muito boa, realmente

do do caminho, verdade e vida, que é um que é uma mensagem muito boa de Amando. Afinal de contas, nós somos mensageiros. Somos mensageiros. E e eu penso que essa e essa questão é muito boa, realmente estamos dispensando luz aqui, por exemplo, mas quanto dessa luz é luz própria e o quanto que é a luz espiritual que passa através de nós, né, que intensifica, né, essa pequena luz que nós temos. Achei muito bom isso aqui. Isso aí é igual o João falava, né? Eh, não acreditar em todos os espíritos, nem todos são de Deus, né? falava João. E é bem nessa linha de de pensamento. E eu também quero destacar Juliana, olha, logo no início do item um, né? Um homem de bem tira boas coisas do bom tesouro do seu coração e o mal tira as más do mau tesouro do seu coração. É. qual que é o nosso tesouro, né? Porque realmente a nossa busca, ela é uma busca milenar, é uma busca eterna, né? Estamos buscando a milênio, estamos buscando alguma coisa, né? E é isso que a gente tem como valor ou a gente acredita que tenha que tenha valor. E é isso que Jesus ele questiona bastante, não é? Quer dizer, que tesouro é esse? É o que a traça vai corroer? É o que vai enferrujar? É que os ladrões vão roubar? Mas e aquele tesouro que não vai ser destruído de forma alguma? Cadê esse tesouro? Esse tesouro tá perdido, Cláuso. Acho que para muita gente, né? Paraa maioria das pessoas, nós perguntarmos assim, ó: "Tira de você o seu diploma, o seu emprego, tira de você sua família, sua casa, o seu carro, tira de você suas roupas, tira de você isso? Vai sobrar o que aí que que vai ficar aí sem nada da matéria?" É o mundo espiritual mais ou menos isso, né? Quer dizer, a gente vai chegar lá sem nada disso. Olha só que você está tocando uma questão, a lição da Joana de Anjas no início do nosso evangelho no lar, o que que foi a observação dela, né? Isso mesmo. Aí, tá vendo? Que legal. Aí vai sobrar o que aí? Vai sobrar paz, inteligência, força de vontade, vai sobrar fé ou vai sobrar uma pessoa que quer tudo ir de volta?

oi a observação dela, né? Isso mesmo. Aí, tá vendo? Que legal. Aí vai sobrar o que aí? Vai sobrar paz, inteligência, força de vontade, vai sobrar fé ou vai sobrar uma pessoa que quer tudo ir de volta? É, é o ponto de partida pro mundo espiritual é esse raciocínio. Eu, eu entendo dessa forma, né, né? E é isso aí, né? É, é o tesouro nosso, né? Quer dizer, olha, vai para frente ou vai para trás, né? Se tirar tudo da gente, a gente vai pra frente e vai para trás. Verdade. J ele fala: "Olha, a boca fala do que está cheio o coração. E como é que a gente vai reconhecer para onde? se é bom ou se não é. O que você falou o tempo todo, né? Conhecer os eis pelos seus frutos. Não se colas dos espinos. É definitivamente não. E e é uma lição dolorosa por isso, né? Quer dizer, assim, hoje é o dia que a gente é convidado, graças a gente trazer tantos exemplos de fruto que Jesus ele recomendou, a gente olhar pra nossa vida, olhar pra nossa casa, pra nossa família e pensar: "Nossa, veja bem, aqui são os frutos. São os frutos. Como é que tá o sabor desses frutos, o tamanho desses frutos?" É reflexão dolorosa. É claro que é dolorosa, não é? Porque põe a gente para dizer o seguinte: "Nossa, me esforcei tanto, mas parece que eu não cheguei onde eu precisava". Não, mas a questão não é o esforço, a questão é inteligência, a questão é é uma série de de de não é só fazer, né? É aprender a fazer, né? É o que a doutrina espírito nos ensina, né? Quer dizer, a gente aprende a estudar estudando, a gente aprende a amar é amando, né? A gente aprende a rezar como rezando. Vamos rezar até aprender, a gente aprende a trabalhar, evangelizar criança, evangelizando, né? Então, eh, é uma coisa, é uma questão muito interessante, sabe? Quer dizer, o meio virtual, esse meio nosso da internet, ele é muito bom. Hoje é uma é uma hoje é um aprendizado muito grande para quem está fazendo o culto no lar, para quem quer aprender a fazer o culto, para quem quer uma reflexão diferente, para uma lição muito famosa. Mas a o conhecimento espírita ele vai

o muito grande para quem está fazendo o culto no lar, para quem quer aprender a fazer o culto, para quem quer uma reflexão diferente, para uma lição muito famosa. Mas a o conhecimento espírita ele vai sendo adquirido e essa transformação vai sendo adquirida é na convívio, não é no convívio. Não adianta eu estudar o evangelho segundo espiritismo e eu ter essa richa com o irmão, minha rita com a irmã, ter esse ódio no coração, ter essa raiva, ter esse rancor, ter esse milindre. Não tá adiantando, né? Muita gente eh eh na casa espírita, nas casas espíritas aqui a gente frequenta muita gente preocupado com redes sociais, nossa, nós temos que divulgar, tá tendo pouco like, tá tendo pouca gente assistindo as palestras virtuais e tudo, sabe? Mas eu sempre tento acalmar o coração do pessoal aí. Não, a ideia é vocês irem paraa casa espírita, a ideia é vocês ir lá rezar sentados. orar, fechar o olho, conviver com a pessoa. Ah, mas as pessoas são difíceis, são, mas é para isso mesmo, pros dois acalmar o coração, não é? Pra gente exercitar. Então, acho que a vida convida ao exercício. Eu usei o exemplo da casa espírita, mas todo lugar é lugar para exercitar. Casa é lugar para exercitar. Trabalho nosso é lugar para exercitar, né? Quer dizer, os frutos virão disso, do exercício, né? Você citou tão de maneira tão bonita aí o exemplo da árvore, né? Tem as suas raízes, tem o seu cae, as suas folhas, né? Então nós estamos nesse trabalho de cultivar essa terra, cultivar essa terra plantando essas sementes. Lição do homem de capítulo 17 do Evangelho segundo o espiritismo. É a nossa grande meta. É, se a gente olhar e pensar, nossa, e que ali não está enumerado todas as virtudes que a gente precisa conquistar, mas se a gente ficar pensando nisso, a gente vai perder a oportunidade de agora de consar ouvir a virtude ou de amenizar o que você acabou de colocar também, como situações que podem ser a base para a conquista de outras coisas. Exatamente. Quer dizer, tem uma frase da Madre Teresa, né,

ar ouvir a virtude ou de amenizar o que você acabou de colocar também, como situações que podem ser a base para a conquista de outras coisas. Exatamente. Quer dizer, tem uma frase da Madre Teresa, né, que ela fala sobre amar até doer. Não sei se você conhece essa expressão que ela usa, né? Ah, tem que amar até doer. Amar até doer. E nossa, e assim, a gente a gente só entende isso é no momento, né? Quando quando minha mãe ficou doente e eu tive que desdobrar para cuidar dela, eu entendi que que era Mara até doer. Nossa, mas doeu, viu? Nossa Senhora. Deu demais, mas demais, demais. Uma dor que até hoje não passou. Por quê? Porque demandou demais, né? Aí falei: "Nossa, hoje eu entendo a materia de que ocultar, né?" Então, quer dizer, eh, é o momento que a gente, nós vamos ter que aprender essas lições espíritas quando a gente precisar sair de nós, né? Nossa, eu preciso sair de mim e lá, ou seja, no meu filho, ou seja em alguma pessoa que tá precisando, seja uma pessoa que próxima da Não, eu tenho que ir lá, tem jeito, tem que deixar isso aqui e tem que ir lá. E aí a gente aprende o que que é doer, porque vamos deixar de lado uma coisa que era muito importante para nós, para poder dar o suporte ali. Eu penso que o convite eh nesse momento pro mundo que a gente vive, para esse órb é o convite pra gente fazer isso sempre, né? Tem muita gente ainda iludida acreditando assim: "Ah, vou viver do jeito que eu quero, eu vou fazer tudo que eu quero." Não, eu não quero essa regra, não quero essa norma. Tem gente aí rindo de casamento, tem pessoas rindo de filhos, não é? Tem pessoas rindo umas das outras. aí acreditando que tão vivendo eh uma maravilha na Terra, né? Mas eh eu convido o espiritismo é para que a gente vá conhecer essas coisas antes da dor chegar, né? Da dor chegar. É aquela história, né? Que a Alcioni nos conta, né? Dois exemplos bom de Emmanuel que eu gosto muito sobre isso é Alcioni e o Quinto Varro. Quer dizer, eles não ficaram felizes enquanto não viu as pessoas que eles amavam felizes. E o

oni nos conta, né? Dois exemplos bom de Emmanuel que eu gosto muito sobre isso é Alcioni e o Quinto Varro. Quer dizer, eles não ficaram felizes enquanto não viu as pessoas que eles amavam felizes. E o recado que eles deixaram para nós foi esse aí. Olha, não existe felicidade com gente chorando do seu lado. É impossível. Não existe esse negócio de, ah, eu vou ser feliz, vou fazer um curso de felicidade, vou buscar um coach de felicidade, vou buscar uma pessoa que vai me fazer uma neurolinguística para mim aprender a pensar com as coisas de forma diferente. A gente vê muita gente nessa ilusão, né, de curto de felicidade. Há um final de semana nós vamos ser para onde fazer lá uma terapia para nos ensinar a ser felizes, né? E aí a Alcone veio lá de outra galáxia para dizer o seguinte: "Olha, não dá para mim sorrir que aqui o pól está chorando, né? essas pessoas que estão todas chorando, o quinto varro, nossa, como é que eu vou rir? Meu filho não consegue fazer nenhum Pai Nosso, eu não tenho sossego, né? É, é o exemplo que eles nos deixam esse Então assim, para quem tá rindo aí enquanto outros estão chorando, essa situação vai se inverter naturalmente, porque vai chegar a hora que você vai falar assim: "Nossa senhora, nós vamos chorar, né, porque os outros estão precisando de nós, né? Nós vamos nos desdobrar". Então, então quer dizer, então é o fruto, né? Mais uma vez a ideia do fruto vem, né? Enquanto a gente não fizer esse fruto florescer, nós não vamos ter sossego. Nós vamos tá sendo convidado a voltar aqui, voltar e voltar mil vezes. Nós vamos olhar para trás e fica a vontade de voltar de novo para poder refazer esses passos, né? Sim, sim. Muito bem lembrado, Juliana. Olha, o nosso tempo passa muito rápido aqui. Eu vou passar pro Vinícius para ele deixar as suas considerações, depois você J. Já te agradecendo. Eu acho muito importante isso que o Juliano falou, né? Porque a gente precisa entender que todos nós somos uma grande família, né, aos olhos de Deus, né? Todos nós somos irmãos, né? E a

e agradecendo. Eu acho muito importante isso que o Juliano falou, né? Porque a gente precisa entender que todos nós somos uma grande família, né, aos olhos de Deus, né? Todos nós somos irmãos, né? E a humanidade ela vai crescer como coletivo, né? Não como individualidade, né? todos nós vamos crescer juntos, né? E daí esse processo de trabalharmos, de nos ampararmos, né? E seguimos a nossa caminhada, né? É isso mesmo. Bom, eu deixo então só esse esse essa essa semente então pros nossos irmãos que estão nos assistindo, já que nós falamos em fruto, né? Então vou deixar só essa semente, né? Gente, olha, sempre que nós estivermos aí precisando de uma informação espírita, quisermos buscar uma informação espírita, quisermos conhecer um pouco mais do espiritismo, a gente vai, vamos mesmo, vamos, mas vamos com cuidado, com atenção, com vontade, mas com cuidado, né? Eu acho que é muito bom quando a gente ouve uma pessoa que maneja bem a palavra, mas eh nós é que temos que aprender, né, a classificar essa palavra. Nós é que temos que aprender, né? Na nossa casa espírita ali, algumas pessoas, a gente ouve ainda algumas pessoas falam assim: "Ah, eu não gostei desse palestrante". Ah, porque ele fal, eu falo e às vezes eu quando tem a chance falo assim: "Pois é, mas por que que você também não se prepara para estar lá em cima? Vai para lá, você não gostou, mas vai lá, vai então se prepara. Normal, se você não gostou, não tá tudo certo, né? Mas então se você quer ver uma palestra melhor, sobe lá, dá uma palestra boa. Então o convite, eu acho que é o convite pra gente participar, pra gente evoluir, pra gente também, né? Se a gente acha que tá faltando alguma coisa também, nós podemos buscar e podemos passar adiante, né? E essa doutrina, as nossas experiências de vida, né? E tudo paraa frente, né? Né? Esse convite é ação, né? convite ação. Isso, nesse movimento. Muito obrigada, Juliana, por mais uma vez estarmos aqui juntos. Momento riquíssimo, né, de estudo, de reflexão mesmo. É só uma uma pequena proposta que

é ação, né? convite ação. Isso, nesse movimento. Muito obrigada, Juliana, por mais uma vez estarmos aqui juntos. Momento riquíssimo, né, de estudo, de reflexão mesmo. É só uma uma pequena proposta que eu acho que isso continua e deve continuar. Eh, eu só quero ler aqui o que a Cátia deixou. Gratidão pelas reflexões. Estava com saudade de participar desse momento tão especial. A Teresinha também deixa sua gratidão. Paz e bem. Nós então agradecemos a todos, ao Vinícius por estar aqui conosco, ao Juliano, por trazer para nós tão belas reflexões. A todos vocês que estão conosco, a todos que irão acessar, assistir posteriormente e já deixar nosso convite para estarem conosco na semana que vem. Semana que vem nós daremos continuidade ao evangelho lá. Um beijo no coração de todos. Bom finalzinho aí com Deus. Eu peço Vinícius para colocar a nossa a nossa poesia, mas antes o Fernando deixou. Olha, boa noite a todos, que Deus abençoe. Até a próxima quarta-feira, se Deus permitir. Com certeza ele permitirá. E obrigada também a todos vocês, a Renata também deixando obrigada a então sim, Vinícius, para encerrarmos, ele irá colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Fiquem com Deus até a próxima quarta. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เฮ

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