ESSÊNCIA DIVINA - Sinelza Oliveira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [canto] mesmo tão [música] longe de atingir [canto] a perfeição, [música] aqui [canto] eu entendi [música] qual o valor dessa missão [música] foi nessa casa. que aprendi, [música][canto] toda a beleza de viver, doando amor, [canto] vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Olá, meus queridos irmãos. Um grandissíssimo boa tarde a todos. Sejam todos muitíssimos bem-vindos aos canais mediáticos da Comunão Espírita de Brasília. falamos online da comunhão espírita de Brasília, que todos os sábados, nesta mesma hora, tem uma palestra, um ensinamento evangélico para que possamos ouvir, introjetar em nós o evangelho do Cristo e colocar em prática, principalmente. Que Jesus nos abençoe nesta hora. que os espíritos protetores da comunhão espírita e nossos anjos guardiões, eh, bem como o Dr. Bezerra de Menezes, mentor da comunhão espírita de Brasília, esteja conosco nesta hora para que possamos com os corações e com as mentes abertas sentir melhor essa vibração, essa essa união de paz, de amor, de saúde e de muitas bences. Quando nós estudamos e colocamos em prática o evangelho de Jesus, então é nesta vibração de amor e de luz que nós vamos dizer: "Obrigada, Senhor, por estarmos aqui mais uma vez com a permissão da comunhão espírita de Brasília, com a permissão de vocês de podermos adentrar a casa de cada um, o carro, onde quer que esteja, seja qual for a hora que estiverem ouvindo ou assistindo essa palestra, que as bênçãos estejam cada vez maiores. Muita paz e muita luz. Que os nossos corações abertos nossas mentes para nós começarmos o nosso o nosso a nossa dissertação sobre a palestra de hoje que se intitula Justiça Divina. O livro base foi o Evangelho Segundo o Espiritismo. É o capítulo 5, bem-aventurado os aflitos. É o item 12. E o item 12, ele diz assim: "Agumas vezes, a experiência, entendamos aqui, experiência, a nossa maturidade vem um pouco tarde, quando a vida já está perturbada e desperdiçada, as forças estão desgastadas e o mal não
e diz assim: "Agumas vezes, a experiência, entendamos aqui, experiência, a nossa maturidade vem um pouco tarde, quando a vida já está perturbada e desperdiçada, as forças estão desgastadas e o mal não tem mais remédio. Então o homem se põe a dizer: "Se no início da vida eu soubesse o que eu sei hoje, quantas faltas eu teria evitado? Eu faria tudo de um outro modo, mas não há mais tempo. Tal como o trabalhador preguiçoso que diz: "Perdi o meu dia", ele também diz: "Perdha vida". Mas da mesma forma que o sol se levanta no dia seguinte para o trabalhador e uma nova jornada começa, ele lhe permite recuperar o tempo perdido após a noite do túmulo. também brilhará para o homem o sol e de uma nova vida na qual poderá tirar proveito da experiência do passado e de suas boas resoluções para o futuro. Este é o item 12 do capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E no livro Espírito da Verdade, que é um livro de diversos autores, que trazem trechos das obras de Kardec e vão falando sobre cada tema, cada passagem. Nesta passagem é o item 48, é do espírito Lins de Vasconcelos. Ele disserta o tema a Adivaldo não, a Valdo Vieira. E ele diz assim, o texto que ele escreve, né? Usufluímos na espiritualidade, o continente sem limites de onde viemos. No universo físico, o mar sem praias, em que navegamos de quando em quando e na vida eterna, o abismo sem fundo em que desfrutamos as magnificências divinas. No trajeto multimilenário de nossas experiências, aprendemos entre sucessivos transes de nascimento e de desencarnação, a alegria de viver, descobrindo reconhecimento, desculpem, descobrindo e reconhecendo a necessidade e a compensação do sofrimento, sempre forjado por nossas próprias faltas. Já renascemos e remorremos milhões de vezes, contraindo e saudando obrigações, assimilando a excecitude da providência e o valor inapreciável da humildade, para saber que toda revolta humana é absurda e impotente. e as lutas do burilamento moral não t unidade de medida. A ação do amor é infinita na solução de todos os
e o valor inapreciável da humildade, para saber que toda revolta humana é absurda e impotente. e as lutas do burilamento moral não t unidade de medida. A ação do amor é infinita na solução de todos os problemas e na medicação de todas as dores. Tolera com paciência as inevitáveis, mais breves provas de agora para que te rejubiles depois. Nos compromissos espirituais, todos encontramos a solvibilidade através do esforço próprio. Aproveitemos a bênção da dor na amortização dos débitos seculares que nos ferreteiam a alma, perseverando resignadamente no posto de sentinelas do bem, até que o Senhor mande render-nos com a transformação pela morte. Sempre trazemos divinas dívidas de lágrimas. uns para com os outros. Vive assim em paz com todos, principalmente junto aos irmãos com os quais a tua vida se entra e comunica a cada instante, legando por testamento e fortuna atos de amor e exemplos de fé no fortalecimento dos espíritos de amigos e descendentes. Se há facilidade para remorrer, há dificuldades para renascer. As portas dos cemitérios jamais se fecham. Contudo, as portas da reencarnação só se abrem com a senha do mérito aurido nas edificações incessantes da caridade. As dores iguais criam os ideais semelhantes. Auxiliemo-nos mutualmente. O Evangelho é o livro da luz da evolução. é nosso apoio. Busquemos a Jesus, lembrando-nos de que o lamento maior, o desesperado clamor dos clamores, que poderia ter partido de seus lábios na potência de mil e dolorosos, jamais chegou a existir. Muito profundo esse texto do espírito lin de Vasconcelos. Que que nós podemos tirar daí [limpando a garganta] dessa mensagem tão bela e formosa? Nós poderemos refletir cada parágrafo. Cada parágrafo tem uma chamada para nos conscientizar do porque nós estamos encarnados. Por que eu nasci? Porque eu vivi? Porque estou vivo? que que eu vim fazer aqui? Qual o objetivo? E por eu vou morrer? Porque todos nós morreremos um dia. Então, nos chama atenção também que nós devemos fazer esforços incomunicado
ivi? Porque estou vivo? que que eu vim fazer aqui? Qual o objetivo? E por eu vou morrer? Porque todos nós morreremos um dia. Então, nos chama atenção também que nós devemos fazer esforços incomunicado no texto. Para quê? No sentido de burilarmos a nossa alma. Esse é um convite muito especial que nos convida para nos unir no sentido de ajudar uns aos outros. E como nós não podemos crescer sozinhos, nós precisamos uns dos outros para alavancar o nosso progresso pessoal e o progresso espiritual. e assim passar para a humanidade, deixando assim os nossos legados através do bem, através das boas atitudes, como nos ensina a um dos parágrafos, a fazer nos para que façamos o bem a quem quer que seja, a família, aquele que de encontro conosco no caminho, qualquer um que esteja conosco na jornada. Ora, nós somos almas viajoras, estamos no constante ir e vir da terra ao céu, do céu para terra e assim por diante. São várias e várias encarnações para que possamos nos transformar em uma pessoa melhor e numa busca melhor pela felicidade. E essa é uma justiça divina. Ele nos permite ir e vir várias vezes para reparar os nossos percalços, para reparar as nossas responsabilidades, né, os nossos desacertos que deixamos em vida passada e às vezes os adquirimos nesta vida, às vezes aumentamos mais ainda porque não conseguimos nem nem fazer recuperar o passado. E aí nós pegamos, aumentamos aquilo que viemos resolver, porque não temos a paciência, a abnegação de aceitar as provas que nos são impostas e provas essas que nós mesmos as escolhemos antes mesmos, antes mesmo de nascer. Então, nessa condição de viajantes, nós precisamos estar cientes dos perigos e da e das aflições da estrada que sempre vão estar a nos esperar. E é aí que nós devemos ser sempre otimistas e cada vez mais unidos para que a viagem seja mais confortável o possível e que possamos ser fortes, ser fortes, abnegados contra as tentações de fugir das situações da rebeldia, da falta de fé. Isso faz aumentar a nossa prova. Quando
viagem seja mais confortável o possível e que possamos ser fortes, ser fortes, abnegados contra as tentações de fugir das situações da rebeldia, da falta de fé. Isso faz aumentar a nossa prova. Quando nós nos rebelamos, quando nós fugimos, deixamos sempre para depois, quando não temos a fé necessária para crer num Pai que tudo sabe, que tudo vê e que está ali sempre para nos ajudar. Eu irei, mas eu enviarei um outro consolador para que fique convosco até o final dos tempos. Jesus. Então, irmãos, devemos lembrar que nascemos para sermos felizes e não para a infelicidade. Só somos infelizes quando nós inobservamos as leis de Deus. as leis do universo e as leis do homem, é claro. E lembrar também que somos imperfeitos. Nascemos imperfeitos, mas perfectíveis, ou seja, nascemos para procurar perfeição, para galgar escadas degrau e degrau na escada evolutiva até chegar ao mais alto, até a angelitude. Vai ser fácil? Não, não é fácil. São são muitos degraus a percorrer esses degraus que avançamos pouquinho, muito pouco a cada evolução, porque cada um tá no seu patamar de evolução. Cada um tem o seu potencial de entendimento. Então, nós não podemos forçar que o outro faça aquilo que a gente já faz um pouquinho mais adiantado. E muitas vezes acontece dentro da própria família. Muitas vezes a família desajustada sempre tem um ali que veio para apazar, para ajudar, para seu esteio. Esse tá um pouquinho mais evoluído. Então esse veio para ajudar e não para julgar, não para acabar de enterrar aquele que já já se encontra e quase se se afogando, né, quase se enterrando no abismo. Então veio para fazer o bem. Em toda família tem um. Em todo lugar tem uma pessoa que sempre vai ajudar o outro, que sempre vai dar bons exemplos em qualquer aglomeração que esteja. Lembra naquelas discussões acirradas, quantas vezes a gente tinha no colégio ou ou numa reunião ou num jogo de futebol, sempre tem aquele do deixa disso, vamos parar com isso, isso não tá certo. Essa é uma pessoa que tem uma
es acirradas, quantas vezes a gente tinha no colégio ou ou numa reunião ou num jogo de futebol, sempre tem aquele do deixa disso, vamos parar com isso, isso não tá certo. Essa é uma pessoa que tem uma mente já mais menos acirrada do que do que a nossa que estamos ali naquele teor da da da das emoções e que não sabemos ainda equilibrar as nossas emoções. Então, é preciso estarmos sempre otimistas. e unidos para que essa viagem seja mais confortável possível, para que nós não possamos fugir da luta, dos desafios com reologia e a falta de fé. Somos imperfeitos? Sim, imperfeitos. E sozinhos nós não chegaremos ao louro da vitória. Não chegaremos sequer a lugar nenhum, permanecendo estacionado na escada. evolutiva. E por sermos assim, sempre nessa vibe da imperfeição, de não aceitar as mudanças, de não aceitar as provas, é que incorremos nas várias questões, nas várias perguntas dos porquês. Ô Senhor, por que, senhor? Não [risadas] é verdade? Quem nunca, quem nunca fez isso? Quem nunca? Eu mesmo já fiz várias vezes e muitas vezes eu me pego, apesar de saber disso, me pego perguntando, Senhor, por que isso aconteceu? Aí a gente para, analisa e vê a situação e vê o que que aquela situação quer nos dizer, o que é que eu preciso fazer, o que no que que eu preciso mudar, o que que aquilo quer me mostrar. Senhor, eu fiz tudo certinho. Eu fiz assim, fiz daquele jeito, daquele outro. E mesmo assim as coisas deram errado. Ora, aí nós falamos, buscamos Fernando Pessoa. Se não deu certo é porque ainda não era a hora, porque tudo tem a sua hora. Há tempo para todas as coisas aqui na face da terra. [roncando] E o tempo de Deus é muito diferente do nosso, né? Nós queremos as coisas para agora, para já. E aí nós vamos perguntando, vamos nos imiscuindo naquele redimunho de perguntas. Porque Senhor? Porque eh e lá no Evangelho, no nesse capítulo 5, ele vem nos dizer essas questões, nos orienta o por uns sofrem mais que os outros, porque uns nascem na miséria e outros na opulência, sem coisa
nhor? Porque eh e lá no Evangelho, no nesse capítulo 5, ele vem nos dizer essas questões, nos orienta o por uns sofrem mais que os outros, porque uns nascem na miséria e outros na opulência, sem coisa alguma haverem feito para que justifique essas posições, porque uns nada conseguem, ao passo que outros tudo parece fluir, tudo Tudo parece ser maravilha, parece sorrir, não é verdade? [roncando] Porque os bens e os males são tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude. Porque os homens virtuosos sofrem ao lado daqueles que maus que só prosperam? Por que, Senhor? Por que, Senhor? Então, nós vamos ver no Evangelho Segundo o Espiritismo e na codificação cardequiana e nas mensagem que as entidades venerandas nos oferecem, nos ofertam, não é? Que a nossa visão é é estreita, é pequena e muito imediatista. Nós, de uma maneira geral, nós vamos sempre entender a dor como uma punição divina. como uma injustiça por não nos acharmos merecedores dela. Nós achamos que nós nunca merecemos aquilo que nos aconteceu. E aí já vamos para aquele Deus punitivo, né? Aquele Deus que tudo pune, que é aquele Deus de outrora, aquele Deus que que castigava. Quando, na verdade, nós vamos entendendo com as várias reencarnações, com as várias mudanças de que somos nós mesmos os nossos próprios algozes. Nós mesmos somos os árfes dos da nossa estrada, os construtores da nossa estrada terreno. Onde foi que eu errei? Onde foi que eu construí essa estrada? Que eu coloquei uma curva onde não devia? Que eu que eu [limpando a garganta] coloquei um tijolinho torto e por aí vai. E então aquela conhecida e famosa pergunta: "Por que eu? Por que sempre eu?" E a doutrina nos explica que a dor pode ter causas em vidas anteriores quando nós violamos as leis de Deus ou nessa vida, ou quando invigilantemente nós caímos nas armadilhas da nossa própria imprevidência, do nosso orgulho, da nossa ambição. E aí vem a consequência, é sofrer imediatamente ou acumularmos novos débitos para o futuro. Então, percebe como funciona as leis de
da nossa própria imprevidência, do nosso orgulho, da nossa ambição. E aí vem a consequência, é sofrer imediatamente ou acumularmos novos débitos para o futuro. Então, percebe como funciona as leis de Deus, as leis do Pai? Nada, nada que fazemos aqui no planeta de provas e expiação vai sair impune. Nada. Nós colheremos aquilo que que plantarmos hoje. O mal proceder em todos nós, sem exceção, em algum momento nos faz deparar com a dor. É lógico, muitas vezes a gente faz a coisa sem pensar, sem sem saber o por estamos fazendo no impulso, né, intempestivamente. E aí nós caímos, caímos na tentação. E quando nós caímos na tentação, se nós pá, dá aquela, tiver aquela luz na hora, não, não, não, o caminho não é esse, não, não, não é esse, eu vou voltar, vou voltar, vou voltar, vamos, vamos. E aí a gente descobre e volta. E aí sim nós fomos, não adentramos aquele caminho espinhoso e nós voltamos. ainda dá tempo de reparar mais facilmente, mas à medida que nós não controlamos as nossas emoções, o que acontece? Nós vamos nos aprofundando cada vez mais no abismo. E esse abismo pode ser uma doença grave, pode ser um um suicídio, pode ser assassinato, pode ser eh eh falências na fortuna. pode ser infinitas vicissitudes. É importante o equilíbrio entre o espírito e a matéria para que possamos buscar o melhor, essa facilidade de ser feliz, não aquela facilidade da felicidade eh eterna. Não existe a felicidade aqui no planeta, ela é ela é passageira. Tudo passa na vida, né? A felicidade e a dor. Mas a felicidade eterna nós só encontraremos lá nos planos celestiais. A felicidade mundana, ela não é eterna, mas nós podemos buscá-la enquanto aqui estivermos como seres humanos encarnados. Porque enquanto encarnados nós precisamos dos bens da matéria. Sim, precisamos do dinheiro para viajar, para passear, para comprar carro, ter nossa casa, ter conforto dentro do lar, enfim, nós estamos no planeta Terra. O que nós não podemos é abusar das coisas que Deus nos oferece, né? Se ele me ofereceu, se eu tenho
para comprar carro, ter nossa casa, ter conforto dentro do lar, enfim, nós estamos no planeta Terra. O que nós não podemos é abusar das coisas que Deus nos oferece, né? Se ele me ofereceu, se eu tenho possibilidade de cantar, de ganhar quantia maior, eu posso usar para mim e também para ajudar o povo, para ajudar o outro, para unir, né? Isso é união, isso isso é caridade para conosco mesmo e para com o próximo. E não só no dinheiro, né, gente? A gente tem muitas e muitas maneiras de estarmos fazendo a caridade junto ao próximo. Nós temos a caridade material e a caridade espiritual. Nós devemos saber também que quando nós depararmos com essa dor, saber que ela não tá ali como aquela professora má. Vamos. Ô coitado da professora, né, gente? O exemplo foi mal. Mas vamos, vamos dizer que ela é a professora. Ela é uma boa professora e essa professora rígida que muitas vezes vai nos ensinar e reajustar o nosso caminho, fazer nos aproximar do pai, ou não é verdade? A dor nos ensina o caminho de buscar o pai. Ela é a nossa professora, a professora dor. Ela nos ensina a galgar deglaus da evolução. Sem ela eu não consigo subir. Da mesma forma que sem a professor, o professor na escola normal de prezinho, de de de jardim de infância, de prezinho, de nível médio, de faculdade superior, de mestrado e tudo mais, eu não consigo galgar os meus diplomas tão tão tão almejados. Eu preciso ter alguém que me oriente. E aqui dessa forma é a professora Dor que vai também nos fazer subir degraus, não é verdade? E aí quando nós estamos nessa situação da dor, quem é que nós procuramos? O meu Deus me ajude. Ó meu Deus me ajude. Mas assim, Deus vai ajudar simplesmente? Não. Depende, né? Depende como nós estamos pedindo, depende do que estamos passando. Se realmente nós tivermos que passar por aquela dor ali para ser o nosso melhor, sim, Deus não vai eliminá-la, mas ele vai aliviar um pouco aquela dor, né? para fazer com que a gente transse aquela aquele período que vai passar, porque tudo passa com mais força, com
nosso melhor, sim, Deus não vai eliminá-la, mas ele vai aliviar um pouco aquela dor, né? para fazer com que a gente transse aquela aquele período que vai passar, porque tudo passa com mais força, com mais abnegação, não é verdade? Agora, se nós começarmos a rejeitar a dor, a maldizer, a maldizer a dor e e achar que é Deus que é oculado, que o minha mãe é ocupado, meu pai, meu irmão, o vizinho, o governo, enfim, colocamos culpa em todo mundo, menos em nós mesmos, não é? Quando, na verdade nós somos os nossos próprios algozes. Então, Deus, ele é soberanamente justo e bom. Então, a justiça dele é divina. Ele criou as leis que são perfeitas e nós só encorremo no incorremos nos caminhos imperfeito quando nós nos desviamos dessas leis que são perfeitas. Aqui no planeta Terra, no universo inteiro, milhões e milhões de galáxias e tudo funcionando na mais perfeita ordem. O que está em desordem é quando nós agredimos, né, porque aquilo que Deus nos deu para nos trazer conforto, porque o planeta nessa hora, o planeta Terra [roncando] tá num num num balanço total, né? Porque nós acabamos com tudo. Aí vem eh nós infringimos a lei da natureza, aí vem o quê? as grandes enchentes, os grandes terremotos, maremotos, não é? Aí quando não é enchente, é seca demais em alguns lugares e tudo isso aí vai transformando o planeta e ficando mais difícil para nós. E nós mesmos é que fizemos isso. Cabe a cada um de nós fazer a nossa parte, plantar pelo menos uma árvore na frente do quintal ou dentro do quintal, se tiver espaço, né? cuidar do verde, cuidar do dos lugares por onde andamos, né? pegar os exemplos e e aí tem vários e vários caminhos que podemos seguir para fazer a nossa parte nesse sentido. E quando nós vivenciamos essas leis, ficamos equilibrados e somos felizes. [roncando] E é tão bom que a gente quando faz a nossa parte, né, a gente sente melhor ou não sente? Eu sinto e quando faz pro outro. Então é tão bom a gente ver é a gratitude é grande nesse sentido. A gente vê o sorriso no olhar
gente quando faz a nossa parte, né, a gente sente melhor ou não sente? Eu sinto e quando faz pro outro. Então é tão bom a gente ver é a gratitude é grande nesse sentido. A gente vê o sorriso no olhar do outro e saber que aquele conselho, aquela ajuda que a gente deu, seja de que forma for, fez aquela pessoa se sentir melhor. E são tanto agradecimento que nós recebemos nesse sentido, não só daqui, mas também do alto, porque nós estamos fazendo a nossa parte. Então, Deus, sendo soberanamente justo e bom, ele não ia criar leis imperfeitas para que nós possamos sofrer muito mais aqui nesse planeta de provas e expiação. Quando nós vivenciamos essas leis, nós nos equilibramos. Todas as vezes que nós as violarmos, nós entramos em desequilíbrio. E para nos reequilibrarmos, é necessário o reajuste com essas leis. Esse reajuste, ele pode se dar pelo amor ou pela dor, como eu já expliquei nesse nesses minutos que estamos falando. Como nossa capacidade de amar ainda é muito limitada, não é verdade? Porque nós vivemos mais na ilusão do que do verdadeiro amor, acabamos por no nos ajustar eh com a dor, que portanto nos reajustar com a dor, se nós não eh reajustamos pelo amor, nós vamos reajustar pela dor, né? E é muito melhor ser pelo amor, porque pela dor nos traz mais desequilíbrio, que, portanto, tem essa função educativa e não punitiva. É a professora dor que nos educa. No Evangelho segundo o Espiritismo, nesse capítulo 5 dos bem-aventurados, os aflitos, ele vai nos dizer das causas atuais das aflições, que são de duas espécies as vicissitudes da vida. Uma é bem diferente que a outra. Uma tem causa nessa vida e a outra tem causas fora desta vida. Muitas vezes nesta própria vida, acho que eu já falei no início, nesta própria vida nós vamos aumentando as causas, nós adquirimos nesta própria vida. Segundo o André Luiz, 95% das causas, das aflições na nossa vida são adquiridas nesta própria vida. E o 5% nós trazemos de outras vidas. O que isso infere? Se nós vamos analisar essa matemática, 5%
a. Segundo o André Luiz, 95% das causas, das aflições na nossa vida são adquiridas nesta própria vida. E o 5% nós trazemos de outras vidas. O que isso infere? Se nós vamos analisar essa matemática, 5% nós trazemos de lá. Mas o que nós fazemos aqui nessa vida? Nós vamos logo resolvendo essa situação? Não. Por nosso próprio livre arbítrio, nós vamos aumentando. Aumenta para 10, para 15, para 20, para 5 e aí nós vamos chegar aos 95%. Tudo adquirido nesta própria vida. E assim vai por diante. E quando nós nos remontamos à origem desses males terrestres, são a consequência. Ol aí, ó. Tá vendo? Quando nós remontamos [limpando a garganta] aos males terrestres, nós vamos ver que as consequências naturais, que são consequências naturais do nosso caráter e do nosso proceder, viu? Então nós vamos ver também [limpando a garganta] que muitos caem pela sua própria culpa. Quantos são vítimas da sua própria imprevidência, do seu orgulho, da sua ambição. Quantos arruinam por falta de ordem, de perseverança, pelo mau proceder proceder ou por não dar conta de limitar os seus desejos. Quantas uniões infelizes que resultam de um cálculo de interesse, de vaidade e nas quais o coração tem nada a ver. É aquele falso amor, se envolve na ilusão e não no verdadeiro amor. E as discensões, as funestas disputas que se teriam evitado com um pouco de moderação e menos suscetibilidade. E hoje em dia, nessa nessa geração de agora, a cada tempo, nós vamos nos tornando cada vez mais suscetíveis. Qualquer coisinha é motivo para o início de uma guerra. Haja vista as guerras insanas que estamos enfrentando atualmente, que vimos enfrentando desde o tempo que o planeta é planeta. E no nosso moral, no nosso proceder, hoje você não pode olhar virada assim pra pessoa que a pessoa já quer te bater, já ô, por que que tá olhando para mim? e já parte cima, já quer brigar, já quer dar porrada e por aí vai, já quer, já parte um, um um um discurso mais acalorado, porque não controla as emoções por causa da suscetibilidade de que fala os o livro
parte cima, já quer brigar, já quer dar porrada e por aí vai, já quer, já parte um, um um um discurso mais acalorado, porque não controla as emoções por causa da suscetibilidade de que fala os o livro dos espíritos. E olha que isso não vem agora, né? Porque isso aí foi escrito há mais de 40 anos atrás. E quando nós lemos os filósofos da antiguidade, todos falavam disso, não nessas mesmas palavras, mas com outras, com outras palavras, com outro olhar, porque nada vem do nada, tudo vem de alguma coisa. Então, tudo que tem agora aqui é porque já veem lá dos grandes estudiosos de outras épocas. Então, a suscetibilidade hoje em dia ela tá muito, o pessoal anda com o nervo a flor da pele, é no trânsito, é até dentro dos templos religiosos, né? Em qualquer lugar que nós vamos, a gente vai encontrar essa essa falta de temperança, né? E e e esse gênio, eh, esse gênio que, ah, meu gênio é assim, não, não é assim. Você pode mudar sim, se você quiser. Para isso que a gente trouxe o livre arbítrio, para que possamos processar essas mudanças, porque Deus nos deu esse livre arbítrio para isso. Deus ajuda em tudo, gente, em tudo. Mas ele não interfere no nosso livre arbítrio. Não interfere. Agora, na hora que você pedir ajuda de coração e disser para ele ali que você quer sair daquela situação, a ajuda vem. Ela vem de diversas maneiras, mas ela vem. Agora é preciso estarmos realmente juntos com ele em oração, no mesmo, né, na comunicação, eh, eh, eh, através da oração, através da prece. E é preciso estar assim eh eh par e passo com a mentalidade divina para que a justiça divina nos alcance. E quando nós alcançamos essa justiça divina, esse comunicado com o pai no tete a tete, no olho com olho, espiritualmente falando, nós vamos conseguir grandes coisas. Vós podeis grandes coisas, disse Jesus. Vós podeis. Vós sois deuses. Nós temos a partícula de Deus dentro de nós. É preciso reativá-la, reendê-la. E isso se faz com silêncio e não com balbúrdia, com barulho, com gritaria, como nos ensina Madre Teresa de Calcutá,
euses. Nós temos a partícula de Deus dentro de nós. É preciso reativá-la, reendê-la. E isso se faz com silêncio e não com balbúrdia, com barulho, com gritaria, como nos ensina Madre Teresa de Calcutá, quando perguntaram para ela, irmã, como fazemos para conversar com Deus? Ou como a senhora faz para conversar com Deus? Ela falava de oração, de preces na época, né, em que foi entrevistada. E ela diz: "Eu eu fico em silêncio. Em silêncio eu converso com Deus através do pensamento, a força do pensamento. E aí o repórter pergunta: "Ora, como em silêncio? Como ele vai te ouvir em silêncio? E como que ele responde pra senhora?" Ele também responde em silêncio. Sentiu como é que funciona as coisas? É isso aí. Então, mãos à obras e vamos orar. Vamos mudar o nosso pensamento para pensamento positivo sempre através da oração, através de comunicar com a espirit a espiritualidade amiga, cada vez mais, porque eles estão aí para nos ajudar. nosso anjo guardião, nosso principal mentor aqui no planeta de provas e expiação. Vamos conversar com ele, vamos dar nome ao nosso anjo guardião para que ele nos proteja, para que ele nos ilumine, para que ele nos dê a intuição necessária para aquilo que estamos precisando. Continuando aqui no que diz o Evangelho segundo o Espiritismo, quantas doenças e enfermidades decorrem da intân excessos de todo gênero. Vejam bem que cada frase dessa que eu tô falando dá uma palestra imensa. Isso aqui é só o resumo, né? falar da intância, da do do excesso de gênero, excesso na alimentação, excesso em um monte de situação. Olha essa aqui, que maravilha. Quantos pais são infelizes com seus filhos porque não lhes combateram desde o princípio as más tendências? por fraqueza ou indiferença, deixaram que nele se desenvolvessem os germes do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura no coração. Depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que estão tratados e da ingratidão deles. Olha só,
tola vaidade, que produzem a secura no coração. Depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que estão tratados e da ingratidão deles. Olha só, interroguem friamente suas consciências todos os que são feridos no coração pelas visticitudes e decepções da vida. Remontem passo a passo à origem dos males que os torturam e verifiquem se as mais das vezes não puderam dizer: "Se eu houvesse feito ou deixado de fazer tal coisa, não estaria nem semelhante condição." Quem nunca, quem nunca falou essa frase aí, levanta o dedo ou comente aí nos comentários [suspirando] que realmente a gente fala: "Ah, se eu tivesse ido por esse caminho e não por aquele, se eu tivesse dito esta frase e não aquela, esta palavra, uma palavra pode dar início início a um descaminho total." E por aí vamos. Então, a quem então há de o homem responsabilizar por todas essas aflições, senão a si mesmo? O homem, pois em grande número de casos é o causador de seus próprios infortúnios, mas em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para sua vaidade, acusar a sorte, a providência, a má fortuna, má estrela, ao passo que a má estrela é apenas a sua incúria. a nossa encúria de proceder no mal, de não respeitar as leis de Deus, da natureza e as leis do homem. Então, os males dessa natureza fornecem indubitavelmente um notável contingente ao cômputo das vicissitudes da vida. E o homem só vai evitá-las quando trabalhar por se melhorar moralmente, tanto quanto intelectualmente. Nós intelectualmente estamos sempre à frente, muito avançados. Mas cadê o moral? Cadê o moral avançado? Então é preciso fazer essa reforma íntima, essa reforma interior constantemente. Fácil, não é? Todos nós sabemos, muito difícil, caminho árduo, mas fica cada vez mais difícil se nós não tentarmos. Aqui essa outra pergunta, como eu posso saber e sentir a finalidade da dor se normalmente eu estou tão aflitas por essa mesma dor? E quem vai nos responder é Leon Deni.
s difícil se nós não tentarmos. Aqui essa outra pergunta, como eu posso saber e sentir a finalidade da dor se normalmente eu estou tão aflitas por essa mesma dor? E quem vai nos responder é Leon Deni. Ele diz assim: "A dor será necessária enquanto o homem não tiver posto seus pensamentos e seus atos de acordo com as leis etern. Somos os arquitetos de nossa vida. Se temos essa consciência, devemos trabalhar hoje por um amanhã melhor. Simples assim. Qual é a receita então? Coragem, bom ânimo e refúgio na prece são nossas melhores armas no momento da dor. Fé em Deus, estudo e ações no bem. Muitas maravilhas nos são reveladas nos momentos mais difíceis de nossa existência. E muitas vezes é a dor que nos desperta e nos recoloca num caminho mais equilibrado e harmonioso. Le nos esclarece que a dor é sempre uma lei de equilíbrio e educação, dado que o Pai é misericordioso, cada encarnação refletirá a capacidade de enfrentar as dificuldades. E devemos lembrar sempre que Deus não coloca fardos pesados em homens, em ombros fracos. Logo, a vicissitude da vida deriva de uma causa. E pois que Deus é justo, justa há de ser a causa. Na obra O reformador, José Soares diz assim: "De acordo com a sabedoria divina, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória, o que significa que somos livre para agir da maneira que quisermos, mas poderemos, mas não poderemos escapar dos efeitos causados pelos nossos atos. Como podemos evoluir através do sofrimento? Isso é possível? É porque a gente reclama, né? Se eu sofro, eu tô andando para trás, eu não tô evoluindo. Mas lá o o Evangelho explica, né? O capítulo C. A primeira orientação do dos espíritos é o bem e o mal sofrer, né? Tá lá no capítulo 5to, que vale a pena a gente eh aprofundar um pouquinho mais. O bem sofrer é quando nós aceitamos o sofrimento, a provação. O mal sofrer é quando nós não aceitamos e ela tende a virar aquela bola de neve e aumentar cada vez mais. Então, que, digamos assim, a abençoada doutrina dos espíritos que nos conduz da melhor forma
. O mal sofrer é quando nós não aceitamos e ela tende a virar aquela bola de neve e aumentar cada vez mais. Então, que, digamos assim, a abençoada doutrina dos espíritos que nos conduz da melhor forma possível, pois nos ensina a fé raciocinada, que é o elemento fundamental para sabermos o bem sofrer. E vamos, já acabando o nosso tempo aqui, nós vamos dizer algumas citações aqui dos nossos espíritos iluminados de Joana de Angeles. Ela diz assim: "Ificidade, portanto, não é ausência de dor, mas a perfeita compreensão da sua finalidade, a finalidade da dor." Vinde a mim, todos que andais em sofrimento e vos achais sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jogo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas, porque meu jugo é suave e meu fardo é leve. Mateus 11:28 a 30. Essa bela passagem de Jesus que está em Mateus 11: 28 a 30. Nós não podemos ficar sem ela. Eu acredito que é sim é uma leitura de cabeceira e cada vez que a gente lê a gente entende coisa diferente. Porque gente, todo dia nós somos testados. A todo instante nós estamos com algum algum probleminha na frente, alguma coisa para resolver que dificuldade, então vamos entregar nas mãos do Pai. Ele nos convida para isso, para irmos até ele, para sermos aliviados. E o que era ir até Jesus? Não basta só você estar no templo religioso, não basta só a sua presença física ali. É importante estarmos também em espírito para que nós recebamos ah o verdadeiro remédio para as nossas dores. Por quê? Porque existe pessoas que vão ao centro, as igrejas, a a terreiro, seja lá a religião que que processar, mas só vão ali tudo bom, maravilha, sai dali leve, mas saiu da esquina ali, já vai xingar no trânsito, já vai correr, passar da velocidade, já vai chegar em casa sem sem nenhuma paz no coração de que adiantou. Não adianta, a gente tá ali, vai presencialmente e em espírito também para que nós possamos carregar esse espírito leve para enfrentar situações difíceis.
m sem nenhuma paz no coração de que adiantou. Não adianta, a gente tá ali, vai presencialmente e em espírito também para que nós possamos carregar esse espírito leve para enfrentar situações difíceis. E por último, é sempre procurar esses esses esse a consolação na fé do futuro, a a confiança na justiça de Deus que o Cristo veio ensinar os homens. Essa é a justiça divina. Este é o momento de fé. É a certeza de uma vida futura. É o tamanho da fé que ameniza a dor. Porque tem gente que tá ali sofrendo, sofrendo, mas tá sorrindo, tá feliz, tá agradecendo a dor e não deixa de fazer aquilo que mais lhe apetece. Já tem outros que pronto, se acumbrunha, eh, se se fecha ali só lamentando em sofrimento profundo, que aquilo ali acaba cada vez mais. A cura também se dá pelo pensamento, pela força do pensamento. Os testes científicos comprovam com o valor da prece, que você separa grupos que ali acredita na prece, na prece e no passe e na água fluidificada, no nosso caso, né, dos espíritos. E o outro que não acredita em nada e vai no remédio. Não, final da pesquisa mostra que aqueles que que a desta vez a pesquisa foi com pessoas com portadoras do câncer, né? E ali aqueles que estavam com fó apresentavam melhor a cada dia. Aquele que tinha fé, que acreditava que Deus na justiça de Deus, eles estavam melhorando a cada dia. E aqueles que não têm fé, que não acredita em nada e que só lamenta, que acha que não vai sair daquela, que nasceu para aquilo ali, nasceu para sofrer e é aquilo ali mesmo e assim tem que ser, ou estacionava ou e regredia no quadro clínico. Então é comprovado cientificamente e a doutrina, como diz Kardec, ela anda junto com a ciência. Onde a ciência disser que a doutrina tá errada em algum ponto, então a doutrina para ali e segue a ciência. Então Jesus nos convida para isso. Vinde a mim, vós que sofreis, que estais atormentado. E a única condição que ele impõe para essa busca dessa felicidade prometida, qual é? O que fizerdes ao menor e a meu dos meus irmãos? é a mim que fazes, que é a
ós que sofreis, que estais atormentado. E a única condição que ele impõe para essa busca dessa felicidade prometida, qual é? O que fizerdes ao menor e a meu dos meus irmãos? é a mim que fazes, que é a observância da lei, cada um tomar o seu julgo, aprender que é manso e humilde de coração, se colocar no outro, exercendo a lei maior de amor e caridade, aliviando o caminho do outro, a aflição do outro. E isso aí aliviado do outro é o nosso julgo na nossa consciência, porque onde nós estivermos, quem vai julgar é a nossa consciência, como diz Paulo de Tarso. E aí é uma pergunta que fica aqui para o nosso final. Como é que nós temos nos portado nesta encarnação? Como? Aí nós vamos pensar nisso tudo que nós falamos e vamos ver no que podemos mudar os nossos atos e mudar para futuro daqui por diante. O que que eu tenho feito que eu posso melhorar a cada dia? Fazer aquela recomendação de de Santo Agostinho a todo final do dia, quando eu coloco a cabeça no meu travesseiro, eu analiso que que eu fiz de errado hoje. Eu magoei o meu irmão, eu disse uma palavra que não devia ter vindo, qual foi o ato, o gesto que eu fiz? O que é que eu fiz de errado hoje? Qual a atitude que eu fiz hoje? E eu julguei o próximo, eu disse mal do outro, eu que eu não posso fazer amanhã. E amanhã eu vou tentar ser cada vez melhor, melhor amanhã do que eu fui hoje. Porque hoje nós estamos sendo o que fomos ontem e amanhã seramos seremos o que estamos sendo hoje, o que plantando, o que estamos plantando hoje. Então é isso que Jesus nos pede. É quando dizemos ser cristãos, vamos ser cristãos de verdade, fazendo as coisas que o Cristo faria, se colocando no lugar do Cristo. E assim, meus irmãos, nós vamos terminando por hoje. É uma coisa que poderíamos ficar falando a tarde inteira, mas também isso tudo cansa, né? E vamos então tentando colocar um pouquinho de cada vez, como a cada encarnação nós vamos melhorando também a palestra, o estudo que fizermos, nós vamos tentando colocar um pouquinho de cada vez.
né? E vamos então tentando colocar um pouquinho de cada vez, como a cada encarnação nós vamos melhorando também a palestra, o estudo que fizermos, nós vamos tentando colocar um pouquinho de cada vez. E vamos terminar com essa lindíssima prece que vocês todos devem conhecer, porque ela é conhecida na internet e muito antes da internet todos nós já a conhecíamos. Pegadas na areia. Vamos falar com o nosso coração no fundo da alma, sentindo a presença do divino mestre perto de nós, nos atendendo, nos iluminando para aquilo que queremos, para que possamos nos transformar uma pessoa melhor. Sonhei que estava caminhando na praia juntamente com Deus e revi espelhado o céu todos os dias de minha vida. E cada dia vivido apareciam pegadas na areia. duas pegadas, as minhas e a dele e as dele. No entanto, de quando em quando, vi que apenas as minhas pegadas iam andando sozinhas. E isso era precisamente nos dias mais difíceis da minha vida. Então eu parei e perguntei para Deus: "Senhor, eu quis seguir-te e tu prometeste ficar comigo porque deixaste-me sozinho logo nos momentos mais difíceis?" ao que ele respondeu. Meu filho, eu te amo e nunca te abandonarei. Os dias em que viste só um par de pegadas na areia são precisamente aqueles em que eu te levei em meus braços. Portanto, meus irmãos, vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei, disse Jesus, porque o meu fardo, o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Muita paz e muita luz a todos. finalidade, [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um
stabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
ai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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