Evangelho no Lar - #164

FEEGO 22/05/2025 54:13

Evangelho no Lar - #164 Programado para o dia 21 de maio de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 20, item 1, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite, meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual. Retornamos com o nosso Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente e é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Bem, este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar agora os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da Fego. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. Boa noite, Cláuscia. Boa noite a todos, irmãos e irmãs. Uma alegria estar aqui novamente. Alegria é nossa, Vinícius. e o Gerlon, que é trabalhador do Lara Espírita Francisco de Assis em Anápolis e também é professor universitário. Seja bem-vindo, Gerlon, a nossa gratidão por ter atendido ao nosso convite nessa noite especial de Evangelho no Lar. Obrigado, Cláusia. Obrigado, Vinícius. Para mim foi uma satisfação esse convite e estou à disposição aí paraa colaboração. Muito obrigada. Bom, nós vamos dar boa noite aos nossos amigos que já estão conosco. O Fernando Rodrigues, uma boa noite a todos. Ele fala conosco, nos acompanha praticamente toda quarta-feira de Campinas, São Paulo. Muito obrigada. F. A Maria Lúcia Barbosa deixando o seu boa noite. Nós temos aqui também uma quase xará Glausara Vieira. Boa noite. Nunca mais tinha conseguido. Eh, estava com muita saudade de participar ao vivo com vocês. Um abraço fraterno a todos. Muito obrigada, Glausara. E ela continua. Olha, Gláuson, um abraço do Piauí. Nossa, que lindo. Muitíssimo obrigada, Gloss Mara, pela sua participação. Abraço a você também. O Eupídio Quirino também está conosco toda semana. Boa noite a todos. Luz e paz. E é daqui de Goiânia. O Estevan

ue lindo. Muitíssimo obrigada, Gloss Mara, pela sua participação. Abraço a você também. O Eupídio Quirino também está conosco toda semana. Boa noite a todos. Luz e paz. E é daqui de Goiânia. O Estevan Figueiredo. Boa noite com muita luz. Paz e bent. Muitíssimo obrigada pela participação de vocês nesse momento. A nossa gratidão mesmo. E a Janete Santos, que também está sempre aqui conosco. Boa noite, muita luz, com certeza terá, ó, do Pontal do Triângulo Mineiro. Muito bom. Adoro, adoro. Minas Gerais. Muito obrigada, Estevan, por estar aqui conosco. Conheço e adoro Minas. Muito bom. Para iniciarmos então o nosso Evangelho no lar desta noite, eu vou pedir o Vinícius para fazer a leitura de uma mensagem do capítulo 164 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana deâel. Mas eu quero dar um boa noite também especial. Boa noite a todos e obrigado pelo convite. Mateus falando de San Mateu, Califórnia. Mateus, muito obrigada. Enviei agora o convite para ele e atendeu prontamente. Muito obrigada. Seja bem-vindo. Que bom, né, estarmos assim online que nos aproximam para que a gente possa lembrar aqui do evangelho de Jesus. os seus ensinamentos à luz do espiritismo. Então, Vinícius, por gentileza, e ele fará a nossa prece inicial. Então, no livro Vida Feliz, capítulo 164, há muita gente preocupada com o mal que os outros lhes possam fazer. Transferem para o próximo responsabilidade dos seus insucessos e vivem descobrindo inimigos em toda parte. fugindo a uma autoanálise de indispensável lucidez. Deambulam por caminhos de maldades e acusações. Com tal conduta ferem, prejudicam, perturbam os outros e não se dão conta do mal a que se entregam e movimentam dessaçados. O mal que reside em cada indivíduo, este sim, torna-o um homem mau, que assim se torna um elemento pernicioso no contexto social. Amado mestre Jesus, nesse momento, Senhor, nós te pedimos sua luz, sua paz, sua harmonia a todos que se fazem aqui presentes no nosso Evangelho Lar, a

torna um elemento pernicioso no contexto social. Amado mestre Jesus, nesse momento, Senhor, nós te pedimos sua luz, sua paz, sua harmonia a todos que se fazem aqui presentes no nosso Evangelho Lar, a todos aqueles que irão assistir a essa gravação. Que esse estudo, Senhor, possa penetrar dos nossos corações, nas nossas mentes, trazendo a resposta, o ensinamento para aquilo que nós necessitamos ainda acordar e aprender na nossa existência. Uma vez mais, Senhor, permite-nos, Senhor, nos sintonizarmos a sua energia sagrada. Que ela possa nos trazer harmonia e paz aos nossos corações e de todas as pessoas necessitadas. Que assim seja. Que assim seja, bem. Bom, nós nós vamos iniciar hoje o capítulo 20 do Evangelho Segundo o Espiritismo, os trabalhadores da última hora. E o Gerro trará para nós as suas reflexões do item um, lembrando que é o Evangelho da Editora da FEB, tradução de Gló Ribeiro. German, fique à vontade. Obrigado, Gláuscia. Então, vamos ler primeiramente o Evangelho, a parte do Novo Testamento e na sequência fazer alguns comentários. Jesus dizendo: "O reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada a fim de assalariar trabalhadores para a vinha. Tendo convidado, tendo convencionado com os trabalhadores que pagaria um denário a cada um por dia, mandou-os para a vinha. saiu de novo à terceira hora do dia e vendo outros que se conservavam na praça sem fazer coisa alguma, disse-lhes: "Ide também vós outros para minha vinha e vos pagarei o que for razoável". Eles foram. saiu novamente à hora sexta e à hora n do dia e fez o mesmo. Saindo mais uma vez à hora encontrou ainda outros que estavam desocupados, aos quais disse: "Por que permaneceis aí o dia inteiro sem trabalhar?" "É", disseram-lhes ele, disseram eles, "Porque ninguém nos assalariou". Ele então lhes disse: "Ide vós também para a minha vinha". Ao cair da tarde, o dono da vinha disse à aquele que cuidava dos seus negócios: "Chama aos trabalhadores e paga-lhes, começando pelos últimos e

e então lhes disse: "Ide vós também para a minha vinha". Ao cair da tarde, o dono da vinha disse à aquele que cuidava dos seus negócios: "Chama aos trabalhadores e paga-lhes, começando pelos últimos e indo até os primeiros". Aproximando-se então os que só h um décima hora haviam chegado, receberam um denário cada. Vindo a seu turno os que tinham sido encontrados em primeiro lugar, julgaram que iam receber mais, porém receberam apenas um denário cada um. Recebendo-o, queixaram-se ao pai de família, dizendo: "Estes últimos trabalharam apenas uma hora e lhes dás tanto quanto a nós que suportamos o peso do dia e do calor." Mas respondendo, disse o dono da vinha a um deles: "Meu amigo, não te causo dano algum. Não convencionaste comigo receber um denário pelo teu dia? Toma o que te pertence e vai-te. Apraz-me a mim dar a este último tanto quanto a ti. Não me é então lícito fazer o que quero? Tens mau olho porque sou bom? Assim os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos, porque muitos são os chamados e poucos os escolhidos. passagem que está no Evangelho de Mateus, capítulo 20, versículos 1 a 16. Eh, essa passagem, ela tem uma uma aplicação especial dentro do espiritismo, né, eh, que se refere a nós mesmos, os espíritas, né? Mas isso vai ser melhor eh esclarecido na próxima semana, né, no nos itens seguintes. Então, hoje nós vamos nos atir mais à explicação que tem sido dada pelas religiões cristãs, eh, de uma forma mais ampla, porque vamos pensar assim, Jesus disse essa passagem, né, há 2000 anos e só depois que surgiu o espiritismo, muito depois, e os espíritas em si são uma minoria muito muito pequena no mundo todo. e mesmo no mundo cristão. Então, é evidente que essa passagem não é exclusiva dos espíritas ou não se refere tão só aos espíritas, mas tem uma aplicação de contexto mais geral. E é uma passagem que tem sido debatida há muito tempo, porque aparentemente, assim, se a gente olhar com o nosso senso de justiça instintivo, aparentemente seria uma injustiça que

contexto mais geral. E é uma passagem que tem sido debatida há muito tempo, porque aparentemente, assim, se a gente olhar com o nosso senso de justiça instintivo, aparentemente seria uma injustiça que aqueles homens que foram eh que começaram a trabalhar desde cedo recebesse ao final da jornada o mesmo pagamento que os que chegaram só de tardezinha. E por isso tem debatido eh exaustivamente esse tema, esse essa parábola nas diversas religiões cristãs, né? E vamos trazer aqui algumas dessas reflexões que têm sido feitas. Primeiramente, eh, é importante a gente perceber que ao pagar o salário integral aos trabalhadores que começaram ao final do dia, o senhor da vinha demonstrou uma bondade que vai além da justiça, mas sem ofendê-la. Então, o que que significa isso? Aqueles que receberam um denário tendo trabalhado o dia todo, eles não foram objeto de injustiça do Senhor da vinha, porque o combinado era um denário, né? Se a gente voltar lá no valor do dia de serviço naquela época era isso mesmo, era uma moeda de prata, né? Que era um denário. Vamos, vamos tentar fazer uma uma conversão hoje pra nossa moeda, né? um trabalhador braçal em torno de R$ 100, um pouco menos. Eh, então ele, o senhor Davinha, chamou o trabalhador, falou: "Olha, eu vou te pagar o seu dia de serviço". E terminado o dia, ele não se furtou à sua obrigação, não reteve o pagamento, né, que poderia trazer eh consequências desagradáveis eh pro trabalhador. Então, ele e cumpriu aquilo que foi prometido, né? Então, para aqueles outros que receberam sem ter trabalhado o dia todo, aí que a bondade do dono da vinha excedeu, mostrando que a bondade de Deus vai além da justiça. Ele nos dá o que necessitamos. Ele nos provê as nossas necessidades, nos dá a vida mais do que nós merecemos. Afinal de contas, Deus nos deu a vida. O que é que nós tínhamos feito para merecer a vida? Nada. Nós nem existíamos, né? Evidentemente que a bondade de Deus de nos criar, de nos dar tantas possibilidades, eh, é muito maior do

s deu a vida. O que é que nós tínhamos feito para merecer a vida? Nada. Nós nem existíamos, né? Evidentemente que a bondade de Deus de nos criar, de nos dar tantas possibilidades, eh, é muito maior do que, eh, a gente, eh, poderia supor, né, se a gente tivesse pensando em termos aí de merecimento. Essa passagem também é importante porque ela mostra que a nossa relação com Deus, eh, a nossa relação com Deus também é importante o nosso trabalho, né? Jesus diz que a fé sem obras é morta. Paulo de Tarso diz, então a nossa relação com Deus, né, que Jesus metaforicamente expressou ali como a relação entre o Senhor da vinha e o trabalhador se dá através do trabalho, né? Nós devemos empregar nossa inteligência, nosso nossa capacidade de realização na obra do Senhor. Eh, não não quer dizer isso que a gente vai que a gente tá quitando alguma coisa, né? Que a gente tá pagando a bondade de Deus, porque a bondade de Deus é infinita. E nós, o que é que nós somos diante disso? Nós nada podemos. apenas por uma atitude de respeito a Deus, de compreensão do nosso papel dentro da obra de Deus, que devemos exercitar a nossa inteligência no momento em que fomos chamados, alguns mais cedo, outros mais tarde. Alguns podem trabalhar materialmente, outros estão sem condições, seja pela saúde, pela idade, não conseguem mais trabalhar materialmente, mas o espiritismo nos ensina que trabalho é toda ocupação útil. Então, quem porventura estiver eh sem condições de de trabalho material, pode fazer o trabalho espiritual, elevar a Deus o seu pensamento, pedir em favor dos aflitos, aconselhar, eh, dar o seu melhor para que as pessoas que estão ao seu redor sejam felizes. Então, eh, essa passagem também, ela nos mostra que exigir uma proporção matemática entre o trabalho e o salário com Deus é uma perspectiva que gera inveja e mesquinhez. Se a gente eh coloca as coisas nesse ter nesses termos, ah, eu fiz tal coisa, mereço tal coisa, ah, Deus vai me pagar porque eu eu honro eh o Senhor, faço isso, faço

tiva que gera inveja e mesquinhez. Se a gente eh coloca as coisas nesse ter nesses termos, ah, eu fiz tal coisa, mereço tal coisa, ah, Deus vai me pagar porque eu eu honro eh o Senhor, faço isso, faço aquilo. Isso descamba para pra inveja quando a gente vê alguém supostamente sendo aquinhoado. que também é uma atitude de mesquinhez, porque afinal de contas, né, como já dissemos, Deus nos deu a vida. O que é que nós podemos oferecer? Tudo é do Pai. E como diz a canção, né? Toda honra, toda glória é do Pai. Então, por mais que a gente tente e se esforce ao máximo, né, nossa contribuição é tão pequena, eh, diante da graça de nosso pai de ternos criado, ter criado o universo e leis sábias a nos regerem. Portanto, não cabe exigir a proporção, mas aceitar com gratidão a desproporção, pois Deus não é injusto ao ser generoso. Então, quando a gente observa assim de de forma geral o quanto Deus é generoso e concede às criaturas muito mais do que elas do que elas merecem, né, ou poderiam eh alegar merecimento, a gente simplesmente deve se render e dizer: "Ah, Deus é bom demais e única coisa que a gente pode fazer é a nossa pequena eh colaboração na sua obra, mas sem essa ideia de estar pagando Deus ou quitando uma dívida, suposta dívida. Não, não é dessa forma que as coisas funcionam. E a gente vê isso também muito claramente quando a gente vê as comunicações dos espíritos. a gente eh é claro, né? Tem espírito que ainda tá muito preso a às convenções humanas, enfim, aquilo que eles falam não serve para pra gente eh tomar como verdade. Mas todos aqueles que estão esclarecidos, sejam bons ou sejam imperfeitos ainda, eles nos dão provas do quanto Deus é bom. Os espíritos bons, eles falam o seguinte: "Olha, eu trabalho e faço aqui o que me cabe, mas o que eu recebo em termos de paz, de alegria, de felicidade, de colaborar na obra de Deus, é muito, muito, muito maior do que aquilo que eu faço." E mesmo os espíritos imperfeitos, uma vez que eles despertam e observam a sua trajetória, os seus sofrimentos na

, de colaborar na obra de Deus, é muito, muito, muito maior do que aquilo que eu faço." E mesmo os espíritos imperfeitos, uma vez que eles despertam e observam a sua trajetória, os seus sofrimentos na terra, observam a expiação pela qual teve que passar durante a vida terrena, eles também refletem da mesma forma. Eles dizem: "Olha, eu sofri muito, mas foi menos do que eu merecia. aquilo que eu precisei, que eu precisava passar para fazer juz a uma justiça real, seria muito mais. Então, mesmo quando a gente sofre, Deus atenua o nosso sofrimento. Mesmo quando a vida é difícil, ela e se a gente fosse pensar em termos de merecimento, né, ela seria mais difícil. Deus nos concede muito mais do que o que nós merecemos. E aí no livro dos espíritos tem também a a esse propósito, a esse respeito, uma questão interessante, né? Questão 126. Chegados ao grau supremo da perfeição, os espíritos que andaram pelo caminho do mal têm aos olhos de Deus menos mérito do que os outros? É porque no livro dos espíritos fala que alguns espíritos desde o começo estão no caminho do bem, né? embora ainda ignorante, mas tem uns que nunca se enredam tanto pelo mal e e e outros já vão fundo no no mundo do crime, né, nas atrocidades, mas todos chegam chega a um certo ponto que todos alcançam a perfeição, todos se redimem e todos se tornam espíritos puros. E será que aqueles que faliram t menos mérito aos olhos de Deus? Deus vê eles de forma diferente do que aqueles que desde o começo são bons? E a resposta: Deus olha de igual maneira para os que se transviaram e para os outros, e a todos ama com o mesmo coração. Aqueles são chamados maus porque sucumbiram. antes não eram mais que espíritos, que simples espírito. E então a gente vê que essa perspectiva mesquinha de de pensar em um Deus que que nos diferencia uns dos outros é muito pobre da nossa da nossa parte. Nós que somos pais e mães, nós percebemos claramente isso. Porque quando nossos filhos cometem algum erro, nós não deixamos de amá-los, nós torcemos para que se

é muito pobre da nossa da nossa parte. Nós que somos pais e mães, nós percebemos claramente isso. Porque quando nossos filhos cometem algum erro, nós não deixamos de amá-los, nós torcemos para que se corrijam, é claro, mas nosso amor com isso não diminui. E imagina Deus que é muito mais amor, muito mais perfeição do que até o amor de mãe. É claro. Então, que ele nos olha a todos com o mesmo amor e falir, errar, isso só traz mal a nós mesmos, mas não afeta o amor que Deus tem para conosco. E e aí, por fim, a gente tem essa questão do salário, né? Aqueles que receberam, mesmo não tendo trabalhado o dia todo, será que eles têm o direito ao salário? Aí a resposta que os espíritos dão logo na frente, né, na semana que vem vai ser complementada. é que desde a alvorada ele, esse trabalhador esperava com impaciência aquele que, por fim, o chamaria para o trabalho. Laborioso, apenas lhe faltava o labor. O trabalhador ele não estava ali parado para eh eh por preguiça. Ele estava na expectativa, no desejo de ser contratado. Nós também na vida às vezes estamos numa situação que nós não podemos trabalhar para o reino de Deus, que nós temos nossas limitações de saúde, de idade, enfim. E mesmo assim, será que Deus vai nos deixar de lado ou não vai nos agraciar? Não. Deus espera de nós aquilo que nós podemos oferecer cada momento, cada cada dia, cada época da nossa vida. Em alguns momentos, nós somos somos colocados em prova a nossa paciência. somos colocados eh numa situação de de reflexão e nem por isso Deus nos ame menos ou devemos nos sentir culpados por não estarmos eh caminhando eh eh colaborando na obra do Pai. E e quando é que nós estamos efetivamente trabalhando na vinha do Senhor? a gente às vezes se ilude, né, pensando que que ah, eu sou espírita, né, ah, eu faço parte disso, daquilo. Mas nessa mensagem logo na frente, né, do Evangelho, os espíritos nos ensinam eh quais os sinais pelos quais reconheceremos que nós nos achamos no no bom caminho ou ou que alguém esteja no

o, daquilo. Mas nessa mensagem logo na frente, né, do Evangelho, os espíritos nos ensinam eh quais os sinais pelos quais reconheceremos que nós nos achamos no no bom caminho ou ou que alguém esteja no bom caminho. E o espírito de Herácito responde: "Reconhecê-los e pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão". Reconhecê-los e pelo número de aflitos a que levem consolo. Reconhecê-los, eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal. Então é isso, gente. gente não tem um trabalho na vinha se a gente eh isso não é reconhecido, não é pelo nosso trabalho material, pelo quanto a gente tá fazendo, mas simplesmente pela caridade, pela forma como a gente lida com o próximo, pelo tratamento doce, amoroso, por diminuir o número de aflitos, por colaborar paraa felicidade do nosso próximo. Aí sim nós estamos trabalhando na vinha do Senhor. Então já já passo a palavra novamente paraa Gláuscia, né, para se tiver alguma pergunta, algum comentário, estou à disposição. Obrigada, G. Nós vamos sim, nós vamos conversar. Eh, você trouxe muitíssimo bem. E e o ponto aí que a gente pode começar é na questão de o reino dos céus, ele não é um espaço físico, porque esse reino dos céus está dentro de nós. Esse pai de família é Deus. E essa vinha é a humanidade inteira que a gente tem aí a oportunidade de trabalhar. Eh, como é que a gente pode alcançar? Porque olha, são muitos chamados nós recebemos. Como é que a gente pode alcançar isso sem negligenciar as oportunidades, já que nós sabemos que é a lei, né, da reencarnação que eh comprova a justiça divina, o amor que ele tem para cada um de nós. Mas como perceber isso? Não negligenciando a oportunidade. Isso a gente tem que tá com os ouvidos espirituais abertos, né, diante das circunstâncias da vida para agir como Jesus agiria diante do nosso próximo, né? Acho que a passagem do do bom samaritano é bem exemplar nesse sentido de mostrar que nosso irmão eh quem é o nosso próximo, né? é aquele nosso irmão

agir como Jesus agiria diante do nosso próximo, né? Acho que a passagem do do bom samaritano é bem exemplar nesse sentido de mostrar que nosso irmão eh quem é o nosso próximo, né? é aquele nosso irmão que está vivenciando uma dificuldade, sejam físicas, sejam psicológicas, espirituais. E e trabalhar na vinha do Senhor é atender, é não cobrar, é perdoar 70 vezes, sete vezes, é estar com coração aberto para atender aquilo que nosso irmão necessita e não a nossa própria vontade. Muitas vezes a gente tem tem o desejo de agir, fazer nossa vontade. Ah, eu quero fazer isso e aquilo, mas será que é isso que ele tá precisando, né? Muito bom, G. Eh, ele fala da questão da hora, né? Ele contava 12 horas de trabalho. E aí, então, a gente pode dividir como a primeira hora 6 horas, a a terceira hora 9 horas, sexta hora 12 horas, a 9ª hora, 15 horas, a 10ª hora 17 horas. Quem apareceu na 10ma hora recebeu do mesmo jeitinho naquele da primeira hora. E aí vem ao encontro do que você colocou agora. E às vezes a gente pensa que é grandios coisas grandiosas que nós devemos realizar. Mas a gente observando bem essa passagem de Jesus, a gente percebe que o que você trouxe não é o quanto eu faço, é o quanto de amor eu coloco naquilo que eu consigo realizar, né? Eh, interessante que a gente percebe aí a bondade, a misericórdia divina, porque ele quer de nós essa esse entusiasmo, essa alegria e essa disposição para esse trabalho. Você quer falar alguma coisa mais a respeito disso? Isso é exatamente, né, como você tá colocando, o importante é estarmos eh preparados, né? Até o orar e vigiar também cabe bem, porque muitas vezes o nosso primeiro instinto é de repeler, é de eh é de passar reto diante do nosso semelhante, né? Mas a recomendação de Jesus é bem clara, de a gente se colocar à disposição no momento em que aparece o trabalho, né, no momento em que nós somos chamados. E os chamados sempre aparecem, né? Eh, nós todos vivemos em sociedade, somos sempre colocados entre alguém que nos auxilia e

omento em que aparece o trabalho, né, no momento em que nós somos chamados. E os chamados sempre aparecem, né? Eh, nós todos vivemos em sociedade, somos sempre colocados entre alguém que nos auxilia e alguém que pode requerer nosso auxílio em algum momento, né? E se a gente tiver com essa boa disposição, acorda cedo, faz uma prece de agradecimento e nos colocando à disposição do Pai, saberemos ouvir esses chamados, né? e realmente colaborar na sociedade, colaborar com os filhos de Deus. Ele traz justamente nessa passagem um cântico de esperança. Qualquer momento é oportuno para que a gente faça esse trabalho, né? implantar esse reino de Deus dentro do coração e estender as nossas mãos para auxiliar o nosso próximo nessa implantação. Lembrei agora da pergunta que Jesus faz a Pedro três vezes, né? Pedro, me amas. Aí ele fala: "Alimenta, apacenta as minhas o". E essa certeza desse amor, nós podemos também eh refletir assim que se nós tivermos amor dentro do nosso coração, nós conseguimos realizar essa tarefa e esse trabalho, né, de divulgação dos ensinamentos de Jesus à luz da doutrina espírita e trazendo a proposta, né, do atendimento espiritual, acolher consolar, esclarecer e orientar a todas as pessoas que vos sempre espírita. Vinícius é muito interessante nessa parábola, né? E ela, um aspecto que eu achei interessante no nosso estudo de hoje, né? Eh, a questão da comparação, né? como que muitas vezes os trabalhadores eles gostam de comparar que ele faz com o que o outro faz, né? E a gente precisa entender que cada um de nós tá num momento na nossa vida, no nosso trabalho espiritual, no nosso despertar, né? E o que importa é a nossa colaboração, a gente aprender a cooperarmos uns com os outros, né? Não é eu sentir que o meu trabalho vale mais do que o do outro, né? E no estudo gero, né? Que Deus nos vê como todos iguais, né? Ele valoriza o esforço de cada um, né, dentro daquilo que ele tá fazendo, né, como Jesus nos fala também, né, cada um segundo suas obras, né, e a todos é dado essa

e Deus nos vê como todos iguais, né? Ele valoriza o esforço de cada um, né, dentro daquilo que ele tá fazendo, né, como Jesus nos fala também, né, cada um segundo suas obras, né, e a todos é dado essa oportunidade de colaborar, de participar, de trabalhar, né, mas cabe a gente também se esforçar para est atento aí essa oportunidade de trabalho que vai chegando para todos nós, né? Você quer comentar o que ele falou, Jo, fique à vontade. Não, eu acho que tá tá bem explicado, sim. Tô satisfeito. Ótimo. Nós pedimos a participação, a colaboração de todos aqui no chat também. Eh, João Batista falou para dar boa noite pro Vinícius e a todos. Ele está nos acompanhando lá nos mensageiros da luz. Isso. Participo do grupo Mansão da Esperança. Aí ele fala, né? Nunca se sentirás tão alto quando te agachares para ouvir e ajudar uma criança. Perfeito. Perfeito. Porque nós temos que ir até as pessoas não como uma postura que nós sabemos ou somos mais, mas numa postura de igualdade, de ir até outro. E a criança é interessante porque se você vai falar com ela, você precisa baixar para que ela enxergue o seu olhar ali. Muito bom, muito boa observação. Nós podemos também trazer e até não tem problema a gente entrar no no nos itens seguintes, Gon, porque eh isso nos faz refletir dos trabalhadores da última, mas o descontar aí da primeira hora desse mundo de regeneração. Eu acho que não dá pra gente não comentar a respeito disso. Eh, e quando a gente lembra que Bezerra de Menez diz que o trabalho ele é urgente, mas ele não é apressado, eh, eu fico refletindo muito a respeito, porque não pode ser qualquer trabalho, não pode ser com despreparo também. Nós precisamos nos prepararmos para realizar o a a tarefa. E enquanto a gente está pensando esse ou aquele trabalho mais importante, nós estamos perdendo a oportunidade de auxiliar aqueles que precisam e consequentemente nos auxiliando também, porque esse trabalho, esse reino de Deus, ele precisa ser trabalhado intimamente, porque eu não ofereço

rdendo a oportunidade de auxiliar aqueles que precisam e consequentemente nos auxiliando também, porque esse trabalho, esse reino de Deus, ele precisa ser trabalhado intimamente, porque eu não ofereço aquilo que eu não tenho, aquilo que eu não conquistei. Isso, se a gente não expressa por palavras, sai através da nossa energia, da nossa vibração. Fica à vontade, gente. É, exatamente. A gente tendo essa essa clareza, né, de que somos espíritas, chegamos, o caminho já tava bem mais facilitado pelos profetas, por Jesus Cristo. E nós que viemos já bem depois de Kardec, quando o Chico Xavier já tinha tornado a o espiritismo bem mais fácil aqui de ser divulgado, de ser estudado, né? Então, para nós, nós somos realmente os trabalhadores de última hora, né, que que já chega de tardezinho, o sol já tá fresco, né, mas é necessário que colaboremos e que ofereçamos o nosso melhor para fazer jus a esse pagamento do Senhor que bondosamente nos oferece, né, de de paz interior, da consciência tranquila, de saber que tá colaborando. Não que estejamos, como eu disse, né? Não que estejamos de alguma forma eh nos quitando diante da bondade de Deus, que isso não tem como, mas simplesmente a a tranquilidade interior de saber que fizemos o máximo, que estamos a cada dia dispostos, disponíveis para colaborar na obra do Pai com seus filhos, sejam eles eh quaisquer as suas necessidades, sejam físicas ou espirituais, que estejamos com os corações abertos para para auxiliar. Muito bom, muito bom mesmo. O pessoal hoje está muito tímido. A Antônia também traz o seu boa noite a todos. Seja bem-vinda, Antônia. Muito bem-vinda. Bom, o que nós temos mais aqui para trazer dessa dessa parábola, né? Nós também podemos observar que ela nos apresenta a lei de justiça, de igualdade, de caridade. Quer comentar um pouquinho a respeito, Ger? É, a lei de justiça de Deus, né? A gente a gente sabe que pelo espiritismo, pela pelas comunicações espirituais, que Deus aplica a sua justiça não com o fim de vingança, como

ouquinho a respeito, Ger? É, a lei de justiça de Deus, né? A gente a gente sabe que pelo espiritismo, pela pelas comunicações espirituais, que Deus aplica a sua justiça não com o fim de vingança, como muita gente pensava, né? Aí dependendo da da das interpretações bíblicas, se pensa ainda, mas sim com o fim pedagógico, né, de nos esclarecer de que estávamos no mau caminho. Então, eh, em um momento ou em outro, em uma encarnação ou em outra, a lei de justiça de Deus se aplica aos homens para o seu próprio bem, para a sua, para o seu aperfeiçoamento, para se tornarem aptos a usufruir as maravilhas da criação. E com relação a nós, no nosso trato diário uns com os outros, né, o que nos cabe mesmo aplicar é mais é a lei da bondade, né? e não buscar a justiça. Acho que essa essa passagem deixa muito claro isso de que não cabe a nós estabelecer a justiça em relação ao nosso irmão, mas sim oferecer o que temos de melhor, né? Em outros momentos também Jesus disse: "Aprendeis que foi dito, né? Mas eu vos digo, e naquela outra passagem que o que um rapaz o procura dizendo para Jesus: "Ah, meu irmão e não está dividindo comigo a herança". E Jesus, em vez de tomar partido e tentar eh aplicar a justiça, Jesus disse: "Quem me colocou como juiz das vossas partilhas? tende cuidado com a ambição, porque eh o que o homem possui não não é o que importa pro homem possuir, não são as coisas materiais, né? mais ou menos nesse sentido. Então, em diversos momentos, Jesus nos recomenda aplicar a lei da caridade, do perdão. E mesmo que estejamos sendo injustiçados, né, nós não recorramos jamais à vingança ou oferecer o mal como pagamento, né? E e essa passagem deixa isso muito claro, né? Se for pensar assim em termos humanos, realmente aqueles que começaram mais cedo teriam razão para se sentirem injustiçados. E no nosso dia a dia, a gente pode vivenciar isso em algum momento, né? Ah, fulano não trabalha, mas recebe. Ah, porque isso eh não é justo, ele não fez por merecer, né? Mas como cristãos, acho que não é por aí que

a dia, a gente pode vivenciar isso em algum momento, né? Ah, fulano não trabalha, mas recebe. Ah, porque isso eh não é justo, ele não fez por merecer, né? Mas como cristãos, acho que não é por aí que devemos nos portar, né? Devemos sempre oferecer o máximo que está ao nosso alcance e sem ficar esperando que que as coisas aconteçam assim ou assado, né? Mas sim semear e deixar que com Deus que floresça, né? oferecer o nosso melhor, mas colocar os resultados nas mãos de Deus e sem e sem ficar julgando o nosso próximo ou as situações, né? Tem uma passagem do do Evangelho que eu sempre me recordo, que um espírito diz que a gente não deve ficar julgando aquilo que a gente não compreende, né? Devemos nos abster de de julgar as coisas e simplesmente fazer nossa parte, sem nos preocupar com as respostas que vamos ter da vida ou da sociedade. Muito bom, gente. Muito bom mesmo, Vinícius. É, e também é importante também a gente valorizar o momento que a gente tá vivendo, né, a oportunidade de trabalho que nos foi dado, né, essa parábola deixa isso claro, né, que todos nós necessitamos de um trabalho para nos aprimorarmos, né, e muitas vezes a reclamação, a insatisfação com aquilo que a gente faz, né, seja o trabalho material ou mesmo trabalho na casa espírita, ele não nos permite aproveitar essa oportunidade, né, nos entregarmos àela aquela atividade que a gente tá desenvolvendo, né, e perceber também que a gente atrai para nós as experiências necessárias pro nosso crescimento espiritual, né? Aquele ambiente que eu me encontro, aquilo que eu vou fazer também tá me ensinando a trabalhar dentro de mim os valores, né, que eu tô precisando aprender com a vida, né? E aí essa parábola, ela traz esse ensinamento, né? E aí trazendo também essa questão da transição planetária, né, a gente também pensar, né, que se tantos caminharam a nossa frente nos trazendo mais ensinamentos através da experiência deles, né, maior vai se tornando a nossa responsabilidade também em colocar tudo aquilo que a gente tá aprendendo em

tos caminharam a nossa frente nos trazendo mais ensinamentos através da experiência deles, né, maior vai se tornando a nossa responsabilidade também em colocar tudo aquilo que a gente tá aprendendo em prática, né? Então assim, eh, daí a gente tem que caminhar com mais atenção, priorizar o estudo, né, o aprendizado, né? E eu acho que esse é o caminho, né? Muito bom, Vinícius. O João Batista, ele fala: "Ah, obrigada a nós aqui agradecemos por você estar aqui, está com saudade de você, de todos. Muito obrigada, João Batista. Ele continua, o melhor trabalho que podemos fazer em nosso meio e para ajudarmos o mestre Jesus na regeneração do nosso planeta. Sim, lembrei agora eh de uma das fases de Emmanuel, né, que o trabalho deve se transformar na alegria do trabalhador. O quanto a alegria nos traz quando a gente consegue eh compreender esse processo também. Geron traz muito bem a questão do dos trabalhadores da da das primeiras horas, né, que desbravaram. Na verdade, a gente lembra também depoçam numa época que era muito complicada a preparação aí para a vinda de Chico Xavier para a realização dessa grande missão dele também, trazendo para nós essas obras complementares e esse estudo cuidadoso que nós temos que ter, porque às vezes se a gente começar a fazer e não termos a devida reflexão, devido conhecimento, nós também podemos gerar um desserviço a essa divulgação do espiritismo. Também nós precisamos ficar bastante atento a isso. Vinícius trouxe essa questão mesmo de estudarmos e é o primeiro ponto eh dentro do perfil do trabalhador espírita e nós trazemos especialmente para o atendimento espiritual é o conhecimento aprofundado das obras básicas e obras complementares do espiritismo e que e a gente lembra também do Evangelho Rede Vivo com esse cuidado de a gente aprender a extrair o espírito da vida. o que realmente é, qual o conteúdo que nós precisamos aprender para colocarmos, para sentirmos e traduzirmos na nossa prática do dia a dia. Porque não é o estudo pelo estudo na parte cognitiva,

vida. o que realmente é, qual o conteúdo que nós precisamos aprender para colocarmos, para sentirmos e traduzirmos na nossa prática do dia a dia. Porque não é o estudo pelo estudo na parte cognitiva, intelectual, mas precisa perpassar para pela nossa emoção, pelo nosso sentimento, porque então nós conseguimos praticar, vivenciar de fato esses ensinamentos de Jesus, assim como os primeiros cristãos. Bom, o evangelho é tão, tão maravilhoso, né, que a gente vai buscando e a gente vai eh tentando compreender, né, esses esses detalhes que inicialmente ficaram ali, né, sobre um vel do nosso entendimento. E o interessante é que quanto mais a gente busca, mais a gente consegue perceber que a gente precisa aprender e compreender muito mais. Uma leitura hoje, amanhã ela não não será a mesma. Concorda, Gra? É, exatamente. Eh, a gente vai aprendendo, fazendo novas conexões e estabelecendo novos eh raciocínios mais complexos, né? E e cada vez mais a gente se rende à grandeza da obra de Deus e vai compreendendo mais e percebendo o quanto nosso Pai Celestial é maravilhoso e bom e justo e e nada é empoirado, né? como disse o papa que faleceu há poucos dias, agora, nada é empoirado, tudo é vida, tudo é maravilhoso e para nós cabe apenas estudar e nos buscar nos aperfeiçoar para cada dia ver com mais clareza a grandeza da obra do Pai. Eh, vivemos em fraternidade. É isso que nos falta vem, né? E quanto mais a gente aprende, mais o nosso olhar vai ficando mais sensível e ampliamos mais o nosso coração, o nosso amor e assim valorizamos mais a nossa vida, a nossa espadia aqui na terra. Muito bom. É maravilhoso o evangelho no lar. Nós aprendemos muito aqui, Vinícius. E como mostra assim a parábola, né, esse aprendizado ele se dá também com o trabalho, porque é no trabalho que a gente coloca em prática, né, aquilo que a gente vai estudando, que a gente se experimenta, né, por isso que é fundamental, né, a gente ter essa disposição, né? E como você relembrou aí na fala do Emanuel, né, esse trabalho a

né, aquilo que a gente vai estudando, que a gente se experimenta, né, por isso que é fundamental, né, a gente ter essa disposição, né? E como você relembrou aí na fala do Emanuel, né, esse trabalho a gente tem que procurar enxergar uma alegria nele, né, enxergar algo que a gente possa contribuir e construir de bom ali, né? Eh, muitas pessoas que às vezes eles não se sentem bem ali no local que tá, seja porque é um ambiente às vezes muito desafiador, né? Mas talvez ela também possa refletir e pensar naquilo que ela pode contribuir para melhorar, né? Às vezes, muitas vezes, eu penso assim que uma pessoa mais espiritualizada, ela contribui muito com a presença dela nesses ambientes mais eh desafiadores, com desafios mesmo a serem superados, né? Eu acho que esse é o caminho, a gente trazer o evangelho pro nosso dia a dia, né? A gente estudar, mas ir pro nosso onde a gente tiver, a gente vai ter oportunidade de colocar ele em prática, né? Isso. Muito bom. Muito bom. Bom, eu passo para o Geron, então para que ele possa fazer as suas considerações finais. Já agradecendo pela oportunidade de estar aqui, de você trazer essas reflexões de forma clara, eh, com uma simplicidade para que nós possamos compreendê-las também. Muito obrigada, G. Eu que agradeço o convite, Gláuscia, e espero ter colaborado, contribuído, eh, principalmente para trazer paz, trazer eh compreensão da da grandeza da obra do Pai e disposição para para colaborar na medida das nossas capacidades, seja tenhamos sido chamados mais cedo. cedo ou mais tarde. Deus não se importa com isso, né? E o que cabe é agora, diante dos chamados que se apresentam para nós, oferecermos nossa melhor parte, nossa melhor contribuição, sem mágoas, sem guardar ressentimentos, dispostos a a perdoar, a amar sempre o nosso próximo, né? que essa é a vinha do Senhor. Isso é o que isso é o que difere o cristianismo das demais doutrinas. esse dar sem esperar retribuição, esse e esse não julgamento do nosso próximo, essa capacidade de de dar

essa é a vinha do Senhor. Isso é o que isso é o que difere o cristianismo das demais doutrinas. esse dar sem esperar retribuição, esse e esse não julgamento do nosso próximo, essa capacidade de de dar primeiramente o a face do perdão, sem sem esperar tanto a justiça, sem esperar tanto que o nosso próximo se comporte de uma forma ou de outra, mas simplesmente oferecer gratuitamente e com com generosidade o que temos de melhor, dar sempre o primeiro passo rumo à conciliação, não instigar as dissidências, as discórdias, mas pelo contrário, a conciliação, a paz, sermos, como diz Francisco, eh, a prece de Francisco de Assis, né, ser instrumento da paz de Deus. nesse mundo. Muito bom. Nós vamos chegando então ao final de mais um Evangelho no mar, já convidando a todos para estarem conosco, porque na próxima quarta-feira nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Agradecemos a presença de todos, agradecemos as pessoas que acessaram esse conteúdo posteriormente. Eh, e também agradecer ao Vinícius por estar aqui conosco, mais uma vez, Gélio, e pedir para que o Vinícius coloque a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Fiquem com Deus, muita paz. Até a próxima quarta-feira. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar. É a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança, a boa nova é fé. redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.

Mais do canal