Estudando com Jesus | LIVE ESPECIAL ENCERRAMENTO ESTUDO LIVRO JUSTIÇA DIVINA – Cap. 82 | 02.03.25

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 03/03/2025 (há 1 ano) 1:20:15 67 visualizações

Estudando com Jesus | LIVE ESPECIAL ENCERRAMENTO ESTUDO LIVRO JUSTIÇA DIVINA | 02.03.25 Estudo sequencial da obra: JUSTIÇA DIVINA – Capítulo 82: Diante do tempo

Transcrição

เฮ Hello, bom dia a todos. E aí, minha gente, buenos dias, buenas tardes. Como vocês estão? Que alegria estarmos aqui todos juntos nesse encerramento. Bom dia. Bom dia, amigos. Que maravilha. Quase todos, né? Alguns não puderam participar, né? mas estão conosco aqui, com certeza, né, nos acompanhando em pensamento, né? E um prazer enorme tá aqui no final desse livro com todos vocês. Muito bom. Bom dia. Olha esse capítulo, né? Tá. Fala aí, Juliano. Um bom dia a todos. Quero também dar um bom dia aqui pro pessoal do chat, né? Temos aí a Teca tá junto da gente aí. Olha a Rosália do nosso grupo mediúnico, tá aí, nossa irmã Rosália. Sônia também, nossa amiga lá da reunião pública, né? Coordenadora da nossa reunião pública. Sônia, beijo. Bom dia, Sônia, Raquel, o Walter. Isso aí, gente. Olha, muito bom ver o pessoal aqui, né, nesse nessa nesse estudo diferente, né? Hoje vai ser um estudo diferente, né, Patrícia? Josiane, vai. A Jose chegou aí. Muito bom ver os amigos aí contribuindo conosco, né, ao vivo, acompanhando esse estudo. Sejam todos bem-vindos. Diga aí, Lázara. Pera aí que minha luz apagou aqui. Bom dia. Bastidores da da Auzunca se apaga, Lázaro. Não tem jeito. Bom dia. Não é porque eu tenho a iluminação mais perto aqui e eu tô vendo tá um pouquinho escuro. Ah, desculpa, viu, gente? Bom dia. Bom dia a todos aí nossos amigos aqui do chat, aqueles que estão conosco agora e os que nos verão posteriormente também. Que seja um bom dia, um boa tarde, uma boa noite, né? Nós agradecemos muito pela presença de vocês aqui conosco nesse estudo e hoje o nosso estudo é comunitário, né? Olha só que beleza, gente. Hoje nós estamos todos aqui para fazer com vocês esse estudo do nosso último capítulo. Então nós queremos a participação de vocês aqui, essa interação que sempre acontece, porque nós temos obra nova à frente, mas isso nós vamos falar daqui a pouco, né? Então, bem-vindos todos aqui. É isso aí. E lembrando sempre também, né, a gente agradece ao GES por essa oportunidade, por estarmos aqui, termos

a à frente, mas isso nós vamos falar daqui a pouco, né? Então, bem-vindos todos aqui. É isso aí. E lembrando sempre também, né, a gente agradece ao GES por essa oportunidade, por estarmos aqui, termos reunido esses corações maravilhosos para seguir nesses estudos com o nosso mestre querido, que nos oportuniza aí tantos conhecimentos, né, pra gente se melhorar. E aí, ó, é assim, gente, ao vivo é assim, né? ao vivo é assim, vai acontecendo, tá tudo certo. Eu qu clareou, clareou, clareou. Foi você que acendeu. Adorei um outro pontinho que tava faltando aí. Isso. E vamos agradecendo aí também, né, a TV Goiás Espírita que retransmite o nosso estudo, a Rádio Portal da Luz e o nosso pessoal lá dos Estados Unidos, né, Discover Spiritis Network, que recebe aí também o nosso estudo desde o início, né, que estamos juntos aí nessa empreitada de amor, de luz, né, Lázaro, pra gente tentar se iluminando um pouquinho mais, né? É, como diz a Sheila, estuda sempre primeiro para nós. E esse capítulo maravilhoso, como a Bebela aí já deu um pequeno spoiler, então, ó, já que Bebela deu spoiler, ela vai fazer a nossa prece inicial e a gente já entra aí nesse capítulo maravilhoso do nosso querido Emânel. Isso aí, gente, meus amigos, vamos fechar os olhos agora, imaginar nosso mestre Jesus, nossos amigos espirituais abençoando esse estudo que é o fechamento, né, do do estudo desta obra Justiça Divina, que tem sempre abraçado os nossos corações todos os domingos, que a gente possa hoje receber essa última lição com muito ânimo, com muito amor, que possamos continuar fortalecendo a nossa fé dia a dia, essa fé que nos abraça, que nos consola nos momentos mais difíceis de nossa vida. Obrigada, Senhor, por essa oportunidade de estarmos todos aqui em seu nome, reunidos, vivendo, né, transmitindo e convidando todo a viver o evangelho de Jesus. esse evangelho que é para nós o caminho, o caminho de luz que vai nos renovar a cada existência para alcançarmos a nossa evolução, para podermos compreender o sentido maior de

er o evangelho de Jesus. esse evangelho que é para nós o caminho, o caminho de luz que vai nos renovar a cada existência para alcançarmos a nossa evolução, para podermos compreender o sentido maior de estarmos aqui, desta vida e de tudo que passamos. Quero pedir vibrações para todos, todos os nossos trabalhadores que aqui participaram e pros novos que irão ingressar no novo estudo. Senhor, fortalece a nossa união para que possamos assim trabalhar sempre unidos, levando essa mensagem maravilhosa a cada pessoa que nos escute, a cada lar onde possamos penetrar com essas vibrações de amor e de paz. Assim seja. E vamos, né, finalizar essa obra maravilhosa, Justiça Divina. Sim, seja. Obrigada, Bebela. Vamos ler aqui então o nosso capítulo. Fiz aqui um nosso slide para colocar na tela. E que mais que Emanu poderia nos trazer do que falar do tempo, né? Então, diante do tempo, contempla o mundo ao qual voltaste, através da reencarnação, para resgatar o passado e construir o futuro. Sol que brilha, nuvem que passa, vento que ondula, terra expectante, árvore erguida, fonte que corre, fruto que alimenta e flor que perfuma, utilizam a riqueza das horas para servir. Aproveita igualmente os minutos para fazeres o melhor. Perdestes nobres aspirações em desenganos esmagadores. No entanto, as esperanças renascem no coração de lacerado, a maneira de rosa sobre ruínas. Perdestes créditos valiosos na insolvência passageira que te aflingem o caminho. Todavia, o trabalho dar-teá recursos multiplicados para conquistas novas. Perdeste felizes ocasiões de prosperidade e alegria, à vista da calúnia com que te ferem, mas no culto da tolerância removerás a maledicência, demandando níveis mais altos. Perdeste familiares queridos que te largaram a solidão. No entanto, recuperas recuperá-los as tão logo consigas sazonar os frutos do entendimento na esfera da própria alma. Perdeste afetos sublimes na fronteira da morte. Todavia, reaverás todos eles um dia, quando te sentires de espírito libertado, nos planos da grande luz.

utos do entendimento na esfera da própria alma. Perdeste afetos sublimes na fronteira da morte. Todavia, reaverás todos eles um dia, quando te sentires de espírito libertado, nos planos da grande luz. Perdeste dons preciosos na enfermidade que te flagela, mas o próprio corpo físico é santuário que te que se refaz. Observa contudo o que fazes do tempo e vale-te dele para instalar bondade e compreensão, discernimento e equilíbrio em ti mesmo. Porque o dia que deixas passar vazio e inútil é realmente um tesouro perdido que não mais voltará. Ai meu Deus, que encerramento, né? esse semana que vem fazendo aí, como eu falei para Sheila semana passada, um resumo, né, dessa justiça divina misericordiosa e maravilhosa nesses últimos capítulos, decide falar nada mais, nada menos do que o tempo, né, essa dádiva maravilhosa que é ofertada a todos os espíritos, a todos os filhos de Deus, né, nessa bendita né, jornada das nossas reencarnações para que a gente possa fazer as escolhas certas e aproveitá-lo ao máximo a nossa, né, na nossa caminhada aí da nossa plenitude, da nossa pureza, da nossa felicidade, não é, meus amigos? E aí, alguém, não sei se alguém quer ler o trecho do céu inferno que Emanuel faz com relação, né? Ele traz o item cinco do capítulo cinco da primeira parte, que é o capítulo do purgatório. Eu fiquei pensando aqui, por será que Emmanuel escolheu esse trecho para falar sobre tempo? É, se quiser eu posso ler aqui. Então lê aí, Bebela. Tá. E aí, então aquele que sofre nessa vida deve dizer a si mesmo que é porque não se purificou suficientemente em sua existência anterior e que se não fizer nessa, sofrerá ainda na seguinte. Isso é simultaneamente equitativo e lógico, sendo o sofrimento o sofrimento inerente à imperfeição. Sofre-se enquanto se é imperfeito, como se sofre de uma doença enquanto não se está curado. É assim que enquanto um homem for orgulhoso, sofrerá as consequências do orgulho. enquanto for egoísta, sofrerá as consequências do egoísmo. É interessante nessa parte do céu e

nto não se está curado. É assim que enquanto um homem for orgulhoso, sofrerá as consequências do orgulho. enquanto for egoísta, sofrerá as consequências do egoísmo. É interessante nessa parte do céu e inferno, né? Porque ele traz, na verdade, aqui para mim é o resumo de todo o livro Justiça Divina, né? Porque aqui ele ele faz um fechamento nos chamando atenção pro quanto nós somos responsáveis, né, por tudo que acontece na nossa vida, né? Se hoje a gente sofre, é porque em algum momento da nossa vida, das nossas vidas, né, ah, do passado, a gente cometeu alguns equívocos, alguns erros, né? E se hoje nós estamos passando por algumas angústias, algumas aflições, né? é realmente para reparar, né? Então nós não somos vítimas, né? Deus é soberanamente justo, né? E como justo, né? Um pai justo, ele nos dá a oportunidade de repararmos todos os nossos erros do pretérito, né? Então, esse pequeno trecho aqui desse item cinco para mim traz um resumo, né, de todo o livro Justiça Divina, que nos chama atenção para isso mesmo, né, pro quanto somos responsáveis. Eu concordo. Eh, foi uma observação interessante essa da Sheila, porque é interessante porque logo nas duas primeiras eh citações dele aqui, os dois primeiros parágrafos, manece já traz a chave da interpretação dentro dessas questões que que vêm. É interessante, olha só, quando eu li a primeira frase dessa mensagem, eu pensei assim: "Olha só, aqui já resume tudo." O bom de espírito evoluído é assim, né? Eles falam muita coisa com pouca palavra. O legal é isso, né? É o que que a man dizer? Contemplamos o mundo pensando, nunca jamais esquecendo da reencarnação e que essa contemplação, ela tem que passar pela ideia do resgate que tá acontecendo para onde a gente olhar. Achei super interessante isso aqui. Ou seja, olhamos pro mundo e às vezes nós não compreendemos o que está acontecendo ao nosso redor, às vezes nem na nossa vida. Essa às vezes o sentimento de indignação nos toma conta e nós olhamos paraa situação e diz: "Mas, mas o que que é

s não compreendemos o que está acontecendo ao nosso redor, às vezes nem na nossa vida. Essa às vezes o sentimento de indignação nos toma conta e nós olhamos paraa situação e diz: "Mas, mas o que que é isso que tá acontecendo ali?" E olhamos pro outro lado e pensamos: "Ó, mas que que é aquilo? Qual que é a gênese disso? Onde é que essa origem dessas coisas?" Mas não teve motivo para isso. E por que que tá dessa forma, né? Emanuel fala: "Não adianta, você não vai entender, porque entre nós e o mundo tem aqui uma palavra que é o resgate", né? Então assim, eu passo, passamos pelo resgate e lá na frente há um acontecimento que sem a reencarnação a gente não vai conseguir compreender. Então, irmão, já bota, já bota essa pedra aqui angular pra gente subir na nossa compreensão por cima dela. Ó, vamos botar na na mesa aqui que tem um resgate acontecendo. Para onde a gente olhar, tem um resgate acontecendo. Aí depois que ele explicou que é o resgate, ele vem vem nos colocar a nossa posição frente a isso. Eu achei super legal, que é que é o item dois aqui que ele veio dizer. Nos colocar para olhar pra natureza. Olha a natureza, tu tem utilidade. O sol tá sendo útil, a nuvem aí, né, que depois traz a chuva, a água do rio que a gente vai beber, ela alimenta a natureza, até até a grama ela produz oxigênio, absorve CO2, por aí vai. A natureza é toda funcional. Aí a man vai usar algumas palavras aqui lá no finalzinho, né? a palavra servir e depois a palavra fazer o melhor, aproveitando o tempo, ou seja, não perdendo tempo. Sirva sem perder tempo, faça o seu melhor. Sempre que eu eu vejo, por exemplo, algum autor espírito falando de servir, eu sempre olho para mim e falo assim: "Bom, eu sirvo para quê? Para que que a gente serve, né?" Ou seja, é a questão da utilidade, né? Tá, tô aqui no mundo, eu sirvo para que aqui nesse mundo? Eu acho que a a então, Emando, eu eu entendi que ele já lançou as duas grandes chaves de interpretação do que vem depois, logo nessas nesses dois primeiros parágrafos, né? Achei bem

aqui nesse mundo? Eu acho que a a então, Emando, eu eu entendi que ele já lançou as duas grandes chaves de interpretação do que vem depois, logo nessas nesses dois primeiros parágrafos, né? Achei bem bacana. E ah, é interessante também a gente colocar aqui que Kardec lá na Gênese ele fala, ele fala sobre o tempo e ele tem uma fala muito bonita que ele diz que o tempo é uma medida relativa de sucessão das coisas transitórias do ponto de vista do estudo que nós estamos fazendo. Então é interessante isso aqui, gente. É uma medida relativa da sucessão de coisas transitórias. quer dizer que são coisas passageiras, mas são sucessivas. E depois ali na frente ele ainda continua, ele ainda dá uma a, eu falo que é poético, ele ainda coloca outro trecho poético que diz que o tempo é uma gota d'água que cai de uma nuvem no mar cuja queda é medida. Agora pensa, a nuvem é passageira, é uma nuvem que passa. Uma gota que cai dessa nuvem e ela vai cair no mar. Que que é esse mar, gente? Essa imensidão. E como que você vai medir essa queda? Como que você mede? Qual é a medida que você usa? Então aqui nós temos que pensar no tempo eh em questões que nós muitas vezes não dimensionamos, porque o tempo ele é para nós hoje aqui no plano terrestre, né? Nesse nosso planeta, ele é solar. Tudo aqui é medido, não é? o ano, os dias, as noites, o nosso tempo de 24 horas, ele é medido por um sistema solar, mas em outros mundos, em outros planos. E para o espírito, como é que é medido esse tempo? Então esse tempo é uma medida relativa, ele não é uma medida absoluta, ele está de acordo com o ambiente onde nós estamos inseridos naquele momento. Nós estamos aqui enquanto seres encarnados nesse plano terrestre. Para nós aqui, o tempo tem uma medida. E o que nós vamos fazer com esse tempo? Nós vamos mensurar esse tempo de que forma? Como que nós vamos aproveitar esse tempo aqui? Essas nossas 24 horas estão sendo aproveitadas como? com o quê? Porque o aproveitamento aqui não é só de coisas materiais, aquilo que nós pensamos, né?

? Como que nós vamos aproveitar esse tempo aqui? Essas nossas 24 horas estão sendo aproveitadas como? com o quê? Porque o aproveitamento aqui não é só de coisas materiais, aquilo que nós pensamos, né? aquilo que nós trazemos dentro de nós, de que forma nós vamos colocar isso aí eh em movimento para que a gente possa aprender realmente, porque esse tempo nosso aqui, ele também é medido no aprendizado. Então, tem várias medidas para esse tempo. Você vai medir no aprendizado, você vai medir naquilo que você tá fazendo, naquilo que você tá trabalhando, naquilo que você tá estudando, naquilo que você tá doando. Então, a gente tem que prestar atenção de que forma nós estamos entendendo e vivenciando esse tempo. Eu achei muito poética essa colocação dele aqui, sabe, gente? É, é interessante quem quiser depois fazer essa leitura aqui da Gênesis lá no capítulo, ele tá no capítulo seis, no item dois. E ele é curto, ele não é muito grande não, mas dá para nós um dia de estudo. Só um dia é uma eternidade, né? Mas é que o nosso tempo aqui, ó, o nosso tempo aqui, ó, o relativo. O nosso tempo aqui é só de 60 minutos, né? Então, e Lázara, Lázara, você falou um negócio aí, você perguntou, né? Como é que nós vamos aproveitar esse tempo? como é que nós vamos despertar para tudo isso? E lá no livro Céu e Inferno, quando termina parte desses itens, ele manda, ele remete a gente ao Evangelho Segundo Espiritismo. Fala assim: "Olha, leia lá ação da prece". Isso no capítulo 27, transmissão do pensamento. E lá ele diz o seguinte, que nós estamos aqui imersos no que a gente chama de fluido cósmico universal. O que que é o fluido cósmo, cósmico universal? A gente pode imaginar como a nossa atmosfera aqui. Só que essa atmosfera, o fluido cósmico, não é só na Terra. Ela permeia cada canto do universo e ela, o fluido cósmico, né? Esse fluido, ele é o veículo por qual propaga o pensamento, o pensamento, os nossos sentimentos, as nossas emoções. Nós aqui estamos todos conectados mentalmente. Então, quando eu recorro a

smico, né? Esse fluido, ele é o veículo por qual propaga o pensamento, o pensamento, os nossos sentimentos, as nossas emoções. Nós aqui estamos todos conectados mentalmente. Então, quando eu recorro a uma prece, e não é só o fruto, eu vou fazer a prece e já vai chegar instantaneamente, não. Ela que ela tem eficácia, eu tenho que ter o sentimento, eu tenho que querer fazer aquilo ali. Ah, então a prece é alguma co é é o que vai nos ajudar a compreender, abrir os olhos para essa realidade da qual estamos vivendo e ter consciência dos resgates pelos quais passamos. Muitas vezes os nossos sentimentos aqui nesse corpo, né, nos qual nós estamos experienciando essa vida, eles interferem nas nossas ações e no nosso pensamento, mudando a nossa sintonia. E a partir do momento que eu, através da prece, eu tento, eu tento pedir forças, né, verificar o que que tá acontecendo comigo, porque eu tô assim, porque muitas vezes a gente põe a culpa no outro daquilo que a gente desperta nele e na realidade tá tudo em nós. Nós a medida o nosso sentimento, ele contamina tudo o que nós estamos vivendo. E a prece ela tem que ser diária. Por quê? Para que a gente possa, né? Eh, Santo Agostinho, né? Lá no livro dos espíritos falando, vamos. O que que eu fiz hoje? Foi bom? Foi ruim? Eu afetei alguém? Quando a gente começa a despertar para esse tipo de coisa no nosso dia a dia, o que que acontece? Cada vez que a gente faz um ato que nos levam reto, do caminho que a gente deveria seguir, a gente sente a energia que aquilo causa na gente, o que a gente desperta no outro. Talvez raiva, talvez, sabe o sentimento orgulho. Quando a gente, o nosso orgulho é excessivo, o que que acontece conosco? É isso. Como é que a gente vai conseguir, né? O que que eu tô fazendo com o meu tempo? Isso. Como é que eu tô fazendo? Essa pergunta do título, né? É. Fala aí, Eliana. Eliana tá louquinha para falar. É, então vamos embora. Falar aqui. É brincadeira, gente. É porque eu não gostaria de perder essa primeira palavra

endo? Essa pergunta do título, né? É. Fala aí, Eliana. Eliana tá louquinha para falar. É, então vamos embora. Falar aqui. É brincadeira, gente. É porque eu não gostaria de perder essa primeira palavra que Emanuel traz. Contempla, contempla a que voltaste. Ele quer dizer o seguinte, reflete. E aí quando a a Isabela trouxe, né, nós aí ele quer dizer o seguinte: cada um tem um mundo. Cada um tem o seu mundo próprio. Nem todos nós vamos vivenciar a dor do outro. Quando a gente começa a observar os tumultos lá fora, e cada um conta uma história, conta uma dor, conta não sei o quê, a gente nunca nem viveu e às vezes nem vai viver, né? Porque é muito particular a reencarnação, ela é particular ao espírito. Nós não precisamos vivenciar todas as dores, né? A obra céu inferno fala isso aqui. A ideia não é doer, a ideia é aprender. Quando dói é porque a gente ainda não aprendeu. É o que Kardec fala lá no no item cinco, né, que a Isabela acabou de ler. Só dói porque ainda não aprendeu. A doença só persiste porque ainda não curou, não é isso? Então, fala: "Contempla, reflete, observa o mundo a que voltaste", né? E aí não tem como a gente esquecer do resgate. A doutrina espírita fala muito de resgate, né? Que é a dívida, é, eh, vamos pagar o débito, né? Débito moral, que seja, mas a Bíblia também fala disso, né? Nós espíritas somos muito criticados por isso, né? Que fala muito de pagar, de pagar, de pagar. Mas aí a gente encontra o resgate lá em Pedro. lá em Êxodo, sabe? Em Paulo de Tarso. Aí eu achei tão interessante aqui. Pedro fala assim para nós sobre resgate, pois vocês sabem que o resgate para salvá-los do estilo de vida vazio que herdaram de seus antepassados. Quem é o nosso antepassado? O nosso nós mesmos resgatando, né? É, ele fala o o estilo de vida vazio. O resgate é para nos salvar do estilo vazio que herdaram de seus antepassados. Não foi pago com simples ouro ou prata que perdem seu valor, mas com o sangue do precioso Cristo, né? O sangue de Jesus. E ele fala que ele não tinha

do estilo vazio que herdaram de seus antepassados. Não foi pago com simples ouro ou prata que perdem seu valor, mas com o sangue do precioso Cristo, né? O sangue de Jesus. E ele fala que ele não tinha pecado nenhum, Jesus. E ele pagou o preço. Ele foi escolhido antes da criação do mundo, mas agora, nestes últimos tempos, foi revelado por causa de vocês. Então, Jesus já trilhou o caminho do resgate, né, do entendimento. Então, qual que é a cruz que nós devemos carregar, como carregar essa cruz, porque não é o problema, mas é como nós resolvemos o problema, como nós encaramos esse problema, né? Então, as perdas que nós temos, né, entender o por que nós temos essa perda. E será que é perda mesmo, né, para ganhar a vida, perder lá, como Jesus fala, muitas perdas são livramentos, né? E aí nós vamos descobrindo no meio dessas dores, descobrindo as esperanças que nós temos guardado dentro de nós, né? A força que nós temos, porque o espírito está pronto, né? a gente já sabe, já sabe do resgate, já vem, mas chega aqui a terra, né, nos consome, a matéria, né, o nosso próprio sentimento de egoísmo, de orgulho, né, que Kardec coloca aí no céu e inferno. E aí vem então de dentro de nós, né, aquilo que a gente já tem, que é o que nos prejudica, né, mas ao mesmo tempo que nós vamos resgatar, nós precisamos florir, produzir, crescer, né? Aí não adianta, o tempo não vai parar, a dor não vai parar de doer. A gente tem que no meio dela, né, conseguir desenvolver, né, aquilo que a gente veio fazer e acima de tudo não se perder nesse caminho, não não deixar o tempo passar, né, Elane? Porque acho que essa é a grande questão que a gente muitas vezes se questiona, né, que os espíritos falam dessa dádiva do tempo, né, que o tempo é igual para todos, mas como assim, né? O tempo é igual para todos, porque o pai é justo, né? Misericordiosamente bom, mas ele é relativo sim, porque cada um está no seu momento, cada um tem o seu entendimento. Então aí que entra a relatividade do tempo, né? Dentro disso

que o pai é justo, né? Misericordiosamente bom, mas ele é relativo sim, porque cada um está no seu momento, cada um tem o seu entendimento. Então aí que entra a relatividade do tempo, né? Dentro disso existem, né? As dimensões do tempo. Aí que a Lázaro até eh mencionou um pouquinho, né? a questão do tempo cronos, a questão do tempo cairóz, o tempo ios, que a gente precisa nos conscientizar cada vez mais, mas a gente só vai eh acessar esse conhecimento, esse entendimento, conforme a gente entrar no campo do espírito, né, no campo da imortalidade do espírito e dessa misericórdia da justiça divina. Aí sim a gente vai fazer o bom aproveitamento do tempo, vai buscar, né, eh, fazer o aproveitamento, como eu falo, né, não é que não tem mais jeito para morte, não. Só não tem mais jeito para tempo perdido, porque a gente não morre. É o tempo realmente que a gente precisa resgatar o valor dele paraas nossas experiências, saber que ele não retorna, né? Que a experiência que nos é ofertada, a lição que nos é colocada, né, como Eliane falou, ela é colocada dessa forma e ela não retorna. Se a gente não aproveitar, então o que que vai acontecer? vai doer um pouco mais, porque ela vai retornar, vai nos revisitar para que a gente aprenda a sua lição, né? Então é o nosso ritmo de evolução, né? Como a Sheila também falou da da responsabilidade que vai fazer com que cada vez mais a gente aproveite esse tempo, né? essa esse grande título que que Emanu colocou diante do tempo, eh, e parar também de olhar pro outro, como a Bebela falou, né? Porque cada um tá no seu tempo, tem o seu entendimento. Façamos o nosso melhor, como Emanuel tá convidando aqui, com o entendimento que nós já temos desse tempo. Sabemos que eh pode parecer muito tempo estar aqui na terra pelo pelo tempo Cronos, né? Mas ele é muito rápido, ele é muito pequeno diante da nossa eternidade e que é uma bênção poder estar aqui e que tem coisas que somente aqui nós vamos poder realizar, né? Que são esses resgates aí e essas dores que nós precisamos curar

pequeno diante da nossa eternidade e que é uma bênção poder estar aqui e que tem coisas que somente aqui nós vamos poder realizar, né? Que são esses resgates aí e essas dores que nós precisamos curar em nós e em relação aos que estão conosco, né? Porque ninguém está conosco em vão. A gente não se reencontra a ao acaso, né? Tudo está numa devida ordem aí reencarnatória e e cada um tem a sua, como Eliane falou, cada um tem a sua realidade que foi ali colocada para aproveitamento máximo, né? Mas a gente vai se esquecendo, né? como Pedro falou, vai deixando aí a vida vazia, vai se perdendo nas ilusões da matéria e vai deixando esse tempo aí. E muitos de nós até falam: "Ah, vou deixar pra próxima", né? Com essa consciência da próxima e aí a próxima vem, né? Vem, a gente nem sabe como, porque a gente não tá fazendo a nossa parte, né? que nós falamos muito disso semana passada também, né, Sheila, da nossa sementeira, de preparar a nossa próxima, a nossa próxima colheita e aí não vamos poder, né, reclamar essa questão da da sementeira, a gente aqui muitas vezes tá muito preocupado com a colheita, né, com o que nós estamos colhendo. E nós nos esquecemos que a gente tá colhendo e semeando ao mesmo tempo, né, para a gente colheia. Então a gente tem que se preocupar muito com o que a gente tá semeando, né? Muito mais do que o que a gente tá acolhendo, né? Então essa questão, às vezes a gente recebe algo negativo de alguma pessoa, a gente se preocupa com essa colheita que estamos tendo, né? Mas por que por? Por que que isso tá acontecendo? Por que tal pessoa fez isso? Foi injusto comigo, né? E a gente não deve ter esse olhar tão atencioso paraa nossa colheita, né? Nós devemos nos preocupar muito mais com a nossa sementeira, né, com o nosso plantil, porque é esse que a gente vai ter lá na frente no futuro, né? Então entra muito aí o perdão também, né? Aqui Emanuel fala, né, que dos corações de lacerados, né, mas que deve renascer a esperança, né, muitas vezes é isso. A Eliane falou

na frente no futuro, né? Então entra muito aí o perdão também, né? Aqui Emanuel fala, né, que dos corações de lacerados, né, mas que deve renascer a esperança, né, muitas vezes é isso. A Eliane falou muito, né, do sofrimento, né, não necessariamente nós somos obrigados a sofrer, né, nós precisamos resgatar, sim, mas esse sofrimento é muito mais nosso do que da própria lei de justiça, né? Nós podemos ter a sabedoria, né, de passar por esse resgate sem o sofrimento. E eu acredito muito que quando nós olharmos para esse, para essas dificuldades, essas aflições como oportunidades que nos são dadas para esse resgate, o sofrimento ele fica ali meio que que em segundo plano, né? A gente não sofre mais tanto porque nós somos gratos por essa oportunidade, né? a gente muda a visão. Eu gostei bastante quando a Bebela falou da utilidade do tempo, né, através do pensamento, né, tudo começa no pensamento, né? Então hoje aqui ele fala muito de servir, né? usar o nosso tempo para servir. Mas esse tempo ele começa no nosso pensamento, porque toda ação tem início no pensamento. E muitas vezes a gente pode se cobrar por a gente não ter tempo, né, de auxiliar fisicamente um irmão e tal, né, prestar um trabalho voluntário. Mas se a gente só elevar os nossos pensamentos a Deus, né, levando uma prece, como a Isabela mencionou ali, né, ou um pensamento positivo, né, vibrar para aquela pessoa, para que ela atinja aquele objetivo, enfim, que ela se renove, se transforme. E para nós mesmos, né, nós já estamos fazendo uma utilidade do tempo, né? Então essa questão do tempo eu acredito que é muito relativo, como todos falaram, né? Só que é uma questão muito muito pessoal, né? Porque eu posso utilizar o meu tempo de uma forma que às vezes a Patrícia vai achar que eu não tô utilizando adequadamente, mas paraa minha evolução, pro meu momento, tá sendo adequado e tá sendo muito útil, né? Porque nós não temos como, ah, mensurar o quanto, né, em cada estágio evolutivo cada um aqui está, né? Então aí cabe o não julgamento também,

meu momento, tá sendo adequado e tá sendo muito útil, né? Porque nós não temos como, ah, mensurar o quanto, né, em cada estágio evolutivo cada um aqui está, né? Então aí cabe o não julgamento também, né? a gente então ter que servir de exemplo e tentar sim puxar os nossos irmãos, né, de caminhada junto conosco, né, mas pode ser que não não esteja no tempo deles, né, não esteja nesse tempo de transformação. Então, cabe a cada um, assim como muitas vezes deve ter irmãos que estão a frente de nós, estão achando, né, que esse tempo que a gente tá utilizando não é adequadamente, mas cada um no seu tempo, né? Respeitar o tempo de cada irmão também é uma caridade, né? Também é servir. É quando exatamente fala não é o seguinte, quando a Sheila tava falando aí eu lembrei de uma coisa. Onde é que tá? Onde é que estão, né, as leis de Deus? A justiça divina, elas estão aqui, ó, em nós. Quem são os juízes? Aquele negócio de, por exemplo, ah, eu morri, aí eu vou diante tribunal lá, o pessoal, ah, Isabela, você fez aquilo, aquilo outro, você vai ser julgada porque você então na sua próxima encarnação. Não, gente, não existe isso. Quando a gente sai do corpo, que a gente tem a consciência plena de toda a nossa linha evolutiva, que agora aqui é um instante que nós estamos vivendo. Então, a justiça divina somos nós mesmos que vamos perceber o que fizemos e o que falta fazer pra gente evoluir. Quando a gente vem no corpo físico que nos limita, né? Aqui eu não eu não posso ouvir o pensamento da da Lázara, nem da Sheila, nem do Juliano, da Eu não posso aqui, eu preciso do ar para me comunicar, entendeu? Porque se a gente pudesse ouvir o pensamento um dos outros, como acontece no plano espiritual, isso seria uma coisa mais difícil paraa nossa evolução. Aqui não. A gente a gente tem que aprender a ler o outro, a interpretar. Poxa, por que que o Juliano, sei lá, não tá legal hoje, né? Vamos perceber ele, chegar perto dele. A, com isso a gente vai evoluindo, a gente vai percebendo as pessoas, vai

ler o outro, a interpretar. Poxa, por que que o Juliano, sei lá, não tá legal hoje, né? Vamos perceber ele, chegar perto dele. A, com isso a gente vai evoluindo, a gente vai percebendo as pessoas, vai tentando se comunicar, porque eu não tenho o enlace direto. Quando a gente sonha com gente que já morreu, você já notou que geralmente a pessoa não fala? Eu sonho muito com com eh pessoas que eu amo, que já foram pro outro lado, fala assim: "Gente, naquele sonho a pessoa não tava falando, mas eu sabia exatamente o que o que ela queria me dizer, porque o veículo é o pensamento. Aqui nós estamos limitados pelo nos o nosso corpo físico, a nossa atmosfera e isso nos convida a trabalhar mais os nossos sentimentos, as nossas percepções e com isso a gente vai aproximando ou afastando. E o que a Sheila falou, cada um é um universo. E às vezes, por exemplo, se eu me acho ou uma pessoa assim, não, eu acho que eu tô mais evoluído que todo mundo, beleza? Então fala, pô, a Lázaro, coitada, olha lá, tá lá maçando barra ainda. Ah, eu acho que a Lázar precisa evoluir, então vou tentar ajudar ela. Quem sou eu para fazer isso? Vamos ter que respeitar um ao outro, praticar a empatia, tentar ser o outro naquele instante para poder perceber o que que o outro tá sentindo. É um exercício muito bom. É isso, gente. Cada pessoa, o universo, a experiência foi a foi a a Eliane que falou, né, Eliane, que eh ou foi a Lázaro, não sei, que é particular, né? Cada experiência nossa é só nós. Estamos aqui para viver esse momento. E a leitura de hoje fala: "O que que você tá fazendo com seu tempo? Como é que você tá, né? Tem horas, tem que precisa voltar o seu tempo, ao auxílio das pessoas que estão você com você nessa jornada. Aí você precisa abdicar de algumas coisas. Tem horas que não, que você pode seguir em frente. E é isso. Cada passo que a gente dá nessa vida, ele tá realmente na nossa trajetória. Então, a gente precisa despertar. Quem já leu o Mundo de Sofia? onde a menina desperta paraa realidade na qual ela tá

isso. Cada passo que a gente dá nessa vida, ele tá realmente na nossa trajetória. Então, a gente precisa despertar. Quem já leu o Mundo de Sofia? onde a menina desperta paraa realidade na qual ela tá vivendo. Ela começa a ver o mundo, ela sobe na ponta do do da orelha do coelho e fala assim: "Poxa, eu tô em cima de um coelho", né? Ela sente esse exemplo lá. Então, qual de nós está percebendo o verdadeiro sentido da nossa vida aqui? De, né? Porque a gente vive para trabalhar, para comer, para Olha aí a Josiane falando: "O auxílio de hoje é a semente que brota amanhã. Esse brotar às vezes leva uma vida, mas ela brota. Às vezes a gente acha que não vale a pena, mas vale. Essa semente é que dependendo da semente que você planta, que vai gerar o resgate lá na frente ou então você vai resgatar aquilo que você precisar, vai resgatar. são as sementes da nossa vida, né? Fala aí, Juliano. Eh, pois é, a medida que a que a Isabela, na outra fala dela, né, ela fez aquele comentário sobre essa prece, sobre essas emanações mentais nossas, né, ela foi falando, lembrei, eh, de um livro de André Luiz, um livro que eu gosto muito, que é aquele entre a terra e o céu. O livro começa, é justamente uma situação dessa assim de uma menina que tá passando por uma aflição e ela não sabe as origens dessa aflição, ela não sabe lidar com isso, que ela é muito nova, a mãe desencarnou, tem madrasto em casa. Então uma turbulência que ela está vivendo, ela faz uma prece pedindo a intercessão da mãe naquela sentido assim: "Olha, eu não consigo resolver os meus problemas aqui, tá muito difícil, então vou pedir alguém maior do que eu para me auxiliar". A mãe não podia auxiliar, a mãe não estava em condição. Inclusive, a mãe era uma das causas dos problemas espirituais do lar, era a mãe que havia desencarnado. Mas isso não deixou ela desamparada. Houve um auxílio espiritual muito grande. Por quê? Porque os benfeitores, amigos, captaram essa emanação mental, não é? Naquilo que era um resgate da família, naquilo que era

o deixou ela desamparada. Houve um auxílio espiritual muito grande. Por quê? Porque os benfeitores, amigos, captaram essa emanação mental, não é? Naquilo que era um resgate da família, naquilo que era um amadurecimento que eles tinham que vivenciar. a madrasta muito imatura, o pai atribulado na na nos cuidados em da manutenção do lar, do alimento, do trabalho, não tinha aquele tempo, né, né, poderia dedicar e, né, filhos pequenos. E aí o livro todo, né, transcorre da parte dessa prece, né, essa prece que transforma a vida daquelas pessoas de maneira incrível, de maneira impressionante. Eu penso que o o nós que somos espíritas, a a nós temos que perder esse hábito de olhar só pra matéria, né? Não, o pão é importante, é claro, mas aí uma prece dessa feita com sentimento, a Isabela falou do sentimento, sentimento é força de impulso, né? joga lá longe, joga mais na frente, joga mais alto, né? Um sentimento que transforma isso. E e porque na verdade é é eh eh é aquela situação, né? Nós vivenciamos esses infortúnios ocultos, né? A gente não sabe o que tá acontecendo, né? O evangelho ela é interessante. O evangelho coloca os infortunes ocultos assim, né? O infortuno tá acontecendo lá longe, a gente não tá vendo. É um outro bairro, é um outro parte da cidade que a gente não tem acesso. São níveis socioeconômicos que às vezes nos colocam distante, a gente culturais, né, nos coloca distante dessas pessoas. Tem n lugares na cidade que a gente não frequenta, a gente não conhece direito, né? Não faz parte da nossa rotina, da nossa rota. Tem um infortúni oculto ali, mas tem um infortuno tá oculto na nossa frente. Eu tô de frente de vocês aqui hoje, olhando vocês. Eu não sei os fortunos ocultos que estão na vida de vocês. Vocês não sabem da minha, mas tem o fortuna oculto que tá oculto às vistas. Está oculto às nossas vistas, né? E tem aquele terceiro infortúnio, oculto, que é o infortúo que que tá oculto dentro da gente. Às vezes é um hábito vicioso que a gente tem, que a gente acha que é prazer, mas na verdade

as vistas, né? E tem aquele terceiro infortúnio, oculto, que é o infortúo que que tá oculto dentro da gente. Às vezes é um hábito vicioso que a gente tem, que a gente acha que é prazer, mas na verdade é um vício, né? ou é um mau hábito que a gente tem aqui que tá nos comprometendo espiritualmente, que a gente tá achando que tá normal, né? Achando que tá tudo normal. Ah, porque a sociedade aceita, a lei não condena, então tá tudo OK, mas a gente sabe que moralmente não é assim que funciona, né? Então são questões que estão relacionadas a a a esses bastidores da justiça divina que nos mostra o seguinte, né? Todo o nosso tempo pode ser aproveitado de maneira útil, independente de eu nem sair de casa, eu posso estar aproveitando bem o meu tempo, não apenas em prol dos outros, através de uma prece que eu tô fazendo, né, para auxiliar nesses processos, né, de amenizar dores, nesses processos de fazer a caridade, esses processos consoladores, né, uma emanação mental pode ser importante para tratar disso na minha vida e na dos outros. E da mesma forma que é o ponto que diz aqui, olha, olha para você, você tá aproveitando bem seu tempo, tá tudo certo aí, né? Hoje você fez mais coisas do que ontem, amanhã você tá programando fazer mais coisas do que hoje, coisas diferentes, coisas produtivas, que isso faz parte desse processo de justiça, né? Quer dizer, analisar esses esses pormenores, eu acho que hoje tá sendo tão rico, né? Se fosse 3 horas de live, a tá estaria pouco, né? Eu tava pensando nisso aqui, eu falei: "Nossa, acho que não vai acabar". que eu falei que dava um dia, tá vendo? Ah, era hoje. Ah, entendi. A Lázaro é animada um dia. Ora, mas olha quanta coisa nós já abordamos aqui. E a assim, a principal, não, uma delas que se faz importante aqui é a gente saber eh dar o direito à individualidade de cada um, que é o que todos vocês já falaram. Então, ou seja, respeitar cada um no seu, entre aspas, tempo de aprendizado, né, de refazimento, de julgamento, porque a gente também tem que respeitar

de cada um, que é o que todos vocês já falaram. Então, ou seja, respeitar cada um no seu, entre aspas, tempo de aprendizado, né, de refazimento, de julgamento, porque a gente também tem que respeitar aquilo que o outro pensa nessa questão de julgar, né, e não ficar apontando o dedo a lá para fora, sendo que o que a gente tem que aproveitar tá aqui dentro, né? Então, quando ele fala aí o que o Juliano falou dos infortúnios, muitas vezes existe um infortúnio aqui dentro que eu ainda não quis abrir. Por quê? Será que ele dói? Será que é porque eu não tô pronta para trabalhar? Será que é porque eu ainda não tenho o aprendizado suficiente para poder vivenciar? Então, esses infortúnios que nos cercam, muitas vezes são a escola regenerativa, porque é deles é que nós vamos buscando e trabalhando a nossa a nossa melhora, o nosso aprendizado, a nossa evolução, é a nossa escada, hein, Lázaro? E só para só só complementando, né? E a lição hoje tá mostrando pra gente que todo mundo tá vivendo um infortúo em algum lugar, em algum aspecto da existência. Exatamente. Exatamente. A gente muitas vezes olha assim o aspecto, né, a fisionomia das pessoas e olha ela sorridente. Nós eh todos nós nos olhamos aqui com sorriso, mas o que que tem por trás desse sorriso aqui que eu não conheço na individualidade? que que tem por trás da vida de cada um de nós, que isso que você acabou de citar que é um infortúnio, e que nós muitas vezes vivenciamos, embora ali com a dor ali que a que a Eliane também comentou ali em cima, essa dor ali ela dói aqui, mas ela dói para mim. E muitas vezes eu não me expressando, vocês aí do outro lado jamais saberão que ela tem tanta e tamanha importância para mim. Por quê? Porque cada um de nós somos essa individualidade. Então ele fala que o que que nós estamos fazendo com esse tempo aqui no no caminho verdade e vida, eu vou ler só uma frase aqui que ele fala assim, ó, constituindo a criação. É sobre o tempo na fala de Paulo aos Romanos que aquele que faz caso do dia para o Senhor o faz. Então,

inho verdade e vida, eu vou ler só uma frase aqui que ele fala assim, ó, constituindo a criação. É sobre o tempo na fala de Paulo aos Romanos que aquele que faz caso do dia para o Senhor o faz. Então, no meio aqui ele diz assim: "Constituindo a criação universal, patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida. Contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra em favor de seu aperfeiçoamento espiritual. Então, olha só, é um trechinho curto aqui que tá bem no início aqui, mas tem tanta coisa pra gente meditar nisso aqui, né? O que que é para cada um esse momento de aperfeiçoamento individual? O que que é o aperfeiçoamento para cada um de nós? O que que é a melhora para cada um de nós? É nós nos examinarmos. Como que eu examino a minha consciência? Será que hoje, nesse ano, nesse tempo de 2025, eu estou melhor do que aquele que eu estive em 2010? Olha, eu dei um passo a mais. Eu estou me analisando, eu estou me olhando de que forma eu era ali atrás e de que forma eu sou hoje. Então, é por isso que muitas vezes diante do nosso aprendizado, há certas leituras ou há certas vivências que nós experimentamos que às vezes nós já tínhamos passado por ela em algum tempo atrás, mas que nós não aproveitamos e nem tiramos o aprendizado necessário dela. Por quê? por causa do nosso amadurecimento, porque nós já caminhamos um pouquinho mais, porque nós já temos um pouquinho mais de entendimento. E esse entendimento, ele vem valorizar a nossa jornada dentro do nosso aprendizado. Para quem, quem é que tá ganhando com isso? Eu tô ganhando, tô levando isso pro outro? Não. Eu tô me valorizando no sentido de que, puxa, eu melhorei, eu aprendi um pouquinho mais. Hoje eu não faria da forma que eu fiz lá atrás. Então, esse aprendizado que nós trazemos é essa individualidade que nós devemos respeitar uns nos outros. Quando alguma de vocês, eu não me lembro quem aí, desculpa, citou falando assim, ah, foi Isabela que falou assim que às vezes o

razemos é essa individualidade que nós devemos respeitar uns nos outros. Quando alguma de vocês, eu não me lembro quem aí, desculpa, citou falando assim, ah, foi Isabela que falou assim que às vezes o outro tá ali no começo da jornada. Você citou ali a Lázaro tá lá e que não sabe nada e tal. É, olha só, é a individualidade, não é? E quem sou eu para julgar se a Isabela tá no momento bom dela ou se ela é toda sabedora ou se ela é toda luz, né? Então, quem somos nós nesse julgamento que nós fazemos do próximo? Olha a importância de a gente ter um aprendizado e de a gente valorizar todo esse estudo que chega até as nossas mãos e extrair dali a melhora para nós mesmos. é o degrau evolutivo que nós estamos construindo. Então, se hoje eu estou me analisando melhor que ontem, ótimo. Para quem? Para mim. Porque a escada quem vai subir sou eu. A valorização ela será para mim. E eu vou fazer bem para quem? Para o meio onde eu estou. Porque se eu me torno melhor, eu reflito aquilo que eu melhorei, eu reflito ao meu redor. Então, eu vou fazer o quê? eu vou trazer um ambiente melhor, eu vou trazer um ambiente de paz, eu já vou saber calar no momento em que eu não devo estimular os ânimos, não é? Então, muitas vezes, esse aprendizado ele está refletindo naquilo que a sabedoria já introjetou em nós. Então, o pensamento, como a Isabela muito bem citou, ele é muito importante em todos esses momentos, até no ouvir uma fala para que a gente não dê vazão a nosso pensamento quando você fala alguma coisa, para que eu não exteriorize aquilo ali, não apenas através da fala, mas também através do pensamento. É o julgamento também. que está escondida e que tá implícito ali, porque eu penso e eu reflito. Então, muitas vezes, se eu reflito boas coisas, isso vai refletir ao meu redor. Mas se eu também pensar coisas negativas e coisas malfejas, elas também vão refletir ali ao meu redor. Então, não é só através da fala, o pensamento é importantíssimo. essa ação da prece e aquela questão do do pensamento ali naquele capítulo, eu acho

malfejas, elas também vão refletir ali ao meu redor. Então, não é só através da fala, o pensamento é importantíssimo. essa ação da prece e aquela questão do do pensamento ali naquele capítulo, eu acho extremamente eh importante que a gente reflita e que a gente aproveite e que a gente aprenda. Para mim é super importante essa fala no Evangelho. Por quê? Porque tudo emana do nosso pensamento. Ele vai refletir. A minha fala reflete o quê? O que o meu pensamento e o meu coração traz. Então é muito importante para nós entendermos e darmos ao outro essa nós permitirmos que permitirmos, né, que o outro seja ele mesmo, sem achar que porque eu aprendi o outro tem que saber como eu ou o outro tem que pensar como eu. Não. Então esse tempo, gente, esse tempo é nosso, ele é individual. Então, o que eu faço com ele, o que eu aprendo com ele e como eu posso projetá-lo daqui por diante é um aprendizado só meu. É, é, é mudar o olhar da contemplação lá que a Eliane colocou para nós, né? Sair do olhar da matéria de que só existe isso aqui agora, né? E trazer o olhar espiritual, né? os olhos de ver mesmo, é para que a gente aprofunde essa realidade que é a nossa realidade e a de todos que estão conosco. Uhum. E que é dada essa oportunidade a todos dentro, né, do seu tempo, do seu momento, né? E aí, interessante porque essa questão, né, que o Juliano trouxe, que a Lázara também aprofundou dos infortúnios, é uma pergunta que Kardec fez, né, eh, lá no livro dos espíritos, é a 900, deixa eu ver aqui, e 88, que ele fala: "Há pessoas cuja vida se escoa em perfeita calma, que nada precisando fazer por si mesma, se conservam isentas de cuidados aparentes, né? esse infortúnio oculto que talvez não esteja aí a pessoa preparada para trabalhar. E aí ele pergunta: "Provará essa existência de tosa que elas nada têm de espiar, né, de resgatar de existência anterior?" E aí eles falam: "Conheces muitas dessas pessoas, né? Engana-te se pensas que há em grande número, né? Não, raro, a calma é apenas aparente. Então essa certeza

né, de resgatar de existência anterior?" E aí eles falam: "Conheces muitas dessas pessoas, né? Engana-te se pensas que há em grande número, né? Não, raro, a calma é apenas aparente. Então essa certeza para nós de que não estamos aqui para passar em brancas nuvens, né? Exato. E aí ele diz um pouquinho mais para frente, então, como um preguiçoso, né, lamentam o tempo perdido porque ao retornar percebem que não progrediram, que não tiraram proveito desse tempo, né? Aí ele diz: "Sabei que o espírito não pode adquirir conhecimento e elevar-se senão exercendo a sua atividade, que é vir aqui na matéria, reencarnar para colocar em prática tudo isso, né, que foi aprendido antes e que foi aprendido no mundo espiritual, que nós sabemos que temos possibilidade e fazer as novas escolhas da nova sementeira." Diz aí, Eliane, eu acho assim que eu gostei dessa fala aí, sabe, da calma, né? E os espíritos falaram: "Olha, será que estão certos, né, de entenderem que é uma calmaria, né? É o silêncio. O silêncio verbal nem sempre quer dizer que existe um silêncio mental, né? Uhum. E eu acho assim que tem uma frase de Cora Coralina que eu gosto demais, que ela fala assim: "Coração do homem, terra que ninguém vê, ninguém sabe o que o outro sente. Pode ser tanto pro mal, pro bem, o que o que que ele arquiteta, né? Ou seja, também é uma forma de alerta para nós. Não mexe ali, não, porque a gente não conhece a índole. É tantas coisas, né, que a gente pode entender por essa frase. E o que me marca muito nessa mensagem é o seguinte: espírita ou cristão que somos, não tem privilégio. Está no mundo de expiação de provas, já nasce devedor. É a da nossa condição espiritual. Outro ponto, não adianta achar que nós estamos estudando, trabalhando, nós vamos ficar isentos de passarmos pelas dores. Então, Emanuel falo, olha, o sol brilha, a nuvem passa, vem o vento, a tempestade, não importa, a natureza continua servindo, né? Então, aproveita, não importa a situação, a circunstância produza. Aí até a nossa amiga lá, né,

, o sol brilha, a nuvem passa, vem o vento, a tempestade, não importa, a natureza continua servindo, né? Então, aproveita, não importa a situação, a circunstância produza. Aí até a nossa amiga lá, né, falou, a Josiane falou do auxílio, né, que brota, que a sementeira, é o que Jesus fala em relação ao reino dos céus, né? Nada se perderá no reino dos céus, nada, nada. todas as nossas atividades no lar ou nas nossas tolerâncias, né, em relação à caridade material, moral, todas que for de sentimento, né, bom, não se perderão. É Jesus que nos fala isso. E para encerrar aqui a minha fala, eu gosto muito de quando no capítulo seis, bem-aventurados Aflitos, Espírito de verdade, ele fala que aqueles que mesmo na sua dor, mesmo nas suas dificuldades, nas suas tempestades, aqui apresentado para nós, ele ainda consegue auxiliar os seus irmãos que também passam por essas dores, são os seus filhos bem amados. Olha só, é esse que é o filho bem amado de Deus, aquele que consegue esquecer um pouquinho sua dor e lá ajudar aquele que está com dor, porque dor todo mundo tem. Mas se a gente ficar só em nós, só em nós, só em nós, nós estamos, né, contemplando aí o nosso egoísmo. É por isso que vale a pena, né? Vai valer a pena todos esses, como se diz, esses sacrifícios, né? Esse que é o sacrifício da cruz, né? Que Jesus quis nos mostrar, né? O sacrifício do exemplo. Esse é o amor silencioso que nós temos que ter, né? E aí sim vai valer a pena lá na frente, né? Porque vai ser tudo voltado para nós. É. E você falou em dor aí. A me fez lembrar aqui uma fala também que a gente sempre vê vê nos quadrinhos. Alguém doente me chamou para ajudá-lo na sua dor. Eu coloquei a minha no bolso e fui. Então assim, dores todos temos, né? Legal. É. Então é aquele momento que você guarda a sua para poder estar ali estendendo a mão ao outro, que você vê que vive também uma situação, né, dolorosa. É. Ou aquela quem enxuga a lágrima alheia não tem tempo de chorar. É, quando você pensa que você vai chorar, não, pera que

dendo a mão ao outro, que você vê que vive também uma situação, né, dolorosa. É. Ou aquela quem enxuga a lágrima alheia não tem tempo de chorar. É, quando você pensa que você vai chorar, não, pera que eu tenho que ler. E aí você vai matando o tempo. Aí você guarda sua dor no bolso e vai lá enxugar a lágrima do outro. Agorinha eu volto na minha dor. Aí já vem no trabalho, já vem. éção do trabalho, né, que a doutrí me fala, né, a bênção do trabalho, né, vai nos tratando também. E muitas vezes quando a gente volta na nossa dor, a gente percebe que a nossa dor nem era tão grande assim, né? Mas nós estávamos alimentando ela, né? A partir do momento que a gente para de alimentar essa dor, a gente percebe que ela não é tão grande, né? Mas para isso a gente realmente precisa deixar a nossa dor de lado e olhar pro próximo, né? Buscar auxiliar. Por isso que o trabalho voluntário é considerado um um dos maiores remédios, né? Tanto paraa depressão quanto paraa ansiedade. Várias questões que a própria ciência, a própria medicina já comprovou, né? É uma terapêutica da alma, né, Sheila? Exatamente. Uma terapia que muitas vezes nós temos aí à nossa disposição. Ela é simples, ela é barata, né? Ela não tem custo, mas ela cura, ela cura as almas, né? E aproveitando aqui que você falou, muitas vezes nós vemos a expressão que tempo é dinheiro, matar o tempo, né? E aqui o Emmanuel ainda continua falando assim que a vela expressão popular de matar o tempo reflete a inconsciência vulgar naquele sentido. Quer dizer, a pessoa nem conhece o que é o tempo. A pessoa nem sabe o que é que ela tá matando. Que tempo é esse, né? Nas mais obscuros recantos da terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. Quer dizer, nós nesse nosso não aprendizado, nós estamos deixando, né? Nós estamos deixando para depois, nós estamos acumulando. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação é muito importante para o concurso humano na execução das leis divinas. Então, olha só, esse minuto de consciência que

depois, nós estamos acumulando. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação é muito importante para o concurso humano na execução das leis divinas. Então, olha só, esse minuto de consciência que muitas vezes nesse tempo perdido ele reaccende, muitas vezes ele vai nos salvar de tempos eternos ali atrás, né, que vieram ali de trás e que vão nos fazer acender à luz pra gente poder entender. Puxa, não tinha pensado nisso. Olha o que eu tenho para aproveitar ainda pela frente. Olha o quanto eu aprendi até aqui. Olha o quanto eu tenho a fazer. Então é uma luz que acende. Muitas vezes, se a gente deixa de lado e sai dessa mesmice de não querer enxergar essa expressão aqui do matar o tempo, muitas vezes é acender essa luz para que a gente possa caminhar dali paraa frente. Se eu não fiz até aqui, opa, o que eu tenho para fazer daqui por diante? Como eu posso daqui por diante? Então o tempo, eh, nessa medida temporal que nós estamos falando aqui, ele é uma eternidade, mas ele pode ser também um segundo passageiro. Eu não sei até quando eu vou poder aproveitar essa oportunidade. Então, que ela seja proveitosa para mim o sentido desse acendimento da luz interior, dessa luz que eu preciso me enxergar, que eu preciso da minha melhora e que eu preciso iluminar o redor e eu possa deixar ao meu redor algo de bom de todo esse aprendizado que eu construí. É, é a nossa ignorância ainda da verdade, né? isso dessa realidade e que nos faz perder tantos minutos gloriosos aí que nos são ofertados e, né, tantos aí que a gente escuta falar, né, que retornam ao plano espiritual e e falam, né, a se eu soubesse. Então, essa busca, né, pra gente ir retirando esses véus de nós mesmos, da nossa consciência, ela é assim essencial. para que a gente deixe, né, de matar o tempo, deixe de eh ter essa sensação de ter perdido tempo no nosso retorno aí ao plano espiritual, a pátria verdadeira, né? E aí a Joana diz também, né, como a Sheila falou do medicamento da da caridade, né, que o tempo também é o melhor medicamento para

mpo no nosso retorno aí ao plano espiritual, a pátria verdadeira, né? E aí a Joana diz também, né, como a Sheila falou do medicamento da da caridade, né, que o tempo também é o melhor medicamento para todos os males, né, que ninguém vai sair da sua marcha inexorável, mas que não tenhamos a ilusão que o tempo resolve tudo sozinho, né? Como a gente já trouxe aqui tantos comentários, o tempo sozinho não faz milagre, ele depende da nossa vontade, né? tá lá no pensamento e vida também paraa gente se trabalhar, pra gente eh se transformar. E como a Lázaro falou, nessa transformação, a gente vai transformando tudo que está ao nosso redor, porque a gente muda a nossa frequência, a gente muda a nossa sintonia e a gente vai sendo um pouquinho mais eh aí exemplos, né, vivos do Evangelho, o quinto evangelho aí sentido, vivido, né, para poder eh realmente aproveitar tudo, tudo, tudo que essas oportunidades es misericordiosas na nossa vida que chegam até nós, né? E por falar em tempo, né, minha gente, vamos lá. Eu vou vou ter, eu queria falar um negócio bem poético também, porque Eliane ficou poética, né? E eu adoro o meu poeta aqui do do meu lado aqui, portuguesinho, né, gente? Tudo vale a pena se a alma não é pequena, não é pequena. Então que a gente se expanda, né? A gente tem essa grandiosidade dentro de nós. A gente é um ser divino, né? Somos um ser divino. Vós sois Deus, Jesus falou. A gente precisa se descobrir, fazer esse mergulho e aproveitar cada minutinho desse que a gente tem oportunidade de tá aí se transformando e e a única coisa que não muda, gente, são as leis divinas. Assim, tudo muda, a gente vai seguir aí para pro nosso progresso, né? É isso aí, Fernando Pessoa. A Sus, procuremos o reino de Deus e a sua justiça. É isso. Vivamos no amor puro e na consciência tranquila e tudo mais será nos acrescentado. Muito bem. A a bebé, ela falou assim: "Vamos às considerações finais". Nossa, se a gente fizer um rodada de consideração final, a gente vai sair daqui à noite, né? à noite. É,

s será nos acrescentado. Muito bem. A a bebé, ela falou assim: "Vamos às considerações finais". Nossa, se a gente fizer um rodada de consideração final, a gente vai sair daqui à noite, né? à noite. É, não, eu acho que a gente já podia falar, né, do novo estudo. Do novo estudo. É, não vamos perder tempo, gente. É, quer falar aí pra gente? Será o Juliano quer falar que Juliano aí vai falar do nosso próximo, ó. Nós não vamos dar spoiler, não. Vamos falar aí, Juliano, para nós que nós vemos aqui já traz arte maravilhosa que ele fez. É, é a arte maravilhosa. Mostra aí, Julian, nosso artista. Aqui, ó. É, o vídeo a gente encaminhou, já tá prontinho, né? O vídeo já tá aqui, se quiser colocar, pode pôr aqui. Acho que podia pôr o vídeo aí. Que lindo. Uau, olha. Lindo, né? É espírito da verdade. É a nossa próxima obra, gente. O espírito. Nossa, é cenas dos próximos capítulos. Exatamente. E o nome e o nome já e o nome já diz muito, né? O espírito da verdade é onde tudo começou assim, né? Quando Allan Kardec ele descobre toda essa imensidão, que ele ainda era Hipolito Leon e ele descobre toda essa imensidão de temas que iriam chegar à humanidade através da da pena dele, né? Né? Através da das pesquisas dele, do trabalho dele, né? Eh, então eu acho que é a nossa é a nossa pedra onde a gente vai construind nossa igreja espírita, né? É a é a manifestação, né? O advento do espírito de verdade na humanidade, né? Quando se cumpre a profecia de Jesus, é quando as palavras de Jesus se materializam, né? Após essa passagem do quase 2000 anos, né? no século XIX, então vem vem se concretizar o que o Jesus que Jesus já havia falado. Então, eh só de pensar nisso aí a gente já emociona, né? A força que é exatamente a força que é esse conteúdo que virá, esse conteúdo que é um conteúdo de fé, que é um conteúdo de esperança, que é um conteúdo de consolo, né? O livro Céu e Inferno, ele foi um livro necessário. Céu e Inferno foi necessário. E e essa exposição que Emanuel faz, né, da justiça divina, essa

nteúdo de esperança, que é um conteúdo de consolo, né? O livro Céu e Inferno, ele foi um livro necessário. Céu e Inferno foi necessário. E e essa exposição que Emanuel faz, né, da justiça divina, essa obra justiça divina é uma foi uma obra necessária, né? Nós estamos vivendo tempo onde as pessoas têm sempre questionado, né? O valor de tudo que acontece é justo, é injusto, como eu devo proceder. E agora com o espírito verdade, a gente amplia um pouco mais esses horizontes, né, para para entender a a base de onde surge tudo isso aí, a base da nossa fé espírita, né, da religião espírita, essa nossa conexão com Deus, pra gente sair dessa matéria, sair do terra a terra, como fala Allan em Kardec, né? Não temos que sair do terra a terra, porque assim, a gente fica só no terra a terra, aqui a gente perde o sentido de tudo, nada faz sentido, né? E a gente acha que nada tem valor, não, mas saindo do terra a terra, tudo ganha uma expressão diferente. É isso. E é isso que o espírito de verdade veio, veio nos nos contar, né? Veio nos contar. Então, eu tô muito esperançoso, tô muito alegre aí com essa continuidade, né? E vamos que vamos, né? Então, que posso ler aqui o prefácio do livro para nós aí, pra gente já se inspirar, né? são espíritos diversos, psicografia de Chico e de Valto, né, a parceria. Então, a gente vai receber mensagens aí de outros corações que se encontram aqui perto de nós, né, buscando nos despertar, nos auxiliar. O título do prefácio é Em teu nome, Senhor Mestre, estudando a mensagem libertadora de Allan Kardec e o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós, os companheiros desencarnados de quanto se encontram ainda em rudes lições na escola física, escrevemos este livro em teu nome. Nele se refletem os pensamentos daqueles servos menores, de teus servos maiores, os quais confiaste em círculos mais estreitos de ação, a sublime tarefa de reviver o espírito da viidade nos tempos calamitosos de transição que o planeta atravessa. Oferecemo-lo a todos os irmãos, cujos

quais confiaste em círculos mais estreitos de ação, a sublime tarefa de reviver o espírito da viidade nos tempos calamitosos de transição que o planeta atravessa. Oferecemo-lo a todos os irmãos, cujos ombros jáem vergados ao peso de richas obrigações. Nesta obra em que a família humana desfalece a míngua de amor, aos que, por náufragos da existência viram quebradas ante os furacões do materialismo destruidor, as embarcações religiosas em que se lhes erguia a fé, aos que levantam a voz para dizer-te a palavra de esperança e de luz, deslocando a custa de sacrifício os impeços das trevas, aos que sobrecarregados de graves deveres, procuram preencher os lugares dos que desertam, desertaram do serviço, tentando de balde esquecer os fins da vida, e, acima de tudo, aos que por agora não encontram para si mesmos, senão a herança das lágrimas em que lhe se dissolve o coração. Com todos eles, Senhor, rumo à era nova, nós, gotas pequeninas de inteligência no oceano da infinita sabedoria de Deus, partilhamos os lances aflitivos da terra traumatizada por angústias apocalípticas, em busca de paz e renovação, trabalhando pelo melhor mundo, pelo mundo melhor, na certeza de que permaneces conosco e de que, como outrora diante Ante da tempestade repetirás aos nossos ouvidos tomados de inquentação. Tem de bom ânimo. Sou eu. Não temais. Assinado. Dr. Bezerra de Menezes, André Luiz, Caibar Chutel, Eurípedes Barsanufo, Ilaro Silva, Anália Franco, Meimei, Emanuel e outros. Isso foi em Uberaba, dia 9 de outubro de 1961. Ah, esse aqui que foi ontem. Nasci, o ano que eu nasci. Que beleza. Já chegou cheio de esperança, hein? O ano e o É, e o mês que eu nasci, só que eu nasci no final. É verdade. Como vocês podem ver, a gente vai tá muito bem acompanhado, né, nesse novo estudo. Aí teremos uma equipe espiritual aí apoiando e ancorando esse estudo, né? Tenho certeza disso. É muito bom. E a gente vê aqui a concretização, né, daquilo que Jesus falou lá atrás. E eu vos enviarei o consolador que ficará

espiritual aí apoiando e ancorando esse estudo, né? Tenho certeza disso. É muito bom. E a gente vê aqui a concretização, né, daquilo que Jesus falou lá atrás. E eu vos enviarei o consolador que ficará para com entre vós para sempre, né? 1800 anos depois, olha o nosso preparo aqui, hein? Foram necessários 100 anos para que essa verdade chegasse até nós. Ou seja, que nós estivéssemos preparados para entendê-la, para vivenciá-la, para ouvi-la, para praticá-la, né? Para começar, né, Lázaro, para começar engatinhar, né, tinha, né? Então agora que nós estamos em 2000, né, poucos anos só se passaram, 200 e poucos anos se passaram, então que a gente possa aí agora começar a abrir os olhos, né, começar a dar os primeiros passos e que a gente possa trazer, introjetar para nós todo esse aprendizado, porque a bagagem que traz para nós aí, olha o peso daqueles que assinaram aí, daqueles que estão juntos trazendo para nós essa mensagem, né? Isso mesmo. Então, que nós saibamos aproveitá-la nesse tempo, né, que cada um de nós dispõe, nesse tempo hoje, agora, no tempo individual de cada um, que nós saibamos aproveitá-lo bem, né? Isso mesmo. Muito bom. Falou bem, né, Lázares, que a gente possa realmente aproveitar esse tempo, porque é o bem mais precioso que nós temos, né? E muitas vezes a gente fica correndo nessa encarnação atrás de bens, bens que não são, né, os bens espirituais, né? E a gente perde o nosso bem maior, o nosso único bem que a gente, né, vai levar daqui, que é todo o bem que nós fizermos para os outros e para nós mesmos, né, através do aproveitamento do nosso tempo, né? Então a gente o que nós vamos levar na bagagem, né? Quando a gente retornar, o que você traz na sua bagagem? Aí a gente ganhou esse tesouro, né? Ganhou esse tesouro de Deus, que é esse tempo, essa encarnação, esse período que nós estamos aqui, que a gente esteja realmente atento a esse aproveitamento, né? Para que a gente não gaste esse tempo buscando o que não importa, né? Mas sim que a gente possa buscar tesouro

íodo que nós estamos aqui, que a gente esteja realmente atento a esse aproveitamento, né? Para que a gente não gaste esse tempo buscando o que não importa, né? Mas sim que a gente possa buscar tesouro do céu, plantação, né, futura sementeira. É, é, gente, vou ler, vou ler só um parágrafinho aqui de Leandeni, porque não me aguento, né? Só pra gente fechar do tempo. E aí, e aí a gente, a Lázara faz nossa prece, nossa prece final e a gente, né, deixa o convite, então, para todos, né, continuar conosco nesses estudos maravilhosos, né, que nos fortalecem tanto, nos enriquecem e que tudo, né, tudo é aproveitado, tudo é aproveitado pro nosso melhoramento, né, que a gente não tenha essa dúvida. né, que a gente tá sempre nesse caminho da evolução. E é o que diz o nosso querido Leonir lá no no problema do ser destino da dor. Eh, ele coloca assim: "Através dos ciclos do tempo, todos se aperfeiçoam e se elevam. Os criminosos do passado tornacião os sábios do futuro. Dia virá em que nossos equívocos se apagarão, nossos vícios, nossas chagas morais serão curados. As almas frívolas se tornarseam sérias, as inteligências obscuras iluminarcião. Todas as forças do mal que vibram em nós transformacião em forças do bem. do ser frágil, indiferente, fechado a todos os grandes pensamentos, surgirá, com o passar dos tempos, um espírito poderoso que reunirá todos os conhecimentos, todas as qualidades, tornando-se apto a realizar as coisas mais sublimes. Obrigada, quer que maravilhoso, né? Sim. Então, aproveitando aqui dessa dessa mensagem maravilhosa, aqueles que quiserem fechar os olhos, entrar em contato consigo mesmo, que nós possamos elevar a nossa mente, a espiritualidade amiga que nos assiste, aos mentores espirituais de cada um de nós que se faz presente aqui. Que nós possamos, Jesus, agradecidos que estamos nesse instante em que nós podemos concluir mais uma obra, mais um estudo sobre como nós aproveitamos cada um o nosso tempo e que nós sejamos daqui por diante, como diz aqui no nosso

ecidos que estamos nesse instante em que nós podemos concluir mais uma obra, mais um estudo sobre como nós aproveitamos cada um o nosso tempo e que nós sejamos daqui por diante, como diz aqui no nosso evangelho, aprendizes e que nós possamos levar daqui nessa essa bagagem que nós estamos construindo, nós possamos levar as nossas boas obras, as nossas boas ações, que nós possamos levar conosco, Senhor, tudo aquilo que nós aprendemos em Teu santo nome e que a esperança de dias melhores em que nós estaremos em outros tempos, que nós estaremos evoluídos, porque é assim que se faz a lei do progresso, em que nós nós possamos ser espíritos que ajudarão outros espíritos, que iluminarão outros espíritos e que nós possamos acender a nossa luz aqui agora, enquanto nós estamos no meio para o qual nós viemos, reunidos na família da qual somos parte. Que essa luz acesa seja o entendimento do seu evangelho e que através dessas palavras que nós aprendemos, que elas possam ser introjetadas e que nós possamos externá-las por onde nós passarmos. Que as nossas ações sejam condizentes com o aprendizado do vosso evangelho. Fica conosco, Senhor, porque nós precisamos muito da sua presença em nossas vidas. nos abençoe, abençoe o lar de cada um dos irmãos que estão conosco e que verão estar em outras oportunidades. Aos nossos companheiros que não puderam estar presentes na manhã de hoje. Leva a tua bênção, leva a tua luz a cada um desses que se sintonizam convosco. Gratidão, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Assim seja. Que assim seja. Gratidão a todos. Até o próximo domingo com esse novo livro, esse novo aprendizado aí que teremos pela frente. Beijo nos corações de cada um de vocês. Gratidão por estarem conosco aqui. Fi com Deus. Agora a vinheta nova para deixar o convite aí pra turma. Isso. Beijo. Beijo para Tá.

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