EU SOU BOM - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
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luz [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, aqui presencialmente no Auditório Bezerra de Menezes nessa sexta-feira, acabando a primeira semana útil do mês do ano e começando definitivamente a jornada do ano de 2026. Vamos, quero agradecer também aqueles que estão aqui conectados. que logo cedo já ligaram no seu aparelhinho, estão ouvindo, ouvir a nossa irmã hoje Bárbara Brito, que vem nos dizer que eu sou bom. Eh, ao Vasconcelos, a Tânia, a Daniela, o Riba, a Silvia e a e a Fátima que está aqui com a gente. Saudades, Fátima. Como você está? E vamos ler uma leitura de harmonização desse livrinho Senhor e Mestre Carlos Abarcele, ditado pelo irmão José, item 28, em que ele diz percepções. Quanto possível, não te restrinja as as percepções do mundo. Esculta a vida com as tuas antenas psíquicas. Permite-te emocionar ao ver uma flor que desabrocha ou contemplar a beleza do crepúsculo. Usa o cérebro sem marginalizar, porém o coração. Introa-te para em seguida projetar-te no que te pareça vazio. Não te limites aos que vem vês, ao que ouves, ao que te tateias. É pelos poros da alma que te que respira no universo e observas e absorves absorves a grandeza da criação. Irmão José, percepções são nas coisas simples, né? Vamos fazer a nossa prece, fechar os nossos olhos, agradecer a Deus, pai de infinita bondade, ao nosso mestre amado Jesus, aos queridos amigos espirituais, para que possamos ser gratos pelo bom ânimo de estarmos aqui, por essa oportunidade, que a nossa irmã Bárbara Brito receba as inspirações do alto para trazer a sua mensagem, para nos esclarecer a luz da doutrina espírita em torno do teu evangelho. Ó mestre, assim, agradecemos por esse início de dia e por essa oportunidade, dando graças a Deus e graças a Jesus. Eu peço a todos que verifiquem seus celulares para que estejam no modo silencioso, no modo aonde não possamos ter interrupção na palavra da irmã e na nossa concentração. Boa palestra, minha irmã.
sus. Eu peço a todos que verifiquem seus celulares para que estejam no modo silencioso, no modo aonde não possamos ter interrupção na palavra da irmã e na nossa concentração. Boa palestra, minha irmã. Bom dia. Que horas são, hein? Ali, ó, 8:2. São 8:02 da manhã. E E eu pergunto, né, já amou hoje? já se percebeu amando hoje no início do dia, por um gesto, por um pensamento? Vindo para cá, eu tava justamente eh observando, né, a rua, os acontecimentos. E uma coisa me chamou atenção, tudo que acontece com a gente é efeito de alguma coisa que aconteceu antes ou gera um efeito depois, né? Aí eu tava vindo uma menininha que tava andando, pulando, brincando como uma criança normalmente faz. caiu. Aí a moça que tava com ela, não sei se era mãe, se era eh tia, babá, irmã mais velha, não sei, levantou a criança. Aí a criança levantou, arrumou ali, passou a mãozinha na perninha para tirar terra e continuou seguindo, né? E aí me chama atenção que eh nós sempre precisamos do outro em algum alguma experiência, em algum setor da vida para que a gente consiga se erguer em alguma situação, né? No livro dos espíritos tem uma passagem que chama lei de sociedade, que explica justamente a importância de convivermos uns com os outros, porque a lei da vida se resume na lei do amor e a gente só consegue vivenciar o amor servindo ao próximo. Então, sem o próximo a gente não consegue viver o objetivo da nossa trajetória, da nossa existência. Não é nem só da trajetória, não. O objetivo da nossa existência, né, que é servir, é amar. A gente ainda tá aprendendo como fazer isso, mas é exercitando que a gente desenvolve realmente essa habilidade, né? Nós precisamos uns dos outros, porque Deus criou uma lei de justiça, de amor e de caridade, né? Que vem da bondade, da benevolência, de servir pelo bem, só pelo bem. Então, se eu vou levantar a criança que está no chão, eu vou levantar para ela se levantar só, só para isso. Não é para apresentar uma conta depois ou para que depois ela lembre que eu fiz isso e me
. Então, se eu vou levantar a criança que está no chão, eu vou levantar para ela se levantar só, só para isso. Não é para apresentar uma conta depois ou para que depois ela lembre que eu fiz isso e me ajude quando eu precisar. Não, a benevolência, o bem é a gente levantar por levantar, dar por dar, fazer por fazer, porque o efeito que gera lá já é o suficiente pra gente. Então, se eu vou alimentar alguém, o eu vou me satisfazer quando ele estiver alimentado. Acabou. Acabou. Aí a gente faz uma interpretação errada quando a gente eh estuda, escuta, né? é dando o que se recebe. A gente acha então que ah, tudo que eu tô fazendo pelo outro, uma hora Deus vai me dar o retorno. O retorno é imediato. Na lei de amor, o retorno é imediato. Quando eu faço pelo outro, esse fazer já me satisfaz. O objetivo alcançado já me satisfaz. Então, a proposta é que eu me sinta bem no ato de fazer. Naturalmente, quanto mais a gente age no amor, mais a gente se integra com a lei de amor. Isso significa que nós estamos crescendo moralmente. E quanto mais eu me desenvolvo moralmente, mais eu amo naturalmente. E quanto mais eu amo naturalmente, mais eu sinto essa satisfação e esse bem-estar em fazer o bem. Por isso que naturalmente à medida que eu for evoluindo, eu vou conhecendo cada vez mais o tal reino de Deus, que é justamente esse estado de bem-estar pelo amor, através do amor. Eu perguntei se vocês já amaram hoje, porque nós fomos criados pelo amor supremo, que é o Pai. Embora sejamos imperfeitos, temos a natureza do amor em nós, da capacidade de amar, de sentir, de desejar o bem, de fazer o bem. Mesmo que eu tenha minhas imperfeições em trabalho, em aprimoramento, mesmo que eu tenha minhas ignorâncias que me levam sim a atitudes equivocadas, eu também tenho a capacidade de amar. E o amor não precisa ser materializada em grandes feitos. Ele é simples. É um desejo que você tem do bem-estar do outro. Quando você deseja o bem-estar do outro, quando você lembra de alguém, quando você tem uma gratidão a Deus, nós
lizada em grandes feitos. Ele é simples. É um desejo que você tem do bem-estar do outro. Quando você deseja o bem-estar do outro, quando você lembra de alguém, quando você tem uma gratidão a Deus, nós podemos acordar e já refletir sobre os benefícios que estamos tendo hoje, sobre o que desejamos para construir algo melhor em nós, no mundo, no próximo. Nós já estamos vivenciando a experiência da dessa integração com o amor, porque a gratidão é um amor, é uma aceitação, é um abraço, né? Eu abraço aquilo que eu recebo. É um ato de amor. Aí eu lembro do que vai acontecer no dia e vem as pessoas envolvidas em minha mente e eu posso desejar a elas o melhor, desejar a mim também o melhor para que eu consiga honrar com as minhas tarefas do dia. Isso é um ato de amor. Se eu convivo com a família, ao cruzar com essas pessoas no meu lar, como que eu estou me relacionando com elas às 6 horas da manhã, às 7 horas da manhã? Eu estou sendo caridoso? Eu estou oferecendo algo de mim ou eu estou só usufruindo? Precisamos nos atentar a isso, porque a proposta da vida é amar. Eis a necessidade da vigilância. Eu estou amando. Eu amei nesses últimos 5 minutos. É o tempo todo. Eu fico imaginando como como será que vai ser quando formos como Jesus. Já pensou nisso? Quando você for como Jesus, quando tiver a grandeza de Jesus, a maturidade de Jesus, aquela aquela beleza espiritual que Jesus já alcançou, quando você for essa maturidade, o que você estaria fazendo agora? Servindo, amando. Nesse exato momento, estamos acompanhados de espíritos que já aprenderam a amar. Eles estão aqui ao nosso redor, trouxeram a própria luz que ilumina esse ambiente aqui nesse auditório em que estamos presencialmente e aí no seu lar, no seu trabalho, no seu carro, onde quer que você esteja para pros que estão assistindo online, porque Deus está presente em todo o universo e a comunicação de Deus vibra em nós, em qualquer lugar, através do fluido cósmico universal que preenche todo o universo. Então, quando paramos para elevar nossos
eus está presente em todo o universo e a comunicação de Deus vibra em nós, em qualquer lugar, através do fluido cósmico universal que preenche todo o universo. Então, quando paramos para elevar nossos pensamentos a reflexões edificantes como essa que estamos tendo agora, abrimos as portas para perceber essa luminosidade, essa amorosidade dos irmãos que estão em nossa volta. É um momento de fraternidade em que somente o amor conversa com a gente. A espiritualidade está mexendo no nosso perespírito, dissipando aquelas energias que nos atrapalham, as energias que por vezes nem são nossas, que a gente absorveu nas interações uns com os outros. E eles vão fortalecendo nossos centros de força com energias elevadas. Mas para que essas energias elevadas? Para que faça vibrar o que verdadeiramente somos, a luz, o amor. Porque somos derivados da luz e do amor. Para que a gente lembre da nossa origem. Olha que leitura providencial hoje na introdução, nos orientando, nos direcionando a não nos deixarmos distrair pelas aparências, pelo que a gente vê. Porque o que a gente está vendo são exercícios o tempo todo. A menina cair e aquela mulher erguer é um exercício. É a vida chamando aquela moça para o amor, para a generosidade. Tudo que estamos vendo, tanto o bem nas atitudes das pessoas, quanto o mal nas atitudes das pessoas, é a vida, é o pai, é a providência divina. chamando a todos nós para exercitarmos as nossas inteligências, as nossas habilidades e o amor. Por vezes a gente consegue, por vezes a gente não consegue, mas tudo isso são cenários, é como se fossem múltiplas peças teatrais que estamos assistindo. Mas o chamado pra leitura inicial de hoje é para que a gente vivencie a verdade do que somos e somos o amor. Nesse exato momento, nós estamos envoltos a espíritos do alto que nos amam. nos amam mesmo. Eles nos amam tanto que estão nesse exato momento dedicando o seu tempo a nós. Nós estamos nesse exato momento também dedicando a nós. E depois quando sairmos daqui, vamos continuar dedicando somente a nós?
os amam tanto que estão nesse exato momento dedicando o seu tempo a nós. Nós estamos nesse exato momento também dedicando a nós. E depois quando sairmos daqui, vamos continuar dedicando somente a nós? Vamos dedicar ao outro? Vamos fazer algo ao outro? Quando chegarmos no nosso lar, quando chegarmos no nosso trabalho, quando chegarmos aos encontros com as pessoas que vamos ter hoje, o que vamos dar? No evangelho, a gente encontra a parábola dos talentos. E eu não trouxe para fazer a leitura porque por conta do tempo que a gente tem, que é pouco, mas eu os convido a fazer essa leitura depois da parábola dos talentos, que vem trazer justamente a reflexão de que todos nós temos talentos. E aí, o que nós estamos fazendo com os nossos talentos? A maneira mais fácil da gente exercitar o amor é através dos talentos. O que são os talentos? São as inteligências e as habilidades que eu já adquiri, que eu já conquistei. A gente tem muito a mania de dizer: "Fulano tem o dom, né? Ah, aquela pessoa tem o dom de fazer tal coisa". Como se Deus tivesse colocado ali, feito uma mágica, colocado ali uma sementinha, falando: "Você vai ter o dom". Não. Somos espíritos imortais. Aquilo que a gente chama de dom foi conquistado por esse espírito em vidas anteriores. Por isso ele tem tanto domínio, tanta facilidade, porque ele já exercitou isso em múltiplas vidas. Ele repetiu, mas um dia isso foi uma novidade para ele, assim como é para você. Então eu pergunto, quais são os seus talentos? Sim, você tem ignorâncias e precisa adquirir novas inteligências. Você tem imperfeições que precisam ser lapidadas, mas você já possui talentos. Você não é mais primitivo, não foi criado agora, possui, ó, uma bagagem de múltiplas encarnações. Quais são os seus talentos? É através deles que Deus quer que você sirva. Deus não quer que você sirva com o que você não tem. A gente dá o que a gente tem. E é tão verdade isso que quando a gente não tá bem, a gente tende a não fazer bem pro outro, porque a gente derrama as
eus não quer que você sirva com o que você não tem. A gente dá o que a gente tem. E é tão verdade isso que quando a gente não tá bem, a gente tende a não fazer bem pro outro, porque a gente derrama as nossas emoções no outro. É como se fôssemos um copo de água. Eu sou o copo e a água, minhas emoções, meu estado psíquico emocional. Então, se falarem, Bárbara, derrama em mim, eu vou derramar o que eu tenho, né? Se eu não estou bem, eu vou derramar esse líquido com cólera. Aí vem Jesus dizendo: "Olha, existe sim a cólera em você, mas não só a cólera, existe a capacidade de amor. Quanto mais você exercita o amor, mais você dissipa e se liberta dessa cólera". O que é a cólera? É a ignorância, o efeito da ignorância. Eu não sei lidar com as situações, eu não sei interpretar com moralidade. Aí eu interpreto errado e sou sou visitada, né, por emoções compatíveis à minha interpretação equivocada. Se eu tenho uma interpretação egoica, eu vou ter emoções egoístas. Se eu tenho uma interpretação de orgulho, eu vou ter emoções orgulhosas. Então Jesus disse: "Exercita o amor". E assim ele foi ensinando os apóstolos a servirem, mas ele não disse pros apóstolos servirem da mesma maneira, porque Jesus, respeitando a lei de amor, sabe que a gente dá o que tem. Então ele convidava cada um a servir da forma que lhe cabia, respeitando a sua linguagem individual, a sua própria personalidade. E eu pergunto: "Qual é a sua personalidade? Qual é a sua linguagem? Quais são os seus talentos? É para eles que você precisa olhar. Pai, me proteja, pai me ensina, me conduz, me ajuda. Tá tranquilo a gente pedir tudo isso ao Pai. E precisamos mesmo, porque viemos dar novos passos. Então, a gente precisa da ajuda do alto para nos impulsionar, nos encorajar, nos consolar, nos afagar. Mas não só isso, pai, me lembra quem eu sou e me ajude a me sentir segura em pôr em prática os meus talentos. Algumas pessoas podem estranhar, podem não aplaudir, podem até criticar, mas nós fomos criados como inteligência. Nós não somos
eu sou e me ajude a me sentir segura em pôr em prática os meus talentos. Algumas pessoas podem estranhar, podem não aplaudir, podem até criticar, mas nós fomos criados como inteligência. Nós não somos matéria, somos inteligência. Por quê? Porque quando Deus cria a inteligência, cria a inteligência para a inteligência servir, amar. Então, é isso que nós precisamos fazer, servir, amar da nossa forma, com os nossos talentos. Então, a sua forma de amar a minha forma de amar. Para de cobrar de mim que eu seja quem eu não sou. Porque assim você diz, respeita a minha história espiritual, o meu grau evolutivo. E isso não é amor. O chamado é para você, não é para você andar pelo mundo fiscalizando a capacidade de cada um ah, o outro não fez, o outro não fez, o outro não me compreende, o outro não faz por mim, o outro não me serve. Mas você não veio aqui para ser servido, você veio para aprender a servir. O que você fez nos últimos 5 minutos que em que você exercitou o amor, o servir. Ah, eu acabei de fazer. Eu faço isso com essas pessoas. Eu ajudo, eu apoio, eu respeito, eu trato com amor, mas elas não me dão em troca. Mas elas estão também aqui para aprender e elas dão o que elas têm. Se elas não te dão em troca, é porque elas não têm esse talento ainda. Elas não sabem. Então é ingênuo você cobrar isso delas. Elas têm uma história espiritual. Ainda não conquistaram os talentos que você tem. Então, não é porque você deu, não é porque você levantou a menina que quando você cair a menina vai te levantar. Ela ainda não tem capacidade de te levantar. Daqui a uns anos ela vai ser grandona. Aí ela talvez te levante. Talvez. Porque se ela ainda carregar o egoísmo, talvez ela vai rir, ela vai deixar, vai fingir que não viu ou vai pedir para alguém te levantar. Mas isso é sobre o que ela tem de talento e o que ela não tem de talento. Nós temos que andar pelas ruas da vida, vigiando os nossos talentos, o exercício de colocá-los em prática e o exercício da absorção de novos talentos,
la tem de talento e o que ela não tem de talento. Nós temos que andar pelas ruas da vida, vigiando os nossos talentos, o exercício de colocá-los em prática e o exercício da absorção de novos talentos, né? Eu eu eu eh costumo fazer uma comparação em que nós estamos andando assim pela rua e temos duas dois meio fios, né? Dois eh como que se diz? Duas calçadas, né? Uma de um lado, outra do outro. E a gente tá aqui caminhando. Uma calçada é das virtudes, são os talentos que a gente já desenvolveu, as habilidades que a gente já desenvolveu com as múltiplas encarnações, inclusive com essa também. Então, é essa calçada é que me dá a condição de servir, de amar, de colocar minhas maturidades em prática no mundo. Eu não, eu não desenvolvi essa inteligência para não servir. Eu sou uma inteligência criada para servir. Então, cada talento adquirido eu preciso pôr em prática. E a outra calçada é a calçada da ignorância. é onde eu vou tendo contato com a inteligência que me falta, com as virtudes que me faltam. Então, caminhar na estrada da vida é considerar as duas calçadas. Não é reconhecer somente a ignorância e não é reconhecer somente as virtudes e a inteligência já desenvolvida. É uma dança conjunta o tempo inteiro. Enquanto eu vou exercitando, eu vou colocando em prática o a inteligência já adquirida, eu vou exercitando a absorção da nova inteligência. Foi assim que chegamos onde chegamos. Foi assim que nos transformamos em quem somos hoje, porque estamos vivendo essa dança, ó, há séculos. E é por isso que você é como você é. Por isso você não deve ficar lamentando a ignorância. Ela é só uma das suas calçadas. A ignorância que você tem, os equívocos que você comete devem te motivar. Hum. Ó, acabei de ter contato com uma ignorância, com uma imaturidade, com uma imperfeição minha. Quero aprender. Vou tentar resolver isso aqui. Enquanto isso, olha quanta coisa eu tô tendo a oportunidade de colocar em prática. Quando alguém consegue um trabalho remunerado, consegue porque alguém
Quero aprender. Vou tentar resolver isso aqui. Enquanto isso, olha quanta coisa eu tô tendo a oportunidade de colocar em prática. Quando alguém consegue um trabalho remunerado, consegue porque alguém viabilizou. Ah, não, mas eu fiz um concurso. Eu que estudei, fiz um concurso. Bom, alguém te deu as condições de ter uma trajetória que te levasse ao desejo de estudar e a oportunidade de estudar e alguém viabilizou a execução do concurso. Entende? Se você se alimentou, alguém preparou esse alimento. Não, mas eu que fiz a comida. Mas os insumos não foi você que produziu. Ah, não, mas eu que produzo meus insumos. Mas a natureza dos insumos não foi você que construiu a semente, o peixe, não foi você. Isso aí é a natureza. E a natureza é de Deus. Então, nada que a gente usufrua não tem origem no amor, no servir. No servir, vamos dizer no servir, porque tem gente fazendo na raiva, né? Não no amor. Então é legal se perguntar, eu estou fazendo no amor ou estou fazendo na raiva? Ah, eu alimento essas crianças todos os dias, mas você faz no amor ou você faz na raio? Você tá botando cólera nessa comida ou você tá botando realmente a sua generosidade? Ah, eu trabalho aqui na comunhão e eu recebo as pessoas para direcionar. Você tá fazendo com amor? Eu cuido da minha mãe, do meu filho, está fazendo com amor. Passei o dia todo trabalhando, executei 8 horas de trabalho, bati ponto, você fez com amor. Nós não vamos conseguir fazer tudo com amor, porque a vida sempre provoca na gente o desenvolvimento da inteligência que a gente ainda não tem. Então, sempre estaremos tendo contato com desconfortos e iremos reagir com a nossa ignorância. E é isso que Deus quer. Ele vem com a sua providência provocar o meu contato com a minha ignorância. Para quê? Para que eu, opa, preciso cuidar disso aqui. Aí eu vou atrás de recursos para isso. Por isso a gente precisa raciocinar, a gente precisa ter discernimento, a gente precisa viver a vida, como disse a mensagem de abertura, considerando as verdades do que
ou atrás de recursos para isso. Por isso a gente precisa raciocinar, a gente precisa ter discernimento, a gente precisa viver a vida, como disse a mensagem de abertura, considerando as verdades do que sentimos, do que vivemos e do que somos. E o que essas propostas vieram me convidar a fazer? Se a proposta sempre servir, se eu estou numa padaria e algo acontece nessa padaria, por a providência divina fez com que eu estivesse na padaria nesse exato momento? Há algum convite ou paraa calçada que eu em que eu preciso absorver nova inteligência ou pra calçada de uma inteligência que eu já tenho? Então, hora eu vou estar em situações em que eu vou conseguir conduzir com tranquilidade, com maestria, com domínio, com segurança. Ora, eu vou estar em situações que as minhas emoções vão ficar afloradas porque eu não sei lidar. Aí a gente vai percebendo, opa, agora eu tô na calçada da minha ignorância. Eu preciso exercitar algo novo. Oh, agora eu tô na calçada da minha fortaleza. Eu preciso botar meu talento em prática. Até que alcançaremos a maturidade de Jesus. Durante a trajetória, a proposta é que a gente vá caminhando, como Joana deângeles diz, em estado de prece. O que significa isso? Fui rezando constantemente, né? Não, a proposta não é que a gente, os próprios espíritos nos explicam isso também no no Evangelho Segundo Espiritismo. A proposta não é que tenhamos uma vida mística e ilusória. A o estado de prece é porque quando a gente vai fazer uma oração, a gente tende, né, a se acalmar, a ter a humildade de reconhecer as verdades. E a gente busca ajuda do alto. Então, durante a caminhada, o que eu preciso é ter a humildade de reconhecer essa calçada da ignorância. E com essa humildade eu vou me motivar a buscar meios de me desenvolver e dialogar sempre com o pai, com o meu anjo guardião, meu mentor, meus amigos espirituais, porque eu estou vivendo isso. O que vocês querem de mim? pedir a Deus que ajude, que nos dê a condição de ajudar, de servir. Então, o convite da palestra de hoje, ó,
u mentor, meus amigos espirituais, porque eu estou vivendo isso. O que vocês querem de mim? pedir a Deus que ajude, que nos dê a condição de ajudar, de servir. Então, o convite da palestra de hoje, ó, sexta-feira de manhã, estamos encerrando aqui às 8:30 da manhã, convidando para amarmos. Por quê? Porque somos bons. A nossa natureza é boa. Poxa, mas eu acabei de fazer uma bobagem aqui. É porque você estava em contato com a calçada do que você precisa amadurecer. Mas nunca deixe de olhar a calçada das suas fortalezas. Você é bom. Você é filho de Deus. Uma inteligência criada para servir. Então, sirva ao mesmo tempo. Aprenda. E aí depois dessas trajetórias e contínuos exercícios, cada vez essa calçada da ignorância vai esvaziando, da fortaleza vai se ampliando, a gente faz uma curva assim, opa, me aperfeiçoei. Temos uma boa caminhada pela frente. Como o caminho é longo, não vamos ficar ansiando esse futuro. Vamos viver o que nós temos, que é o agora. Vamos tornar-o agora gostoso, absorvendo nova novos conhecimentos e colocando os nossos talentos em prática. Então eu desejo que hoje, nessa sexta-feira e esse fim de semana, vocês vigiem a vida de vocês, a experiência de vocês com esse olhar. A cada minuto, a cada ocorrência, Deus está nos convidando para sermos coerentes com a nossa origem, que é uma inteligência. em em ação, uma inteligência servindo e amando. E assim nós vamos nos fortalecendo e nos distribuindo nesse mundo, colaborando com o progresso, colaborando com o fortalecimento daqueles que estão ao nosso redor, porque Deus usa as nossas mãos para erguer os corpos que estão nas ruas caindo. Aquela moça hoje que ergueu a criança, expressou o amor divino. Que façamos isso nos dias que estão por vir. Bom dia a todos. Boa sexta-feira. Bom fim de semana. Amem, porque vocês são bons. Até a próximo encontro. Vi a Bárbara emociona a gente, né? Quero agradecer aqui a a mestra, a Sheila, a Ana Maria, a Sônia que tá lá no Piauí na roça, ouvindo a Bárbara logo cedo, mandou bom
são bons. Até a próximo encontro. Vi a Bárbara emociona a gente, né? Quero agradecer aqui a a mestra, a Sheila, a Ana Maria, a Sônia que tá lá no Piauí na roça, ouvindo a Bárbara logo cedo, mandou bom dia para você, Bárbara, a todos que nos ouvem através da nossas redes sociais, dos nossos canais, não esqueçam de se inscrever para que possam, como os outros aqui, compartilhar no chat, seguir a nossa página, compartilhar. Mande para um amigo. A Bárbara está aqui, ela tem um programa explorando o Espiritismo, que vai ao ar. É quarta-feira, né, Bárbara? Toda quarta-feira ela dá sequência um estudo e ela traz isso aqui pra gente aos sábados também às 17 horas. E falando ao sábado, eu queria dar um breve aviso. Agora nós vamos ter dia 16 de janeiro o aniversário da comunhão espírita de Brasília. A nossa querida comunhão está fazendo 65 anos. Essa casa que nos acolhe, que nos recebe de braços abertos, sempre de portas abertas. E nós vamos ter dia 16 a palestra da Mais Braga. E no dia 17 nós temos o nosso palestrante Artur Valadares. Para quem conhece, ele estará aqui com a gente a dia 17 em duas oportunidades, às 17 horas e às 19 horas. Estão todos convidados a participarem desse dessa bodas de festim. A nossa comunhão espírita. Eu acho que seu Mário Barata e dona Irene fica olhando lá de cima e falando como passou rápido. São 65 anos de edificação, trazendo o evangelho de Jesus à luz da rotina espírita. Quantas almas desencarnadas e encarnadas não são acolhidas nessa casa, que chegam aqui com o propósito da transformação e da mudança e encontram aqui o acolhimento, encontram um norte igual eu encontrei aqui. possamos ser sempre gratos e retribuir com o trabalho, como disse a Bárbara Brito, do amor, do servir. Eu me lembro que minha filha, um dia eu tava atrasado para vir paraa comunhão e eu, vamos embora, vamos embora, eu tenho que ir pra comunhão ela parou naquela agitação e olhou assim: "Papai, você não tem que ir paraa comunhão, você quer ir paraa comunhão. São as pérolas de Maria Clara, sempre me
, vamos embora, eu tenho que ir pra comunhão ela parou naquela agitação e olhou assim: "Papai, você não tem que ir paraa comunhão, você quer ir paraa comunhão. São as pérolas de Maria Clara, sempre me alertando. Eu sempre cito aqui o querer ir, né, Bárbara? É ir com amor, né? E temos que vir com amor. Vamos fazer a nossa prece, finalizar para que possamos dar continuidade ao nosso dia e para o passe que seu Antônio já tá ali ansioso para chamar a todos. Pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais, agradecemos pelas palavras da nossa irmã Bárbara Brito, que nos mostrou que somos bom, que temos a centelha divina, que somos luz, somos o sal da terra, que somos deuses. Palavras do nosso mestre Jesus. que possamos nessa busca por colocar a bondade em prática, o amor ao serviço, possamos agradecer a Deus pelo bom ânimo de estarmos aqui ouvindo a tua palavra, a tua mensagem, os teus ensinamentos, ó Mestre, e a Deus que nos permitiu a a reencarnação, que nos permite a usar a inteligência ao nosso favor, que nos permite estarmos aqui, que nos permitiu abrir o olho hoje. Que possamos ser gratos e possamos seguir em frente, sabendo que somos bom. Um bom dia a todos, um bom final de semana. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira
inta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a [música] presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e [música] da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem.
eu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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