EM FAMÍLIA - Regina Borges (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 28/02/2022 (há 4 anos) 43:17 342 visualizações

Conheça nossa Livraria Virtual: https://livraria.comunhaoespirita.org.br/ TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Dia, meus irmãos e minhas irmãs. Sejam todos muito bem-vindos a essa casa de amor, de amparo, de acolhimento, que é a comunhão espírita de Brasília. E com muito carinho, com muita alegria também, eu cumprimento os nossos irmãos que não podem presencialmente estar aqui no auditório Bezerra de Menezes, mas que nos acompanham pelos veículos tecnológicos de comunicação. Que todos nós neste momento sejamos agraciados pela paz, pelo amor que emanam do divino mestre Jesus. Nesse primeiro momento, nós vamos fazer a nossa prece inicial, que é aquela conexão maravilhosa, né, que a gente estabelece com alto, com Deus, nosso pai, com Jesus, com todos esses amigos protetores, espirituais que aqui já se encontram entre nós. Mas antes de fazer fazermos a nossa prece, eu quero eh dar um aviso. No final a gente relembra novamente, né, para que eu não esqueça de avisar para vocês que amanhã a comunhão espírita estará fechada. Amanhã, primeiro de de março, todas as palestras acontecerão virtualmente, tá? Então, a comunhão amanhã estará fechada. Bom, então aqueles que desejarem, vamos fechar os nossos olhos, vamos nos colocar de forma eh confortável, receptiva, para que a gente possa receber esse carinho, esse amparo que essa equipe de Jesus aqui presente veio nos trazer nesta manhã. Deus, Pai de amor, bondade, misericórdia infinita, nós te agradecemos, Pai querido, pelo doma, pela grande oportunidade que essa jornada representa para cada um de nós. Jesus, querido parceiro de viagem, nosso irmão mais velho, nosso protetor, nosso modelo, nosso guia. Obrigada, Jesus pela tua doce companhia e parceria nessa jornada existencial. Obrigada a cada amigo espiritual que nos ampara, que nos aconselha, que nos orienta, principalmente nos momentos de crise, de dores, de dificuldades. Obrigada a esse irmão amado, irmão querido, Dr. Bezerra de Menezes, que com punho de amor, de carinho, de cuidado, conduz espiritualmente esta casa de amor que é a comunhão espírita de Brasília. E hoje, Jesus querido, que nós faremos

o querido, Dr. Bezerra de Menezes, que com punho de amor, de carinho, de cuidado, conduz espiritualmente esta casa de amor que é a comunhão espírita de Brasília. E hoje, Jesus querido, que nós faremos uma reflexão acerca das relações familiares, nós queremos pedir-lhe, Jesus querido, que adentre nossos corações, nossas mentes, que substitua os sentimentos de paciência por sentimentos de amor, de carinho, de paciência, de gratidão por todos aqueles, Senhor, que nos deram, que tu nos destes a graça de conosco caminhar nessa jornada por cada membro da nossa família. almas queridas, com quem temos a oportunidade, Jesus de aprender e de ensinar. Fortaleça, Jesus com a fé. Higieniza o redo do nosso lar, da nossa família, para que imperem os seus valores, Senhor, aqueles que vós nos ensinastes quando conosco caminhou neste planeta e que continua das instâncias de luz a nos governar. Ajuda-nos, Jesus a sermos vitoriosos, Senhor, no cenário da nossa família, compreendendo que cada um de nós foi colocado na célula familiar que merecemos, que necessitamos para aprender e para crescer. Que toda essa energia boa que os espíritos de luz nos trazem nesta manhã, Jesus, curando nossas feridas, feridas do corpo, feridas da alma, essas da alma, Jesus, que tantas vezes afetam os nossos relacionamentos afetivos. Que essa energia salutar, esta vibração de amor, Jesus, de paz e de gratidão, possa alcançar todos aqueles que amamos, que fazem parte, Jesus, do seio da nossa família. Obrigada, Senhor. E que a nossa reflexão dessa manhã possa trabalhar nossas mentes e corações para que a cada dia, Jesus trabalhemos os nossos relacionamentos familiares. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos queridos, a nossa reflexão desta manhã, ela está contida nesta obra Pão Nosso, uma das obras eh ditadas pelo espírito Emanuel, esse espírito de tanto amor, tanta bondade, tanta luz, que por intermédio da da mediunidade abençoada, séria, comprometida do nosso irmão Chico Xavier, Ele poôde nos eh deixar, nos enviar esse

manuel, esse espírito de tanto amor, tanta bondade, tanta luz, que por intermédio da da mediunidade abençoada, séria, comprometida do nosso irmão Chico Xavier, Ele poôde nos eh deixar, nos enviar esse legado de conhecimento, de esclarecimento, de luz, que são as suas obras. E essa mensagem de hoje é a mensagem 117 dessa obra que é intitulada em família. E Emanuel, como sempre, vale-se de um versículo evangélico, né, ou das cartas ou dos Atos dos Apóstolos. E ele formula para nós uma reflexão. E hoje ele foi na carta de, na primeira carta de Paulo a Timóteo, quando Paulo diz: "Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus". Tá no capítulo cinco, né? como eu disse da primeira carta a Timóteo, no capítulo 5, no versículo 4. Agora nós vamos ver o que Emanuel nos fala, né? Eh, como que ele interpreta esse esse versículo e ele diz o seguinte: "A luta em família é problema fundamental da redenção do homem na terra. Como seremos benfeitores de 100 ou 1000 pessoas se ainda não aprendemos a servir cinco ou 10 criaturas? Esta é indagação lógica que se estende a todos os discípulos sinceros do cristianismo. Bom pregador e mau servidor não são dois títulos que se não coadunam. Desculpe, são dois títulos que que se não coadunam. O apóstolo aconselha o exercício da piedade no centro das atividades domésticas. Entretanto, não alude a piedade que chora, sem coragem ante os enigmas aflitivos, mas aquela que conhece as zonas nevrálgicas da casa e se esforça por eliminá-las, aguardando a decisão divina a seu tempo. Conhecemos numerosos irmãos que se sentem sozinhos espiritualmente entre os que se lhes agregaram ao círculo pessoal. através dos laços consanguíneos, entregando-se, por isso a lamentável desânimo. É imprescindível, contudo, examinar a transitoriedade das ligações corpóreas, ponderando que não existem uniões casuais no lar terreno, preponderam aí, por enquanto, as provas salvadoras ou

desânimo. É imprescindível, contudo, examinar a transitoriedade das ligações corpóreas, ponderando que não existem uniões casuais no lar terreno, preponderam aí, por enquanto, as provas salvadoras ou regenerativas. Ninguém despreze, portanto, esse campo sagrado de serviço, por mais se sinta cabrunhado na incompreensão. Constituiria falta grave esquecer-lhe as infinitas possibilidades de trabalho iluminativo. E a mensagem se estende, mas eu assinalei até aqui porque é uma mensagem eh um pouco longa, né? E o nosso tempo aqui é curto e eu acho que essa parte que eu li traz a essência, né? do conteúdo do que Emanuel desejou nos nos mostrar. E ele começa, meus irmãos, esta mensagem dizendo: "Eh, a luta em família é problema fundamental da redenção do homem na terra." Olha que palavra, vamos dizer assim, significativa, pesada, né? contundente. Ele chama a vida em família de luta. Sim, porque a vida familiar é luta, é desafio constante de superação, de aprendizado. Aprendermos a exercitar valores como humildade, resignação, capacidade de de compreensão, de perdoar o outro, é um dos exercícios mais difíceis é a vida em família. Por quê? Porque na vida lá fora, no nosso trabalho, nas outras atividades que fazem parte da nossa vida como encarnados, a gente vai lá, embora passe grande parte do nosso tempo, convive, mas para onde que a gente volta? É pro seio da família. Então, nós precisamos eh eh vivemos nessa luta constante para administrarmos as nossas relações eh familiares. Imaginemos a Terra, como sempre falamos aqui, um grande educandário, uma grande escola. E nós podemos eh usando dessa metáfora, dizer que a família é o início, é a série inicial, é o beabá. Porque se nós não aprendermos a trabalharmos estes valores no seio da família, como que nós vamos vivê-los na vida lá fora, na vida em sociedade? Somos seres sociais por natureza. E se nós não aprendermos a trabalhar esses valores como paciência, né, humildade, saber ouvir, saber compreender o outro, como é que nós vamos viver isso lá fora?

de? Somos seres sociais por natureza. E se nós não aprendermos a trabalhar esses valores como paciência, né, humildade, saber ouvir, saber compreender o outro, como é que nós vamos viver isso lá fora? E se somos dentro do seio da família, pessoas desequilibradas, inquietas, impacientes, intolerantes, são também cidadãos desequilibrados que nós vamos oferecer à sociedade. O livro Jesus no Lar, o espírito néio Lúcio, eh, através da psicografia do nosso querido Chico Xavier, o capítulo do fala sobre as relações familiares e é um capítulo lindo. Aliás, essa obra é toda belíssima e ele nos mostra um diálogo de Jesus com a sogra de Simão Pedro. Imagino eu que aquele dia a sogra de Simão Pedro devia estar, como muitos de nós nos encontramos tantas vezes, né, eh, infelizes, eh, com as nossas relações familiares, observando o clima de conflito, desentendimento. E a gente muitas vezes fica se perguntando por, né, por não nos entendemos? E aí eu imagino que ela tava em um desses dias e ela ali naquela oportunidade bendita de estar na presença do mestre, ela pergunta a Jesus: "Senhor, afinal de contas, que vem a ser a nossa vida no lar, Senhor?" A gente nota aí nas entrelinhas, certamente ela falava assim: "Eu fico perdida", né? E ela queria ouvir de Jesus uma explicação. E olha o que Jesus lhe responde. Ele diz: "O lar é a escola das almas, o templo onde a sabedoria divina nos habilita pouco a pouco ao grande entendimento da humanidade. O lar é o cadinho santo ou forno preparador. Gente, olha que metáfora linda e profunda. O lar é o cadinho santo, é o lugar sagrado, é o lugar bendito, é o cenário das nossas vidas para juntos desenvolvermos os valores cristãos. Mas é também o forno preparador. é o forno preparador, onde apenas com o calor da compreensão, do respeito, da tolerância, da docilidade, nós conseguiremos administrar os nossos relacionamentos com aqueles que nos foram confiados pela misericórdia. de Jesus para conosco estarmos matriculados na mesma série, nesse educandário que é a terra.

conseguiremos administrar os nossos relacionamentos com aqueles que nos foram confiados pela misericórdia. de Jesus para conosco estarmos matriculados na mesma série, nesse educandário que é a terra. E ele continua Jesus, ele diz: "O que nos parece aflição ou sofrimento dentro dele é recurso espiritual. O que às vezes nos parece dor, o que é motivo pra gente tantas vezes de muitas lágrimas, de muito sofrimento, de muita inquietação emocional, é o recurso que nos é oferecido para nos lapidarmos como espíritos que somos criad imortais. Somos joias raras de Deus, trabalhando a cada dia para nos tornarmos melhor, melhores. E o lar é um instrumento, uma ferramenta, um cenário, digamos assim, de burilamento do espírito. Então, que a gente saiba valorizar o nosso lar, a nossa família, seja ela qual for. Deixemos para trás falas do tipo, tantas vezes no auge da nossa impaciência e irritação, nós chegamos a mencionar: "Ah, eu não mereço essa família que tem que tenho. Eu não mereço essa mãe que me cobra tanto. Eu não mereço esse pai tão retrógrado, tão conservador. pais e mães, eu não mereço esse filho tão rebelde. Ah, merecemos, merecemos e necessitamos, porque as leis de Deus são justas e são necessárias. Então, nós temos sim a família que precisávamos nesse momento da nossa jornada. Estamos reunidos junto àeles que temos elos que foram construídos pelos sentimentos sublimes, pelo amor, mas também pelas paixões doentias, pelos comportamentos equivocados. E aí nós retornamos na mesma célula familiar nessa oportunidade de reescrevermos aquele capítulo da nossa jornada existencial que nós viramos a página, que nós nos recusamos a viver. Eu sempre falo, às vezes em conversa com as minhas filhas, eu digo: "Não deixe nenhuma pendência. Administremos nossos relacionamentos, busquemos saídas, porque se nós não fizermos isso, se nós virarmos a página, sem que a gente leia, sem que a gente interprete, sem que a gente viva o livro, o enredo da nossa vida, nós voltaremos. Voltaremos sim em outras

que se nós não fizermos isso, se nós virarmos a página, sem que a gente leia, sem que a gente interprete, sem que a gente viva o livro, o enredo da nossa vida, nós voltaremos. Voltaremos sim em outras oportunidades, em outras circunstâncias, para que possamos realizar aquilo que não realizamos e às vezes em situações muito mais adversas, muito mais difíceis. Então é agora, é o momento, é agora, é esta vida que nós temos que buscar, gerenciar os nossos relacionamentos afetivos, os nossos relacionamentos familiares. Na questão 775 do livro dos espíritos é perguntado para a sociedade, qual seria o resultado do afrouxamento dos laços de família? E os representantes do espírito da verdade respondem uma recrudescência do egoísmo. Quer dizer, o fortalecimento, a cristalização do egoísmo. que é na família. Eu costumo dizer que na família nós aprendemos inclusive a conjugar verbos, porque a gente tem uma tendência norteados pelo nosso egoísmo, de pensarmos sempre, conjugarmos o verbo sempre na primeira pessoa do plural. Eu quero, eu gosto, eu almejo, né? Eu acredito, eu sonho. E a família vem para nos ensinar que nós temos que conjugar os verbos na primeira pessoa do plural. Nós acreditamos, nós nós sonhamos, nós buscamos, nós pretendemos, nós almejamos. É assim que a gente tem que conjugar o verbo, os verbos no seio da família, sempre pensando não apenas na gente mesmo, mas pensando nessa célula familiar que a gente compõe. E ao preparar esta reflexão, eu cheguei à conclusão que os dois grandes, as duas os as duas, os dois grandes valores que nós temos que trabalhar na relação familiar é justamente vencer o egoísmo e exercitar o perdão. exercitar o perdão, a compreensão junto à estão ao nosso lado. Entender que cada espírito veio aqui para acertar. E se a gente erra, se a gente cai, se a gente fraqueja, é porque a gente tropeça mesmo, faz parte da nossa essência humana, do estágio em que nós nos encontramos. Então, a gente precisa ter respeito, paciência com aquele parceiro

cai, se a gente fraqueja, é porque a gente tropeça mesmo, faz parte da nossa essência humana, do estágio em que nós nos encontramos. Então, a gente precisa ter respeito, paciência com aquele parceiro de viagem, a quem estamos ligados pelos laços consanguíneos ou às vezes pelos laços de afeto. Por exemplo, em relação aos filhos, quantos pais adotivos, pais de alma, pais de coração, mas que momento nenhum isso diminui a a beleza, a magnitude do papel da paternidade, da maternidade. Então, lar é cenário onde a gente tem todo dia aprender a perdoar o outro e perdoar a gente mesmo nas relações que não dão certo, não ficar se culpando, que às vezes a gente tem uma tendência quando a gente tem um membro da família que é problema, né? Aliás, a gente tem que ter muito cuidado, porque a gente não pode entrar nessa nessa nessa nessa espiral vibratória do do familiar problema, senão a gente não tem condição de ajudar. A gente tem que exercitar o amor, a compreensão, tentar ajudar, mas tudo dentro do nosso limite. Lembrando que cada um de nós trouxe a sua biografia espiritual, cada um de nós trouxe os seus aprendizados a serem realizados, as suas tarefas, a sua missão aqui nessa vida. E nós não podemos transportar a cruz do outro. Nós que somos pais, que somos mães, a gente tem essa tendência de querer eh eh transportar, né, o o peso das cruzes dos nossos filhos, daqueles por quem nos sentimos responsáveis. Mas até nisso nós temos que ter cuidado, porque cada um nessa vida tem a sua missão a ser vivida. a gente tem que ajudar, mas mantendo eh um certo distanciamento do problema para não entrar nesse campo vibratório. Eh, e aí eu falo aquilo que eu sempre falo, né? É fácil, não. Tudo aqui é muito difícil. Nesse planeta de prova, expiação não tem nada fácil. É tudo oneroso, muito oneroso emocionalmente, mas a gente tem que buscar, né, nessa conexão com alto, na prece, a força, a energia, pra gente conseguir administrar os nossos conflitos, os nossos relacionamentos eh familiares. E falando

onalmente, mas a gente tem que buscar, né, nessa conexão com alto, na prece, a força, a energia, pra gente conseguir administrar os nossos conflitos, os nossos relacionamentos eh familiares. E falando em relação familiar, nós vamos eh nos ater aqui um pouquinho à relação, por exemplo, do casamento e dos filhos, né? casamento. Não há coisa mais bonita, mais nobre, mais sublime do que duas pessoas que se elegem para juntas construírem, edificarem um lar, uma família. É um projeto divino, é um projeto belíssimo, mas muito difícil. É um exercício muito difícil. Uma primeira coisa que nós temos que fazer entre duas pessoas que tomam essa decisão é subtrairmos de nós essa visão de alma gêmea que a gente tem, essa visão fantasiosa do grande amor, da alma gêmea. Lembrando que a maioria dos espíritos e que se unem na construção de um lar, de uma família, estão interligado por oportunidades de correção. São pouquíssimos, pouquíssimas famílias são estruturadas dentro do sentimento maior de de clicidade, de amor. Então vamos tirar essa visão, essa percepção de alma gêmea, porque isso a doutrina espírita já nos mostrou que não existe. Não existe, almas gêmeas, porque nós não fomos criados os pares. Existe talvez as algemas que vão nos ligar aqueles com quem temos aquele ou aquela com quem temos o compromisso de juntos cuidarmos, edificarmos uma família. E talvez um dia, pela forma como nós vivemos esse projeto de amor, talvez sim nos transformemos em almas gêmeas pelo compromisso de trabalho, de amor, de responsabilidade juntos, mas não porque sejamos almas gêmeas. E em relação aos filhos, quem é pai, quem é mãe sabe que não há dor maior do que a ingratidão de um filho. Mas a gente precisa entender também a condição e o papel dos filhos em nossa vida. os filhos eh eh cada um também tem a sua biografia, tem a sua história. E muitos deles, meus irmãos e minhas irmãs, são colocados ao nosso lado para aprenderem a nos amar. Porque no passado, em outras jornadas, nós fomos os seus algozes.

sua biografia, tem a sua história. E muitos deles, meus irmãos e minhas irmãs, são colocados ao nosso lado para aprenderem a nos amar. Porque no passado, em outras jornadas, nós fomos os seus algozes. E Jesus, numa oportunidade redentora, nos dá oportunidade de novamente estarmos reunidos com ele. Daí enfrentamos tantas vezes filhos difíceis, filhos rebeldes, filhos que não nos aceitam, parecem não nos amar, porque para eles também tá sendo difícil, tá sendo um aprendizado na relação com os filhos. Vamos nos preocupar em oferecer e não em receber. E o nosso tempo aqui passa muito rápido, mas eu vou tentar eh e compartilhar com vocês uma experiência, um testemunho pessoal. E eu faço isso com muita tranquilidade. Por quê? Por que nossas dores são tão parecidas? Nossas alegrias, nossas dificuldades. Eu tenho duas filhas. A primeira filha veio quando eu já tinha 10 anos de casada. achava que nem experimentaria a a a realização, né, a alegria da maternidade. Quando ela veio, nasceu uma garota linda, mas foi uma gravidez que eu passei quase a gravidez toda, 8 meses eu fiquei deitada de repouso absoluto para que não ocorresse um um aborto espontâneo. E eu conversava com ela, eu dizia, não, eu não era espírita nessa época. Eu dizia para ela: "Fica aí, tenha calma". Nós vamos juntas escrever uma linda história. E ela nasceu. Foi uma alegria para toda a família. Cresceu numa rebeldia tremenda só comigo, com o pai, o maior carinho, com todos os familiares, uma criança doce, amorosa. Mas só para vocês terem ideia, ela não me chamava de mãe, ela me chamava de Regina. Por aí vocês tiram a conclusão do tamanho da rejeição que ela sentia em relação à minha pessoa. Foi isso que me trouxe paraa comunhão espírita, porque eu precisava entender isso e ao entender, aprender a administrar essa dor. E aqui eu fui estudar as leis da vida e eu entendi, não fiz terapia de vidas passadas, mas eu entendi que ela teve uma grande dificuldade para retornar esta vida, me tendo como a sua genitora.

sa dor. E aqui eu fui estudar as leis da vida e eu entendi, não fiz terapia de vidas passadas, mas eu entendi que ela teve uma grande dificuldade para retornar esta vida, me tendo como a sua genitora. E eu comecei a fazer com ela o que eu chamo de terapia do amor. Todas as vezes que eu estava próximo dela em pensamento, eu me conectava e eu pedia perdão. Perdão, minha filha, por qualquer coisa que eu tenha te feito. Vamos aproveitar essa oportunidade que Jesus nos concede de reescrevermos um novo capítulo paraa nossa história. Um dia eu peguei ela na cozinha conversando com a com a pessoa que trabalha lá em casa, que já tem mais de 20 anos, que mora lá. E ela disse pra pessoa: "Tem dia que eu não suporto ouvir a voz dessa mulher. Essa mulher era eu." Imagine a dor que eu experimentei, mas nunca perdi a fé. Embora eu também já estava sem paciência para essa relação conflituosa. Ela foi escolhida na primeira universidade itinerante do do mundo que concede nos Estados Unidos. É um é um espírito inteligentíssimo. Com 18 anos já tinha abandonado dois cursos de engenharia na MNB, porque nada comportava ela e a a a inteligência dela, tudo ela sabia. E então ela foi escolhida e eu pensei, eu chorei muito, eu pensei: "Nunca mais vai retornar". Um dia o meu mentor me disse em um sonho, deixe que ela vá, porque foi a forma encontrada para que vocês resgatem essa relação e não fracassem mais uma vez. O dia que eu a levei ao aeroporto, eu não derramei uma lágrima. Isso já tem 10 anos. Ela hoje já vive lá, trabalha lá numa grande empresa, se formou, morou cada semestre num país diferente. Hoje, só para fecharmos a nossa história, que o nosso tempo já está extravazando. Hoje ela não me chama de Regina, ela me chama de mãezinha. Tudo isso eu conquistei por intermédio da conexão com Deus, com Jesus, com os espíritos amigos, por intermédio da prece onde eu pedi ajuda, porque eles estão sempre dispostos a nos ajudarem e a nos orientarem. Tudo isso para mostrar para vocês que tem saída sim, que tem

com os espíritos amigos, por intermédio da prece onde eu pedi ajuda, porque eles estão sempre dispostos a nos ajudarem e a nos orientarem. Tudo isso para mostrar para vocês que tem saída sim, que tem solução sim para os relacionamentos familiares conflituosos. fazem parte do nosso aprendizado. É só nos colocarmos em conexão com alto, analisarmos em que precisamos mudar e a gente consegue sim. Tudo passa nessa vida, meus irmãos. E já estou extrapolando o tempo. E eu gostaria de deixar com vocês, na prática que eu tenho, né, da poesia, deixar com vocês para para que os espíritos aqui presentes, esses mentores maravilhosos que já estão aqui trabalhando o nosso coração, fazendo um processo de higienização, eh nos trazendo essa paz que nós viemos buscar. Então eu quero deixar com vocês os versos do profeta Cali Gibran, que fala da relação com os filhos, que eu acho maravilhoso. E ele diz o seguinte: "Vossos filhos não são vossos filhos, são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Venha através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis ortorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar teus corpos, mas não tuas almas, porque estas habitam a mansão do amanhã, que vós não podeis visitar, nem mesmo em sonhos. Podeis esforçar-vos para ser como eles, mas jamais procureis fazê-los como vós, porque a vida não anda para trás. Vós sois os arcos de onde os vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O arqueiro mira a senda do infinito e vos estica, para que as flechas voem cées e para longe. Que o vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria. Porque da mesma forma que ele ama a flecha que voa para longe, ele ama o arco que permanece estável. é a relação de Jesus conosco. Da mesma forma que ele ama os nossos filhos que voam para longe, ele nos amam como humildes arcos que lhes impulsiona. Que Jesus nos abençoe, que vocês tenham uma semana maravilhosa e que Jesus

nosco. Da mesma forma que ele ama os nossos filhos que voam para longe, ele nos amam como humildes arcos que lhes impulsiona. Que Jesus nos abençoe, que vocês tenham uma semana maravilhosa e que Jesus esteja sempre conosco a fortalecer-nos, a nos orientar nas nossas relações familiares. Obrigada. Lembrando mais uma vez que amanhã a comunhão espírita está fechada, as palestras serão virtuais, aqueles que chegaram depois e também eh compartilhar com vocês que agora a partir de março, as segundas-feiras, nessa nesse horário das 8 horas da manhã, nós teremos um grupo de passe coletivo. Ó, que bênção. Certo? Obrigada, queridos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade.

Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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