Evangelho no Lar - #155
Evangelho no Lar - #155 Programado para o dia 19 de março de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 18, itens 13, 14 e 15, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite. Retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. é uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Meu nome é Cláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual. Sejam bem-vindos. Bom, este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar o nosso convidado da noite de hoje, o Juliano Fagundes. Ele faz parte da diretoria da Casa Espírita Estudantes do Evangelho, do Igese e da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás. Boa noite, Juliano. Seja muito bem-vindo. Já agradecemos pela oportunidade de estarmos juntos nesta noite. Boa noite, Gláuscia. Muito boa noite também aos nossos irmãos internautas que nos acompanham aí, né, por todos esses canais. É uma alegria muito grande poder encontrar todos vocês aqui, né, mais uma noite, mais um momento dedicado ao evangelho. Bom para nós todos, né? É um verdadeiro culto do evangelho no lar que nós fazemos aqui, né, Glusa? A intenção é essa mesmo, né? Que nós possamos iluminar os nossos lábios. Isso, isso mesmo. Faz bem para nós também. Muito bom. Nós vamos dar boa noite aos nossos amigos que já estão nos acompanhando. A Mar a Maria Lúcia Barbosa, boa noite. A Cátia Catalane, boa noite a todos. Ela fala conosco do Rio de Janeiro. Gratidão a Deus por mais esse dia que Jesus ampar. Tá sem áudio. Agora sim. Nós para iniciarmos o nosso evangelho nessa noite, eu vou fazer uma leitura e logo em seguida o Juliano para a nossa peça inicial. Leitura, do capítulo 155 do livro Velist, histografado pelo médiumal deão editado pelo espírito Joana. Aprende com as visões da vida, mas principalmente com as suas próprias experiências, confiando menos nos cantos das sereias que seduzem arrastando para
pelo médiumal deão editado pelo espírito Joana. Aprende com as visões da vida, mas principalmente com as suas próprias experiências, confiando menos nos cantos das sereias que seduzem arrastando para os abismos. Se o hébrio deseja liberar-se do alcoolismo, encontra com mais facilidade quem lhe sirva um novo trago, ao invés de quem lhe dê um pão. Se o fumante quer abandonar o tabagismo, a ironia dos amigos tenta ridicularizá-lo, insistindo com ele para que continue envenenando-se. Se o delinquente de qualquer matiza a reabilitação, enche a meio ao seu lado os que conspiram contra o seu esforço. Tem, pois, cuidado e mantém-te sadiio física, física e moralmente ou físico e moralmente. Então, vamos unindo nesse momento corações e pensamentos. Vamos vibrar muita luz nesse instante, luz para as nossas vidas, luz para os nossos lares e agradecer a Jesus, nosso mestre, por essa oportunidade que ele nos dá de nos encontrarmos mais uma vez em sua presença, no estudo do Evangelho, nesse aprendizado que para nós é um verdadeiro tesouro espiritual necessário a cada um aqui presente. possamos então nesse instante com a bênção dos benfeitores amigos, estudar, dialogar e aprendermos juntos mais essa palavra de luz que o mestre deixou para nós aqui na terra. Muito obrigado a todos e rogamos bênçãos a todos aqui os presentes. Que Deus possa olhar por cada um, pelos nossos lares, pelas nossas famílias e que possamos nos renovar um pouquinho mais nessa noite de hoje com as bênçãos de Deus. Muito obrigado. Que assim seja. Tá me ouvindo bem? Oi. Está me ouvindo? Ah, sim. Agora sim. Você está me ouvindo? Tá ótimo. Vou passar para você que fará a exposição do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 18. Muitos chamados, poucos escolhidos. Nesta noite, Juliano fará as suas reflexões dos itens 13, 14 e 15. Nós queremos lembrar que o Evangelho da Editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Juliano, fique à vontade. Muito obrigado. Enfim, hoje a lição do Evangelho, ela é das mais interessantes. Nós sabemos que
ueremos lembrar que o Evangelho da Editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Juliano, fique à vontade. Muito obrigado. Enfim, hoje a lição do Evangelho, ela é das mais interessantes. Nós sabemos que Jesus e como um espírito elevado, deixou aqui muitas pérolas para nós, muitas pérolas luminosas. Algumas, é claro, exigem um pouco mais de profundidade para serem compreendidas, não é? O caso de hoje é um é um desses. Eh, uma frase que dá início ao ao nosso item, dar-se à aquele que tem. Nós vamos ver aqui algumas passagens do Evangelho que vão falar justamente sobre essa questão, um raciocínio de Jesus, que é um raciocínio muito profundo, que gera um certo incômodo quando Jesus diz que aquele que tem terá mais, a ele será acrescido, dar-se a o que tem, mas aquele que não tem dele será tirado. ou aquele que tem pouco, pouco que tem será tirado. É um raciocínio dos mais curiosos, né, que nos chama atenção devido assim a a complexidade, vou dizer assim. Mas vamos lá. Quando Jesus nos apresenta essa questão, ele traz ela envolta numa parábola. Eu acho que todos aqui devem conhecer a parábola dos talentos. É lá que Jesus ele explica o que ele quer dizer com essa questão. Apenas resumindo aqui um pouco a parábola, eh Jesus então vai apresentar o reino dos céus na na forma dessa história. Ele vai dizer que o reino dos céus se assemelha a ser um senhor, que ele é um senhor de posses, um senhor que ele é um senhor abastado e que resolve empreender uma viagem e convida a sua presença três dos seus servos de confiança. E assim para cada servo, ele destina uma quantidade de dinheiro, uma quantidade financeira. Então para um ele dá cinco talentos, para outro ele dá dois talentos, para outro ele dá um talento só. E aí ele diz para eles: "Olha, multipliquem esses talentos, né? Invistam, façam o que achar que deve fazer com esse dinheiro. Enquanto eu viajo". Ele vai nesse meio termo, enquanto o senhor está fora aí durante alguns meses, né? os anos que ele fica fora. Aquele que recebeu cinco talentos
ar que deve fazer com esse dinheiro. Enquanto eu viajo". Ele vai nesse meio termo, enquanto o senhor está fora aí durante alguns meses, né? os anos que ele fica fora. Aquele que recebeu cinco talentos multiplica por cinco. O que tinha dois multiplica, né, se torna quatro. E aquele que recebeu um talento, engraçado, Jesus é tão interessante o modo como ele conta, porque dois não é tão diferente de um. Dois tá mais perto de um do que de cinco, mas o que recebeu dois multiplicou, dobrou ele, mas o que recebeu um ficou um pouco tímido. Pensou assim: "Olha, melhor guardar esse esse talento que, né, é tão pouco que se eu perder ele aí eu posso dar um prejuízo aí pro meu patrão e ele não vai gostar, né?" Então ele esconde o talento embaixo da terra. Enterra esse talento lá, né? Não deixa nem em casa, não põe no banco, não. Só enterra. Quando o senhor volta, convida, é claro, né, os os seus servos aí à presença e cada um vai levando lá, né, a o que ganhou. E um chega com alegria, olha, Senhor, me deste cinco e agora tenho tenho 10. E o senhor fica aquela alegria danada, ô servo fiel, não é? Eh, pois te dei isso e te darei muito mais. E aí o que trouxe trouxe quatro. Ele da mesma forma recebeu com aquela alegria, né? Tinha dois, virou quatro. Aí, finalmente, o último chega e fala assim: "Olha aqui, senhor, olha, tô te devolvendo aqui um, não perdi também, não ganhei." Então ficou, né, no zero a zero ali, ficou na mesma. Mas Jesus, não, que o senhor não gostou muito não, sabe? E o senhor fala assim, ó, mas vou sim, o se foi um servo muito preguiçoso, podia ter colocado no banco, pelo menos no banco rendia um pouquinho de juro aí para mim, né? Agora enterrado não rendeu nada, nem o juro, nem essa inteligência você não teve, vai deixar guardado no banco, né? E aí o senhor faz o quê? Pega esse um talento desse servo aí e dá pro que tem 10. Ele fica com 11. Olha só. E aí daí o o o senhor eh na manda esse servo lá, né, expulso, né, da sua propriedade lá. E Jesus diz onde há trevas e ranger de dentes, né, nas
servo aí e dá pro que tem 10. Ele fica com 11. Olha só. E aí daí o o o senhor eh na manda esse servo lá, né, expulso, né, da sua propriedade lá. E Jesus diz onde há trevas e ranger de dentes, né, nas trevas exteriores, né? E aí é quando Jesus diz, né? Olha, então aquele que tem aí ele será dado, será crescido. Ah, mas aquele que não tem, até o pouco que tem será tirado. E daí vem esse raciocínio. É um raciocínio que traz o impacto, mas que vai depender de nós uma reflexão filosófica um pouco mais ampla. Nós não podemos esquecer jamais que que Jesus ele sempre fala de questões espirituais. Fala o espírito de questões espirituais. Se nós ficarmos presos à questões materiais, a parábola ela ganha uma significação um pouco estranha. Mas se nós elevarmos o o nível da compreensão ao nível espiritual e ao nível moral, as palavras de Jesus começam a fazer um um sentido muito especial. A lição de hoje do evangelho traz, é claro, uma reflexão inicial que já que nos aponta uma direção de compreensão. Ou seja, a pessoa que ela é inteligente, que ela é esforçada, que ela já está moralizada, que é uma pessoa que já está amadurecida espiritualmente, para ela as coisas são acrescidas. Por quê? Porque ela já é uma pessoa que aprendeu a trabalhar. Ela é honesta, ela ética, ela se desenvolve, ela tem uma desenvoltura melhor na vida. Então, para essa pessoa que já está se desenvolvendo, quanto mais ela se desenvolve, mais ela vai amadurecendo, mais ela vai ficando mais sábia. E é assim com todos nós, não é verdade? À medida que nós vivemos, fazemos um curso, temos nossos filhos, constituímos uma família e vamos amadurecendo em várias questões, vamos nos tornando mais previdentes, mais inteligentes, mais sábios e a nossa vida tende a prosperar um pouco melhor, né? Quanto mais aprendemos, mais prosperamos. E quanto mais prosperamos, mais prosperamos, né? E o inverso também é válido, né? a aquela pessoa que não quer se desenvolver, devido aí à preguiça ou à revolta ou devido aí a uma série de
rosperamos. E quanto mais prosperamos, mais prosperamos, né? E o inverso também é válido, né? a aquela pessoa que não quer se desenvolver, devido aí à preguiça ou à revolta ou devido aí a uma série de fatores que impedem essa pessoa, eh, não tem essa vontade de crescer, de estudar, de aprender, de conviver, de constituir família, de crescer profissionalmente, de fazer um curso a mais, de amadurecer as questões morais e se entregar aos vistos. Essa pessoa, ela tende a perder cada vez mais. Se a pessoa ela não amadurece, não é? Ela tende a regredir moralmente, talvez até nas questões materiais também, né? E é disso que Jesus está falando. Nó está falando exatamente de uma punição divina, né? Ah, Deus vai punir o que tem menos, vai agraciar o que tem mais, mas não é uma questão de alguém fazer por nós ou alguém, né, tirar de nós ou alguém nos dar. Somos nós mesmos que ganhamos e nós mesmos que perdemos. É uma questão muito interessante essa. Tanto que eh na nossa vida cotidiana nós temos assim essas observações, né? É muito comumente a gente dizer, né? Quando nós eh lidamos, por exemplo, com pessoas que às vezes estão em situação eh não tão confortável, situação de risco, economicamente são mais frágeis, a gente costuma ver isso muito claro, né? Quer dizer, essa essa pobreza material ou escassez material, ela nunca vem sozinha, ela tá sempre acompanhada de outros de outros problemas, de outras questões, né? Quando a pessoa às vezes ela tem um problema, uma situação econômica ruim, nós vamos observar, observar a vida dela. É uma pessoa que ou não quis estudar ou não teve a oportunidade de estudar. Às vezes é uma pessoa que vem já de um uma família difícil, uma família na qual não teve uma cultura de estudo, não teve uma cultura de desenvolvimento, não é, moral, intelectual. Então, a gente percebe que que existem origens para os problemas que nós vivenciamos, da mesma forma que existem também eh origens para as coisas boas que nos acontecem, né? Eh, um tempo atrás eu assisti uma
a gente percebe que que existem origens para os problemas que nós vivenciamos, da mesma forma que existem também eh origens para as coisas boas que nos acontecem, né? Eh, um tempo atrás eu assisti uma palestra do Leandro Carnal, eu achei tão interessante ele falando, né? Ele fala assim: "Olha, a sorte acompanha quem acorda mais cedo". Eu achei uma colocação das mais interessantes, porque é um pouco disso que Jesus está falando, né? A sorte vai acompanhar aquele que tá mais esforçado, mais empenhado, né? é que ele está buscando sanar as suas dificuldades aí com os recursos que ele consegue, o máximo que ele consegue, não é? Quer dizer, o que que nós precisamos para poder curar os nossos males ou materiais ou morais? Existem soluções para isso, né? Basta e nós nos empenharmos em consegui-las. É claro que nem toda solução, ela é uma solução a curto prazo. Tem soluções que são um pouco mais extensas também. Agora, passando eh dessa interpretação, há outras interpretações, né? Uma um caminho de também avaliar essa essa essa fala de Jesus é pensar assim: "Bom, Jesus falou que quem tem terá mais, mas quem não tem, né, terá menos. Corre de perder o pouco que tem." Mas, mas se eu disser que a pessoa tem ignorância ou que ela tem tristeza ou que ela tem raiva, não é ter alguma coisa, né? Quer dizer, como é que eu posso relacionar esse ter com o ter que Jesus tá dizendo? Como é que eu digo assim? Uma pessoa tem raiva, ela não tem o quê? O que que falta nela? A a parábola ou a frase de leva a refletir um pouquinho sobre essas questões do que que é e o que não é. o que é ter, o que é não ter, o que é possuir, o que é a escassez, não é? Quando eu leio, leio essa essa parábola e estudo essa questão, eu me lembro muito de Santo Agostinho. Santo Agostinho, ele tinha uma reflexão muito importante e foi uma reflexão muito importante pra igreja, embora ela não tenha ganhado um um um amplo espectro em todas as a as vertentes da Igreja Católica. Mas o Santa Agostinho tinha um raciocínio de que o seguinte, olha o que
muito importante pra igreja, embora ela não tenha ganhado um um um amplo espectro em todas as a as vertentes da Igreja Católica. Mas o Santa Agostinho tinha um raciocínio de que o seguinte, olha o que que Santa Agostinho falava. O mal não existe, dizia Santo Agostinho: "Não existe o mal, existe a ausência do bem". Santo Agostinho dizia que o mal não é uma substância. E uma das grandes reflexões de Santa Agostinho vem justamente dessa parábola aqui de hoje, desse raciocínio de hoje. Porque Jesus tá dizendo é o quê? Não, que a pessoa que tem, não, o que existe é qualidade. O que existem são as virtudes, o que existem são o os esforços positivos em prol do bem. Quando não há esforço em prol do bem, quando há a ignorância, significa que não há não há o esforço, está faltando. Não é que tem uma ignorância ou que tem uma maldade ou que tem uma imoralidade, não é que falta. É por isso que Jesus usa o exemplo da escassez. A pessoa que às vezes ela tem preguiça, não, significa que ela tem preguiça, significa que lhe falta um pouco mais de coragem. Essa é a visão de Jesus. é uma visão positiva, não é uma visão negativa que denigre a imagem da pessoa. O que Jesus quer dizer o quê? Faltam virtudes que podem ser construídas. Jesus não não usa a palavra para poder eh culpabilizar de forma maldosa uma pessoa que às vezes ela ela ela, né, não tem a mesma capacidade que outra por algum motivo ou não tem a mesma força de vontade que outra. Jesus não vai dizer: "Não, você é um preguiçoso". Jesus diz isso. Ele diz: "Olha, pode-se ter mais vontade, pode você ter mais estudo." Jesus não vai falar: "É um ignorante, não. Eles dizer, vai dizer: "É o quê? Não falta estudo. Pode haver mais estudo, mais conhecimento, pode haver mais amor, pode haver mais paciência. Jesus não vai dizer: "Ah, é um impaciente". Não, vai positivar isso de maneira, né, para dizer: "Não, não, calma, você pode adquirir mais paciência". É assim que Jesus nos vê. De forma que esse tipo de pensamento ele é bacana. Porque é um
nte". Não, vai positivar isso de maneira, né, para dizer: "Não, não, calma, você pode adquirir mais paciência". É assim que Jesus nos vê. De forma que esse tipo de pensamento ele é bacana. Porque é um pensamento que vai sempre nos colocar a a a nos colocar bases que vão nos elevando e nunca pesos que vão nos afundando. Porque se a gente colocar peso na pessoa, a preguiça, a desmotivação, a tristeza, a raiva, seja lá qual for as as questões, nós vamos nos esmagando, né? Jesus dizia: "Não, não, não, não. Olhamos para as pessoas com esse olhar compassivo, né? É o olhar da benevolência. É disso que Jesus queria dizer. né? Eh, eh, com suas palavras, o olhar da benevolência, da indulgência e do perdão. Paciência tá aqui, então vamos colocar um pouquinho mais. O esforço então tá aqui, mais esforço um pouquinho e assim vamos elevando o ser. E Santa Agostinho olhava para as questões da nossa realidade dessa forma, né? Santo Agostinho dizia, eh, para que nós olhemos para as pessoas, não julgando-as por defeitos que elas aparentam ter, não, mas por qualidades que elas ainda poderiam desenvolver mais. Então eu penso que essa parábola tem uma beleza e uma profundidade filosófica que eh nós trouxemos aqui algumas interpretações e que olha é possível escrever até um livro inteiro aí, né, com base aí nessas nessas interpretações, com base nessas reflexões filosóficas, com base aí eh não apenas no que está no Evangelho ou no que Santo Agostinho disse, mas nos desdobramentos disso. nós podemos eh eh com certeza nos enriquecer muito com essa história e e faz muito sentido para todos nós, né? Faz muito sentido para todos nós. Lá se algum comentário? Vamos lá. Olha só, Jesus ele falava por parábolas porque elas ajudavam a transmitir verdades espirituais e de forma assim profunda e inesquecível. Tanto é que hoje nós estamos aqui justamente para compreender ou tentar compreender a profundeza, a profundidade dessa parábola. Então ele manda o consolador prometido que veio desfortunar, né, o
vel. Tanto é que hoje nós estamos aqui justamente para compreender ou tentar compreender a profundeza, a profundidade dessa parábola. Então ele manda o consolador prometido que veio desfortunar, né, o que estava o que estava mais difícil ainda de ser compreendido, que veio tirar um vel. Só que tem um detalhe, nós ainda estamos com dificuldade de compreensão, né? Porque interpretamos essas verdades, esses ensinamentos de Jesus conforme a nossa necessidade, conforme a maturidade que nós temos, conforme os nossos interesses, porque falta essa compreensão real dessas verdades que Jesus nos contou. E interessante que ele é maravilhoso. O amor dele por nós é incommensurável. Porque ele sempre olha pra gente justamente a forma como você colocou um vir a ser, né? Nós não somos, nós estamos, né, nesse estado ainda de imaturidade, em que pensamos ainda em eh divisão, pensamos em disputas, em coisas mesquinhas. Eh, como é que a gente eh não pode deixar nos perder diante de tudo? Porque é uma verdade, ela é universal, ela foi dita por vários em vários pontos, né? Não foi uma verdade. Nós estamos falando do consolador, da doutrina espírita apenas em um determinado local. Kardec fez uma um apanhado, né? E como que a gente nós podemos nos situar diante disso, Juliana? Porque eu sei que você é um estudioso, né, da doutrina espírita. Eh, eu tem uma frase do André Luiz que eu sempre que eu leio ela nos livros dele, eu fico assim pensativo, né? André Luiz fala assim, ó, em alguns momentos das obras dele, né? É necessário que para administrar milhões, é necessário que nós aprendamos a administrar tostões. Eu acho engraçado demais quando ele fala isso. E aí eu acho incrível porque assim, André Luiz fala isso e quando ele fala, eu eu lembro dessa parada dos talentos imediatamente porque é é um pouco disso. Um recebeu cinco, o outro dois 8. E é isso mesmo. É isso mesmo. Não quer dizer que aquele que tem dois vai chegar nos 10. Pode ser que chegue. Mas calma. Deus nos dá nessa encarnação o necessário, que a gente
eu cinco, o outro dois 8. E é isso mesmo. É isso mesmo. Não quer dizer que aquele que tem dois vai chegar nos 10. Pode ser que chegue. Mas calma. Deus nos dá nessa encarnação o necessário, que a gente precisa mesmo, né? É nesse planejamento nosso, né? Nós temos um plano e esse plano ele há de se cumprir porque nós temos muito esse hábito de olhar para as coisas e pensar: "Nossa, mas eu lá a pessoa tem isso, mas eu não tenho. A pessoa conseguiu isso e não conseguiu, mas eu me sinto tão mais inteligente, mas por que que ela conseguiu isso não, porque tem isso lá e aqui não tem." É uma visão errônea da vida, né? vez error, né, David? Porque cada um tem aquilo que é necessário, né? A a hoje a lição de hoje vai falar um pouquinho sobre isso, né? Quer dizer, tem aquele que tem e tem aquele que terá que administrar o pouco que tem, mas todos são desafios, porque aquele que tem também tá sendo desafiado. Está sendo desafiado de uma maneira que talvez nós não possamos nem imaginar, nem imaginar, né? Eh, realmente a palavra de Jesus, ela é muito forte e nos convida a não olhar com esse olhar invejoso, com esse olhar de cobiça, né? Porque isso aí não faz parte da nossa realidade, né? A nossa realidade, ela tá muito bem circunscrita e na grande parte das vezes, é uma realidade que nós pedimos para que seja assim, nós que estão construímos ela para que seja assim, né? Quer dizer, eu não posso ter muito, eu tenho que ter pouco, eu tenho que ter um pouquinho mais porque eu tô com plano assim assim assado, né? assim, a gente eh vive nesse mundo tão rico, com tanta coisa interessante, né? Isso nos move a olhar. Eu eu acho bonito é quando o a lei de conservação da do livro dos espíritos nos coloca para ter esse olhar assim, ó, não olhar de inveja, mas olhar de dizer assim: "Olha que coisa interessante, eu quero isso para mim". Então, estudemos, trabalhemos, conquistemos, nos vençamos a nós mesmos. Eu acho bonita o convite da lei de da lei de conservação falar justamente isso. Allan Kardec pergunta:
eu quero isso para mim". Então, estudemos, trabalhemos, conquistemos, nos vençamos a nós mesmos. Eu acho bonita o convite da lei de da lei de conservação falar justamente isso. Allan Kardec pergunta: "Nossa, mas o mundo tem tantos luxos, tantas coisas bonitas e os espíritos diz: "Tem mesmo e você não e e você acha que isso é legal? Você aí prefere sentar num num num banco de madeira dura ou num sofá macio confortável de espuma?" Uhum. Pois então, se você quer o sofá de espuma, então vamos trabalhar, vamos lutar, vamos conquistar a a a a intelectualidade, né? que é uma questão do livro do céu e inferno, né? O capítulo terceiro do céu e inferno, vai falar disso aí. Para que reencarnamos? Para desenvolver de um lado a intelectualidade e da outra a moralidade. Encarnamos só para isso. Tá desenvolvendo intelectualidade? Ótimo. A moralidade pode ser que eu desenvolva a intelectualidade nessa vida e me torne um doutor. Aí pronto, vence essa etapa, a próxima é a da moralidade. Então eu tenho que vir para conquistar a humildade. Aí começa a entrar na que você tava falando, né? Aí eu tenho que conquistar humildade nessa vida. Então se eu tiver aqui, né, uma rio de dinheiro, não vou conquistar humildade muito fácil. Eu tenho que aprender, pedir pro favor, ficar na fila mais tempo, tem que ter mais calma. Não posso comprar hoje, tem que deixar para mês que vem. A humildade vai nisso, né? Vai curando as ansiedades, vai curando a pressa, vai curando a afobação, nos pacificando, né? Então, e aí na encarnação deu certo? Eles vamos, então vamos para outra encarnação e na outra vou cuidar de outra coisa. E assim a gente vai ficando aí milhares e milhares de anos, cada cada encarnação cuidando do negócio, né? Excelente, Juliana. Eh, nós aprendemos muito com o atendimento espiritual, justamente, eh, tudo que a gente pedir, Deus, ele nos atende, porque ele ele é amoroso, ele é misericordioso. Nós temos que aprender a pedir. E aí vem que a gente da nossa percepção de que nada cai do céu.
mente, eh, tudo que a gente pedir, Deus, ele nos atende, porque ele ele é amoroso, ele é misericordioso. Nós temos que aprender a pedir. E aí vem que a gente da nossa percepção de que nada cai do céu. Tem a lei do trabalho e a lei do progresso, né? E se a gente quer algo, a gente precisa, como você trouxe, perfeitamente trabalhar para conquistar. Mas será que a gente já compreende essa paternidade divina? Será que a gente já nos enxerga filhos de Deus? É preciso compreender isso até para saber pedir o que pedir, por que pedir, porque tudo ele nos dá. Antes de você comentar alguma coisa, eu queria dar boa noite aqui para o vídeo Quirinho, que está sempre conosco também aqui de Goiânia, o Thiago Rocha Costa. Eh, boa noite, Gláus Juliana. Prazer estar aqui com vocês. Grande abraço para vocês. Grande abraço para você também, Thaago. Nós é que nos sentimos honrados com a sua presença. A Vanda também, boa noite a todos os irmãos com paz e luz. A Janete Santos também nos dando boa noite, muita luz para todos. A Cátia Catalunha, ela comenta, Juliana, você quer comentar o que eu disse? Depois a gente lê o dela ou pode passar para ela para o comentário dela. É, o comentário dela é bacana. Deixa eu já falar aqui um pouquinho sobre isso, mas é justamente, né, o que nós comentamos aqui. Eh, acho bacana ela trazer essa fala de de Emanuel para nós, porque, eh, a lição fala um pouco disso hoje, não é? Quer dizer, às vezes nós terceirizamos as nossas responsabilidades, né? E e na verdade a conquista é nós é que a temos. Nós é que a temos. Ela vem para nós, né, paraa nossa bênção de alguma forma, ou a bênção do aprendizado ou para nosso usufruto. E nós temos muito essa essa essa visão de terceirizar todas as nossos problemas, né? Dizer: "Ah, o outro é culpado, o outro é culpado." É uma visão que vem sendo construída ao longo dos anos, né? E que vai, né? A gente tem filósofos que que trazem essa visão de terceirização, né, das nossas dos nossos problemas, né, a Carl Marx foi um grande pensador desse negócio,
ruída ao longo dos anos, né? E que vai, né? A gente tem filósofos que que trazem essa visão de terceirização, né, das nossas dos nossos problemas, né, a Carl Marx foi um grande pensador desse negócio, né, da da terceirização das responsabilidades, problemas, né, materiais, mas outros, né, também trouxeram isso, né, mas a o que o Espiritismo vem trazer é essa importante nós olharmos para nós mesmos, né, olharmos para nós mesmos, né, que nós somos os grandes responsáveis, né, pela nossa realidade, pelo nossa encarnação, pro nosso futuro, o que fizemos no passado, né? Estamos colhendo de alguma forma e para nós isso é muito bom. É importante a gente fazer essa colheita, porque isso nos amadurece, nos fortalece pro futuro, né? Então, eh, tem que assumir, né? Assumir essa causa, a nossa causa, né? Assumir a nossa causa. Agora, se você comentou sobre Deus, né? Quer dizer, essa dificuldade que a gente tem de compreender Deus, né? essa essa dificuldade que a gente tem. Mas realmente eu penso que é uma é uma visão que a gente traz, eu penso que de longa data. Ah, Deus tá lá em cima, tá lá. Essa é cor de terceirização, tá vendo de novo. Deus tá lá longe, né? Lá em cima. Aí eu olho para Deus e converso com Deus, peço para Deus, né, tal, como se não fosse eu, exatamente, que tivesse, né, que Deus tem que tá fazendo, né, a parte dele, né? Mas na verdade aí o espiritismo vem e fala assim: "Não, Deus é uma inteligência, não é uma pessoa, não é um velhinho lá com o cajado dele lá de barba branca, não, não é uma inteligência que tá dentro de tudo, tá dentro do sol que tá nascendo todo dia no mesmo horário, tudo funcionando, as estações do ano, a as árvores frutíferas, né? Nós estamos crescendo, o organismo humano, só de você tá se alimentando bem, o organismo humano já se desenvolve, a criança ficar vira um adulto. Quer dizer, tá tudo funcionando, Deus tá funcionando aí, né? E aí alguém me perguntou assim esses dias, né, a respeito do perdão, Juliano, né, só fazendo um paralelo aqui
criança ficar vira um adulto. Quer dizer, tá tudo funcionando, Deus tá funcionando aí, né? E aí alguém me perguntou assim esses dias, né, a respeito do perdão, Juliano, né, só fazendo um paralelo aqui com o nosso tema, né? Então, a pessoa falou para mim assim: "Juliana, eu tenho uma dificuldade tão grande perdoar. Nossa, eu não sei perdoar, não dou con de perdoar. Um amigo meu, né, da época que eu ministrava os cursos de de ESD, e ele perguntou: "E que que vai acontecer comigo? Eu vou receber uma punição porque eu não perdoo?" Eu disse para ele o seguinte: "Olha, meu irmão, calma. Olha, não tem punição nenhuma não. Não vai cair um raio na sua cabeça, você não vai nascer tetraplégico, com câncer, não sabe o que que vai acontecer, meu irmão? A natureza vai resolver essa questão sozinha. A reencarnação vai resolver isso por você. Porque aquelas pessoas que nós não perdoamos, os nossos ofensores ou aquele quem quem ofendemos e tal, serão os nossos próximos familiares, nosso próximo lar terreno. A as chances são imensas deles nascerem conosco. Então, a pessoa que a gente odeia vai vir aquele nenenzinho bonitinho, guchechudinho, que você vai falar assim: "Ô, mas que gracinha!" E vai abraçar ele no colo. Vai ser seu, o seu grande inimigo é aquele lá. A reencarnação vai nos levar ao perdão, vai nos levar à reconciliação, ao amor naturalmente. Isso é Deus, isso é a forma como Deus age. Então, para que o perdão? Simples. Para que a gente tenha mais controle nossa existência, para que a gente possa, né, definir melhor o nosso futuro. Ao invés de nascer com às vezes os nossos desafetos, inimigos dentro da mesma casa e temos aqueles relacionamentos familiares conflituosos, nós poderíamos nascer só com quem nós amamos, só os amigos na mesma casa e numa família harmoniosa. Se nós perdoar, aprendemos a perdoar agora, aprender a relevar agora. Aprender a pedir desculpa, a falar com mais calma, a gente programa melhor a nossa vida e a gente sofre menos, que aí eu vou ter que passar por menos
endemos a perdoar agora, aprender a relevar agora. Aprender a pedir desculpa, a falar com mais calma, a gente programa melhor a nossa vida e a gente sofre menos, que aí eu vou ter que passar por menos privações, menos desafios e quanto menos desafios eu tiver, mais eu vou poder me desenvolver por outros âmbitos, eu vou ficar mais livre para poder me desenvolver, né, de vários outros âmbitos também, né? Quer dizer, porque o quê? a os maus relacionamentos, eles não, eles são prisões que às vezes nos tohem, né, o desenvolvimento aqui na Terra, porque até nós aprendermos a lidar com as questões morais com mais efetividade. Então, a gente ainda não compreende Deus por isso, né? né? Quer dizer, ele está agindo, está agindo naturalmente no nosso dia a dia, já tá dentro de nós, a inteligência, né, que está dentro de cada coisa que existe. Se a gente começa a compreender as leis morais e começamos a compreender o evangelho, a gente vai trabalhar junto de Deus, fica mais fácil a vida, porque a gente tá caminhando o mesmo caminho que Deus. Porque se a gente caminha ao contrário, não é? Aí é daí que vem as nossas dores, aí da vem vem as nossas angústias. Eu acho que o espiritismo ele é muito eh muito muito didático nisso, não é? as leis morais, eu eu sou apaixonado pelas leis morais, inclusive atualmente tem estamos estudando as leis morais aqui no culto de casa, né? Mas para quem tá em casa, que não tem afinidade ainda com o livro dos espíritos, abre lá a terceira parte. As leis morais, são 12 leis, começa na lei natural. Gente, é incrível. é um aprendizado assim sem preço. E através desse conhecimento, nós vamos ampliando a nossa compreensão e aceitação de tudo. E aí nos responsabilizamos pelas nossas escolhas, ao invés de ficar apontando para os outros. interessante você também trazer essa questão eh de desse processo pedagógico, didático que Deus utiliza em relação ao nosso crescimento íntimo. Porque os espíritos, né, os benfeitores, eles sempre nos orientam. Põe em movimento a sua vontade de
eh de desse processo pedagógico, didático que Deus utiliza em relação ao nosso crescimento íntimo. Porque os espíritos, né, os benfeitores, eles sempre nos orientam. Põe em movimento a sua vontade de crescer, de ser melhor, porque Deus vai potencializar. É o mesmo que dizia: "Ah, se você vai fazer, você fazendo a prece, rezando, você vai, a prece torna o homem melhor, que até esqueci o número da questão do livro dos espíritos agora, se você souber, eh, torna porque a gente vai entrar em outra sintonia. Nós vamos ligar com outros, outras vibrações e isso vai nos fortalecer para que a gente tenha a vontade firme de brilhar esse caminho do bem. É, olha que interessante, a missão da Joana de Angeles hoje veio ao encontro da nossa conversa aqui no Evangelho, né? Se a gente tá tentando deixar um vício, a gente sempre vai achar aquele que vai nos empurrar cada vez mais, né? Mas o contrário também a gente pode fazer que sejamos, né, o que estende a mão amiga, que não julga, que acolha e que ajuda cada irmão se rever. O atendimento espiritual, ele ele tem todo esse processo de acolhimento incondicional, de não julgamento daquele que busca o centro espírita, que seja um que está adentrando ou que seja o próprio trabalhador, companheiro. É, e não é porque somos trabalhadores, é que vamos ficar imunes a às quedas, aos erros, porque cada vez mais a gente vai ampliando. E olha que para chegar no grau de Jesus, que é um espírito crístico, a gente tem uma caminhada muito longa. O que que quer dizer isso? Vamos buscar trilhar o caminho que Jesus nos sinalizou, exemplificou. Porque senão a demora vai ser ainda maior na nós vamos aí nos perdurar mais ainda em sofrimento. O interessante é a gente se apropriar desse conhecimento para fazermos melhores escolhas para a nossa vida, evitando aí menos sabores, menos vicissitudes na nossa vida. Exatamente. Glauso. Acho que você tocou em pontos tão importantes. Eh, temos que nos espiritualizar, né? Temos que nos espiritualizar. A gente tem que
menos sabores, menos vicissitudes na nossa vida. Exatamente. Glauso. Acho que você tocou em pontos tão importantes. Eh, temos que nos espiritualizar, né? Temos que nos espiritualizar. A gente tem que compreender o quanto que a a a presença na casa espírita ou a participação nossa, justamente nessas atividades assim que são sensíveis, né? Por exemplo, você que citou aí, né? O atendimento espiritual, né? Ou o atendimento fraterno, né? Eh, gente, é assim, é uma porta que se abre para tantas soluções, porque aqueles poucos minutos ali onde a gente conversa com o atendente fraterno, materialmente parece uma coisa simples, mas espiritualmente essa pessoa que entra na casa espírita, ela entra com dores, às vezes entra com obsessões, às vezes entra precisando de uma inspiração e sai dali com a inspiração que ela precisa, que vai depois ajuda, auxiliar ela num outro momento da vida dela vai vir essa inspiração, vai vir esse pensamento. Se ela está sofrendo com obsessões, esses obsessores vão ser tratados em reuniões mediúnicas ali, né? vão ser levados para diálogo. Então assim, às vezes a pessoa conversa ali 5, 10, meia hora, né, com atendente frater, mas ela não sabe a transformação que ela tá gerando ali. O engrenagem começa a girar e ela só vai parar se a pessoa quiser. Se a pessoa quiser continuar manifestando a sua fé, engajada numa atividade cristã, desenvolvendo a sua fé através da oração, da prática cristã, ela pode reformar a vida dela e e de muitas outras pessoas também, porque a gente sabe que que que nas questões obsessivas às vezes você tem um obsessor que ele que ele, né, tá tá ali a assediando várias famílias, né, vários lares, né, quer dizer, e tudo aquilo ali, a casa espírita se torna a porta de tratamento para questões espirituais. a gente nunca pode eh eh diminuir a importância do trabalho da casa espírita ou trabalho de um um uma atividade espírita, né? Porque eh o ambiente eh invisível ele é gigantesco, ele é gigantesco, né? Dizer uma pessoa que pisa numa casa espírita e
a do trabalho da casa espírita ou trabalho de um um uma atividade espírita, né? Porque eh o ambiente eh invisível ele é gigantesco, ele é gigantesco, né? Dizer uma pessoa que pisa numa casa espírita e faz uma prece lá dentro e diz: "Ô Jesus, me ajuda! Ô Deus, me ajuda!" Gente, ela tá pondo uma engrenagem para girar que pode gerar grandes transformações, né? E a gente sabe, tem muitas obras de de André Luiz que tratam disso, né? que vão nos explicar isso a fundo, né? A obra entre a terra e o céu vai falar sobre isso lá, né? O poder da prece, né? Uma pequena prece, né? André Luiz foi na igreja lá no livro libertação, traz histórias lindas, né? De do templo, da oração dentro do templo, né? Então, quer dizer, nós não estamos sozinhos. Acho que a Glusa falou uma coisa muito boa, nós não estamos sozinhos, né? Não estamos sozinhos. Temos uma multidão que nos cerca e não temos que pensar que são inimigos, não. Multidão de amigos, né? De amigos. Sim, me fez lembrar também da explanação do evangelho, que é também uma das atividades do atendimento espiritual. Olha a importância dessa reunião pública, onde se faz os comentários dos ensinamentos de Jesus clarificados pela doutrina espírita. Olha o tanto que esse conhecimento pode eh consolar, pode amparar as pessoas, pode orientar esclarecendo que conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. É, então nós aqui não estamos falando de uma área em detrimento de outras, mas são são áreas que se tratam diretamente, como você trouxe muito bem, daquele acolhimento mais próximo daquele que chega no centro espírita. E até para ampliar o nosso olhar, para que a gente possa se sensibilizar também com o nosso companheiro de trabalho, que muitas vezes está ao nosso lado e nós não sabemos da das dimensões, né, de dificuldades, de sofrimento que ele está vivenciando. Então, o atendimento espiritual ele é também para todo trabalhador, todo trabalhador do centro espírito. Muito bom. Olha, tem tanta coisa paraa gente falar e conversar nessa nessas nesses três itens, Juliano,
atendimento espiritual ele é também para todo trabalhador, todo trabalhador do centro espírito. Muito bom. Olha, tem tanta coisa paraa gente falar e conversar nessa nessas nesses três itens, Juliano, porque olha, eh, no final do item 15, ele fala: "Olha, vede pelo espírito, ouvi pela vossa alma e não interpreteis de modo tão grosseiramente injustos injusto as palavras daqueles que fez resplandecer. Olha os vossos olhos. Ou seja, trouxe a justiça divina para nós. Então, olha só a parábola e esse apelo desse espírito, né? Instrução dos espíritos. Então não olhe com os olhos materiais aqui agora, né, no físico. Olhe mais além, eleve o seu olhar para compreender tudo que está passando ao seu redor e colocar esses ensinamentos na vida prática. Exatamente. É, e a e eu acho que é uma é um grande um grande conselho, um grande conselho, né? A fé ela vem, ela vem de uma palavra latina que é feedes, que é fidelidade. Olha que interessante. Uma fé é fidelidade. Quando quem é fiel segue o modelo, né? Segue um modelo, né? Tenta se ser próximo ao modelo. Fé não é acreditar. Acreditar é do latim créditum, que é dar crédito, né? Igual crédito bancário, de crédito. Então são palavras que a gente confunde no português, mas que a etimologia delas é totalmente diferente. Então é muito coisa que as pessoas não entendem, né? Às vezes a pessoa fala assim: "Ah, eu tenho pouca fé". Não, talvez você não esteja entendendo a fé, porque se você achar que fé é acreditar assim com muita, muita, muita, muita força, fé não é só isso. Se você está trabalhando a sua moral, você está se transformando em algum momento, significa isso é um grande sinal de fé. É muito mais fé quem se transforma do que quem só acredita, acredita, acredita. Ora, todos nós temos dúvidas, temos incertezas, inseguranças quanto ao futuro, temos ansiedade. Isso é da natureza humana, estamos encarnados, estamos cegos aqui pela matéria. Claro que a gente fica inseguro, não é? Imagina jogar a gente no escuro igual, né? O espírito tava
uro, temos ansiedade. Isso é da natureza humana, estamos encarnados, estamos cegos aqui pela matéria. Claro que a gente fica inseguro, não é? Imagina jogar a gente no escuro igual, né? O espírito tava enxergando numa luminosa, nada da nada. Bota a gente aqui na treva da terra, então a gente fica meio, né? Meio meio sem graça, meio pisando em ovos. Mas a fé vai nos colocar para trabalhar, para agir. Agir. Não parei de beber. Ah, eu parei de fumar por causa do evangelho. Ah, eu hoje eu sou um pai melhor, uma mãe melhor. Eu levo meus filhos na evangelização. Isso é transformação, é movimento. Fé movimento. Na hora que você pensar assim, será que minha fé tá pouca? Vamos movimentar que a fé vai aumentar. Movimente-se, saia da sua casa, não é? Vai pra casa espírita, vai pro atendimento fraterno, vai paraa evangelização, vai ver palestra. Isso é fé. Isso é movimento. Quanto mais movimento, mais a fé vai crescendo. Não é só se trancar no quarto e ficar rezando. Não é isso que vai aumentar sua fé, não. Fé movimento. A própria palavra, ela quer dizer isso. A fé sem obras é fé. Morta-te. Aí, ó. Lembrando Thaago aí da Bíblia. Exatamente. GL. Muito bem lembrado. Sim, sim. Precisamos movimentar. do tanto que esse processo ele é maravilhoso, porque Jesus veio, nos deixou. Questão 625 do livro dos espíritos, ele é o nosso guia, nosso modelo. Ele nos nos trouxe um roteiro paraa vida eterna. Vem o Espiritismo, vem clarificando tudo para nós. Nesse movimento, Jesus traz a lei de amor. Primeiro, Moisés, a lei, né, a disciplina. Jesus, a lei de amor e o espiritismo, a caridade, porque é preciso realizar o que você falou. É necessário a gente movimentar, vamos agir. Porque fé não é crer, é saber, é entrega, é confiança em Deus. É a gente dar o primeiro passo e saber que Jesus vai cuidando ali, né? que Deus faz nos orientando, guiando ali. Isso é verdade. Por isso, por isso que é fé raciocinada, por isso que o espiritismo é ciência, filosofia e religião, né? Nos diga. Bom, a Arlene fala está
né? que Deus faz nos orientando, guiando ali. Isso é verdade. Por isso, por isso que é fé raciocinada, por isso que o espiritismo é ciência, filosofia e religião, né? Nos diga. Bom, a Arlene fala está aqui. Boa noite a todos. Beços de amor e luz a todos. Como disse a Jesus, o perdão é um presente que recebemos e damos. Uhum. Né? Bom. E a cátia traz também no item 154, livro Fonte Viva. Porque nenhum de nós vive para si. Paulo Romanos. Um ótimo texto para reflexão. Então fique aí no Fonte Viva. Lição 154. Ninguém vive para si. Pode comentar, Juliano, fique à vontade. É isso mesmo. Eh, é, é, é aquela coisa, né? O, o, vou voltar na no momento que eu comentei aqui a agora a pouco, né? Quer dizer, a, a, o capítulo três do livro Céu Inferno, né? Fiz um comentariozinho rápido, né? Mas é justamente, justamente. Uhum. Quer dizer, a gente reencarna para desenvolver a nossa intelectualidade. A intelectualidade a gente desenvolve por conta própria. Nós vamos estudar, vamos ler, vamos aprender, formar, vamos conseguir diplomas universitários, né? Vamos nos formar, vamos, né? Intelectualmente nós vamos desenvolvendo, né? Na dificuldade do dia a dia, né? Melhorar isso, aquilo, desenrolar um problema, tal. Mas aí a moralidade, né? A moral, como é que desenvolve a moral? Tá lá Kardec fala: "Olha, objetivo é a intelectualidade e a moralidade que se desenvolve apenas na convivência mútua. A moralidade que se desenvolve apenas na no desenvolvimento da das das nossas relações interpessoais, no conviv, né? Quer dizer, é eu junto do outro, é sempre eu e o outro vencendo eh esses dois grandes desafios, aprendendo isso aí. Sim, a gente não precisa nem reencarnar mais. Engraçado isso, né? para simp complicado. E é justamente isso. Ah, vou viver só para mim, fazer o que eu quero. É uma é uma essa temática dela, gente, é tão grande, dá para fazer uma live dela, né? E o primeiro capítulo da República de Platão, de Platão, trata disso. Quando Platão conversa com Trazímaco, né? Platão é nossa, o Sócrates, né?
a, gente, é tão grande, dá para fazer uma live dela, né? E o primeiro capítulo da República de Platão, de Platão, trata disso. Quando Platão conversa com Trazímaco, né? Platão é nossa, o Sócrates, né? Conversa com Trazímaco. Troca Sócrates é uma referência para nós, né? Ela no primeiro na na introdução do evangelho. E aí e Sócrates pergunta trazímaco, o que é melhor ser honesto ou desonesto, justo ou injusto? E Trazima que fala assim, Sócrates, é claro que ser injusto é melhor, dá muito mais vantagem, é lógico, porque se você é injusto, você pega o dos outros, você dá um, né? Você você engana todo mundo, tudo, você fica na fartura. E os bobos lá que você que se danem, né? Trazímaco tem esse raciocínio. Aí só que falam assim, mas trazímaco, mas e os deuses? Você não tem medo das punições dos deuses? Trazímaco, porque lá eles eram muito religiosos, né? Socrates era muito religioso e trazia não, Socrates, faça ali as minhas oferendas, os meus sacrifícios aos deuses e aí tô perdoado, posso recomeçar ali, né, o meu processo. Aí Sócrates fala assim, mas trazico, então pensa comigo, já que ser injusto é o o ideal, é o mais vantajoso. Ser desonesto é o mais vantajoso. Se todo mundo na sociedade toda fosse desonesto, pegando outro, porque o nome é república trata justamente disso, da vida social, né? Aí trazemos, ele dá aquela parada assim assim, é Socas, se todo mundo for desonesto uns com os outros, a sociedade ela simplesmente se desintegra. A gente volta à idade da pedra porque não vai, ninguém vai produzir nada, vai todo mundo tomar um do outro até acabar tudo, né? Todos os recursos. Esse é o viver para si. Trazemos que aquele que quer viver para si, né? Quer dizer, só para si. E aí o o que Sócratas vem acordar ele é, bom, se todo mundo fizer igual a você, não existe mais sociedade, não existe ser humano, não existe humanidade, acaba tudo, né? A gente tem Sim. Aprendemos a amar no no exercício do amor, perdoar no exercício do perdão, nessa convivência com o outro. É só para te percursor, né? É um
mano, não existe humanidade, acaba tudo, né? A gente tem Sim. Aprendemos a amar no no exercício do amor, perdoar no exercício do perdão, nessa convivência com o outro. É só para te percursor, né? É um dos precursos. Então ele é um raciocínio muito bonito isso. Isso só no primeiro capítulo da República, né? Depois vem tanto assunto. Mas assim, é um livro riquíssimo, né? Que não tem não tem igual. Sim, com certeza. A Cátia está comentando aqui, ó. Queiramos ou não é da lei que nossa existência pertença às existências que nos rodeiam. Só uma frase desse texto que ela falou. Ela pegou só uma frase do texto da lição 154 do Fonte Viva. É, é isso mesmo. Nós vamos encontrar essa lei lá nas leis morais, né? Mais uma vez retornando as leis morais. Então quer dizer, nós temos lá lei de sociedade que vai falar disso. A gente não tá sozinho, não podemos viver sozinho, não dá pra gente fazer o que a gente quer, a hora que a gente quer. A lei de liberdade vai falar disso, a lei de reprodução vai falar disso, né? São várias leis que vão o evangelho todo vai destrinchando isso tudo Juliana cada item, né? Olha, muitos chamados a gente pode entender. A gente recebe tantos chamados, mas poucos são os escolhidos, porque são poucos que se atentam a esses chamados. É, não, inclusive até lá no, Olha só, não sei se eu já falei disso aqui nessa live, né? Tem uma mensagem do Emanuel que é o egoísmo. Aí Emanuel fala assim, lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, Emanuel fala assim: "Egoísmo é o monstro devorador de inteligências". Fica assim de gente, quer dizer, o egoísmo devora a inteligência. Quer dizer, o egoísta ele não tá raciocinando com a capacidade dele idônea, né? Tem uma uma mácula aí que tá atrapalhando ele a pensar. Quer dizer, se a gente começa a evoluir isso aí, né? Quer dizer, até pr questão de saúde mental, por exemplo, né? O egoísmo, ele pode atrapalhando a pessoa na convivência social, atrapalhando no trabalho, né? E em tantas instâncias o egoísmo pode tá comprometendo a vida de
uestão de saúde mental, por exemplo, né? O egoísmo, ele pode atrapalhando a pessoa na convivência social, atrapalhando no trabalho, né? E em tantas instâncias o egoísmo pode tá comprometendo a vida de uma pessoa. Isso não é ainda explorado eh eh não é nas questões de saúde mental aqui da da atualidade, né? Na psicologia, na psiquiatria, o egoísmo não é considerado um um grande mal que causa um transtorno mental na pessoa, né? E Emanuel vem sugereno no século XIX. Quer dizer, então, quer dizer, quanto maior o nosso egoísmo, mais a gente tem que ter cuidado com as nossas decisões, né? Com o para onde é que a gente tem que caminhar nossa vida. Eu posso estar cometendo um erro, achando que tô levando vantagem, né? Então, quer dizer, o evangelho, você falou muito bem, o evangelho coloca a gente para pensar muito bem, né, nas nossas relações, como é que a gente tá lidando com elas, né? Quer dizer, como é que os meus sentimentos estão tão podem estar me comprometendo, eu não tô percebendo, né? tomar cuidado com ele. É porque o egoísmo e o orgulho ele nos nos distraem, né? Precisa ficar bastante atento, a gente distrai porque tem uma uma, como que a gente diria, né? Uma questão social aí voga que é o individualismo, né? A gente tem que ter muita atenção em relação a isso. E depois também a ciência traz a inteligência, né? A inteligência emocional, como é que isso é colocado também? Então, por isso que a gente precisa refletir e por isso que a gente pode dizer com toda a certeza o avanço que é a doutrina espírita. Isso, exatamente. Questões que a ciência está ainda, olha, hoje é comprovado que o a estrutura, a formação física do médium é diferente de uma pessoa que não tenha mediunidade ostensivamente. Exatamente. E há quanto tempo a gente está aí? O espiritismo está nos dando oportunidade para estudar isso com profundidade, né, Juliano? Mas nós teremos um congresso, né, amigo? Nós teremos um congresso. O tema, ele é um tema muito falar um pouquinho a respeito. Vamos, dá tempo ainda. Acho que nós
ar isso com profundidade, né, Juliano? Mas nós teremos um congresso, né, amigo? Nós teremos um congresso. O tema, ele é um tema muito falar um pouquinho a respeito. Vamos, dá tempo ainda. Acho que nós exploramos bem os assuntos de hoje, né? Realmente, inclusive, eh, eu quero, eu quero até agradecer aí o pessoal do chat, sabe? Acho que o pessoal participou bem hoje, né? Todo mundo trouxe muita questão inteligente aqui. Foi bacana. Eles são muito, muito participativos, viu, Juliana? Nós temos que agradecer mesmo. Isso é muito bom. Isso me lembra as épocas do da Covid-19 que tinha muita live, o pessoal conversava demais e era muito bacana. Nossa, que beleza. Foi. Não, não, não a Covid, né? Mas essa interação. Mas enfim, o convite do congresso para todos nós. É isso mesmo, né? Refletir sobre a vida no mundo espiritual, né? 4 a 6 de abril. Vamos todos lá, gente. Muita gente ficou falando assim: "Ah, mas o Congresso ele era no carnaval e agora será em abril." E nós dissemos: "Claro, ué, o Congresso, vocês viram quanto ele baixou de preço, gente? ele, se for um absurdo, quanto o congresso tá mais acessível, mais barato, com a mesma qualidade, os mesmos palestrantes, né, que todo mundo gosta, né, para tratar de temas ainda riquíssimos, né, trazendo assim pesquisas, novidades, eh eh de todos os âmbitos pra gente poder aprender um pouquinho mais sobre a vida do mundo espiritual. Eh, nós sabemos o quanto que é que é importante a gente aprender sobre isso. A gente tá vivendo aqui uma passagem muito rápida para quando a gente chegar lá, né? Então o convite do congresso é para que a gente já se pense com mais profundidade, né, com um pouco mais de maturidade nas questões espirituais, de verdade, pensar mesmo, né? Então assim, ó, vai ser uma imersão na vida espiritual. a gente lê um livro em casa, né, e acha bonita as histórias e tudo, mas quando a gente emerge lá, quem foi no Congresso sabe o que que é a 100% da atenção voltada nas reflexões, no aprendizado, nos conhecimentos ali,
vro em casa, né, e acha bonita as histórias e tudo, mas quando a gente emerge lá, quem foi no Congresso sabe o que que é a 100% da atenção voltada nas reflexões, no aprendizado, nos conhecimentos ali, nas informações que vêm e eh ali é um momento único, é um momento que a gente vai tirar, vai ser um retiro pra gente pensar na nosso futuro espiritual. Então é uma beleza que não tem tamanho, né? Vocês têm que ir, gente. Vocês estão no chat aí, ó, vamos escrever, vamos vir paraa Goiânia. Se você tá vendo a gente de Goiânia, vamos lá, gente. Se você não escrever, escreve. Vai ser incrível. E vale vale ressaltar o tanto que o ambiente é maravilhoso, o tanto que nós encontramos e e conhecemos também pessoas. É um momento de confraternização, de fortalecimentos de laços, de pessoas com o mesmo ideal. Eu acho que é um momento riquíssimo onde a gente abastece a nossa vontade, a nossa vida. É, né, pra gente refletir mais. Foi até uma das frases que nós esse ano, né? Vamos rever os amigos, venha rever os amigos, porque realmente tem gente aí que não se vê 10 anos e se encontra no congresso e passa ali aqueles dias lá. Olha, eu posso eu posso te afirmar que tem pessoas que eu só encontro no congresso, todo ano, somente no congresso, Juliana. E é muito bom, muito bom mesmo. Olha a Ktia, a Cátia está dizendo, são muitas reflexões, só agradeço. Walter Costa também está deixando seu boa noite e gratidão. Bom, Julian, eu só tenho agradecer pela noite harmoniosa, pelas reflexões, pelos esclarecimentos de harmonia. Muito obrigada. Olha, o Thiago está lembrando, ó. Muita música boa que eleva o espírito, coral, vida e luz. Sim, Thaago, ótima lembrança. Teremos lá muita música, inclusive a palestra da da abertura, né, Juliano, com Geraldo Campete. Sim, será lítero musical. Estão todos convidados. Muito obrigada mais uma vez, Juliano. Você quer deixar suas considerações ainda? Tá bem. Eu só tem gratidão, só gratidão. É só um obrigado a todos aí, sabe? É para mim um momento muito bonito esse também, assim
gada mais uma vez, Juliano. Você quer deixar suas considerações ainda? Tá bem. Eu só tem gratidão, só gratidão. É só um obrigado a todos aí, sabe? É para mim um momento muito bonito esse também, assim como para vocês, porque quem é que não gosta de um culto, né, em casa? Quem é que não gosta de momento de oração, no momento de de encontrar Jesus, falar sobre essas lições, né? É, para mim foi um lucro muito grande tá aqui, foi trabalho nenhum, né? Eu também agradeço também a lembrança e a oportunidade de poder conversar aqui um pouquinho, né? refletir junto, porque eu também aprendo. Tem reflexões que elas aparecem aqui enquanto a gente tá conversando. Vou contar, vou vou confessar isso aqui, tá? Esse segredo tem reflexão, porque aqui a gente tá num ambiente propício junto dos espíritos, né? Estamos aqui eh sendo inspirados, não é? Então são reflexões aqui que vem à mente, né? A gente se programa para falar uma coisa, chega aqui vem outros desdobramentos, né? E aí eh tem tem outros assuntos que surgem. Aí eu fico assim: "No que legal". Isso aí, anoto. Aí quando eu vou dar palestra em outro lugar, eu já trago uma reflexão daqui, já vai para lá. E aqui nós todos nós fazemos, né, uma frase aqui, um pensamento aqui, a gente já leva pra nossa família que tá aqui do lado em casa, né? Então assim, é um momento muito rico, gente. É, é uma cascata de luz, né? Parafraseando aquele livro lá do Luiz C. É cascata de luz. Sim. E o e o evangelho no lar é isso. A gente prepara, mas a gente deixa que a inspiração venha. É muita conversa. surge no momento mesmo e é muito bom e é rico isso também para todos nós. Olha, nós temos aqui mais pessoas deixando, olha, falando que estaria muito bom. Arline disse que assiste eh vocês do trabalho. Muita gratidão por este momento. A Iriran, acho que é esse nome mesmo. Ele tá dizendo muito bom. Eh, a Vanda, nós que agradecemos. do Thaiago. Obrigado, Valcia. Então, nós aqui agradecemos por essa oportunidade. Nós realizamos porque vocês estão aqui
e é esse nome mesmo. Ele tá dizendo muito bom. Eh, a Vanda, nós que agradecemos. do Thaiago. Obrigado, Valcia. Então, nós aqui agradecemos por essa oportunidade. Nós realizamos porque vocês estão aqui conosco, porque a proposta do evangelho no lar é para levar mesmo o acolhimento, o consolo, o amparo, o esclarecimento, a orientação para todos os corações. É a mensagem de Jesus. E nós aqui aprendemos muito mais com isso. Nós então vamos encerrando o nosso evangelho no lar, já deixando o nosso convite para estarem conosco na próxima semana. Continuaremos com o nosso evangelho eu peço para o Matan colocar pra gente a poesia que foi escrita especialmente para esse momento. Fiquem com Deus. Beijo no coração de todos. Muita paz e luz a todas as famílias. a su especialmente, Juliano. Obrigado. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.
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