Espiritismo para além da vida | Podcast 13º Congresso Espírita do RS
Você já pensou se apenas os Espíritos encarnados estudam o Espiritismo? Esse é um dos assuntos do nosso bate-papo inédito desta semana com trabalhadores da Fergs e diretores das áreas de Estudo do Espiritismo e do Livro Espírita, gravado no 13º Congresso Espírita do RS, que abordou a vida futura: impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Em uma conversa leve e descontraída, vamos descobrir como o estudo e o livro se tornam ferramentas essenciais para a educação do espírito imortal — hoje, amanhã e além da vida. Confira! #DoutrinaEspírita #Espiritismo #AllanKardec
Olá, queridos amigos. Estamos aqui no ambiente do 13º Congresso Espírita do nosso Rio Grande do Sul. E nessa oportunidade nós teremos um bom momento de dialogarmos com duas áreas das nossas áreas da rede federativa, a área do livro espírita e a área de estudo do espiritismo. Dentro dessa ambiência do nosso 13º Congresso Espírita, nós vamos dialogar com uma proposta de reflexão sobre espiritismo para além da vida pela perspectiva das nossas duas áreas. Eu sou Virgílio, atual diretor da área de comunicação social espírita da Fergs. Sou homem com cabelo escuro, com a pele clara. Estou vestindo uma camiseta eh alusiva ao nosso congresso. Nós temos aqui a Cleusa Chu, diretora da área do livro espírita. Cleuser. >> Então, boa tarde ou bom dia ou boa noite a todos aqueles que nos assistem, né? Então, eu sou a Cleusa Chu, sou mulher morena, cabelos à altura dos ombros, é pele meio clara, meio escura. Estou usando uma camiseta do nosso congresso, uma camiseta lilás. E é uma alegria, um prazer estarmos aqui para dialogar. Querido amigo Verno. >> Olá, queridas irmãs, caros irmãos. Me chamo Verno, estou diretor da área de estudo do Espiritismo da Fergs, tenho pele clara, não possuo cabelo, estou usando a camisa preta com a arte da do congresso. É uma grande alegria poder conversar hoje com esta temática, com as áreas clara do livro. Ótimo. No nesse 13º congresso, nós temos essa proposta de reflexão sobre permanência e imortalidade da alma. E aqui como subtemática para para nortear o nosso diálogo, né, nós trazemos a reflexão sobre espiritismo para além da vida. E nessa proposta de reflexão, nós trouxemos aqui duas áreas que são fundamentais na nossa proposta de reflexão sobre a doutrina espírita, de conhecimento doutrinário e de fundamentos, né, de princípios básicos dentro da proposta da doutrina espírita, que é muito útil nesse momento de nós refletirmos sobre essa temática. Eu gostaria de iniciar com uma reflexão de nós pensarmos para espiritismo além da vida. de qual a visão do espiritismo sobre
ita, que é muito útil nesse momento de nós refletirmos sobre essa temática. Eu gostaria de iniciar com uma reflexão de nós pensarmos para espiritismo além da vida. de qual a visão do espiritismo sobre essa proposta e aí começar com ver com uma reflexão interessante assim. E o estudo, isso nos ajuda a pensarmos sobre esse tema? Ele nos facilita o entendimento dessa proposta espírita? Ver, >> sabe, Virgílio, que dentro da doutrina espírita nós temos a fé raciocinada. É um tesouro que o codificador trouxe para nós para propor as nossas reflexões através do exercício lógico da razão. E dentro dessa temática, ela se encaixa muito bem, porque traz para nós não apenas uma visão dogmática sem fundamentos lógicos, mas através de um processo construtivo de elementos da construção do conhecimento humano, aliado às orientações do mundo espiritual, que também passam pelo crio da nossa razão humana. É evidente que a razão humana frente à razão de Deus, ela é muito inferior, mas ela possui a razão divina pontos de conexão com a lógica, com a razão. E a partir desse momento, nós temos elementos que vai nos fazendo uma trilha de conhecimentos. E essa trilha de de conhecimento vai nos formando uma rede ao ponto que nós nos convencemos da existência da vida futura. Até mesmo porque se olharmos os ensinos do mestre Jesus, sem essa perspectiva da visão da vida futura, nós até avançamos um certo ponto de entendimento, mas chega o momento que nós entramos numa encruzilhada e não conseguimos entender certas orientações no sermão da montanha, por exemplo, bem-aventurados aflitos. Como é que Jesus podia nos dizer isso pra gente sem a perspectiva da vida do futuro e sem a fé raciocinada? Perfeito. E e nessa nessa estrutura de nós pensarmos, né, além de pensarmos, refletirmos a respeito dessa proposta, e o estudo é um é um elemento essencial dentro do nosso movimento espírita, dentro dos nossos centros espíritas, >> mas pra viabilização do estudo, qual é o papel do livro espírita nessa proposta,
ta, e o estudo é um é um elemento essencial dentro do nosso movimento espírita, dentro dos nossos centros espíritas, >> mas pra viabilização do estudo, qual é o papel do livro espírita nessa proposta, CL? Então, o o livro eh é tem um papel fundamental para o estudo do Espiritismo e para o nosso entendimento das verdades espirituais. Eu gosto sempre de lembrar, Virgílio, que o livro é aquela mídia que Deus escolheu para que as verdades espirituais pudessem chegar à humanidade inteira. Então, eu não posso pensar estudo sem pensar no livro, no livro espírita, que é o nosso objeto, né, de estudo, de reflexão. E a gente lembra assim o início de tudo ali com o livro dos espíritos, né? Esse marco >> fundamental da doutrina dos espíritos, né? Esse e o livro ainda nesse papel que para mim, assim como acabamos de ouvir aqui no nosso congresso com a nossa expositora, nossa autora Elizabeth Barbieri, o papel do livro no nosso processo educativo como espíritos imortais. Então, há essa essa conjunção, vamos dizer assim, né, junto ali com o estudo. Então, estudo sem livro não é possível. E dizer-se espírita sem gostar de ler fica um pouco complicado, >> não achas? É verdade. O, talvez o livro espírita, todo o livro em si, mas o livro espírita, ele nos proporciona nesse mundo hoje que nós estamos diante da proposta de vários conteúdos virtuais na propagação de mensagens curtas. O livro espírita talvez tenha ou seja uma ferramenta de divulgação onde nós possamos veicular a mensagem com uma determinada fidelidade doutrinária mais segura. Porque talvez há um há um tempo, né, nós pudéssemos pensar assim, é difícil a informação chegar a uns lugares, mas hoje com essa adminização de torna dinâmico, né, a informação, as novas ferramentas. E aí uma pergunta que cabe pros pras duas áreas com as novas ferramentas virtuais, com os ebooks, facilitando o acesso e algumas obras, por exemplo, as obras básicas estão disponíveis de forma gratuita no site da nossa Federação Espírita Brasileira. >> Uhum. Isso para o estudo verno, ele
s ebooks, facilitando o acesso e algumas obras, por exemplo, as obras básicas estão disponíveis de forma gratuita no site da nossa Federação Espírita Brasileira. >> Uhum. Isso para o estudo verno, ele viabiliza para que nós possamos além de divulgar as obras básicas, difundir no coração de todos, facilitando o estudo no centro espírita, não temos dúvida disto. O próprio nome diz, né, obras básicas, ali está todo o fundamento do espiritismo, da doutrina. E o codificador, que era um pedagogo, né? Então já havia um compromisso dele com alguns livros, com a obra, né? Como a Clausa havia dito, ele sabia da importância da obra. E quando essas ferramentas modernas que nós temos hoje, a qual o Espiritismo faz um diálogo muito tranquilo com relação a essas ferramentas, porque a doutrina ela aceita o progresso. >> Uhum. >> Né? Ela é progressista nesse aspecto. Por isso a ferra raciocinada, né? que se não fosse estaria se contradizendo contra seu princípio da fé raciocinada. E o codificador coloca isso nas obras básicas, né, que o espiritismo anda passo a passo com a ciência, né? E, aliás, a ciência vem corroborar o que o Espiritismo traz como informações. Então, serve também como ferramenta de confirmação daquilo que vem do mundo espiritual, né? Então tem duas vertentes aí, duas correntes andando simultaneamente no no aspecto favorável à doutrina. E quanto mais se avança essas tecnologias, mais surge para nósos os desafios de como saber lidar com elas. Me parece que isso que é a grande questão que vem a questão moral, né, a ética, como lidar com essas ferramentas. É lógico que no momento que a gente coloca disponível gratuitamente a obra lá, solicita-se que a pessoa pega, abaixe ou use e faça um bom uso da ferramenta. É como foi dito na nas palestras do nosso congresso, né? A colheita é livre, né? Quer dizer, a colheita é livre, a seme a semeiadora é livre, mas a colheita aquel que ocorre ali a a justiça divina, né? Quer dizer, tem que fazer um bom uso da ferramenta, ser utilizar o bom senso.
? Quer dizer, a colheita é livre, a seme a semeiadora é livre, mas a colheita aquel que ocorre ali a a justiça divina, né? Quer dizer, tem que fazer um bom uso da ferramenta, ser utilizar o bom senso. >> Ótimo, >> né? É uma coisa é o é o Kardec, é a seu Kardec, o bom senso. >> Cleusa, antes de tu responder, eu quero provocar um pouquinho mais, >> tá? Vamos lá. >> Ness nessa mesma proposta dessa pergunta anterior, né? >> E o Verno levantou uma questão interessante do bom uso. >> Aham. >> E da ética. >> Perfeito. Tá bom. Porque nós temos, como comentei, assim, obras gratuitas que facilita os nossos estudos, >> mas no afã de divulgarmos a doutrina espírita, por vezes buscamos, vamos lá no Google, obra tal, colocamos ali e vem um PDF. >> Uhum. >> Uhum. >> E aí, >> então, acho que vamos por etapas. Eu vejo assim, eh, de fundamental importância, né, tudo que nós temos hoje em novas tecnologias, em novas abordagens do espiritismo. Daí a gente inclui vídeos, lives, ebooks, todo gênero, livros, livros grandes, livros pequenos, livros médios. E aí a gente pens assim, tudo se encaminha. Esse é o primeiro contato para que depois nós, já trabalhadores espíritas, já com conhecimento, possamos então orientar quem nos procura e oferecer, como disse o Verno, né, o conhecimento espírita através das obras básicas, né, iniciando ali ah pelo que é o espiritismo. Podemos seguir aquela aquela recomendação do Kardec, que é o Espiritismo, depois o livro dos espíritos, o livro dos médiuns e assim vai na sequência das obras. Mas também podemos oferecer uma leitura que seja um pouco mais leve, mas muito fiel doutrinariamente, que possa despertar naquele que está eh recebendo aquela obra o interesse, a vontade de conhecer mais. né? Bom, a esse é o primeiro ponto. Então, ele pode ser um grande motivador para que eu tenha acesso ao livro. Pode ser o meu primeiro contato, né? Nunca, nunca o único contato. Aí aquele cuidado nosso assim, ó, e da seleção do material, porque nós estamos assim, nós vivemos um
ra que eu tenha acesso ao livro. Pode ser o meu primeiro contato, né? Nunca, nunca o único contato. Aí aquele cuidado nosso assim, ó, e da seleção do material, porque nós estamos assim, nós vivemos um momento de muita informação, muita, muita informação, informações. Há um cuidado, entre aspas, para que a gente se encante, né? é, >> ou com aquela obra ou com aquele filme. E daí o cuidado que a gente tem que ter, né, de ter um filtro, a gente sempre fala assim, nós precisamos filtrar as informações, né, e ver se há conteúdo doutrinário fiel ali ou não. Isso é um ponto. Bom, agora a nossa postura diante de tudo que está aí, primeiro lugar, nós só vamos compartilhar aquilo que nós temos certeza que aquilo é verdadeiro. Então, o cuidado de nos compartilhamentos desses materiais, porque é com WhatsApp e aí vai Instagram e e e tudo que nós temos por aí, né? Então esse cuidado, não, eu é verdade isto, eu já confirmei, eu já fiz. Eh, a gente diz assim, eu vou lá, vou pegar na obra, mas será que isso é realmente, né? Vou confirm, vou conferir. Ah, porque o fulano, porque o espírito tal, onde está escrito? Vamos lá conferir. Muito bem. Isso é um ponto. Agora também a gente vê muito assim, né, nos nossos companheiros, especialmente em centros espíritas. Ai, eu não posso comprar o livro. E aí vem um assim, mas eu tenho em PDF. E aí começa o compartilhamento. E isto a gente tem que entender. Primeiro lugar que não é ético, porque existem direitos autorais sobre aquela obra. Segundo lugar, eu fragilizo o movimento espírita. Perfeito, >> né? Porque o livro é fundamental na sustentabilidade do nosso movimento espírita, da doutrina espírita. Mas eu entendo também que esses companheiros não ainda não compreendem todo este todo esse compromisso com o livro e a importância e o papel do livro, porque eu tenho certeza que quando a gente esclarece as pessoas começam a pensar e realmente não, nós precisamos fortalecer o nosso movimento espírito. E a gente tem que lembrar de Kardec, né, que Kardec,
ue eu tenho certeza que quando a gente esclarece as pessoas começam a pensar e realmente não, nós precisamos fortalecer o nosso movimento espírito. E a gente tem que lembrar de Kardec, né, que Kardec, né, sobre a importância do livro e o livro como um elemento fundamental de sustentabilidade da doutrina espírita. >> É o nosso documento orientador, né, ele traz essa expressão muito interessante, né, do elemento essencial. É, e pensando que ele é um elemento essencial, como nós comentávamos anteriormente, ele fundamenta a nossa base para pra questão dos estudos no esteto espírito, né? Mas pensando no estudo, Vernas, a tu já comentaste a respeito um pouquinho dessa organização, né, do do patamar do estudo, mas como que o estudo em si clareia para nós que o espiritismo traz alguns elementos que nos esclarecem sobre essa impermanência das atividades de hoje? Qual é o ponto que ele me diz assim: "Há um consolo? Há alguma coisa além da vida, dessa vida enquanto encarnados, né? Nesse momento, como é que o espiritismo pode nos auxiliar nesse ponto? >> Nós temos essa ferramenta essencial que é o Le speed, que ele nos nos traz essa oportunidade como ferramenta de veiculação. Mas o conteúdo que tá ali, como que ele nos alcança? Muito boa pergunta. No Evangelho Segundo Espiritismo, que é a terceira obra da codificação, vai nos dizer que o Espírito de verdade nos orienta. Espíritas, amai-vos. Espíritas, instruí-vos. é o consolo com esclarecimento. Em outras palavras, o espiritismo traz essas duas asas para o ser humano. Ele consola e esclarece ao mesmo tempo. Através do estudo da razão e da lógica. Quando nós começamos a frequentar os grupos de estudo, nós trazemos a nossa herança social, a nossa herança cultural, a nossa herança política, a nossa herança econômica, mas também trazemos a nossa herança espiritual. E no grupo de estudo, é um grupo de estudo de espíritos que estão encarnados e mais espíritos que estão desencarnados acompanhando um grupo de estudo. E é por isso que os
s a nossa herança espiritual. E no grupo de estudo, é um grupo de estudo de espíritos que estão encarnados e mais espíritos que estão desencarnados acompanhando um grupo de estudo. E é por isso que os grupos de estudo são escolas de almas >> que se encontram pessoas com vivências diferentes, >> vivências diferentes, mundo diferente. Essa pluralidade traz um desafio e ao mesmo tempo uma riqueza que são visões de mundos diferentes, mas é do mesmo mundo. Mas todos têm um ponto em comum de são espíritos imortais. São espíritos imortais, como foi dito por Chico, né? Com saudade de Jesus, >> com muita saudade de Jesus. Então, quando a gente começa a trabalhar esses esses aspectos, esses elementos dentro do grupo de estudo, surge a saudade do mestre dentro de nós. Ele é o nosso companheiro, é ele que é o nosso mestre, o nosso guia, o nosso modelo. Tá na questão 625 do livro dos espíritos, né? é uma questão de resposta sucinta, mas extremamente profunda, porque traz um elemento para nós nos identificarmos como modelo a algo a ser alcançado. E nos grupos de estudo são espaços democráticos aonde as pessoas abrem o seu diálogo sem o medo de serem recriminadas por nenhum tipo de preconceito ou serem criticadas. Todos têm um espaço de liberdade, de sinceridade. É um ambiente fraterno e amoroso, assim como Cristo fazia. Quando ele abria o verbo, se tornava um ambiente amoroso e fraterno e ali e as lições transitam ali. O que é que acontece? Nós podemos perguntar até pros nossos telespectadores que estão nos ouvindo, o que que vai acontecer aí no grupo de estudo? Nós olhamos nós como espíritos imortais e vemos, nossa, eu fazia isso aqui ontem, mas depois do grupo de estudo de hoje eu vou eu vou começar a pensar diferente. Aí que está em permanência, tu começa naturalmente refletir sobre os teus atos, porque tu começa a se ver como espírito imortal. e não como um ser de uma existência só. >> Traz outra visão, né? Outra >> muda completamente outra visão. >> Tu começa a ter às vezes ai será que eu
s, porque tu começa a se ver como espírito imortal. e não como um ser de uma existência só. >> Traz outra visão, né? Outra >> muda completamente outra visão. >> Tu começa a ter às vezes ai será que eu fiz isso de errado? Não tá errado em refletir isso. Mas vamos avançar, vamos olhar pra frente, vamos olhar como espírito imortal, vamos começar a mudar daqui para que Cristo dizia quando as pessoas iam ao encontro dele, né? >> Vais e não erres mais. Siga o teu caminho. Então, traz essa perspectiva da impermanência e da imortalidade. Só que com o leme, Jesus, tu começa a mudar. >> Não é qualquer destino, >> não é qualquer modelo e também não é qualquer destino, é Jesus. Então, olha a segurança que dá pra gente a gente pensar em Jesus. A Cleus tem um modelo de Jesus. Tu tem o modelo de Jesus? Eu tenho o meu modelo de Jesus. Estamos errados? Não, ninguém tá errado. Vocês também têm o modelo de Jesus. Todos nós estamos certos. Jesus tem essa impermanência em nós, porque ele se encaixa em todos os modelos. E quando a gente olha a vida com o olhar da vida do futuro, a gente enxerga Jesus nos esperando. Cleus, eu acho muito interessante essa explicação do do traz um olhar bem interessante. Claro, ele tem essa experiência de trazer pelo estudo, né? e nos clareia bem o pensamento, porque por vezes ou nós escutamos ou quando vamos iniciar os estudos pensamos assim: "Mas é mais estudo, é intelectualismo, >> né? >> E é importante isso porque moldo assim abre uma visão, né? Eu tinha, tenho na verdade um amigo, né? Quando ele me conta assim quando iniciou nos estudos da doutrina espírita, então começa a mudar a visão dele. >> Uhum. E ele de origem católica, né, frequentava a igreja católica, começou a ir pro espiritismo e ele falava assim: "Virílio, depois que eu conheci a doutrina espírita, eu nunca mais pequei de consciência tranquila. [risadas] Porque o que que ele queria expressar assim? tá mudando a minha visão agora o meu comportamento que eu tinha antes, agora a consciência começa a cobrar que
s pequei de consciência tranquila. [risadas] Porque o que que ele queria expressar assim? tá mudando a minha visão agora o meu comportamento que eu tinha antes, agora a consciência começa a cobrar que mude algumas coisas do comportamento, >> começa apontar para ti, olha, tu não está seguindo o caminho certo. >> Verdade. E essa e essa perspectiva também que eu achei interessante é >> Jesus. E aí, Cleusa, com falando de Jesus e ligando com o livro espírita, eu queria que tu refletisse um pouquinho a respeito, né? Trouxesse alguns esclarecimentos para nós a respeito Jesus. e os autores espíritas. Ah, então é que bom. Tá ótimo. Na comunicação, por vezes nos nossos treinamentos, nós comentamos que o palestrante começa a fazer sua exposição. Algumas pessoas vão chegando ao centro espírita e não são espíritas, estão chegando pela primeira vez, estão conhecendo. >> E aí, por vezes nós esclarecemos assim, olha, até que a pessoa descubra que o guia e modelo é Jesus, ela tem aquela figura do palestrante que está expondo a doutrina para ela. No livro espírita. Tem muito disso que por vezes é o primeiro contato que os nossos irmãos vão ter com a doutrina espírita. >> Uhum. >> E até que ele descubra que o Gu modela Jesus, qual o papel do autor? >> Nossa, o papel do autor é ser fiel aos ensinamentos de Jesus. E quando tu fala em livros, eu eu aqui ficava pensando o verno falando e eu fiquei pensando da importância que é da leitura, tá? De obras que falem de Jesus. Uhum. Porque e aí eu vou falar um pouquinho de Amélia Rodrigues. >> Ótimo. >> Porque aí assim, ó, eh, eu me utilizo, né, da literatura da Amélia Rodrigues, né, especialmente aquela série magnífica que fala de Jesus, que são 10 obras, né? >> E e ali tu tu mergulha, olha a questão do livro, né? aquela autora fiel que te cativa e tu vai mergulhando naquela obra e tu pai era assim que tu vai vivendo aqueles momentos lá, né, ao tempo de Jesus. E eu penso assim, para mim, Cleusa, né, é muito sensibilizador, me toca profundamente.
tu vai mergulhando naquela obra e tu pai era assim que tu vai vivendo aqueles momentos lá, né, ao tempo de Jesus. E eu penso assim, para mim, Cleusa, né, é muito sensibilizador, me toca profundamente. Então aí eu penso assim nessa questão do livro colaborando, né, para que aquele espírito como nós possamos despertar para os valores que realmente interessam. E aí, quando sabemos a da necessidade desses valores, nós começamos a fazer aquele processo que o Verno falou, que tu também tava referindo, de buscar mudar as nossas atitudes, né, o nosso olhar, o nosso pensar, o nosso sentir. O livro faz tudo isso com a gente, muda a nossa sintonia vibratória, os nossos pensamentos começam a tomar uma nova forma. Eu poderia dizer que é uma forma mais colorida de ver a vida, colorida no bom sentido, né? Então, eh eh não sei se eu respondi a pergunta, né? se faltou alguma coisa aqui, que eu viajei aqui na Amélia Rodrigues e procurando incentivar quem quem nos ouve, né, nos assiste, a a importância de nós fazermos esse exercício. Por que eu falo isso? Porque às vezes nós nos pegamos nós espíritas, nos centros espíritas e ficamos, não estou desconsiderando, mas preso às obras básicas. parece que tá dissociado de Jesus e não está nunca, nunca esteve dissociado de Jesus. E aí nós vamos enxergar melhor, eu vejo assim, sentir melhor quando nós lemos então livros que tratam da vida de Jesus, que relatam em detalhes, né? E nós sabemos que livros, muitos deles, especialmente os da Amélia, baseado em arquivos da espiritualidade, né? E aí a gente tem também, é claro que não só Amélia, mas a gente tem Emanuel, né, pela lavra do Chico. >> Sim. >> Então assim, é é um universo que se abre para nós, espíritas e não espíritas. E aproveitemos a oportunidade que está sendo ofertada para nós, porque sabemos que essa realidade nossa do Brasil, ela não é a realidade do mundo, né? Então, nós temos um manancial de obras maravilhosas. E aí a gente vê a seriedade dos autores nos ofertando estas obras, né? os seus
essa realidade nossa do Brasil, ela não é a realidade do mundo, né? Então, nós temos um manancial de obras maravilhosas. E aí a gente vê a seriedade dos autores nos ofertando estas obras, né? os seus compromissos com a espiritualidade. Isso é muito lindo e alentador e consolador, como a gente falava aqui, e faz nós compreendermos bem a nossa situação de espíritos imortais, estando numa experiência de vida eterna. >> Nessa construção do livro espírita ou também do estudo que é muito relacionado. >> Uhum. E pensando nesse título nosso nossa reflexão de que é para além da vida, espiritismo para além da vida, tanto no estudo, seja no centro espírita ou de pegarmos um livro e estudarmos e entendermos tanto o autor como para quem vale a responsabilidade e a que tem na mão. Responsabilidade e oportunidade que tem na mão, né? Nas suas mãos. É só para encarnar os vernos durante o estudo. >> O estudo >> é [risadas] >> será que a espiritualidade não faz uma programação? Porque por vezes pensarmos assim, bom, eu vou no centro espírita, mas lá lá só tem >> quatro pessoas estudando, centros espíritas menores, claro, tem centro espíritos maiores, grupos grandes, >> ou de pensarmos assim, o grupo às vezes é grande, não tô entendendo muito bem, tô com vontade de desistir, tá? Não estou vendo uma uma melhora no meu pensamento. Como é que fica de entendermos também assim? Será que é só para encararnados ou o espiritismo, como diz aqui, é para além da vida? Que a gente pensa assim, só vou complementar um pouquinho mais, tem que pensar assim, será que a espiritualidade >> eh auxilia também os grupos de estudo e aqueles que estão presentes juntamente ou ao mesmo tempo com o plano espiritual? Eu vou te responder essa pergunta com base num livro que se chama O Espírito da Verdade. Esta obra é de diversos espíritos, né, do Chico e do Valdo, se não me falha a memória. E ela foi lançada por ocasião do centenário do Evangelho Segundo Espiritismo. Então, conecta com a obra básica. Evangelho é Jesus, né? Veja que nós
né, do Chico e do Valdo, se não me falha a memória. E ela foi lançada por ocasião do centenário do Evangelho Segundo Espiritismo. Então, conecta com a obra básica. Evangelho é Jesus, né? Veja que nós estamos costurando aí. Evangelho é Jesus. E foi lançado em homenagem ao evangelho. O título da obra, o espírito da verdade. Se nós olharmos o evangelho e ver quem é que assina o prefácio, somente uma assinatura, o espírito da verdade. Ele assina o livro dos espíritos no prefácio com outros espíritos, mas esses não assinam o evangelho, porque o evangelho é de autoria de um só, né? Então, só para e ali naquela obra, esses espíritos diversos, no logo no início, na introdução, nem é capítulo, é a introdução, vai constar uma informação que vai ao encontro do que tu perguntaste. Nós em teu nome, Senhor. Começa assim. E o Senhor tá em S maiúscula. fazemos esta obra em tua homenagem. E aí começa a discorrer e no meio do texto vai dizer o seguinte: nós no mundo espiritual estudamos o evangelho segundo o espiritismo. Então, os espíritos que fizeram a obra em homenagem ao evangelho tão nos informando que eles estudam no mundo espiritual. Então tem um grupo de estudo no mundo espiritual, no mínimo um, que esse que eu conheço de formação sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo. Esses espíritas estão estudando. Aí eles começam a transcorrer e falando a questão inclusive da impermanência deles, das dificuldades deles, das dores, mas que eles estão estudando o evangelho no mundo espiritual. Você consegue ter ideia de quem é que assina essa mensagem? Caiarch, Emânel e tantos outros que nós aprendemos a amar dentro da doutrina espírita ao estudar as obras deles e reconhecer a fidelidade deles com Jesus e com a doutrina. Então assim, num ponto de inveja, eu queria ser a mosca para acompanhar aquele grupo de estudo, [risadas] só para ouvir o debate deles. Então eles estão lá no mundo espiritual estudando lá o Evangelho Segundo o Espiritismo. E é por evidente que numa exercício racional eles também nos apoiam nos
[risadas] só para ouvir o debate deles. Então eles estão lá no mundo espiritual estudando lá o Evangelho Segundo o Espiritismo. E é por evidente que numa exercício racional eles também nos apoiam nos estudos aqui nós encarnados. Então, quando a gente tá num grupo de estudo, voltando que nós falamos como escola de almas, é nós e os espíritos. É essa, eu acho maravilhosa a reflexão do verbo, que por vezes nós nos paramos, irmãos, eu estudar, por que estudar? >> E se essas almas nobres >> Uhum. estudam até hoje, podemos trazer essa reflexão eh a todos nós, né, no nosso centro espírita, individualmente. E aí uma reflexão de pensarmos aqui anteriormente, às vezes os os estudos que nós queremos iniciar e de pensarmos assim num sentido bom, por onde eu inicio? Qual o livro que eu inicio onde eu estudo? Não, vamos começar por alguma coisa leve. Será que esse é o caminho, Cleusa, de pegarmos para iniciarmos uma leitura que às vezes vai nos convidar um estudo aprofundado lá no Centro Espírita? >> Que obras seriam interessantes ou ideais para que nós possamos despertar não só meramente intelect o intelectual, mas tocar o coração? >> Bom, eu tenho comigo Verno, Verno e Virgílio. >> Uhum. A obra que me despertou, né, a mim, primeira obra que eu li foi o Evangelho Segundo o Espiritismo. Por quê? Porque ela é uma obra que parece ser muito fácil de compreensão, mas com o tempo a gente vai lendo, vai passando os anos, vai estudando e vai vendo que ela é extremamente profunda, porém ela é muito consoladora. muito consoladora, né? E eu sempre vejo assim que no evangelho está e nas entrelinhas muitas coisas que só com o tempo a gente vai entender. E eu vejo assim, eu sempre digo, né, isso eu aplico na minha vida pessoal e às vezes quando eu tenho a oportunidade de falar com alguém, às vezes eu digo: "Não se percam em discussões inúteis, né? Ficamos às vezes discutindo problemas sociais, econômicos, políticos, quando o evangelho dá a resposta, o mundo só será melhor quando nós tivermos
es eu digo: "Não se percam em discussões inúteis, né? Ficamos às vezes discutindo problemas sociais, econômicos, políticos, quando o evangelho dá a resposta, o mundo só será melhor quando nós tivermos Jesus no coração e vivendo os ensinamentos de Jesus. E é, e aí dentro dessa proposta eh que eu falo de leitura leve, muitas vezes, né, num atendimento fraterno, por exemplo, né, a gente sempre oferece quando possível o evangelho. E eu sempre remeto assim a porque quando nós atendemos no fraterno >> sempre é um coração sofrido. >> É, >> sempre é um coração que tá apertadinho. >> Ali é a hora do consolo, né? Exato. >> Exato. Hora do consolo. >> É a hora do consolo. >> É o bom senso, né? >> É exatamente. Aí o que que a gente vai recomendar? >> Vamos ler o capítulo 28. Eu digo, >> foi >> esse. Vamos ler o capítulo 28, né? Ali temos preces. Por quê? E a gente fala e aí quando tu falavas na questão do grupo de estudos, a gente diz assim: "Quando nós oramos, quando nós fazemos uma boa leitura, quais serão os espíritos? que se aproximam de nós. Então, também essa questão do papel da leitura nas companhias espirituais que eu tenho, né? Então, é um e essa questão de o livro e outra questão bem importante também na escolha de obras é que quando a gente vai conversar com uma pessoa, a gente perguntar: "Mas qual é o teu interesse? O que que tu já conhece?" Sim, >> para entender um pouquinho o perfil dela, né? E a necessidade da Exatamente. Então, e é o diálogo sempre, né? Eu não posso, às vezes a gente diz assim: "Nossa, quer converter fulan, não precisa nada disso, né?" Não é, >> não é por aí o caminho que ninguém converte ninguém. >> Exato. >> É apresentar que no momento oportuno >> a espiritualidade ajuda a despertar. >> Ah, com certeza. A espiritualidade tá ali pronta sempre. a nos intuindo e nos inspirando. >> Sabe, Virgílio, nessa questão aí que ausa falou, é aquilo que Jesus dizia, o que tu queres que eu te faça? >> Hum, verdade. >> Exatamente isso. >> Eles eles sempre que a pessoa chegava, o
spirando. >> Sabe, Virgílio, nessa questão aí que ausa falou, é aquilo que Jesus dizia, o que tu queres que eu te faça? >> Hum, verdade. >> Exatamente isso. >> Eles eles sempre que a pessoa chegava, o que tu queres que eu te faça? >> Aí, dependendo a resposta que a pessoa dava, ele fazia o encaminhamento. >> Exato. Ótimo. É, >> é a mesma postura que a gente tem que ter. Perfeito. Me parece, né, meus amigos, a conversa é muito boa, né? Que falarmos de estudo de livro espírita, o assunto não acaba, né? Infelizmente nós temos um tempo limitado, né, paraa gravação do nosso >> podcast aqui durante o 13º Congresso Espírita. Mas acessando a página da nossa federativa, é possível conhecer um pouquinho mais da área do livro e também da área do estudo do espiritismo. >> Exato. >> Então, queridos amigos que vão assistir esse podcast mais tarde, né, no pela nossa eh Fergus Play, que possam dentro do que foi proposto nessas reflexões, buscar um conhecimento, as áreas doutrinárias da nossa federativa ficam à disposição. Então, agradecemos a presença aqui da Cleus, a do Verno, por esse momento de reflexão e agradecemos os amigos em casa. Um grande abraço a todos. Бра.
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