Educação e Limites na Infância | Família no Ar

FEBtv Brasil 07/03/2024 (há 2 anos) 1:05:10 166 visualizações

"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 06 de março de 2024, abordaremos o tema "Educação e Limites na Infância". Os conv...

Transcrição

Boa noite meus irmãos e irmãs eu sou nson da área da família da Federação Espírita brasileira e hoje falaremos de um tema desafiador para muitos papais e mamães mas que se regado com muito amor e orientado Sob a Luz da doutrina espírita se torna um exercício prazeroso capaz de trazer resultados incríveis na criação dos nossos filhos nesta noite nós vamos falar de educação e limites na infância e para compor aqui junto comigo o time da área da família da Federação Espírita brasileira eu convido a nossa irmã Cristina Leite boa noite Cris seja bem-vinda boa noite Nelsinho Boa noite a todos que estão aqui participando ao vivo conosco e também aqueles irmãos que vão nos ouvir depois porque afinal de contas o nosso programa fica gravado Alguns vão ouvir a gente Em outro momento e esse tema realmente é extrema ente importante trabalhando na área da família há tanto tempo todos os anos a gente tem que discutir esse tema pelo menos uma vez ao ano tamanha a a inquietação que os pais trazem pra gente e pra gente começar essa discussão de uma maneira inspirada vamos lembrar de Emanuel que na obra primorosa ou Consolador responde a seguinte pergunta o período infantil é o mais importante para a tarefa educativa essa é a questão 109 de Consolador e a mano nos fala o período infantil é o mais sério mais propício a assimilação dos princípios educativos até os 7 anos o espírito ainda se encontra em fase de adaptação para Nova existência que lhe compete no mundo nessa idade ainda não existe uma integração perfeita entre ele e a matéria suas recordações do plano espiritual são por isso mais vivas tornando-se mais suscetível de renovar o seu caráter e estabelecer um novo caminho na Consolação dos princípios de responsabilidade se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar Eis Porque o lar é tão importante para a edificação do homem E hoje nós vamos estar tendo a oportunidade de conversar sobre esse assunto com duas pessoas muito queridas que já já estiveram conosco em outros

rque o lar é tão importante para a edificação do homem E hoje nós vamos estar tendo a oportunidade de conversar sobre esse assunto com duas pessoas muito queridas que já já estiveram conosco em outros programas aqui no família no ar a nossa irmã na Paula Vec que é da AM Goiânia e Esley Assis que também são que também é da AM Goiânia sejam bem-vindos meus irmãos é uma satisfação teros aqui conosco Ah muito obrigada é uma grande satisfação poder participar aliás É uma honra estar aqui com vocês novamente e o nosso coração se alegra para para poder conversar com os pais e o um pouquinho de educação infantil Uhum eu Wesley Eu sempre me alegro com a oportunidade de colaborar aqui no departamento de família e que a gente possa abrir um leque de discussões reflexões eu acho que sempre sempre útil para todos nós né nós sempre estaremos em algum contato né ou como tios ou como avós né ou como os pais né ou como irmão ou como subgrupo da de toda a parentela Então acho que a gente tá o tempo todo participando do processo educativo uhum perfeito muito bem e aí nós precisamos estar muito bem orientados pelos conhecimentos pela psicologia e vocês trabalham com isso muito frequentemente no dia a dia de vocês a questão dos limites também aparece aí na realidade de vocês como aparece na nossa né Nelson nos nossos Encontros com os nossos pais ex olha Eh é uma constante no nos atendimentos e e como você colocou a gente já tava conversando fazendo um um aquecimento antes né na nossa vida diária é impossível a gente não observar não porque a gente é cheeta não mas é porque é a nossa área de atuação e porque temos filhos né já adultos mas assim e é é é notório então o que eu percebo na questão do limite é que existe um não eh que ele não é bem definido é um não inseguro e muitas vezes também é um não agressivo Então esse limite ele não é colocado na sua posição correta que é de conter e a gente só consegue dar se a gente tem presença se a gente tem vínculo e a gente pode deixar para falar do vínculo daqui a pouco mas se eu

e ele não é colocado na sua posição correta que é de conter e a gente só consegue dar se a gente tem presença se a gente tem vínculo e a gente pode deixar para falar do vínculo daqui a pouco mas se eu não tenho essa conexão com o meu filho e comigo mesmo com as minhas emoções eu não consigo dar limite porque o meu não ele pode ser um não muito frouxo filhinho por favor guarda seus brinquedos tá bom porque se você não guardar na hora que o papai chegar você vai ver alguém sentiu a autoridade Nessa fala não porque em verdade eu não estou em conexão comigo mesma com a minha força e nem com a com as emoções do meu filho e ao mesmo tempo eu posso dar um não agressivo eu vijo isso todos os dias no consultório a criança cai menen o que que você fez veja que isso nem foi um limite Foi simplesmente um desespero Manifesto na intenção de conter alguém de conter uma criança que precisa ser sossegada precisa ser salva eh que é a questão do vínculo naquele momento sem a gente perceber dentro do nosso desespero em protegê-la a gente a agrediu Nossa Ana Paula você tá tão exagerada mas eu vou começar a falar um pouquinho de vínculo e deixa o o a gente faz um ping-pong tá bom Wesley bom toda criança até os 2 anos sobretudo até os 2 anos ela precisa construir essa relação de apego que é dela pros seus cuidadores e dos Pais paraa criança chamada vínculo a forma como ela constrói esse apego interfere nessa primeira infância interfere em todas as relações emocionais dessa criaturinha ao longo da sua vida todos então nós também pai sofremos esse tipo de apego e e vai influenciar na forma que a gente vai lidar com os nossos filhos inconscientemente então toda criança quando ela cai que ela tá com medo ela volta pro seu cuidador ela precisa o qu de ser amparada de se sentir sentida meu pai ou minha mãe tá sabendo que eu tô sentindo e de ser segura eu tô segura então ele tá desesperado com medo da barata ela começa a gritar Ô minha filha o que que tá acontecendo ó que que tá acontecendo ela

minha mãe tá sabendo que eu tô sentindo e de ser segura eu tô segura então ele tá desesperado com medo da barata ela começa a gritar Ô minha filha o que que tá acontecendo ó que que tá acontecendo ela tá sendo vista você tá com medo ela tá sendo sentida Suas Emoções vem aqui me D um abraço Olha aí sim eu acolhi eu protegi acag e resultado diferentes né Ana Paula como é abordagem e resultado Diferentes né é eu vou vou tentar concluir só pra gente dar um exemplo assim bem na prática eu não vou falar nome de teorias não vamos pra prática Eh aí ela se sentiu segura pronto isso aqui é a construção do Vinho em qualquer momento em que ela der uma birra e que eu vou dizer calma minha filha você tá frustrada vem cá deixa eu te sossegar tem hora que não vai ter jeito que a gente vai pegar no colle e tirar daquele lugar que ela é muito pequenininha não vai compreender mas nesse momento eu tô eu tô cumprindo o meu papel mas olha qual só como é que a gente é que eu vejo isso todos os dias no consultório quando eu vou caminhar aqui no parque eu vejo né tá gritando Cala a boca menina não é possível que você tá gritando por conta disso aí vocês se sentiram Seguros quando eu gritei você tá com medo nessa minha fala nem um pouco né então é a fala ali no mínimo tá ambivalente ela também a criança não se sentiu Salv e tem pior eu vou te bater se você não parar de gritar agora eu vou te bater que que se sentiu agredido e eu vejo isso a criança tá lá mamãe ai ai a eu tô com medo do médico dentro do hospital você cala a boca eu vou te bater e olha que eu vou te largar aqui são ameaças que a criança tá escutando que ela não tá se sentindo segura não tá se sentindo salva ocorre um rompimento nisso aí que vai interferir em toda a estrutura dela mas também na relação comos seus pais ali ao longo dessa infância ao longo da adolescência Então tem muito a ver conosco também por que que eu reagi daquele jeito E aí eu vou deixar essa pergunta como que nós estamos também antes da gente falar da Bia e jogar um

cia ao longo da adolescência Então tem muito a ver conosco também por que que eu reagi daquele jeito E aí eu vou deixar essa pergunta como que nós estamos também antes da gente falar da Bia e jogar um pouquinho pro wesler que eu sei que ele vai dizer muita coisa sobre essa Pimentinha que eu joguei aqui não é assim meu amigo Olha é o seguinte o processo Ana Paula de que você falou ele é fundamental da família por exemplo o o vínculo que é a forma com que a criança pega ele pode ser completamente invisível para os pais se a gente não ficar atento Lembrando que até os 7 anos a capacidade estés da criança ou seja a capacidade de perceber os comportamentos emoções e sentimentos dos adultos é muito grande e essa forma que Ana Paula colocou mostra que o apego ele pode ser Seguro ou não ele pode trazer uma insegurança e a gente lembra que toda a estrutura neurológica da criança todo o processo de maturidade pode ser tão afetado numa relação dessa que ele pode ter um fracasso não orgânico do desenvolvimento porque a criança ela precisa desse Amparo desse ambiente e pra gente estar atenta a ela o evangelho diz que não precisa do Saber científico naquele dado momento porque é na questão afetiva na questão do amor do sentimento das emoções o vínculo ele é importante para que dentro do contexto da maternagem da patern agem Ou seja você esteja atento à criança para Estar atento a uma criança tem que ter presença real tem que ter se o trabalho nosso nos deixa afastado um tempo a qualidade do tempo que nós estamos nós construímos uma presença real junto da criança essa presença real é entendida como uma um limite Mas foi o que a Ana Paula colocou é uma ação uma justiça que vai envolver a criança então para esclarecer melhor Isso é só a gente observar como é que o ambiente da casa funciona como que funciona as regras Às vezes a gente olha uma professora comandando 40 alunos 30 alunos 20 alunos e ela tem comandos que deixa a criança absolutamente tranquila no que nós chamamos de controle de sala nós

ciona as regras Às vezes a gente olha uma professora comandando 40 alunos 30 alunos 20 alunos e ela tem comandos que deixa a criança absolutamente tranquila no que nós chamamos de controle de sala nós precisamos aprender observando que as crianças elas observa os pais e a regra a justiça em conceder permissões em conceder As coisas elas têm uma uma coerência o ambiente ele é coerente quando eu falo que é previsível então todo ambiente previsível a criança fica segura porque ela sabe das regras ela assume aquilo ele vai no supermercado ele sabe como se comportar lá ele vai no ambiente do do aniversário ele sabe se comportar porque a regra já foi dada anteriormente e não foi porque alguém usou uma bebida alcoólica e permitiu quebrar todas as regras né os filhos ficam soltos por não tem presença real ou então imatura vai fazendo de forma imatura um padrão de comportamento que deixa o ambiente sem um norteador então a gente olha muito para criança querendo dar limite mas nós temos que também por outro lado olhar para nós ver como nós estamos sendo como pais como tias como avós como mãe pai então é preciso a gente olhar também que o contexto do sistema familiar ele é muito sério nós temos subgrupos dentro da família nós temos subgrupo fraternal que é irmãos com irmãos nós temos subgrupo conjugal dos Pais nós temos subgrupo parental então em cada uma dessas coisas se construi crenças por isso que depois de grande um filho fala pra mãe não senhora puxa saco do fulano eh porque só sempre puxou o saco do fulano Em algum momento aquele filho construiu essa imagem imem e não se destrói imagem com palavras porque é uma estrutura vivenciada Então isso que a Ana Paula falou eh fomenta muitas discussões mesm porque esse vínculo dessa forma que eu falei aqui mostra o tanto que os sistemas eles estão interligados não no converseiro mas na prática na atitude na emoção nos hábitos e o outra coisa tradições valores princípios essas três condições é que é o grude da família o grude Então esse

es estão interligados não no converseiro mas na prática na atitude na emoção nos hábitos e o outra coisa tradições valores princípios essas três condições é que é o grude da família o grude Então esse grude tem a ver com esse vínculo que Ana Paula falou tão importante eu queria pode continuar gente aqui Claro olha só é engraçado né o o o o você falou ah é a imagem do irmão que é preferido é tão Sutil isso E assim a gente no consultório eh vê eh e observando você tá consultando e você vê a prática né Às vezes o pai tá apressado a mãe tá apressada porque quer falar de um exame e tudo o menino pequeno chora Ele simplesmente toma o brinquedo do maior e dá pro menino eu paro a consulta na hora falo eu falo assim oi eh que que você fez não tava ele nem sabe o que que ele fez na verdade ah ah falei gente olha só Aí a gente pega e começa a conversar Claro a gente para tudo e começa a conversar mas ó o que eu quero chamar atenção é que nós temos atitudes extremamente inconscientes e que vão dar resultados né como é que eu vou dar limite se eu não estou presente então a questão do não ela é muito séria o não ele precisa de presença e o que que é presença eu estar aqui onde estão os meus pés olhando pra minha criança pras emoções dela e pras minhas também então às vezes você tá muito tado criança é maiorzinha vem com olha hoje não hoje nós não vamos decidir Esse aspecto porque eu eu eu eu não tô bem e eu posso tomar uma decisão que não vai dar certo porque a partir do momento que você deu o não você tem que sustentar e esse não não pode ser influenciado pela sua emoção como W colocou ah hoje eu tô de boa Bibi sei lá a regra ela tem que ser valida e ela tem que ser justa né tem que ser coerente com as nossas atitudes e tem que ter presença senão a criança também não aceita né você tá aqui no quantas vezes eu vejo lá no consultório tá aqui no celular é menino mas e o menino tá lá e eu já tô vendo o menino antes vindo pegar uma coisa que quebra F olha aqui não meu querido esse aqui quebra por

antas vezes eu vejo lá no consultório tá aqui no celular é menino mas e o menino tá lá e eu já tô vendo o menino antes vindo pegar uma coisa que quebra F olha aqui não meu querido esse aqui quebra por favor só até aqui então a Dora colocando um limite mas um limite amoroso por que que o limite não pode ser amoroso Porque se o limite ele é agressivo ele também não é compreendido é isso que a gente tem que entender o limite agressivo ele para a criança naquele momento porque todo mundo para ante uma dor ante um susto ante um medo mas ele não é eficiente ele não continua ao longo do tempo é esse não com firmeza e que que é não com firmeza Ah pegou no colo por exemplo eh você tava dando um exemplo a criança chorando porque tá cansada quer um colo Qual o problema de eu dar o colo pra criança ela tá cansada ela tá querendo um colo né Então sou eu adulta olhando para uma necessidade de uma uma criança e vendo se eu posso atender Ô minha filha mamãe tá com muita dor nas pernas eu não tô conseguindo ficar em pé pode ser sentada aqui e abraça essa criança né você tá dando segurança Agora se a gente tá mal a gente interpreta esse de outra forma a gente tá nervoso e a gente vai agredir essa criança e entendendo que tá dando limite e a gente não tá dando limite o limite é olha eu te abraço eu te acolho mas neste momento eu não posso comprar esse brinquedo e também a gente não pode prometer pode passar se me permitem eh existe um vade existe um dentro do do trabalho do limite eh eu vou dar um exemplo do consultório da sala de espera também para ficar mais fácil existe um limite onde nós pais damos um limite verbal aí a gente se torna invisível seja qual a melhor forma de pai e mãe ficar invisível é ficar assim igual foi o mês passado lá no consultório tem um menino com com um um transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade muita impulsividade a mãe tá lá olhando pro celular e falando menino para com isso menino para com isso e ele aproximou da de uma de uma cascata lá em fibra de vidro uma cascata

enção e hiperatividade muita impulsividade a mãe tá lá olhando pro celular e falando menino para com isso menino para com isso e ele aproximou da de uma de uma cascata lá em fibra de vidro uma cascata muito bonita parece madeira Mas é fibra de vidro e ele então resolveu escalar a Cascata só que ela é levezinha Então ela caiu e r$ 200 de de cascata foi pro Brege quebrou tudo então só naquela momento a gente a a mãe vai perceber que ela é invisível ela tá falando e não faz isso não vem para cá mas nem olha para ele não está largando o o aparelho não está vendo não tá supervisionando e a hiperatividade da criança fez ele não ficar quieto ele foi e foi curiosamente mexer na naquilo então quando a gente fala invisibilidade é isso Você tá ali num ambiente às vezes até com presença ali física mas não tem presença real a presença Real ela é de todo momento e não é construída na adolescência ela é construída desde aí assim só para finalizar que eu acho que precisa disso Wesley quando você coment a gente tava falando do vínculo e você disse de levar transtornos gente Claro que sim a quebra nesse vínculo um vínculo que a gente fala não Seguro eh na forma da da da parte da agressividade da negligência ela pode ter rompimento psicológico e psiquiátrico no desenvolvimento mental e emocional dessa criança até culminando uma esquizofrenia né não sei o Wesley quiser comentar e vários outros tipos de transtornos tem a ver gente nós somos espíritas Ah é o espírito que reencarnou Claro que sim Claro que sim tem essa essa essa eh eh como é que a gente vai dizer essa essa dificuldade esse desafio que ele traz Mas se a gente tem um vínculo constrói um vínculo seguro que é esse vínculo do conforto do do do apaziguamento né talvez essa esse transtorno vai se manifestar de uma forma mais leve né E às vezes situações são tão graves na infância de tanta violência que realmente rompe toda a estrutura psíquica dessa criança e a gente vai est causando mais problema para esse espírito Então acho que a gente tem que

ões são tão graves na infância de tanta violência que realmente rompe toda a estrutura psíquica dessa criança e a gente vai est causando mais problema para esse espírito Então acho que a gente tem que pensar bem sei se Wesley quer completar os fatores eh hoje tão querendo transformar a esquizofrenia num transtorno do neurodesenvolvimento exatamente por causa dos fatores genéticos e o compartilhamento de gens né que não vai detalhar isso aqui Mas acima de tudo pelas condições G iis pelas questões par parto ali pró do parto e as questões do puer per então muito dessas crianças em condições externas ou seja não tem nada a ver com a genética mas é um fenômeno que vai então desencadear possibilidades e essas possibilidades podem eh se ampliar com o ambiente em que a criança eh cresce muitas vezes esse ambiente pode ser tão disfuncional que a criança abre mais ainda essa esse quadro eh iniciado nos traumas de de nascimento sal de parto Então essas condições hoje estão sendo estudadas como fatores de risco de predisposição né então se a gente consegue acolher a criança dar uma condição melhor para ela do vínculo da da assistência essas condições chamadas pré-mórbida de abrir um quadro num PEP que a gente fala que é o primeiro episódio Psicótico que ocorre numa fase de 16 17 18 anos que vai interferir no resto da Encarnação da pessoa uhum gente incrível esse primeiro bloco né se a gente pode chamar assim a primeira pergunta né que na verdade não foi uma pergunta já Vocês já entraram trazendo uma visão bem aprofundada né Do que vocês identificam como situações que podem contribuir para que essa criança ela tenha uma evolução ou uma involução né E nós queremos ouvir vocês aí também que nos assistem nessa noite mandem suas perguntas compartilhem com a gente suas experiências como pais como tios como avós tá e nos ajudem a deixar esse programa aqui ainda mais especial Ana Paula e Wesley como a doutrina Espírita vê o papel da educação e dos limites na formação do caráter das Crianças

como tios como avós tá e nos ajudem a deixar esse programa aqui ainda mais especial Ana Paula e Wesley como a doutrina Espírita vê o papel da educação e dos limites na formação do caráter das Crianças especialmente durante a primeira infância nós já fizemos uma abordagem aqui né Vocês já trouxeram agora vamos abordar e eh sobre a ótica da doutrina espírita quais seriam os impactos em longo prazo na vida dessas crianças e como as casas espíritas podem ajudar os pais nesse nesse processo grande né a pergunta começa pode começar gente na no Evangelho Segundo espiritismo Capítulo 14 no item e é colocado para nós que a única tarefa a nossa missão enquanto pai e mãe é levar esse espírito essa alma até Deus como que é isso a gente pega dentro de um carro um foguete airb e leva para não a gente como que a gente vai aproximar desenvolvendo nela valores tal e ela também coloca para nós em várias questões a responsabilidade dos pais no livro Missionários da Luz tem uma mãe que ela tinha 40 anos que tava no plano espiritual e ela tava assim trabalhando muito era uma trabalhadora para conquistar a reencarnação em que ela receberia quatro filhos desses quatro filhos dois seriam deficientes físicos e mental o terceiro deficiente mental e a quarta que seria uma menina ela traria muitos problemas de rebeldia questões assim de Maia seria a única pessoa que ela teria de apoio e ela seria viúva muito cedo então o pessoal da do planejamento reencarnatório Diz a ela olha Eh Meus parabéns por essa sua intenção né de seu empenho ela falou assim não as mães que falharam outrora cumprem com eh eh eh como se fosse assim nada que a obrigação dela seria uma uma coisa de ordem muito natural que ela voltasse para reparar o que antes ela não fez porque na outra Encarnação ela teve uma ela deu uma educação assim de muita idolatria pros filhos vocês são lindos são melhores do que os outros né tem que receber tudo nas mãos não precisa ter esforço não precisa tanto trabalhar deu então assim aquela Isso sim é é Mimo dá colo dá

tria pros filhos vocês são lindos são melhores do que os outros né tem que receber tudo nas mãos não precisa ter esforço não precisa tanto trabalhar deu então assim aquela Isso sim é é Mimo dá colo dá carinho dá amor não é Mimo mas nesse sentido dessa idolatria você é o melhor você né e e e deixaram que com que eles se perdessem nos vícios isso a gente tem que ter atenção também no sentido de ter a nossa presença o nosso exemplo a nossa coerência e no livro entre a terra e o céu eh André luí vai dizer pra gente que geralmente são os pais os primeiros a desvirtuar os f mais infância daqui a pouco eu vejo o capítulo que ele fala isso que eu esqueci agora mas ele diz isso e infelizmente é verdade porque a gente esquece disso que o Wesley colocou que a criança isso adoro citar isso né Você já sabe lá em 1900 falava que a criança é o sintoma dos Pais V repetir a criança dos pais que que isso significa que ela é uma antena né Ela é uma esponja no dizer da Maria montessore que absorve todo aquele pensamento a a as questões emocionais dos pais não ditas não precisa nem dizer ela capta e ela manifesta Então isso é muito sério André Luiz diz isso que nós somos os primeiros a atrapalhar Coitadinha das nossas crianças por quê E ele diz pior não entre a Terra e céu que muitas mães com seus pensamentos desequilibrados Suas Emoções né ali torturantes Elas envenenam o leite materno gente a gente tá lá amamentando e tá pensando um monte de coisa tá com raiva tá indo ou tá preocupada que não você uma boa mãe tá indo então isso que por isso que a gente quis trazer a questão do vínculo Logo no início porque tem muito a ver com isso como eu estou Como está a minha criança e como agora nós vamos nos quear porque eu preciso olhar para esse serzinho o evangelho diz isso olhando pra alma dele o evangelho também no mesmo item ele diz assim que a criança desde cedo manifesta seus instintos eu tô atenta se eu não tô dando conta nem de saber se eu tô chateada se eu tô cansada se eu tô precisando de dinheiro se eu tô

esmo item ele diz assim que a criança desde cedo manifesta seus instintos eu tô atenta se eu não tô dando conta nem de saber se eu tô chateada se eu tô cansada se eu tô precisando de dinheiro se eu tô precisando de colo se eu tô eu vou dar conta de ver minha criança eu vou só brigar vou só dizer que ela não obedece vou só gritar cada vez que ela dá uma birra e pera lá eu preciso estar presente para na hora que ela der uma birra eu ser firme né isso os livros trazem para nós da doutrina espírita e tomar cuidado com com o que ocorre o exemplo que a gente deve ter com essas famílias que tem crianças atípicas que precisam de cuidados atípicas porque uma criança tem necessidades típicas é mais fácil quando ela tem necessidades que são atípicas que exige da gente uma paro maior né que existe de nós um amor mais ampliado uma compreensão mais ampliada Então os pais ou seja o pai Ele tem que entrar nessa equação ele tem que entrar para que a a a a mãe sobrecarregada com cuidados não seja então eh eh não adoeça né com esse excesso de tarefas né existe um livro autismo infantil do Assunção que fala Exatamente isso num trabalho de mestrado lá né atimia um Nome feio né mas é chamar a a pessoa adoece tanto a mãe nos cuidados que ela não dá conta nem de expressar sua dor de tanto sobrecarga porque polariza numa só pessoa os cuidados a atenção o zelo a vigilância a supervisão de forma que ela vai adoecendo então o sistema ele tem que ter um apoio mútuo para que essas condições não fiqu aqui na teoria e a gente não fale de forma prática do jeito que a Ana Paula Falou fica muito claro que o sistema tem que ter um apoio mútuo e esse apoio mútuo é exemplo Maria não foi sozinha com Jesus para est ao lado Pedro foi ao lado ele foi dando apoio ele tava ali isso é uma coisa ó mãe cuida dos seus filhos essa é uma fala típica ó os seus filhos estão fazendo pizero lá só estão Não isso não não tá ela não fez uma geração espontânea Então ela ela gerou um filho num Ato de Amor o cuidar deles tem que ser uma

a é uma fala típica ó os seus filhos estão fazendo pizero lá só estão Não isso não não tá ela não fez uma geração espontânea Então ela ela gerou um filho num Ato de Amor o cuidar deles tem que ser uma continuidade tem que ser uma continuidade e por isso que casamento não se sustenta com chama casamento conjugalidade não se sustenta com chama chama é paixão paixão a até inicia um processo mas diz João adiante que ele não deve manter porque ele não mantém é chama o amor é que tem que ir em frente para estruturar a questão da autoestima dos filhos com esses cuidados que a Ana Paula falou que a gente falou no início o que está em foca aí é a a a origem da palavra do Cristo Amar a Deus sobre todas as coisas tudo aquilo que for possível no lar para que ele encontre Deus espiritualidade né a o próximo como a si mesmo então se a autoestima dele for alimentada o próximo que são os pais vão receber gratidão vão receber um processo Então essa essa forma da gente ver relembra o Cristo na sua fala magistral por qu quem é que a criança vê quem é o próximo da criança os pais se ele tem a sua autoestima preservada que é uma crença sobre a identidade dela Isso significa que a gente vai iluminar o ego em desenvolvimento né o ego dessa Encarnação em desenvolvimento vai iluminar ele com saberes que vão modular a a briga com o inconsciente dele com a sombra né com a sombra interna dele Olha que que coisa profunda a doutrina espírita nos ensina que o processo de evolução Então é assim é como se me permite só mais um pouquinho se é como se a criança fosse um aventureiro brincando desatento hiperativo naturalmente lá atrás e ele vai nisso aí depois ele vai paraa idade adolescente e não recebeu nada então ele cai no mundanismo Cai nos porque não tem nada a modular ele nenhum limite a modular então ele sofre pressão de fora e entra em contato com a sombra coletiva com a sombra individual esse processo ele está aí onipresente aí chega no adulto jovem começa o esvaziamento chega na na idade na velhice chega o quê a

de fora e entra em contato com a sombra coletiva com a sombra individual esse processo ele está aí onipresente aí chega no adulto jovem começa o esvaziamento chega na na idade na velhice chega o quê a sensação de tempo perdido a gente vê isso no consultório de psiquiatria essa caminhada nos ciclos da vida sem que o espírito Imortal seja conduzido a um sentido para essa existência Então essa pergunta me lembra muito esse processo né que é eh o o processo que leva muitas vezes a pessoa buscar gratificações imediatas nessa jornada de um ciclo para outro uhum perfeito quanta riqueza Quantos elementos vocês colocaram eu acho que é importante né que nós que estamos aqui fazendo esse trabalho de educação porque o Nosso propósito aqui é estarmos discutindo e nós estarmos nos preparando para poder fazer essa tarefa da melhor maneira possível entendermos como vocês colocaram que o limite não é só e simplesmente o não o limite é a referência que a criança vai ter e que vai receber onde quem oferece essa referência melhor como vocês muito bem falaram os pais o outro ponto que vocês colocaram que eu vou me permitir aqui destacar explicar para a criança a emoção que ela tá vivendo naquele momento medo raiva tristeza alegria e ela vai entendendo o que que é aquilo e sabendo como modular isso no seu cotidiano e entendendo que em alguns momentos ah eu tô com medo com quem eu busco ajuda e aí entra a questão da fé que vocês colocaram tão importante que nós vamos trabalhando com a criança lá mas nós temos uma participação aqui de uma irmã que é a nossa irmã Denise lá de Angra dos Reis que ela nos fala Eu Já criei e eduquei meus filhos hoje são adultos e graças a Deus cumprir a missão que Deus me deu são caridosos honestos e bons mas fico triste com a turminha que está encarnando hoje E aí ela prossegue mas dois dos meus filhos não estão educando Como foram educados e fico triste pois não tem autoridade sobre os filhos dizem que que querem ser amigos mas não é isso que estou vendo e

aí ela prossegue mas dois dos meus filhos não estão educando Como foram educados e fico triste pois não tem autoridade sobre os filhos dizem que que querem ser amigos mas não é isso que estou vendo e ela ainda continua vejo duas adolescentes fazendo o que querem uma tem bulimia e a outra perdida sem saber o que vai fazer a da minha filha com 7 anos tem suas vontades né e eu vendo orando com receio de não conseguirem a gente agradece a participação da Denise e coloco aqui eh os comentários dessa nossa irmã aqui para que nós possamos nos beneficiar com isso com tudo que ela falou aqui que é muito importante também Wesley quer começar como é que é eu penso que falei sobre isso um pouquinho agorinha Se nós formos olhar os nossos netos os nossos filhos Eles fazem um subgrupo chamado subgrupo parental apesar da gente ter regras e ter ter desenvolvido uma educação com os filhos recebido no ambiente nem sempre os filhos reproduzem de uma geração para outra eh essas questões da mesma forma que alguns podem transferir de uma geração para outra maus trat e outras questões também podem ter uma escolha sobre a competência parental diferente então se a competência parental eh ela está ou negligente ou passiva que é baseada no Mimo ou autoritária que é baseada só no não sem sentido sem justiça eh cabe a nós Então nesse momento eh já que o sistema não ele tem outras autoridades às vezes os nossos filhos não aceitam a a a entrada do pai do avô naquela condição isso é uma coisa muito séria então o que nós temos feito hoje eh é uma coisa assim que vocês podem parecer assim Ah wes isso é inócuo mas eu não creio uma das coisas que nós fazemos eh é melhorar a vibração de quem tá percebendo a questão através do que nós chamamos de tratamento lá no grupo saúde integral tratamento intercessória a gente pega os núcleos familiares que estão passando por essa situação e se você é espírita ou é católico ou evangélico mas tem a fé a modular os teus pensamentos a gente começa por aí diminuindo a pressão lá no sistema

eos familiares que estão passando por essa situação e se você é espírita ou é católico ou evangélico mas tem a fé a modular os teus pensamentos a gente começa por aí diminuindo a pressão lá no sistema envolver todos eles da nossa vibração Porque como fala lá no livro do André Luiz sexo e destino onde André Luiz fica mentalizando que vai ter um problema lá dos de um sogro com a com a nora e acaba que no final quem induz o processo somos nós mesmos com os pensamentos Então isso é uma possibilidade não tô falando de que é neste caso eu tô dizendo que a partir do momento que você fica quase com um nó afetivo preocupada com isso a tua mente está projetando uma Como diz Joana deangel uma subp personalidade e a gente vai lá no lar na hora do tratamento e a gente vê as ideoplastia que tá preocupada com o processo Então a primeira coisa é mudar a modulação do pensamento Isso já é muito importante isso é importante fazer o tratamento à distância vibracional e fazer com que a a energia envolvendo o os filhos e os netos possibilite pelo menos uma limpeza fluídica enquanto eles não despertam para a necessidade do da reformulação do processo e da indução dos filhos eu penso que isso do ponto de vista espiritual tem dado muito resultado est principalmente é uma prova disso é o que temos obtido com atendimento de autismo só com processo vibracional as estereotipias diminuem diminuindo a carga medicamentosa diminuindo tudo então na família esse processo é muito importante que nós possamos vibrar não preocupação mais a partir desse momento mas sim uma ação se nós fizermos essa ação e essa vibração é ocorrer nós estaremos interferindo no ambiente fluídico da família tá isso não é intromissão e desrespeito isso é compaixão muito bom Eu eu achei perfeito o que você falou Wesley e eu só queria dizer assim eh é muito importante a gente também dizer né E se a gente puder interferir de uma forma amorosa que a gente interfira eh respeitando as decisões dos nossos filhos mas dentro de uma construção de uma educação que você

ante a gente também dizer né E se a gente puder interferir de uma forma amorosa que a gente interfira eh respeitando as decisões dos nossos filhos mas dentro de uma construção de uma educação que você criou honestidade intimidade eh eu chegaria pro filho e diria meu filho ou minha filha e aí a gente usa o que a gente aprende com a comunicação não violenta né Eu estou o quê eu tô preocupada não é isso qual que é o seu sentimento é de preocupação tô preocupada porque eu tô vendo aí você descreve a situação específica não assim a educação dos seus filhos que aí fica uma questão meio de julgamento né naquele dia que aconteceu isso tal tal tal eu fiquei preocupada porque eu criei vocês eu me preocupo muito a educação é uma coisa muito importante para mim que eu sou Espírita eu sei que se a gente não cumprir com a nossa tarefa enfim e levar alguma literatura também tem várias literaturas em questão de educação infantil porque se a educação tá extremamente permissiva foi baseada em quê né Eu acho que é uma uma conversa vocês se basearam em quê para para ter ess esse tipo de educação porque Educação não é assim a gente não tira da cabeça da gente a gente vai lendo e vai construindo Então se talvez seria uma intervenção não invasiva do meu ponto de vista tudo depende do jeito que a gente vai abordar se você se a gente abordar ó eu quero falar que tá errado aí a gente tá sendo invasiva mas eu estou preocupada aquela situação né e aí de repente eles até falam Olha eu tô seguindo uma linha tal mostra vocês vão conversando vai trocando ideia ponto a ponto sobre cada situação de repente até se aproxima né Não sei vou aproveitar vocês aqui vou trazer um um um uma situação para ver se a gente pode orientar certa feita eu ouvi de um pai né uma pessoa próxima a nós que havia desistido já de mudar o comportamento dos filhos ele tem uma uma filha e um filho a menina adolescente ente e com um comportamento muito de só ficar dentro de casa no no quarto só se importar com os amigos conviver pouco

r o comportamento dos filhos ele tem uma uma filha e um filho a menina adolescente ente e com um comportamento muito de só ficar dentro de casa no no quarto só se importar com os amigos conviver pouco com a família e o garoto que agora tá tá caminhando também para essa para esse mesmo comportamento e aí esse pai falou para mim não eu e minha esposa já já entendemos que ela só vai dar valor à família quando ela perder e a gente não tem mais o que fazer né então eh eh o pai e a mãe que acreditam que são impotentes de oferecer uma mudança ou uma proposta diferente paraa vida dos seus filhos eh o que nós podemos relembrar para eles e ajudar porque na verdade eh eh eu vejo no no domínio do consultório também na casa espírita que os pais estão oscilando entre a acomodação e o medo e também muito pela desorientação por não querer às vezes estudar entender ir atrás porque a gente aprende a ser pai e mãe também estudando não é só vivendo é estudando ainda atrás queria muito ouvir vocês diante dessa situação o que que vocês sugeriam para esse pai que diz que os filhos só vão valorizar a família quando perderem filho filho criança ele é um ser em desenvolvimento chegar numa situação pontual aos 14 anos 13 anos e querer dar uma solução para aquilo ali então se eu vejo esse tipo de comportamento a passividade já está presente Às vezes a negligência Então se colhe os frutos eles colhem na educação com a certeza absoluta então a o o estilo parental ele mostra o resultado dele sabe quando gente Emanuel falou 7 anos é quando os conteúdos sobem com força na pré-adolescência e os conteúdos V para o consciente do nada enquanto está lá e for modulando modular gente são novas impressões que estruturamos na personalidade né a crise vai me permitir dar esse resumo bem simples aqui eh a a personalidade o caráter os valores isso você adquire em todo o processo da existência para contrabalançar exatamente as estruturas inatas que ele traz de vidas passadas através do tempo temperamento das

rsonalidade o caráter os valores isso você adquire em todo o processo da existência para contrabalançar exatamente as estruturas inatas que ele traz de vidas passadas através do tempo temperamento das disposições das reminiscências e das tendências se nós não fazemos isso corre o risco dos filhos ou ir para o vazio igual tá lá na grã-bretanha nos outros países da Europa que é o ministério do do vazio né aquele Ministério das indivíduos que não sabe o que que quer fica só com as questões eh compulsivas imediatas né então a os filhos Eles se estruturam esse comportamento a partir do neurodesenvolvimento que ele recebeu se ele não faz não foi dado nada automaticamente ele repete comportamentos então a gente sabe que os pais precisam reavaliar essa essa questão da família precisam ser trabalhados do ponto de vista sistêmico dos pontos de vista familiar essa esse comportamento porque vai desdobrar é esse exemplo que a crise deu é muito próximo de uma família que eu atendi de um estado do norte do país exatamente com isso os filhos Eles foram se enclausurando eu chamo isso de insisto eles foi insist sabe por o ambiente familiar diverso então eles foi fazendo igual um uma coisa foi ficando encapsulados encapsulado encapsulado encapsulado com colegas porque os colegas T também um padrão semelhante então eu tô dizendo que isso é muito sério esse exemplo que você deu mostra uma realidade infelizmente que geram adentes e outras estruturas de funcionamento que leva a gente a ter consultas eles querem dizer um diagnstico pa no consultório na psiquiatria com esse padrão Aí infelizmente hora que a gente tenta interferir já que a criança quando chega o adolescente ele chama paciente não ele chama mensageiro mensageiro do sistema de onde ele saiu então hora que a gente quer mexer no sistema eles mudam de médico muda para não ter essas intervenções aí não quer fazer eh a consulta quer achar um diagnóstico né que é usar uma coisa um medicamento pro filho parar de incomodar com aquele

stema eles mudam de médico muda para não ter essas intervenções aí não quer fazer eh a consulta quer achar um diagnóstico né que é usar uma coisa um medicamento pro filho parar de incomodar com aquele comportamento Então essa coisa essa coisa da do vínculo essa coisa da da educação é séria porque é um ser em desenvolvimento e chega um dado momento que conteúdos que ele já traz eles não são combatidos com a nova estrutura de valores e princípios automaticamente ele repete aquilo que ele já tem eh anos séculos que ele tem vivenciado uh uhum É eu eu queria só lembrar e assim perfeito pegando o gancho do do Wesley ele sempre coloca eh comentários pontuais que hoje a gente já sabe que o cérebro adolescente ele só está completamente desenvolvida aos 25 anos isso isso aí já a neurociência já traz então a gente querer deixar para ele decidir não ele precisa da nossa intervenção amorosa sim eu na minha opinião eu acho que precisa da noss terva amorosa o resto da vida claro respeitando as escolhas né do do filho adulto Mas até os 25 anos precisa sim da nossa presença opa olha talvez Meu filho essa decisão não seja tão tão boa vamos avaliar porque até os 25 o sistema de recompensa Tá super ativado ele quer a recompensa imediatamente ele não pensa lá no todo nas consequências ele precisa demais da gente e abandonar abandonar desculpa eu tô usando um tempo pejorativo mas deixar o o filho à próprias conduções é quase é praticamente um abandono agora E no caso pegando o que o Wesley colocou da das questões do adoecimento porque gente Isso aí foi sendo construído né Essa ausência de deixa ele eu desistir ele desistiu faz muito tempo né nessa questão da construção do vínculo eu penso que nesse estágio no estágio que a que a outra colega colocou da bulemia já tá precisando de auxílio terapêutico né além do tratamento espiritual magnético do psicológico talvez até do psiquiátrico porque ali tem um uma disfunção já tão bem organizada que como é que a vovozinha vai desorganizar isso ela talvez não

além do tratamento espiritual magnético do psicológico talvez até do psiquiátrico porque ali tem um uma disfunção já tão bem organizada que como é que a vovozinha vai desorganizar isso ela talvez não consiga não é verdade eh agora outra coisa que eu ia te perguntar querida eles pediram ajuda porque às vezes a pessoa não é verdade traz assim a problemática E aí eu lembro muito de Jesus Ele pergunta o cara tá lá com a mão toda estrupada Jesus fala assim que que você quer que eu faça não tá Óbvio tá tudo estrupado ele quer que não mas ele pergunta porque a pessoa tem que ter aquela tomada né se a pessoa não pediu por mais que eu tenha vontade de interferir eu vou ter que segurar porque ela não me pediu ajuda Como é que faz né aham é mas entra nesse processo né que que muitas vezes pela proximidade você Alerta né Alerta acredito que dizer a fórmula do que fazer não mas alertar que você está caminhando numa direção temerária é muito importante né bom Nelinho vamos fazer agora o fechamento porque nó o tempo já tá quase terminando pois é a gente a gente tá com tempo já no final aqui né uma pena porque voou foi muito rápido a gente conversou isso nos Bastidores né olha é um tema tão abrangente é tanta coisa pra gente falar acho que o tempo vai ser curto e realmente o tempo foi curto eu antes de finalizar eu queria fazer uma pergunta para vocês e junto com a resposta dessa pergunta que vocês façam as considerações finais de vocês né deixando aqui uma acolhimento para esses pais que enfrentam dificuldades na criação dos seus filhos por medos por diversos fatores mas eu queria perguntar uma coisa para vocês a gente sabe que tem alguns pais Eh que relatam que puxa mas eu fiz no meu modo de enxergar tudo certo eu imponho limites eu sou amoroso eu sou acolhedor com meu filho Ah eu imponho autoridade mas mesmo assim eu tenho dificuldade né então que que acontece a a sociedade costuma né colocar a responsabilidade da má criação daquilo que a gente vê né ou da boa criação da educação com os pais não Só

mesmo assim eu tenho dificuldade né então que que acontece a a sociedade costuma né colocar a responsabilidade da má criação daquilo que a gente vê né ou da boa criação da educação com os pais não Só que essa dificuldade ela parece que está além do que os pais os próprios pais eh podem fazer isso pode estar relacionado com o espírito encarnado da criança isso pode acontecer há uma tendência de a gente olhar para uma situação e sem analisar o contexto a as implicações todas e dá um parecer né Isso é leviano né porque na verdade você acompanh eu Que acompanho dependência química 30 anos mais de 30 anos eu vejo que eu não encontro fatores de risco bem determinados no sistema familiar na comunidade mas o indivíduo usa droga né pouco tempo atendia um evangelizador Espírita nessa situação então gente a gente tem que tem que ver que nós trazemos arquivos e muitas vezes apesar de ter conduzido adquirindo mais problema com isso apesar de ter sido conduzido orientado evangelizado né envolvido em regras um ambiente de uma família nós somos seres imperfeitos Nossa família é funcional ou disfuncional Mas é uma família que tem uma uma uma agregação uma nucleação boa e a gente tem que lidar com aquele paciente isso por um lado é analisado como algo disfuncional mas atender pacientes que já ten essa formação e teve o uso de drogas é imensamente melhor o desfecho do tratamento que os outros que não tiveram eu vejo isso claramente eu tenho de onde abordar a pessoa então trabalhos como esse aqui da FEB da do da departamento de família ajuda muito a gente entender cada detalhe né mil vezes melhor que uma uma palestra no sentido de esse tema assim tão eh amplo né então eu agradeço a oportunidade mas essa questão tem que ser olhada também do Prisma do próprio indivíduo tá Uhum Ana eu concordo 100% com Wesley eh tem as questões familiares e tem a questão do Espírito a gente não pode nunca dizer ah foi eu foi o pai foi a mãe eu eu penso que isso aí é de uma até de de injustiça Nossa a gente não pode

Wesley eh tem as questões familiares e tem a questão do Espírito a gente não pode nunca dizer ah foi eu foi o pai foi a mãe eu eu penso que isso aí é de uma até de de injustiça Nossa a gente não pode fazer isso a gente não conhece todos os contextos da situação da reencarnação daquele espírito todas as ligações que ele tinha com aquela família das suas questões então eh eh eh eu acho que até leviano né fazer esse tipo de de julgamento eh eu queria falar assim que é tão linda essa questão da espiritualidade do trabalho da casa Espírita porque o próprio evangelho diz que o muitas vezes o espírito que chega é um espírito que ele que a gente tá com questão de aprender a amar né a gente teve questões negativas com ele e ficam muitos resquícios né esse magnetismo ali raivoso de de às vezes até é antipatia séria da criança rejeitar o peito da mãe da criança falar que quer matar a mãe e a mãe tá ali amorosa mas também tá com dificuldade então a trabalho da casa espírita com passes né o o o livro da Ivone El ele traz muito isso né devastando invisível das questões da da criança eh com essas questões de incompatibilidade ali dentro da família mediúnicas então o tratamento magnético ele é importante o amor e essas orientações que a gente tá eh recebendo e discutindo aqui vai ajudar esse espírito e e essa família na sua reintegração e lembrar também que nós a família o André Luiz vai dizer no no mecanismo da mediunidade que nós somos indutores dos nossos filhos que que é isso eu consigo projetar induzir um magnetismo meu no meu filho e aí já pegando a pergunta da da não sei o nome dela tá risquei risquei babis papelaria que ela é professora el disse que Denise é Denise também acontece com os pa com os professores os professores têm essa capacidade de induzir o magnetismo que a gente vai colocar Campo mental ou vibracional nos seus alunos então a forma como você entra na sala de aula que você vibra você é capaz de magnetizar aqueles alunos e outra coisa que eu queria dizer para ela é que

ocar Campo mental ou vibracional nos seus alunos então a forma como você entra na sala de aula que você vibra você é capaz de magnetizar aqueles alunos e outra coisa que eu queria dizer para ela é que ninguém tá sozinho não né estamos ali você educou com as ferramentas que você tinha e que todos nós pais e mães fizemos o nosso melhor jamais perfeitos eu tenho eu tenho extrema eh eh eh convicção disso que nós não somos perfeitos mas que a gente fez o melhor a gente erra a gente conserta a gente levanta a gente pede perdão a gente pede ajuda aos espíritos ajuda aos amigos né da evangelização da sala de família e a gente continua porque a gente faz o melhor que a gente pode com oaro do nosso pai maior é confortante ouvir você dizer isso viu Ana Paula eu que tenho duas filhas uma de 13 e outra de 15 anos a gente sabe o quanto a gente se dedica na criação dos filhos mas ao mesmo tempo a gente consegue enxergar que a gente cometeu alguns erros né mas era o melhor que a gente tinha né há 15 anos Imagina a gente não não tinha a visão que a gente tem hoje mas a gente sabe que o principal a gente conseguiu colocar lá que foram os princípios valores morais as a a a a presença dentro da Federação Espírita hoje elas estão evangelizando né Cris olha que coisa boa mas é isso gratidão Cris com você amiga é eu fiquei aqui pensando eu sou pai também sou mãe de dois adultos e eternamente aprendo a ser mãe todos os dias né dizendo exatamente como você falou Ana que a gente não vai ter todas as respostas mas que a gente se empenha em oferecer o nosso melhor mas vou encerrar para para para nosso programa lembrando de uma vivência de uma companheira Nossa de casa Espírita que nós acompanhamos eu fui evangelizadora da filha dela mais velha que era uma pessoa muito mal humorada era uma criança que com o 9 10 anos de idade já era muito eh eh eh mal humorada reclamava de tudo a gente até poderia rotular que já tinha um disturbio Zinho de humor ali e ela continuou seguindo adolescência uma Adolescência difícil foi mãe muito

era muito eh eh eh mal humorada reclamava de tudo a gente até poderia rotular que já tinha um disturbio Zinho de humor ali e ela continuou seguindo adolescência uma Adolescência difícil foi mãe muito precoce e a mãe não desistiu dela investiu durante muitos e muitos anos quando essa essa essa menina estava com quase 40 anos a filha ficou grávida e deu para ela uma neta também muito precocemente e nesse momento ela se reencontrou e se reconectou com a mãe disse assim mãe que que eu faço agora e essa pessoa que nós acompanhamos com muito carinho disse assim ame minha filha e não desista da sua filha nem da sua neta o amor vai dar resultado para alentar os corações hoje essa moça tem quase 60 anos a mãe está perto dos 80 e poucos ela teve quatro filhos e essa filha é a única que diz que a mãe Deve morar com ela porque tá envelhecendo E que ela quer cuidar da mãe hoje devolvendo tudo aquilo que ela não quis receber no passado e a mãe tava ali ofertando e ofertando E ofertando então se Deus nos dá filhos que requerem da gente um empenho maior é porque ele confia na gente e vai nos colocar o apoio necessário para que a gente possa bem desempenhar a tarefa e com pessoas maravilhosas como os nossos irmãos que estiveram aqui conosco o trabalho de educar os nossos filhos e nos educarmos como Pais vai ficando cada vez mais simples então é família noar agradece imensamente a vocês dois que sempre estão aqui conosco nos brindando com conhecimento experiência e acima de tudo amorosidade gratidão meus irmãos e gratidão imensa a todos vocês que estiveram conosco aqui lembrem-se de estar ligando no família no ar mandando a sua pergunta os seus questionamentos porque esse programa é para todos nós que acreditamos na família que é o melhor reduto para o nosso crescimento espiritual beijo a todos fiquem com Deus até a próxima semana tchau tchau tchau gente somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o o

com Deus até a próxima semana tchau tchau tchau gente somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa é independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse doe. febtv.com.br e faça sua doação G

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