Ensaio sobre o umbral - com Cyntia Arruda
Palestra: Ensaio sobre o umbral - com Cyntia Arruda
Eh, estamos aqui mais uma vez para iniciar os nossos trabalhos e para fazer esse início, né, como a gente sempre faz. Vamos fazer a nossa oração. Vamos fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento até o divino mestre para que possa estar aqui conosco neste momento, trazendo sempre a paz, a esperança e que possa renovar a nossa fé. que a espiritualidade maior através dos benfeitores espirituais também estejam aqui conosco, trazendo sempre a intuição, os melhores momentos para que a gente possa estar apto a aprender mais um pouco do evangelho de Jesus. Para iniciarmos, vamos fazer a nossa prece. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bom, quem está conosco hoje é a Cintia Arruda. Ela da Casa dos Estudantes do Evangelho, ela grande trabalhadora aí do Espiritismo e vem falar um pouco aqui sobre o ensaio sobre o Umbral e falar um pouco sobre o Umbral aqui para nós. Com você. Boa tarde, boa noite, né? A gente não sabe se fala boa tarde, se fala boa noite, porque tem um solzão lá fora, né? Mas sejamos todos bem-vindos aqui nesta casa. Eh, uma grande alegria a gente poder estar aqui para poder falar. E eu sei que a maioria de vocês tá saindo de um grupo de estudo hoje, né? Alguns estavam aqui fazendo seu estudo do MEP, do ESD. E vamos falar mais alguma coisa assim, mas vamos aplicá-la ao evangelho de Jesus, que eu acho que é muito interessante eh poder falar de assuntos assim mais eh de estudo mesmo, né, de aula de estudo, mas sempre aplicando ao evangelho, porque o evangelho é o nosso roteiro, o nosso norte. E hoje, eh, foi escolhido para mim assim esse ensaio sobre umbral. Sabe o que foi muito bom?
de aula de estudo, mas sempre aplicando ao evangelho, porque o evangelho é o nosso roteiro, o nosso norte. E hoje, eh, foi escolhido para mim assim esse ensaio sobre umbral. Sabe o que foi muito bom? Porque a gente fica se perguntando assim, todo mundo tem medo de morrer. Até o espírita tem. Outro dia andei falando com umas pessoas conhecidas. Não, não fala. Vamos falar de morte não. Deus me livre, tenho medo de morrer. Será que a gente já parou para pensar, né, se a gente tem medo de morrer? E por que a gente tem medo de morrer? Estudar sobre o umbral vai abrir o nosso pensamento para essas coisas. Será que a gente precisa mesmo ter esse medo todo ou a gente pode se preparar ao longo da nossa existência para tirar esse medo do nosso coração? Afinal de contas, nosso pai é Deus, né? E para ilustrar aqui o nosso estudo, eu trouxe aqui essa história da mitologia grega, que também é da mitologia romana, que é da história da barca de Caronte. Acho que vocês já ouviram falar sobre isso. Se não ouviram, vão conhecer agora. Caronte era um ser do mundo muito primário da mitologia. Ele vivia na escuridão. Ele era filho de Éérebro, que é escuridão, e de Nix, que era a noite. Então, tanto do da herança paterna, quanto da herança materna, ele vivia na escuridão. E por isso ele era o único que podia pilotar essa barca, vamos dizer assim, né? Pilotar essa barca. E essa barca era aquela que levava as almas para o julgamento. Essa essa ideia ela ela existe, essa ideia de que a gente vai deixar o mundo físico e partir para o mundo espiritual, que vai atravessar uma fase de turbulência ou que vai ter que fazer alguma coisa assim pra gente eh eh saber para onde a gente vai. Ela é antiga. Essa é um uma ideia ancestral que vem de muitas ideias. A gente sabe que o homem primitivo aqui da Terra, ele foi eh conviveu, né, com muitos espíritos que vieram exilados de outros mundos para cá. E esses espíritos que chegaram aqui já trouxeram as suas ideias, pelo menos em semente, porque nós sabemos que uma
i eh conviveu, né, com muitos espíritos que vieram exilados de outros mundos para cá. E esses espíritos que chegaram aqui já trouxeram as suas ideias, pelo menos em semente, porque nós sabemos que uma reencarnação ela vem com a bênção do esquecimento. Mas aquilo que foi adquirido, que está no nosso coração, na nossa mente, ela permanece. Então, essas ideias vão passando de geração em geração. Então, Caronte, ele recebia na na borda lá na beira, na margem do lago, esse lago, esse rio se chamava aeronte, que significa a o caminho da dor. E ele recebia as almas que haviam morrido ali, que vinham trazidas por Hermes, né, que era o deus do vento para a mitologia. tem esse nome tanto na mitologia grega quanto romana. E ele vinha trazendo essas almas até ali. Se essas almas não viessem trazidas até a margem do rio por Hermes, Caronte não levava. Ele também não levava aquelas que não trouxessem uma moeda na boca. Tanto que na antiguidade as pessoas colocavam a moeda sobre a boca do defunto para ele ser enterrado, né? Ou então sobre os olhos. Então essa essa moeda que as pessoas traziam eram chamado de óbulo e era, vamos dizer assim, a passagem das pessoas do mundo encarnado para o mundo desencarnado. Quem não levava essa moeda ou que não tivesse tido enterro digno, Caronte não levava. E essa pessoa ficava ali vagando naquele espaço por 100 anos até receber a permissão de Caronte e ser levado para um determinado lugar lá no mundo inferior. Esse mundo inferior que era escuro, sombrio, quando nós estamos vendo aqui na imagem, é chamado de Ades. E é regido pelo deus Ades, que é o deus das profundezas. Muito bem. Então ele levava essas pessoas que vinham com todos os requisitos, né, tanto da moeda quanto sendo um enterro digno, levava para esse local para serem julgados. As almas boazinhas, elas iam para os campos elíse, as almas mais ou menos, né, que não tinham sido nem boas, nem más, não tinham feito o mal, mas também não tinham feito bem. Olha lá a questão do livro dos espíritos, né, que não basta
os campos elíse, as almas mais ou menos, né, que não tinham sido nem boas, nem más, não tinham feito o mal, mas também não tinham feito bem. Olha lá a questão do livro dos espíritos, né, que não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem. Então, aquelas que não tinham eh essa características, ficavam ali mesmo, ficavam vagando ali naquela naquela aquele lugar sombrio. E aquelas que tinham sido realmente muito más, que não tinham valor, que não tinham adquirido nenhuma, mesmo que tenham tido o enterro digno, mesmo que tenham trazido a moeda para poder passar ali com carte, elas iam para o tártaro, que era a profundeza das profundezas. Bom, isso tá lá na mitologia e nós não vamos entrar aqui porque não é o caso. Isso aqui é só para ilustrar, porque no Egito também existia essa mitologia e o Caronte chamava Aenu. E ele, quem tomava conta ali das entradas e saídas era Nubes, aquele deus com cara de cachorro. Aqui na mitologia grega e romana, de cachorro, não é de cachorro mesmo, de chacal. E aqui na mitologia grego-romana era o cérbero, aquele cão de três cabeças que metia medo em todo mundo. Não deixava se Caronte fosse despercebidamente ele não percebesse assim a característica de alguém, o cérebero não deixava passar de jeito nenhum. Muito bem. Então, com isso daí, isso é mitologia, era uma característica dos povos eh politeístas que tinham vários deuses, que adoravam vários deuses. Com as mudanças disso daí, com a evolução da humanidade, com o monoteísmo, algumas ideias dos povos politeístas foram sendo absorvidas pelo monoteísmo. E aí criou-se o quê? A ideia do céu e do inferno, né? E mais adiante um pouco a ideia do purgatório. Por quê? Porque para não condenar as pessoas eternas penas no inferno ou eterna contemplação no céu, criou-se um lugar chamado purgatório para que as pessoas ficassem vagando ali. Mas ninguém comunicava com ninguém. Nenhum daqueles evoluía para um estado maior de de graça e beleza. E mesmo quem tava no céu ficava em eterna contemplação,
para que as pessoas ficassem vagando ali. Mas ninguém comunicava com ninguém. Nenhum daqueles evoluía para um estado maior de de graça e beleza. E mesmo quem tava no céu ficava em eterna contemplação, perdia utilidade, né? Vamos dizer assim. Então o que que aconteceu? Essa ideia, ela percorreu muitas eras conosco. E até hoje, né, muitos de nós ainda acredita que o umbral é um inferno e que o céu é o céu, mas que o umbral é o inferno. E é por isso que a gente tem medo de ir pro umbral. a gente tem medo de morrer, como se a gente fosse passar por um estado de sofrimento inevitável, qualquer que fosse a nossa vida aqui. Mas essa ideia de umbral, quando foi que ela chegou aqui ao nosso conhecimento? Porque lá no no livro dos espíritos, na codificação, Kardec, ele não fala exatamente de de umbral, mas nas questões 101 e 1012, eh, nós falamos 1011 ou 1012, mas quando Kardec e codificou a doutrina e fez o livro dos espíritos, ele saltou a questão 101. Da ele pulou para 102. Então, nas edições que nós encontramos da FEB, eles não renumeraram as questões. Então, lá é 1012 e 1012A, tá? Em algumas edições, algumas eh editoras colocaram 1011 e 1012, tá? Mas o que que ele fala lá nessas duas questões? Ele fala: "Haverá no universo lugares circunscritos para as penas e gozes dos espíritos, segundo o seu merecimento?" Já respondemos a essa pergunta. As penas e os gozos são inerentes ao grau de perfeição dos espíritos. Cada um tira de si mesmo o princípio de sua felicidade ou de sua desgraça. Tô resumindo, tendo a ousadia de resumir aqui a pergunta de a resposta dos espíritos. Kardec torna a perguntar: De acordo então com que vindes de dizer, o inferno e o paraíso não existem tal como os homens os imagina. São simples alegorias por toda parte. São simples alegorias por toda parte. Há espíritos ditosos e desditosos. Entretanto, conforme também já dissemos, os espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia, mas podem reunir-se onde queiram, quando são perfeitos. Olha aqui que importante. A localização
itosos. Entretanto, conforme também já dissemos, os espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia, mas podem reunir-se onde queiram, quando são perfeitos. Olha aqui que importante. A localização absoluta das regiões das penas e das recompensas só na imaginação do homem existe, provém da sua tendência a materializar e circunscrever as coisas cuja essência infinita não lhes é possível compreender. E aí, para facilitar o nosso entendimento nas obras complementares, como e quando surgiu a palavra umbral no espiritismo, exatamente aqui em em 1944, quando o nosso lar veio a público pela primeira vez, né, através da psicografia de Chico Xavier. E lá no capítulo 12 é um capítulo intitulado Umbral, onde André conversa com Lízias, faz muitas perguntas e Lísias responde muitas coisas. Então, eh, esse termo umbral e a tudo que nós estamos eh falando pela primeira vez, nós precisamos dar um nome, né? Um filho nasce, se a gente não der um nome para ele, ele vai ficar sendo ou o menino ou a menina o resto da vida, né? Isso aconteceu com a minha irmã até o meu pai resolver que nome queria dar ela. Mas eh, então já no livro, né, o André Luiz chamou aquela localidade de Umbral. Essa obra, ela narra a chegada, então nós todos sabemos, de André Luiz ao plano espiritual. E ela gerou um grande impacto quando surgiu e depois foi transformado em filme que todos nós já assistimos. Ele foi lançado exatamente durante o período da Segunda Guerra Mundial, falando de vida após a morte, de como nós chegamos ao plano espiritual, de como a vida se desenvolve no plano espiritual e trouxe muito consolo para as pessoas que estavam perdendo seus entes queridos durante a guerra. Mas muito bem, continuando, o que que então significa umbral? Umbral é o limear da entrada. Linear é limite. Quando a gente vai passar numa porta, tem o lado de cá e o lado de lá. E esse vão que está aí é o limear entre um lado e outro. Então, umbral é o limear da entrada da gente no mundo espiritual. A gente sai do mundo físico e entra no
orta, tem o lado de cá e o lado de lá. E esse vão que está aí é o limear entre um lado e outro. Então, umbral é o limear da entrada da gente no mundo espiritual. A gente sai do mundo físico e entra no mundo espiritual. Eisias respondendo uma questão de uma pergunta de André Luiz, ele diz o quê? Que o umbral começa na crosta terrestre. E nós vamos entender isso ao longo aqui da nossa conversa. É uma zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as portas dos deveres sagrados a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da indecisão ou no pântano de erros numerosos. Será que é por causa disso que a gente tem medo de morrer? Vamos adiante que a gente vai descobrir. Então, muitos dizem então que umbral é o pensamento global do sofredor plasmado no éter próximo à crosta terrestre. Isso é verdade? Bom, Liisas já nos disse que o umbral começa na crosta terrestre. Agora, é a reunião dos pensamentos ou é um lugar determinado? Vocês estão lembrando aqui da questão 101, 1012? na 102, então que ele fala que não é um lugar circunscrito. O que que nós vamos descobrir disso daqui? Que ele pode ser compreendido então como um reflexo direto da nossa consciência e dos habitantes da Terra, tanto os encarnados quanto os desencarnados. Porque nós sabemos que as esferas da Terra, as esferas espirituais da Terra, não só a crosta terrestre, ela tem inúmeros habitantes, aliás, desencarnados tem muito mais do que encarnados, porque não caberia tudo aqui se fosse encarnado de uma vez só, né? Tanto que de geração em geração a gente vai se repetindo aqui. Então isso é um reflexo direto da nossa consciência. E a nossa consciência é aquela que nos avisa se nós estamos cumprindo ou não as leis de Deus. Por que que é ela que nos avisa? Porque lá no livro dos espíritos, Kardecirmou que as leis de Deus estão inscritas na nossa consciência. Então, se nós queremos saber se estamos andando bem ou se estamos andando mal, basta perguntar a ela. Que mais? Diferente de uma imposição externa, ou seja, ninguém
tão inscritas na nossa consciência. Então, se nós queremos saber se estamos andando bem ou se estamos andando mal, basta perguntar a ela. Que mais? Diferente de uma imposição externa, ou seja, ninguém diz: "Você vai para umbra, você vai pro céu, você vai pro paraíso, você vai". Não, não existe uma imposição externa. Não é ninguém que diz pra gente para onde a gente vai. Esse lugar para onde a gente vai levar ou o nosso pensamento, a nossa consciência vai nos levar é uma construção coletiva. Como assim? Porque é moldada pelas emoções e ações dos espíritos que as formam. É o o como é que ele falou aqui? Que a consciência é o reflexo da consciência. Muitas pessoas com os mesmos sentimentos, com as mesmas naturezas, com as mesmas sintonias, vão se agrupar. Aqui nessas questões 101, 1012, nós já tivemos resposta para isso. As pessoas se juntam pela própria sintonia. Nós não fazemos amigos com pessoas com os quais nós não temos nenhuma eh eh semelhança com ninguém que fala diferente da gente ou que tem os mesmos gostos. Isso pode acontecer no nosso cadinho principal de aprendizado, na nossa escola, que é a nossa família. São espíritos semelhantes, muitas vezes com gostos diferentes, mas que estão próximos para se reajustarem, se reconciliarem. aqui, ali a gente vai encontrar na nossa jornada pessoas desse jeito, pessoas que vão eh não vai cruzar o santo com a gente, né? Não é assim que a gente fala: "Meu santo não bateu com o santo daquela outra pessoa." Então é um ponto morto, segundo a Sheila, onde nós precisamos trabalhar o nosso sentimento. São emoções, são crenças, são ações nossas que estão entrando em sintonia ou em conflito. E como nós precisamos eh estar bem com todos, nós vamos saber exatamente onde reside o nosso material de trabalho para que nós possamos ser pessoas eh mais úteis no nos locais onde nós estamos vivendo. Então, cada detalhe encontrado no umbral, desde as paisagens áridas até as sensações de desconforto, representam as vibrações internas que ainda precisam
úteis no nos locais onde nós estamos vivendo. Então, cada detalhe encontrado no umbral, desde as paisagens áridas até as sensações de desconforto, representam as vibrações internas que ainda precisam ser transformadas. Ah, então o meu sentimento de tristeza, a minha indiferença, a minha secura emocional vai criar uma paisagem árida para mim. O meu orgulho, a minha vaidade, a minha falta de respeito pelas pessoas, a minha agressividade, o meu destero emocional vai criar uma forma pensamento e vai me unir as pessoas que pensam, agem e sentem igual a mim. Olha só que interessante. E por isso mesmo, umbral não deve ser visto como destino final. Eu não tô eh condenada a passar a eternidade no umbral, mas como uma oportunidade para o espírito reconhecer suas limitações e iniciar sua jornada de reconstrução, já que não fez enquanto estava encarnado, já que não aproveitou a sua oportunidade. Eu não vou ficar parado na porta para sempre. Eu vou transpor aquela porta, eu vou a algum lugar e aquele lugar, por ser um lugar que me mostra o reflexo da minha consciência, já que eu não estou mais vestida do meu corpo físico, ela vai me mostrar exatamente quem eu sou, com as minhas qualidades e com os meus defeitos. Então, é um espaço que vai me facilitar o aprendizado ao tornar visíveis os meus arrependimentos, meus medos, minhas culpas reprimidas durante a encarnação. Às vezes eu tenho até uma culpa em relação a alguma pessoa, arrependimento por alguma atitude, mas o meu orgulho não me deixa ir até aquela pessoa e pedir desculpa. A minha vaidade não me permite me aproximar daquele ser e tentar reparar o mal que eu fiz ou tentar um entendimento maior. E aí a gente passa a vida inteirinha remoendo aquele sentimento sem sem me dar a oportunidade de reconhecer a minha fraqueza, sem me dar a oportunidade de realizar uma construção sólida dentro de mim. E aquilo vai comigo. E como o reflexo da minha consciência vai surgir diante de mim, no dia que eu passar pro lado de lá, eu tenho medo de morrer,
dade de realizar uma construção sólida dentro de mim. E aquilo vai comigo. E como o reflexo da minha consciência vai surgir diante de mim, no dia que eu passar pro lado de lá, eu tenho medo de morrer, porque eu vou me encontrar com as minhas dores, com os meus defeitos, com os meus azedumes, com todas aquelas partes menos boas que eu tenho dentro de mim e que eu não tratei de cuidar e que eu não tratei de reparar, de reeducar para que eu tivesse um encontro feliz na minha passagem para o mundo espiritual. Então, espíritos que buscam a ajuda encontram encontram amparos de diversas maneiras, seja através das orações de quem ficou aqui, através das intervenção de entidades superiores. Quantas vezes os espíritos passaram por onde André Luiz estava, resgatando outros espíritos e ele sequer os via por conta dos pensamentos e sentimentos que ele alimentava em seu coração, ou da decisão pessoal de elevar suas vibrações, que foi o momento em que ele viu clarência ao seu lado, através daquela prece sentida, daquele momento em que ele reconheceu que precisava de ajuda e que estava fraco e que precisava de ajuda ajuda de alguém e que ele lembrou da sua mãe, da sua avó, ensinando ele a rezar e que ele elevou uma um pensamento, uma prece mesmo dizendo que não sabia orar. E naquele instante o seu olhar, a sua vibração se elevou e ele poôde ser resgatado daquele sofrimento em que ele estava. Mas quanto tempo durou, né? No tempo da Terra, 8 anos. Mas no tempo da espiritualidade demorou o tanto que ele sofreu e a gente não sabe quanto que é. Então, enxergar o umbral como o espelho da consciência reforça a necessidade de nós cultivarmos pensamentos e sentimentos alinhados com princípios do amor e da luz, enquanto estamos a caminho. Não nos disse Jesus: "Reconciliai-vos com vosso adversário enquanto estais a caminho?" E a gente só enxerga o outro como se fosse adversário, quando na realidade nós podemos ser os nossos piores adversários, dependendo do tipo de sentimento, dependendo do tipo de
anto estais a caminho?" E a gente só enxerga o outro como se fosse adversário, quando na realidade nós podemos ser os nossos piores adversários, dependendo do tipo de sentimento, dependendo do tipo de atitude, de emoção, de pensamento que eu cultivo enquanto eu estou encarnada aqui na Terra. É, nías aqui respondendo a André Luiz lá no capítulo 12. É nessa zona densa no umbral que se estendem os fios invisíveis que ligam as mentes humanas entre si. O plano está repleto de desencarnados e de formas pensamento dos encarnados. Porque nós que estamos encarnados aqui com os nossos pensamentos e as nossas emoções, nós também estamos emitindo energia para o fluido cósmico universal ou éter, como quisermos chamar. E essas formas pensamento, porque nós sabemos que o pensamento cria vida, essas formas pensamento se juntam aos pensamentos desses espíritos desencarnados. Porque em verdade todo espírito, esteja onde estiver, é um núcleo irradiante de forças que criam, transformam ou destróem, exteriorizadas em vibrações que a ciência terrestre presentemente começa a compreender. 1944, olha o tanto que nós andamos de lá até aqui. Já mudamos até de século, né? Já mudamos até de milênio e lá tava começando a compreender, mas só hoje buscando a espiritualidade, inclusive nos cursos de medicina, de neurociência, tantas coisas interessantes que t acontecido hoje em dia, é que o homem está se descobrindo como um ser espiritual cujo pensamento cria a vida em torno de si. E é por essa interação que surgem os casos de obsessão, de autoobsessão, de subjulgação, de fascinação. Vai depender muito da do grau de evolução ou desequilíbrio que a criatura está. Olha só o que Liisias falou. Quem pensa está fazendo alguma coisa alures. Alures é em algum lugar. E nós pensamos o tempo inteiro, ninguém para de pensar. Então, a vigilância é justamente prestar atenção naquilo que a gente tá sentindo, que a gente tá pensando. Quem pensa sente, quem sente faz. E as nossas ações serão pautadas sempre por
para de pensar. Então, a vigilância é justamente prestar atenção naquilo que a gente tá sentindo, que a gente tá pensando. Quem pensa sente, quem sente faz. E as nossas ações serão pautadas sempre por esse trinômio, o pensamento, sentimento, ação. Então, nós vamos fazer, nem que seja com o pensamento e o sentimento, alguma coisa boa ou menos boa, né? Eh, a gente pode estar aqui agora pensando em um desafeto que tá longe. O nosso pensamento de mágoa, de sentimento ressentido, né, de tristeza ou de mágoa, vai chegar lá nele, assim como o pensamento dele, porque nós estamos pensando nele, quem diz que ele não vai pensar na gente? O pensamento voa longe. Lembra da música? O pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa quando começa a pensar? Lembram dessa música? Então vamos prestar atenção no que a gente pensa e sente, porque ele está sempre realizando alguma coisa onde quer que ele vá. Quando eu penso na minha mãe, que eu sinto aquela saudade saudável dela, né? Eu penso com amor e eu tenho certeza que ela recebe os meus pensamentos. Um pensamento bom é uma prece. E essa prece chega quando a gente emite essas irradiações, essas vibrações de bondade, de alegria. Lízias completa: "E é pelo pensamento que os homens encontram no umbral os companheiros que afinizam com as tendências de cada um. Toda a alma é um íã poderoso e a gente vai atrair o semelhante a gente, como aquele que é semelhante à gente vai nos atrair também. Para finalizar essa primeira parte, nós vamos com Emanuel no livro, que é a nossa cartilha de encarnados. Quem já teve a curiosidade de ler o prefácio desse livro Pensamento e Vida, eh, Emanuel tá lá dizendo que pediram muito a ele uma cartilha, uma lição, alguma coisa assim que era usada na espiritualidade para preparar os espíritos para o reencarno. E aí ele escreveu esse livrinho, ele digitou ao Chico esse livrinho Pensamento e Vida, que é pequenininho. as antigas edições dele, inclusive era de bolsa, pequenininho assim, fininho assim, mas
arno. E aí ele escreveu esse livrinho, ele digitou ao Chico esse livrinho Pensamento e Vida, que é pequenininho. as antigas edições dele, inclusive era de bolsa, pequenininho assim, fininho assim, mas tem um conteúdo, foi ali que nós aprendemos como ser uma pessoa encarnada nessa vida. E ele fala que a mente é o espelho da vida em toda parte. A consciência é o reflexo do que nós somos, onde quer que nós estejamos. Não foi assim que nós começamos a falar? Então, Emanuel nos diz que a mente é o espelho da vida em toda parte. E ele diz, estudando a mente da nossa posição espiritual, ou seja, ele observando a gente, ele se sente impelido a interpretar essa mente como sendo um campo da nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar. O que que é a nossa consciência desperta? É tudo aquilo que nós já conhecemos de nós mesmos. E ainda existe muita coisa pra gente aprender sobre nós. Ainda existe muita coisa pra gente descobrir, mas a gente precisa permitir que esse inconsciente venha para a consciência desperta. Vamos ler Joana de Ângeles. Ela vai nos ensinar como fazer isso para que essa consciência desperta possa nos ensinar a ser pessoas melhores, porque é pelo autoconhecimento que nós melhoramos a nossa vida. Em todos os domínios do universo vibra a influência recíproca. Nós aqui, eu falando e vocês prestando atenção em mim, nós estamos dividindo pensamentos. Quem concorda comigo está me ajudando a falar. Quem não concorda comigo pode até criar uma certa dificuldade no na minha linha de raciocínio, mas eu sei também que há espíritos aqui que estão me ajudando a trazer esse conceito. Então, se eu estou sintonizado com eles, eu vou conseguir captar esse pensamento para passar para vocês. Porque quando a gente não se prepara para um estudo, para uma palavra dessa, a gente pode trazer eh conhecimentos falseados. Então, é por isso que a gente precisa estudar. E não é só por isso, é porque através do estudo também a gente se capacita para
, para uma palavra dessa, a gente pode trazer eh conhecimentos falseados. Então, é por isso que a gente precisa estudar. E não é só por isso, é porque através do estudo também a gente se capacita para fazer esse trabalho de autoconhecimento e aperfeiçoamento. Que mais? Vamos para mais uma pergunta. É verdadeira a informação de que o plano umbralino envolve o nosso planeta num verdadeiro cinturão vibratório? Ora, o que que Lisias disse lá no começo? Que umbral começa na crosta terrestre, né? E a nós sabemos que a Terra ela tem várias dimensões vibratórias em torno dela, de acordo com o pensamento de quem está vivenciando aquela faixa vibratória e de quem está aqui na Terra emitindo vibrações para ela. Então, o que que a gente pode descobrir aqui? Vocês já leram ou já viram, já ouviram falar desse livro Cidades no Além? Ela foi psicografada pelo, esse livro foi psicografado pelo Chico e pela Eigorina Cunha, que era sobrinha de Eurípedes Barçanufo. Eh, e são mensagens de André Luiz e Lúcios descrevendo as cidades no além. E tem um capítulo lá em que ela fala só sobre a terra, né? Vocês vão ver aqui. Deixa eu ver se eu consigo. Não, tá. Deixa eu ver se eu consigo aqui. Aqui vocês estão vendo essa partezinha aqui no meio? Isso aqui é a terra. Olha aqui os os países aqui. Olha os oceanos, né? E isso aqui é a crosta da Terra em volta da Terra. Os nossos pensamentos estão saindo da Terra e indo para essa faixa primeira aqui mais escura, que é o umbral que a que é a o umbral grosso, essa faixa marrom. Essa outra fr aqui, cheia de de pontinhos, parecem gotinhas, mas são cidades espirituais, são colônias espirituais, hospitais, que é o umbral médio. Nós temos essa outra faixa aqui mais clarinha como estrela aqui que é o umbral superior, onde está nosso lar, onde está Alvorada Nova, que é uma colônia espiritual que tá lá sobre Santos, né, Ubatuba, aquelas cidades ali no estado de São Paulo, onde está a colônia espírita redenção que está sobre Salvador, onde está a regeneração que
que é uma colônia espiritual que tá lá sobre Santos, né, Ubatuba, aquelas cidades ali no estado de São Paulo, onde está a colônia espírita redenção que está sobre Salvador, onde está a regeneração que está sobre Brasília e Goiânia, que já são colônias espirituais mais desenvolvidas que já eh já já evoluíram mais e que existem há muitos anos e que trabalham na crosta da Terra com aqueles espíritos que estão circunscritos à sua faixa magnética. Vocês já pensaram se só nosso lar cuidasse da Terra inteira? Mas não é assim. A Europa também tá toda dividida assim. Esse livro é muito interessante. E essas outras faixas que estão além aqui são faixas mais espiritualizadas. E nesse livro os espíritos não nos deram notícias. São são eh eh faixas vibratórias mais ligadas à música, a arte, ao desenvolvimento espiritual. Inclusive a no em nosso lar, o ministério da me ajuda aí, esqueci o nome do ministério, aquele ministério que cuida das águas, que cuida da do planejamento, que está ligada a espíritos superiores. Eles estão ligados a essas faixas superiores aqui após a faixa de nosso lar. Eu esqueci o nome do ministério, mas se até o fim eu lembrar eu falo. Então vamos ver o que que faixa dessa que cada faixa dessa concentra. É uma faixa vibratória, gente. Não é um espaço físico. É uma faixa vibratória criada pelo nosso pensamento. E nós vamos lá para o umbral grosso, né, que foi onde André Luiz ficou. É uma região espiritual mais densa e inferior. Funciona como a área de transição para espíritos com vibrações negativas, rebeldes ou desequilibrados após a morte. é caracterizado por escuridão, sofrimento intenso e resíduos mentais. Estamos falando de umbral e o umbral médio. Umbral quando André Luiz foi recolhido do do umbral grosso, ele foi passou uma uma um tempo dormindo lá nesse umbral médio, naqueles hospitais que existem lá. Inclusive no livro Ação e Reação, eles falam da Mansão da Paz, que é onde André Luiz eh faz um estágio junto com Hilário para conhecer o trabalho, né? Essa colônia
, naqueles hospitais que existem lá. Inclusive no livro Ação e Reação, eles falam da Mansão da Paz, que é onde André Luiz eh faz um estágio junto com Hilário para conhecer o trabalho, né? Essa colônia lá, esse Hospital Mansão da Paz, ele é dirigido por Druso e Silas. E é uma história belíssima, a história desse livro Ação e Reação. Então, nesse Umbral médium é descrito como uma zona de transição entre o astral denso, que é a crosta da Terra e o Umbral grosso, e o plano astral superior, que seria o umbral superior, onde está nosso lar e as outras faixas de vibração. É povoado por espíritos infelizes ou confusos que necessitam de socorro e aprendizado, sendo uma área de resíduos mentais negativos. Serve para a purificação através da dor e do sofrimento, mas também recebe auxílio de equipes espirituais para a recuperação dos espíritos. Lembram-se que André Luiz ficou lá deitado numa maca flutuava, né? Ees vinha de vez em quando começar com ele, ele dormia de novo, ele foi operado porque ele tava com a tinha ele morreu na sala de cirurgia, né? Então ele tava lá nessa mansão da paz depois de algum tempo. E o que que nós podemos falar dessas duas faixas? São faixas densas formadas pelos próprios encarnados e desencarnados por meio da emissão de vibrações densas, pensamentos. Quem está num umbral fica lá por sintonia com esta espécie de vibração. Fica porque quer, porque escolhe. Enquanto não melhora a sua sintonia, a sua vibração, ele não passa de uma faixa para outra. Essas temidas faixas densas são destinadas para aqueles que precisam expurgar. fluidos densos da vida física desregrada. Isto é, se a pessoa tem méritos, mesmo precisando ficar em regiões mais densas, receberá socorro espiritual, sendo recebido em hospitais e instituições. André Luiz foi adquirindo méritos com sofrimento e mesmo levando a vida que ele levou quando encarnado, ele tinha algumas ações dele que carrearam méritos para ele. Ele era um bom pai, né? era um bom marido, mas ele tinha uma vida desregrada. Ele era uma
mo levando a vida que ele levou quando encarnado, ele tinha algumas ações dele que carrearam méritos para ele. Ele era um bom pai, né? era um bom marido, mas ele tinha uma vida desregrada. Ele era uma pessoa extremamente orgulhosa, tão materialista quanto o avô dele. Então isso aí fez mal para quem? Para ele. Mas para outras pessoas que precisaram dele, que conviveram com ele, ele conseguia fazer alguma coisa. Mesmo que ele considerasse que o pobre não precisava da ajuda dele. Existiam hospitais públicos e ele cobrava muito caro. Estudou muito para poder atender as pessoas. Mas aqui ali a pedido de alguém, ele atendia uma dessas pessoas até distribuía remédios de graça. Então, algumas atitudes grangearam méritos para ele. E o fato dele elevar a vibração dele no mundo espiritual lá quando estava num umbral grosso, aquilo também, aquela descoberta, aquela eh ressignificação de quem ele era, de se autodescobrir, também grangeou méritos para ele, porque foi pelo esforço pessoal que ele fez aquilo. Que mais? Não é inferno, não é prisão. A gente pode, a gente entra, mas a gente pode sair na hora que a gente desejar, na hora que a gente quiser mudar. E não é inferno, porque o inferno, qual é o conceito do inferno? É o suplício eterno. Nós não vamos ficar ali eternamente. Nós vamos evoluir, nós vamos crescer. E o umbral superior, que é lá onde nosso lar, alvorada, redenção, né, todas essas colônias estão, situa-se no alto da atmosfera terrestre. é a terceira faixa acima da crosta terrestre, sendo uma área menos densa do campo magnético terrestre, mais vibrante e organizada que umbral grosso e o médio. Serve como uma área de limpeza mental e espiritual para espíritos desencarnados. André Luiz, quando chegou lá, ele ainda chegou com complexo de médico famoso, né? Mas o que que ele fez na primeira experiência que ele teve com o aprendizado que ele já tinha? pegou o balde, pegou o rodinho e foi limpar, né, as câmaras de retificação trabalhando lá com Narcisa, né, era um aprendizado que
primeira experiência que ele teve com o aprendizado que ele já tinha? pegou o balde, pegou o rodinho e foi limpar, né, as câmaras de retificação trabalhando lá com Narcisa, né, era um aprendizado que ele estava fazendo. Então, ele estava procurando superar as ilusões mais grosseiras, só que ainda não estão prontos para colônias de maior luz. é onde se localizam colônias espirituais organizadas como a colônia Nosso Lar, servindo como posto de socorro, aprendizado e reequilíbrio. Diferente do umbral inferior, o superior oferece condições mais amenas, permitindo que os espíritos preparem para novos rum através do trabalho e do estudo. E então, qual que é a finalidade do umbral? Depois disso tudo aqui, a gente não pode dizer ainda, bom, até pode, né, dizer que ainda tem medo de morrer, porque a gente ainda precisa fazer um trabalho interior muito sério, muito forte, né? Mas então, qual seria a finalidade do umbral? Esgotar os fluidos mentais densos, mesmo que a gente tenha levado uma vida muito boa aqui na terra, que a gente não tenha desejado mal de ninguém, que a gente tenha feito como Santo Agostinho lá na 1019 do livro dos espíritos, né? todos os dias fazer aquele balancete, né? Será que hoje eu fui melhor do que ontem? Será que alguém hoje no final do dia tinha algo de reclamar de mim? E assim por diante, né? Que a gente tem que fazer lá no capítulo 17 também do do Evangelho, né? No s de perfeitos, tem essa passagem de Santo Agostim, fazer essa reflexão diária, mas nós estamos vivendo na terra sobre as injunções ainda das energias que não são muito boas aqui na Terra. Tem uma várias guerras acontecendo ali, tem pobreza acontecendo aqui, tem experiências difíceis. Nós estamos num mundo de aspiações e provas, né? E como não somos perfeitos ainda, alguns em alguns momentos a gente escorrega e cai e aí a gente levanta e começa de novo. Então, esses fluidos densos que a gente traz ao desencarnar, eles precisam ser eliminados em algum lugar. Então, a função do umbral é essa. Vocês já viram
e cai e aí a gente levanta e começa de novo. Então, esses fluidos densos que a gente traz ao desencarnar, eles precisam ser eliminados em algum lugar. Então, a função do umbral é essa. Vocês já viram que as pessoas quando desencarnam, a gente tem notícia de que essas pessoas, minha hora, né, tá acabando. Eh, a gente tem notícia que essas pessoas passam um período dormindo, pode ser meia hora, 1 hora, 20 minutos, um dia, um mês, mas é o momento de eliminar esses fluidos densos. Além dessa disso, tem a emissão diária dos fluidos que contribuem para a formação do umbral. Nossos vícios materiais também contribuem para isso, cigarro, álcool, drogas, comidas em excesso, sexo desregrados. Então, todos esses elementos, esses fluidos, eles são mentais e materiais e são eliminados quando a gente passa pelo umbral. E nós iremos todos para lá ou nós passaremos por lá? Provavelmente sim. E é pra gente ter medo disso? De jeito nenhum. Por quê? Porque nós estamos certos e convictos através da doutrina espírita que o nosso maior compromisso na vida é trabalhar todos os dias para nos conhecermos melhor, para sermos pessoas melhores, para não termos medo de nos encararmos de frente ao espelho, olharmos no fundo dos nossos olhos para nos conhecermos e sabermos quem nós somos. E nós não precisamos necessariamente passar pelo umbral como André Luiz passou. a gente pode passar direto, né, como o irmão Jacó, que ele foi levado por Bezerra de Menezes já para um estágio melhor por causa dos méritos que ele adquiriu aqui nessa vida, né? Então a gente pode ir para um brau médio, passar por uma fase de limpeza espiritual, vou dormir um pouquinho aqui, depois a gente pode ir até pro nosso lar. Nosso lar é no umbral também. Então, André Luiz quando estava, como eu já falei aqui no mundo, ele não estava acostumado a uma vida muito regrada. Ele fumava, ele bebia, ele comia exageradamente, comidas muito picantes, ele sabia que tinha problemas de estômago. O problema dele, tem uns que dizem que foi câncer, outros dizem
vida muito regrada. Ele fumava, ele bebia, ele comia exageradamente, comidas muito picantes, ele sabia que tinha problemas de estômago. O problema dele, tem uns que dizem que foi câncer, outros dizem que foi uma úlcera que supurou, mas enfim, tudo isso por causa dessa vida desregrada que ele levava. Então, durante toda a sua vida encarnada, ele estava em sintonia com regiões umbralinas mais densas, sendo diretamente atraído para lá. E ele foi chamado de suicida enquanto estava lá. E ele não entendia porquê, né? Então, por que o medo do umbral? Nesse nós nós temos medo do umbral exatamente sobre tudo que a gente já falou aqui, porque o medo do desconhecido, do julgamento, das consequências de nossas ações pode nos manter estagnados, especialmente quando se trata dos conceitos como umbral, que a gente associa ao inferno. E não é isso, né? E os planos densos. Esse medo ele se deve por sentimentos de culpa e insegurança em relação às nossas próprias ações e pensamentos. trabalho que a gente deixou de fazer aqui. Então, quando nós tememos o que pode nos aguardar após a morte, nós estamos, na verdade, refletindo um medo interno do que ainda não foi resolvido dentro de nós mesmos. Ah, ao reconhecermos e aceitarmos as nossas falhas e limitações, nós vamos abrir espaço, então, para essa transformação que precisa acontecer com a gente. E aí a gente não precisa, a gente vai fazer com Santa Agostin, e eu como é que eu tô hoje? Vocês já foram lá no na lição número um do livro Opinião Espírita. Leiam aquela mensagem que tá lá de André Luiz. É muito, é baseada nessa questão 1019, porque é um roteiro pra gente passar pelo umbral sem precisar ter medo dele, lembrar que ele é um ponto de partida para um processo de aperfeiçoamento que é contínuo, seja encarnado ou desencarnado. E aí nós vamos compreender então que umbral não é um local de punição, mas é um local de aprendizado e transição. E aí nós vamos poder encará-lo com mais serenidade. Para finalizar, nós vamos lá no mundo maior,
amos compreender então que umbral não é um local de punição, mas é um local de aprendizado e transição. E aí nós vamos poder encará-lo com mais serenidade. Para finalizar, nós vamos lá no mundo maior, na na no prefácio lá, que se chama na jornada evolutiva, é de Emanuel, que ele nos diz que a morte a ninguém propiciará passaporte gratuito para aventura celeste. Nós não vamos morrer aqui tenebrosos e e nascer no mundo espiritual radiantes. A morte nunca promoverá compulsoriamente homens a anjos. Esse trabalho é exclusivamente nosso ao longo da nossa jornada. Então, cada criatura transpor transporar essa aduana, ou seja, esse limear, essa porta de entrada da eternidade com a exclusiva bagagem do que houver semeado e aprenderá que a ordem e hierarquia, a paz do trabalho edificante são característicos imutáveis da lei em toda parte. Então, vamos nos lembrar disso eh frequentemente. Existe um ditado popular, um aforismo, como quiserem. Isso não foi nenhum espírito que disse, não. Isso é um dito popular muito antigo que diz que morre bem quem vive bem. Então, nós não precisamos ter medo da morte, nem do umbral, se nós estamos vivendo bem e procurando pautar a nossa vida sobre a direção do amor, da caridade, do bem ao nosso próximo. Que Deus nos abençoe. Muito obrigado por sua atenção. Queremos aqui agradecer as palavras da Cíntia, que foram elucidadoras para todos nós, que entendemos um pouco aí dessa fase, né, que eu digo que é fase, não é não é, é um estado, né, que das nossas consciências que nós possamos realmente eh enfrentar, né, de cabeça erguida, com vontade, querendo que façamos a mudança necessária para que possamos permanecer lá por pouco tempo, como ela disse, né, que o nosso estágio seja bem pequeno, que possamos realmente eh nos despertar cada dia eh com as nossas consciências mais tranquilas e em paz. Bom, eh, queremos aqui falar um pouco que hoje, eh, a Sandra vai dar um recado aqui e lembrar também a todos, né, que estamos aí com o nosso atendimento espiritual que está acontecendo aos
s e em paz. Bom, eh, queremos aqui falar um pouco que hoje, eh, a Sandra vai dar um recado aqui e lembrar também a todos, né, que estamos aí com o nosso atendimento espiritual que está acontecendo aos domingos. Se tem alguém com problemas que queira fazer algum atendimento espiritual, a gente tem aí o nosso tratamento que funciona todos os domingos das 16:30 às 17:30. E também lembrando todos da nossa reunião pública das quintas-feiras que são às 19:30. Então, quem quiser participar e ouvir mais, temos aí também uma equipe de palestrantes muito boa, que tem trazido muito conhecimento a todos que frequentam. Sandra vai falar pra gente aqui, dar um recadinho e depois você faz a prece final para nós. >> Boa noite a todos. Vamos ver que que eu são, né, vários recados. Eh, eu nós depois ele vai mostrar um filmezinho da nossa obra do berço. Você puder passar o filme eh para vocês, muitas pessoas não conhecem o nosso, o trabalho da obra do besta aqui do Lar de Jesus. Essa é a entrega que a gente faz uma vez por mês, gente. Nessa entrega, nós temos a umas palestras com algumas colaboradoras, psicólogas, pediatras, eh odontopediatras, algumas questões jurídicas também para as mães. Se vocês souberem de alguma mãe que esteja precisando, é só pedir para ligar no lar de Jesus e a partir dos 6 anos nós cadastramos para elas virem para essas palestras receberem os enxovais. 6 meses. 6 meses a do chá de be. Aí, com isso nós estamos querendo convidar a todos a participarem desse trabalho. Uma coisa que nós queremos dar para as mães, que nós ainda não temos condição, é uma é a banheira. Então, no dia, vai ser dia, no dia 15 de março, daqui dois domingos, nós estamos convidando a vocês a participar de um chá de berço. E aí, quem puder colaborar com a banheira ou com um pacote de fralda tamanho P, que é o que a gente coloca nos enxovais, estejam convidados a participar, gente. Tá? É isso. Então, aqui daqui duas semanas estejam todos convidados pro nosso chá de beço, né? Tá? E tá bom. E aí, é isso que eu queria
nte coloca nos enxovais, estejam convidados a participar, gente. Tá? É isso. Então, aqui daqui duas semanas estejam todos convidados pro nosso chá de beço, né? Tá? E tá bom. E aí, é isso que eu queria falar. Hoje nós temos pamonha. Quem quiser comprar, nós estamos com a pamonha aqui vendendo de sal e de doce. É só pegar, vai ter alguém vendendo aqui na porta e depois pega na lá na cozinha, tá? Estão todos convidados também, tá bom? E o chá de beço, eu conto com o apoio de todos vocês e até convidando outras pessoas a participarem também. esse trabalho eh feito com muito carinho pelas nossas voluntárias na terça-feira, tá bom? Estão todos também convidados a conhecer, tá bom? Obrigada. Então agora nós vamos pedir a Deus para acalmar os nossos corações depois de uma palestra que nos traz ao pensamento a nossa vontade da melhora no nosso dia a dia. Jesus derrame muitas bênçãos sobre todos, sobre todos os nossos familiares, sobre todos os hospitais, sobre os moradores de rua e todos os nossos irmãos que precisam da certeza da presença de Jesus em seus corações. que eles recebam as bênçãos para suas melhoras físicas e espirituais. Que Jesus nos acompanhe até o nosso retorno para casa e abençoe a nossa semana com muita luz, com muita paz e que em nossos momentos de desafios nós tenhamos a certeza da presença de Jesus nos orientando, nos apoiando e cuidando de nós em todos os momentos. Que assim seja. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de
os e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual. para que possa entender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces bem fazer que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Passamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.
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