Evangelho no Lar • 06/07/2025

Mansão do Caminho 07/07/2025 (há 8 meses) 55:40 2,912 visualizações

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo

Transcrição

Olá, sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online. Hoje é dia 6 de julho de 2025, tá um frio danado aqui em Curitiba. Sorte que nós temos a Fátima, que está lá em Maringá, trazendo um pouquinho de calor pra gente aqui para o nosso evangelho. Bem que diz que tá frio por aí também, né, Fátima? tem feito frio em todo o nosso Brasil, aqui no Sul, pelo menos. Uma alegria muito grande nós estarmos aqui nesta noite que vocês verão que é uma noite especial. Todas são, mas hoje o tema ele é um tema que particularmente a mim sensibiliza muito. Tenho certeza que também ao nosso público, a todos que estão nos ouvindo. Queremos dar boa noite a todos vocês do canal SEC, também da TV Mansão do Caminho, que hoje aos domingos estão conectados com a gente. Temos outros parceiros de transmissão, a Web Rádio Fraternidade, a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas. Então, ainda nesse domingo à noite ou durante a semana, muita gente escutando, ouvindo estas reflexões tão importantes que fazem tão bem pra gente, né, que a gente faz aqui no Evangelho no Lar Online. Eh, eu dizia que hoje era um dia especial, não é? Porque mais uma vez a gente tem com muita alegria, nós estamos recebendo aqui integrantes de um programa chamado Sim a Vida, especialmente a Fátima Sato, porque a Fátima, eu preciso dizer que ela já tá tão identificada com o programa Sim a vida, que ela é muito conhecida assim, sabe? A Fátima, a Fátima do Sim vida. Todo mundo virou sobrenome, não é Fátima? Virou sobrenome, mas é do Lar, Preservação da Vida. é uma organização que, sem fins lucrativos, fundada desde 1987, com a finalidade de acolher gestantes de qualquer idade e procedência que, diante de uma gravidez inesperada ou em situação de vulnerabilidade e risco social, visando evitar o pior, o lar preservação da vida oferece condições dignas à mãe na gestação e após o nascimento do filho. Histórias maravilhosas de vidas que são salvas e que salvam vidas depois de chegarem porque dão sentido à vida.

ervação da vida oferece condições dignas à mãe na gestação e após o nascimento do filho. Histórias maravilhosas de vidas que são salvas e que salvam vidas depois de chegarem porque dão sentido à vida. ess trabalho belíssimo realizado pelo lar preservação da vida, pela Fátima e pela sua equipe. Hoje, além da Fátima, Ines também, aliás, a própria Fátima dizia, todos nós de alguma forma já fazemos parte, né, do Sim à vida, mas eu gostaria de iniciar cumprimentando você, Fátima. Boa noite. Seja bem-vinda aqui mais uma vez ao nosso evangelho no Lar. Boa noite, Adriana. Boa noite, Mariana, Nadia, Inês. É uma grande alegria estarmos de volta aqui para mais evangelho no lar online, né, do Seig. Muito obrigada pelo convite. Nós é que agradecemos. Ine você já é de casa, nossa espírituber aqui por muitos anos, eh, enfim, trabalhadora do Centro Espírita Hilde Fonso Correia, mas também do programa Sim Vida. Seja muito bem-vinda, querida. Obrigada, Adriano. Uma alegria estar aqui com vocês e muito especial poder estar com a Fátima, com quem eu tenho aprendido tanto, né? Então, boa noite a todos. E muito obrigada. Olha, eu vou dizer a vocês que esse programa vocês já viram que ele é dedicado à vida. Então, a Fátima, ela é mãe da Cris Harumi, do Elton Age e da Beatriz Sayuri, do Harumi, do Elton, da Harumi, do Elton e da Saiuri. Três, né, Fátima? Fora todo o programa Sem Vida, que ela diz que é filho dela também, né? A Inês, a Inês é a mãe da Laís, a mãe do Lucas e a mãe do Thago. E eu tenho mais duas mães com a gente aqui, a Mariana Gasal, trabalhadora lá da nossa casa espírita e a Nádia. A Mariana é a mãe da Maria, mãe da Clara e da Maria. Boa noite, Mariana, seja bem-vinda. Boa noite, Adriano. Boa noite, queridas amigas da telinha, todos que nos escutam nessa noite. Agradeço o convite do Fernando Campos, porque é uma alegria estar aqui com vocês, um privilégio, uma honra. Então, boa noite a todos. Com certeza um evangelho muito lindo nessa noite. E agora a mãe do Luca e do Té, a Nádia.

ernando Campos, porque é uma alegria estar aqui com vocês, um privilégio, uma honra. Então, boa noite a todos. Com certeza um evangelho muito lindo nessa noite. E agora a mãe do Luca e do Té, a Nádia. Tudo bem, Nádia? Olá, boa noite. Também agradeço o convite, principalmente com esse tema tão bonito, né, que toca toca muito o fundo na gente. Isso aí. E agora, só para não depois não brigarem comigo, que do meu lado que vocês não estão vendo, tá a mãe do Leonardo e do Lucas também. Aliás, coincidentemente o mesmo nome dos meus filhos, mas enfim, vamos em frente, né? Eu quero cumprimentar a todos que estão aí nas janelinhas, eh, já registrando as suas presenças. Uma alegria muito grande receber vocês aqui mais uma vez, a Mídia lá de Garibalde. Seja bem-vinda. Também Orielson, no Rio Grande do Norte. Que maravilha. Desejando um bom evangelho. A Juliane de Sarandi, Rio Grande do Sul. Legal, Juliane. Também temos a Fátima, esta de Piracicaba, São Paulo. Muito obrigado pela pela participação. Agripino Abreu de São João da Barra, Rio de Janeiro. E também a Maria Helena de Belo Horizonte, Minas Gerais. Cumprimentando estes poucos nomes, desejamos abraçar e dar boas-vindas a todos. Vamos então ao nosso evangelho, ah, a estas reflexões que iniciamos como sempre com uma prece. Eu vou pedir então a Mariana que conduza os nossos pensamentos na prece de abertura. nosso irmão. É uma grande alegria estarmos aqui nessa noite mais uma vez reunidos com o propósito de falarmos de um tema tão lindo que é a maternidade, a maternidade e Jesus. Você que está sempre ao nosso lado, os nossos anjos guardiões, esses espíritos amigos que tanto nos cuidam e fazem bem para nós, nos guiando, nos orientando nessa nossa caminhada terrena. Agradecemos sempre por estarem ao nosso lado, cuidando de nós, em especial nesse momento dessa noite, onde estemos o nosso coração cheio de alegria, os nossos pensamentos elevados, para que essas reflexões da noite calem fundo nos nossos corações, para que possamos levar

ial nesse momento dessa noite, onde estemos o nosso coração cheio de alegria, os nossos pensamentos elevados, para que essas reflexões da noite calem fundo nos nossos corações, para que possamos levar essas reflexões pro nosso dia a dia, cuidando de nós e de todos ao nosso redor. Jesus, querido amigo, esteja sempre conosco e que possamos sentir a tua presença constante. Muito obrigada. Que tenhamos uma linda noite. Que assim seja. Obrigado, Mariana. O texto de hoje, acho que vale uma referência, ele é um, ele sai deste livro. que se chama A Flores no caminho. É da psicografia de Divaldo Franco pelo espírito Amélia Rodriguez. Traz um texto muito bonito no capítulo 5 que é intitulado Jesus e maternidade. Vocês perceberão que nós fizemos um um um recorte, né? Vamos usar uma parte do texto, mas vocês poderão então depois retornar a esta obra publicada pela editora Leal Flores no caminho para buscar o texto na sua integralidade. OK? Então peço a Nádia que faça leitura para nós. A Flores no Caminho, capítulo 5, Jesus e maternidade. Amélia Rodriguez. Após a estafante jornada das horas passadas, o Rabi afastou-se para uma parte solitária da praia e mergulhou em profundo cismar. Sem que fosse percebida, uma mulher acercou-se de Jesus e, após fazer-se notar por ele, desculpou-se da imprudência de perturbá-lo. Sem mais delongas, o interrogou. Sei que tu vens de Deus e posso perceber-te a grandeza que me fascina e emociona. Tenho sede de amor e me encontro corroída pela vérmina da animalidade. Tenho amado e não logrei a honra de fruir o amor. vida desde há muitos anos em que flui, em que fui dilapidada nos meus sentimentos de mulher. Nega-me o que venho procurando, a paz que parece fugir de mim onde quer que eu me encontre. Que fazer, Senhor, para viver a felicidade? Havia na voz da estranha notas características de melancolia e de sofrimento demorado que as palavras não conseguiam exteriorizar. O mestre relance o olhar transparente pela paisagem aureulada de paz e indagou-lhe por sua vez:

otas características de melancolia e de sofrimento demorado que as palavras não conseguiam exteriorizar. O mestre relance o olhar transparente pela paisagem aureulada de paz e indagou-lhe por sua vez: "Que vez em de redor? Examina a terra, arrebentando-se em flores, frutos e verdor. O rio cantante enriquecendo as margens de vida, o húmos discreto renovando o subsolo e os astros fulgurando ao longe. Tudo a ordem, Mariana, acho que Vamos ver se você voltou, Mariana. Voltei. Voltou, voltou, sim. A Nádia tá valendo. Continua a leitura, Adriano. Eu acho que sim. Então vamos lá. O que parece caos transforma-se em bênção. O que aparenta transtorno se converte em paz, porque em tudo vige a sabedoria do Criador. Não relaciones dores, nem apresentes mágoas. levanta o olhar para cima e avança para o futuro. A criatura, surpreendida pela resposta amorosa, volveu à interrogação: "Compreendo, sim, a grandeza da divina criação. Não obstante dele em que e do meu delito, nasceu-me um filho que, no momento, constituiu-me motivo de inquietação e desespero. Sem permitir-lhe alongar-se, o senhor prosseguiu imperturbável. A mulher é sempre mãe. A relva que cresce sobre os escombros oculta as suas deformidades e disfarça as suas imperfeições, modificando a herma expressão dos destroços. Abençoada pela maternidade, que é sempre dádiva do Pai, honrando a vida, um filho em qualquer circunstância. é uma estrela engastada na carne, com a oportunidade de espalhar claridade pelo caminho. Enquanto houver crianças e mães na Terra, o amor divino estará cantando esperanças para a humanidade. Não há filho do pecado, nem do delito, pois que todos eles são dádivas da vida a vida. Esquece as circunstâncias da chegada do querubim que te bate à porta do sentimento e levanta-te com ele, avançando no rumo do infinito dos astros. Uma imensa serenidade vestia a natureza. A mulher mãe emocionada procurou os olhos de Jesus por entrevisão nublada de lágrimas e fundiu-se na luminosidade que deles fluía. dcida e pura, levantou-se

s. Uma imensa serenidade vestia a natureza. A mulher mãe emocionada procurou os olhos de Jesus por entrevisão nublada de lágrimas e fundiu-se na luminosidade que deles fluía. dcida e pura, levantou-se em discreta reverência e preparou-se para sair. Não saberia dizer se o ouviu falar ou se o escutou na acústica da alma. Vai, filha, e ama. A maternidade é a mais elevada concessão de nosso Pai, demonstrando que o mal jamais triunfará no mundo. Porque enquanto houver um coração, um sentimento maternal na Terra, o amor ateará o fogo purificador e a esperança de felicidade jamais se fanará. No longe do tempo, ecoariam os conceitos do filho de Maria, a mãe por excelência. sustentando a mulher no ministério da maternidade por todo sempre. Obrigado, Mariana. Nádia, tudo bem? Desculpe, a gente colocou. Com certeza. Deu um problema no computador, corri pro celular agora, mas tá tudo certo. Nós vamos então pros comentários desse texto belíssimo, iniciando com a Inês, por favor, Inês. Obrigada, Adriano. Então, eh Amélia Rodrigues constrói eh uma imagem, né, para todos nós, trazendo essa história dessa mulher que recorre a Jesus quando ela se vê. Então, numa situação de dificuldade diante de uma gravidez indesejada. O filho já nasceu, na verdade, né, como ela coloca ali, mas diante de uma situação de maternidade indesejada, vamos pensar assim. E aí a gente eh percebe que esse essa situação que hoje segue eh fazendo parte da vida de tantas mulheres, né? Muitas vezes nós nos vemos numa situação onde a maternidade nos chega de uma forma indesejada, inesperada. Esse é o grande eh palco onde o programa do Sim à vida acontece, né? E essa mulher nessa situação, há 2000 anos atrás recorre a Jesus, que é a nossa primeira reflexão, essa eh a gente recorrer à aquele que nós chamamos de mestre, de modelo, de guia, para nos aconselharmos nos momentos em que nos vemos numa situação de aflição, numa situação de dificuldade, precisando de um aconselhamento, né? Então, essa mulher muito sabiamente tem a oportunidade de

a nos aconselharmos nos momentos em que nos vemos numa situação de aflição, numa situação de dificuldade, precisando de um aconselhamento, né? Então, essa mulher muito sabiamente tem a oportunidade de recorrer a Jesus. E é isso que ela faz, ela o busca. Eh, num momento onde quando quem tiver a oportunidade puder ler a mensagem como um todo, Jesus havia terminado um dia inteiro de de pregações, de milagres. E aí no final do dia essa mulher o busca para pedir então um um consolo para aquele seu momento de aflição, de tormento. E hoje nós que eh estamos dentro da doutrina espírita, que somos cristãos, o espiritismo como esse cristianismo rede vivo, temos através das nossas orações, uma possibilidade sempre tão presente em nossas vidas de escutarmos Jesus, né? de orarmos e recebermos esse aconselhamento. Então, nesse momento em que a maternidade chega para ela de uma forma indesejada, ela faz o movimento correto, ela busca Jesus para se aconselhar. E muito bonito perceber que ao encontrar Jesus nessa conversa, nesse diálogo com ela, ela já faz um grande movimento que muitas vezes nós não conseguimos fazer ainda nos nossos momentos de aflição. Ela reconhece a sua fragilidade e o seu equívoco. Então, esse primeiro grande passo é um passo extremamente necessário para aquilo que no final ela deseja, né? Porque ela faz a pergunta depois para Jesus: "O que que eu tenho que fazer para viver a felicidade?" E na verdade é isso que todos nós queremos. Nós queremos viver essa felicidade. No entanto, ela dá esse primeiro grande passo, que é se reconhecer num equívoco, na sua fragilidade. Ela coloca ali que delinquiu, né, que conhece a grandiosidade das de Deus, mas que ela delinquiu e desse delito surgiu um filho que tem constituído para ela um motivo de tormento. E essa é uma situação que a gente olhando real há 2000 anos atrás, real hoje, a gente pode pensar que ela é uma situação real nossas vidas como mulher. Muitas vezes, tantas de nós nos percebemos nesta mesma situação, ainda que diferente da nossa

l há 2000 anos atrás, real hoje, a gente pode pensar que ela é uma situação real nossas vidas como mulher. Muitas vezes, tantas de nós nos percebemos nesta mesma situação, ainda que diferente da nossa personagem, mas a gente se percebe diante dessa situação onde um filho não vem da forma como nós imaginamos, né? E esse reconhecimento dessa eh fragilidade é o primeiro passo, não só nessa situação, porque essa mulher ela pode ilustrar qualquer um de nós em qualquer momento onde nós nos equivocamos, é o primeiro passo para nos reerguermos, como a gente tem ali na na obra Céu e Inferno, onde Kardec traz aquele Código Penal da Vida Futura. E existem ali três passos pra gente se erguer após uma um equívoco. O primeiro é o arrependimento, depois a expiação, depois a reparação. Então, quando eu reconheço que eu falhei, eu preciso trilhar esse caminho até eu estar pronto, né? Até eu estar pronta para ir eh viver essa felicidade, que é o que no final todos nós queremos. Mas como a gente se equivoca, muitas vezes a gente precisa entender que é necessário fazer esse processo, cumprir essas três etapas. E então quando ela faz esse movimento de reconhecer a sua fragilidade e ela finaliza perguntando para Jesus, né, porque ela fala que fazer, Senhor, para viver a felicidade, é isso que ela quer. Ela reconhece que eh eh é isso que ela deseja. Ela pergunta pra pessoa certa, para Jesus. E aí é tão interessante que o que Jesus faz, ele convida a mulher a observar o entorno, a observar a natureza. Ele chama a atenção dela paraas flores, pro rio, pra mata. Então, nesse movimento, eh, de observar a natureza, Jesus diz para ela que em tudo há uma ordem. E aí a gente se lembra ali no livro dos espíritos, ah, onde Kardec fala sobre a primeira lei, né, da terceira parte das leis morais, onde ele fala da lei natural. E Kardec traz, então, que a lei natural é a lei de Deus. O que acontece na natureza é a lei de Deus. E ali é dito que a felicidade ela eh sempre que a gente se afasta dessa lei de Deus, que a

natural. E Kardec traz, então, que a lei natural é a lei de Deus. O que acontece na natureza é a lei de Deus. E ali é dito que a felicidade ela eh sempre que a gente se afasta dessa lei de Deus, que a gente se distancia dela, a gente se distancia da nossa felicidade, que a felicidade do homem, ela está sempre presente nisso que é a lei natural, que é a lei de Deus, né? Então, esse convite a Jesus para que ela observe a natureza que cerca ela é um convite para observar como que em tudo no mundo há uma ordem e há uma submissão à vontade de Deus. Porque quando a gente fala sobre felicidade também, ah, em diferentes momentos na doutrina espírita, nas obras básicas, em outras obras como referências, a gente tem esse conceito de felicidade ligado muito à questão do dever, né? Naquele romance eh renúncia, que é um romance de Emanuel ditado ao Chico, a personagem principal, ela tem uma frase que me marcou muito quando eu li esse romance. Ela fala, a felicidade tem base no dever cumprido. Então, nós queremos tanto esse estado de felicidade genuína. No entanto, isso está assentado sobre o dever, está assentado sobre o nosso cumprimento às as leis de Deus. E a Emânuel novamente, que no livro eh Pensamento e Vida traz um conceito de dever como sendo uma submissão nossa à sabedoria divina. as leis de Deus. Então, diante de uma situação dessa, agora trazendo de novo pro contexto em que a gente conversa, né, sobre a questão da maternidade de uma mulher que se vê eh grávida numa situação indesejada, inesperada e busca a felicidade, fica a pergunta, né, eh, qual é o dever, qual é a submissão às leis de Deus, à vontade de Deus que nos cabe num momento como esse? como que nós vamos encontrar a felicidade nesse momento, né? Qual é o qual é a escolha mais acertada a ser feita? E Jesus ainda lembra ela, como a gente também dentro da doutrina espírita tem isso como uma grande verdade e consolo que nada acontece que não esteja de acordo com a sabedoria do criador, né? Então, no texto, quando

embra ela, como a gente também dentro da doutrina espírita tem isso como uma grande verdade e consolo que nada acontece que não esteja de acordo com a sabedoria do criador, né? Então, no texto, quando Amélia Rodrigues escreve assim: "O que parece caos transforma-se em bênção. O que aparenta transtorno se converte em paz, porque em tudo vige a sabedoria do Criador." Então, num momento onde a gente se vê numa situação em que a gente não gostaria de se submeter, né? Eh, mas isso é tão de acordo com as leis naturais, com as leis de Deus. É o momento de a gente resgatar essa compreensão que a doutrina traz para nós de forma tão clara. Em tudo vige a sabedoria do criador. Então, se eu acredito nesse Deus, nesse criador que é soberanamente justo e bom, eu preciso partir do princípio que o que está posto, que o que acontece, há nisso algo para o bem, para o meu melhor, né? E aí a gente entra numa numa grande eh reflexão em torno das dificuldades que nos acometem, dos problemas que nos chegam, das situações muitas vezes indesejadas que que chegam até nós. Como a gente eh vivencia isso, né? Tem uma frase do Chico que é sempre muito lembrada por todos nós, onde ele diz que eu não posso voltar atrás e fazer um novo começo, mas eu posso começar agora e fazer um novo fim. Então, dentro dessa situação em que essa mulher se vê ali numa maternidade e muitas vezes nós nos vemos nessa situação, seja em relação à maternidade, paternidade ou em outras grandes circunstâncias da nossa vida. Eh, nesse eh a doutrina espírita ela traz essa reflexão para nós, né, que nos fortalece, nos fortalece para vivenciarmos nessa atitude, como Emmanuel coloca, de uma submissão às leis de Deus. Ele usa um outro termo que é muito bonito, humildade ativa. Então, eu tenho a humildade de reconhecer que aquilo é pro meu bem, mas eu sou ativo, eu realizo. Eu não fico numa postura de de autopiedade ou de nação, né? Então, começando a reflexão aqui, eh, e passando a palavra para Fátima, eh, entendendo que a essa mulher que tá

as eu sou ativo, eu realizo. Eu não fico numa postura de de autopiedade ou de nação, né? Então, começando a reflexão aqui, eh, e passando a palavra para Fátima, eh, entendendo que a essa mulher que tá diante dessa situação, muitas vezes somos tantas de nós em outras circunstâncias da nossa vida, né? Mas em especial, como a Fátima vai trazer para vocês, e a gente sempre gosta de falar, né, Fátima, é a valorização dessa maternidade que é algo tão tão sublime. Boa noite, mais uma vez boa noite a todos que estão nos assistindo. Dando continuidade, então, que a Inês também trouxe para nós. Eh, Jesus, continuando ali a sua fala, ele diz, né, que a mulher é sempre mãe. É uma frase linda, porque ele traz, né, a ele mostra, ele nos faz lembrar do papel da mulher. E a gente sabe que toda mulher tem a potencialidade de exercitar a maternidade, mesmo aquelas que não conseguem gerar, como foi o caso de Maria de Magdala, quando ela se vê naquela situação de se reconhecer também reconhecendo as eh as suas fragilidades morais e que chega em Jesus e ali fala tudo para ele do que estava acontecendo, de como era sua vida e que ela queria mudar, porque ela também tinha sede de amor, ela também buscava a felicidade. Só que muitas vezes a gente vai buscar a felicidade em coisas, em lugares, em situações equivocadas, mas é a nossa busca. Então, na verdade, a gente não precisa passar por essa situação de de buscar a felicidade em lugar errado, né, ou eh errar para aprender, né? a gente pode, eh, como Inês trouxe aqui, eh, com todo o conhecimento espírita que a gente tem, a gente pode usar todo esse conhecimento para entender as nossas fragilidades, entender as marcas que nós trazemos dentro de nós. E não, aqui eu não posso pisar que eu tenho essa fragilidade. Aqui eu não posso caminhar porque eu tenho essa fragilidade. Então, a gente pode aprender com as instruções, mas em acontecendo o equívoco, eu posso aprender com ele. Eu posso recomeçar agora. Então, Maria de Magdala quando chega a Jesus e fala, né, tudo aquilo

Então, a gente pode aprender com as instruções, mas em acontecendo o equívoco, eu posso aprender com ele. Eu posso recomeçar agora. Então, Maria de Magdala quando chega a Jesus e fala, né, tudo aquilo que tá dentro dela, ele a convida para ser mãe. Ela fala: "Mas, Senhor, desgraçada de mim, que não posso ser mãe?" E ele fala: "Mas você pode ser mãe dos filhos do Calvário, dos filhos sem mãe, das mães sem filhos." E ela com aquela mensagem, ela fica assim tão emocionada. Porque Jesus a convidou para ser mãe, deu um deu dignidade para aquela mulher, porque a maternidade é isso, ela dá dignidade. E ele diz ainda, né, na mensagem, a relva que cresce sobre os escombros oculta as suas deformidades e disfarça as suas imperfeições, modificando a herma expressão dos destroços. Então, a maternidade está acima quando ela compreende, né? Ela sabe que ela pode cumprir aquele papel de mãe recebendo aquele filho que veio num momento inesperado, até indesejado, mas que ela pode crescer com ele, porque esse é o convite que Jesus traz, ela está acima porque, como diz Jesus, o amor cobre multidão de pecados. Então, a partir daquele momento, quando ele diz a Maria de Magdala, né, a partir daquele momento, a maternidade fica acima porque ela recebe o filho de Deus e ela vai amar aquele filho e ela vai conduzir aquele filho para Deus. Então, é uma mensagem muito linda essa. E eu me lembro muito de, são tantos casos parecidos, mas um que nos chama atenção de uma mãe que estava assim nas mesmas condições, situação que essa jovem mulher. Ela já um pouco mais madura, já com a sua vida profissional estabilizada, mas ela não queria ter filhos. E e nessa situação de não querer ter filhos, ela também acabou aceitando os convites do mundo da ilusão, buscando a felicidade em lugares equivocados, em coisas equivocadas, em situações equivocadas. E aí ela acaba se envolvendo com vários homens. E veio a gravidez. O desespero foi tamanho que ela foi em busca, né, de algo que pudesse tirar aquela criança de

equivocadas, em situações equivocadas. E aí ela acaba se envolvendo com vários homens. E veio a gravidez. O desespero foi tamanho que ela foi em busca, né, de algo que pudesse tirar aquela criança de dentro dela, porque ela não se via como mãe. Mas Jesus diz, a mulher é sempre mãe, mesmo em situações equivocadas. Quando ela, nós conversamos e a gente sabe que nesse momento há um envolvimento espiritual muito grande quando a gente tá conversando com a mãe para que ela desista de eliminar aquela criança. Ela desistiu, seu filho nasceu, é o grande amor de sua vida, a sua vida se transformou. Então, olha bem, ela estava no caminho equivocado. Deus deu de presente um rumo novo para ela seguir, que foi o filho. Porque o filho ele faz isso dentro de nós. Ele faz com que a gente tenha o desejo de se tornar uma pessoa melhor, de mudar runa vida. E ela mesma diz: "Eu mudei porque eu precisei mudar. Eu não estava feliz. Eu estava buscando a felicidade em coisas que não eram reais e o filho me trouxe essa felicidade. Então ela se alinhou, voltou pro caminho de Deus, começou a estudar doutrina espírita e deu um novo horizonte para ela, uma nova forma de ver a vida. Voltou, voltou, porque é assim, né? A relva que cresce sobre os escombros, né? ulta suas deformidades. Então, a partir daquele momento, ela era a mãe daquela criança, a mulher mãe. E isso é muito bonito. Outro trecho também que ele traz para nós é que não há filho do pecado e nem do delito, pois que todos são dádivas da vida a vida. Então isso é muito importante pra gente, porque hoje nós estamos vendo eh infelizmente o bebê no ventre sendo desvalorizado. Então, por mais que tenha sido difícil uma gestação, uma circunstância, que a gente sabe que existe tantas eh circunstâncias em que vem uma gravidez, né? A mulher que foi violentada, por exemplo, ela precisa de ajuda, de amparo, tanto quanto o bebê que está no seu ventre. Mesmo nessa circunstância, o bebê que tá ali, ele não é fruto do delito de um pecado. Ele não é fruto de

tada, por exemplo, ela precisa de ajuda, de amparo, tanto quanto o bebê que está no seu ventre. Mesmo nessa circunstância, o bebê que tá ali, ele não é fruto do delito de um pecado. Ele não é fruto de uma violência, de um estúpriro. é um filho. Ali nós temos uma mãe e um filho. Se a gente não aceitar eh que aquele filho é um filho de Deus, nós estamos dizendo que Deus errou. Porque se Deus permitiu que aquela criança viesse habitar aquele ventre, é porque tem uma razão. E a razão é sempre para o nosso bem, para o nosso crescimento. Porque o quanto a gente não cresce com a maternidade, né, com a paternidade, o quanto há de crescimento. Então, é muito importante a gente avaliar tudo isso e fazer algumas reflexões. Por exemplo, hoje nós estamos vivenciando um momento crítico na história do planeta. Nós estamos desrespeitando uma lei muito importante, que é a lei de reprodução. Hoje, muitos países estão vivendo eh o tormento de de ver um decréscimo muito grande de nascimento. Então, tem muitos idosos e pouco e poucas crianças. Isso já é real em muitos países. No Brasil, pelo pelo senso que teve, pelo pesquisa do IBGE, já diminuiu muito o número de nascimentos no Brasil. Então, chegou um momento que a gente precisa avaliar, porque hoje nós temos a questão, né, daqueles que querem eliminar a vida. Nós temos a questão de mulheres que nem querem ter filhos. Algumas já agora com a lei da laqueadura, algumas já fazem a laqueadura já muito novinha na idade em que é permitido já fazem. E nós temos aqueles casais que não querem ter filhos porque não quer passar por sofrimento, não quer passar por dores, por sacrifício. Isso a gente vê no nosso, no trabalho que a gente realiza com pessoas amigas que estão à nossa volta, que tem parentes, parente do parente, que fala que não quer ter filhos por por essas razões e não tem justificativa. Então, e a lei da de reprodução que é tão importante, tem uma questão no livro dos espíritos que diz, né, que se não houvesse a reprodução, o mundo material

r por essas razões e não tem justificativa. Então, e a lei da de reprodução que é tão importante, tem uma questão no livro dos espíritos que diz, né, que se não houvesse a reprodução, o mundo material pereceria. Então, se nós estamos aqui hoje, é porque um homem, uma mulher cumprir o seu papel na lei de reprodução. Então, é preciso que a gente também tenha esse olhar, que a gente passe a pare para pensar, né, qual que é o meu papel diante da vida, o papel da mulher, né, do homem, porque, né, a gente sabe que para ter mãe precisa ter pai, mas qual que é o nosso papel? Porque a mensagem é muito clara com relação ao papel da mulher. Eh, na mensagem diz que a maternidade é uma concessão divina, é uma concessão para nós, para o crescimento da sociedade, do mundo, do planeta e para o nosso crescimento pessoal. Então nós devemos abraçar essa oportunidade. Nós tivemos um outro caso, gente, são tantos, mas assim, a gente vai tá, a gente vai lembrando e vai narrando. Um caso em que eh uma mulher casada, ela já estava assim eh em plena atividade profissional. Ela era tinha a profissão de, nossa, esqueci a profissão dela, jornalista. Ela era estava, né, já eh trabalhando na sua profissão, muito bem casada, segundo ela, uma estabilidade financeira boa e veio a segunda gestação. E isso mexeu muito com ela, porque no seu pensamento, na sua forma de pensar, aquela criança que ela tinha, aquele filho, já era suficiente para ser feliz. Eu já tenho amor da minha vida, eu não preciso mais. Como que pode? Eu tenho que dividir esse amor com a outra, com outro filho. Isso não cabe. Ela não conseguia imaginar que o amor se multiplica e não divide, né? Foi em busca de algo para eliminar aquela criança e foi quando nos encontrou. Claro que o problema dela não era financeiro, como acontece com muitos que a gente atende, muitos. E nós conversamos longamente. Ela estava naquele momento em que a gente pensa, né, quando a gente se afasta de Deus, quantas coisas a gente vai assimilando que não é real. Aquela

gente atende, muitos. E nós conversamos longamente. Ela estava naquele momento em que a gente pensa, né, quando a gente se afasta de Deus, quantas coisas a gente vai assimilando que não é real. Aquela busca da felicidade que é irreal. E ela tava buscando nas coisas, na vida material. E ela então quando a gente conversou, ela então começa a refletir e ela vê que ela pode dar uma chance para ela mesmo e para aquela criança. Faz o traçom e para surpresa uma menininha linda, já de 5 meses de gestação. E naquele mesmo instante ela se se apaixona por aquela criaturinha que estava ali, conversa com o esposo, conta para ele que ela afinal estava gráuda, porque até então ele não sabia. E ali mesmo eles comemoram a vinda daquela criança na maior felicidade. Essa criança faz um movimento muito importante na vida dela, porque ela retoma o caminho de Deus também, porque tava afastada. estava buscando essa felicidade em coisas que não são reais, nas ilusões da vida, nesses convite que a gente recebe por aí. E se a gente não se cuidar, a gente cai. Então ela abraçou essa maternidade, sua filhinha nasceu e foi um amor tão grande que ela disse que não consegue imaginar que um dia ela pensou em retirar aquela criança de tão grande é um amor por ela. E ela ama os dois. Ela conseguiu amar os dois. Ela disse que parecia ser impossível. Conseguiu amar os dois. Então são tudo isso que a gente presencia e vendo essas mensagens lindas, né? Jesus nos convidando para que para que possamos exercer a maternidade com amor. E nós temos uma outra situação ainda, casos em que já não tem mais jeito, já abortou. E agora o que fazer? também não tá esquecida de Deus, continua sendo filhas amadas de Deus. Isso é muito importante. Eu posso recomeçar sim, não esperar a vida seguinte para eu recomeçar. Eu posso começar agora. Tanto trabalho no mundo para se fazer, tanta criança precisando de mãe, tanta mãe precisando de criança, tantas famílias necessitadas, tantas causas do bem que a gente possa que a gente pode

ar agora. Tanto trabalho no mundo para se fazer, tanta criança precisando de mãe, tanta mãe precisando de criança, tantas famílias necessitadas, tantas causas do bem que a gente possa que a gente pode trabalhar, mesmo que dentro desse processo sofrendo algumas consequências que é natural, né? Não tem um ato equivocado que a gente começa cometa contra as leis de Deus que a gente não vai sofrer as consequências. Só que eu posso passar por isso de outra forma. sendo feliz, agradecendo pela oportunidade de ressarcir essa dívida com Deus. Então, é por isso que existe o trabalho do Sim, a vida. É por isso que nós estamos aqui, é por isso que somos uma família, né? Trazendo essa mensagem tão importante para todos nós que somos todos necessitados desse amor de Jesus. Obrigada, Inês. Eu vou vou te dar a palavra para você, se quiser, fazer algum comentário final. Só queria dizer uma coisa que a mim ficou muito muito evidente toda vez que a gente convida a Fátima para vir aqui, né? é que há muita amorosidade. Eu acho que vocês que estão nos ouvindo, eh, que tem essa possibilidade de de alguma forma nas instituições a que estão vinculados, eh, divulgarem a existência de instituições como essa, o lar preservação da vida. esse trabalho que hoje se alastra não apenas pelo Brasil, como pelo mundo afora. Busque conhecer, busque conhecer esse trabalho, porque não, a distância não é um problema, existem soluções para tudo. E vivemos hoje, como lembrou a Fátima, uma verdadeira campanha. são ideias que vão sendo incutidas, colocadas, defendidas, às vezes de forma subliminar, às vezes de forma muito objetiva, eh, que nos agridem. É impressionante como eh existem técnicas que vão transformando aquilo que é um absurdo em algo aceitável e quase normal. Então, quando a gente desce, mergulha um pouquinho para entender a gravidade do tema, nós vamos percebendo eh como os países vão sendo envolvidos, vão se deixando levar e quando se vê quando se vê leis vão sendo aprovadas e as coisas fogem completamente ao

entender a gravidade do tema, nós vamos percebendo eh como os países vão sendo envolvidos, vão se deixando levar e quando se vê quando se vê leis vão sendo aprovadas e as coisas fogem completamente ao controle. Há há muita muitas ideias que são apresentadas que são verdadeiras falácias, eh, hum, e que, mas que envolvem, porque pessoas muito habilidosas se utiliza. No Brasil temse se transformou talvez eh num dos poucos países grandiosos, como é o nosso país, ainda com algumas barreiras. Percebemos, sim, com muita dor várias derrotas na caminhada, mas ainda conseguimos ter essa visão que e se deve muito aos cristãos, né? todos nós que precisamos ser relembrados do que que as nossas doutrinas cristãs nos ensinam a acreditar, a viver, enfim, a ensinar, a defender. Isso é fundamental para que não sejamos manipulados e vamos perdendo aos poucos ah essa batalha. Inês, eh, acabei falando um pouco demais, mas olha, agora é com você. É, não, na verdade eu até não. A única coisa que você falou da amorosidade que a Fátima sempre traz, né, Adriano? E hoje eu tenho tido oportunidade de acompanhar de perto esse trabalho do Sim a vida e do lar, que é um trabalho de muita amorosidade. E aí a gente começa a perceber que a mulher que está numa situação de desespero diante de uma gravidez, quando ela recebe a opção do amor, normalmente ela escolhe esse caminho. E aí acontece isso que vocês ouviram a Fátima falando, uma transformação, é um um resgate mesmo de uma alma que tava em sofrimento. E é muito bonito porque ela tem muitos relatos. Quanto mais a gente ouve, mais a gente quer conhecer essas histórias. Mas eu penso que nós que temos essa clareza que a doutrina espírita traz para nós em relação à verdadeira vida, né, em relação a Deus e a esse eh a forma como nós, como espíritos, crescemos e evoluímos, nós não podemos eh permitir que esses conceitos equivocados que o Adriano trouxe em relação à temática do aborto ganhem espaço dentro de nós. E quando Jesus traz que o maior mandamento é amar a

uímos, nós não podemos eh permitir que esses conceitos equivocados que o Adriano trouxe em relação à temática do aborto ganhem espaço dentro de nós. E quando Jesus traz que o maior mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo, é como a si mesmo, se estamos grávidas, o nosso próximo, mais próximo, como a Fátima sempre diz, é o nosso bebê. E quando a gente ama Deus, a gente ama a sua criação. A gente ama o nosso corpo de mulher que foi criado por Deus e que está gestando uma criança. Então esse trabalho de amorosidade eh existe, né? Sim, a vida é um exemplo dele e talvez e existem outros e tem outras, né, Fátima religiões, Fátima conhece melhor. E é nesse caminho que a gente precisa ir para que a gente trabalhe pela vida dos nossos irmãos no nosso planeta. Isso. Tá bom, gente. Olha, Fátima, já fica o convite aqui pro seu retorno em breve. que a gente vai agendar, porque é sempre importante ah conversarmos e desejamos ser assim esses esse ponto de reflexão, né, e de e de ou quase um contraponto hoje numa na nossa sociedade, sobretudo fora do nosso meio, a gente a gente vê, mas até no nosso meio a gente tem tido dúvidas e dificuldades que dirá eh no mundo aí fora tão agitado. Vamos então orar. Eu pergunto, Nádia, você gostaria de fazer a prece para nós? Vamos lá. Posso fazer sim. Então, depois do vídeo você liga o microfone aí, tá bom? OK. Querido amigo Jesus, te agradecemos, Senhor, por essa oportunidade de ouvir essa mensagem tão linda em prol do amor, que ele se mantenha vivo, Senhor. que possamos fazer com que ele se multiplique, que essa mensagem toque fundo a muitas pessoas. que possamos também, Senhor, fazer a nossa parte, que possamos transmitir também a sua mensagem tão especial e que pode transformar vidas. Te agradecemos pelas palavras da Fátima, da Inês. Te agradecemos por essa noite e que possamos seguir, Senhor, ao longo dessa semana com essa energia de paz e que possamos fazer a nossa parte. Muito obrigada. E que assim seja. Então, obrigado, obrigado por vocês

os por essa noite e que possamos seguir, Senhor, ao longo dessa semana com essa energia de paz e que possamos fazer a nossa parte. Muito obrigada. E que assim seja. Então, obrigado, obrigado por vocês terem vindo. Vou começar aqui só pra gente dar um tchauzinho, né, com a Mariana. Obrigado, Mariana, pela sua presença. Ai, Adriana, eu que agradeço. Fiquei bem emocionada com a mensagem de hoje. Foi muito bom estar com vocês. Obrigada, Fátima Inês. Só tenho agradecer. Obrigada, Naddia. Obrigado, viu? Depois do transtorno deu tudo certo aí. É verdade. Desculpa aí pelo transtorno, mas estamos aqui. E muito obrigada pela oportunidade. Boa noite a todos. Legal. Ó, a Fátima Humberto colocou uma mensagem assim, né? A humanidade toda deveria estar aqui conosco, ouvindo o nosso evangelho de hoje. Gratidão. Que Deus continue a abençoar esse maravilhoso trabalho do Sim à vida. Humberto é um amigo nosso lá da nossa casa espírita. Obrigado, Humberto. É isso mesmo. É um trabalhador do Senhor Vida também. Olha aí. É, ô Adriano, a nossa gratidão, né? É sempre assim, a gente só tem agradecer mesmo a Deus, né? pelas oportunidades que nos são ofertadas, agradecer a todos vocês, né, que são parceiros desse trabalho. E eu gostaria sim de deixar um telefone de plantão que a gente tem, caso alguém que esteja nos assistindo às vezes queira falar alguma coisa, enfim, o que o que tiver, né, precisando, o que tiver lá no coração desejando falar, expor, né? Nós temos um telefone de plantão que é o 449 99370869. Muito bom. Karina tá digitando aqui. Acho que ela já vai colocar na tela ali e no chat também pra gente não esquecer, né, Karina? Ela já digitaquanto isso, Inês. Olha aí, ó. Veja se tá certo. 449 99370869. É isto? Isso mesmo, Adriana. Obrigada. Então tá aí. Vai pro chat. Inês. Obrigado, querida. Obrigada, gente. Obrigada a todos vocês. Foi muito especial. Obrigada, Fátima, Nádia, Mari, Adriano, Karina, Fernando, todo mundo. Então vamos lá, meus queridos, minhas queridas amigas, meus irmãos. Quero

gada, gente. Obrigada a todos vocês. Foi muito especial. Obrigada, Fátima, Nádia, Mari, Adriano, Karina, Fernando, todo mundo. Então vamos lá, meus queridos, minhas queridas amigas, meus irmãos. Quero convidá-los para estarem conosco amanhã, no mesmo horário, 21:50, eh, diariamente. Já está, já estamos nos aproximando do evangelho de número 5.000. É isso. Noival me disse isso esses dias, né? Não, 2000. Perdão, calma, calma, calma. É 2000 é o é o quinto ano eh do Evangelho de número 2000. E aos diariamente, mas também aos domingos, se você não pudesse estar conosco durante a semana, aos domingos, sempre nesse mesmo horário, 21:50. Fiquem com Deus, tenham um excelente final de domingo, uma excelente noite e uma ótima semana. E até breve. Já já a gente se vê de volta, tá bom? Ciao. Ciao.

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