EMPATIA - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/06/2025 (há 10 meses) 1:06:46 419 visualizações

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Transcrição

เฮ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Olá, boa noite a todos e todas. Boa noite aos que nos assistem pelas mídias da comunhão espírita de Brasília. Vamos iniciar então com uma prece e depois falamos sobre o tema da noite de hoje. Então convido a todos a se sentarem bem confortavelmente, relaxarem, focarem nas suas respirações e também fecharem os olhos, se for possível, para zerarem o contato visual com tudo que nos cerca e para que possamos nos conectar melhor com o mais alto. Mestre amado, mestre querido, amigo de todas as horas, mentores espirituais que nos acompanham, nossos mentores queridos também, amigos de todas as horas, nosso pai maior, criador e gerador da vida e de tudo o que existe neste planeta, para que nós possamos aqui estar em mais uma reencarnação. que nos possibilita tanto aprendizado. Mentores desta casa que nos assistem, que nos amparam, que nos acompanham, que nos guiam, que nos orientam, que nos intuem nos principais momentos e nas principais decisões de nossas vidas. Hoje estamos aqui mais uma vez desejosos de nos conectarmos um pouco mais com essa espiritualidade amiga e sobretudo pedir como eternos pedintes que somos o amparo para esta caminhada. que nós possamos ter sempre a sabedoria, a resiliência, a fé e a coragem necessárias para que enfrentemos todos os desafios que são inerentes deste mundo de provas, expiações, mas que do outro lado nós sabemos o quão importante cada um desses desafios são para a nossa evolução moral, espiritual e para que possamos retornar à nossa verdadeira casa espiritual com um aprendizado, ainda maior do que quando aqui chegamos. Inspira-nos, mestre, a todos nessa noite de hoje. A mim, que estou

piritual e para que possamos retornar à nossa verdadeira casa espiritual com um aprendizado, ainda maior do que quando aqui chegamos. Inspira-nos, mestre, a todos nessa noite de hoje. A mim, que estou aqui com a incumbência de falar, e a todos os encarnados, desencarnados que nos ouvem nesse momento, bem como aqueles que nos assistem de onde quer que estejam ou que nos assistirão em outros momentos vindouros. S conosco, mestre Jesus, hoje e sempre. Que assim seja. Bom, meus queridos, então hoje nós vamos falar sobre empatia. Empatia, que é uma palavra que a gente ouve muito, né? A gente fala muito sobre ela. E será que nós realmente conseguimos praticar a empatia? Ou será que nós realmente entendemos o verdadeiro sentido da palavra empatia? Se nós buscarmos no dicionário, ouviremos a seguinte explicação, eh, que empatia é o ato, é um termo simples e é o ato de e a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender seus sentimentos, pensamentos e experiências. é a habilidade de sentir e entender como a outra pessoa se sente em uma determinada situação. Isso é muito interessante porque quando a gente lê e a gente fala assim: "Olha, empatia é o ato de colocar-se no lugar do outro, mas se a gente parar só aí, eh, e a talvez a gente possa executar, né, essa compreensão desse termo, por mais que compreendamos de uma forma, talvez na hora de praticá-lo, de executá-lo, nós distorçamos um pouco. Porque se eu me coloco no lugar do outro com o meu pensamento, com a minha forma de ver o mundo, com a minha visão de mundo, será que de fato eu estou sendo realmente empática com a dor do outro? Muitas vezes, o que nós achamos que é ser empático ainda é um começo, ainda é uma tentativa de empatia. Mas quando eu me coloco no lugar de alguém pensando do meu ponto de vista, talvez eu não serei um bom ouvinte, talvez eu não serei um bom conselheiro, porque eu vou falar sobre a minha perspectiva, sobre a minha forma de ver o mundo. Por exemplo, se alguém chegar para você, um amigo, um parente, e começar a te contar

eu não serei um bom conselheiro, porque eu vou falar sobre a minha perspectiva, sobre a minha forma de ver o mundo. Por exemplo, se alguém chegar para você, um amigo, um parente, e começar a te contar uma história triste, algo que lhe aconteceu recentemente, e se você disser a ele, olha, às vezes com a melhor das intenções e com todo o carinho do mundo, e eu acredito nisso, porque nós somos pessoas que estamos aqui tentando eh fazer o melhor que nós podemos nesse mundo. Mas se nós disseros a esse amigo: "Olha, isso não é nada, isso vai passar, fica tranquilo, olha, segue adiante. Será que naquele momento essa é realmente uma atitude empática para eh quem está sofrendo? Talvez do nosso ponto de vista, talvez da forma como nós vejamos o mundo, talvez seja realmente essa a atitude a tomar ou a seguir. Não, levanta a sua cabeça, segue adiante. Isso não é nada. Imagina você dá conta disso. Às vezes é com a melhor das intenções que nós proferimos essas frases e às vezes com o intuito realmente de levantar o ânimo e a moral do outro. Mas nós somos seres completamente distintos, completamente únicos. As experiências que nós temos de vidas passadas e desta própria encarnação faz com que cada um de nós reaja na vida de uma forma completamente diferente. Ou seja, aquilo que para mim é muito fácil de encarar, de resolver, talvez pro outro não seja. E quando eu lhe digo: "Isso não é nada, isso vai passar, fique tranquilo." Muitas vezes, com toda a amabilidade do meu coração e com todo o desejo que de fato aquilo passe, muitas vezes não é exatamente o que o outro eh precisava e necessitava ouvir naquele momento. Então, esse conceito de empatia, né? E eu li para vocês aqui a denotação que se encontra lá no dicionário, né, de que é colocar-se no lugar do outro, é preciso que a gente vá além e continue essa leitura desse conceito. Porque se eu me coloco no lugar do outro, né, eu repito, com a minha visão de mundo, muitas vezes eu exijo do outro sem perceber e até mesmo ao encorajá-lo coisas que ele não é

leitura desse conceito. Porque se eu me coloco no lugar do outro, né, eu repito, com a minha visão de mundo, muitas vezes eu exijo do outro sem perceber e até mesmo ao encorajá-lo coisas que ele não é capaz ainda de fazer. Isso não seria empatia, por mais que me pareça. Eh, quando a gente continua essa leitura e eles dizem, né, aqui no dicionário que é compreender os sentimentos do outro, os seus pensamentos e as suas experiências. Aí eu começo a aprofundar mais. Se a empatia é colocar-se no lugar do outro, compreendendo os seus sentimentos, compreendendo os seus pensamentos e as suas experiências, aí sim a empatia pode ser executada de outra forma, porque no meu pensamento, na minha experiência, nos meus sentimentos, talvez eu resolveria aquilo que aflige ao outro de uma outra forma e talvez realmente de uma forma muito mais prática, muito mais assertiva, mas cada um é, como a gente já disse, um ser único, né? Eu sempre repito um exemplo aqui que a minha a minha tia sempre fala para é um exemplo que que é metafórico e muito interessante, que ela fala da da colheita do milho, né? Se você quer comer um cural, se você quer comer uma pamonha e a espiga de milho ainda não tá pronta para ser arrancada, não adianta você pegar e puxar ali pelo cabelinho da espiga, né? porque vai arrancar, não tá pronto ainda. Então é a mesma coisa é você querer que o outro, ainda que você o ame, ainda que você queira encorajá-lo, é você querer que ele reaja da forma como você reagiria diante das situações e dos problemas. é você querer que o outro faça sob a a faça alguma coisa ou realize alguma ação sobre a sua ótica, sobre a sua visão de mundo. E aí a gente precisa elaborar um pouco mais então esse conceito e essa habilidade da empatia. Segundo a neurociência, o nosso córtex cerebral, ele já vem realmente preparado para que todos nós sejamos empáticos. No entanto, essa é uma habilidade que vai sendo desenvolvida ao longo da vida. Não é porque nós tenhamos já essa capacidade nata, cerebral, né, nata, que

reparado para que todos nós sejamos empáticos. No entanto, essa é uma habilidade que vai sendo desenvolvida ao longo da vida. Não é porque nós tenhamos já essa capacidade nata, cerebral, né, nata, que nós vamos conseguir realizá-la sempre. Isso precisa ser desenvolvido. Ninguém nasce empático. A gente vai desenvolvendo através das atitudes que nos levam a esse sentimento de colocar-se no lugar do outro, compreendendo os seus sentimentos, os seus pensamentos e as suas dores. E nós ao longo da vida, quando nós vamos praticando mais a caridade, quando nós vamos eh eh talvez eh realizando trabalhos voluntários, quando nós vamos tendo a oportunidade, quanto mais temos a oportunidade de conviver com o outro, com as dores do outro, mais nós vamos ter as oportunidades seguras para que desenvolvamos em nós essa área, né, do córtex cerebral de que da qual nós temos a condição de sermos verdadeiramente empáticos. E quando nós eh nos voltamos muito pros nossos problemas, paraas nossas os nossos conflitos internos e queremos que todos nos entendam, mas quando é chegada a hora de que nós façamos esse movimento em direção do outro e não fazemos, eh, são pesos e medidas que muitas vezes na equação da vida, como eu sempre costumo dizer, a conta não fecha. Eu recebo tudo aquilo que eu dou. muitas vezes na mesma medida e às vezes até em medida superior. Então, a gente já disse que várias vezes, né, como o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele fala de homem de bem, eh, se a gente quiser ser amado, e também na lei do amor, lá na terceira parte do livro dos espíritos, quando eles falam de se eu quero ser amado, eu preciso amar mais. Quanto mais eu amar, mais eu tenho condições de receber esse amor. Então, eu sempre uso aqui a metáfora do bumerangue, né? Eu jogo e ele volta. Se eu eh sou uma pessoa que ainda não tenho a capacidade de me colocar no lugar do outro, se eu ainda sou uma pessoa muito fechada nos meus problemas, nas minhas questões pessoais, na hora que eu mais precisar, talvez eu ouça frases que

o tenho a capacidade de me colocar no lugar do outro, se eu ainda sou uma pessoa muito fechada nos meus problemas, nas minhas questões pessoais, na hora que eu mais precisar, talvez eu ouça frases que sirvam como verdadeiros professores na minha vida, para que eu possa também começar a desenvolver essa empatia que eu tanto quero que sintam por mim, mas que eu não tô preparada para sentir ainda. ainda pelo outro. Às vezes é chocante nós ouvirmos aquilo que ainda não estamos preparados para fazer. Porque se nós perguntarmos aqui hoje, se eu perguntar, se eu pedir, não vou fazer isso, não se preocupem, mas se eu pedisse para vocês assim, levanta a mão aqui, quem é empático, eu duvido que alguém ficaria com a mãozinha levantada. Eu acho que todo mundo vai pensar: "Ah, eu sou uma pessoa empática". Porque quando se trata de qualidades, nós enxergamos essas qualidades em nós ou em menor ou em maior grau. Você pode até pensar: "Ah, naquele dia, naquela situação com tal pessoa, eu não fui tão empática como eu poderia ser, mas em outro dia, em outras situações, então sempre a gente vai ver as qualidades, os atributos positivos, nem que seja um pouquinho a gente vai achar que a gente tem. Mas se a pergunta fosse, quem é que é uma pessoa antipática? Eu duvido que alguém voluntariamente aqui levantasse a mão, disesse: "Eu sou uma pessoa bem antipática". A gente tende a enxergar qualidades em nós e defeitos nos outros. Quando a gente vai evoluindo um pouco mais, a gente vai distanciando o nosso olhar do outro, não é? não enxergar que o outro tem defeitos, porque a gente convive com as pessoas e quanto mais próximas são, melhor a gente as conhece. Mas o segredo da vida não é conhecer tão bem ou tão profundamente o outro, seja o outro quem for, seu pai, sua mãe, seu filho, seu irmão. O segredo da vida é autoconhecer-se, é conhecer a si mesmo. Esse é o segredo. Porque quanto mais eu volto a olhar para as minhas qualidades, eu favoreço aqueles talentos que me foram dados. Eu enobreço a minha alma

ida é autoconhecer-se, é conhecer a si mesmo. Esse é o segredo. Porque quanto mais eu volto a olhar para as minhas qualidades, eu favoreço aqueles talentos que me foram dados. Eu enobreço a minha alma colocando a serviço do Cristo, colocando a serviço do bem, colocando a serviço da caridade aquilo que eu tenho de melhor, as minhas potencialidades. Porém, quando eu também começo a enxergar defeitos, ou melhor, né, eh, atributos que eu ainda vou adquirir, que eu ainda vou desenvolver, eu começo a enxergar em mim aquilo que muitas vezes, como espelho eu detesto no outro, aquilo que muitas vezes como espelho, é o outro faz e me irrita, o outro faz e me desagrada, o outro outro faz e eu não suporto. Mas se aquilo que o outro faz mexe tanto conosco, há de haver algum motivo. E esse motivo nós só entenderemos quando nós colocarmos luz onde ainda há sombra, quando nós colocarmos luz naquilo que nós ainda precisamos desenvolver. Porque se só olharmos para as nossas qualidades, nós viveremos potencializando, isso é maravilhoso, os nossos talentos, como eu disse, mas para desenvolver-se é preciso autoconhecer-se. É o famoso conhece-te a ti mesmo que Jesus nos ensinou, ó, há 2000 anos. Conhece-te a ti mesmo. Porque quando nós fazemos algo na nossa vida e que o resultado é positivo, é fruto sempre, indubitavelmente do auxílio do invisível, vamos dizer assim, né? do auxílio daqueles que nos cercam, que nos amam, que muitas vezes preparam as situações para que a gente possa viver aquela experiência e claro também fruto do nosso esforço, fruto da nossa consciência, fruto do nosso envolvimento com aquilo que estamos fazendo. Mas também quando acontece algo de negativo, o resultado é negativo da nossa vida, não pensemos que é culpa do outro, que é porque o outro, que é porque a situação, que é porque eu tô sendo perseguido, prejudicado. Sempre há na lei de causa e efeito uma explicação plausível para tudo que nos acontece de bom e de ruim. Tendemos a enxergar que aquilo que acontece de bom é fruto do nosso

do perseguido, prejudicado. Sempre há na lei de causa e efeito uma explicação plausível para tudo que nos acontece de bom e de ruim. Tendemos a enxergar que aquilo que acontece de bom é fruto do nosso esforço, é fruto do nosso talento, é fruto da nossa do nosso empenho. Mas que aquilo que acontece de ruim ou aquele resultado diferente do que eu obtenho nunca é porque eu, ou em outras vidas, ou nessa vida, muitas vezes escolhi caminhos que ou eu não deveria ter escolhido, ou eu deveria ter escolhido para gerar o aprendizado que aquela situação eh vai me gerar. Mas na ausência dessa compreensão total, dessa consciência expandida, que muitas vezes nós não temos ainda aqui, o ideal é que nós não reclamemos, não nos queixemos daquilo que nos acontece, assim como aquilo que acontece ao outro de negativo, de um resultado não desejado, que nós não julguemos. E aí entra a empatia. Porque se eu julgar, ah, fulano tá passando por isso, mas também se ele tivesse feito isso e isso aquilo, ou pior, né, gente, aquela frase bem de mãe assim, se tá vendo, eu avisei, se tivesse feito do jeito que eu falei, tinha tinha dado certo. Não estaria passando por isso. É bem verdade que muitas vezes essas frases são ditas sim com amor, mas nós nunca vamos conseguir fazer com que o outro realize tudo na vida dele, por mais que o amemos. Nós que somos mães sabemos o quanto nós gostaríamos que os nossos filhos não passassem por dores que nós, do lado de fora, do alto da experiência que muitas vezes nós temos de anos a mais, porque se somos mães ou pais daquele espírito que está ali encarnado, é porque em algum momento houve esse pacto reencarnatório de que nós receberíamos esse espírito como tutores, como orientadores nessa vida. Mas não é apenas para o aprendizado do espírito que ali está, é para o nosso. Muitas vezes somos nós mesmos que aprendemos a amar. A amar sem posse, a amar sem julgamento, a amar sem prender, a amar sem determinar que seja sempre do nosso jeito ou do jeito como nós enxergamos a vida ou da forma como nós

mos que aprendemos a amar. A amar sem posse, a amar sem julgamento, a amar sem prender, a amar sem determinar que seja sempre do nosso jeito ou do jeito como nós enxergamos a vida ou da forma como nós fizemos. Às vezes nós carregamos hábitos de vidas e vidas que com uma atitude de alguém que nos ama muito às vezes se desperta. Quantas pessoas, por uma frase às vezes que o filho disse, ou simplesmente pelo nascimento do filho, muda o rumo de algumas ah situações em sua vida, toma decisões, faz coisas diferentes, diz: "Não, agora eu preciso ser modelo para esse filho que vai nascer ou não, agora eu tenho um filho, eu não posso mais fazer o que eu fazia antes." Esse é o efeito do amor verdadeiro, do amor incondicional, que faz muitas vezes com que a gente se transforme em benefício de uma vida melhor para que aqueles que nós amamos e aqueles que nos amam verdadeiramente possam ter. Então esse é um ato sim de generosidade, de empatia, mas se eu quiser que o meu filho, por exemplo, eu tô dando um exemplo aqui porque sou mãe e às vezes a gente se pega repetindo frases que nos foram ditas, que ouvimos a nossa adolescência, a nossa infância, modelo de aprendizado que nós temos, é o que nós vivemos das nossas avós, das nossas tias, né? E às vezes a gente se pega repetindo o mesmo padrão, o mesmo modelo. E quando a gente vai amadurecendo ou quando os filhos vão crescendo e vão eh são outras gerações, são outros seres e os seres que estão vindo agora, né, nesse, nesse, nessa fase de transição planetária, são seres com outra experiência, com outra expectativa da vida, com outra expectativa do amor e que muito nos ensinam. Então, os adolescentes dessa nova dessa nova transição, os adolescentes, as crianças que aqui estão, muitas vezes elas são extremamente sensíveis e de uma profundidade de sentimentos de observação e de percepção da vida, que às vezes uma frase, uma se a gente observar ou se a gente realmente tiver empatia de tentar observar o mundo da ótica deles e não sobre a nossa

de sentimentos de observação e de percepção da vida, que às vezes uma frase, uma se a gente observar ou se a gente realmente tiver empatia de tentar observar o mundo da ótica deles e não sobre a nossa ótica, perceber que muitas vezes as frases, a forma como nós fomos criados, o que valia, o que servia lá atrás, talvez num mundo completamente transformado, modificado, completamente diferente do que era do que era quando nós éramos adolescentes ou crianças. Talvez aquela receita de bolo que serviu paraas avós, paraas tias, para nós, talvez não sirva mais para essa nova geração. Não estou falando de princípios morais ou de valores morais, porque esses se forem realmente eh eh aqueles que não são simplesmente valores da cabeça da gente ou impostos de fora para dentro, mas aqueles que nascem realmente brotam no nosso coração para que nós possamos conviver da melhor forma com os outros. Eles são muito válidos. Mas é possível que as nossas crianças de hoje saibam melhor, né, o que é a empatia do que nós. Tem uma bonequinha bem aqui na frente, para quem tá em casa não tá vendo, mas tem uma bonequinha. Quando a gente fala de criança, é muito bom que tem criança no ambiente, né? Então, eh, essas crianças aí vão talvez ensinar para nós muito melhor a essa habilidade de desenvolver o nosso córtex cerebral de uma maneira completamente diferente do que nós achávamos. Eh, nós vimos aí uma recentemente, vocês devem ter visto, né, tem um um cantor e que é um cantor eh acho que é escocês, se não me engano, que chama Luis Capalde. Luis Capalde. E ele trem, ele sofre de uma síndrome que é a síndrome de Guiles de Latorre, eu não sei se é assim que se fala, mas é conhecido como síndrome de latorrê, que é uma síndrome que é uma distorção eh no sistema nervoso em que a pessoa fica com movimentos repetitivos, né, ou de os famosos tics. Ela repete movimentos ou pisca eh eh de uma forma que não é muito consciente, né? e esses movimentos às vezes ou repete palavras e aí é preciso fazer um tratamento eh psicológico e

de os famosos tics. Ela repete movimentos ou pisca eh eh de uma forma que não é muito consciente, né? e esses movimentos às vezes ou repete palavras e aí é preciso fazer um tratamento eh psicológico e também um tratamento com remédios, com medicações. E esse cantor, né, que é um cantor muito famoso, recente, então a garotada juventude aí conhece bem, mas as músicas tocam muito. Ele ficou nove semanas seguidas no Reino Unido em primeiro lugar com uma uma é uma música que fez tá fazendo muito sucesso, canta desde os 9 anos de idade. Então, apesar dessa síndrome, ele é e tem um grande sucesso, né? Eh, eu digo, apesar porque ele depende, né? O o instrumento de trabalho dele é a voz e mesmo com essa eh dificuldade, com esse desafio, ele conseguiu superar. é um grande exemplo de superação. E aí tem uma cena que viralizou, né, que todo mundo viu por aí, que é um show que ele foi fazer, né, no Reino Unido, lotado, né, cheio de gente e no meio da música ele não consegue, ele tem uma crise ali e ele não consegue terminar de cantar, né, e ele tem os movimentos, fica ali com os movimentos repetidos e as pessoas que estão ali no local, todas uníssonas, levantaram o tom da voz. e cantaram por ele, né, no lugar dele, a música. E a sensação de ver essa cena, né, eh, de ver a a pessoa sendo abraçada por um movimento de empatia, é a coisa mais linda do mundo. realmente emocionante, porque ali poderia ser um ato de empatia, por exemplo, se todos se calassem, ficassem em silêncio, respeitassem o momento dele, mas talvez para ele fosse algo muito constrangedor, muito mais constrangedor, muito mais difícil de passar do que a a forma como as pessoas fizeram, porque elas elas tomaram o lugar dele com muita empatia, né? né? Elas se colocaram no lugar do outro sentindo a dor que ele sente, sentindo a emoção que ele estava sentindo. E aí o resultado não tem como dar errado, né? É uma cena realmente assim para falar de empatia talvez seja uma cena que a gente precise ver e entender que colocar-se no lugar do

e ele estava sentindo. E aí o resultado não tem como dar errado, né? É uma cena realmente assim para falar de empatia talvez seja uma cena que a gente precise ver e entender que colocar-se no lugar do outro, como a definição lá no dicionário, eu repito, não é colocar-se no lugar do outro sob a minha ótica. recentemente eu passei por uma situação, eu vou eu vou contar, eu sempre conto, né, o fato, não posso contar o santo, viu, gente? Não posso mesmo. Mas eh eu passei por uma situação recentemente em que eh um momento muito difícil, complicado, né? Enfim, não vou entrar muito em detalhes, senão daqui a pouco sou eu que tô chorando aqui, vocês vão ter que continuar a palestra de forma empática por mim, né? Mas vamos lá. E aí, eh, uma pessoa que eu gosto muito, né? muito muito próxima de mim. Eh, ela foi tentar me consolar e foi tão engraçado porque assim, era uma ligação telefônica, né? Eu não tava vendo, nem ela tava me vendo, nem vendo as minhas expressões, mas o que ela falava para me consolar, eh, ia me colocando cada vez mais para baixo, sem que ela percebesse. Porque quando você tá com algum problema muito grave, que para você, né, para você é um problema muito grave naquele momento, que pra você aquela dor tá muito difícil de suportar, que para você não tá conseguindo enxergar a saída naquele momento, e aí você tenta ouvir de alguém que você tem uma confiança. E eu digo isso sem nenhuma crítica, porque eu a amo profundamente. Ela é uma pessoa extremamente querida para mim e continuará sendo, né? Mas na hora foi muito interessante porque eu vivi o outro lado, né? Ela falava para mim assim: "Levanta a sua cabeça, enxuga essas lágrimas, para de chorar". E isso ia me colocando mais para baixo, porque eu não tava conseguindo nem a dor era tanta que eu não conseguia nem respirar de tanta dor. E ela falando como se fosse, claro, ela queria me aconselhar para que eu levantasse. Eu entendi o propósito, é óbvio, e acolho com maior carinho, mas não me ajudou naquele momento. Porque quando você não

la falando como se fosse, claro, ela queria me aconselhar para que eu levantasse. Eu entendi o propósito, é óbvio, e acolho com maior carinho, mas não me ajudou naquele momento. Porque quando você não tem forças nem para levantar, como que você vai caminhar? Se você não tem forças nem para sentar, como você vai correr? Então, naquele momento, as palavras não foram as palavras que poderiam ter me ajudado. E aí a gente, eu trouxe esse caso, né, para vocês como exemplo da empatia, porque eh existem coisas que a gente pode falar que podem sim auxiliar e coisas que às vezes é sob o nosso ponto de vista. Então, ela é uma mulher mais idosa, uma pessoa mais vivida, muito mais experiente, com muitas eh eh eram questões profissionais, tá? Então, eh, com muito mais experiências que eu e ali quando ela falou de fato sobre a ótica dela, era o melhor a ser feito. E hoje, olhando para trás, que eu já não estou no estado que eu estava, eu também entendo que o melhor era realmente não ligar para aquilo, levantar a cabeça e seguir adiante. Era o melhor, mas não era o que eu dava conta. Então, quando nós formos eh acolher alguém, nós precisamos colocar-nos no lugar do outro, mas entendendo o sentimento e a emoção do outro naquele momento. Porque o meu sentimento que tá de fora, de quem tá de fora, vai ser sempre diferente, vai ser sempre muito mais fácil lidar com o problema quem não está sob a pressão daquela situação, daquele momento, né? E às vezes, eh, algumas coisas acontecem que a sua reação, ela não é única e exclusivamente relacionada a aquele aquele fato, mas ela é uma junção de várias outras situações que ali talvez tenha sido só a gota d'água para derramar o copo. Então, é por isso que a empatia ela é tão necessária, né? Então, quando você diz assim, por exemplo, né, exemplos de frases que a gente poderia falar paraa pessoa, eh, primeiro essa essa questão da escuta ativa, como eu disse para vocês, né? Mas, por exemplo, quando você tenta entender o contexto no qual a situação

frases que a gente poderia falar paraa pessoa, eh, primeiro essa essa questão da escuta ativa, como eu disse para vocês, né? Mas, por exemplo, quando você tenta entender o contexto no qual a situação aconteceu e que você busca refletir junto com a pessoa sobre as emoções dela, ou seja, é mais você ouvir do que falar. Se você chega para alguém e a pessoa quer falar e você ouve parte do problema, né? Eu eu eu digo sempre, nós vivemos numa até fiz uma essa semana passada uma palestra aqui sobre desacelerar, que era o título da palestra, desacelerar. A gente vive numa numa sociedade tão acelerada, né? tão acelerada que não é mais normal você ouvir nem as mensagens de WhatsApp na velocidade certa, né? Outro dia eu tava conversando em família e aí eu tava conversando com um primo meu que ele falou que ele assiste. Já já falei já não era para ter falado, mas que ele ouve, né? Mas tenho vários, então vocês não vão saber quem é. Mas ele falou que ele já não ouve mais. Olha o tanto que a mente da gente tá acelerada. Nenhuma mensagem de WhatsApp na velocidade 1.5 para ele já tá pouco, né? Já essa lá no ponto dois. Eu falei, mas você perde até a a entonação das pessoas quando você ouve a mensagem acelerada demais. Você não sabe nem a a emoção que a pessoa tá passando naquele momento. Não, mas não importa, não dá tempo, né? Eu não tenho tempo para ficar ouvindo o áudio de de WhatsApp. e assiste muitos vídeos, muitas videoaulas e tudo no modo acelerado. E aí eu fiquei pensando, gente, como que como se se processa o cérebro, né, numa situação como essa de profundo eh profund profunda atividade, que já não basta tantas coisas que nós fazemos e ainda fazendo isso na velocidade dois, né, usando aí, imagine como que fica o cérebro. Não tem como não adoecer. Não tem como não chegar num determinado momento e a pessoa não tem um burnout, não tem uma uma dificuldade até de conseguir se concentrar, de conseguir focar, de conseguir ter atenção. E aí eu perguntei para ele assim: "Você já pensou em meditar?" Ele

pessoa não tem um burnout, não tem uma uma dificuldade até de conseguir se concentrar, de conseguir focar, de conseguir ter atenção. E aí eu perguntei para ele assim: "Você já pensou em meditar?" Ele riu, né? Óbvio, da minha cara, né? A pessoa que não dá conta de ouvir o WhatsApp na velocidade de um, vai conseguir sentar para meditar, né, gente? Brincadeira. Mas é o que a gente precisa começar a fazer. tentar desacelerar um pouco. Quando a pessoa fala, você às vezes a pessoa tá começando a contar o problema, tudo bem, tem gente que é muito prolixa, tudo bem que tem gente que vai emendando uma história na outra, não chega nunca ao final, né? Tem gente que é assim, eu conheço várias pessoas assim, começa a contar de uma coisa, aí fala assim, só um parêntese, aí ela fala de outra, aí volta para essa daqui pouco, não só mais um parêntese, ela vai no final da história, você já não sabe mais nem onde que começou e onde que vai terminar aquilo. Mas a gente tem que observar os estados emocionais com que as pessoas estão. Às vezes euforia demais, alegria demais, às vezes essa aceleração demais, às vezes fazer muitas coisas ao mesmo tempo são sinais que a pessoa está emitindo muitas vezes de uma certa instabilidade que nem ela tá percebendo, uma instabilidade emocional e que nem ela tá se dando conta, que em alguns casos são questões que vão culminar em algum algo patológico. que vai precisar de auxílio, né, de ajuda profissional. Em outros casos, não. Basta observar-se, conhecer-se, mudar de hábito, tentar fazer coisas que nos desacelerem, que nos acalmem. E também quando nós estivermos lidando com outro, para que nós consigamos ser empáticos, é desacelerar. Se a pessoa tá te contando um problema, uma situação pela qual ela tá passando, deixa ela falar. às vezes só dela falar sem você dizer nada, só o seu olhar, só a sua expressão facial. Muitas vezes é o que a pessoa precisa, é o melhor remédio. Tem gente que sai e fala assim: "Nossa, eu tava precisando tanto falar, eu tava, nossa,

izer nada, só o seu olhar, só a sua expressão facial. Muitas vezes é o que a pessoa precisa, é o melhor remédio. Tem gente que sai e fala assim: "Nossa, eu tava precisando tanto falar, eu tava, nossa, eu já tô me sentindo mais calma". E às vezes você não precisou dar conselho, você não precisou fazer nada, porque a nós temos essa necessidade de sermos ouvidos. de sermos compreendidos e não há ato de caridade maior do que emprestarmos os nossos ouvidos quando alguém está sofrendo. Nós não vamos perder absolutamente nada na vida em sermos caridosos, em sermos empáticos. E a caridade moral, tanto quanto a caridade material, é claro, ela é necessária, mas a caridade moral, ela nos transforma em pessoas verdadeiramente mais empáticas. É através dessa caridade moral que nós vamos exercitando esse esse lado do cérebro que vai te permitindo se tornar alguém que consegue olhar no olho do outro e perceber como o outro está. Há pessoas que são tão empáticas que ele não precisa, ela não precisa falar nada. Só de olhar o outro já capta. Você não tá bem, tá acontecendo alguma coisa? As pessoas mais sensíveis, elas têm esse essa capacidade, elas desenvolveram esse lado da empatia que nem precisa que o outro abra a boca e conte seus problemas. Porque nós, como somos diferentes e únicos, como eu disse desde o início, às vezes não somos pessoas que queremos falar. Alguns precisam falar e precisam ser ouvidos, outros não conseguem falar. Outros, quanto mais você tenta extrair algo do que a pessoa tá vivendo, menos empático você tá sendo, porque às vezes ela eh tem dificuldade de eh tocar nessa área dos sentimentos, das emoções. Então, às vezes, só estar ali ao lado. Eu me recordo de um professor, eh, um professor de um curso que eu fiz que ele contava uma situação em que ele viveu com um filho, né? Um filho que tava na adoles estava vivendo uma fase muito difícil na adolescência, enfim, não vou entrar na na problema pessoal deles, mas era uma situação muito complexa e o filho estava vivendo uma um momento em

tava na adoles estava vivendo uma fase muito difícil na adolescência, enfim, não vou entrar na na problema pessoal deles, mas era uma situação muito complexa e o filho estava vivendo uma um momento em que às vezes tinha algumas crises, eh, inclusive, né, por questões emocionais. E e num dia esse filho se trancou no quarto e ele ficou muito preocupado e pediu que abrisse, abre a porta, abre a porta e o filho não respondia, não respondia. E ele com medo de que alguma coisa acontecesse, né? Ele conta isso com muita emoção, com muito respeito e tem um motivo pelo curso que ele dá, mas ele disse que ele teve que forçar a porta e entrou. E quando ele entrou, o filho tinha quebrado tudo no quarto e tava deitado no chão, chorando muito, muito, muito. E ele olhou para aquilo naquele momento. A esposa dele vinha atrás, eles ficaram assim estupefactos, não sabiam como reagir. E ele pensou: "Eu só posso nesse momento, eh, antes mesmo de perguntar o que que tá acontecendo, por que que você fez isso?" Tarará. Ele só fez deitar-se ao lado do filho. E ele disse que o filho tava deitado com a cabeça assim no chão. Ele deitou, ficou olho no olho com o filho e e tentou se comunicar através do olhar, dizendo: "Eu te amo muito, eu tô aqui, eu vou te acolher, nós vamos juntos passar por essa dificuldade". Mas ele disse que disse tudo isso com a alma, com o coração, sem proferir uma única palavra. Nós, como espíritas sabemos que um espírito se comunica com o outro através da comunicação do perespírito, per espírito com perespírito. Se aproximam e a comunicação se dá. Nós encarnados temos também essa condição, mas nós não não somos treinados para isso, né? Por isso que Jesus falava que nós poderíamos fazer muito mais do que fazemos, que nós somos deuses. Mas nós encarnados com algumas pessoas, e talvez alguns aqui tenham essa experiência, eu já tive essa experiência, né? Eu tenho um irmão que a gente é tão próximo, tão próximo, tão próximo. Qualquer situação da vida dele que ele passe, ele pensa em

alguns aqui tenham essa experiência, eu já tive essa experiência, né? Eu tenho um irmão que a gente é tão próximo, tão próximo, tão próximo. Qualquer situação da vida dele que ele passe, ele pensa em mim e eu sinto. E às vezes eu lembro dele, ele me manda uma mensagem, o telefone toca ele e vice-versa. Nós temos uma uma comunicação quase que telepática, mas é pela sintonia das almas, é pelo amor que é profundo, verdadeiro. E a gente, por alguma razão, foi desenvolvendo isso ao longo da vida. Então, nós conseguimos transmitir ao outro muitas vezes, não em palavras apenas, mas em sentimentos, em energia, em vibração aquilo que nós podemos dizer. Porque eu estou dando esse exemplo do meu professor mesmo sendo alguma algo tão íntimo, né, da família dele, porque ali foi a atitude mais empática que ele poderia ter. Não era a hora de questionar, não era a hora de perguntar que o que que o que que tá acontecendo, por que que você tá fazendo isso. Não era hora. Era a hora de acolher e estabelecer o vínculo para que essa comunicação pudesse acontecer de forma mais eficaz. Como eu disse, a empatia ela não é só colocar-se no lugar do outro, mas é entender o contexto das emoções e dos sentimentos do outro, que talvez se fosse eu naquele contexto agiria de maneira diferente. Então, colocar-me no lugar do outro com a minha perspectiva de vida, é é começar um exercício de empatia, mas ainda não é empatia, porque ali, naquele momento, eu posso eu posso fazer algo que afaste o outro de mim ainda mais ou que não estabeleça um vínculo de confiança. É, quem já fez trabalhos com pessoas em situação de rua, entende bem esse conceito de estabelecer o vínculo e criar essa linguagem de empatia. Porque quando nós pensamos numa pessoa, num irmão que está em condição, né, em situação de rua, eh, as pessoas às vezes julgam e acham que todos os que estão em situação de rua estão ali pela mesma razão, por um mesmo motivo. E existem eh condições completamente diversas. A rua, para quem já fez trabalho voluntário com pessoas

acham que todos os que estão em situação de rua estão ali pela mesma razão, por um mesmo motivo. E existem eh condições completamente diversas. A rua, para quem já fez trabalho voluntário com pessoas em situação de rua, ela abriga, ela alberga pessoas de diferentes classes sociais. Às vezes tem pessoas que têm uma condição extremamente favorável financeiramente, mas que por alguma razão precisou sair do seu lar, deixar a sua família, seja por uma questão de vício, seja por uma questão de eh desentendimento familiar e ou seja por outras razões. Nós não estamos aqui para julgar, mas quando a gente conversa com eles, eles contam as histórias pra gente e eles falam sobre o motivo ou quem são eles ou qual o contexto de vida deles, a gente fica chocado com a gama de experiências que tem. são pessoas completamente diferentes. Tem pessoa que está em situação de rua, que tem doutorado, tem graduação, tem título, tem posses. Aí você fala: "Ah, mas que que ela tá fazendo aqui?" "Ah, mas por que que ela?" Não importa. Se ela está ali e você tá fazendo um trabalho com aquelas pessoas, o mínimo que você tem que fazer para dialogar com elas é colocar-se numa condição de empatia, não de quem vai ali arrogantemente levar algo para alguém, porque nós ainda Jesus precisou nos ensinar lá atrás que era preciso que a nossa mão esquerda não soubesse o que a nossa mão direita faz. Se Jesus nos disse isso no passado, é porque nós muitas vezes ainda fazemos, né, a caridade, mas deixamos uma pontinha do dedo para que o outro veja que a gente fez a caridade, né? Ou até não bota a pontinha do dedo, não, faz logo uma selfie, né, que tá aqui, aqui eu fazendo a caridade, posta lá, né? Então, eh, é preciso que a gente vá com a verdadeira intenção de servir e amar. E o exemplo da rua para mim, né, é um dos locais onde mais ensina sobre a empatia, porque ali poderia ser você. Determinadas situações que acontecem na vida do outro, imprevistos absurdos, poderia ser você, poderia ser um irmão seu, poderia ser um parente seu, pode

sobre a empatia, porque ali poderia ser você. Determinadas situações que acontecem na vida do outro, imprevistos absurdos, poderia ser você, poderia ser um irmão seu, poderia ser um parente seu, pode vir a ser um filho seu, pode vir a ser um neto seu. Como nós vamos saber o que que vai passar na vida das pessoas e o que que vai nos acontecer? Então, às vezes a gente tem que se colocar no lugar de realmente tentar entender o contexto do outro para conseguir ajudá-lo. Eu durante muito tempo fiz trabalhos com pessoas em situação de rua e a gente tentava eh era uma ONG que retirava essas pessoas da rua, mas era voluntariamente. Então, muitas vezes a gente ia semanas e semanas e semanas levando o alimento, a roupa, ouvindo, falando para criar vínculo, para que a pessoa pudesse ir sentindo confiança em se abrir, em conversar, em dialogar, em ter vontade de esperar que vocês apareçam na semana seguinte para que ela possa se abrir, contar algo. E ali é pacientemente, durante muito tempo que se estabelece essa condição de vínculo e de amor mesmo, porque você realmente passa a ver o outro sob a perspectiva dele, que é completamente diferente da sua. Eu não saberia viver naquela condição que ele vive. Então, eh, também um aprendizado de vida. Você está diante de um ser humano, você está diante de um irmão, você está diante de alguém que às vezes tem habilidades que você não tem, conhecimentos que você não tem, ou seja, você não é melhor que ele em nada. E muitas vezes você acha que está indo ali para ajudar e você volta para casa às vezes muito mais reflexivo com o aprendizado que ele te proporcionou. Nós temos a condição de aprender com todas as pessoas o tempo inteiro até o último suspiro da nossa encarnação. Basta nós nos colocarmos numa posição de humildade, de abrir os nossos olhos para que o outro possa expressar-se e para que nós empaticamente consigamos captar o que ele tem a nos oferecer. Então, eu me lembro que vivi situações, eu me lembro, vou contar só esse fato,

os olhos para que o outro possa expressar-se e para que nós empaticamente consigamos captar o que ele tem a nos oferecer. Então, eu me lembro que vivi situações, eu me lembro, vou contar só esse fato, né, e dar prosseguimento aqui pra gente finalizar, mas são questões assim muito impactantes que se você não tiver empatia, você não consegue esse vínculo com eles. E eu me lembro de uma senhorinha que tava em situação de rua, isso há muitos anos, né? Então, eh, ela, eh, quando a gente chegava ali com alimento, com a sopa, ia entregar para ela, toda semana ela, ela, os meninos diziam que ela não queria aceitar, não queria aceitar a comida. E eu falava: "Mas por que que ela não quer aceitar?" E um dia eu sentei no chão do lado dela e comecei a conversar puxando assunto com ela e tal. E aí, como quem não quer nada e eu não oferecia a comida, né? Eles passavam com a gente passava com a bandeja, então eu fiquei ali sentada conversando, né? Isso era ali na rodoviária aqui de Brasília. E aí quando eh as pessoas saíram, eu fiquei um pouco mais, ela contou para mim, eu perguntei, né, dali papo vai, papo vem, eu perguntei mas a senhora não quer uma sopinha, tá tão frio, né? Seria. Aí ela me falou assim, minha filha, uma vez, porque ela sentiu confiança e se abriu, ela falou, uma vez trouxeram uma comida aqui pra gente que tava estragada e eu comi e fui parar no hospital. Eu quase, né, eu passei muito mal. E ela falou assim: "Então, tem gente que é muito má". Ela falou para mim, né? Eu nem consegui acreditar direito. Assim, tem gente que é muito má, vem aqui dá a comida e a comida acha que é qualquer coisa para dar pra gente e a comida não tava estragada. E ela ficou com isso na cabeça, que ela não ia aceitar alimento da mão de ninguém, nem de nenhuma ong, nem de ninguém que fosse lá. E aí eu falei para ela assim: "Se eu comer, a senhora come". E gente, mas não foi uma coisa totalmente, sei lá, eu só queria que ela comesse, né? Eu falei: "Se eu comer, a senhora come". Ela me olhou, acho que

alei para ela assim: "Se eu comer, a senhora come". E gente, mas não foi uma coisa totalmente, sei lá, eu só queria que ela comesse, né? Eu falei: "Se eu comer, a senhora come". Ela me olhou, acho que ela não esperava e falou assim: "Eu como". Então, todas as semanas, a partir daquele dia, quando eu chegava nela, quando a gente chegava perto dela, ficava sempre no mesmo cantinho, quando eu chegava perto dela com a bandeja, ela me olhava e falava assim: "Você primeiro". E aí eu tinha que provar a sopa dela, né? O potinho dela, eu botava, eu ria, claro, eles não entendiam nada, mas eu falava claro e eu provava a sopinha dela e falava: "Tá uma delícia, agora a senhora pode comer". E dava para ela, ela passou a receber toda semana a sopa que a gente levava, mas foi porque ela sentiu confiança, ela sentiu que podia fazer isso, né? Então, eh, às vezes colocar-se no lugar do outro é só abrir o coração. Só abrir o coração, entender o contexto do outro. Contexto do outro é diferente do seu. Se você for agir se colocando no lugar do outro, achando que isso é só, só isso é a empatia, às vezes você não vai conseguir estabelecer esse vínculo que o outro tá precisando naquele momento. E aí vai se tornar muito mais difícil que você consiga eficácia nessa empatia, né? Já vi minha amiguinha do passe, então significa que estou terminando, né, amada? E aí, gente, essas aflições da vida, né, elas servem para que quem está passando por ela aprenda, mas quem tem a oportunidade de ser empático com alguém que está passando por uma aflição da vida, aprenda muito mais. Nós não precisamos aprender pelo caminho da dor. Nós poderíamos aprender por outros caminhos. Nós podemos aprender pelo caminho da dor, do amor, perdão, né? Do caminho do amor. Nós podemos aprender pela pelo aprendizado do outro. Quando você tá verdadeiramente disposto a aprender e numa posição de humildade, de entender, né, a frase do filósofo: "Só sei que nada sei". E quanto mais eu tenho consciência de que nada sei, mais

o. Quando você tá verdadeiramente disposto a aprender e numa posição de humildade, de entender, né, a frase do filósofo: "Só sei que nada sei". E quanto mais eu tenho consciência de que nada sei, mais em posição de humildade eu me coloco. Porque o tempo inteiro eu tenho que aprender. Eu tenho que aprender o tempo inteiro mesmo. Não é da boca para fora isso. Não é só de conhecimentos eh científicos ou de outros saberes. Eu tenho que aprender sobre mim mesma o tempo todo. Eu tenho que aprender sobre mim, quem eu sou, como eu reajo, o que eu ainda sinto, quais são os sentimentos que eu ainda nutro dentro de mim. Por menores que eles sejam, às vezes eles estão lá. O outro nunca vai saber, porque às vezes eu escondo. Nós somos mestres em disfarçar algumas coisas e às vezes para que o outro não sofra. Mas quem tá sofrendo, eh, nunca disfarça o sofrimento. Quem tá sofrendo consegue disfarçar que está bem, né? Muitas vezes a pessoa tá passando por uma situação e ela desfala: "Não, tá tudo bem, não, eu tô bem". E quando você vai ver alguma coisa de pior acontece, mas disfarçar que você tá mal é patológico, né? meio esquisito. Então, olhemos com caridade, com amor para o próximo e nós saberemos o que fazer, o que dizer na hora certa, como agir. E como os exemplos que eu dei aqui, às vezes não é falar nada, às vezes é deitar do lado e olhar nos olhos e transmitir pelo amor e pela vibração que você queria dizer ou que o outro ainda não tá nem em condições de ouvir naquele momento. Às vezes é você chorar junto, às vezes é você abraçar, às vezes é você sentir um pouquinho do que ele tá sentindo para você aprender, né? Quando Jesus falou: "Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que são famintos e sedentos de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, porque é deles o reino dos céus, né? Está lá no Evangelho de Mateus. Jesus aí não está fazendo apologia ao sofrimento, mas é porque aqueles que passam pelo sofrimento há sempre um

guição pela justiça, porque é deles o reino dos céus, né? Está lá no Evangelho de Mateus. Jesus aí não está fazendo apologia ao sofrimento, mas é porque aqueles que passam pelo sofrimento há sempre um propósito de aprendizado. E nós, se estivermos ao lado de quem está sofrendo e aprendermos com esse aprendizado do outro com que a vida tá querendo ensinar, talvez nós não teremos que passar por esse sofrimento também. Mas se nós vivermos uma vida sempre correndo aceleradamente, não, eu não posso parar aqui porque eu estou com muita pressa, eu não posso ajudar, eu não tenho tempo, eu não posso receber essa ligação, não posso falar com o fulano agora porque eu não tenho tempo, porque é meu trabalho, nós estaremos perdendo valiosas oportunidades de aprendizado. Então, que nós possamos também aprender com a justiça divina que há em cada situação pela qual cada um de nós passa. Nós estamos vivendo o fruto da nossa própria caminhada. Tudo que acontece de bom, tudo que acontece de ruim é oriundo de nós mesmos. E um dia, fora da matéria, nós entenderemos. Vamos tentar fazer sempre o melhor para que os resultados sejam os melhores. Se não forem, vamos aprender com esses resultados. Vamos perguntar o que estão querendo nos ensinar e vamos aprender com eles. E se estivermos ao lado de alguém que está passando por aprendizados e aflições, vamos aprender a ser empáticos, colocando-nos no lugar do outro, mas no contexto, no sentimento e na experiência que o outro está vivendo e não na nossa. Então é isso, meus queridos. Vamos fazer uma prece para finalizarmos esse momento. Então, convido novamente a todos a fecharem os olhos para falarmos com esse Deus que habita dentro de nós, pai maior, pai de caridade, pai de amor, de amor incondicional, como É bonito entender, Pai, que fora da caridade não há salvação. Como é bonito começar a entender nessa encarnação, Pai, a amplitude da palavra caridade. compreender que essa caridade vai muito além do material que muitos a necessitam nesse que muitos necessitam

o. Como é bonito começar a entender nessa encarnação, Pai, a amplitude da palavra caridade. compreender que essa caridade vai muito além do material que muitos a necessitam nesse que muitos necessitam nesse momento e que tanto podemos ajudar, mas que a verdadeira caridade ainda está sendo treinada dia a dia por cada um de nós. A caridade que faz com que nós enxerguemos o outro pelo olhar dele e não pelo nosso. A caridade que nos faz entender o que é sermos empáticos de verdade. A caridade que nos transforma, que nos modifica, a caridade que nos salva. E talvez só hoje, Mestre Jesus, depois de tantas e tantas caminhadas na vida, nós estejamos olhando para essa palavra empatia com outro olhar. Talvez aquilo que muitas vezes nos fez achar que éramos empáticos era o começo do que poderia ser a verdadeira empatia. E hoje eu te peço por mim, pelos meus irmãos encarnados que me ouvem aqui no salão da comunhão espírita de Brasília, pelos meus irmãos desencarnados que também nos ouvem aqui por toda parte, onde ecoa a nossa voz. Que essa transmissão, Mestre Jesus, possa alcançar todas as mentes que precisam, assim como eu, aprender mais sobre o amor, mais sobre a caridade moral, mais sobre a empatia. Que nós não percamos a oportunidade, mestre Jesus, nenhum só dia da nossa vida de treinarmos e desenvolvermos essa capacidade tão bonita de amar o próximo incondicionalmente, de amar como tu amastes e nos amas, de não julgar, de compreender, de acolher, de abraçar, de ter a compreensão dos erros. erros, dos acertos, das dificuldades, dos tropeços daqueles que nos cercam, em especial daqueles que amamos e que muitas vezes não queremos que sofram, mas que não é porque não queremos que as suas dores serão inevitadas, evitadas, porque muitas vezes é através delas que eles aprenderão e também nós que estamos ao lado deles. E assim, Mestre Jesus, com muita gratidão no coração, nós te agradecemos por mais essa noite, por mais esses momentos de reflexão e te pedimos, mestre Jesus, ilumina os nossos

e estamos ao lado deles. E assim, Mestre Jesus, com muita gratidão no coração, nós te agradecemos por mais essa noite, por mais esses momentos de reflexão e te pedimos, mestre Jesus, ilumina os nossos corações, coloca-nos o teu amor dentro de nós, ilumina os nossos lares, protege cada um que lá se encontra, ilumina toda a nossa casa, ilumina a nossa vida, ilumina o nosso trabalho. e por onde passarmos, Mestre Jesus, que nós sejamos, quem sabe um dia exemplos de empatia, de amor e de caridade. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Muito obrigada, meus queridos irmãos. Vamos permanecer em silêncio, em oração para os a segunda parte dos trabalhos de hoje que são o passe. Uma excelente semana para todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os

bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.

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