ESCOLHAS - Vínicius Cabral [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui [música] para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui >> sejam bem-vindos e bem-vindas a nossa comunhão espírita para mais um fim de tarde, início de noite de reflexões. Hoje teremos o nosso irmão Marcos Vinícius para falar de um tema interessante. O tema é escolhas. Escolhas. E para nos prepararmos, harmonizarmo-nos para conseguirmos obter do mundo espiritual que já preparou esse ambiente para nos receber, que já tem aqui muitos desencarnados, muitos para ouvir a palestra, para que nos coloquemos em fim nessa nesse clima. espiritual, como sempre fazemos, iniciemos a nossa reunião com uma oração a Deus e a Jesus. Deus, nosso pai, Jesus, nosso mestre, nosso amado bom pastor, que vossas bênçãos recaiam sobre esta casa, este templo de amor, sobre todos nós aqui que nos reunimos para ouvir, amado Cristo, os teus ensinos desdobrados, como prometestes. por esta doutrina consoladora que nos fortalece a fé, a esperança e a coragem, abrindo nossas mentes e corações para conhecermos as leis divinas, principalmente as leis de amor, para que possamos conduzir nossas existências com uma maior compreensão de nós mesmos e de nossos próximos, mais próximos, principalmente aqueles com quem compartilhamos nosso teto, nosso lar, a nossa vida consanguínea, nossos locais de trabalho e toda a humanidade. Que aprendamos a amar, que aprendamos não julgar, que aprendamos a fazer o próximo que gostaríamos que nos fizesse. E muitas vezes desejamos apenas que nos ouçam. Precisamos de um ombro amigo. E muitos de nós aqui está presente exatamente para isso. Porque o Senhor nos dissestes: "Vinde a mim, todos vós que sofreis e estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei." Cada um de nós chega aqui com a sua carga de problemas não resolvidos ou que estão para surgir e precisamos
issestes: "Vinde a mim, todos vós que sofreis e estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei." Cada um de nós chega aqui com a sua carga de problemas não resolvidos ou que estão para surgir e precisamos que nossas ideias e nossas emoções sejam disciplinadas, harmonizadas. Que vossas bênçãos então recaia sobre todos nós e também sobre nosso irmão palestrante, que será o seu porta-voz. nesse fim de tarde, início de noite. Assim seja. Boa noite a todos. Dando continuidade, né, no livro, nessa série que eu tô fazendo de palestras do do Hamed, esse livro aqui, tá? Um modo de entender, uma nova forma de viver. Recomendo muito a leitura. eh me trouxe um norte diferente para várias coisas esse livro, né? Me me fez acordar em várias situações e e crenças e valores que a gente vai guardando no tempo, né? e de acordo com o que a gente vai vivenciando, com que a gente vai, na verdade, escolhendo. E hoje ele são 41 escolhas. Ele traz a passagem de Lucas, do capítulo 12, versículo 28, que fala assim: "Ora, se Deus veste assim a erva do campo que existe hoje e amanhã será lançada no forno, quanto mais a vós, homens fracos na fé". Então, tem uma frase de de Ungu o que me aconteceu no passado, mas como o meu hoje pode ser aquilo que Eu quero, que eu escolho. Ah, mas o seu passado foi delituoso. Foi um passado um pouco de escolhas ruins. OK, tudo bem. Mas eu posso pagar isso com amor. Eu não gosto muito de usar essa palavra pagar, né? Mas eu posso aprender a ser amável, a entender como eu me trato melhor, eu me amo melhor, eu me aceito mais. Óbvio, aceitação não é inércia, mas é olhar aquilo que eu consigo compreender, aquilo que eu consigo trabalhar, aquilo que eu consigo melhorar hoje. E o que eu não consigo se tornando uma lição lá pra frente, mas o foco tem que ser no hoje. Então, a partir do momento que acordamos, já temos essas escolhas, né? abrir o olho, eu já escolho se eu vou dar um sorriso ou se eu vou ficar de cara fechada. Só que toda escolha gera uma consequência. Toda escolha gera uma consequência.
os, já temos essas escolhas, né? abrir o olho, eu já escolho se eu vou dar um sorriso ou se eu vou ficar de cara fechada. Só que toda escolha gera uma consequência. Toda escolha gera uma consequência. Não tem uma que fique na neutralidade. Então, escolhi ficar de cara emburrada, eu vou ter que aguentar o outro não gostar disso. Ou se o outro gosta e compartilha, eu vou ter que aguentar a somatória também dessa situação. Ou se o outro valida a forma negativa de eu ser, eu vou aguentar também o fardo de nunca olhar para mim com profundidade. Porque a maioria das escolhas hoje ainda na nossa no nosso estado, que estado? Nosso primeiro estado, nosso estado doente, né? Jesus já já deixou claro, eu não estou para os sãos, eu estou para os doentes. Se aqui não é a casa que ele escolheu o espiritismo como um abrigo a nós, todos estamos deficientes de desse amor, né, dessa forma de entendimento, de cura. Então, somos doentes. Primeira condição. E como é que vamos fazer essas escolhas doentes? Então, se eu tenho essa condição, é muito provável que eu vá não querer olhar para mim, de fato, paraas minhas mazelas, para aquilo que me adoece ainda mais, a forma de eu pensar, a forma de eu sentir, a minha o meu julgamento com o próximo, né? Porque tudo que vem para nós, ah, eu não presto, ah, isso para mim é horrível, ah, é o que eu vou começar a reverberar pro outro. E muitas das vezes não é verbalizado de fato, né? É, é algo encoberto, é um pensamento que eu tenho, é um sentimento ruim que eu tenho e não vou resolvendo a respeito de mim mesmo, a respeito do outro. Não vou resolvendo. Então, a partir do momento que já acordamos no dia e escolhemos caminhos tortuosos que nos faz nos sentir mal, nós podemos parar, pensar, nos olhar e falar: "Será que esse hábito realmente serve para minha felicidade. Será que eu tô usando isso aqui como uma visão, como uma vivência, como uma situação de escolha diária? Será que isso vai me gerar algum bem? Exemplo, qual o bem que gera a gente ficar todo dia julgando o outro ou
ô usando isso aqui como uma visão, como uma vivência, como uma situação de escolha diária? Será que isso vai me gerar algum bem? Exemplo, qual o bem que gera a gente ficar todo dia julgando o outro ou querendo que o outro se molde a nosso gosto? Nós vamos gerar inquietude, agonia, ansiedade, porque exatamente aquilo que olhamos pro outro e queremos na mudança dele é o que a gente não tá conseguindo na nossa mudança. Isso gera uma ansiedade tremenda. Ansiedade é insatisfação emocional. Você não tem a autossatisfação da emoção consigo mesmo, dos sentimentos, da alegria de estar consigo no hoje. É sempre um pensamento disforme de um futuro que não existe ou um passado que já foi. E aí você toma esse passado e olha pro hoje e fala: "Vai acontecer a mesma coisa". E aí vamos vivendo em uma sociedade ansiosa, nos trazendo chagas. Que chagas? chagas morais do sentir. Exatamente. Na nossa oração do do do nosso querido dirigente, ele trouxe Jesus como centro do olhar leve, suave. Por quê? Porque ao entendermos como foi a sua filosofia de vida, como foi sua escolha de caminho, de posicionamento, nós conseguimos trazer tudo isso de forma leve, porque a gente passa a se amar. Aí em um momento que não tem, não tínhamos paciência nenhuma conosco. Poxa, eu fiz aquela prova, não passei, vou me martirizar meses. Não, pera aí, eu ainda sou um aprendiz. Nossa segunda condição, aprendizes. E aí, às vezes, entramos num sentimento muito ruim que nos faz escolher de forma às vezes errônea ou de uma forma que na verdade não queríamos ter escolhido, que é o medo. O medo. Poxa, você tem um problema com fulano. Vai lá, conversa com ele. Vai lá, tenta fazer as pazes. Não, eu tenho medo dele me negar. Não, eu tenho medo dele não querer falar comigo. Não, eu tenho medo disso. Eu tenho medo daquilo. E vamos sendo direcionados pelo medo. O medo da negação que não cabe a nós. A nossa parte acontece quando a gente supera o medo com a coragem. Poxa, eu fiz muito mal à aquela pessoa. Eu preciso ir lá e conversar com ela.
onados pelo medo. O medo da negação que não cabe a nós. A nossa parte acontece quando a gente supera o medo com a coragem. Poxa, eu fiz muito mal à aquela pessoa. Eu preciso ir lá e conversar com ela. Ah, ela pode não me receber bem, tudo bem. Aí não é uma escolha minha. Aí já não parte de mim essa escolha. O meu poder é da minha escolha. É para eu me sentir bem com o novo eu que tá querendo acontecer, que tá querendo nascer. E aí eu parto a fazer escolhas melhores, pautadas na razão. Poxa, tem razão eu ir lá e querer melhorar aquela relação? Tem. Porque eu tô me sentindo mal todos os dias de ver a pessoa e não conseguir conversar ou ter um diálogo. Só nos sentimos mal por alguém quando esse alguém realmente faz sentido em nossa vida. Quando realmente amamos, se alguém é indiferente, não existe sentimento ali. Então, quando alguém nos irrita muito, é porque gostamos muito daquela pessoa irritante. Estamos envolvidos, inseridos, íntimos no processo relacional. Como vamos usar isso? E às vezes deixamos passar as coisas porque o nosso medo não faz ver profundamente como funcionam. as relações, as nossas relações. E é justamente esse medo que traz essa ansiedade, essa insatisfação emocional. Quem é que consegue viver com o medo diário? E aí é aquela questão, poxa, o medo de errar, mas o medo de errar, ele vem de querer acertar sempre, não vamos, porque é justamente pelo caminho dos erros e acertos que a gente aprende. Se fôssemos acertar sempre, não precisaríamos aprender mais. Já estamos acertando. Não teria necessidade esse estágio de aprendiz. OK. Enxerguei a minha doença, minha chaga. é o medo, é a timidez, é o orgulho, a vaidade, o egoísmo. Não importa. Eu enxerguei. Enxerguei. Agora eu quero melhorar porque eu enxerguei e aquilo me incomoda, né? Tem um capítulo inteiro no Evangelho Segundo Espiritismo falando disso. Bem-aventurados aflitos. Óbvio, não tem como você não se aflingir olhando para si e vendo a sua sombra. Não tem como, você vai se aflingir. Aquilo vai gerar inúmeras dores da alma,
ismo falando disso. Bem-aventurados aflitos. Óbvio, não tem como você não se aflingir olhando para si e vendo a sua sombra. Não tem como, você vai se aflingir. Aquilo vai gerar inúmeras dores da alma, mas as dores também nos impulsionam a uma melhoria, assim como a escolha do amor. Entendendo isso, eu passo de só um doente para um aprendiz do processo. Aprendiz de quem? De mim mesmo. Daquilo que me deixa calmo, daquilo que na minha ira me deixa mais tranquilo. Ah, é o quê? É ouvir uma música. Sei. Cada um tem a sua situação agradável. Ah, é caminhar no parque. Ah, é ver um filme. Olha, não quero brigar com você. Tô extremamente irritado. Vou aqui parar e ver um filme. Ah, ok. Passou 1 hora, 1 hora e meia, 2 horas. Tô mais calmo. Vamos conversar. Poxa, vi um filme bom, me trouxe, me remeteu aquilo, pensei nisso. Gente, somos seres criativos. Precisamos usar bem a nossa criatividade. Se não estamos usando-a, nós não estamos acessando o melhor de nós. Nós não estamos utilizando o nosso amor próprio. Eu amo ouvir música e isso me deixa muito calmo. Se eu começo uma discussão com a pessoa e não paro e e não falo: "Olha, eh, essa discussão tá muito acalorado, tô ficando me sentindo mal, tá me trazendo um sentimento ruim, eu preciso dar uma parada, vou ouvir minha música, vou me interar de mim mesmo, me trazer pro meu eixo aí, ok, depois eu continuo aquilo." Mas a gente tem ansiedade de querer resolver as coisas na hora. Não é que a gente vai postergar para um ano, 2 anos, mas é esse equilíbrio entre você valorizar o agora e silenciar. É valorizá-lo agora em vários momentos, né, Chico Xavier? teve uma frase muito feliz, né, que ele falou assim: "Olha, se o que você for falar for melhor que o seu silêncio, tudo bem, porque muitas das vezes o silêncio é a melhor escolha." E aí a gente silencia para depois pensar melhor no que a gente vai falar. E aí a gente começa a nos conhecer, a nos entender. Porque se a gente deixa o turbilhão dos sentimentos deslocados do nosso equilíbrio,
nte silencia para depois pensar melhor no que a gente vai falar. E aí a gente começa a nos conhecer, a nos entender. Porque se a gente deixa o turbilhão dos sentimentos deslocados do nosso equilíbrio, tomar conta, nós não vamos entender quem somos de fato. Nós só estamos deixando seguir o processo da forma mais atropelada possível. E aí a gente precisa aprender a valorizar esse agora. Olha, agora realmente não consigo conversar. Então deixa eu valorizar com meu silêncio que daqui a pouco a gente conversa. Isso funciona primeiramente conosco. Quando eu não ainda não consigo conversar comigo direito e preciso se me silenciar. Quando eu faço isso, eu consigo escutar Deus dentro de mim. E aí escutando eu vou ter um melhor direcionamento. Às vezes no primeiro momento, precisamos, né, por conta eh de um sentimento muito exacerbado, tomar um remédio para acalmar, OK? Mas que aquilo não vire a sua muleta de salvação, porque não é que você use primeiramente a si mesmo. O remédio serve para te acalmar, mas a sua reflexão sobre você te serve para a transformação. Então, abaixamos o nível de ansiedade para nos entender melhor aqui nesse nível, aonde eu consigo me olhar, me amar. Eu não vejo uma pessoa conseguindo se amar no momento de cólera dela. Pelo contrário, ela pode se colocar até em risco. Então, as coisas precisam de calma. E como é que estamos escolhendo isso, né? Ramed traz uma história que eu acho incrível. Eu preciso trazê-la para vocês. Conta a tradição oriental, que certa vez se Darta Gautama, quem não sabe, Buda, já em idade avançada, passava por uma floresta junto com seus discípulos quando encontrou aprendizes de outro mestre. E um deles foi logo dizendo: "Nosso mestre é um grande avatar. Ele, levita, faz materializações extraordinárias. Nós mesmos já presenciamos isso. E fixando o olhar nos discípulos de Buda, inquiriu. E você, o que tem a dizer sobre o seu mestre? Ele pode ele pode fazer algum milagre? O que ele realiza disso? sobrenatural. E aí, Sidarta Guautama, olhando tudo
olhar nos discípulos de Buda, inquiriu. E você, o que tem a dizer sobre o seu mestre? Ele pode ele pode fazer algum milagre? O que ele realiza disso? sobrenatural. E aí, Sidarta Guautama, olhando tudo aquilo, silenciosamente ele ficou, deixou a cargo dos seus aprendizes a resposta, apenas observou o desempenho de cada um. Então, logo um desses aprendizes se adiantou e respondeu: "Olha, o nosso mestre quando está com fome, ele come, quando ele tem sono, dorme. Quando ele está andando, ele realmente está no movimento de andar. Quando ele está sentado, ele só está sentado. Quando ele está comendo, ele só come. E um deles inconformado do outro, o o discípulo de outro mestre falou: "Mas o que que você tá falando? chamam milagres de óbvio. Todos fazem essas coisas. E ponderado discípulo de Buda retrucou: "Engano de vocês". Quase ninguém faz isso. Quando as pessoas dormem, pensam sem cessar, estão dispersas no sono. Quando comem, estão distraídas. Celular. falando mil coisas. Óbvio, naquela época não tinha celular, né? Então tô trazendo paraa nossa realidade. Quando andam, estão desatentas. A qualquer ocorrência lhes rouba a atenção. Gente, quem nunca viu um vídeo da pessoa andando e cai num buraco, andando com celular assim e cai no buraco totalmente desatenta pro aqui e agora? não tá valorizando a sua caminhada, não tá valorizando o seu processo de caminhar, que pode acontecer alguma coisa sem prestar atenção. Aliás, vivemos num num planeta cheio de máquinas, de carros, de obras, a gente precisa prestar atenção. E ele ainda fala: "Mas quando o meu mestre dorme, ele apenas dorme. Somente o sono existe naquele momento e com certeza é reparador. Quando sente fome, ele apenas come. E com certeza todas as vitaminas e os minerais são absorvidos. Ele sempre está no lugar aonde deve estar, ou seja, jamais é arrebatado pelos fatos ou acontecimentos que se foram e pelos que de vir vive sempre no momento presente. É, gente, às vezes esse é um milagre, tá no aqui e no agora. fazer valer a pena o seu momento,
arrebatado pelos fatos ou acontecimentos que se foram e pelos que de vir vive sempre no momento presente. É, gente, às vezes esse é um milagre, tá no aqui e no agora. fazer valer a pena o seu momento, não viver no automático, né? E tem vários filmes que nos mostram isso. Às vezes a gente tá vivendo no automático, não estamos mais pensando, estamos utilizando inteligência artificial, não estamos querendo passar pela situação, queremos terceirizar, deixar a cargo. É exatamente assim que funcionam pessoas ainda na ignorância, não se responsabilizam pelos atos, por aquilo que ela faz com a vida dela. Não. Quem fez isso com a minha vida foi ele. Olha como a minha vida está horrível. Olha como eu não consigo mais seguir adiante. E aí empoderamos o outro da nossa vida. Como assim? Não, temos que tomar esse poder na nossa mão, porque as nossas escolhas é um poder que temos e diariamente vamos ser chamados a tomar decisões sobre esse poder chamado vida que nos é dado. Então, com uma com uma com uma frase simples e ele deixa claro, né? O Buda traz de forma magnífica. A mente precisa estar presente quando ocorrem os fatos e acontecimentos e se esvaziar quando eles terminam. A mente precisa estar no aqui e no agora. É óbvio que vamos guardar na lembrança o que nos aconteceu. Mas se é o passado que ainda move a nossa vida, não estamos utilizando o nosso espírito, as nossas capacidades, as nossas potências. Há uma melhoria. Esses dias eu li um artigo da neurociência dizendo que o ser humano tem capacidade de aprender pelo menos três habilidades novas por semana. E a gente tá utilizando isso. Será que a gente realmente utiliza? E seja lá qual habilidade for, tocar um violão, aprender um piano, música, não importa matemática, em qualquer área, o ser humano tem essa capacidade. A gente pode aprender três habilidades por semana. É científico isso, porque precisa de dois dias intensos daquela atividade para você já começar a deslanchar. É óbvio, vamos aprender aquilo que gostamos, né? aquilo que nos
rês habilidades por semana. É científico isso, porque precisa de dois dias intensos daquela atividade para você já começar a deslanchar. É óbvio, vamos aprender aquilo que gostamos, né? aquilo que nos conecta, aquilo que faz sentido, que faz sentir. Mas será que estamos realmente vivenciando isso? Esses dias eu eu cheguei para uma amiga minha e ela sempre me falou: "Nossa, mas eu queria tanto aprender música, cantar e nunca ia". Aí um dia eu chamei ela, mas por que que você nunca vai? Você sempre fala que quer aprender? Ah, não. Eu tenho medo de de fazer feio. Eu tenho medo daquilo. Eu tenho medo disso. Ai, eu tenho medo de me apresentar em público. Ai, eu tenho medo. Eu tenho medo. E a vida vai se fechando pra pessoa. Eu também já tive medo de estar aqui em cima. É normal. Mas a nossa coragem tem que ser maior que o medo. A nossa vontade tem que superar esse medo, esse entrave. Mas eu tenho medo de quê? Ah, de ser julgado, disso, daquilo. Tudo bem, mas não vou ser eu que vou trazer isso para mim. O julgamento é do outro. A gente tem que entender que nós temos que nos tratar com amor, porque a diferença da autoestima paraa vaidade é só um olhar na autoestima. Eu olho para mim mesmo e me valido. OK, tá legal isso. Eu eu consigo crescer aqui. Na vaidade não. Eu quero que o outro me olhe, que o outro me valide, que o outro aceite como eu sou. Gente, nem eu acordo gostando de mim todos os dias. Que que é isso? Aí eu vou querer que o outro passe a me idolatrar. Não, a gente tem que sair dessa hipocrisia. Temos que abraçar e adentrar na humanidade. Então, tudo tem consequência. OK. tem um nível de ansiedade alto, preciso tomar um remédio, toma. Aí se eu não uso aquela calma que o remédio me dá para autorreflexão, pro autoentimento, aí eu não tô utilizando os benefícios, as oportunidades para crescer, eu vou continuar na mesma. Não adianta eu saber muito sobre mim e não ter amorosidade com o que eu sei, não ter paciência comigo, não ter complacência, não ter compaixão. E aí o que eu sei sobre mim vira um
continuar na mesma. Não adianta eu saber muito sobre mim e não ter amorosidade com o que eu sei, não ter paciência comigo, não ter complacência, não ter compaixão. E aí o que eu sei sobre mim vira um grande martírio. Eu fico me culpando, eu fico me punindo. Quem se culpa se pune. tenha certeza disso. Já emocionalmente já se sente mal. Essa punição é uma das piores. Então, Ramedou claro que as nossas escolhas, adequadas ou não, devem ser por nós excitadas, devem ocorrer por nossa livre escolha. A espiritualidade superior não deseja fazer-nos seus dependentes ou indivíduos inconscientes no processo da vida, que pedem, esperam eternas orientações. Gente, a espiritualidade não tá para isso. Cristo não tá para isso. Tanto que ele deixou claro, vós podeis fazer muito mais do que eu fiz. Vós sois deuses. E a gente precisa entender que é na criatividade, na arte, no amor, na palavra, no carinho, no abraço. É exatamente nisso. Agora, como cada um faz é com cada um. A gente às vezes quer manual para tudo. Não, vamos criar o nosso próprio jeito de ser. Isso não é personalismo, é personalidade. Isso não é individualismo, é individualidade. A gente pode transformar isso num horror, querer que o outro aja como a gente quer. Aí é personalismo. Querer que o outro seja exatamente faça e a gente controle aí é outra questão. Mas não, quando eu sou assim, estou feliz com o que eu sou, tá tudo bem. Ah, mas ele é feliz indo no bar todo dia enchendo a cara. Tem consequência. Não tô trazendo como certo, errado. Se a felicidade dele é essa, tudo bem, mas uma hora vai ter consequência aquilo. Tudo tem consequência. Então, todas as nossas escolhas têm consequências. Qual é a consequência de eu fazer isso? A ciência já comprova várias consequências, né? Tô destruindo meu figo, tô destruindo a minha saúde. Ah, ele é feliz andando no parque, caminhando todos os dias. também tem consequência. Quais são? Saúde, bem-estar, tudo tem consequência. Então, qual a consequência que nós vamos querer para nós? E as consequências são
dando no parque, caminhando todos os dias. também tem consequência. Quais são? Saúde, bem-estar, tudo tem consequência. Então, qual a consequência que nós vamos querer para nós? E as consequências são compulsórias, a gente vai colhê-las. Agora, o que eu planto é a minha escolha. E aonde eu planto? Porque de fato somos sementes em terrenos férteis ou não, mas deixamos de ser ou de dar bons frutos? Se a minha natureza é boa, não importa se a do outro é má, eu vou continuar plantando aquilo que me faz feliz. E aí Paulo de Tarso traz uma frase incrível: Deus ama a quem dá com alegria e remédio completa e não com perfeição. Estamos alegres no nosso processo de viver. É esse sentimento que nos impulsiona a uma real melhoria. Então, deixo essa reflexão para vocês. Vale lembrar que quem não toma decisão por si só é inseguro e imaturo. Quem não sabe raciocinar é facilmente enganado. E quem não se permite utilizar o livre arbítrio ou a liberdade de consciência é um escravo das opiniões alheias. Uma boa noite a todos. Muito obrigado. >> Agradecemos as reflexões do nosso irmão Marcos Vinícius e eu vou me permitir fazer um gancho aqui da história profunda, do ensinamento profundo da história de Buda. e ele explorou muito bem. Mas nós somos, nós estamos num estágio da nossa evolução em que temos que aprender a disciplinar o pensamento, a focá-lo. Então ele falou do celular, tem gente que dirige e não está nem prestando atenção na direção. Só para pegar um exemplo. E aí, onde que eu quero chegar? Tem pessoas, e não são poucas, que nos relatam que têm dificuldade de orar. Não faz você oração para mim, a sua, a sua oração é melhor. Mas nós somos frutos do nosso hábito. Se você não começar a criar um novo hábito de estar, como ele falou, presente ali, agora, você não vai ter facilidade de fazer uma oração. Você vai estar sempre com o corpo no lugar e o pensamento em outro. Como eu disse, esse é um momento da nossa evolução. E já que temos consciência disso, procuremos não adiar muito o domínio do
ração. Você vai estar sempre com o corpo no lugar e o pensamento em outro. Como eu disse, esse é um momento da nossa evolução. E já que temos consciência disso, procuremos não adiar muito o domínio do nosso pensamento. Era só um acréscimo aqui. E como treinamento, vamos orar mais focados agora. Queridas irmãs, queridos irmãos, que a paz de Jesus esteja com todos vocês, com todos nós. É muito bom, amado Cristo, ouvir-te pelos teus emissários de diferentes escalões. Oramos muito por ti e as respostas sempre nos chegam por aqueles que estão aqui. Sabemos como nos ensina o espiritismo, pelas leis universais que podemos e somos inspirados a todo instante, telepaticamente, por vozes mais sábias e outras até que não. Sempre dependerá da nossa liberdade de ouvirmos quem nós desejarmos. Mas aqui hoje tomamos a decisão de ouvirmos a tua voz, a dos teus emissários. Que ela se cale funde em nossos corações, que as reflexões de hoje possamos carregá-las até nossos lares e durante os próximos dias refletir um pouco a cada dia sobre o que nos foi dito, a fim de que nos tornemos cada dia mais conscientes, que nos desenvolvamos o hábito de pensarmos melhor em nós, em nossa eternidade espiritual, que trabalhamos na nossa autoeducação psicológica, emocional, racional, para nos tornarmos a cada dia melhores instrumentos da tua vontade. Que tua paz seja conosco e nos acompanhe até nossos lares e lá a distribuamos. Desde a chegada com sorriso para aqueles que nos aguardam. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir
, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino,
[música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como [música] no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos [música] mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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