ESE Cap 16 item 14 6a

Estudantes do Evangelho TV 09/08/2025 (há 8 meses) 2:49 53 visualizações

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Transcrição

Culto diário do Gef. Grupo de estudos e acolhimento fraterno. O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 16. Não se pode servir a Deus e a Mamon. Instruções dos espíritos. Desprendimento dos bens terrenos. Item 14, sexta parte. Esbanjar a riqueza não é demonstrar desprendimento dos bens terrenos, é descaso e indiferença. Depositário desses bens, não tem o homem o direito de os dilapidar, como não tem o de os confiscar em seu proveito. Prodigalidade não é generosidade, é frequentemente uma modalidade do egoísmo. Um que despenda a mancheias o ouro de que disponha para satisfazer a uma fantasia, talvez não dê um centavo para prestar um serviço. O desapego aos bens terrenos consiste em apreciá-los no seu justo valor, em saber servir-se deles em benefício dos outros e não apenas em benefício próprio. Em não sacrificar por eles os interesses da vida futura, em perdê-los sem murmurar, caso apaza a Deus retirá-los. Se, por efeito de imprevistos reveses vos tornardes qual Jó, dizei como ele: "Senhor, tu havias dado e tiraste. Faça-se a tua vontade. Eis aí o verdadeiro desprendimento. Sede, antes de tudo, submissos. Confiai naquele que, tendo-vos dado e tirado, pode novamente restituir-vos o que vos tirou. Resisti, animos ao abatimento, ao desespero, que vos paralisam as forças. Quando Deus vos desferir um golpe, não esqueçais nunca que ao lado da mais rude prova coloca sempre uma consolação. Ponderai sobretudo que há bens infinitamente mais preciosos do que os da terra, e essa ideia vos ajudará a desprender-vos destes últimos. O pouco apreço que se liga a uma coisa faz que menos sensível seja sua perda. O homem que se aferra aos bens terrenos é como a criança que somente vê o momento que passa. O que deles se desprende é como o adulto que vê as coisas mais importantes por compreender estas proféticas palavras do Salvador. O meu reino não é deste mundo. Um bom dia a todos.

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