ESQUEÇA O ACUSADOR A VIDA SE ENCAREGARÁ DELE - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/09/2025 (há 6 meses) 46:45 439 visualizações

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Transcrição

Eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui. >> Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs presentes, bem como aquele que nos vem e nos ouve através da televisão e rádio comunhão espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos. que cada um receba segundo o seu mérito, que possamos buscar na intimidade da alma aquela sintonia que viemos buscar. É a prece silenciosa que vamos colocar dentro dos nossos corações para que essa paz seja alcançada não só em relação a nós, mas também para aqueles entes queridos a quem amamos, que nesse instante poderão estar na nossa retaguarda, a na nossa casa, queçar num problema mais agudo. Mas vamos confiar porque o poder de Deus sobre todos nós é imensurável. Na tarde de hoje, nós escolhemos um tema bastante interessante e a sentença virá através do nosso querido e falecido Chico Xavier, Francisco Cândido Xavier e o tema esqueça o acusador, a vida se encarregará dele. Evidentemente, na jornada terrena, somos cobrados. As pessoas que sequer conhecemos perfeitamente simplesmente nos olham e começam as cobranças sem sequer nós entendermos o porquê da Ueriza, né, do repúdio, mas há cobranças. Mas o que diz nosso querido Francisco Canto Xavier? Ele disse: "Esqueço o acusador. Ele não conhece o seu caso desde o princípio. Perdoe ao mal, a vida se encarregará dele." Vamos já fazer uma incursão, reflexões preliminares a respeito dessa sentença do Chico que é lapidar, né? Esquecer o acusador não é fácil. Porque alguém tá apontando o dedo em riste, em nossa direção, nos acusando de alguma coisa, talvez com razão, mas na maioria das vezes eh se faz mais de uma forma reativa do

er o acusador não é fácil. Porque alguém tá apontando o dedo em riste, em nossa direção, nos acusando de alguma coisa, talvez com razão, mas na maioria das vezes eh se faz mais de uma forma reativa do que na realidade eh com aquelas considerações que o acusador acredita ter para solicitar de nós respostas às questões por ele formulado e um conformismo em relação a nossa à nossa pessoa. O que tá íncito quando nós falamos esqueça o acusador, nós estamos sendo convidados a perdoar. E é um perdão real. Não é aquele perdão que se exterioriza mormente através das nossas palavras precipitadas, sem que os nossos sentimentos, nossas emoções passem pelo nosso coração, que nós possamos depurar atos, aqueles acontecimentos que nos feriram profundamente. Então, a frase esqueço o acusador, ela sugere que devemos ter confiança na justiça divina, ao invés de nos preocuparmos de retalhar o nosso adversário. Geralmente fazemos assim, retalhamos, julgamos, né, aqueles que nos prejudicam. Qual é o foco que devemos ter? é deixar que as leis divinas atuem sobre o acusador de forma natural. Então, o que nos cabe sendo acusado? É libertar-nos do ódio e do ressentimento em relação a quem nos acusa. Isso é primordial. Esse é uma tarefa fácil, todos responderão de plano: "Não, isso é muito difícil". Alguém tá me acusando e a espiritualidade, os amigos estão dizendo que eu devo perdoar, que não devemos negar a possibilidade de alguém, ao dirigir-se a nós, buscar a conciliação. Mas o mestre já dissera isso. Concilie com os vossos adversários enquanto estais a caminho dele. Por uma razão singela, quando nós ligamos a essas relações indesejáveis, esses liames se perpetuam, nos seguem após morte. O que o desafeto de hoje, se não perdoado, se nós não buscarmos reconciliação, ele vai levar esse rancor, essa esse esse momento deizo em relação a nós. Então, perdoe ao mal, como disse o Chico, porque a vida se encarregará dele. Essa famosa citação do Chico transmite a ideia que o perdão e a compreensão,

essa esse esse momento deizo em relação a nós. Então, perdoe ao mal, como disse o Chico, porque a vida se encarregará dele. Essa famosa citação do Chico transmite a ideia que o perdão e a compreensão, virtudes nobres, devem ser cultivadas. Elas são mais eficazes do que a acusação, do que o acusador faz em relação a nós. Qual a ideia que impera quando diz a vida se encarregará dele? Porque nós estamos submetidos a uma lei. Vocês conhecem a lei de causa e efeito? Então, ela se traduz numa sentença lapidar que afirma semeadura livre, colheita obrigatória então olha o zelo que nós devemos ter em relação à nossa conduta, ao nosso comportamento, porque tudo que plantamos teremos que colher. Por isso que fala semadura livre, colheita obrigatória. Então, na trajetória que fazemos rumo às comieiras do processo evolutivo, a conduta tem que ser ideal, sem ser maculada, sem ser violentada, submetida, que está sob as leis da divindade, das leis de Deus, que é chamada também as leis da natureza. Então, perdoar é não permitir que o ódio e a raiva corromp Santo Agostinho, encampando a ideia do Chico. Olha o que o Santo Agostinho fala. Ao perdoar, evitamos que haja dois homens maus. Olha que coisa linda. É lapidar, é maravilhosa. Ao perdoar, evitamos que haja dois homens maus. Eu perdoo. Pronto. Não terá dois homens maus. Só terá um se ele não perdoar, não é verdade? Então, se nós temos ah somos detentores dos processos que libertam e nós os temos. Através do evangelho de Jesus, nós constatamos que esses postulados traduzem harmonia, paz interior. Então, realça que é primordial perdoar aqueles que nos ofendem. Como diz o Chico, perdoar ao mal. Então, é um convite, é um convite à maturidade espiritual e emocional, um ato de coragem que transforma a dor da agressão em libertação espiritual. Verdade. Por que que nós vamos ficar emantados a essas situações de sofrimento se temos o mecanismo para nos libertar? Por que cobrar do outro quando me cabe em face do meu conhecimento me libertar?

. Verdade. Por que que nós vamos ficar emantados a essas situações de sofrimento se temos o mecanismo para nos libertar? Por que cobrar do outro quando me cabe em face do meu conhecimento me libertar? Eu preciso me libertar. Eu não preciso ficar antado aquele que me acusa. Este é o grande problema. Então o que diz a doutrina? Afirmo que o verdadeiro perdão é uma conquista da alma. da alma é desapego da mágoa. Não precisamos manter a mágoa, né? Mesmo que o outro não aceite o perdão, a espiritualidade diz: "Se você perdoou de coração, pronto, o perdo, o perdão foi concedido. Porque se o outro através de uma birra, de uma cisma, cima, diz: "Eu não te perdoo, não te perdoo". Mas você tá embuído do sentimento do perdão. Ora, você está perdoado. Se verdadeiramente você pediu aquele perdão e dentro da sua alma você cultiva essa ideia. Então, se o a consciência está limpa, você busca o perdão. O fato de o outro não aceitar o perdão não invalida o seu ato de pedir perdão. Olha que coisa extraordinária. Porque nós poderíamos questionar e dizer: "Ah, mas eu pedi perdão. Ele não aceita, eu não sou perdoado. Não é bem verdade?" Então, semadura livre, colheita obrigatória. E tudo isso está sobre os auspícios da lei de causa e efeito, né? Aquilo que fazemos recebemos. Então, o mestre preconizou essa frase que ficou eternizada. Semeadura livre, colheita obrigatória. É uma advertência amorosa em relação às nossas condutas. O que estamos fazendo? e as consequências naturais que advém quando violamos a lei da semeiadura livre, porque nós temos livre arbítrio, nós podemos eleger as situações que me favoreçam. Lívio arbítrio é livre agir. Não seremos impendidos de forma alguma de fazer o que queremos. Ora, se nós somos detentores dessas possibilidades, por que não eleger o bem? Vamos deixar o o mal, os pensamentos insidiosos para o lado e vamos cultivar verdadeiramente o bem. Quem colherá o fruto dessa semeadura que plantamos? Somos nós mesmos. Porque é exigir o outro? Se o outro não concede o perdão,

nsamentos insidiosos para o lado e vamos cultivar verdadeiramente o bem. Quem colherá o fruto dessa semeadura que plantamos? Somos nós mesmos. Porque é exigir o outro? Se o outro não concede o perdão, não aceita o seu perdão, entenda-o como uma pessoa enferma, um doente que precisa ser entendido e acolhido no seu coração. Não deves, portanto, guardar mágoa em relação àquele que não entende esse processo. Então, tem uma liberdade de escolha e isso é fundamental. Cada pessoa tem o direito de agir, pensar e sentir. Não podemos fugir, podemos fugir, culpar os outros pelas consequências dos atos que praticamos. A colheita, embora obrigatória, não é necessariamente um sofrimento eterno. Quer dizer, eu violei a lei de Deus, eu vou ficar castigado. Mandarei, como diz a Alures, as ideias cristãs antigas ultrapassadas. Uma vez violada a lei de Deus, você vai para uma eh inferno eternal, você de lá não sairá. E aonde fica a justiça de Deus? Isso não existe. A possibilidade, portanto, é de que aquele que se equivoca, erra, tem a possibilidade de reencarnar, ou seja, voltar à carne e expungir todos as viciações que porventura lhe causaram danos. Então, é preciso libertar-se do sentimento destrutivo do ódio e do ressentimento, reconciliar-se com o adversário e até amar os inimigos, como determinou o mestre Jesus. Jesus determinou amar os inimigos e nós ficamos escandalizados diante dessa possibilidade. Ora, ora, como amar o inimigo? Mas Jesus sabiamente o falou e tinha uma razão forte para dizê-lo. Ele não pedia amar o inimigo que nós tivéssemos consideração que temos em relação ao amigo, a confiança, o amor, o entendimento, mas eles não desejo mal inimigo. Opa, aí está o grande cerne da questão. amar o inimigo é não desejar-lhe mal. Se ele é vitorioso, você vai dizer: "Ah, como é que pode? Ele é mal e como ele sai vitorioso?" Esqueçam, porque a lei de Deus será cumprida na íntegra. Ninguém passará incólume aos processos à sua violação. Se violamos as leis de Deus, evidentemente

ue pode? Ele é mal e como ele sai vitorioso?" Esqueçam, porque a lei de Deus será cumprida na íntegra. Ninguém passará incólume aos processos à sua violação. Se violamos as leis de Deus, evidentemente nós seremos cobrados por essa violação. Quando Jesus determina reconciliar, ele diz: "Não passará nenhum seitil, nem uma vírgula. Ninguém perirá a lei superior sem que tenha o retorno através de sanções seríssimas, porque a violamos. Portanto, a doutrina espírita leciona ser fundamental para o aprendiz que somos nós. Nós somos aprendizes da doutrina espírita para o nosso crescimento emocional e espiritual, cultivarmos a paz interior. Mas olhando o mundo de hoje, parece difícil. A panorâmica é de guerra. de fome, de conflitos, de interesses. E nós olhamos e falamos como, como isso há de acontecer? Maiormente, quando lembramos a frase extraordinária do Humberto de Campos, irmão X, ao afirmar que o Brasil era o coração do mundo, pátria do evangelho, tem um livro, leiam. Portanto, nós estamos destinado a ser o coração do mundo, a pátria do evangelho. Mas olhando a panorâmica do mundo, nós descremos. Nós olhamos e pensamos assim: "Mas como nesse mundo conturbado de guerras, fomes, enfim, onde não se entende?" É complicado abraçarmos essa ideia. Então é preciso cultivar a paz interior, expungir da alma os sentimentos atávicos e destrutivos que estão concretizados no ódio, na raiva, no ressentimento, que são fatores que impedem a evolução do espírito. O perdão é ferramenta essencial para a libertação do ser. Então, a doutrina sinaliza como ponto relevante se conhecer. Precisamos nos conhecer, porque os o ódio, uma vez alimentado, gera mais ódio ao revés do amor e o perdão que se constituem remédios para a cura da alma sempre negligenciados. Os aprendizes espíritas conhecem a lição morredora do perdão. Mestre, perguntou Pedro incrédulo, perdoarei sete vezes? Não, Pedro, perdoarei não sete só sete vezes, mas 70 vezes sete vezes. Essa é uma equação fácil de solucionar, mas o que Jesus

edora do perdão. Mestre, perguntou Pedro incrédulo, perdoarei sete vezes? Não, Pedro, perdoarei não sete só sete vezes, mas 70 vezes sete vezes. Essa é uma equação fácil de solucionar, mas o que Jesus quis dizer ao final é que nós não nos apegássemos a números a quantas vezes deveríamos nos perdoar, mas que perdoássemos sempre, porque esta é a lei. É a lei do perdão. Não limita o perdão. diz que devemos perdoar. Então, Jesus, através da boa nova, recomendou reconciliar-se com os adversários, amar os inimigos e mais. Orar por aqueles que nos caluniam e retribuir o mal com o bem. É um roteiro extraordinário. É o roteiro que devemos percorrer se queremos libertar a alma cativa que a nossas almas neste planeta de provas e expiações das ligações indesejáveis em mantadas do mundo físico. Então Jesus disse: "Perdoar sempre, perdoar sempre". E ele diz isso falando: "É o amor incondicional a todas as as criaturas. Eu não posso eleger a quem eu devo perdoar. Eu devo perdoar a minha esposa, o meu filho, o meu amigo, mas aquele que eu desconheço não devo perdoar." Ora, isso não é razoável. Não é razoável, porque Jesus dise que o perdão é incondicional. não está sob nenhuma condição. Temos que perdoar sempre. Então, diante das ofensas, ajam com maturidade psicológica, madurecimento, porque quando agimos de forma contrária, nós estamos demonstrando toda a nossa imaturidade e então estamos submetidos a processo de aprendizado, de crescimento pessoal. Ora, se nós temos que nos reconciliar como determinado por Jesus, se não concretizarmos esse intento, a despeito de todos os esforços, alguém que diz que jamais nos perdoará, vocês digam na sua própria consciência intimamente: "Eu estou perdoado." Porque é assim que a espiritualidade entende. Não importa que o outro não te perdoe, mas se você evidentemente buscou esse perdão, trabalhou para que houvesse verdadeiramente uma reconciliação, se você o fez de coração, você alcançou esse perdão a despeito da negativa do irmão, que é o que é contrário a esse

e buscou esse perdão, trabalhou para que houvesse verdadeiramente uma reconciliação, se você o fez de coração, você alcançou esse perdão a despeito da negativa do irmão, que é o que é contrário a esse perdão. Então, quem é esse acusador? Nós ouvimos falar do acusador lá no contexto em Prisciseras. Portanto, na época do cristianismo, o acusador referia-se a figuras humanas quanto quanto as entidades espirituais. Quando nós falamos isso, alguém que nos acusa estão no mesmo nível em que nós nos encontramos no mundo dos encarnados. Mas há espíritos que se às vezes nós vamos numa determinada reunião e nos acusam de ter feito isso, aquilo, isso é impossível, não é bem provável que nós tenhamos feito alguma coisa errada. Então ele diz, aí tá o acusador. A questão é como nós nos comportamos diante dessa situação muitas vezes inusitadas para determinadas pessoas. Então, num âmbito humano, o acusador pode se referir-se a indivíduo ou grupos e que agem com acusação sobre outro. Temos como exemplo a época de Jesus os judeus que acusaram o mestre perante Pilatos. A motivação por trás dessas acusações, podemos dizer, talvez possa ser explicada pela ignorância, pela maldade, pelo orgulho. Quem sabe quais quais foram os reais motivos que levaram esses o Caifás, que era um sacerdote proeminente na época de Jesus, a acusá-lo e querê-lo crucificar, não é? Então, a figura do acusador nos desafia, nos desafia desde Priscera. E isso faz nós examinarmos as nossas próprias vidas, buscar o perdão das faltas perante Deus. Quando temos consciência disso, desse roteiro, porque muitas vezes nem ligamos para esse processo. Então, qual é como acontece a vitória final sobre o acusador? Isso só pode ser alcançada através da prática da caridade. A doutrina fala: "Fora da caridade não há salvação." Então é um roteiro seguro, é a prática da do da caridade, que é um roteiro eh delineado, objetivado por todo o aprendiz da doutrina. E quando tomamos posse, no bom sentido, das ideias do emanadas do evangelho de

roteiro seguro, é a prática da do da caridade, que é um roteiro eh delineado, objetivado por todo o aprendiz da doutrina. E quando tomamos posse, no bom sentido, das ideias do emanadas do evangelho de Jesus, portanto do cristianismo, da boa nova. Mas nós temos um grande empecího. É a rotina humana que invariavelmente julga os outros apressadamente. Jesus, no entanto, advertindo-nos, afirmou: "Não julgueis para não serdes julgados, pois com a medida que medirdes, vos medirão também a vós." O que Jesus quis dizer com isso? Com a medida que medirdes, vos medirão também a vós a severidade. Se eu meço o outro com severidade, o que eu estou fazendo é algo equivocado, porque eu estou dando aquele a quem julgo à medida para ele me julgar. Se eu julgo com severidade, ele diz, ele tem tudo ao alcance dele para me julgar com severidade. Então, não julgueis para não serdes julgados, pois com a medida que medirde, vos medirão também a vós. Ora, e impõe a cada um de nós que conhecemos a doutrina, que exerçamos na intimidade da alma a indulgência. É preciso ser indulgente com os equívoos, com os erros dos outros, porque lá na frente eu errarei também. Ninguém está imune. Ninguém caminha neste planeta Terra acreditando-se imune aos processos, né, do exame, da censura, do julgamento. Quem julga será julgado. Mesmo quando não julga, te julgarão. Então, tenha cuidado. Lembre-se que aquele que acusa, aquele que julga, está doente, está enfermo. Então, qual é o papel da do acusado? É não seiscuir nesses processos contaminadores do acusador, entendê-lo como enfermo. E como enfermo deve ser perdoado. Nós devemos ter em relação a ele indulgência. Ah, mas aí tá pedindo demais. Como é que pode? Tá me acusando? Tá dizendo isso, tá dizendo aquilo. Aí ficamos indignados e perdemos, lamentavelmente, a oportunidade de estarmos melhor numa situação de proeminência. Então, somos exortados à luz da doutrina a não nos prendermos a mágoas, ao revide. Ora, o acusador fala do ponto de vista que ele enxerga, limitado a sua própria

melhor numa situação de proeminência. Então, somos exortados à luz da doutrina a não nos prendermos a mágoas, ao revide. Ora, o acusador fala do ponto de vista que ele enxerga, limitado a sua própria compreensão distorcida da verdadeira realidade que nos envolve. Por isso, o evangelho convida a indulgência. Perdoai para que Deus vos perdoe. Mas muita gente pensa assim: "Perdoai esquecer?" Porque alguém diz: "Ah, se Jesus mandou perdoar, é para esquecer". Mas como esquecer uma ofensa, uma agressão, quem sabe bastante dura? Nós não vamos esquecer, não tem problema nenhum. Mas não esquecer não significa que eu vou ficar remoendo. Eu vou querer vingança. Eu quero satisfação porque me caluniaram. Porque não é isso. Vejam, nós não vamos nos calar diante do erro, mas libertar do peso da vingança. É isso. Esquecer é libertar-se do peso da vingança. Nós não precisamos alimentar, esquecer impossível. É nossa experiência. Se alguém nos faz mal nessa atual existência, como é que nós vamos esquecer que alguém nos fez mal? Mas eu não vou ficar preso, ligado e mantado nesse processo que me traz enfermidade, doença. Não. A repetição do mal só nos faz mal, traduz em somatização do nosso corpo físico. Significa dizer que eu me vou me enfermar, me enfermizar justamente porque eu fiquei ruminando situações que eu não gostei. Então vamos fugir dessas situações rápido, porque vemos um argueiro no olho do nosso irmão e não vemos a trave no nosso. Então, estamos sempre julgando com severidade o irmão e com suavidade em relação aos meus deslizes. A minha crítica tá tudo bem, mas o que o irmão faz em relação a mim, isso não é correto. Então, Jesus chamava a esses que assim agiam de hipócritas. Hipócritas, aqueles que insistem em tirar o cisco do olho do irmão sem primeiro reconhecer e remover sua própria trave, ou seja, uma uma tábua grande. Ele não consegue enxergar ah os seus defeitos. Isso é hipocrisia. Jesus repreendeu os hipócritas, túmulos caiados, hipócritas. Hã, Jesus usou dessa terminologia sem

ave, ou seja, uma uma tábua grande. Ele não consegue enxergar ah os seus defeitos. Isso é hipocrisia. Jesus repreendeu os hipócritas, túmulos caiados, hipócritas. Hã, Jesus usou dessa terminologia sem que que com isso ele tivesse ferido. Ele apenas chamou a ordem aqueles que se expunha exteriormente, chegava nos templos vestidos, colocava as moedas no gasofilácio para todo mundo ouvir, porque o gasofilácio era um cofrezinho de metal. A moeda ao cair fazia muito barulho. Então ele deixava a moedinha cair e pousava para que todos pudessem vê-los. Hipócritos. Jesus os que considerou hipócritas. Então o esquecimento das ofensas é necessário e isso leva tempo. Perdoar ou esquecer as ofensas à luz da doutrina. Perdoar não significa necessariamente esquecermos a ofensa que teimosamente insiste em permanecer no âmago da nossa alma. Enferma cometida pela mágoa. É um processo que envolve tratamento da dor com a construção de um estado mental de amor, de compaixão. Perdoar é diferente de esquecer. Não exige que se apague da memória as ofensas. Não, não é isso. Mas sim que se mude a forma como a ofensa nos afeta. comportamento, conduta. A ofensa não deve fazer que sejamos completamente ofensivos, agressivos em relação ao acusador. Sabe quem é o inimigo de nós mesmos? Somos nós. Nós, você, querido irmão, você, querida irmã, nós, queridos irmãos, somos inimigos de nós mesmos. Não é o outro. Nós queremos justificar acusando o outro, mas quem é o responsável somos nós. Porque nós conhecemos de que nos vale falar sobre espírita. Ah, eu sou espírita. Eu comungo com os postulados, conheço os livros da codificação. Li para mais de 100 livros. Sim, muito bom. Mas isso só não basta. não nos leva a lugar nenhum. Se na prática nós não confirmamos essa conduta libertadora, então enquanto existe falhas morais, nunca seremos espíritos totalmente libertos da matéria dos mundos físicos e moralmente avançados para habitarmos mundos regeneradores. A felicidade, portanto, é conquistada com a pureza, o grau de pureza e

seremos espíritos totalmente libertos da matéria dos mundos físicos e moralmente avançados para habitarmos mundos regeneradores. A felicidade, portanto, é conquistada com a pureza, o grau de pureza e entendimento do nosso espírito, da nossa alma. Então, conquistamos quando ampliamos nossa consciência. Afinal, vale a pena amar? A Joana diz que sim. Ela diz: "Amar é preciso". Joan, esse planeta está impossível, contaminado. É muita corrupção, é muita mentira, é muita briga, guerras, fomes. Como é que nós podemos solucionar esse problema? E a Joana, de uma forma sintética e livre falou: "Ame". Mas amar só ame, ame e ame. Quando Joana fala isso, nós lembramos de Jesus, porque o roteiro libertador de Jesus era o amor. Ele dá o mandamento maior que se materializa em amar ao Pai, ou seja, ao nosso Deus, de todas as nossas energias, de todas as nossas forças e ame o próximo como a ti mesmo. Ora, tá aí o caminho. Eu quero ser feliz. Eu quero me libertar. Ame o próximo. Não há outro caminho. Eu quero ser feliz. Ame o próximo. O próximo é difícil, às vezes está dentro da nossa própria família, mas é preciso amá-lo. É preciso aqueles que estão fora da família também ser amado. Portanto, o roteiro é o amor. Somente quando se ama, você é capaz de amar a outrem. Pois amando-se, você perceberá as dificuldades que existem, porque fazem parte das imperfeições da alma. Pois somente a compreensão, a fraternidade, o amor incondicional ao próximo conduz à paz e a harmonia interior. Quem volo nos afirmou? Divaldo Pereira Franco, falecido recentemente. Como podemos alcançar? Aí nós recorremos ao pensamento de André Luiz. Ele diz assim: "Há certas ações ou comportamentos que ele chama de medicamentos evangélicos. André Luiz falou lá, vou passar, vou prescrever medicamentos evangélicos e ele enumera ajudar sempre, não temer, não desesperar, meditar bastante, falar pouco, retificar amando, trabalhar feliz, não se queixar, semear paz, espalhar bênçãos, ajud ao que erra. Seus pés, nossos pés, tá dizendo ele,

mpre, não temer, não desesperar, meditar bastante, falar pouco, retificar amando, trabalhar feliz, não se queixar, semear paz, espalhar bênçãos, ajud ao que erra. Seus pés, nossos pés, tá dizendo ele, pisam o mesmo chão. E se você tem possibilidade de corrigir, não tem o direito de censurar. Hã, é verdade. Nós somos habilitados através de um instrumento maravilhoso, doutrina espírita. Que a paz do meigo Rab Galileia, o amorável Jesus em nossos corações. Ao seguir, afirmem lá para aqueles que nós amamos essa questão do amor. Eu amo vocês. Ah, mas eles sabem. Sabem? Sim, mas digam e olhem nos seus olhos e verão uma alegria inconfundível surgir do semblante dessas criaturas amadas. Sigam em paz. E agora eu entrego vocês ao nosso irmão ídolo. Tá lá, ó, aguardando para chamá-los para o prac. Muito obrigado. Espero revê-los na próxima segunda-feira, se Deus assim o permitir. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

essa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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