Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 52 | 12.04.26
Estudando com Jesus | 12.04.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 52: Há um século Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
Salve, queridos amigos e amigas, um bom dia a todos. Bom dia, minha amiga Tânia. >> Bom dia. Bom dia, Rodrigo. Bom dia a todos que estão nos acompanhando. >> Sejam bem-vindos a mais um Estudando com Jesus. É uma satisfação a gente poder estar aqui, né, Tânia? >> Sim. trazendo reflexões, né, a base da doutrina espírita e de toda essa espiritualidade maior que nos deixou grandes obras a nos inspirar, né, a buscar a reflexão e e nos guiar num caminho num caminho melhor. Então, eh, antes da gente dar continuidade, a gente quer agradecer sempre a a cada transmissão aos nossos parceiros e Jess, a Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita Conecta Espiritismo e o Discover Spirits Network. Então, muito obrigado por essa parceria. Eh, antes de a gente também dar prosseguimento e seguir para pra leitura do capítulo de hoje, eh, vamos nos unir em oração, né, nos conectando ao divino e espiritualidade maior. Então, minha amiga Tânia, por favor, nos conduza nesse momento. Então vamos nos silenciar por esse momento, silenciar o nosso pensamento em louvor, em gratidão a Deus por mais um dia em nossas vidas, pela oportunidade do estudo, do conhecimento que temos recebido ao longo dessa caminhada. Somos muito gratos, Senhor, por tudo quanto temos recebido. Rogamos a ti, Pai, que as tuas mãos amorosas se estendam por sobre toda a humanidade, trazendo o serenamento do ser, a sustentação amorosa. que todos os teus filhos, pai, possam em algum momento da sua caminhada, ter acesso, abrir-se ao conhecimento, ao conhecimento do evangelho que Jesus nos deixou, que nos conforta, nos esclarece, nos ilumina a jornada. Pedimos também o nosso mestre Jesus que nos acompanhe no estudo de hoje para que possamos todos unidos aprender. Gratidão, Pai, que a tua luz esteja sobre todos nós hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigado, Dan. Então, deixa eu adicionar aqui, a gente possa fazer a leitura. Muito bem. Deixa eu tentar só perdeu. Muito bom. Então vamos lá. Eh, então hoje, meus amigos, o capítulo do
ue assim seja. Obrigado, Dan. Então, deixa eu adicionar aqui, a gente possa fazer a leitura. Muito bem. Deixa eu tentar só perdeu. Muito bom. Então vamos lá. Eh, então hoje, meus amigos, o capítulo do do de estudo é o capítulo 52 a um eh com título a um século do livro Espírito de Verdade. Nele nós temos Alan Caderc, o codificador da doutrina espírita, naquele naquela, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto. acabrunhado fazia frio. Muito embora a consolidação da sociedade espírita de Paris e a promissora venda de livros escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os espíritos superiores lhe haviam colocado nas mãos. A pressão aumentava. Opa, perdão. Missivas eh sárticas eh avolumavam-se à mesa. Pera aí que agora ficou na frente ali para mim. Desculpa, gente, troquei o leite para poder conseguir ler melhor. Eh, quando mais eh desalentado se mostrava, chegava a paciente esposa Madame Reville, a doce Gabi, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada. Nela dizia: "Senor Allan Kardec, respeitoso abraço. Com a minha gratidão remeto o o livro anexo, bem como a sua com a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da humanidade, pois tenho fortes razões para isso. Sou encadernador desde a Meninasa eh desta capital. Há cerca de dois anos, casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança. Quando no início deste ano, de modo inesperado, minha anto antoniete partiu desta vida levada por sorrateira moléstia. Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo, sem confiança em Deus, sentindo as necessidades eh do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros ante a fatalidade. A prova da separação vencera-me e eu não passava. agora de trapo humano. Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa. Minhas forças fugiam. Namorava diversas
atalidade. A prova da separação vencera-me e eu não passava. agora de trapo humano. Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa. Minhas forças fugiam. Namorava diversas vezes, Ocena e acabei eh planeando suicídio. Seria fácil, não sei nadar? Pensava. Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a ponte Marrier. Olhei em torno, contemplando a corrente, e ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado e se deslocou da amurada, caindo-me aos pés. Surpreendido, distinguir um livro que o orvalho umedecera. Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça de poste vizinho, pude ler logo no frontísspício, entre irritado e curioso. Esta obra salvou minha vida. Leia com atenção e tenha bom aproveito. Assinado: Larut. Estupefado, li a obra O livro dos espíritos, ao qual acrescentei breve mensagem. volume esse que passo as suas mãos abinadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aproveram. ainda costumavam da mensagem a agradecimentos finais à assinatura, a data e o endereço do remetente. O codificador desempacotou então um exemplar de O Livro dos Espíritos ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do Frontíspilo, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação eh a que o missivista se referia, mas também a out a outra em letra firme: "Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperam em sua publicação. Joseph Herri, após a leitura da carta providencial, o professor Revi experimentou nova luz abanhá-lo por dentro. Com chegando livre ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança. Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas. Diante de seu espírito turbilionava o mundo necessitado de renovação e consolo. Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua
júrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas. Diante de seu espírito turbilionava o mundo necessitado de renovação e consolo. Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos. O notável obreiro da grande revelação respirou a longos exaustos e, antes de retornar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima. essa essa passagem, né, eh, dita por Hilário Hilário da Silva, o espírito. Deixa eu só trazermos de volta aqui. E tem uma referência ao Evangelho Segundo o Espiritismo, ao capítulo 25, né? Eh, e item dois, ah, ajudai-te, que o céu te ajudará. né, Tânia? Então, eis aí o nosso ponto de reflexão. Então, nos diga que tu pode nos trazer aí de início. >> Então, Rodrigo, é o capítulo 25, buscai achareis, né? Eu vou ler aqui só dois parágrafos desse capítulo. Uma frase que é do evangelho e outra já é um entendimento. Ajuda-te e o céu te ajudará. Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei a porta e se vos abrirá. Porque todo aquele que pede recebe. Quem procura acha e se abrirá a aquele que bater a porta. Isso está em Mateus. Sob o ponto de vista terrestre, a máxima buscai e achareis é análoga a esta: ajuda-te e o céu te ajudará. é o princípio da lei do trabalho e, por conseguinte, a lei do progresso, porque o progresso é o filho do trabalho e o trabalho coloca em ação as forças da inteligência. Então, aí nós vemos primeiro, né, Jesus nos dizendo, busca, procura, pede, ajude. Deus nunca te faltará, né? Essa é uma das máximas assim que Jesus nos ensinou que nós não estamos nunca sozinhos, nunca abandonados, nunca esquecidos. Mas a gente precisa ter essa confiança de pedir sabendo que vamos receber. Às vezes a gente não recebe aquilo que imaginava que seria o melhor para nós, mas a gente recebe aquilo que é o melhor para nós. Vai da nossa boa vontade também procurar ajuda. Essa ajuda pode ser de várias formas também, né?
be aquilo que imaginava que seria o melhor para nós, mas a gente recebe aquilo que é o melhor para nós. Vai da nossa boa vontade também procurar ajuda. Essa ajuda pode ser de várias formas também, né? A gente pode pedir ajuda aqui para os irmãos próximos, que muitas vezes são inspirados a nos ajudar, a nos trazer uma palavra de sustentação ou de conforto, como também pedir ajuda a Deus, a o nosso anjo guardião, que eu sempre falo no anjo da guarda, acho muito importante, ele tá sempre conosco, né? ao que a gente pensa que tá recebendo uma intuição, uma coisa assim, é o nosso anjo ali nos mostrando a direção, né? E também fala do trabalho. As leis do trabalho e do progresso estão no livro dos espíritos, né? Então, eh, tanto o nosso trabalho nos leva ao progresso. >> Uhum. >> De qualquer coisa que a gente faça, né? seja de conhecimento espiritual, de conhecimento intelectual, profissional, o conhecimento leva ao progresso. Mas para o trabalho a gente precisa do nosso esforço também, né? Nesse texto é é muito interessante porque três pessoas ali através de um livro, de um exemplar do livro dos espíritos, receberam uma ajuda grandiosa, né? >> Uhum. uma ajuda grandiosa, porque ali tinha inclusive idea suicida, né? Tinha All Lanc, imagina se Lan tivesse parado por ali, né, Rodrigo? Porque Allan Kardec passou dificuldades financeiras grandes para poder manter a a publicação de toda a codificação, inclusive a revista espírita também, ele trabalhava nela junto com a codificação, né? E e não só isso, como diz ali, perdoar as missivas, as ofensas, as, né, eh, pedradas que ele levava na vida por conta disso, porque Allan Kardec foi um uma pessoa intelectualizada, né? Ele era mestre em português, em matemática. >> Sim. >> E de repente ele, então, por isso, exatamente, que ele usou o nome de Allan Kardec, né? para não confundir obras literárias, obras de estudo científico com obras de de esp do espiritismo, né? >> Uhum. >> E então o decorrer da vida dele não foi melhor do que o nosso. Não é porque ele
né? para não confundir obras literárias, obras de estudo científico com obras de de esp do espiritismo, né? >> Uhum. >> E então o decorrer da vida dele não foi melhor do que o nosso. Não é porque ele trabalhou nessas obras que ele recebeu tudo muito fácil, não foi nada fácil, pelo contrário, né? >> Uhum. Então ali nesse momento ele mesmo pensou: "Não, eu não posso abandonar, eu preciso enfrentar tudo e todos e continuar". E ali também cita a Gabi, a companheira dele, né, que estava sempre ao seu lado, que continuou a edição das obras depois do desencarne dele também, né? Foi um trabalho assim gigantesco dos dois. E hoje a gente desfruta de tudo isso graças a esse esforço, esse trabalho de Allan Kardec, né, acompanhado da sua companheira. >> De fato, >> falar um pouquinho, Rodrigo, >> né? De fato, Tânia, eh você, eh, esse você ressalta um ponto que eu acho que é muito interessante, realmente importante a gente dar atenção nessa nessa história, que é exatamente que o codificador ele também passou por provas e momentos de desalento como qualquer ser humano. >> Uhum. >> Né? Então a gente já começa a ver assim, apesar do caráter missionário, né, que a gente entende que Allan Kardec tinha com a codificação, isso não impedia dele de viver o que tinha de o que se vive no meio terreno, né? Então isso já nos remete não só a ele, como muitos outros missionários ou mestres ou pessoas, né, com caráter de trazer mensagens, de nos de auxiliar, né, entre partes a humanidade no seu desenvolvimento, a buscar as reflexões através das metodologias, né, enfim, eh, que que por eles acabam por vir. Eh, eles vivem também esses desalentos por igual. Uhum. >> Né? Não deixam de estar passando, talvez por provas ou até próprias expiações, né? Não há diferenças. Mais uma vez, né? Eh, nos nos remetendo de que a lei é para todos, ela é por igual à leis, né, divinas e de Deus. não há distinções. Então, ver esse caráter humano é justamente eh desmistificar e eh a questão miraculosa das coisas, né, de que Deus age através de milagres
é por igual à leis, né, divinas e de Deus. não há distinções. Então, ver esse caráter humano é justamente eh desmistificar e eh a questão miraculosa das coisas, né, de que Deus age através de milagres ou mágicas inesperadas, né, quando a gente acaba por ver uma história aonde a ação espiritual, a ajuda divina, né, teve teve um caminho que percorreu ali, né, a o auxílio espiritual, né, foi através justamente de um toque de mão sobre um livro, né, do qual eh impediu por fim o o suicídio de alguém, como você citou, que já havia aquele livro ajudado outra pessoa, né, a não desacreditar ou se desinteressar ou desistir da vida. E por fim, a terceira pessoa, como você citou, é Allan Kardec, né, o próprio, né, com a própria história, mesmo sobre toda essa dificuldade financeira, críticas, sarcasmos, pressão moral, desgaste físico, emocional, aquilo reviveu, né, aquilo o impulsionou novamente, né, a tomar as forças e a seguir. De fato, talvez se fôssemos, se fosse outra pessoa, vamos poder nos colocar, né, nessa situação. Talvez nós não teríamos tido a força que Kardec teve, né? Talvez teríamos que ter inspirações às vezes maiores, né, a nos tocar, porque justamente estamos mais desequilibrados. Porém, eh, foi a forma que a própria espiritualidade, que tava o tempo todo junto a Kardec, né, imagina Kardec noite e dia ter, né, emergido sobre a codificação, teve seus momentos de desânimo, né, e a espiritualidade agiu, conseguiu agir por um caminho a fim de tocar a ele e a várias pessoas. Então assim, a gente vai começando a compreender um pouco melhor esse o o esse essa questão que você nos trouxe inicialmente sobre o o ajuda-te, né, que o céu te ajudará, né, quais são as formas que a providência vem realmente a nos auxiliar, vem a nos tocar de fato, né, real, né, eh, que traga eh um uma consciência, né, uma lógica, né, né, de como se trabalha, né, essa ferramenta de vida, que é justamente o inspirar, né, ou nos tocar, a vida novamente ou a a dar atenção a algo que tem necessidade,
ma consciência, né, uma lógica, né, né, de como se trabalha, né, essa ferramenta de vida, que é justamente o inspirar, né, ou nos tocar, a vida novamente ou a a dar atenção a algo que tem necessidade, né, enfim, a esses conselhos, né, que parte que nos tocam justamente aonde da intuição, né, no coração, no sentimento. De fato, às vezes a gente precisa daquele pequeno momento de de paz ou percepção, né, no meio dessa turbulência, né, para que justamente possa acontecer esse tocante. Mas é é é é muito bonito de ver e começar como e conseguir começar a ter essa consciência de como a ação divina percorre os caminhos, né? Como ela chega esse auxílio, né? Né? E eh esse nos ajudar, né? E e para que a gente possa ser ajudado, né, Tânia? a gente precisa, no fundo, ter algum íntimo de intimidade, de vontade, né, de querer, né, mesmo que a gente se encontra às vezes desesperado e achando que não há saída ou solução nenhuma, eh, as, eh, no fundo a gente às vezes não enxerga, né, o nosso grito, nosso próprio grito de socorro, né, ou nem chega a sumir ou nem sequer pedir, né, e já está se entregando e acreditando que nada possa se fazer. Tamanho desespero que a gente permite tomar conta do nosso coração e da nossa mente, né? Sim, Rodrigo. Eh, lembrando agora que a gente trabalha com atendimento fraterno, a gente vê a quantidade de pessoas que chega, que já tiveram ou estão tendo uma ideiação suicida, uma intenção de abandono, de tudo, né, de realmente a pessoa não tem, ela está desesperada, não é? >> Uhum. Mas assim, veja o quanto que nisso tudo a espiritualidade aqui diz assim, a última frase da missiva da carta do >> Uhum. >> do Mosso. Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. Quanto tempo de trabalho, quanta dedicação da espiritualidade, dos médiuns que receberam essas mensagens todas, né, toda comificação, dedicados a nós. E esse esse conhecimento a gente tem que ser muito perseverante também, porque assim, para começar você tem que ir pedir ajuda, procurar ajuda, né?
sagens todas, né, toda comificação, dedicados a nós. E esse esse conhecimento a gente tem que ser muito perseverante também, porque assim, para começar você tem que ir pedir ajuda, procurar ajuda, né? realmente não tem outro meio. Não dá pra gente, às vezes a gente até percebe, nossa, minha amiga, meu irmão, fulano, não, não, não parece, parece que não tá bem, mas muitas pessoas se fecham, como você falou, e a partir do momento que elas procuram ajuda, esse é o passo mais importante, o primeiro passo. >> Os seguintes viram, né, um passo de cada vez. Quando a pessoa entra através do atendimento fraterno na casa espírita, a gente eh oferece o estudo, os estudos da casa, né, palestra, eh aplicação do passe. Só que isso demanda vontade, tempo, dedicação, porque o estudo é longo, mas só a partir desse estudo, desse conhecimento, que a gente vai entender a forma como a gente pode ser ajudado, que caminhos tomar. >> Uhum. Eu preciso receber ajuda, mas ao mesmo tempo eu preciso ver o que em mim precisa ser mudado ou que pode ser mudado para que eu melhore a minha própria condição. >> Uhum. >> Uhum. Ser mais esperançosa é dedicar um tempo de leitura diário, de de evangelho no lar. São tudo coisas que vão nos ajudando e nos mostrando de que forma a gente pode receber ajuda, porque também não é só chegar e pedir, eu preciso disso, disso, daquilo. Você pode pedir, você tem todo o direito de pedir, mas você também tem que compreender de que formas você vai estar recebendo essa ajuda, né? Eh, por exemplo, através de intuições ou através da leitura do evangelho. A gente às vezes lê, abre o evangelho aleatoriamente, pensa: "Meu Deus, recebi o que eu precisava. É para mim mesmo isso aí. Hoje eu vou ter que trabalhar isso, né?" ou no livro dos espíritos, que é de de perguntas e respostas, a gente encontra muita a muita informação, muito conhecimento e é o nosso esforço, né? A gente só com o trabalho, o esforço é que a gente consegue alcançar. Por mais que se, claro, tem condições assim, uma
te encontra muita a muita informação, muito conhecimento e é o nosso esforço, né? A gente só com o trabalho, o esforço é que a gente consegue alcançar. Por mais que se, claro, tem condições assim, uma pessoa em depressão, por exemplo, ela ela talvez demore um pouco mais ou ela precise de apoio, né, familiar, apoio de alguém que >> que compreenda aquilo que ela tá passando. Mas olha só como ali no no na descrita do da da ponte do livro, etc., Qual será que era a extensão da ponte, né? Eu poderia ter pesquisado isso ontem à noite, mas só agora que me caiu a ficha. E ele pôs a mão justamente em cima do livro. >> Uhum. >> Olha como às vezes, por isso que a gente pensa assim, né? E diz, às vezes as coisas vêm de uma forma que você não imaginava. O teu auxílio vem de uma forma e Allan Kardec, >> né? A gente pensa que meu, mas é o Lancard. Sim, como o Rodrigo falou, ele é um ser humano, era um ser humano igualzinho a nós, porém ele recebeu essa missão. Mas se ele recebeu é porque ele ia dar conta. A gente não recebe um trabalho maior do que aquilo que a gente possa fazer. >> Uhum. >> E ele foi socorrido também naquele momento ali, né? aquilo para ele reacendeu, né? >> Uhum. >> A vontade do trabalho, da dedicação, do amor que ele tinha pelo que ele estava fazendo. Então é assim, né? A gente muitos momentos da vida, a gente precisa de ajuda e às vezes de uma ajuda muito grande, muito valorosa. >> Uhum. >> Mas resta nós irmos atrás. procurar e entender as respostas que nos vem, né, que às vezes parecem esquisitas, mas à medida que a gente vai vivendo um dia de cada vez, aquilo vai se encaixando, vai se mostrando certo. Quer falar um pouquinho, Rodrigo? >> Justo. É, Dan. Acho que tu nos traz assim que a providência divina no fim ela ela atua através dos meios humanos e circunstâncias aparentemente bem simples, né? Não não por por milagres extraordinários, mas é através de um encontro de um livro de inspirações de pessoas, né? Eh, de de acontecimentos for eh fortuíos, né? Então, é eh
arentemente bem simples, né? Não não por por milagres extraordinários, mas é através de um encontro de um livro de inspirações de pessoas, né? Eh, de de acontecimentos for eh fortuíos, né? Então, é eh é interessante, né? Como diz um pequeno livro no meio de uma ponte enorme, eh, né? Aquele tocante eh, conseguiu, por fim, a salvar essas vidas. E e com certeza esse relato dessa história para Allan Kardec foi um bálsamo realmente a fim de revigorá-lo. Eh, pois mesmo a obra ali, né, como dito, né, já acontecendo, né, já viam publicações, ela já estava em mãos de muitas pessoas, eh ela não, talvez ainda não estava dando o resultado que se esperava, porque assim a gente é, né? Às vezes o os nossos trabalhos não ainda não não se colhe ainda muitos frutos ou não ainda não chegou a tocar tanto quanto a gente espera. Mas paciência porque, né, há há de momento vai chegar o resultado, né, do, por exemplo, olha hoje, né, o que que a codificação toda se transformou ou ou o tocante a quantos milhares de pessoas já salvou, né? Então, eh vê como as as dúvidas e as questões paivam também sobre a mente de Kardec, né, e que muitas vezes o deixava apreensivo e e desanimado. eh momentos momentos como qualquer outro que às vezes a gente tem de impaciência, de incerteza, né? Mas que nos pode justamente desequilibrar, nos pode dar essa baixa, mas mesmo não tendo conscienso, às vezes nem pedindo ajuda, bate à nossa porta. a espiritualidade, eu acho que, né, vale essa até essa correção, não é só a partir da nossa vontade realmente ou a gente não enxergar o ped nosso a nossa o nosso próprio socorro, a espiritualidade mesmo assim envia o auxílio, né, claro, sem transpor, né, miraculosamente, porque senão seria transpor a vontade e a liberdade de cada um, se nós entender, pensarmos por nesse sentido. Mas ela tá ali, né? Vai caber a gente conseguir ter essa percepção, porque vamos pegar o exemplo do nosso amigo. Ele podia ter tocado nesse livro e simplesmente ter olhado para ele e ter jogado longe, né? Esse objeto me
Vai caber a gente conseguir ter essa percepção, porque vamos pegar o exemplo do nosso amigo. Ele podia ter tocado nesse livro e simplesmente ter olhado para ele e ter jogado longe, né? Esse objeto me atrapalhou, né? no meu ato aqui de de mergulho no Rio, mas não teve a percepção no meio de daquela toda aquela irritação, ele teve teve aquele pequeno momento de curiosidade, de interesse em abrir aquele livro e e ver a mensagem, né, da que aquela obra tinha salvado e que ela pudesse salvar o próximo ou a tantos outros. Então, é é bonito mais uma vez de ver como como é esse alcance invisível da espiritualidade, né, da ação providencial de Deus. Eh, e e por fim esse consolo realmente que a doutrina espírita oferece a humanidade, né, Tânia? De fato, o livro ali conseguiu atingir o propósito, um dos propósitos, né? >> Já que nós tínhamos ali um caso de suicida, que justamente a obra conseguiu inspirá-lo, né? E no quê? O que que talvez fez ele mudar de ideia, né? O que a gente já entende, né? De vida futura, de alma, né? Espírito eterno, né? Continuidade, que as coisas continuam, não há fim. né, na morte, eh, né, que as questões vividas neste mundo terreno carregamos, né, todo a carga emocional, moral, né, gerada pela moral, a ao mundo invisível, né, e aí trazer mais detalhes de todo esse conhecimento. Então, eh eh é o que possivelmente fez essa pessoa ter dado essa mudada, essa enginada da chave, né? Então eh eh o livro foi essa ponte, né? O pequeno livro foi essa ponte de salvação. E é lindo de ver que não, né? Não foi só para um, como a gente citou, vai uma cadeia, né? Como tudo se conecta. né? E e o interessante que eram de pessoas que sequer se conheciam, né? Sim, >> né? O proprietário, primeiro, o proprietário do primeiro livro, o rapaz da ponte e Allan Kardec, por fim, né? O cria, né? O criador, vamos se colocar assim, né? O codificador, desculpa, >> né? Daquele livro. >> Então é é é fantástico, né? Essas coincidências, >> né? A forma como elas percorrem, né? Então, como Deus trabalha de forma tão
se colocar assim, né? O codificador, desculpa, >> né? Daquele livro. >> Então é é é fantástico, né? Essas coincidências, >> né? A forma como elas percorrem, né? Então, como Deus trabalha de forma tão silenciosamente, né, na nossa vida, né, >> por isso que a gente tem que estudar para aprender, né, Rodrigo? >> Sem sombra de dúvida. Sem sombra. >> Aprender os caminhos. >> Aprender os caminhos, que foi, como tu disse, é uma frase, um livro, né, como um Evangelho que ajuda tanto um encontro, uma palavra de um amigo, de uma amiga. >> Mais uma vez, né, tá tudo nos atos simples >> porque realmente são eles grand os grandes tocantes, né? São eles realmente que fazem esse despertar, esse esse esse nos toca o sininho, né? Nos permite dar um uma respirada, olhar com mais calma e com reflexão toda toda a situação. >> Sim. Todo esse texto do capítulo buscai e achareis o item dois, três, quatro, eles falam sobre isso, sobre o nosso esforço, a nossa busca, a necessidade do trabalho. E aqui no item cinco diz assim: "Sob o ponto de vista moral, aquelas palavras de Jesus significavam: "Pedi a luz que deve clarear o vosso caminho e ela vos será dada. Pedi a força de resistir ao mal e a tereis. Pedi a assistência dos bons espíritos e eles virão vos acompanhar. E como anjo de Tobias vos servirão de guias. Pedi bons conselhos e não vos serão jamais recusados. Batei a nossa porta e ela vos será aberta. Mas pedi sinceramente com fé, fervor e confiança. >> Uhum. Apresentai-vos com humildade e não com arrogância. Sem isso, sereis abandonados às vossas próprias forças, e as próprias quedas que tereis serão a punição do vosso orgulho. Tal é o sentido destas palavras: procurai e acharei, batei e se vos abrirá abrirá. Então fica muito claro isso, né? Esse texto que eu sublinhei há muitos anos quando eu tava estudando o o Evangelho. Porque é bem assim, né, Rodrigo, como você tava falando. Primeiro a gente tem que pedir, mas a gente precisa pedir de coração mesmo, com aquela convicção de que nós vamos
tava estudando o o Evangelho. Porque é bem assim, né, Rodrigo, como você tava falando. Primeiro a gente tem que pedir, mas a gente precisa pedir de coração mesmo, com aquela convicção de que nós vamos receber, mas também de acordo com o nosso mérito, né? >> Uhum. >> E pedir como filhos, sem arrogância, né? sem eh soberba, achando-se no direito de receber tudo o que quer. Não é assim, né? A gente pede, recebe, mas recebe aquilo que é bom para nós, >> aquilo que vai nos trazer o bem, que vai nos ajudar, porque às vezes nem tudo nos é bom, né? A gente sabe que nem tudo pode, nem tudo deve, né? Como já falava o apóstolo Paulo. >> Uhum. Eu sei que tudo me é permitido, porém tudo nem tudo posso, né? Nem tudo devo fazer. E isso vai nos acarretando. As nossas opções, as nossas escolhas, elas vão nos trazendo nossa própria, mostrando a nossa própria caminhada, né? E a gente precisa ser confiante nessa ajuda que a gente pede, receptivo, né? Receber aquilo que nos é dado. E grato, grato também. A gente não pode esquecer de agradecer, né? Porque recebemos tanta coisa, às vezes são coisas que parece que são insignificantes ou coisas do dia a dia, mas não são. Tudo nos mostra o caminho, tudo nos nos mantém sustentados, né? Principalmente pra gente não abandonar as coisas, para não se abandonar, né? e e e tá sempre assim nessa nessa busca, nessa, porque o conhecimento sempre é maior, sempre vai vindo mais, né? >> Uhum. >> Na medida que a gente conhece, a gente sabe aquilo que pode, aquilo que não pode. A a por isso o a doutrina espírita ela é muito consoladora, porque ela mostra, como você falou antes, Rodrigo, não acaba aqui, né? >> Uhum. Então, poxa, se eu tô tô aqui trabalhando, estudando, me fortalecendo, isso me ajuda espiritualmente já para uma próxima encarnação também. a gente vai acumulando, né, nas nossas várias encarnações aqui, nossas várias experiências, a gente vai acumulando conhecimento, experiências, a gente vai se burilando, vai melhorando a cada encarnação um pouquinho do nosso
né, nas nossas várias encarnações aqui, nossas várias experiências, a gente vai acumulando conhecimento, experiências, a gente vai se burilando, vai melhorando a cada encarnação um pouquinho do nosso ser, né? Eh, Rodrigo, eu só quero te perguntar primeiro sobre o chat de hoje. Tu tá conseguindo acompanhar? >> Sim. Ai, eu não tô vendo aqui. Ah, então é assim, todo esse toda essa assistência, olha só, pedi a assistência dos bons espíritos e eles virão vos acompanhar. >> E quem são esses bons espíritos, né? >> Uhum. às vezes um um ente querido que tá acompanhando a gente, tá ajudando outras vezes uma própria encarnação nossa que foi mais elevada já, né, que já é um pouco mais, já tem um pouquinho mais de adiantamento, está junto da gente para nos ajudar, né, >> de tantas coisas que a gente tem para reparar, para consertar, para renovar, a gente sempre tem muito mais em forças que a gente recebe do céu. para para nos alimentar, para nos sustentar, para que a gente se sinta forte, né? >> Apesar dos nossos tropeços, que todo mundo tropeça e cai e levanta de novo, desculpe, levanta de novo e assim vai indo, né? >> Uhum. >> Mas eh outra coisa também, né? alegria. A gente precisa viver com alegria, buscar a alegria, porque isso torna nossas tarefas mais leves. >> Uhum. >> Né? É só o fato de estarmos aqui já é uma grande alegria, já é uma grande coisa, porque é aqui que a gente tá aprendendo, é aqui que a gente tá se melhorando, evoluindo. Então, a o corpo físico é esse instrumento. Então, já temos uma coisa muito grande para agradecer, que é o corpo físico. E depois vem toda essa doutrina espírita que nos esclarece, vem muitas amizades ou familiares, enfim, eh irmãos que nos acompanham, né? >> Uhum. >> E nos orientam, nos acolhem muitas vezes um ombro amigo e e assim a gente também passa por essas situações de querer desistir, de abandono, de não aguento mais, não quero mais. Aí no outro dia você acorda cheio de força. Da onde que veio essa força? Uhum. >> Durante a noite?
ambém passa por essas situações de querer desistir, de abandono, de não aguento mais, não quero mais. Aí no outro dia você acorda cheio de força. Da onde que veio essa força? Uhum. >> Durante a noite? >> Quem que te ajudou? Onde você esteve para acordar com o pensamento novo, modificado, fortalecido, o sentimento mais leve? São coisas que a gente recebe também e nem fica sabendo, né? não sabe, quer dizer, não sabe porque não tem esse entendimento de que podemos receber a qualquer momento, a qualquer hora, né? >> Uhum. >> E só contar aqui um pequeno episódio. Um amigo que tinha uma uma coisa muito séria que ele precisava resolver e ele não sabia como. Ele tava totalmente perdido. Que que eu faço? Mas pedindo ajuda, né? Aí ele disse que sonhou à noite que estava ele e mais duas pessoas em oração, que ele falou isso no sonho também, que ele não sabia o que fazer. E e ah, então a outra pessoa sugeriu, então vamos fazer uma oração e eles em três ali fizeram oração, pediram a Deus ajuda e ele acordou com a ideia, com a solução pro problema, né? Então pedindo, a gente sempre vai receber. A nossa impaciência às vezes atrapalha um pouco, né? A nossa falta de confiança, a gente pede, mas ai, será quando que vem essa ajuda, né? E e se não vier? Mas não dá para pensar assim, >> né? A gente tem que confiar que sempre estamos. Deus não abandona nenhum dos seus filhos, né? >> Uhum. e sempre acha formas de nos enviar aquilo que a gente precisa. De fato, sem sobra de dúvida, a espiritualidade vai estar sempre nos erguendo a mão, né, a todo momento, né, desejando não desejando, basta um movimento, né, para que a gente possa perceber esse auxílio. A gente já tem, né, passou já, né, a as mensagens aqui de alguns amigos com a Patrícia. Bom dia, família estudando com Jesus. Bom dia, Tân Rodrigo. Vamos juntos para mais um domingo abençoado de estudos com o nosso mestre. Gratidão e abraços. >> Bom dia, Patr o Robson também. Saudações fraternais, direto de Atlanta. Paz e bem a todos. A gente também tem a Marlene,
mais um domingo abençoado de estudos com o nosso mestre. Gratidão e abraços. >> Bom dia, Patr o Robson também. Saudações fraternais, direto de Atlanta. Paz e bem a todos. A gente também tem a Marlene, né? Bom dia, de Ninópolis, do Rio de Janeiro. Então, bom dia mais uma vez a todos. obrigado por estarem juntos aí eh estudando e refletindo conosco. E essa perguntinha final aqui, já que a gente tá falando tanto desse auxílio, né? Se já tivemos momentos em que algo aparentemente simples mudou o nosso rumo, né? Creio que isso deve trazer a à mente de todos vocês eh alguma situação da vida onde eh já percebemos esse auxílio divino, né, que realmente algo eh nos tocou e que a gente realmente mudou a visão ou teve a percepção ou soube agir com mais cautela ou com mais prudência ou com a solução de algum problema, né, a partir daquele tocante. Então, eh recordar mais uma vez que é através dessas coisas simples que a providência tem age, né, >> por esses instrumentos. Eh, eh, talvez a gente nunca saiba, como você citou, Tânia, o alcance espiritual dessas pequenas, né, atitudes, porém elas vão estar aí, elas vão acontecer, graças a Deus, está, né, não estamos abandonados de nenhuma forma. Temos, como você citou, nosso anjo da guarda, o nosso mentor, nossos mentores, né? Acho que tantas obras já trazem, né? Não é um só. é sempre uma gama de espíritos, né, que está a auxiliar cada um de nós, né, espíritos bondosos, espíritos fraternos, às vezes, né, de entes que já até partiram e já são capaz, né, estão possibilitados de estar nos enviando a sua positividade, né, que sim nos alcança e e nos pode dar eh justamente esse tocante de modificação. E é muito válido também, t a gente eh refletir e trazer eh essa mesmo Kardec sobre as dificuldades humanas, né? Eh, tendo as dúvidas, o cansaço, o sofrimento, ele consegue se permitir a perseverança ao bem, né? Porque a chave desse auxílio é justamente para que ele não desanimasse. E é, e é isso, né, que o auxílio vem, a ajuda vem geralmente com esse propósito
consegue se permitir a perseverança ao bem, né? Porque a chave desse auxílio é justamente para que ele não desanimasse. E é, e é isso, né, que o auxílio vem, a ajuda vem geralmente com esse propósito geral, que é que a gente não >> caia e continue a perseverar pela vida, perseverar no bem, no caminho do bem, em estar dar continuidade, em se reerguer e continuar a caminhar, né? E óbvio, como por eh com esse auxílio que é a codificação, de fato, nos traz muito conhecimento espiritual. Eh, não nos elimina a dor, mas começa a nos dar compreensão dela. >> Uhum. >> É o que então nos faz ter uma caminhada já diferente, né? uma caminhada mais firme, porque temos entendimento de que as dores têm as suas razões, elas vão existir ainda. não será a primeira pedra que do qual talvez nós vamos tropeçar e que irá nos nos atrapalhar, né, ou tentar nos derrubar ou até muitas vezes provocar uma queda, mas que elas não são o fim e que não são elas o propósito das coisas, né? Enfim, compreender exatamente o sentido de que do que cada dor talvez esteja naquele momento na nossa existência. E isso faz com certeza uma diferença muito grande, eh, né? Com certeza. Eh, a não, eh, já começar a não pairar os pensamentos em situações como essa que a gente viu do nosso amigo em ceifar a vida de suicídio, por exemplo, né? já nos repele, já nos começa a repelir, né, para essas falsas soluções, né, do qual a gente compreende que não há eh resolução em em tal atitude. Então, é eh com muito carinho, né, e muita vontade e sinceridade, que a gente tente sempre buscar ao amado Pai, né, fazer esse movimento de ajuda para que a gente possa ser ajudado e então a gente poder seguir em frente, né, e quantas vezes, né, e poder estar não só de pé na nossa caminhada, eh, como também ser esse instrum instrumento de auxílio, né? Porque a gente só não percebe como a gente também é o próprio instrumento, né? >> E e a própria história mais uma vez nos prova, né? O suicida acabou de ser um instrumento ao codificador.
auxílio, né? Porque a gente só não percebe como a gente também é o próprio instrumento, né? >> E e a própria história mais uma vez nos prova, né? O suicida acabou de ser um instrumento ao codificador. >> Os dois, né? O primeiro, o segundo, até que chegou a Kardec. >> Até que chegou. A gente tem o momento de pedir ajuda, ser ajudado e futuramente o momento de ajudar, né? >> Uhum. >> Se colocar em trabalho também, se preparar, aprender, porque é como tu acabou de dizer, >> vamos imaginar lá atrás, né? Há 20, 30 anos atrás, a gente tinha provas que achava assim enormes, imensas. Se a gente for olhar para trás hoje, as de hoje são maiores. Porém, hoje a gente tá mais fortalecido e esclarecido >> para para vivê-las, não para superar, para vivê-las, né? Para atravessar esse período, porque a gente sabe que é um uma passagem. >> Sim. >> Uhum. E que depois tudo vai se acertar de novo. Mas esse período ali é que a gente precisa estar focado em o que fazer, como fazer. pedir ajuda, procurar, né? >> Mas mas também um dia chegar lá na frente e poder ajudar, continuar vivendo nossas provas iguais, porque elas nunca vão acabar, né? >> Uhum. >> Quando estivermos aqui e e usar a nossa própria experiência, né? Pelo menos para ouvir quem não precisa ser ouvido. Imagina ouvir. É, >> às vezes você não tem nada, meu Deus, o que eu vou falar? Talvez não precise. A pessoa às vezes precisa ser somente ouvida, né? Isso também nos mostra quanto que a gente é ajudado, é fortalecido pelo passe nas casas espíritas, né? >> Uhum. O passe é muito importante porque tem aquele sentido de acolher irmãos, mas também de fortalecer os encarnados, né? O evangelho no lar, como eu já citei antes, é muito importante, fortalece, clareia a nossa mente, né? A gente passa a ter um olhar um pouco mais eh sereno, mas também paciente, né? >> Uhum. Essa confiança de que a gente vai conseguir passar pela prova, às vezes ela ainda é fraca em nós, é pequena, mas com o passar do tempo, com a a a própria existência, a gente vai aprendendo isso
Uhum. Essa confiança de que a gente vai conseguir passar pela prova, às vezes ela ainda é fraca em nós, é pequena, mas com o passar do tempo, com a a a própria existência, a gente vai aprendendo isso também. Não estamos sozinhos. >> Humum. E quando a gente não está sozinho, a gente sabe que pode contar, que vai receber forças, que vai estar sendo impulsionado, né? >> Uhum. >> Eh, então tudo isso às vezes a gente não precisa buscar lá longe também, pode ser aqui pertinho. São eh essas coisas que a doutrina espírita traz pra gente, né? Além de esclarecer por que não vale a pena você cometer um suicídio? Porque não é aquilo que a gente imagina, né? >> Sim. >> Eu eu eu posso estar falando assim uma coisa muito sem sentido ou muito fria, talvez, mas não entendo perfeitamente pessoas depressivas ou com outras doenças que não conseguem ver um passo adiante, que estão muito debilitadas. né? Mas ah, é isso, é esse esclarecimento que nos dá força, o esclarecimento, o apoio moral, o apoio espiritual, o conforto da doutrina, tantas coisas que a gente recebe, né, >> e que são importantes, são necessárias. a gente não pode também caminhar sozinho, >> de fato. Eh, minha amiga T, então acho que uma das conclusões é que a gente tem dessa história, como você coloca que o conhecimento espiritual ele é libertador, né? Ele ilumina a dor e devolve esperança, né? Então, eh, o quanto realmente essa essa obra realmente faz juz ao nome, né, ao seu propósito, consolador. >> Uhum. Então, eh, isso acho que a gente pode concluir, né, de parte desse estudo. A gente pode concluir também que Deus nunca abandona seus filhos, né? Mesmo nos momentos mais escuros, né, a providência tua, né, >> principalmente, né? >> Principalmente. E acho que também podemos concluir que o bem sempre produz frutos, né? mesmo quando não vemos os resultados como talvez Kardec não estava vendo naquele momento. Eh, e o que o afligia e talvez estava o deixando eh cansado, enfim, sobre vários estress, o livro encontrado salvou vida.
o não vemos os resultados como talvez Kardec não estava vendo naquele momento. Eh, e o que o afligia e talvez estava o deixando eh cansado, enfim, sobre vários estress, o livro encontrado salvou vida. >> Uhum. >> Né? E hoje a gente sabe que já salvou milhares, né? Quanto e não só salvando a vida, mas quantos auxílios, né? Quantas ajudas, né? Além de ter salvado o ânimo do próprio Kardec, né? E o ajudou a manter eh, né? Viva essa missão da essa missão da doutrina espírita, né? Então, eh, isso lembra realmente uma grande lição do evangelho, né? Que nenhum esforço no bem é inútil. É isso mesmo. >> Então que fique essa mensagem, né, junto a toda essa conclusão e que a gente saiba com muito carinho, muito apreço sempre eh de pedir auxílio ao divino, porque nós necessitamos do nosso criador, né, Tân? muito ainda nos falta a a entender e compreender sobre as coisas da vida, sobre a própria espiritualidade, sobre o próprio Deus. E então que a gente tenha essa humildade de saber, né, pedir esse auxílio que é constante ainda, né, já que é a nossa fase imperfeita nos coloca em tal situação. E que a gente busque dentro do nosso coração que a gente sabe que a essência divina já é o primeiro auxílio, ela já existe lá dentro. Ela já é o primeiro recurso que a gente tem em socorro, né? Em todo momento que a gente se sente em dificuldade, em duvidoso das coisas, né? quando os pensamentos eh negativos pairam, né, a nossa mente ou dominam o nosso coração. Então, ã, que a gente trabalhe nessa humildade e o pequeno trabalho que é justamente, né, fazer esse pedido, se movimentar a se direcionar, elevando o pensamento, meditando numa caminhada, numa respiração, numa oração, na busca de um uma leitura, enfim, algo que te tire daquele daquela daquele momento rotineiro, desequilibrado, né? ou dessa ansiedade, desse desse turbilhão que se vive. Não tenha dúvidas mais uma vez que a dividade vai vai fazer o seu esforço para nos tocar e nos auxiliar. >> Certo, minha amiga Tânia? >> Sim. >> Então, tá bom. Então, desde já quero te
ão que se vive. Não tenha dúvidas mais uma vez que a dividade vai vai fazer o seu esforço para nos tocar e nos auxiliar. >> Certo, minha amiga Tânia? >> Sim. >> Então, tá bom. Então, desde já quero te agradecer mais uma vez a esse domingo, oportunidade de estar junto, juntos aqui, eh, nos aprimorando, refletindo, como sempre a base da luz da doutrina para nos trazer tanto conforto, né, consolo e de fato conhecimento, mas conhecimento que nos pedem que seja aplicado, senão de nada ele vai. Sim, exite. Então, tá. Então, para encerrarmos, vamos mais uma vez, meus queridos amigos e amigas, a cada um a sua forma se conectar com a espiritualidade maior, com o divino mestre Jesus Cristo, esse nosso guia, mestre amado, que nos deixou a sua vida e todo o seu conhecimento a nos proporcionar eh o crescimento que necessitamos ao nosso espírito, à nossa alma. E agradecer, amado Pai, por mais esta oportunidade. Agradecer a toda a espiritualidade amiga que está aqui conosco, aqueles que também do outro lado tm sede do conhecimento, para se aprimorarem, para se elevarem e encontrar o seu equilíbrio e a sua paz interior. Obrigado, Pai, por esta reencarnação, por todas as provas, pelas oportunidades de espiar. Obrigado pelos familiares, amigos, queridos, a esses que caminham junto em nossa vida. possa abraçar, Pai, a toda a humanidade terrena, por esse momento de dificuldades que passamos em meio a tantas guerras e misérias que ainda assolam este planeta. que possa tocar as mentes de teus filhos terrenos, o coração a sensibilizar, a olhar ao próximo com mais amor, com mais carinho, com mais empatia e que assim, através dos atos de generosidade, do bem, do amor, a gente possa fazer a mudança. Mudança para uma casa, para um mundo muito melhor. que sejamos instrumento de tua bondade e tua vontade hoje e sempre, amado Pai. Que assim seja. >> Que assim seja, Senhor. Obrigada, meu Deus. >> Bom, pessoal, até uma próxima. >> Até.
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