ESE Cap 26 item 9 2a
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CTO diário do [música] Gef, grupo de estudos e acolhimento fraterno. O Evangelho Segundo [música] Espiritismo, capítulo 26. Dai gratuitamente o que gratuitamente [música] recebestes. Mediunidade gratuita. Item nove, segunda [música] parte. A mediunidade, porém, não é uma arte, nem um talento, pelo que não pode tornar-se uma profissão. Ela não existe sem o concurso dos espíritos, faltando estes, já não há mediunidade. Pode substituir a aptidão, mas o seu exercício se anula. Daí vem não haver no mundo um único médium capaz [música] de garantir a obtenção de qualquer fenômeno espírita em dado instante. Explorar alguém a mediunidade é consequentemente dispor de uma coisa da qual não é realmente dono. Afirmar o contrário é enganar a quem paga. A mais. Não é de si próprio que o explorador dispõe, [música] é do concurso dos espíritos das almas dos mortos que ele põe a preço de moeda. Essa ideia causa instintiva repugnância. Foi esse tráfico degenerado em abuso explorado pelo charlatanismo, pela ignorância, [música] pela credulidade e pela superstição, que motivou a proibição de Moisés. O moderno espiritismo, compreendendo o lado sério da questão pelo descrédito, a lançou a que lançou essa exploração e levou a mediunidade à categoria de missão. Um bom dia a todos.