Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 32 | 12.10.25

TV Goiás Espírita 13/10/2025 (há 5 meses) 1:03:39 6 visualizações

Estudando com Jesus | 12.10.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 32: Na saúde, na doença Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Bom dia, Rodrigo. >> Bom dia, Sheila. Tudo bem? >> Tudo bem. Bom dia, nossos amigos que estão aqui conosco, nos acompanhando neste estudo. Bom dia ao Walter que está aqui já conosco, nos acompanhando pelo YouTube. Então, hoje nós estaremos aqui para fazer o capítulo 32, né, do livro Espírito de Verdade, que escrito por Chico Xavier, editado por Valdo Vieira. E hoje o nosso tema, né, do nosso capítulo é na saúde e na doença. Um tema bem pertinente, né, pros dias de hoje. E o Rodrigo vai fazer a leitura para nós, a prece, né, inicial, e eu vou fazer a leitura do tema. Perfeito, vamos lá. Vamos acerenar eh a nossa mente, conectando o nosso coração, vibrando em harmonia junto ao divino pai, agradecer por esse momento o qual nos encontramos em busca do conhecimento, da sabedoria espiritual, nos guiar, para nos instruir para a melhoria de nossas atitudes, de nossa mentalidade evolução do nosso espírito, fim de chegarmos a alcançar a mais bela e pura dos estados espirituais. Vamos equilibrar, estar em concordância com as leis divinas e agradecer a presença desses mentores, amados amigos bondosos, sempre nos acompanham, nos aconselham, que estão aqui para que possam nos auxiliar a tirar o que cada um necessita de melhor neste momento, sua saúde espiritual e física. Que assim seja. Que assim seja. Então vamos lá. Na saúde e na doença. Esse capítulo ele se refere ao capítulo 17, né, do Evangelho Segundo Espiritismo, item 11. Em toda circunstância, trata a própria saúde, prevenindo-se da doença com os recursos encontrados em você mesmo. Cada dia um novo ensejo para adquirirmos enfermidade ou curar os nossos males. O melhor remédio antes de qualquer outro é a vontade sadia, porque a vontade débil enfraquece a imaginação e a imaginação doentia debilita o corpo. Doença do corpo pode criar doença da alma e a doença da alma pode acarretar doença do corpo. Vida tribulada nem sempre significa vida bem vivida. Com quanto a existência em torno possa mostrar-se febricitante e turbilionária,

r doença da alma e a doença da alma pode acarretar doença do corpo. Vida tribulada nem sempre significa vida bem vivida. Com quanto a existência em torno possa mostrar-se febricitante e turbilionária, resguarda-se contra as interpes emocionais no clima íntimo do próprio ser, ajudando e servindo com alegria aos menos felizes, na certeza de que o enfermeiro diligente conserva a integridade mental, muito embora convivendo dia a dia com dezenas de enfermos em grandes desequilíbrios, somos parte integrante da farmácia do nosso próximo. observe as reações que a sua presença provoca no semelhante e pacifique aqueles com quem convive, não só pelas palavras, mas até mesmo pela aparência e pelas atitudes. Com a simples aproximação, funcionamos como tranquilizadores ou excitantes de quem nos cerca, aliviando ou agravando seus padecimentos físicos e morais. Muitas doenças nasce da suspeita injustificável. Seja sincero com você e com os outros na apreciação de sintomas que se reportem a desajustamentos orgânicos, tratando de assuntos dessa natureza sem alarde e sem exagero. O maior restaurador de forças é a consciência reta que a acerena as emoções. Se o leitor é agasalho imposto ao seu corpo enfermo, lembre-se de que a medicação é santuário invisível para o abrigo do espírito. Desculpa. Lembre-se de que a meditação é santuário invisível para o abrigo do espírito em dificuldade e que a prece refunde e sublima as energias da alma. Doença é contingência natural, inevitável às criaturas em processo de evolução. Por isso, esforça-se por abolir inquietações quanto a problemas de saúde física, atendendo ao equilíbrio orgânico e confiando na vontade superior. André Luiz. Então, nesse tema, André Luiz nos chama atenção, né, para essa saúde, tanto do corpo físico quanto da alma, né, que a gente costuma falar que é a o nosso corpo mental, a nosso corpo físico, mental e espiritual, né, que ele chama atenção pro quanto esses desequilíbrios, né, tanto do corpo físico podem afetar a nossa alma, o nosso espírito e

é a o nosso corpo mental, a nosso corpo físico, mental e espiritual, né, que ele chama atenção pro quanto esses desequilíbrios, né, tanto do corpo físico podem afetar a nossa alma, o nosso espírito e vice-versa, né? Muitas vezes o nosso espírito, né, as dores e as doenças do nosso espírito também afetam o nosso corpo físico, né? Então ele vem nos chamando atenção no desenrolar desse tema para muitas questões. E eu achei esse tema bem atual, né? Porque hoje a gente tá vivendo, né, e vendo uma sociedade doente, né, doente mentalmente, né, psicologicamente, doente fisicamente, né, estamos passando por várias situações que que estão mostrando isso, né, isso não tá mais tão velado, né, como antigamente estava, né? Hoje parece que isso está florando, né? Talvez eh aonde a gente tem percebido, né, que situações da vida têm, né, as emoções influenciado diretamente no nosso corpo, né, se a gente tem criado essa consciência e se a gente tem tem feito também alguma coisa, né, em relação a essa situação. Ah, eu acho que o o estudo ele deixa assim eh já disposto e lei de causa efeito, né, nesse caso, né, saúde e doenças, elas são são resultados diretos, né, de como a gente justamente conduz essas nossas energias, né, pensamentos, as nossas atitudes. Então o corpo ele vai ser esse reflexo do espírito, né, que se manifesta, vai manifestar seus desequilíbrios, né, agora, né, não como um castigo, né, se resulta doença, mas exatamente convidando para que a gente tenha essa reparação moral, espiritual, né, que tu, né, que tu, que tu coloca como, né, como tu colocou como desequilíbrios que a gente anda, eh, convivendo, né? Então, não como castigo, mas consequência de algo que não está legal e e tão se tornando o quê? Uma oportunidade, exatamente, né? Para que a gente possa estar fazendo alguma coisa em relação a isso, né? Então, cada equilíbrio ele ele revela, né, um ponto em que o nosso espírito ele tá necessitando de um reajuste, né? Assim como uma máquina que a gente vê que começa a ter

coisa em relação a isso, né? Então, cada equilíbrio ele ele revela, né, um ponto em que o nosso espírito ele tá necessitando de um reajuste, né? Assim como uma máquina que a gente vê que começa a ter algum funcionamento estranho, ela não produz da mesma forma, a gente vai lá, analisa, vê que tem uma peça que já que não tá funcionando bem, né? né? Aquela peça que tá gerando todo o desequilíbrio no componente. A gente vai lá, ajusta ou, né, passa o olhozinho ou tem que, né, fazer uma troca, né, rever, né, o que tá acontecendo para que aquela máquina possa de novo funcionar, né, estar em equilíbrio de novo e produzir o que ela produz. Assim, a gente pode fazer usar essa analogia, exatamente pra gente também, né? Quando a gente retrata, né? O que que é que tá tão desequilibrado no nosso espírito que tá resultando em alguma enfermidade, né, no nosso corpo. Assim como a dor é um alerta, a enfermidade, né, a doença não deixa de ser também um alerta, né, eh, de que algo não está legal, de algo que não tá positivo. E alguma coisa a gente insiste, né, em em erro, né, aparentemente, a nos deixar debilitados. E quando a gente não dá certa atenção e entra num estado de desespero, né, a gente acaba talvez até piorando essa situação, deixando ela piorar, se assim a gente deixa, se a gente relapsa. E se no estado de ansiedade, desespero, a gente ainda, né, assintomatiza ainda mais, né, o o que aquela doença já tá causando, né? Então, ah, muitas vezes a gente acha que só doenças são eh reparações, eh, né, expiação principalmente, né? Claro, tem seu fator. Existem doenças expiatórias, existem doenças de provação, mas existe a doença de alerta de que algo agora, né, não está legal, né, alguma coisa que esteja acontecendo no agora, no presente e que tá te deixando enfermo. Colega Sheila, eu acho que teu microfone tá desligado. >> Isso. Eu acabei desligando aqui porque tá uma rua bem barulhenta aqui. >> Entendi. essa questão que você colocou aí, né, que muitas questões que estão acontecendo no nosso dia a dia e acabam

igado. >> Isso. Eu acabei desligando aqui porque tá uma rua bem barulhenta aqui. >> Entendi. essa questão que você colocou aí, né, que muitas questões que estão acontecendo no nosso dia a dia e acabam acarretando essa doença, né, no nosso corpo físico, né, mas eu acho que muitas vezes também a gente tem que lembrar que a doença ela vem muito mais do nosso campo mental do que do físico, né? Muitas vezes, como ele diz ali, a gente cria doenças, né, aonde não existe, né, e a gente vai criando essas doenças no nosso mental até que elas se materializam no nosso campo físico, né? E como que a gente cria essas doenças no nosso campo mental, né? Muitas vezes a gente eh no nosso próprio processo, né, de vitimismo, que às vezes até para chamar a atenção das pessoas que estão conosco nesta caminhada, né, a gente cria isso, né, se vitimiza de uma forma e acha recursos ali para que a gente possa tá chamando essa atenção das pessoas, para que tenham um cuidado conosco também. E isso acaba, né, se materializando no corpo físico, porque o pensamento é força, né, o pensamento cria, né? Então, muitas vezes, eh, eu percebo que tem muito disso também, né? E muitas vezes a doença ela é a parte do nosso plano reencarnatório como depuração, né? como André Luiz coloca ali, né? Então, a gente tem que tá atento a todos esses fatores, né, emocionais e morais que podem ter início, né, dar início a essa doença no corpo físico, né? E e assim como muitas vezes também essa doença, ela realmente se instaura no corpo físico, mas afeta muito o nosso nosso mental e o nosso espiritual, né? Porque na verdade eh está tudo, né, interligado, né? Nós somos um ser, né, que ele envolve, né, esse físico, esse mental e esse espiritual, né? Então, tudo que tiver em um vai refletir em outro, né? E como que a gente vai fazer para que a gente, né, ah, esteja atento a essas situações, né, para evitar, né, esses momentos de enfermidade, né, seja no corpo físico ou no corpo mental, que na verdade é muito difícil, né, no nosso dia a dia a gente

né, ah, esteja atento a essas situações, né, para evitar, né, esses momentos de enfermidade, né, seja no corpo físico ou no corpo mental, que na verdade é muito difícil, né, no nosso dia a dia a gente ter essa certeza de onde, né, essa doença eh deu início, né, se foi no nosso campo mental e passou por físico ou realmente foi no físico e afetou o nosso nosso espírito, né, nosso mental e o nosso espírito, né? Então, o que fazer, né, para essa prevenção, né? >> Uhum. >> Porque a questão, né, os objetivos é justamente isso, né? Verificar as nossas atitudes, né, no nosso dia a dia que favorecem esse bem-estar integral, né? identificar como nós podemos, né, a mudar a nossa vida, né, as nossas atitudes, os nossos pensamentos, para que não tenhamos, né, esses momentos de desequilíbrio, porque a enfermidade ela é desequilíbrio, né, seja do corpo físico ou do corpo mental, mas é desequilíbrio, né? E André Luiz fala muito, né, do fortalecer a confiança, né, fortalecer a nossa fé, né, e sobre a prevenção, né, ele cita ali inclusive, né, a auxiliar o próximo, né, como que esse auxílio do próximo pode nos ajudar também, né? Então acredito que essa prevenção ela começa, né, numa prevenção interna, né, essa prevenção para tratar inicialmente a nossa própria saúde, né, eh, mental. E tratando a nossa saúde mental, nós vamos tratar a nossa saúde física também, né? Porque nós precisamos ter atitudes no nosso dia a dia, né, para que possamos ter uma saúde física, porque ali ele se refere ao capítulo 17, item 11, que ele fala justamente, né, de tratar do corpo, né? Então, o cuidar do corpo e do espírito, né? Ele fala e inclusive ele tem um trechinho aqui que ele fala o corpo como instrumento sagrado da alma, né? É através dele que o espírito aprende, trabalha, serve, ama e evolui. Cuidar do corpo é também um dever do espírito, né? Porque sem ele, a alma, o espírito encarnado, não poderia cumprir a sua missão aqui na terra, né? Mas o evangelho nos alerta principalmente, né? Para que a gente não cultue, né?

dever do espírito, né? Porque sem ele, a alma, o espírito encarnado, não poderia cumprir a sua missão aqui na terra, né? Mas o evangelho nos alerta principalmente, né? Para que a gente não cultue, né? esse corpo material e sim a gente tenha isso em equilíbrio, né? Precisamos sim cuidar do nosso corpo material, né? Mas precisamos acima disso cuidar também do nosso corpo espiritual, porque tudo se cria no nosso corpo espiritual, né? Então, a gente não pode esquecer dessa finalidade que é o nosso corpo espiritual, o nosso progresso moral, né? Nosso progresso espiritual, porque o corpo ele é passageiro, né? Ele é simplesmente uma veste temporária, mas o espírito não, né? O espírito é eterno. >> Então é aquele nosso verdadeiro, né, ser real. E a gente precisa zelar por ele, né? Zelar pelo corpo para que esse corpo esteja bem para servir bem a nossa alma, né? E isso é uma responsabilidade muito grande nossa, né? E daí éonde que eu digo que muitos dos nossos nossas doenças, né, nossas enfermidades físicas, elas decorrem dos excessos, né, dos excessos que nós acabamos cometendo aqui, né, no campo da matéria, né, muitas vezes a alimentação desregrada, os vícios, né, os estress no dia a dia, a falta de repouso, né, a gente brinca aqui em casa que não, né? Se a gente for fazer tudo que precisa ser feito, estudar, trabalhar, ir paraa academia, né? Ter momentos de lazer, não vai sobrar nem tempo para dormir, né? Então essa vida corrida do dia de hoje, né, que a gente todos estamos vivendo, tem essa questão também, né, da falta de repouso, porque sabemos que o repouso físico é essencial, né? tem todo o processo de regeneração das células que acontece nesse repouso físico, né? E daí também tem a questão dos pensamentos, né, que para mim eu acredito que é a parte essencial aí, né? A condução que nós damos pros nossos pensamentos, né? Os pensamentos negativos, né? As emoções descontroladas, né? Muitas vezes a gente se pega em momentos de ira, né? Então a gente olhar para isso também, né?

o que nós damos pros nossos pensamentos, né? Os pensamentos negativos, né? As emoções descontroladas, né? Muitas vezes a gente se pega em momentos de ira, né? Então a gente olhar para isso também, né? Precisa tudo isso, né? Muitas vezes a gente fica em momentos de ira por coisas nem tão importantes assim, né? Às vezes é uma fechada no trânsito que a gente leva, é uma pessoa que diz algo que, né, não vai em encontro do que nós pensamos, né, nas nossas opiniões e a gente já fica também ali descontrolado, nossas emoções, né, já ficam descontroladas, né, e isso tudo adoece o nosso corpo, né, e o nosso corpo adoecendo muitas vezes a nossa alma também adoece, né? Então, acredito que todo esse tema ele tá envolvendo para que a gente olhe para isso, né? Olhe para essa questão da interligação do corpo com o espírito, que uma coisa afeta a outra e precisa que um esteja bem para que o outro também esteja bem, né? >> Muito bom. Sei lá, né? Você levantou vago, muitos aspectos, muita coisa. E exemplo prático e simples, né? Como você foi colocando no final do que você tava falando, você tava colocando aí. Ã, como né, pensamentos, se a gente às vezes nos perdemos em pensamentos eh deletéos aí, não interessantes, negativos, como é rápido o nosso humor se modificar, né? como a gente passa do Sol paraa lua, né, assim, instantaneamente, né, eh, quando nos permitimos realmente esse, né, esse desse equilíbrio reativo, né, quando a gente responde rapidamente com raiva, com ódio, fisicamente a gente não sente tensão, não fica duro, tenso, às vezes dói estômago, né, eh, para isso ar de garganta, enfim, você tem reações físicas referente à sensações eh eh que a gente acaba tendo. São sensações eh eh más ruins, não necessariamente são sensações de proteção, né? Raiva e ódio não deixa de ser sistemas de proteção com algo que te impacta. Porém, o problema é que quando a gente se deixa eh altamente desequilibrado e a essa sensações serem repetitivas, exatamente porque não é como eu quero, que as coisas não

eção com algo que te impacta. Porém, o problema é que quando a gente se deixa eh altamente desequilibrado e a essa sensações serem repetitivas, exatamente porque não é como eu quero, que as coisas não são como eu quero de um aspecto geral é isso, não é? Eu não, né, me confronto sempre com as coisas e as coisas não são como eu quero e eu me permito, né, ser altamente reativo e e praticamente manipulado pelas por essas reações, quando por essas sensações quando elas só deveriam ser alertas, né, um sistema de, né, natural proteção do corpo e de de alerta, né? Opa, por que que eu tô reagindo assim? Por que que eu tô agindo assim, né? que por que que age de forma tão agressiva em vários aspectos, né? A me deixar até com dor de cabeça, tonto, né? Ah, o raciocínio não funciona, parece que os pensamentos não ligam um com o outro, né? né? Então isso mostra exatamente que o que envolve o nosso espírito é a prova de que, né, o fato de que você tem uma reação no seu físico e com o óbvio passar do tempo, seguindo leis materiais, porque a gente tem que ter esse entendimento, a gente está no mundo material, né, um espírito, né, encarcerado e tem que então a gente tem que entender que as nossas ações refletem sobre esse aspecto e as leis materiais vão acontecer conforme essas reações. né? Ou seja, deixando um corpo altamente agitado, estressado, eh, né? Eh, deixando o sistema imunológico altamente, eh, perdido, vamos se colocar assim, né? e acaba sendo um corpo mais fácil e aberto a todo tipo de doença, viroses e bacterianas e ou, enfim, desenvolvendo uma uma autodeficiência, né, se autoagredindo, né? Então, a eh eh olha só, né, o que que essas sensações, né, quando permitimos, né, com que esses vícios de comportamento levam a este templo. E hoje, o que que é nosso templo? é o nosso corpo, se existe algum tempo. Então nós temos eh a responsabilidade com essa estrutura, o cuidado com ela. A gente só tem que justamente cuidar, né, no ponto importante que tu colocou, né, quando isso passa a ser vaidade ou só,

o. Então nós temos eh a responsabilidade com essa estrutura, o cuidado com ela. A gente só tem que justamente cuidar, né, no ponto importante que tu colocou, né, quando isso passa a ser vaidade ou só, né, em função da vaidade, né, dessa estrutura, né, a atividade física eh de alta importância para essa máquina física. Ela necessita de movimento, ela precisa de movimento. Muitas coisas fisiológicas só acontecem quando você realmente se movimenta, põe para acontecer. Então, a gente pode pegar um gancho e afinar a lei de trabalho, né? Lei de trabalho sempre nos nos remete a movimento, né? A estar fazendo alguma coisa, né? Não estou falando aqui necessariamente o laboral, né? Do que a gente tem entre nossas da nossa conquista aí de das necessidades eh eh eh fundamentais, né, de morar, alimentar-se e tudo mais, né, de se sustentar. Mas é é de movimento mesmo que eu quero dizer, né? Então, pô, esse corpo eh para ter a sua o seu remédio natural, dizer que que o exercício físico é o remédio natural do corpo, né? Evidentemente, quando nós adoecemos, saber usar as medicações adequadas, né, para lidar com o problema, com os sintomas, né, isso é lei lem material, né, a gente tem que usar, né, desses recursos químico para químico, né, para poder reorganizar essas essas situações, células e e demais do organismo, né? Então, ah, olha quantos cuidados e atenções e entendimento, né, informação, né, conhecimento que a gente tem que tá buscando exatamente para lidar com essa eh com esse presente, né, com essa situação do que a gente vive hoje, né? Então, a, mas a consciência de que o, o corpo tá refletindo toda a vibração e as ações do espírito é de grande, é fundamental, né? Acho que a gente já não é mais tão infantil espiritualmente para não entender isso, né? Ou não que ou não ter conhecimento. A gente pode não querer fazer, né? Aí, né? opções e escolhas, mas entender e compreender, eh, entender principalmente a gente já é capaz. O desafio é compreender, né, colocar em prática, né, uma um

o. A gente pode não querer fazer, né? Aí, né? opções e escolhas, mas entender e compreender, eh, entender principalmente a gente já é capaz. O desafio é compreender, né, colocar em prática, né, uma um cotidiano, né, um equilíbrio, né, uma disciplina, né, de cuidado, né, e de e referente a essa estrutura física que a gente tem, né, que a gente recebe da divindade e vai ter que devolver, né? Então, há o peso, né, de que a como as suas atitudes foram e refletiram no que te foi emprestado e dado, né, na na no ato misericordioso que é a reencarnação, né, a encarnação e a reencarnação, né, dentro de um corpo físico. Então, é eh é válido todo o trabalho que venha a ser espiritual, né, Chile? todo o trabalho que te vem a fazer uma reflexão sobre as atitudes que anda se tendo. E mais uma vez que alerta as doenças e as dores estão querendo te comunicar, né? O que você pretende fazer com isso, né? como você citou do próprio texto, quantos e quantos aí aparentemente tem uma figura e uma imagem, mas o coração está extremamente doentivo, né? E que realmente uma vida agitada, né, e pomposa muitas vezes que a gente acredita ser eh bem-estar e saúde, na verdade intimamente eh se encontra em alto desequilíbrio. Então, a eh é refletir, reflexão, reflexão sobre o que anda acontecendo, sobre o que anda acontecendo. E você colocou, né, como o que fazer, né, em relação a essas questões que estão acontecendo, né? E e sem dúvida, a fé, a fé é eh é fé. talvez a ferramenta principal, a fim de dar a a esse eh é o agente mais poderoso, vamos colocar assim, para esse reequilíbrio, não é? Jesus ele não curava só pela imposição das mãos, ele justamente ele ele ele despertava no coração das pessoas, né? A confiança que você colocou, né? e a vontade de ser melhor, de ser melhor do que você está hoje, né? De ser melhor do que essas do que esses desequilíbrios que você é hoje, esse desequilibrado, vamos colocar assim, que nós somos hoje, né? E eu acho que, né, eh eh é o sinônimo de imperfeição, né, o

é? De ser melhor do que essas do que esses desequilíbrios que você é hoje, esse desequilibrado, vamos colocar assim, que nós somos hoje, né? E eu acho que, né, eh eh é o sinônimo de imperfeição, né, o estado, né, que nós nos encontramos hoje, né? Então ela, a fé justamente ela desperta essa força interior, né, essa vontade firme, né, né, que é iluminada pela fé, né, de quando a gente confia em Deus e a gente se dispõe a melhorar, ativamos esses recursos espirituais, né, que favorecem realmente a nossa recuperação, né, e sem sombra de dúvida, serenidade, né, serenidade em em poder lidar com essas situações, né, que acalmam o nosso interior, né, que daí essa força magnética, né, que protege contra o próprio desequil desequilíbrios externos, forças negativas, né, abraçar o momento de doença, né, e não ser desesperado, ao contrário, né, abraça, abraça, abraça com com carinho. se respeite nesse momento, saiba dar o repouso realmente necessário, forçado, porque a doença é mais ou menos isso, né? O freio literalmente forçado, né? De quando a gente não freiou antes, talvez, né? Não teve essa percepção. Então, acalma, né? Segue o tratamento físico necessário, né? dá importância aos pensamentos desse momento. Fica contigo, fica com Deus, com a espiritualidade, né? Dá o tempo e depois retorna assim que tiver saudável novamente, né? Que o corpo tiver respondendo, né? E e mesmo que que muitas vezes são doenças, como é colocadas, podem ser expiações, situações que a gente tem também para provar com elas, né, e que podem estar aí participando em grande parte da nossa existência, né? Então, que a gente a gente perceba que são momentos de aprendizado também, né? resiliência, humildade lidar com essa com esse enfraquecimento, né? Porque a doença nos coloca numa situação bastante baixa no sentido em todos os aspectos, né? Ela nos deixa como se a gente tivesse eh sem ação, >> vulnerável, né? é altamente vulnerável e e sem muito >> potente. Potente. Isso. Obrigado. Isso. Era essa a palavra. E potentes.

s os aspectos, né? Ela nos deixa como se a gente tivesse eh sem ação, >> vulnerável, né? é altamente vulnerável e e sem muito >> potente. Potente. Isso. Obrigado. Isso. Era essa a palavra. E potentes. Eh, então, eh eh sem sombra de dúvida, a humidade é um dos grandes aprendizados, né? Ela nos coloca justamente numa situação onde a gente tem que perceber o que que é que nos nos é necessário aprender. E a humildade frente a essas situações é importante. A gente é eh é importante nos vermos às vezes assim porque esquecemos que não somos falhos, né? Que não somos perfeitos, que os outros não são, né? Nos faltando muita indulgência nos nossos atos, né? Recitamos que está tudo bem, muito ótimo. Somos prósperos materialmente, envolvidos sempre nessa nesse contexto material que tudo somos, tudo podemos, né? Nada nos atinge. E a doença justamente nos coloca lá embaixo a nos relembrar, né, de que não somos exatamente assim como nós achamos, queremos que tudo seja, né? Então, eh, dá para aprender muito com essa situação enferma, né? >> Com certeza e a a nos reconectar com essa com a fé, eu acho que principalmente, né, que a gente mais uma vez venha a buscar os tratamentos, tudo que está disponível. Muitas vezes a gente nem consegue tudo que está disponível, né? Porque, infelizmente, né, a área da saúde, a medicina ainda está muito materializada. Quando digo ela não é acessível para todo mundo, né, todos os recursos, né, muitas vezes o que tem de melhor, muito de novo é só para quem tem poderes aquisitivos altos, né? Não chegam aqueles que estão necessitados e que não têm essas condições financeiras, né? Mas de que de que na fé a gente pode conquistar muito, né? Conquistar quem sabe realmente essa cura. Talvez todo mundo já deve ter algum conhecimento, alguma história, né, de quantas pessoas com a mudança interna, né, nesse aspectos internos, melhorou, curou, né, os ditos milagres, como a gente diz, né, eh, né, ou assim conhecemos, né, quanto esse movimento de fé já não fez com que realmente a saúde

ça interna, né, nesse aspectos internos, melhorou, curou, né, os ditos milagres, como a gente diz, né, eh, né, ou assim conhecemos, né, quanto esse movimento de fé já não fez com que realmente a saúde se restabelecesse em situações que talvez a gente dava como perdidas, né, ou como um desencarne ali sendo anunciado e as coisas se revertem e, né, e a pessoa volta aí ao cotidiano, a existência saudável. >> Eh, essa questão que você coloca da fé, eu acredito que é essencial, né, a fé em Deus, a fé no no na nas leis divinas, né? Porque o que que acontece? A gente não sabe se a doença ela é um um uma depuração para que o espírito progrida mais rápido ou se ela é algo que foi criado aqui no meu campo físico devido aos maus hábitos, né? Maus hábitos que eu tenho no na prática do meu dia a dia, hábitos morais que também causam doenças, né? Então, a gente não tem não tem essa certeza, mas a fé ela vai ela vai ser essencial em ambos, porque seja a doença causada aqui no meu corpo físico, causada pelos meus males, essa fé vai me transformar como ser humano, né? Porque quando eu me meto para Deus, eu começo a olhar para Deus, né, como um pai amoroso, enfim, eu começo a me transformar como ser humano. E daí eu me transformando como ser humano, eu curo o meu corpo também, porque eu mudo os meus hábitos, né? E quando e essa doença ela faz parte do nosso plano reencarnatório e muitas vezes a gente sabe que é o que vai causar o desencarne da pessoa, porque precisa desse momento, dessa depuração para o progresso do espírito. Essa fé vai me fazer olhar com resignação para esse momento e confiando em Deus que ele tá fazendo o melhor para mim, né? Então, em todos os sentidos, a fé é essencial, né? E deixa eu só dar um um oi aqui para Dais Florêncio e para Jose, que entrou aqui conosco no estudo de hoje, né? Mas tu colocou um ponto bem importante ali bem no início da tua fala, que é a questão da ansiedade, né? E a ansiedade, na verdade, é o desejo de controlar o que não pode ser controlado,

o de hoje, né? Mas tu colocou um ponto bem importante ali bem no início da tua fala, que é a questão da ansiedade, né? E a ansiedade, na verdade, é o desejo de controlar o que não pode ser controlado, né? E quando a gente quer controlar algo que não tá no, né, no nosso poder, a gente acaba que dentro do nosso corpo físico, que a gente tem uma série de hormônios, né, de questões orgânicas, fisiológicas ali funcionando, que eu não sou experte nisso, né, mas tem toda essa questão hormonal que elas acabam trabalhando em desequilíbrio. E quando eu elas estão trabalhando em desequilíbrio, o meu corpo físico aqui, né, vai ter algum efeito, né, vai ter algum sintoma referente a esse desequilíbrio. E se esse desequilíbrio for muito grande, com o passar do tempo vai gerar doenças, né? Porque Deus nos criou para que a gente, que nem tu disse, né? Nosso corpo físico é uma máquina perfeita, perfeita, criada por Deus. Mas quando a gente nessa nossa ansiedade e nós vivemos uma sociedade ansiosa nessa, né, nesses tempos agora, né, nós estamos ansiosos por várias situações, né, isso quando é contínuo, essa ansiedade vai gerar doença aqui pro nosso corpo. E daí muitas vezes a gente pode fazer tratamento, né, com medicamento, tratamento com terapia, tratamento com isso, com aquilo, mas se nós não mudarmos, né, a nossa visão pra vida, a gente vai ter que primeiro ir lá na causa, né? lá na causa, a causa é a ansiedade. Então, a gente vai precisar, né, mudar isso. Se a gente não mudar isso, a gente pode fazer n em situações que não vão resolver, porque a gente não tá curando a causa, né? A gente tá tratando só os sintomas. Enquanto a gente trata só os sintomas, infelizmente a cura não chega, né? Ela pode até chegar momentaneamente, mas depois volta tudo de novo, né? Então, esse olhar para essas emoções que você falou, para essa ansiedade que a gente tá vivendo, é muito importante. Só que eu eu vejo até por mim, né, me coloco nessa situação que a correria do dia a dia muitas vezes a gente não para para se observar,

para essa ansiedade que a gente tá vivendo, é muito importante. Só que eu eu vejo até por mim, né, me coloco nessa situação que a correria do dia a dia muitas vezes a gente não para para se observar, né? A gente vive várias situações e a gente não percebe qual é a emoção que que eu estou sentindo nesse momento, o que que essa emoção está causando aqui em mim, né? E a gente precisa, precisa se observar, porque é o autoconhecimento, né? Aqui ele diz que o remédio está em nós. Como que eu vou encontrar o remédio se eu não me conheço? É a mesma coisa que a gente entrar numa casa procurando algo, mas eu não conheço aquela casa e muitas vezes eu não sei nem o que eu tô procurando. Eu vou ficar vasculhando aquela casa sem achar, porque eu tenho vários fatores que me dificultam, né, encontrar aquilo que eu tô procurando. Então, primeiro eu preciso conhecer aquele ambiente, conhecer o que eu tô procurando, né? entendeu? O que eu tô procurando? Isso é aqui, é comigo, né? >> Uhum. >> Lógico que a gente tem vários meios, né, que são facilitadores para nós, né? Então, muitas vezes, ah, entrar num grupo religioso, né, seja espírita, seja evangélico, enfim, que trabalhe esse autoconhecimento, trabalhe esse olhar para dentro, né? Muitas vezes as pessoas encontram na terapia, né, grupos de autoajuda, enfim, mas eu preciso fazer o movimento >> para ir de encontro a esse remédio que está aqui dentro de mim, né? Eu preciso me movimentar para isso. Muitas vezes também é que nem tu disse, eh, sair da do comodismo, né, da preguiça e movimentar o corpo físico mesmo, porque como uma engrenagem, né, esse corpo físico ele precisa estar em movimento. Nós não fomos criados para ficar parado o dia inteiro, sentado numa cadeira de escritório dia inteiro ou às vezes aposentados, ficarem em casa parados o dia inteiro. Nós precisamos nos movimentar. O corpo e o espírito precisa desse movimento. E quando a gente para, seja no nosso campo mental, né, intelectual, e no nosso campo físico, tudo parece que

o dia inteiro. Nós precisamos nos movimentar. O corpo e o espírito precisa desse movimento. E quando a gente para, seja no nosso campo mental, né, intelectual, e no nosso campo físico, tudo parece que começa a enferrujar. Essas engrenagens, elas começam a ficar trancadinhas, né? A gente precisa tá movimentando ali para que elas não enferrugem. E isso é um trabalho árduo no nosso dia a dia, né? Mas eu acredito que o ponto inicial é nós identificarmos, né? Quando está ali instaurado essa ansiedade, essas emoções negativas, esses pensamentos negativos, essas dores que vem no físico. O que que isso quer me mostrar? Por que que eu tô tão doente, né? Porque que tudo acontece comigo ou é uma dor aqui, ou é uma dor ali, ou, né, uma hora é uma gripe, uma hora é uma doença um pouco mais grave. O que que isso quer me mostrar? O que que eu tô fazendo na minha vida que tá causando isso? O que que eu preciso mudar, né? Quais são os direcionamentos que eu tô dando paraa minha vida que tão causando isso? Ou eu tô muito parada e não tô fazendo atividade física, ou é o meu intelectual que tá muito estagnado, eu tô me conectando só com notícias negativas, né? É uma série, nunca vai ser uma coisa só, né? Nunca vai ser uma coisa só, porque você como, né, trabalha nessa área da educação física, né, você sabe que muitas vezes a pessoa está com depressão e ela vai para uma atividade física e essa atividade física muda tudo, muda tudo, muda o humor dela, muda o jeito dela ver a vida. Ela começa a se conectar com outras pessoas, ela faz relacionamentos novos, né? Ela vai para relacionamentos novos, ela começa a ter uma vida social que antes não tinha, aquela vida que era cinzenta, sem motivos, começa a ter motivos para viver, ela começa a ter motivos para sair da cama de manhã cedo, né? Ah, eu vou lá, vou pro meu Pilates, vou paraa minha academia, porque lá eu vou encontrar minha amiga, meu amigo, que eu gosto de conversar com ele, né? Depois a gente sai, vai tomar o café, enfim. Então, é uma série de fatores e essa

s, vou paraa minha academia, porque lá eu vou encontrar minha amiga, meu amigo, que eu gosto de conversar com ele, né? Depois a gente sai, vai tomar o café, enfim. Então, é uma série de fatores e essa questão da fé é um ponto essencial. Essencial, porque eu acredito muito que muitas doenças elas não vão ser resolvidas aqui nesse corpo físico, né? Eu não vou curar o meu corpo físico. Essas doenças muitas vezes elas vêm para curar o meu espírito. Mas se eu não tiver a fé, né, em Deus, a fé de ser resignado, em vez de curar o meu espírito, eu vou criar mais karmas aí, né, mais dores pro futuro. Então essa fé que, né, eu vou fazer o meu melhor, eu vou me dedicar, eu vou pra academia, eu vou procurar médico, vou procurar terapeuta, eu vou buscar grupo de autoajuda, né, vou lá pro artesanato, enfim, várias situações que a gente pode estar fazendo. E mesmo assim, mesmo assim, infelizmente a doença não me deu trégua, mas eu busquei força. Eu busquei força em tudo isso, busquei força em Deus, né? Apesar da doença, eu estou vivendo feliz, né? Estou vivendo bem dentro do possível. Porque o Chico falava, né? Chico tinha um monte de problemas físicos e quando perguntavam para ele, "O meu corpo está doente, mas o meu espírito está muito bem", né? Então, é saber que nós somos além desse corpo físico, né? O essencial é o espírito, porque o espírito é imortal. O corpo físico aqui ele fica, né? Mas o espírito segue. Então, quando nós nos depararmos com uma situação de doença, que por mais que a gente tenha feito esforços e a gente precisa fazer esses esforços, até porque a gente nunca sabe, né, quando a doença vai persistir, né, e precisa para para essa depuração ou quando não, ela vem para nos ensinar a mudar as nossas atitudes, né, quando ela persistir e chegar ao momento, né, de, enfim, né? Findar ali o nosso corpo físico para que o nosso espírito esteja curado, para que a nossa alma esteja depurada, né? Para que quando a gente chegar no plano espiritual e para uma nova reencarnação,

né? Findar ali o nosso corpo físico para que o nosso espírito esteja curado, para que a nossa alma esteja depurada, né? Para que quando a gente chegar no plano espiritual e para uma nova reencarnação, a gente não carregue junto essa doença, porque ela depurou, né? Mas para isso nós precisamos de resignação, de fé, né? E a prece, né? A prece essencial. Eu até peguei aqui um um trechinho que eu achei muito lindo, que que vem aqui da confiar na vontade de Deus e no amparo invisível, né? Então, aceite a doença com uma lição e confio no poder da vontade superior. Essa confiança liberta o coração da angústia, né? Eu achei isso muito pontual, né, para esse momento, né? E Kardec também nos ensina, né, eh, no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 28, é 28 aqui, a prece que tá lá, né, nas coletâneas de prece, né, a prece ato de adoração. Orar é pensar em Deus, aproximar-se dele, é pôr-se em comunicação com Deus, né? eh eh esse pôr-se em comunicação com Deus, porque nesse momento de de grande dificuldade que a gente passa, né, quando a gente está vivenciando uma saúde e e aí vamos lá, né, vamos botar tudo no mesmo balaio, saúde física, saúde mental e espiritual, né? Quando nós nos aproximamos de Deus, é como a gente recebe força, né? Como ir lá abastecer o nosso carrinho no posto de gasolina, né? A gente vai lá e se abastece, se abastece dessa vida, dessa vontade, dessa esperança de que amanhã vai ser melhor. Apesar de todas as dores, todas as dificuldades, o amanhã vai ser melhor, né? Mesmo que esse amanhã não seja o amanhã de amanhã, mas seja o amanhã da vida futura, né? Porque eu tô curando o meu espírito. Então, esse momento de meditação, de serenar esses pensamentos turbulentos, né, de nos colocarmos nas mãos de Deus, porque nos quando que a gente vai nos colocar nas mãos de Deus? normalmente nos momentos de maior dificuldade. É aquela história, né? Quando eu caminhava sozinho na praia, né? Olhei para trás e só vi os meus passos, né? Tem essa essa parábola aí, história, né?

us? normalmente nos momentos de maior dificuldade. É aquela história, né? Quando eu caminhava sozinho na praia, né? Olhei para trás e só vi os meus passos, né? Tem essa essa parábola aí, história, né? Que Deus te carregava, né? Achei que estava só, mas Deus estava carregando, né? Então é muito isso, é nesses momentos que a gente se entrega, se entrega realmente nas mãos de Deus e ele vai fazer o melhor, né? Então, por mais difícil que estejamos vivendo nesse momento, que a gente possa ter essa serenidade de acalmar essas emoções, acalmar esses pensamentos e nos colocarmos resignados diante da vontade de Deus para que a gente receba a intuição necessária do que fazer, do que nós temos que aprender com aquela doença, com aquela situação, né, que Deus nos oriente da melhor maneira possível e se chegar lá no final e não tiver jeito pro corpo físico, que pelo menos a alma esteja curada, né? Então eu acredito que é eh essa é a conclusão desse estudo de hoje, né? para que a gente possa repensar as nossas atitudes no dia a dia para que a gente consiga manter o nosso corpo físico sadi, porque ele é a casa do nosso espírito e pro nosso espírito viver bem, precisamos dessa casa em ordem, né? Mas que quando, por mais que fizermos, a nossa casa não esteja, né, como gostaríamos, mas que o nosso espírito sim esteja em paz, esteja bem diante de todas essas dificuldades, né, mas que nunca nos falte, né, a vontade de fazer um dia melhor, de mudar esse ser que sou eu aqui, com a fé e a confiança em Deus de que ele tá fazendo o melhor por nós, né? >> É, sei lá, saúde integral, né? Você colocou aí, né? Eh, equilíbrio, corpo, mente, espírito, né? A verdadeira saúde, ela não tá só na na ausência dos sintomas, né? Então, é é esses é esse equilíbrio entre esses fundamentos. E acho que o que o Espiritismo nos trouxe hoje aí, né, todo esse ensino aí é que o bem bem pensar, o bem sentir, o bem agir, né, são fundamentos para essa cura, paraa verdadeira cura, né? Então, eh cuidar do nosso corpo é é um dever,

s trouxe hoje aí, né, todo esse ensino aí é que o bem bem pensar, o bem sentir, o bem agir, né, são fundamentos para essa cura, paraa verdadeira cura, né? Então, eh cuidar do nosso corpo é é um dever, um dever espiritual, né? ser assim a gente vê com o que o estudo nos trouxe hoje, né? Ah, mas que essa essa saúde verdadeira, né, ela também exige ah cultivo da paciência, do perdão, né, da serenidade, seja esses alimentos da alma, né? E então que esse esse esse esse eh que esse cuidado com a saúde física não é só conservar apena por alimentos ou só pelas medicações, né? Mas justamente por esses sentimentos elevados, né? Gesto de bondade, os pensamentos eh de fé, né? E e confiança, né? né, que a doença que a doença do corpo ela pode, né, nascer nas aflições aí do espírito, como as da doença da alma pode ser das consequências dessas desordens do corpo, né? Então, vamos colocar assim, eh, nada de sedentarismo físico, como também nada de sedentarismo espiritual, né? Vamos, vamos movimentar os dois, né? Porque o que a gente, né, como colocado, né, o a gente vem para esse mundo justamente, né, para rebaixaros, digamos assim, uma materialidade para que a existência que venha provocar o nosso espírito é o quê? As situações que nos levam à elevação, né? Assim como o essa manifestação do espírito vem a provocar a matéria assim a se adequar e a se aperfeiçoar, né? E a cada existência nós temos corpos aí mais avançados a lidar com espíritos que buscam avanço, né? Então, olha só, né? uma não é dependente da outra, mas a sua interação é eh é de transformação fundamental para qualquer aspecto da evolução, né, de lei de evolução aí, né? Então, saibamos os caminhos eh positivos para lidar com essa vivência que é na sobrematerialidade, a fim de que a gente tenha eh reencarnações saudáveis, mais saudáveis possíveis, né? Que a gente saiba aprender com todos os aspectos que as doenças venham a nos provocar. É, ó, muito feliz quando tu coloca, né? a gente não sabe especificamente o que que

mais saudáveis possíveis, né? Que a gente saiba aprender com todos os aspectos que as doenças venham a nos provocar. É, ó, muito feliz quando tu coloca, né? a gente não sabe especificamente o que que aquela doença é resultado do quê. Sempre há uma neblina, né, sobre o a razão exata do daquilo. Mas ok, não é isso que é importante, é tentar perceber as lições, né, com que essa situação está nos trazendo. De forma de um aspecto geral, a gente entende humildade, empatia e paciência conosco mesmo, né? Eh, a gente às vezes consegue ter uma consciência de que se aquela doença que vem, do formato que ela vem, tem a ver talvez com um grau expiatório ou de provação, né, na nossa existência, vem para justamente purificar questões anteriores. Então, que a gente saiba eh os comportamentos para lidar com isso. Às vezes a gente identifica e vê que doenças que são recindivas, pô, fiquei doente e vem de novo e vem de novo. O que que é que no agora eu estou não estou percebendo, refletindo e e então fazendo a modificação coerente, né, para que então volte ao estado de equilíbrio e se dê continuidade com as coisas, né? Então, eh, que a gente saiba ter sempre a mente, eh, disposta a reflexão e a modificação, né, a usar dessas ferramentas espirituais, como você colocou, buscar ambientes que trabalham os aspectos espirituais, né, espiritualistas, né, que te favoreçam realmente a saúde, que seja esse antídoto contra todas essas reações em relação ou vícios em relação às sensações que a gente tem moralmente e que a gente acaba muitas vezes eh jogando, né, para vícios materiais, né, porque não sabemos lidar. Então a gente busca sobre os prazeres, né, aí do materialismo a tentar lidar, né, com os anseios da desses desses confortos que acabam a surgindo aí na nossa vida, né? Então fica essa fica essas lições, acredito, né, Chega, que a gente então só coloque em prática e consiga compreender, não é? Ou o desafio é sempre a compreensão, ou seja, a ação, né, sobre esses inúmeros conselhos e e

ca essas lições, acredito, né, Chega, que a gente então só coloque em prática e consiga compreender, não é? Ou o desafio é sempre a compreensão, ou seja, a ação, né, sobre esses inúmeros conselhos e e soluções aí que a espiritualidade nos coloca, não é? Basta agora a vontade e o querer de fazer. Isso mesmo, Rodrigo. Então, acho que a gente conseguiu abranger, né? A gente não tá aqui para chegar a ao o final do assunto, né? Esgotar o assunto, mas deu pra gente pelo menos despertar uma puguinha atrás da orelha aí, né? Nossa, e de cada irmão que aqui também, né, estava no estudo e que venha, né, a ver esse estudo depois. para que a gente esteja atento, né, esteja atento ao nosso, aos sinais, né, que o nosso corpo físico está dando, que ele dá. Esteja atento ao que está se passando no nosso mental, né? Porque a gente tem pensamentos intrusivos a todo instante, né? E qual que a gente vai alimentar e qual que a gente vai deixar passar, né? Isso é é essencial, né? Mas acredito que é isso, né? Uma lição para nós. Eu sempre digo para mim, né? Sempre é uma lição, né? Porque o capítulo nunca cai por acaso, né? Ele cai sempre aonde a gente precisa estudar e aprender, né? Para que sirva também de lição, né? E é isso. Então, vamos agradecer os nossos colegas que aqui estiveram conosco, né? o Mateus, o Walter, a Josiane, a Daisy e tantos outros que não se manifestaram aqui, mas que com certeza estavam acompanhando ou que vão vir acompanhar esse estudo mais tarde, né? E vamos então fazer a nossa prece de encerramento, né? Já estamos no nosso horário. Senhor, Senhor da vida, terminamos esse momento de reflexão e aprendizado com o coração mais sereno e a mente mais confiante. Agradecemos Jesus pelas lições recebidas, pela oportunidade de compreender que a saúde verdadeira nasce da harmonia entre o corpo, mente e espírito. E se a dor nos visitar, que saibamos acolhê-la com paciência, com fé, lembrando que nenhuma lágrima em vão quando rega o terreno da alma e busca a luz. Fortalece, Senhor, os que através

te e espírito. E se a dor nos visitar, que saibamos acolhê-la com paciência, com fé, lembrando que nenhuma lágrima em vão quando rega o terreno da alma e busca a luz. Fortalece, Senhor, os que através da doença, os que através da doença estão passando por tantas necessidades para que eles encontrem na prece, no amor e na esperança a energia necessária para a cura ou para a resignação. Ilumina também, Senhor, aqueles que cuidam dos enfermos, para que levem conforto, carinho e compreensão. Nos abençoe e nos proteja, Senhor. Proteja e abençoe as nossas famílias, a todos os nossos irmãos. Esteja conosco, Pai, hoje e sempre. Então tá, meu amigo querido, até o próximo estudo. Deus te abençoe, abençoe a todos nós. Muito obrigado aos nossos amigos que aqui estiveram. Bom domingo a todos e até domingo que vem no nosso próximo estudo. >> Obrigado, Sheila. Bom domingo para todo mundo. Fique com Deus. >> Que assim seja.

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