Ep. 04 – Por los Caminos de Jesús con Divaldo Franco

Mansão do Caminho 04/02/2017 (há 9 anos) 4:35 4,810 visualizações

En este 4º episodio, el médium y orador espírita Divaldo Franco vuelve a referirse a la felicidad, y a la importancia del equilibrio de las emociones en los momentos difíciles, y también en los momentos de bonanza. La vida tiene un sentido ético que merece ser aprovechado. No sólo el sufrimiento debiera caracterizar las horas. Propiciemos, también, las horas simples; los breves momentos de paz; un instante poético; una música suave que se escuche a lo lejos y que nos recuerde a alguien... Para ver los episodios anteriores: Ep. 01 - https://youtu.be/dFZYrnvblTU Ep. 02 - https://youtu.be/jnflc_MnXBY Ep. 03 - https://youtu.be/aRgSHSxmtkk Para visitar nuestro canal en Youtube: https://goo.gl/S3Nivb Cada domingo, a las 20:00, un nuevo episodio. Los días miércoles se vuelve a exhibir, con subtítulos en Inglés; los viernes con subtítulos en Español y los sábados con subtítulos en Alemán, siempre que fuera posible. Síganos en Instagram @mansaodocaminho www.mansaodocaminho.com.br

Transcrição

Caras amigas e caros amigos, invariavelmente abate-nos uma certa melancolia quando vemos o desfile da felicidade estampado no rosto das pessoas que participam das redes sociais. Gostaríamos de estar presente nesse festival em que os corações parecem apresentar a plenitude. Gostaríamos sim de disputar os primeiros lugares nos comentários sociais, de fazer parte das alegrias que constituem o mundo e as suas fantasias. Há, no entanto, um grande equívoco. Nem todos aqueles que participam dos grandes momentos da sociedade estão realmente felizes. Afinal, Jesus teve a oportunidade de dizer que o reino dos céus não era aqui na terra. Pode parecer muitas vezes algo impossível de alcançar. A verdade, no entanto, é que se o fora, o nosso processo de evolução estaria concluído. Lado obstante, porque o reino dos céus ainda não se encontra aqui na terra. Deveremos começá-lo a partir deste momento, estabelecendo em nosso mundo íntimo os instantes de felicidade. Todos de nós anelamos pela alegria, pela falta de desconforto, pelos instantes em que o nosso júbilo possa alcançar esses estágios daquilo que chamamos plenitude. Recordemo-nos, porém, que tudo é transitório. Tudo aquilo que vive, enferma, degenera e morte. Também a criatura humana. O real para nós é o encontro com aquilo que constitui o nosso ser imortal. Deveremos trabalhar muito para fluir de pequenos momentos de felicidade. Quantas horas desperdiçamos na maledicência, na inveja, nesse complexo de sofrimento que nos apraz nesse estado de melancolia que muitas vezes nos torna a vida uma simulação. A nossa proposta de hoje é uma reflexão em torno da alegria infinita de viver. Se soubermos aproveitar cada momento de júbilo e superar cada momento de angústia, veremos que aquilo que antes era uma angústia agora se transformou na abençoada flor da felicidade. É necessário constituir, uma grande família, a família dos sorrisos, mas também a família das lágrimas. Todas as grandes residências do amor tendo duas janelas. Uma que olha

nçoada flor da felicidade. É necessário constituir, uma grande família, a família dos sorrisos, mas também a família das lágrimas. Todas as grandes residências do amor tendo duas janelas. Uma que olha para alegria, a outra que olha para a melancolia. Toda vez que você esteja na janela da alegria, lembre-se, atrás de você alguém está chorando. E quando estiver na janela do júbilo, recorte-se de que é necessário sair dessa janela para lhe ajudar. Mas quando estiver na janela do sofrimento, tenha em mente que alguém está sorrindo. Deixe de lado a nostalgia de momentos que passaram e não vão voltar para você construir os momentos de júbilo que vão permanecer. A vida tem o sentido ético que deve ser aproveitado. Não é apenas o sofrimento que nos deve assinalar as horas, mas também as pequenas horas, os pequenos momentos de paz, um instante de poesia, uma música suave que se ouve ao longe e que nos leva a uma recordação afetiva. O sorriso de alguém a quem amamos, mesmo que a pessoa não saiba quanto amamos. Tudo isso constitui a nossa existência para que, de certo modo, haja uma justificativa para a arte de viver. Você está vivo. Aproveite, meu amigo, minha querida amiga, e viva intensamente cada momento. Até o nosso próximo programa.

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