Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 03 | 23.03.25

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 24/03/2025 (há 1 ano) 1:08:18 46 visualizações

Estudando com Jesus | 23.03.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 03: Legenda espírita Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

Bom dia. Olá. Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Bom dia, amiga La. Bom dia. Muito bom dia, Marcos. Bom dia aqui aos amigos do chat, a Sheila que já tá aqui conosco e aqueles que chegarão aqui hoje, agora ou aqueles que vierem mais tarde ou que nos virem em outro momento, né, que seja um bom dia, um boa tarde, um boa noite, mas que seja tudo de bom para cada um que puder estar aqui conosco. Bom dia pra teca que tá chegando também. Então, que nós sejamos aqui todos nesse clima de bom dia, de excelente dia, que nós possamos ter um bom estudo também e que nós possamos aqui em nome de Jesus aprender um pouquinho mais das lições que eles nos deixou, né, Marcos? Eh, graças a Deus. E hoje, eh, a nossa dupla tá abrindo o livro novo, que iremos estudar, né, o espírito de verdade, da verdade. E nós vamos trabalhar com capítulo três, legenda espírita. Eh, avisar aqui a Sheila. Sheila, meu meu micro pifou hoje. Ontem ele tava bom, aí hoje ele pifou. Eu liguei 8:30 da manhã e ele começou a ficar estranho. A Patrícia que nos ajudou, tá? Que eu eu não tava nem conseguindo iniciar, fiquei sem acesso. Aí tô pelo celular. Ah, mas que bom. Para tudo Deus encaminha um anjo bom na, né, que coloca para nós esses anjos bons aqui que nós temos nessa, nesse nosso grupo de estudo, né, Marcos, que eles sempre estão aqui. É, é. Hoje foi socorro de emergência. É. Hoje vamos próximo. Vamos, vamos fazer uma prece. É, você faz, Marcos, a prece você faz para tão linda. Faço sim. Amorável Pai, nosso criador universal e mestre Jesus, irmão de todas as horas, estamos aqui reunidos. esse grupo do Igese que é bem unido, a espiritualidade superior que nos socorre, nos protege e nos edifica para mais uma manhã de domingo de estudo desse livro coberto pelo auxílio de vários espíritos benfeitores, cada um cuidando de um tópico e dando o mais profundo que eles sabem sobre o assunto para nos auxiliar, para nos socorrer, cuidar de nossas famílias, das pessoas que amamos, a fim de que possamos todos

ada um cuidando de um tópico e dando o mais profundo que eles sabem sobre o assunto para nos auxiliar, para nos socorrer, cuidar de nossas famílias, das pessoas que amamos, a fim de que possamos todos juntos nessa caminhada em direção ao Cristo, podermos progredir e evoluir. Graças a Deus. Graças a Deus. Que assim seja. Que assim seja. Então, que nós possamos fazer o nosso estudo de hoje assim com bastante gratidão ao Pai pela oportunidade de estarmos aqui presentes e que nós estamos aprendendo, né, amigo? Porque cada dia que a gente estuda um pouquinho aqui, quem aprende somos nós, né? Então, o que nós vamos discorrer, o que nós vamos discorrer aqui desse capítulo foi aprendizado para nós e assim é o nosso ponto de vista. Então, se vocês tiverem, claro, se tiverem, não, vocês têm o seu ponto de vista acerca daquilo que a gente fala. Então, nós gostaríamos dessa interação, o que vocês acham, se vocês concordam, qual que é a opinião de vocês? E vocês podem também depois quando virem numa outra oportunidade pensarem de forma diferente de nós. Isso é que é o bonito, né, na nossa eh diversidade aqui entre seres encarnados, né, que cada um tem um pensamento e às vezes um pensamento completa o outro, né? Às vezes uma fala minha pode ser algo que o Marcos pensou e falou: "Nossa, olha, ainda tem mais isso e isso". Então, pode ser alguma coisa que a Sheila pensou de forma diferente ou que a Teca viu e enxergou de forma diferente. Então isso que é bom nessa diversidade. Então não é a nossa verdade, é o nosso entendimento da lição que nós estudamos para que a gente possa compartilhar com vocês hoje, né? Então vamos lá. Aqui o nosso capítulo de hoje eu vou começar e aí nós vamos discutindo, né, Marcos? O nosso capítulo de hoje, que se chama Legenda Espírita, ele faz menção ao capítulo 15, no item 10, do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é lá na instrução dos espíritos, que é uma mensagem que é o último item desse capítulo, e é uma mensagem deixada por Paulo, que nós vamos ler a respeito dela, que ela diz:

o Segundo o Espiritismo, que é lá na instrução dos espíritos, que é uma mensagem que é o último item desse capítulo, e é uma mensagem deixada por Paulo, que nós vamos ler a respeito dela, que ela diz: "Fora caridade não há salvação". é um item que a gente precisa estar com ele assim dentro de cada um de nós, a cada dia, a cada momento. Então ele diz assim: "O cultivador é conduzido ao pântano para convertê-lo em terra fértil. O técnico é convidado ao motor em desajuste para sanar-lhe os defeitos. O médico é solicitado ao enfermo para a bênção da cura. O professor é trazido ao analfabeto para auxiliá-lo na escola. Eu gosto muito de de Marcos, você me desculpa aqui, não sei se você gosta de ler tudo primeiro, mas eu gosto muito de sobre os parágrafos, porque cada parágrafo ele traz pra gente um entendimento e depois no todo a gente fecha, né? Mas aqui ele tá nos convidando, eh, eu vou falar aí depois você completa com seu raciocínio, ele tá nos convidando a gente olhar o que cada um de nós tem dentro. Quando ele tá falando aqui que ele é conduzido, depois ele usa a palavra convidado, solicitado e trazido. Esses quem? o cultivador, o técnico, o médico e o professor no exemplo que ele tá nos dando aqui. Então, ele não tá dizendo para nós para que esses aqui estejam no exercício da sua profissão. Eles têm uma profissão, eles têm cada um uma designação naquilo que fazem, mas ele não tá falando aqui especificamente do que ele está fazendo naquele momento, naquela profissão. Ele está sendo trazido, convidado, solicitado. O que que é isso? O que que ele remete isso a nós? O que que ele mostra? O que que ele traz pra gente assim como item comum a todos eles? Quando alguém é conduzido ao trabalho, alguma atividade, ele é conduzido por quê? Porque ele foi solicitado, porque alguém teve a necessidade daquele trabalho dele. Quando ele é convidado, é porque alguém acha que ele completa algum algum movimento, alguma ação, algum trabalho. Quando ele é solicitado, é porque ele faz falta. É

necessidade daquele trabalho dele. Quando ele é convidado, é porque alguém acha que ele completa algum algum movimento, alguma ação, algum trabalho. Quando ele é solicitado, é porque ele faz falta. É porque aquele trabalho dele ele faz falta se ele não tiver presente. E quando ele é trazido é porque também se fez notar a falta dele e ele completa algo. Então o que que todo mundo tem em comum aqui? Eu vou falar de alguma coisa que que nesse decorrer do estudo que eu fiz e das informações que eu pude buscar aqui, eh, que que nós temos em comum, cada um de nós. Aí eu vou vou pedir licença aqui para mostrar o que que nós temos em comum. Nesse livro aqui, ó, Jesus no Lar, nós temos um capítulo 22 aqui que chama o talismã divino. E o que todos nós temos em comum é esse talismã. Se a gente pensar no talismã da forma vulgar, como as pessoas costumam usar esse termo, ele pode ser um amuleto da sorte, né? Ele pode ser algo que te traga benefícios. Então, é um objeto que você lança a mão dele para que você possa trazer para junto de si uma força que você acha que aquele objeto é capaz de trazer para você. Então, o que que ele diz aqui? Que que ele essa esse livro aqui, Jesus em casa, é um livro das falas de Jesus e nos encontros que ele faz na casa de Pedro. aquele encontro corriqueiro, aquele encontro amoroso que ele faz sempre no final do dia, aquele bate-papo gostoso que ele tem com as pessoas que estão ali ao redor e que as pessoas vão chegando, vão se juntando ali e acontece ali aquele bate-papo gostoso, aquele bate-papo informal. Então aqui ele diz assim: familiares interessante palestra acerca das faculdades sublimes de que o mestre dava testemunho amplo, curando loucos e cegos. Quando Isabel, a zelosa genitora de João e Thago, indagou sem preâmbulos. Então, a mãe de João e Thago, vendo toda essa capacidade que o mestre demonstrava de todo o trabalho que ele vinha desempenhando, ela achou que tinha alguma coisa sobrenatural ali com ele. Daí ela pergunta para ele assim: "Senhor, terás contigo algum

cidade que o mestre demonstrava de todo o trabalho que ele vinha desempenhando, ela achou que tinha alguma coisa sobrenatural ali com ele. Daí ela pergunta para ele assim: "Senhor, terás contigo algum talismã de cuja virtude possamos desfrutar? algum objeto mágico que nos possa favorecer. Aí Jesus passou a mão nela com os olhos penetrantes e falou todo risonho. Olha gente que Jesus amoroso, né? Ele passa uma imagem para nós aqui de um Jesus tão bondoso, tão amoroso, que é a imagem que nós devemos sempre ter dele, né? Mas aqui ele acariciou, ele acariciou a mãe de de João e Thago. E aí realmente conheço um talismã de maravilhoso poder. Usando-lhe os milagrosos recursos, é possível iniciar a aquisição de todos os dons de nosso pai. Olha que maravilha. Quer dizer que cada um de nós podemos usar esse talismã pra gente poder ter em nossas mãos todos os dons de nosso pai celestial. oferece a descoberta dos tesouros do amor que resplandecem ao redor de nós, sem que lhe vejamos de pronto a grandeza. Descortina o entendimento onde a desarmonia castiga os corações. Abre a porta as revelações da arte e da ciência, estende possibilidades de luminosa comunhão com as fontes de com as fontes divinas da vida. Convida a bênção da meditação nas coisas sagradas. Reatações de companheiros em discordância. Desserra passagens de luz aos espíritos que se demoram nas sombras. Permite abençoadas sementeiras de alegria. Reveste-se de mil oportunidades de paz com todos. Indica vasta rede de trilhos para o trabalho salutar. revela mil modos de enriquecer a vida que vivemos, facilita o acesso da alma ao pensamento dos grandes mestres, dá comunicações com os mananciais celestes da intuição. Gente, olha que talismã maravilhoso. Quem é que não quer um talismã desse aqui? Olha tudo que ele pode nos proporcionar. E aí ela curiosa, né, assim, bebendo daquelas palavras ali, ela diz: "E o que mais, senhor? dizimprimindo ênfase à pergunta. E após sorrir, complacente continuou: "Sem esse divino talismã, é impossível começar

curiosa, né, assim, bebendo daquelas palavras ali, ela diz: "E o que mais, senhor? dizimprimindo ênfase à pergunta. E após sorrir, complacente continuou: "Sem esse divino talismã, é impossível começar qualquer obra de luz e paz na terra". Os olhos dos ouvintes permutavam expressões de assombro quando a esposa de Zebedeu inquiriu espantada. "Mestre, onde poderemos adquirir semelhante bênção? Dize-nos. Precisamos desse acumulador de felicidade. O Cristo então acrescentou bem o morado. Esse bendito talismã, Isabel, é propriedade comum de todos. Quer dizer, todos nós temos esse talismã. E a hora que é a hora que estamos atravessando. Cada minuto de nossa alma permanece revestido de prodigioso poder oculto quando sabemos usá-lo no infinito. Bem, porque toda grandeza e toda decadência, toda vitória e toda ruína são iniciados com a colaboração do dia. E diante da perplexidade de todos, rematou: "O tempo é o divino talismã que devemos aproveitar". Então, o que que ele traz? Ele traz direitinho aqui paraa nossa, para essa nossa lição de hoje, eh, esse tempo, esse talismã maravilhoso que nós carregamos em nossas mãos, que nós temos dentro de nós, que nós somos capazes de utilizá-lo em benefício de tudo e de todos que estão aqui ao nosso redor. Então, por isso que quando ele remete aqui, quando ele fala no início aqui que o cultivador é conduzido ao pântano para convertê-lo em terra fértil, esse essa condução e essa conversão na terra fértil, o que que esse esse esse cultivador deve ter e deve fazer, deve trazer em si a boa vontade? Porque quando você chega num terreno que você olha as condições dele e você eh precisa transformá-lo para que ele seja fértil e que ele seja útil, que que ele vai precisar dedicar a ele? Tempo, esforço. De que forma ele vai dedicar esse tempo? Com paciência, com resignação, com tolerância? De que forma vai ser utilizado esse tempo nesse cultivo? para converter esse pântano em terra fértil. Então, em todo essa nossa legenda aqui, em toda essa nossa esse

a, com resignação, com tolerância? De que forma vai ser utilizado esse tempo nesse cultivo? para converter esse pântano em terra fértil. Então, em todo essa nossa legenda aqui, em toda essa nossa esse nosso capítulo, tudo que nós vamos falar, eu fiz essa introdução do Talismã que eu achei que depois de estudar, eu achei que tem tudo a ver o nosso tempo em que nós vamos empenhar em todas as atividades que a leitura nos remete. Quer falar, Marcos? Desculpa, eu falei sem nem respirar, né? Mas é, você falou porque você trouxe essa mensagem muito importante, né? Essa obra eu utilizo no culto do evangelho do lar, depois eu troco de obra. E é perfeita a colocação, né? Porque assim, dentro do estudo, o que eu comentaria é que essa legenda espírita quer dizer qual é o nosso lema, né? Isso. Ele usa uma palavra mais antiga, uma palavra de origem latina. Qual é o nosso lema? Que eu eu Outro dia eu tava vendo um estudo que a pessoa abordava que fora da da santidade não há salvação. E e estudando o evangelho, a gente vê que não é assim. Eh, fora da santidade não há solução, mas salvação mesmo é se nós estivermos focados na caridade que que o nosso irmão Bezerra de Menezes na mensagem de hoje ele faz de uma forma belíssima, né? Porque a gente teve que estudar esse capítulo 15. Então a gente eh depois que a gente lê a mensagem dele aí e aqui aqui ele usou a questão tal, aqui ele usou o a o parágrafo tal. E vamos percebendo isso, né? E dentro do que você falou, né, o talismã do tempo, é que essas quatro pessoas estão trabalhando também, né? É, é mais do que uma ocupação, é um trabalho, né? Nós temos a a lei do trabalho. A lei do trabalho é uma das leis da doutrina espírita. É uma das leis, uma das é o o trabalho ele edifica, ele ele transforma tanto o trabalhador quanto a obra que foi trabalhada. E eu eu quando comecei a ler essa mensagem, eu lembrei muito do Emanuel, que eu achei o estilo parecido. Aí eu li assim, Bezerra, aí eu li de novo Bezerra, eu nossa, então Bezerra aprendeu com Emanuel.

eu eu quando comecei a ler essa mensagem, eu lembrei muito do Emanuel, que eu achei o estilo parecido. Aí eu li assim, Bezerra, aí eu li de novo Bezerra, eu nossa, então Bezerra aprendeu com Emanuel. E você falou uma palavra chave aí agora, né? Né, amigo? você falou trabalho. E aqui quando a gente tá falando talismã, tempo, então vou fazer uma relação trabalho, tempo aqui, porque muitas vezes nós nós utilizamos a palavra trabalho com aquela atividade remunerada, né? Muitas vezes, na maioria delas, quando você fala com que você trabalha, o que que a pessoa faz? Ela fala a atividade da qual ela recebe por ela. Não é assim? Quando a gente pergunta pras pessoas, você trabalha com quê, né? Então, muitas vezes, essa palavra trabalho, ela nos remete unicamente, aliás, na maioria das vezes, a uma atividade remunerada. Mas então vamos trazer isso aqui para paraa leitura, para o que nós começamos aqui. Então, veja bem, se você eh trabalha, faz um trabalho voluntário, se você tá ali na sua casa, eh, que você, na casa espírita que você trabalha, se você tá ali cascando uma verdura para poder elaborar uma comida, uma sopa, né, ou seja lá o que for, esse tempo que você tá utilizando ali é o quê? trabalho. Se você toma conta de alguém que está doente ou familiar ou não, o que que você tá fazendo com esse tempo seu? trabalhando. Se você eh em casa chega alguém que tá tão necessitado de uma palavra, de um desabafo, de alguma coisa que ele quer falar e que não tem ninguém para ouvir, quando você empresta os seus ouvidos silenciosamente, calmamente, com bondade para ouvir aquilo que o outro trouxe eh de amargura na alma dele, que tempo é esse? trabalho. Então, muitas vezes nós não olhamos as outras atividades não remuneradas como trabalho nesse talismã que nós temos à disposição nesse tempo. Por exemplo, é no seu trabalho remunerado que muitas vezes você vai encontrar algum desafeto. E como que você vai lidar com ele dentro do seu tempo? como que você vai dedicar a ele, atenção necessária, mesmo que seja dentro do

alho remunerado que muitas vezes você vai encontrar algum desafeto. E como que você vai lidar com ele dentro do seu tempo? como que você vai dedicar a ele, atenção necessária, mesmo que seja dentro do trabalho remunerado, qual o tempo que você vai dedicar ele para que você possa converter essa animosidade, entre aspas, num bem-estar de de de convivência. é um trabalho que nós vamos ter que fazer, não é, dentro de nós para poder tolerar aquilo que nós não estamos eh satisfeitos, né, em conviver daquela forma, mas que nós precisamos educar em nós o quê? As qualidades que nós precisamos aprimorar. Então, tudo é trabalho e tudo é tempo. Então, nós temos tempo de várias formas de trabalho. Nós estamos somos, então, como ele diz aqui no início, convidados, solicitados, né, trazidos. Por quê? Porque em tudo o nosso trabalho é útil. Em tudo não importa se é o médico, se é o enfermeiro, se é o professor, se é o cultivador, se é a dona de casa, se é ali no voluntariado, se ali na palestra. Tudo é tempo talismã, precioso de nossas vidas. E tudo é trabalho dedicado. Não importa a área, não importa como e não importa a quem. é como você utiliza esse tempo e esse trabalho em benefício daquilo que te tá sendo solicitado. Tá sendo solicitado de você hoje um estudo, então que nós façamos dele o melhor. Então esse nosso tempo que ele seja utilizado da melhor forma. Então, os minutos que nós nos dedicamos a estudar esse tema para que hoje nós pudéssemos abordá-lo aqui, foi um trabalho que nós desenvolvemos conosco mesmo, utilizando o nosso tempo em nosso próprio benefício. Então eu achei interessante fazer quando eu ouvi essa colocação, porque eu não tinha pensado por esse lado. Falei: "Interessante como nós estamos aqui falando do tempo e trazendo esse tempo para o presente, porque o tempo, se você olhar o relógio simplesmente, você pode ter um tempo futuro e você pode ter um tempo passado, não nas 24 horas, mas no tempo que nos é trazido. Eu posso estar falando de um tempo lá atrás há 10 anos e eu posso

elógio simplesmente, você pode ter um tempo futuro e você pode ter um tempo passado, não nas 24 horas, mas no tempo que nos é trazido. Eu posso estar falando de um tempo lá atrás há 10 anos e eu posso estar projetando um tempo para daqui cinco, para aqui dois ou para daqui um dia. Mas esse tempo que Jesus coloca aqui no talismã, ele tá dizendo de hoje. Então faça hoje, utilize hoje o seu trabalho e o seu tempo da melhor forma que você possa levar. Levar o quê? Com conhecimento, com caridade, no exercício da paciência. Se esse tempo nosso tá sendo trazido para nós para nos cobrar o quê? O aprendizado da paciência, Jesus vai, a espiritualidade vai nos colocar ao nosso redor situações e pessoas fáceis. Hum, hum, mas pessoas necessitadas de compreensão. Para quê? para que nós possamos exercitar a nossa paciência nessa compreensão e para que nós possamos aprender com o outro aquilo que nós ainda não trazemos dentro de nós. Então nós somos colocados nessas situações, como ele coloca aqui, convidados, solicitados, de qualquer forma que nós viemos até aqui, nós viemos para aprender, para utilizar todo esse conhecimento que tá sendo colocado na nossa mão em nosso próprio benefício, porque o maior aprendiz aqui nessa história sou eu mesma. Então, não vou pensar que eu vou estar aqui falando para todos que vierem aqui nos assistir, para todos que estiverem aqui conosco, que eu tô dando aqui uma aula para cada um deles. Não, eu tô dando aula para mim, porque olha só o que eu te falei, eu descobri, eu entendi através dessa leitura um pensamento e uma visão que eu não tinha. E se não fosse através desse aprendizado, talvez eu nem tivesse esse aprendizado e eu não tivesse enxergado, não tivesse alcançado tudo isso aí. Então, para mim foi enriquecedor esse capítulo. E quando nós vamos falar aqui daqui, né, a pouquinho, nós vamos falar lá da da mensagem fora da caridade, não há salvação. Tudo isso que nós estamos falando aqui é uma forma de caridade. Por quê? Porque empregar o nosso tempo em benefício de outro é

nho, nós vamos falar lá da da mensagem fora da caridade, não há salvação. Tudo isso que nós estamos falando aqui é uma forma de caridade. Por quê? Porque empregar o nosso tempo em benefício de outro é caridade. Porque muitas vezes quando nós falamos em caridade nós nos nos associamos muito mais no assistencialismo do que na atenção ao próximo. Porque é fácil a gente fazer uma sopa, é fácil a gente entregar uma cesta, né? É fácil ali quando você tá no centro você dá um bom dia, você sorrir para um, sorrir para outro. E quando você sai das portas do centro, quando você sai do trabalho voluntário, como é a nossa ação? Como somos nós diante dos outros? A caridade, ela deve ser praticada em todos os momentos, de todas as formas que nós a entendermos. Ela é num pensamento, ela é numa atenção, ela é num ouvido que nós damos a alguém, ela é na tolerância com aquele nosso companheiro de trabalho que muitas vezes, por mais que nós façamos o melhor, ele nunca está satisfeito. Por que que ele não tá satisfeito? Não compete a mim. Eu não sei o que faz na alma dele. Às vezes a pessoa desabafa e deságua em nós muitas vezes as suas questões e ela quer nos fazer culpadas por alguma coisa que nós nem sabemos do que se trata. Olha onde tá a caridade. Entender que talvez esse irmão e essa pessoa que tá ali do outro lado, ela carrega em si problemas da alma que ela não vai compartilhar conosco. Mas se eu tenho para com ela a paciência, a tolerância, a bondade de ouvir e de estar com ela, mesmo nesses momentos, nesses rompantes, nesses desabavos, nesses maus tratos que ela traz para nós aqui, mas se eu tolero e eu tenho paciência, eu estou exercendo a caridade. E aqui ele fala que a caridade ela não só nos é benéfica aqui enquanto encarnados nesse planeta, mas quando nós chegarmos ali no plano espiritual, quando nós voltarmos à nossa casa espiritual, ele vai falar que nós levaremos à luz conosco e seremos reconhecidos pelo bem que nós praticamos. Então o bem que eu praticar vai servir exclusivamente para mim. Eu

voltarmos à nossa casa espiritual, ele vai falar que nós levaremos à luz conosco e seremos reconhecidos pelo bem que nós praticamos. Então o bem que eu praticar vai servir exclusivamente para mim. Eu vou estar aprendendo é um aprendizado meu. Ô Marcos, desculpa. completa aí, Marcos, porque só eu tô falando aqui, não? Tá perfeito. É sempre muito bem-vindo. E e como a mensagem é mais do, né, mais do que a gente conseguiu estudar, nós vamos ver aqui no parágrafo seguinte algo que indiretamente já foi mencionado, mas que ele explicita, ó. Entretanto, nem as feridas da Terra, nem os desequilíbrios da máquina, nem as chagas do corpo e nem as sombras da inteligência se desfazem à custa de conversas amargas e sim ao preço de trabalho e devotamento, né? Então, a a gente já abriu com o aspecto do trabalho e assim esse esse talismã, né, que a palavra talismã no meio espírita às vezes ela dá confusão, né, porque a pessoa associa com amuleto. Mas a a palavra talismã, ela já traz nas letras iniciais o que ela é. São os talentos de Deus que estão à nossa disposição, porque o cultivador, o técnico, médico, professor, eles trabalham. Eles trabalham por quê? Por causa da competência deles, por causa dos talentos que eles têm. Eles eles conseguiram descobrir, conseguiram inventar formas de solucionar problemas, né? Porque o assunto de hoje trata de salvação. Salvação é mais do que solucionar. Uhum. Que solucionar é uma coisa assim pontual, é dentro de um quadro. A salvação é pro nosso destino final. É é é aquela solução que nos eh ajuda quando chegamos ao destino, né? E e aqui estamos na caminhada. Então, todos esses exemplos que Bezerra traz de de trabalhadores, eles fazem com devotamento, que é o respeito que a Lázar comentou. Eles eles fazem com respeito, eles tratam o pântano, né? O cultivador ele trata o pântano com carinho, com amor. Ele sabe a melhor forma, a forma que evita pragas, que que pode danificar. você, se você fizer vai ter que refazer. O técnico, ele sabe consertar o

ultivador ele trata o pântano com carinho, com amor. Ele sabe a melhor forma, a forma que evita pragas, que que pode danificar. você, se você fizer vai ter que refazer. O técnico, ele sabe consertar o motor para ele não queimar, para ele não enguiçar de novo, para não dar outro problema. Ele vai consertar aquele, mas vai evitar que que uma solução mal feita, né, cause outro problema naquela máquina a ponto até de inutilizá-la por completo. Então, o devotamento, ou seja, em respeito ao que vai receber o nosso trabalho, eh, porque nós vamos obter utilidade disso, o professor ele ganha o salário dele e realiza o ideal. Então essa que é a recompensa, né, que que algumas, né, alguns exemplos de recompensa que ele vai receber agora fazendo com o devotamento, porque eh até já comentei outras palestras, né, eu tenho um colega doutor que que ele falava assim: "Ah, Marcos, eu não ensino pros meus alunos aquilo que me dá mais dinheiro". A gente tava lá reunido algumas pessoas, ele comentou isso. É, aquilo me chocou porque o meu tio, que também a meu tio já faleceu há há mais de 7 anos e ele também era doutor. Ele me falava o contrário quando era criança. Ele falava assim: "Marcos, eu ensino tudo que eu sei com os meus alunos e procuro, com a ajuda deles, nós aprendermos coisas que eu ainda não sei." Aí, aí quando eu tava nessa conversa, eu voltei no passado, porque ele me falava isso com 6 anos, 7 anos, 8 anos. Então, dentro do que a Lázar também comentou, eh, o professor ensinando a ao aluno, o aluno vai, eh, contribuir também aumentando o aprendizado daquele professor, porque ele vai aplicar técnicas e aquelas técnicas eh vão conduzir o aprendizado de uma forma que muitas vezes o professor te surpreende com aquilo que tá de potencial no aluno, que o bezerra chama aqui sombras da inteligência. Ou seja, é uma inteligência que ainda tá encoberta. Ela tá encoberta por estar com pouca luz. A a luz ali ainda não é o suficiente para que aquela inteligência se desponte eh e frutifique ao máximo os

Ou seja, é uma inteligência que ainda tá encoberta. Ela tá encoberta por estar com pouca luz. A a luz ali ainda não é o suficiente para que aquela inteligência se desponte eh e frutifique ao máximo os seus melhores frutos. Nossa, fantástico esse você colocou aí da luz que tá coberto ainda, né? Olha só. Eh, eh, isso aí eh remete a gente ver como é importante a condução do espírito de uma forma certeira, de uma forma caridosa, abençoada. Ou seja, e em todos os sentidos. Pode ser o seu filho, pode ser o seu companheiro, pode ser seu eh colega de trabalho, de toda forma. Então, cabe trazer a luz para discortinar, para poder tirar esse vel que muitas vezes tá coberto ali e que a pessoa ainda não teve oportunidade de ver a luz, de enxergar. Isso que você falou do professor é maravilhoso. O professor tá ali para poder descobrir em cada uma daquelas crianças, vamos falar das primeiras letras, né? Um professor, gente, é é um um cidadão, é uma profissão maravilhosa. É esse discurtinar das luzes que você acabou de falar, porque olha só, ele tá ali para fazer desabrochar de cada uma daquelas crianças o que de melhor ele trouxe dentro de si. Ele vai trazendo a luz, ele vai fazendo com que essa criança desperte para que esse potencial venha para fora, para que ele possa exercer com com sabedoria, com capacidade, com potência. E essa que você colocou também quando você falou do seu tio, né, dos mestres, dos doutores, que muitas vezes alguns por egoísmo, porque olha a situação, a diferença aí, um por egoísmo acha que ele não deve falar com todos e ensinar para todos tudo que ele sabe. Por quê? Porque ele acha que vai tá o quê? Diminuindo das mãos dele ou que o outro vai superá-lo, né? Já no pensamento lá do seu tio, olha só a humildade e o aprendizado. Ele compartilha porque ele dando essa luz aos outros, ele também vai receber e ele também além de despertar no outro conhecimento, o conhecimento que o outro vai trazer vai agregar a ele também, vai agregar nós. Então, tudo que nós

o essa luz aos outros, ele também vai receber e ele também além de despertar no outro conhecimento, o conhecimento que o outro vai trazer vai agregar a ele também, vai agregar nós. Então, tudo que nós soubermos fazer, da melhor forma que nós soubermos, ou que seja um pouquinho, alguma coisa só diferente do outro, se nós podemos compartilhar, nós estamos discrutinando essa luz pro outro. E isso é uma forma de caridade. Isso também se enquadra e se encaixa aqui na mensagem. ainda fora da caridade não há salvação. É nessas pequenas coisas, nesses pequenos detalhes, é que nós vamos exercitando a nossa boa vontade. E essa boa vontade é a caridade. É a caridade para com aqueles que estão ao nosso redor, porque são várias as formas de sermos caridosos. E você falou com, nossa, a palavra que você usou para você colocar essa luz, ela tem muito significado e ela nos remete a várias situações para trazer à luz aquilo que tava adormecido dentro de nós. É muito profundo. Você fala com muita sabedoria, tem muita coisa que você fala que é uma luz, é uma luz que você traz para nós. Então vamos continuar aqui. Ele diz assim, o espírita, continuando lá do devotamento, né? O espírita cristão é chamado aos problemas do mundo a fim de ajudar-lhes a solução. Contudo, para atender em semelhante mistério, há que silenciar discórdia e censura e alongar entendimento e serviço. Olha só, a nossa capacidade, quando você falou ali atrás no devotamento, é a gente saber silenciar quando há uma discórdia. É a gente saber acalmar os ânimos, né? Aqui é uma forma que a gente diz de apagar incêndio, apagar o fogo. E de que forma nós vamos saber fazer isso aqui? Ao invés de censurar, ao invés de apontar o dedo pro outro e de ficar cutucando a ferida do outro para que os ânimos se exaltem mais, ele tá falando aqui para nós que nós devemos silenciar a discórdia e alongar o entendimento e o serviço. Então tudo isso aqui é esse aprendizado, é esse olhar compassivo que nós precisamos e devemos ter. né, com o

o aqui para nós que nós devemos silenciar a discórdia e alongar o entendimento e o serviço. Então tudo isso aqui é esse aprendizado, é esse olhar compassivo que nós precisamos e devemos ter. né, com o nosso semelhante. Quando ele fala aqui em devotamento, tá tudo dentro desse devotamento que ele tá falando aqui para nós, desse entendimento do que se trata e do que seja esse devotamento, esse apagar incêndio, esse olhar pro outro com caridade, pra gente olhar para ele sabendo que ele tem a razão dele da forma como ele tá, mesmo estressado e mesmo enravecido, colocando para fora tudo aquilo que ele tá vivenciando, ele tem a razão dele. Cada um tem a sua razão. Lá no fundo, no seu coração, na sua alma, no seu entendimento. Cada um tem a sua razão e cada um quer fazer prevalecer a sua razão. Então, o que que é a nossa parte aqui? É o entendimento, é o silêncio para que a gente possa deixar o outro falar, que é para que deixe o outro viver aquilo que ele tá precisando viver. Respeito, né? Esse silêncio aqui é respeito nas atitudes dos outros para não fazer valer apenas o nosso ponto de vista, apenas o a nossa vontade, apenas o nosso direito, não é? É por essa razão que, interpretando o conceito salvar por livrar da ruína ou preservar do perigo, colocou Allan Kardec no luminoso portal da doutrina espírita a a legenda inesquecível. Fora da caridade não há salvação. Bezerra de Menez. Pois é. E aí, Marcos, vamos aprofundar naquilo que você tava falando agora, ó. Eh, salvar-se, né? O conceito de salvar por livrar da ruína ou preservar do perigo. Salvar da ruína. O quê, gente? Isso que você falou. E que que é o salvar-se aqui para nós aqui? é você chegar a um bom termo de um aprendizado naquilo que você considerava como difícil, como errante, é você sair lá na frente e poder suspirar e poder, ai respirar aliviado, pronto, consegui. Esse salvar aqui é a gente conseguir sair dessa missão aqui melhor do que quando aqui nós chegamos, para que nós não nos endividemos mais do que quando

e poder, ai respirar aliviado, pronto, consegui. Esse salvar aqui é a gente conseguir sair dessa missão aqui melhor do que quando aqui nós chegamos, para que nós não nos endividemos mais do que quando aqui nós chegamos. Então é uma conta que nós vamos colocando débito e crédito. Aquele nosso acordo que nós fizemos lá antes da nossa chegada até aqui lá é um caderno de débito e crédito. Tudo aquilo que eu vou fazendo em benefício e eu consigo respirar e eu consigo dizer: "Puxa, consegui". Eu coloco como crédito. Aquilo que eu não aprendi ainda e que eu não dei conta de melhorar, ele continua ali nos débitos. Então, quando ele fala aqui, ó, preservar-se do perigo, ou seja, no aprendizado que nós estamos construindo aqui, nós vamos identificando quais são os perigos do erro que nós estamos cometendo, quais são aqueles erros que nós ainda permanecemos nele e qual é o perigo de nós nos afundarmos mais ali, qual é a necessidade de enxergar para que a gente possa sair dali com louvor? Então o perigo aqui ele representa para nós uma atenção ao aprendizado. Que atenção eu estou dando às minhas dificuldades e qual o empenho que eu estou dedicando para que eu possa me melhorar e que eu possa realmente aprender para nessa minha, nesse meu caderno eu passar do débito pro crédito. Eu posso aqui realmente dizer que eu aprendi, eu posso dizer que eu estou eh menos menos como como a gente fala o oposto de virtude, as nossas dificuldades, fugiu a palavra, eu ia falar uma palavra, agora fugiu, mas nas nossas dificuldades que nós temos os nossos erros e os nossos acertos. Mas diante dos nossos erros, quais são os nossos aprendizados para que ele deixe de ser um erro e passe pra coluna dos acertos? que que eu tô fazendo com o meu tempo para aprender tudo aquilo que está à minha disposição para que eu possa acertar mais e errar menos. Então, defeito, a palavra que eu queria falar era defeito. Então, o que que eu tô fazendo para corrigir o meu defeito? Eu tenho sim, eu tenho. E eu tenho ainda aqueles que eu

ertar mais e errar menos. Então, defeito, a palavra que eu queria falar era defeito. Então, o que que eu tô fazendo para corrigir o meu defeito? Eu tenho sim, eu tenho. E eu tenho ainda aqueles que eu lembro lá que eu trouxe lá de trás, que muitas vezes eles ficam ali como uma pedra no caminho para que a gente possa saber. É para isso que eu tô aqui. É, é aquele exercício que a gente faz, que o Santo Agostinho faz, né? Fala ali no livro dos espíritos, que quando eu vou terminar o dia, quando eu vou me deitar, eu faço esse exercício da consciência. O que eu poderia ter feito de melhor hoje que eu não fiz, ou o que eu ainda não fiz, que eu posso fazer para me melhorar ou naquilo que eu fiz hoje, o que foi que eu fiz de melhor? como que eu conquistei uma melhora na nesse meu aprendizado de hoje? A quem eu beneficiei no dia de hoje? Eu ajudei alguém? O dia de hoje me foi favorável para que eu pudesse ter prestado ajuda a alguém? Eu consegui ajudar alguém? Ou será que eu consegui colocar uma pedra no caminho de alguém? Então, o exercício da consciência, ele nos remete a esse a essa nossa eh débito, não, como é que eu vou falar? Esse nosso livro diário, esse exercício diário de consciência, porque é aí que eu vou saber o que que eu tô construindo a meu favor, como que eu tô usando o tempo a meu favor, como que eu tô usando bem esse talismã, né, que Jesus coloca muito bem aqui. De que forma eu tô usando esse talismã? Então esse exercício diário que nós precisamos fazer, ele diz na hora de dormir, porque a hora que você tá ali silenciado, que as coisas estão calmas, que não tem ninguém intervindo no seu dia, mas você pode fazer esse exercício qualquer hora do seu dia, não precisa ser só na hora de dormir, é naquela hora que a gente pode estar com a gente mesmo, sem a gente ser interrompido, mas que a gente está voltada pra gente e a gente está se analisando. Então, quando nós nos analisamos, nós percebemos e nós aprendemos naquilo que nós estamos melhorando e naquilo que nós ainda temos

mas que a gente está voltada pra gente e a gente está se analisando. Então, quando nós nos analisamos, nós percebemos e nós aprendemos naquilo que nós estamos melhorando e naquilo que nós ainda temos a melhorar, né? E aí, Marcos, pode falar aí. Fora da caridade não há salvação. Gostei de salvar-se quando você colocou aí da da forma como você colocou salvação. É. E e assim, Bezerra, ele me traz uma uma visão da da salvação que que eu ainda não tinha, né, que é a de segurança. Preservar do perigo é trazer segurança, porque você às vezes tá mergulhado no mundo em tantos riscos. Ah, leia o rótulo para saber o que que você tá consumindo, porque eh o pode mexer na tua saúde, te fazer mal. Então, e esse aspecto de salvar também como você descobrir que você está seguro, né? me fez muito pensar naquela passagem da da das pessoas no barco e vem a tormenta e Jesus tá dormindo e só quando eles vão lá acordar Jesus para aí a tormenta desaparece, né? Eu pensei muito nisso quando eu li esse último parágrafo e também trazer eh aquela questão não acho que é a 886 do livro dos espíritos, porque o essa nossa obra ela foca mais no evangelho, mas a gente não abdica do livro dos espíritos. É qual é pra espiritualidade o melhor entendimento do que seja a caridade? a o famoso bip, né, que até até já comentou e que eu lembro em em domingos de anos anteriores, benevolência para com os outros, indulgência também para em relação a eles e a capacidade do perdão, perdoar as ofensas alheias, porque a pessoa fica assim: "Ah, falam tanto em caridade, falam tanto em caridade". Mas o o que seria essa caridade? Então, no livro dos espíritos, você vê três frentes de caridade. A benevolência, que é algo interior, só você pode exprimi-la, só você pode despertá-la. A indulgência que que conserva, né, dentro desse dessa segurança que Bezerra nos mostra, ela conserva as relações entre as pessoas, né? e o perdão, que é uma manifestação de poder da pessoa, é a verdadeira manifestação de poder. Porque quando

desse dessa segurança que Bezerra nos mostra, ela conserva as relações entre as pessoas, né? e o perdão, que é uma manifestação de poder da pessoa, é a verdadeira manifestação de poder. Porque quando quais são as nossas vitórias? Eh, livrar-se de um defeito, se possível, transformá-lo numa virtude, fazer uma transmutação, né? Também temos eh o aspecto de você poder aplicar eh é a vitória no seu verdadeiro sentido. Por quê? Porque só quando você se autoconhece, que que é aquele livro diário que que a Lázaro trouxe aqui para nós, né? a busca do autoconhecimento, você tá dando um livramento pro pro próximo, seja parente, adversário, inimigo, desconhecido. Você tá dando algo de si que pode até te trazer algum prejuízo imediato, material, mas que você sabe que vai ser bom para para aquela pessoa, porque você quer que aquela pessoa tenha um futuro melhor, que não passe por infortúnios, né? que geralmente assim com as pessoas que se envolvem com co eh acredita em forças místicas, elas ou pedem aquisições, ah, eu quero emprego, eu quero uma esposa, eu quero um bom casamento, eu quero filhos educados, eu quero um carro novo. Ou então elas querem pedir o mal de alguém, quando não é para pedir algo bom que que diz respeito só a si mesmo. Aí elas querem: "Ah, eu quero que fulano deixe de ser diretor. Eu quero que aquele vizinho chato bata o carro ou então que que aquela criança da escola caia da bicicleta. Aí você vai escolher o outro para desejar algo ruim, que é o oposto do perdão, né? Você você quer fazer uma agressão à distância e e se possível que a pessoa nunca saiba que que você tenha desejado aquilo para ela, que foi você que desejou o mal para ela, né, Mar? É. É. E eu na minha ignorância achando que eu sou o causador daquilo. É. É. Quando na verdade nós passamos por provas e expiações. É. E que se não tiver no caminho dela, por mais que você deseja que ela passe, ela não vai passar. E aí a pessoa fala, aí a pessoa vai falar assim: "Ah, mas esse talismã não tá funcionando, esse amuleto não

ue se não tiver no caminho dela, por mais que você deseja que ela passe, ela não vai passar. E aí a pessoa fala, aí a pessoa vai falar assim: "Ah, mas esse talismã não tá funcionando, esse amuleto não funcionou". É porque ele não sabe que não é ele que que tá no desígnio de Deus, né? Exatamente. Porque tudo que vai nos acontecer tá dentro do desígnio de Deus. na hora que Deus assim determina, né? É no tempo dele. Ele é o dono do talismã. Aí o dono talismã é ele. Ele nos colocou à disposição pra gente poder utilizar da melhor forma, mas o maior tempo é o dele. O nosso tá colocado como o nosso é é como benefício, né? Ele tá chegando aqui para nós como benefício. Gente, a lição fora da caridade é linda. Deixa eu ler um pedaço dela porque isso tudo que nós comentamos tá aqui e tem um pedaço dela aqui que no final nós vamos falar que é maravilhoso. Meus filhos, na máxima fora da caridade não há salvação. Estão contidos os destinos dos homens na terra e no céu. Olha só, não é só aqui não. terra, porque a sombra desse estandarte, eles viverão em paz no céu, porque aqueles que a tiverem praticado encontrarão graça diante do Senhor. Essa divisa é a luz celeste, a coluna luminosa que guia o homem no deserto da vida para conduzi-lo à terra prometida. E brilha no céu como uma auréula santa na fronte dos eleitos e na terra está gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: "Passai à direita, vós os benditos de meu Pai. Vós os reconhecereis pelo perfume de caridade que espargem ao seu redor. Nada exprime melhor o pensamento de Jesus. Nada resume melhor os deveres do homem. do que essa máxima de ordem divina. O espiritismo não poderia provar melhor a sua origem do que dando-a por regra. Tá vendo? A caridade é uma regra, porque ela é o reflexo do mais puro cristianismo. Com o tal guia, o homem não se perderá jamais. Ele é o nosso guia, né, gente? Aplicai-vos, pois, meus amigos, em compreender-lhe o sentido profundo e as consequências e em procurar por vós mesmos todas as suas aplicações. Submetei todas as vossas

Ele é o nosso guia, né, gente? Aplicai-vos, pois, meus amigos, em compreender-lhe o sentido profundo e as consequências e em procurar por vós mesmos todas as suas aplicações. Submetei todas as vossas ações ao controle da caridade e vossa consciência vos responderá. Não somente ela vos evitará, isso aqui, gente, que é o principal do capítulo, olha aqui, ela vos evitará de fazer o mal. mas vos levará a fazer o bem. Porque não basta uma virtude negativa, é preciso uma virtude ativa. Para fazer o bem é sempre preciso a ação da vontade. Para não fazer o mal, basta frequentemente a inércia e a negligência. Gente, isso aqui é muito profundo, né? Porque tem gente que fala assim: "Não, mas eu também não fiz o mal". Sim, mas você não exercitou. Você não não não, como é que fala aqui? Você não fez força, você não se esforçou para fazer o bem. Então essa negligência, quando ele fala: "Eu não pratiquei o mal, eu deixei de fazer o mal". Olha só como que nós estamos adquirindo débito aqui, né? Porque muitas vezes não é porque eu não fiz o bem que eu deixei de fazer o mal, não. Isso aqui resume muito. Para fazer o bem é preciso sempre a ação da vontade. Para não fazer o mal, basta frequentemente a inércia e a negligência. Então, a nossa negligência nos compromete, porque se a gente sabe e não faz, nós estamos adquirindo débito. Nós não estamos deixando de fazer o mal, não. Nós estamos só acrescentando ali na coluna de débito aquilo que nós precisamos melhorar, né, meus amigos? Agradecei a Deus que vos permitiu pudésseis gozar à luz do Espiritismo. Não porque só aqueles que a possuem podem ser salvos, mas porque vos ajudando a melhor compreender os ensinamentos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Pois que em vos vendo se possa dizer que o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa. Porque todos aqueles que praticam a caridade são os discípulos de Jesus, qualquer que seja o culto a que pertençam. Paulo, apóstolo, Paris, 1860. Olha, gente, que maravilhoso. É linda

e a mesma coisa. Porque todos aqueles que praticam a caridade são os discípulos de Jesus, qualquer que seja o culto a que pertençam. Paulo, apóstolo, Paris, 1860. Olha, gente, que maravilhoso. É linda essa mensagem, é lindíssima. E ela encerra aqui, né, Marcos, tudo isso que você acabou de falar que nós precisamos fazer. Qual é a salvação nossa no final ali, que que é o salvar-se, né? Que que é o deixar de fazer o bem? que que eu adquirir débitos que nós muitas vezes estamos ali nos isentando, dizendo igual ele fala aqui, negligência, né, inércia. Então é muito fácil aquele ditado que a gente diz do lavar as mãos, né? Ah, eu lavo minhas mãos, sim, eu lavo minhas mãos, mas eu faço o quê para melhorar? Qual a atitude que eu tô tomando para que não aconteça um mal? Eu posso contribuir com algo de bom para que aquele mal se disfaça ou eu simplesmente lavando as mãos eu me afasto e eu não me comprometo? Não. Eu tô me comprometendo e comprometendo até mais. Por quê? Porque eu sei, porque aqui, como ele tá falando que o espiritismo é uma luz que descortina para nós essas verdades espirituais, quando ele fala que então o verdadeiro cristão aqui das qualidades do verdadeiro cristão, então se eu estou aprendendo, se eu tenho todo esse aprendizado aqui à minha mão, eu posso usá-lo da melhor forma que eu quiser ou eu posso fechar os meus olhos, posso colocar uma venda dos meus olhos e fazer de conta que não tô vendo, que não tá acontecendo nada e passar adiante. É como lá atrás a caridade, quando ele fala lá do do samaritano que acudiu aquele que estava caído na estrada, quantos passaram antes dele e tamparam os olhos para não ver que ele tava caído ali na estrada? Não é? É a caridade que muitas vezes nós não fazemos. É como a gente passar de longe, é como a gente passar adiante e dizer aquele que tava pressado, que não podia parar porque tava com pressa. Ah, agora eu não posso porque agora eu tô atrasada, eu tenho alguma coisa para fazer. ou é aquele que não, eu tô ali, eu tô indo ali acudir alguém, eu tô indo

e não podia parar porque tava com pressa. Ah, agora eu não posso porque agora eu tô atrasada, eu tenho alguma coisa para fazer. ou é aquele que não, eu tô ali, eu tô indo ali acudir alguém, eu tô indo acudir alguém, acudir alguém como se aquele ali também tá precisando de ajuda. Então, muitas vezes nós nos pegamos diante dessas situações aqui e nós ali diante da lição do bom samaritano, nós estamos deixando a desejar, porque os samaritanos eram mal vistos, né, naquela época de Jesus. Mas foi o único que se compadeceu daquele irmão que tava caído na estrada, que pegou ele, que colocou no seu cavalo ali, na sua montaria, levou para uma hospedaria, mandou que cuidassem dele e ainda deixou recomendado. O que você gastará mais, na volta eu te pagarei? Então, ou seja, aquele que praticou a caridade, a verdadeira caridade para com o próximo, que não mediu esforços, ele não ficou ali do lado cuidando dele, mas ele levou ele até alguém que pudesse dar assistência a ele e ele cuidou de todo o a despesa que aquele ali tivesse para com ele, para que ele pudesse estar bem, para que ele pudesse se recuperar. Então, qual é o nosso papel diante desses quatro que passaram ali na via e viram alguém necessitado de ajuda? Nós estamos aqui, nós, né, nós todos estamos aqui em qual categoria dessas? naquele que passou depressa, naquele que ia rezar uma missa e que não podia se atrasar, naquele que tinha muitos afazeres no dia ou naquele que se compadeceu. Então, nós temos formas de nos examinar e de nos perceber como é que nós estamos nos situando diante dessa caridade que nós precisamos e devemos trazer como bandeira do ensinamento de Jesus para que nós possamos levar pra frente e distribuir, né, com os irmãos que estão ao nosso redor, nos compadecer. Quem somos nós diante desses aí, desses infortúnios. É, exatamente. É isso, Marcos. Shirley chegando aqui. Oi, Shirley. É, é bom você comentar que eu não tô vendo ninguém. Eu não, eu tô fazendo a transmissão pelo celular aí. Não, não dá para saber. É. E os nossos amigos, eles

Marcos. Shirley chegando aqui. Oi, Shirley. É, é bom você comentar que eu não tô vendo ninguém. Eu não, eu tô fazendo a transmissão pelo celular aí. Não, não dá para saber. É. E os nossos amigos, eles fizeram alguma pergunta? Não, não, só comentário mesmo, só de bom dia. Deixa eu ver aqui que a, aliás, teve um comentário. Deixa eu ver aqui. A Sheila falou que, exatamente, precisamos fazer uso do talismã que temos em nós. O pai confiou em nós para auxiliar os nossos irmãos e assim evoluir. Isso. Isso. É, é isso. Mas nós queremos que cada um possa refletir, né, Marcos, nessas palavras aí, para que nós, né, cada um de nós precisamos refletir para ver como, quando e onde nós podemos ser úteis e de que forma, né, nós podemos praticar a caridade na sua melhor pureza e na sua melhor condição, né? E assim também eh quando eu fiz o estudo, porque esse capítulo três ele é belíssimo, né? e muito, a princípio a dupla que nos ajudou, né, do Juliano e a esposa dele, a Eliane, porque eles iam fazer esse estudo, então eles nos ajudaram fazendo a troca, porque nós temos um compromisso domingo que vem, então não poderíamos fazer, né, o que já tava determinado para nós, que é o capítulo quatro, se eu não me engano. Eh, aí já é outro espírito que fala, eu acho que é o André Luiz que que vai tratar, né? Fato, simpatia e bondade. É o Emanuel. Emanuel. Ah, tá. É o o do André Luiz fala sobre mediunidade. Eu tô confundindo. É, então eh é é uma caridade que eles fizeram também para nós, né? N assim, tem no meio de espírita, quando eu converso assim com diretores ou presidentes, eles fala assim: "Ah, evita, evita de falar certas coisas". Mas assim, eu tô muito agradecido, né, por porque eles dispuseram pra gente o que eles tinham, eles nos ofereceram talismã deles, né, porque esse tempo era deles e eles trouxeram aqui para nós para poder eh termos a oportunidade de continuar participando pela transmissão, porque sabemos que temos colegas que nos auxiliam eh por trás dos bastidores, né, fazendo o aspecto técnico que quer nesse

ra poder eh termos a oportunidade de continuar participando pela transmissão, porque sabemos que temos colegas que nos auxiliam eh por trás dos bastidores, né, fazendo o aspecto técnico que quer nesse necessário e muito importante, senão não há o estudo, né? E e lembrando, né, que essa caridade a gente traz exemplos aqui, mas ela são infinitas as possibilidades, né? É, uma vez eu até comentei, eh, é que já estamos chegando nos minutos finais, uma vez eu comentei assim, um colega meu, ele tava muito aflito em relação ao estudo da obsessão, né? Por quê? Porque quando a Lázarela comentou ali sobre negligência, negligência é culpa. A a gente no direito estuda a negligência quando vamos estudar a teoria da culpa. E muitas vezes a com medos a nós nos culpamos eh e isso nos inibe. Aí você hesita, você evita. Quando a evitação mesmo tem que ser da prática do mal, da realização de algo ruim. É isso que devemos de fato evitar. E não evitar por insegurança ou porque o outro faz melhor. Ah, fulano fala muito bem, então eu não vou dar uma opinião. Não, dê sim. Dê sim. O quando eu faço palestras sobre parábola, eu mostro que cada interpretação é importante. Às vezes, quando eu preparo uma palestra de parábola, eu ol eu olho de outros irmãos, pode ser o Arold Dudut dias, o Rafael Siqueira, e cada um trazo, uma faceta e todas elas são importantes. Por quê? Porque aquilo que eles jáataram, que eles estão oferecendo para nós, eles estão oferecendo o que eles têm de melhor. E como eu comentei hoje, o bezerra aqui, ele me fez ver coisas que eu ainda não tinha visto. Na abertura, a Lara também trouxe coisas aqui que fizeram ela ver com mais clareza, com mais facilidade, porque se nós não fizermos essas trocas, a gente fica com dificuldade porque eh vai levar mais tempo, vai chegar o destino, mas vai exigir um pouco mais de tempo. Uhum. Néum, que alguns chamam de atraso. E o atraso às vezes envergonha as pessoas. A pessoa não tem que ter motivo. Ah, eu estou atrasado. Ah, eu não concluí o

mas vai exigir um pouco mais de tempo. Uhum. Néum, que alguns chamam de atraso. E o atraso às vezes envergonha as pessoas. A pessoa não tem que ter motivo. Ah, eu estou atrasado. Ah, eu não concluí o ensino médio. Ah, eu não iniciei uma faculdade. Ah, eu não busquei um emprego melhor. Mas você tá satisfeito com o emprego que você tem atualmente? Se você tá satisfeito, você não tem que se exigir de trocar, porque pra sociedade seria melhor, mais bem visto, sabe? Porque aí você tá você tá jogando a tua vida pro desejo dos outros. E e é como a Lázar falou no começo, né? Esse estudo nosso, ele primeiramente ele nos auxilia mais, porque também existe a autocaridade, também existe o autoperdão, também devemos ser indulgentes com nós mesmos, não tão exigentes, a ponto até de sufocar o eu vejo notícias que às vezes a pessoa tem uma parada cardíaca porque se exigiu em demasia. Então, nós temos que dosar as coisas, né? ter cuidados, disciplina para poder evitar e ou minimizar quando temos que passar por alguma coisa, que que aquilo então seja minimizado, como se fosse um vento soprando e não um vento nos arrastando. Aí eu deixo então essas palavras finais pro nosso estudo de hoje. Nossa, Marcos, você fez assim uma colocação muito oportuna e assim pra gente prestar atenção que olha só quando quando você colocou aí dos nossos colegas que trocaram conosco esse dia, é uma caridade, é uma boa vontade que eles tiveram para conosco com aqueles que estão ali nos bastidores nos ajudando, quantas dificuldades, quantos apertos nós temos aqui, porque muitas vezes vamos colocar no ar, o o computador não entra, o celular não funciona, a internet não. Então assim, como que nós vamos fazer? Qual é a forma de gratidão que nós temos que trabalhar com os outros? É isso aí que você acabou de colocar. É nessa, em todas essas linhas que você colocou e que você trouxe, é o nosso dia a dia, essa troca, né? Você colocou muito bem. Então eu deixo com você as palavras aí, faço minhas as suas palavras finais,

ssa, em todas essas linhas que você colocou e que você trouxe, é o nosso dia a dia, essa troca, né? Você colocou muito bem. Então eu deixo com você as palavras aí, faço minhas as suas palavras finais, porque realmente elas elas tiveram um conteúdo assim, você fez um fechamento que é de tudo que nós precisamos aqui, né? Então eh essa visão que você falou que a gente busca lá no Aroldo, no Rafael, que busca no fulano e no ciclano, por quê? Porque eles têm o entendimento e já fizeram um estudo que nós não fizemos ainda. E há mal nisso, não. É uma cooperação, é uma troca. Então eu vou fazer das suas palavras as minhas. Por quê? porque você falou, você encerrou muito bem naquele pensamento que é o que eu também comungo. Então, ou seja, você trouxe o ensinamento para mim e para todos nós que estamos aqui da sua visão, que é a visão que nós vamos compartilhar. Então, é essa troca, é isso aí é que nós precisamos, desse olhar caridoso, da troca dessas informações, desses momentos, daquele que não tem, a gente estender a mão e divide com ele um pouquinho que a gente tem. E naquilo que nós não temos, nós também vamos estender a mão e buscar naqueles que têm para que a gente possa trazer para nós um pouco do conteúdo deles, né? Nossa, muito obrigado, Marcos, pela parceria. Adoro essa parceria com você. Eu também. E obrigada a vocês, meninas, que estão conosco aqui, que estão sempre conosco aqui nos apoiando e todos os nossos colegas que estão ali por trás, né, do nosso grupo de estudos e que não puderem estar conosco aqui, mas a gente sabe, a gente entende que cada um tem um compromisso e a gente tá atendendo aos compromissos diários e que os outros amigos que nos verão posteriormente que possam também interagir conosco e deixar o seu comentário e achar, dizer para nós o que acharam. né? Então, que nós possamos fazer essa troca, que essa caridade, segundo aqui São Paulo e essa linda mensagem de Bezerra, né, gente? Dr. Bezerra, é, você vê que é curtinho o trecho que ele deixou, né, Marcos, mas

ue nós possamos fazer essa troca, que essa caridade, segundo aqui São Paulo e essa linda mensagem de Bezerra, né, gente? Dr. Bezerra, é, você vê que é curtinho o trecho que ele deixou, né, Marcos, mas quanto ensinamento ele trouxe para nós nesse texto, nesse belíssimo texto, quando eu olhei ali que eu falei legenda, gente. E nós vamos falar de legenda. Legenda, gente, é tradução, né? Então nós estamos, eles estão trazendo para nós, eles estão traduzindo para nós a mensagem de Jesus, né? Então que essa tradução ela possa chegar no coração de todos amorosamente, que foi o melhor que nós conseguimos trazer para vocês hoje dentro daquilo que nós entendemos, viu? Que tenhamos todos uma boa semana, que muito obrigado pela presença de todos vocês e a participação de vocês só enriquece o nosso estudo, né, Marcos? Muito obrigado pela parceria também. Vamos fazer a Muito obrigado também. Eh, vamos fazer a peça penal, mas deixa você fazer suas considerações. Desculpa. Pode fazer suas considerações. Sim. Não, eu considerei e passei a palavra para você. É. Tá bom. Quer que eu faça? Você pode fazer? Posso, mas eu gosto das suas pressas também. Vamos lá então. Horável Pai, nosso criador universal e querido mestre Jesus, irmão de todas as horas. Concluímos então mais um estudo de hoje e que terá sequência com outra dupla no na manhã do domingo que vem para que possamos conhecer melhor essa obra que traz tantas verdades que nos auxiliam na busca da salvação, a aprendermos a ser caridos e sabermos desempenhar a caridade da melhor forma possível. cuidar de nossas famílias, de nossos lares, cuidar da pessoas que estão abandonadas, esquecidas, que estão passando por muita dificuldade, privadas da liberdade, seja pela justiça humana, seja pela doença implacável que atinge cuidar de todos nós para que possamos assimilar da melhor forma possível e sair daqui melhor do que quando aqui cheg Chegamos. Graças a Deus. Que assim seja. Obrigado, meus amigos. Então, até o próximo domingo. Beijo no

para que possamos assimilar da melhor forma possível e sair daqui melhor do que quando aqui cheg Chegamos. Graças a Deus. Que assim seja. Obrigado, meus amigos. Então, até o próximo domingo. Beijo no coração de todos vocês. Beijos. Beijos. Fiquem todos com Deus. Tak.

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