ENTRE CORRENTES INVISÍVEIS E A ESCOLHA CONSCIENTE -José Carlos [19° Sem. de Dependencia Química]
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Senhor, estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que encontrei. >> na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> B Boa noite a todos. Boa noite aos que nos acompanham pela TV Comunhão. Sintam-se todos abraçados, acolhidos nessa casa de Jesus. Eh, eu não sei se vocês estão nos acompanhando desde segunda-feira, mas nós estamos aqui numa trajetória de muita alegria pro nosso coração. E nós falamos, né, falamos da segunda, falamos ontem e vou repetir hoje, né, nós estávamos conversando aqui sobre a passagem do tempo, né, quanto tempo passa e a gente olha para ele, né? Então, nós estamos numa trajetória de 19 anos do seminário do grupo Miozotes. Então, nós olhamos para trás e se vão 19 anos. Mas que grupo é esse, né? O grupo Miozotes é um grupo voltado aos nossos irmãos que têm comprometimento com drogas, seus familiares, seus amigos, seus entes queridos. Então, é um grupo de ajuda mútua que existe nessa casa não há 19 anos, mas há mais de três décadas, né? Então é um grupo que está aqui, funciona ali na sala 13, onde nós nos reunimos às segundas e quartas-feiras às 19 horas. E ao longo desses mais de 30 anos de grupo, a diretoria de atendimento e orientação foi percebendo a necessidade, perdão, a necessidade de oferecer um espaço de reflexão acerca dessa temática e também um espaço de orientação, não só para quem vive o adoecimento pelo o uso da substância para sua família, mas também pros trabalhadores dessa casa que recebem no atendimento fraterno, irmão, irmãos em busca de auxílio, de orientação. Então assim surgiu há 19 anos o seminário, que é esse espaço de orientação, de reflexão,
trabalhadores dessa casa que recebem no atendimento fraterno, irmão, irmãos em busca de auxílio, de orientação. Então assim surgiu há 19 anos o seminário, que é esse espaço de orientação, de reflexão, de consolo às dores que envolvem o adoecimento pela dependência química. E esse ano o nosso tema é um tema voltado à reflexão sobre a liberdade. Então o nosso tema central ele fala da libertação interior, o despertar da consciência para a vida real. Mas como é um tema complexo, o que que nós vamos fazendo? Nós vamos desmembrando em subtemas. Então, cada dia, desde segunda-feira, nós temos aqui refletido aspectos desse despertar, dessa libertação interior. E hoje nós vamos continuar nessa jornada buscando nos aproximar desse sentido, dessa reflexão, dessa dualidade entre libertação e aprisionamento. E eu não sei se vocês pararam para pensar um pouquinho, mas Grupo Miozotes, né? Dependência química, grupo miozotes. Por que miozotes? Miótesis é uma flor delicada. E a metáfora aqui, o símbolo é que muitos de nós e dos nossos filhos são esses seres delicados que exigem um pouco mais de atenção da nossa parte. E ontem o Pedro Paulo, que foi o nosso irmão que nos trouxe a reflexão, ele falou: "É aqueles que exigem mais atenção, mais bondade, mais tolerância, como a flor que precisa, como o miozotes, que precisa do nosso cuidado diferente para que ele continue florescendo, continue lindo e delicado como é a flor." Então, alguns dos nossos filhos são assim, a exigirem de nós um pouco mais, mas ao exigir de nós um pouco mais, também nos ajudam e nos ensinam a ser criaturas melhores. Então, esse é o símbolo desse grupo tão querido pros nossos corações, para esses irmãos tão amados das nossas almas. E com esse sentimento, né, de fraternidade, de amor, de acolhimento, de gratidão por esses irmãos que partilham conosco as suas experiências, por aqueles que vêm aqui nos nossos seminários trazer as suas experiências, o seu conhecimento para nos ajudar na nossa jornada. Então, com esse sentimento de família, nós
onosco as suas experiências, por aqueles que vêm aqui nos nossos seminários trazer as suas experiências, o seu conhecimento para nos ajudar na nossa jornada. Então, com esse sentimento de família, nós convidamos a nossa vice-diretora da diretoria de atendimento e orientação, Ruteia, para fazer a nossa prece para que a gente buscando a sintonia com o plano superior fortaleça ainda mais esse laço, esse sentimento de fraternidade que vai nos ligando. Boa noite a todos. Que a doce e paz de Jesus se faça presente em nossos corações nesse momento tão importante para a diretoria de atendimento e orientação. Vamos fazer a nossa prece, né? A hora que nós nos reunimos, hora que nossos corações entrem em contato com esse coração divino em forma de agradecimento por por esse tempo todo, né? 19 anos que nós estamos aqui à frente da do seminário de dependência sobre dependência química e agradecer a Jesus, a Deus, a Dr. de Menezes, aos mentores dos que nos guia nessa nossa, nesses nossos grupos, por eles estarem nos incentivando sempre, toda semana, toda semana nós temos uma alegria de estar num grupo, às vezes para as pessoas que não têm conhecimento sobre a doença, tão difícil, tão difícil, mas é uma gratidão imensa, imensa que nós temos. é um aprendizado imenso, é um aprendizado assim que não tem não tem tamanha explicação para ele. Então isso graças a essa espiritualidade que nos acolhe e nos dá o sustento para que a gente continue cada ano fazendo esse seminário com a qualidade de expositores, que são expositores também do coração, que já estão acostumados a estar conosco. nós com eles. Então, também é outro agradecimento. Mas todos os dias nós pedimos a Deus, a Jesus, aos bons espíritos, que nos reforce na nossa vontade de estar presente, na vontade de fazer melhor, na vontade que cada um que entra aquela porta da sala 13, ele com o tempo ele possa sair restabelecido. estabelecido, ele possa sair eh animado, ele possa sair alimentado das bênçãos que ali ele foi receber. Então, nós
a um que entra aquela porta da sala 13, ele com o tempo ele possa sair restabelecido. estabelecido, ele possa sair eh animado, ele possa sair alimentado das bênçãos que ali ele foi receber. Então, nós pedimos que nos ajude sempre. Não é ajudar só a coordenação, não. É ajudar todos nós que estamos ali, porque todos nós temos um pezinho lá na doença. Todos nós. Quem é que não tem um hábito? Quem é que não tem uma dependência? Quem não tem uma química? que tá ali nos perseguindo ou nós perseguindo elas, né? Então a gente pede sempre a esse bom Jesus, a esse bom pai que nos fortaleça a cada dia e que nos fortaleça hoje para que a gente saia daqui bem mais sábio sobre essa doença do que nós aqui chegamos. E aqueles que estão no nos ouvindo também, que possa multiplicar para aqueles outros. É tão bom quando a gente sabe e leva esse saber para o outro. E que a espiritualidade nos ajude a ser aquele pombo correio que vai levando aquele beijaflor que leva para aquela família, para aquele aquela pessoa que está ali na na condição de ou dependente ou de codependente. E pedimos também pelo José Carlos, nosso grande amigo, né? Que as bênçãos desse pai maior recaia sobre ele na na tarefa de palestrante da noite de hoje. Que assim seja e graças a Deus. Bem, meus irmãos, o nosso tema dessa noite está projetado aqui, né, entre correntes invisíveis e a escolha consciente, uma visão espírita da dependência química. E como a Rute nos falou, os nossos expositores são sempre seres muito queridos do nosso coração. E hoje nós recebemos aqui com muita alegria, com muito carinho o José Carlos para compartilhar conosco o seu conhecimento, a sua experiência acerca dessa temática. José Carlos, é com você. >> Caras irmãs, caros irmãos, boa noite, né? nos compete hoje falar um pouco a respeito desse tema entre correntes invisíveis, né, que parece ser um um nome que nos agrada a nós espíritas, né, porque sabemos que muitas vezes estamos presos a correntes ou participamos de situações que nos acorrentam de alguma
entes invisíveis, né, que parece ser um um nome que nos agrada a nós espíritas, né, porque sabemos que muitas vezes estamos presos a correntes ou participamos de situações que nos acorrentam de alguma forma e são invisíveis aos nossos olhos, mas não são necessariamente invisíveis ao nosso espírito. E a gente vai falar disso no decorrer da nossa fala. e a questão da escolha inconsciente, da escolha consciente no caso da palestra, porque na maior parte das vezes as nossas escolhas no nosso processo de vivência humana t sido escolhas inconscientes. E as escolhas inconscientes são aquelas escolhas que a gente não tem uma clareza de estar tomando e toma aquela decisão e toma aquele caminho e toma aquele comportamento muitas vezes por falta de um conhecimento mais adequado a respeito da temática. E por isso é que é importante o estudo da dependência. E aqui nós vamos avançar um pouco mais, ousar um pouco mais nessa proposta para dizer que dependência não é só uma questão química. E todos nós sabemos disso. Temos dependências de muitas ordens, de muitos tipos. E nós temos principalmente dependências uns dos outros e dependências que são às vezes maléficas. E a gente pode dizer que toda dependência tem o seu aspecto químico. Toda dependência tem o seu aspecto químico. Isso nos leva a refletir a respeito de que é dependente químico não só aquele que utiliza uma substância, né? aquele também que tem comportamentos equivocados com relação ao sentido da sua vida, ao propósito da sua existência, que tem relações equivocadas em família, em trabalho, relações equivocadas consigo próprio, está formatando dentro do próprio cérebro uma condição química que vai levá-lo à repetição desses atos, tal qual os nossos irmãos usuários de substâncias nocivas à sua saúde fazem. e acabam desenvolvendo então o que nós chamamos de dependência química. No caso, a dependência química que em foco e a dependência que pela qual e a respeito da qual o grupo Meiozotes trabalha é a dependência de substâncias.
ntão o que nós chamamos de dependência química. No caso, a dependência química que em foco e a dependência que pela qual e a respeito da qual o grupo Meiozotes trabalha é a dependência de substâncias. Então, impõe para nós espíritas eh uma a necessidade de uma reflexão. E essa reflexão é saber se superar a dependência química é um desafio da ciência ou da espiritualidade. E quando nós estamos falando de espiritualidade, nós não estamos falando especificamente de espiritismo. Nós sabemos que a espiritualidade é um conjunto de valores que nós podemos e devemos desenvolver na nossa existência para que a gente cumpra o propósito da nossa existência, o propósito do existir. Nós vamos falar muito na nossa fala do sentido do existir e do propósito do existir. Nós espíritas sabemos que o sentido e propósito, ao mesmo tempo da nossa existência terrena, da nossa encarnação, é único. É o propósito da evolução espiritual. Todo o resto que nos acontece são meras circunstâncias que vêm à nossa vida para que a gente possa cumprir esse desiderado, que a gente possa cumprir essa programação. Ninguém está a passeio na existência. Ninguém está somente para aprender nessa existência. O livro dos espíritos é muito claro em nos informar que a razão da reencarnação é passar pelas provas e expiações de que você precisa passar e de colaborar com a tarefa de Deus na terra. De um modo geral, quando a gente lê o livro dos espíritos, a gente fica sabendo, nós espíritas que, ah, ok, eu tenho provas pelas quais eu tenho que passar. As provas, na verdade, nada são além do que as circunstâncias que uma escola nos oferece, né? A vida é uma escola, a vida terrestre é uma escola onde nós aprendemos. E para que eu saiba que aprendi, saiba que sei, eu preciso de passar pelas provas. Então, eu escolho as provas da minha existência com amigos espirituais antes da minha encarnação. Aí a gente pergunta, né, eh, a inserção do da pessoa num processo de dependência emocional ou num processo de dependência química é uma escolha?
ência com amigos espirituais antes da minha encarnação. Aí a gente pergunta, né, eh, a inserção do da pessoa num processo de dependência emocional ou num processo de dependência química é uma escolha? Essa é uma pergunta que a gente deve responder ainda hoje, mais pro final, né, da nossa fala. É ou não uma escolha? não é? Então, eh, se é uma escolha, eh, será se essa situação deve ser resolvida por um processo espiritual? se não é uma escolha, né, o processo médico e terapêutico é um processo adequado. Eh, o fato é que sabemos que as duas situações são importantíssimas, são fundamentais para que a gente lide com essa situação. Então, vamos tentar compreender eh como é que como é que a gente pode encarar uma situação de dependência química. Seja uma situação que a gente esteja vivendo, seja uma situação que um familiar esteja vivendo, uma pessoa conhecida ou quem quer que seja, nós não sabemos o que a vida nos reserva em termos de amanhã. Pode ser que amanhã nós não tenhamos hoje nenhum problema com essa questão de dependência química e amanhã a gente se depara com uma criatura, um irmão em sofrimento, a gente pode ajudar. E para ajudar essas pessoas, eh, é preciso que haja um planejamento. A gente não pode simplesmente nos colocar, né, de uma forma empática, pura e simplesmente, né, lamentando com o outro, aconselhando pura e simplesmente o outro a sair de uma situação que ele nem sabe como entrou, que ele não sabe qual é o caminho. dizer pra pessoa sair da situação é fácil, saia da situação. O problema é dizer como ele vai sair da situação. E o grande problema é que não existe um roteiro único capaz de ser aplicado a todas as pessoas, porque a circunstância da dependência é individual, é única, é particular, é da história do próprio espírito. Se é da história do próprio espírito, né, é uma história que remonta vidas passadas. Não é uma história simplesmente de uma encarnação, da encarnação presente. Temos situações de irmãos, né, que um se volta paraa droga e o outro não. E viveram sempre,
tória que remonta vidas passadas. Não é uma história simplesmente de uma encarnação, da encarnação presente. Temos situações de irmãos, né, que um se volta paraa droga e o outro não. E viveram sempre, né, as mesmas circunstâncias, viveram no mesmo ambiente. Então, nós temos uma questão espiritual anterior que às vezes predispõe a criatura nesse sentido. ao final a gente vai acabar eh entendendo que o processo, né, é tão importante lidarmos com a com o a a o método científico, com a dimensão científica, que é a medicação, que é a medicação e a terapia, quanto com a questão espiritual que o próprio centro espírita pode e deve oferecer, dando à criatura que vem que venha procurar o nosso centro. qualquer um centro, né, a oportunidade de desenvolver valores espirituais. Esse é o propósito. O propósito principal do tratamento do dependente químico, na minha visão, é o propósito de acender nessa pessoa uma chama, um fogo interno que vem a brilhar dentro dele, iluminando uma predisposição de mudança e de desenvolvimento de valores. a tal reforma íntima que não precisa de ser, né, exatamente como nós imaginamos muitas vezes erroneamente de que, ah, eu vou fazer a minha reforma íntima através do sofrimento ou da dor. Não, eu vou fazer através do esforço, eu vou fazer através do comprometimento, eu vou fazer através da compreensão. Se eu não compreender o processo, se eu não souber onde eu estou, eu não sei para onde vou. Se eu não souber onde eu estou no meu processo de dependência, no meu processo de desenvolvimento, eu não saberei medir as minhas forças, nem orientar os meus passos num roteiro que seja adequado para que eu chegue ao final, que eu chegue, né, ao ao local desejado, aquele local, né, que eu gostaria de chegar com meu espírito. Então, eu falava que a gente precisa de um roteiro para compreender, né? Então esse roteiro vai trazer para nós, né, a gente precisa de conhecer, né, um contexto. Se eu for ajudar alguém na casa espírita ou um amigo, eu preciso de saber o contexto. Qual o contexto? O que
? Então esse roteiro vai trazer para nós, né, a gente precisa de conhecer, né, um contexto. Se eu for ajudar alguém na casa espírita ou um amigo, eu preciso de saber o contexto. Qual o contexto? O que que acontece com essa pessoa para que ele tenha entrado na questão da dependência química? Porque não é a mesma história, nós já dissemos, é a história do espírito. Então o tratamento é individualizado. Dentro desse contexto, eu tenho que fazer uma mensuração dos desafios e nós vamos ver quais esses são os desafios. E a maior parte desses desafios são as correntes invisíveis que o nosso tema sugere. Muito boa parte dessas correntes invisíveis são espirituais, mas muitas são da nossa vivência comum. Depois de mapeado isso, eu preciso de uma ação, obviamente, porque não vai adiantar eu simplesmente frequentar o centro, frequentar o frequentar o grupo Meus ou qualquer um outro grupo de apoio para que eu me transforme. Ali é um lugar, o grupo Meozotes, no caso de outros grupos, é um lugar em que eu receberei informações, que eu terei conhecimento disponível que me ajude nessa ação. Ação é individual. O outro não pode fazer isso por mim. Ninguém pode fazer isso pelo outro, infelizmente, né? Então, a ação é da individualidade, mas ela pode ser ajudada. E nós sabemos que nessa ação a presença da espiritualidade é uma presença constante, é uma presença de tururna, né? Não depende, mesmo que a pessoa tenha uma dificuldade ou não queira mesmo sair daquela situação, n? E a gente já ouve, já, né, ouvimos algumas vezes pessoas dizendo: "Não, eu não vou deixar o uso dessa substância. Eu não sei o que eu faria sem isso. Eu não sei o que fazer depois. Qual o sentido de viver se eu não tiver isso, né? Então ele vai precisar, essa essa pessoa de uma ação muito bem coordenada para que ele possa chegar lá, para que ele possa chegar a um resultado, né, ao que a gente espera. E o resultado, qual é? é a liberação do espírito, a iluminação do espírito, é a tomada de consciência, nãoé? Eh, nós
ssa chegar lá, para que ele possa chegar a um resultado, né, ao que a gente espera. E o resultado, qual é? é a liberação do espírito, a iluminação do espírito, é a tomada de consciência, nãoé? Eh, nós vamos eh eh ver isso aqui na continuidade. Então, o contexto, o que que é uma dependência, né? Acho que a gente não precisa definir uma dependência, né? Mas a gente pode dizer que a dependência, em termos quase filosóficos, é uma ilusão de liberdade. A droga nos traz uma ideia, né? A droga lícita, nãoé? Existem drogas ilícitas e as drogas ilícitas, nãoé, nos trazem uma ilusão de liberdade, né? É a eh a busca da liberdade pelo falso caminho do prazer. Nós, quando encarnados, né, falamos já do livro dos que o livro dos espíritos nos ensina que a gente tem missões e provas para passar, né? E estamos aqui também para colaborar com a obra de Deus na terra, né? Isso é trabalhoso. Toda mudança é trabalhosa. Toda toda eh necessidade evolutiva é trabalhosa. Toda evolução indica mudança. E mudança causa desconforto. Mudança causa dor, principalmente essas mudanças de que nós estamos falando. E nós entramos num espaço de uma ilusão de que teremos liberdade nesse planeta que nós vivemos. que nós teremos liberdade de ação completa, teremos liberdade de sensações, liberdades de pensamento. E nós fazemos isso através de um caminho falso, porque nós nos prendemos a essas correntes invisíveis com essa ilusão de estarmos libertos. Mas libert, né? Muitas vezes essa liberdade que a gente imagina ter ou que a gente quer é uma liberdade da ação necessária para evolução do da da do nosso espírito, tá? Muita gente diz: "Eu não pedi para nascer, eu não quero essa vida tumultuada, difícil, complicada". E a vida está realmente difícil, tumultuada e complicada. E a notícia ruim é que ela pode ficar ainda um tanto mais difícil, complicada. Por quê? Porque nós estamos no momento de transição, né? O espiritismo, vocês já ouviram falar disso n vezes, né? que o nosso planeta está numa num momento de transição de
to mais difícil, complicada. Por quê? Porque nós estamos no momento de transição, né? O espiritismo, vocês já ouviram falar disso n vezes, né? que o nosso planeta está numa num momento de transição de expiação e provas, que é a condição em que nós estamos para um planeta de regeneração, em que aí sim, né, nós teremos uma possibilidade de experimentar, né, num grau determinado esse sentimento de liberdade que se confunde também com um sentimento, uma ideia de plenitude interna, de plenitude de pensamento. de cognição, de plenitude de sentimento, de plenitude do meu espírito, né, ou da minha alma, né? Só que tem um problema no meio do caminho, né? Como dizia o poeta, né? No meio do caminho há uma pedra. Então, no meio do caminho do dependente existe uma pedra e a gente precisa de conhecer o que é essa pedra. Existem muitas, né? Mas vamos falar de uma que o tempo que nós temos não é suficiente para falar de tudo. Vocês já ouviram falar de dopamina, né? Dopamina o que que é um neurotransmissor, que é uma substância que temos no cérebro, né? Que é responsável, né, por sensações, né, é envolvido por sensações de motivação, prazer, recompensa, foco, né? Toda vez que a dopamina atua no nosso cérebro, a gente tem essas eh esse sentimento de motivação, de prazer, de recompensa, né? E aí a dopamina é chamada como de substância do prazer. Mas na verdade há um erro, né? Porque eh na verdade ela não é a substância do prazer, ela é a substância da busca. Eu diria mais, os autores dizem isso que é a substância da busca. Eu diria mais, é a substância da prisão, é a chave da corrente, né? A dopamina é o que dá prazer e é o que faz com que o cérebro depois faça aquele mesmo circuito, busque aquela mesma condição para obter aquele prazer que foi obtido com o uso da droga e que é rápido e que termina muito rapidamente, né? e que não tem uma consequência, não tem um efeito posterior que seja duradouro. Então, nós vamos buscar droga, a droga novamente e novamente e na maior parte das vezes em
ermina muito rapidamente, né? e que não tem uma consequência, não tem um efeito posterior que seja duradouro. Então, nós vamos buscar droga, a droga novamente e novamente e na maior parte das vezes em quantidades maiores para atender a necessidade que já existe dentro do nosso cérebro. Daqui a pouco nós vamos explicar melhor porque que a gente tá falando de dopamina. Aí a dopamina cria dentro da nossa cabeça o que a gente chama de circuito do prazer ou sistema de recompensa. Aqui, só para vocês terem uma ideia, né? Nós temos aqui um cérebro, né? Então, quando a pessoa usa uma droga, né? Essa droga vai fazer um circuito, ela vai para diversas áreas cerebrais, né? e forma o circuito da recompensa. Ou seja, daqui a pouco o nosso cérebro todo vai estar reclamando aquela substância para ele sentir bem, para ele proporcionar pro ser aquele sentimento de bem-estar. Isso tem implicações espirituais gravíssimas. É um processo fisiológico, mas tem eh consequências que nós veremos. Então esse sistema, né, de recompensa vai fazer o quê? Com que o cérebro eh trabalhe com eh um conceito que nós, né, que a ciência, né, conhece, que chama neuroplasticidade. Antigamente a gente pensava que o cérebro fosse, né, um órgão que nunca mudava, mas o cérebro muda, ele muda de tamanho, ele muda de quantidade de neurônios. Tem neurônios que morrem, tem neurônios que nascem, né? Ele tem toda uma atividade, se chama neuroplasticidade. Então, toda vez que eu uso uma droga e que eu faço esse circuito dentro do meu cérebro, eu altero a dinâmica interna do meu cérebro. Agora, veja bem, né? Cérebro é o que nós temos aqui, ó, né? Na caixa craniana. A mente não tá está no cérebro. Nós sabemos disso. A mente está no espírito. Quem comanda o cérebro é o espírito. O espírito comanda o cérebro, mas não necessariamente eh de acordo com a vontade exclusiva do espírito, né? Através Deus criou dois princípios, né? O princípio espiritual e o princípio material. do princípio espiritual criou os espíritos, do
essariamente eh de acordo com a vontade exclusiva do espírito, né? Através Deus criou dois princípios, né? O princípio espiritual e o princípio material. do princípio espiritual criou os espíritos, do princípio material criou a matéria. A gente conhece isso do livro dos espíritos, né? E essa matéria é mutável. E a matéria, o corpo que nós temos, é um instrumento do espírito. Então, o espírito pode perfeitamente querer atuar num corpo que está danificado. Ele não consegue. Vamos supor, quando nós envelhecemos ou quando nós adoecemos fortemente, a gente tem um espírito que pode estar fortalecido. O espírito na assim que a pessoa desencarna pode quase que imediatamente, né, e se perceber no mundo espiritual como rejuvenescido, curado, né, perfeitamente senhor das suas eh propriedades todas, né, como se ele tivesse curado repentinamente. Então, o espírito pode estar fortalecido, mas o corpo não responde. Então, nós atuarmos o nosso corpo, nós estamos dificultando a ação do espírito. Quando a gente altera, né, a o nosso cérebro com essa neuroplasticidade negativa e condicionamentos, nós estamos dificultando a ação do espírito, do nosso próprio espírito em nosso favor. Essa essa é uma das das questões, né, que afeta, né, que a droga acaba afetando, nos afetando no mundo espiritual, né, porque então isso acho que é importantíssimo da gente considerar e refletir, nãoé? Eh, o o declínio do corpo físico não significa necessariamente um declínio do nosso espírito, né? Não, não significa. Existem pessoas em condições orgânicas extremamente debilitantes, eh, né, extremamente debilitantes e que tem uma força espiritual muito grande. Me lembro aqui do Jerônimo, quem já ouviu falar do Jerônimo? Jerônimo aqui na comunhão mesmo, né, acamado, deitado numa maca aqui, né? Eh, e com uma presença espiritual pujante, forte, né? Realmente muito forte, né? Não era um espírito abatido. O corpo, sim, mas não era um espírito abatido. Eh, então a síntese espírita, o que que o espiritismo fala disso, né?
iritual pujante, forte, né? Realmente muito forte, né? Não era um espírito abatido. O corpo, sim, mas não era um espírito abatido. Eh, então a síntese espírita, o que que o espiritismo fala disso, né? O ambiente que nós estamos e o nosso corpo físico são instrumento de reajuste, são instrumentos do nosso propósito de vida, que é de crescer espiritualmente, né? Mas quem decide o rumo dessa do o rumo da regeneração é o espírito. O espírito é sempre o mais forte. Se nós fortalecermos o nosso espírito, desenvolvendo valores de espiritualidade, né? nós certamente teremos maior empenho, maior força para cuidar das nossas dificuldades. Agora, aí vem uma outra consequência para essa espiritual, para essa situação, né, da dependência química, afetando o nosso cérebro físico, né? Vocês devem ter lido na maior parte dos livros, eu espero que todos os livros da série André Luiz, né? E André Luiz traz lições fantásticas, maravilhosas, principalmente na conversa com os instrutores que o acompanharam. Nada de uma das n conversas que ele tem com o instrutor Clarêncio, né? Ele deixa a entender, né? Ele traz uma ideia. Isso Chico psicografou André Luiz lá nos anos final dos anos 40, né? Começo dos 50, né? ou até tem livro de 43, se não me engano, no nosso lá, né? Eh, eh, e a ciência hoje comprova isso. O que que o André Luiz falava, né? Dizia: "Olha, né, o nosso cérebro ele tem aqui, vou colocar no nas minhas palavras, são as palavras dele, né? Nosso cérebro tem três andares. O primeiro andar é o instinto que tava presente lá no começo da evolução humana, quando nós, seres humanos, na, a espécie humana, né, ainda estava nos primórdios da evolução, no começo da evolução. Então, a gente só tinha instinto, né? Depois ele adquiriu uma outra camada cerebral que é a sensibilidade, que é a a a emoção, a área que lida com as emoções, que em ciência chama sistema límico, né? Então a gente tem um instinto, aí vem uma outra camada física mesmo, cresceu o neurônio aqui dentro, né? E ve, a gente
emoção, a área que lida com as emoções, que em ciência chama sistema límico, né? Então a gente tem um instinto, aí vem uma outra camada física mesmo, cresceu o neurônio aqui dentro, né? E ve, a gente passou a lidar com as emoções. Depois que a espécie humana lidou com instinto, com emoção, aí cresceu uma outra camada que é razão, é o córtex cerebral, neocórtic cerebral. Então, o nosso cérebro, de todos nós aqui, tem esses três, essas três etapas. Nós convers nós conservamos essa, essa estrutura primitiva que é do instinto, né, da sobrevivência. nós conservamos, né, e usamos demais, né, o sistema límbico, que é a parte das emoções, e temos o córtex cerebral, que é da razão e que a gente usa pouco. Essa aqui é verdade. Então, diz André Luiz que a próxima etapa de evolução da espécie humana não vai ser crescer mais um cérebro, mais uma camada cerebral na cabeça de ninguém, mas vai ser a especialização de uma área cerebral que chama córtex pré-afrontal. O córtex pré-afrontal é uma área do cérebro que está aqui, ó, na parte na nossa testa, né? Nessa figura aí vocês veem eh onde que tá. Essa é a parte do cótex pré-afrontal. E ok, o que que esse córtex pré-afrontal faz? Ele é o centro do autocontrole, centro da reflexão, da empatia, da consciência moral e da capacidade de escolher o bem. Isso a ciência já descobriu. Isso já é matéria científica, já é matéria acadêmica. Não. E a André Luiz disse que a próxima etapa evolutiva, né, seria uma especialização de um desse dessa parte do córtex préfrontal, eh, principalmente do lado direito, né, em que vai ser desenvolvido mais essa questão da nossa possibilidade de uma sintonia fina com a espiritualidade, né, de ter uma capacidade empática maior, uma compreensão dos processos e das relações mais regulada, né? Então, eh, uma muita gente fala eh trata isso como de intuição, uma capacidade de percepção que beira a intuição. Então, a nossa intuição cresceria, né, muito e a nossa capacidade, né, de intercomunicação com o mundo dos espíritos, cresceria, né,
como de intuição, uma capacidade de percepção que beira a intuição. Então, a nossa intuição cresceria, né, muito e a nossa capacidade, né, de intercomunicação com o mundo dos espíritos, cresceria, né, absurdamente. É o que deve vir, né, nessa próxima etapa da transição terrestre, né? Eh, então, eh, isso é o que acontece, né? O desenvolvimento é fonte da intuição, ampliação da sensibilidade moral, maior percepção espiritual, integração profunda entre razão e sentimento. Isso é o que se espera, tá? e domínio emocional superior. Então, quem tiver isso aqui no futuro não ser é um ser evoluído, sem dúvida nenhuma que é um ser evoluído, né? E uma consciência maior. Agora, por que que a dependência química pode afetar e dificultar esse crescimento, né? Pode afetar ou dificultar esse crescimento, né? o uso abusivo de drogas, porque ele enfraquece, né, esse nosso eh eh córtex préfrontal. Então, quem usa a droga de uma forma rotineira, constante, de uma forma abusiva e se torna independente, né? A primeira coisa que acontece na área cerebral é esse enfraquecimento do autocontrole. muitas drogas. Ele usa uma vez e já praticamente tá viciado para daqui. Ele usa hoje, amanhã ele quer de novo, amanhã de manhã ele quer de novo, à tarde de novo, à noite outra vez e, né? E aquilo passa a fazer uma rotina, eh, passa a ser uma rotina, né? Então, na vida do indivíduo. Aí ele perde o autocontrole, ele perde os freios morais. eh a eh eh usuários abusivos, né, são pessoas que muitas vezes, né, eh são capazes de agredir até familiares, né, existem n casos, né, de conheço caso agora recente, eh, de um rapaz que entra em casa na casa da irmã, pega o laptop da irmã e sai correndo para vender. Isso ele já fez com com laptop, já fez com freezer, né, com com e e com aparelhos eletrodomésticos de da casa, né, de um modo geral, né? Então, a pessoa tem uma dificuldade enorme com freios morais. Para o que que é um freio moral? Não é simplesmente saber, né, ah, isso é bom ou é ruim, é certo ou errado,
asa, né, de um modo geral, né? Então, a pessoa tem uma dificuldade enorme com freios morais. Para o que que é um freio moral? Não é simplesmente saber, né, ah, isso é bom ou é ruim, é certo ou errado, é pecado ou não é pecado, tá escrito ali, não. O freio moral às vezes vem de uma consciência que a própria pessoa tem, porque é, né, tá inscrito no nosso espírito, né, na fase de evolução que nós estamos, todos nós temos já inscrito no espírito, né, uma inscrita no espírito, uma consciência moral. Eu posso até não conseguir falar dela, eu posso não conseguir eh eh deixar ter isso muito claro, mas ela existe e eu tenho a consciência dela. Eu sei que estou fazendo uma coisa que não deve. Eu às vezes não, eu tenho liberdade, eu vou usar, eu vou fazer, né? Eu vou estar nessa situação, vou permanecer nessa situação. Mas tem lá o o grilo falante, né, que é a consciência dele dizendo errado, não pode, não deve ser assim, né? Eh, de uma forma eh clínica, a gente já trabalhou com pessoas, né, que dizia claramente: "Eu sei que não posso, eu sei que eu estou no limite, mas eu não consigo, né? Eu não consigo. O pior que essa pessoa de quem eu tô estou me lembrando tinha uma família que o cobrava continuadamente. Não, você não faz porque você não quer. Você não faz porque você não pode. Não não não não. Se você porque você é a si mesmo, né? Eh, na verdade eh, nós vamos ver aqui que o livro dos espíritos vai nos falar, os espíritos vão dizer que falta vontade eh férrea, né, da do ser humano para sair dessas situações, né? Mas não basta simplesmente a vontade, né? A vontade precisa de ser alimentada. A gente pode ter uma vontade, mas vontade fraca, como esse que eu comentei com vocês, que diz: "Eu não posso, eu tenho que sair disso, eu sei que, mas eu não dou conta". Porque ele tinha a vontade, mas uma vontade fragilizada, porque essa área cerebral dele também estava fragilizada. Então, vontade não é só uma questão de querer, é uma questão também de ter uma estrutura o espiritual e orgânica e
as uma vontade fragilizada, porque essa área cerebral dele também estava fragilizada. Então, vontade não é só uma questão de querer, é uma questão também de ter uma estrutura o espiritual e orgânica e física necessária para que a gente possa exercitar. Então, na embaraça as percepções mais elevadas da consciência, dificulta uma visão de continuidade da existência, afetamente de um modo geral. Ora, né? Eh, se essa situação, deixa eu voltar aqui para essa, se essa situação então afeta essa região do nosso cérebro, essa essa essas experiências estão gravadas na nossa mente. Quando eu for reencarnar novamente, eu vou trazer essas consequências. Então, é possível que se eu não trabalho uma dependência química em uma encarnação, eu venha com esse processo mais uma vez numa outra encarnação. E não será necessariamente uma prova, nem uma expiação, simplesmente é uma condição do espírito. Porque o fato é que desencarnar não leva ninguém à santidade, não é? Ninguém se torna santo porque morreu, porque desencarnou. nós desencarnamos e continuamos com todas as nossas condições existenciais, as mesmas condições que tínhamos aqui, né, durante a nossa encarnação. Então, eu vou levar essa condição de dificuldade que eu desenvolvi que afetou, na afetou o meu espírito para outras encarnações. Então, ah, não, eu tô aqui e com essa dificuldade, a pessoa tá aqui com essa dificuldade, certamente tá pagando o karma, né? Deve ser o karma dele. Não, não é o karma, o karma dele no sentido orientalista da da dessa palavra, né? É, houve um dano e o dano tem que ser restaurado. É a mesma coisa do suicídio. Uma pessoa que se mata, né, de uma forma violenta, suponhamos, dá um tiro no cérebro, né, ele vai afetar a estrutura física do perespírito, né? Quando ele vai reencarnar, o perespírito terá aquela marca, né, do que ele fez. No caso da droga é igual nós, né, o uso da droga afeta o corpo e afeta o perespírito, né? Vamos deixar claro, né? Nós sabemos no espiritismo que não existe retrocesso evolutivo,
a, né, do que ele fez. No caso da droga é igual nós, né, o uso da droga afeta o corpo e afeta o perespírito, né? Vamos deixar claro, né? Nós sabemos no espiritismo que não existe retrocesso evolutivo, né? Ninguém para de evoluir. Então, o que que acontece com esse espírito, né, passando por por essa circunstância? ele deixa de evoluir, ele retrograda, ele volta passos atrás. Não. O espírito em si vai guardando todas as experiências, todos os aprendizados. Só que ele não tem como fazer esse aprendizado atuar num perespírito ou num corpo físico que está danificado, porque com o uso da droga, então eu estarei danificando a o meu corpo físico e o meu perespírito, certo? Né? Eu espero que isso tenha ficado, né? Claro, porque esse acho que é o ponto mais importante paraa reflexão quando a gente está dentro desse campo, né, do uso da do uso da droga, né? Então nós já vimos isso aqui, então o contexto, as correntes invisíveis e as raízes dos do desequilíbrio, quais são? Então, voltando agora então para conhecer também ampliar, né, esse conhecimento e de quais são essas raízes, essas correntes invisíveis, nós temos raízes espirituais, né, que são as provas e as tendências reencarnatórias, que nós já falamos delas, né? Às vezes, né, eu passei por, além de ter danificado essa coisa, essa a minha situação perespiritual, eu passei por situações, eu fiz coisas com o ambiente, eu fiz coisas com o meu corpo, eu fiz coisas com pessoas que eu vou ter que ressarcir de alguma forma, né? Então, eh, essas raízes, essas essas condições podem fragilizar, né, podem fragilizar o meu perespírito de forma que eu fique tendente, né, a ter essa corrente me envolvendo, né, eu vou ter que me libertar disso de alguma forma. as culpas, né? Muitos espíritos da são eh eh assim, os espíritos são quase unânimos, unânimos para dizer que um dos piores sentimentos que o ser humano tem alimenta é a culpa, né? Porque a culpa eh leva a uma ideia de acomodação. Ah, eu tenho culpa, eu fiz isso porque eu não consigo, eu sou assim mesmo e a
e um dos piores sentimentos que o ser humano tem alimenta é a culpa, né? Porque a culpa eh leva a uma ideia de acomodação. Ah, eu tenho culpa, eu fiz isso porque eu não consigo, eu sou assim mesmo e a pessoa se acomoda. E há meios de sair da culpa, obviamente, porque um espírito culpado, um perespírito, né, eh eh assim cheio dessa energia culposa, vai reencarnar eh pensando em fugir, né? ele vai fugir desse desse malestar. E a fuga do mal-estar, a fuga que ele já conhece, é através da droga, né? Influências obsessivas. Esse é um ponto fundamental, né, que nós espíritas conhecemos e e valorizamos no sentido de conhecer para atuar em cima, para trabalhar a respeito disso. Mas não só o espiritismo, né, fala de influências obsessivas. Nós falamos que a obsessão, né, muitas vezes é causada e é mesmo pela própria pessoa, né? Se existe um espírito obsessor, existe um obsediado que se conectou também a essa entidade. Nunca é um processo unilateral, não é um caminho de mão única, é um caminho, é uma via dupla, é uma via, uma via de mão dupla, né? Então, eh, as influências obsessivas vão acontecer muitas vezes porque a gente fica conectado durante o uso de drogas, a gente fica conectado com espíritos que necessitam daquela energia que eu produzo no meu psiquismo e que o espírito vai se alimentar dela. Nosso irmão vai se alimentar daquela energia negativa que o leva a uma ideia muito rápida, né, de bem-estar, né? E por isso ele vai pedir que o usuário use mais. Então, além das questões fisiológicas, além dessa questão cerebral, né, nós temos sempre, né, eh, nessas condições, momentos em que nós teremos companhias espirituais nos levando eh ao ao uso ou abuso da circ da da substância. existem é só a questão espiritual, não. A pessoa tem outras correntes, vai para pras drogas também na principalmente no tempo atual por conta de uma cultura da rapidez, de um imediatismo, né? A nossa vida hoje é uma vida, a gente tava falando de tempo, né? Nossa, já é Natal. Você não, você tá errado, já
incipalmente no tempo atual por conta de uma cultura da rapidez, de um imediatismo, né? A nossa vida hoje é uma vida, a gente tava falando de tempo, né? Nossa, já é Natal. Você não, você tá errado, já passou o ano novo, você não viu, piscou, passou. Então a obtenção do tudo que nos dá prazer é imediato na nossa vida hoje. É tudo descartável, praticamente até as relações hoje são descartáveis, infelizmente, né? tem um uma um um pensador, né, fantástico que diz que, né, a modernidade faz com que, né, a eh essa cultura, né, que ela é como uma coisa líquida que escorre pelos nossos deuses. Você não segura mais o bem-estar na mão e permanece com ele na mão, porque isso escorre pelos deuses, porque tem sempre algo novo, né, te desafiando a comprar, a adquirir, a experimentar, a vivenciar, né? Nós deixamos um tempo anterior de uma certa acomodação na experiência vivencial para vivermos um imediatismo. Tudo tem que ser resolvido agora. a vida, né, anda assim a a a uma velocidade estonteante. E o que é principal dessa questão social, no caso da dependência é a questão eh da anestesia das dores, né? Eu não quero sentir dor, eu não quero sentir o desprazer do meu pai me fazendo uma cobrança, eu não quero ter a cobrança da escola. Eu não quero, eu menino 15 anos de idade, tô na escola, não quero ser a dor de ser diferente daquele grupo que tá indo formar maconha. Eu vou ser igual ou tá usando uma outra droga qualquer, eu vou ser igual. Eu vou fazer para uma questão de aceitação, porque a não aceitação nos grupos e pro e pro adolescente grupo é é um e é uma é uma uma questão, é um momento a vivência em grupo é um momento importantíssimo no desenvolvimento do adolescente. Então ele vai seguir muitas vezes na abandona um pouco a regra da regra da casa ou deixa de lado e vai seguir a regra a regra do grupo, né? Porque dói não ser igual, dói não ser aceito, né? Então a gente vê que a família tem aí, né, um peso enorme, né, tem uma importância fundamental na na no trabalho, na lida
regra a regra do grupo, né? Porque dói não ser igual, dói não ser aceito, né? Então a gente vê que a família tem aí, né, um peso enorme, né, tem uma importância fundamental na na no trabalho, na lida com essas situações e as raízes emocionais que carência efetiva, principalmente, né, sensação de inadequação, vazio, interior, sensação de inadequação é o que mais acontece por conta de culpa. de medos e de baixo autoestima, né? Nós sempre buscamos nessa cultura imediatista, principalmente, nós buscamos uma avaliação de nós mesmos através do outro, né? E nem sempre eu informo pro outro, eu deixo o outro saber exatamente como eu sou, mas eu tomo a fala do outro como eh uma definição daquilo que eu sou. Não sou eu que me destino, eu que me conheço. Então, o autoconhecimento é um é um trabalho fundamental em todas as circunstâncias da vida e nessa da dependência química, principalmente. Então, quando a gente fala de trabalhar a dependência química, é preciso ressaltar a importância de trabalhar o autoconhecimento, né? Porque se eu não tenho autoconhecimento, eh, eu não vou, na, se eu não conheço os meus processos, eu não vou conseguir, né? Eu não vou, eu não vou conseguir eh, eh, trabalhar as coisas que sejam negativas, né? Então, é como na sair disso, é como liberar uma âncora, né? Uma âncora do fundo do mar e ir em direção à luz. O vício causa impregnação pel espiritual e sintonia com ansiedades eh sofredoras. A libertação, então, é esse movimento do ser de subir paraa luz. Então, vamos falar um pouco da ação, né? O livro dos espíritos diz que o homem poderia vencer as suas más inclinações pelos próprios esforços. Eu já disse antes, nada resposta. Sim, pode. A pessoa pode sozinha, né, e frequentemente fazendo esforços muito insignificantes. O que falta é a vontade. Ah, como são poucos os que realmente se esforçam. A gente já falou disso, né? Quais são os tratamentos possíveis? tratamento médico. Na maior parte, dependendo do nível, né, da dependência, há uma necessidade de um
oucos os que realmente se esforçam. A gente já falou disso, né? Quais são os tratamentos possíveis? tratamento médico. Na maior parte, dependendo do nível, né, da dependência, há uma necessidade de um tratamento médico, né, de um tratamento médico e de um tratamento psicológico. Vai tratar as emoções e tratar a questão cerebral, né? grupos de apoio reabilitação social, como grupos como meozotes, por exemplo. Então, a frequência desses grupos, né, é um tratamento de de ponta importantíssimo, faz estabelecer uma rotina de substituição de hábitos, né? E nós temos o tratamento espiritual que nos compete, que compete a casa espírita, né? Então, nele nós temos principalmente o quê? Preces, né? passes, evangelho no lar e desobsessão, né? Essa é a terapêutica espírita por excelência e ela está à disposição de todos nós. Mas para que eu possa fazer bom uso dessa, né, desse tratamento, eu preciso saber, eu preciso de conhecer, eu preciso de ter todos esses elementos que a gente já trouxe anteriormente para saber como atuar. Senão eu vou paraa casa espírita, sento na na poltrona lá da na cadeira do grupo Meus e fico esperando que o grupo que está ali faça alguma coisa, que os espíritos que eu imagino estarem assistindo o grupo façam alguma coisa. Quando a ação é nossa, né? O que nós vamos ter é ajuda, mas a ação é nossa. Tratamento espiritual inclui serviço no bem, ação altruísta como terapêutica do ego ferido. Isso aí dá para falar um tempo enorme. E a reforma íntima, né? O nosso tempo, infelizmente, está na finalizando. Teríamos algumas outras coisas para apresentar. Eu queria passar aqui rapidinho, só para apresentar para vocês um último slide que eu acho fundamental. Aqui falaríamos dos resultados. o resultado, né? Eh, o resultado seria então essa plenitude, o afastamento dessa condição de dependência. Tem até me deu mais 2 minutos a quatro agora. Tá bom, né? Então, duas coisas que são importantes que nós falamos durante todo o tempo, o sentido de existir e o propósito de existir, né?
e dependência. Tem até me deu mais 2 minutos a quatro agora. Tá bom, né? Então, duas coisas que são importantes que nós falamos durante todo o tempo, o sentido de existir e o propósito de existir, né? Não, o sentido de existir, né? Eh, ele vai ser ajudado. O que que é sentido de existir? É como eu sinto a minha vida. Ah, é boa, é ruim, é feliz, né? Eh, eu eu eu gosto de estar com a minha família, é bom atuar atuar junto com os filhos ou com os pais ou com os amigos, né? eh, eu quero fazer e as coisas mais próximas do meu cotidiano. Esse é o sentido do existir, né? Então, o sentido é aquilo que eu sinto da vida, né? Então, para isso, eu posso usar o tratamento médico e psicológico, porque ele estabiliza a mente, ele organiza as emoções, ele reduz os impulsos, desenvolve, devolve a clareza paraa pessoa e reconecta a pessoa com ela mesma e com a própria dignidade, né? Agora, o que é propósito de existir? Então, a gente tem um sentido de existir e um propósito de existir, né? O propósito é desenvolver a espiritualidade, valores, né, que pode ser feito através do espiritismo que nos traz uma cosmovisão, como é que é a vida material e a vida espiritual. E o desenvolvimento dessas questões vai nos dar uma direção moral, um sentido de missão existencial, uma compreensão da vida espiritual. uma visão da continuidade da existência e o entendimento de provas e resgates para que eu possa conhecer o meu histórico espiritual ou pelo menos imaginar que é o meu histórico existencial, né, espiritual. Então, todos nós precisamos em qualquer condição de vida, estamos todos em provas ou expiações aqui, né? Desenvolver o sentido da vida, saber qual é o sentido da minha vida, o que que me agrada na vida. Eu tô fazendo aquilo que me agrada, aquilo que meu coração pede, aquilo que é o adequado, aquilo que é moralmente correto para mim. Porque o que é correto para mim pode não ser para Rut. né? Mas o meu momento de desenvolvimento espiritual não me deixa alcançar o que a Rud pensa. Mas então eu tenho que saber pelo menos
to para mim. Porque o que é correto para mim pode não ser para Rut. né? Mas o meu momento de desenvolvimento espiritual não me deixa alcançar o que a Rud pensa. Mas então eu tenho que saber pelo menos o que eu penso, aceitar o que eu penso para que eu possa evoluir e a partir daí ir para o meu propósito de existir, que é, né, criar uma direção, uma direção moral, ter um sentido de missão na reencarnação, compreender a vida espiritual, ter esse esse entendimento de tudo o que significa a nossa evolução espiritual. Dito isso e ter motivação paraa reforma íntima, dito isso, eu, né, acho que eu seria usado aqui para dizer e deixar isso como mensagem final para vocês. O dependente não precisa somente vencer a droga. Vencer a droga é uma etapa. Ele precisa reencontrar o sentido de existir. Se a pessoa não tem sentido desistir, se a pessoa não tem um propósito de existir, não há trabalho que possa tirá-lo dessa situação. E que os bons espíritos nos auxiliem hoje sempre a nos esclarecermos mais, para que a gente possa ajudar todos os nossos irmãos dentro dessa condição. Obrigado. Rapidinho. >> É esse tempo, né, que a gente não consegue segurar, ele flui, mas ficamos nós com essas reflexões, que nós possamos voltar a ela, porque fica tudo disponível no YouTube para que a gente reveja, ouça, reflita, né? continue essa nossa caminhada. Bom, eu convido agora, então nós estamos aqui felizes, né, de tê-los todos aqui, mas quero fazer um convite especial para nossa prece do nosso irmão Paulo, presidente da Federação Espírita do Distrito Federal, para fazer a nossa prece final. Após essa chuva de bênçãos que nos ilumina não só a visão física, mas a visão espiritual, vamos endereçar nosso coração a Jesus, dizendo a ele: "Senhor Jesus, graças te damos por estarmos aqui nessa casa que no nos acolhe, nesse momento, Senhor, em quem podemos ampliar nossos horizontes da visão perante a vida em relação a um tema tão dramático. que abate tantas vidas. Estarmos aqui, Senhor, nesse momento de
nos acolhe, nesse momento, Senhor, em quem podemos ampliar nossos horizontes da visão perante a vida em relação a um tema tão dramático. que abate tantas vidas. Estarmos aqui, Senhor, nesse momento de transição planetária, onde todos nós podemos fazer escolhas e, independente do passado, construir novos futuros. Então, com essa gratidão, nós te rogamos, fica conosco, Jesus, em nossos corações, em nossas cogitações, abrindo-nos a visão para que possamos ver, Senhor, clareando nossos ouvidos para que possamos ouvir o essencial, o que vai além das aparências, o espiritual, para que assim, Senhor, possamos fazer melhores escolhas em nossa caminhada. Ajuda-nos no desenvolvimento, Senhor, do nosso córtex pré-frontal, para que possamos dominar cada vez mais nossas más inclinações, para que possamos desenvolver cada vez mais, Senhor, as virtudes tão necessárias para o nosso espírito, independente, Senhor, dos julgamentos, independente, Senhor, dos sacrifícios que precisamos fazer. Assim, Jesus, mais uma vez te endereçamos nossa prece. Fica conosco e auxilia-nos a sermos instrumentos de tua vontade aonde quer que estejamos. E que as vibrações dessa prece, dessa casa, desse trabalho possa ir ao encontro, Senhor, dos trabalhadores do bem na espiritualidade, para que possam consolar, sanar as dores, aliviar o sofrimento e fortalecer a esperança, Senhor, onde quer que haja dor ou sofrimento. Que assim seja. Nós relembramos que nós continuamos o nosso seminário amanhã às 20 horas. O nosso tema de amanhã com a nossa querida irmã Antônia Neri será reaprendendo a viver. Parar de usar droga é só o primeiro passo. Nós também queremos destacar aqui que nós não fizemos nos dias anteriores a as presenças, né, no chat, no YouTube dos nossos irmãos do Rio Grande do Sul, do Belém do Pará e de outros estados que afetuosamente nos mandam mensagens de carinho, agradecem, mandam mensagens paraos nossos palestrantes, o nosso abraço, né, fraterno pela sintonia aqui conosco. Então, estão todos convidados a
ados que afetuosamente nos mandam mensagens de carinho, agradecem, mandam mensagens paraos nossos palestrantes, o nosso abraço, né, fraterno pela sintonia aqui conosco. Então, estão todos convidados a permanecer conosco até sábado e amanhã às 20 horas recebendo com carinho a nossa irmã Antônia Neri. Fiquem em paz. Até amanhã. Tenham todos uma boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e
sário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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