DOR E SOFRIMENTO SÃO REALMENTE NECESSÁRIOS AO CRESCIMENTO MORAL E ESPIRITUAL? - Luzardo Silva
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa Essa missão [música] foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Nós vamos ler aqui uma mensagem para que a gente vá se preparando para o início dos nossos trabalhos. é a mensagem que se encontra no livro Sinal Verde pelo espírito André Luiz através de Chico Xavier e que se intitula questões a meditar e diz o seguinte: você dominará sempre as palavras que não disse, entretanto, se subordinará aquelas que pronuncie. zele pela tranquilidade de sua consciência, sem descurar de sua apresentação exterior. No que se refere à alimentação, é importante recordar a afirmativa dos antigos romanos. Há homens que cavam a sepultura com a própria boca. Tanto quanto possível em qualquer obrigação a cumprir, esteja presente pelo menos 10 minutos antes, no lugar do compromisso a que você deve atender. A inação entorpece qualquer faculdade. O sorriso espontâneo é uma bênção, atraindo outras bênçãos. Servir além do próprio dever não é bajular e sim ganhar segurança. Cada pessoa a quem você presta auxílio é mais uma chave na solução de seus problemas. É natural que você faça invejosos, mas não inimigos. Cada boa ação que você pratica é uma luz que você acende em torno dos próprios passos. Quem fala menos ouve melhor e quem ouve melhor aprende mais. Então, meus amigos, eu convido a todos para que depois de meditarmos sobre essas questões, né, que o espírito Andreira Luiz nos colocou, já estamos no clima para fazer a nossa prece. Então, vamos, quem quiser, fechar os olhos e vamos agradecer ao nosso pai e ao nosso mestre Jesus. Obrigada, Senhor, por esse momento de tanta alegria para todos nós, porque é o momento que reservamos para meditar sobre as questões mais
olhos e vamos agradecer ao nosso pai e ao nosso mestre Jesus. Obrigada, Senhor, por esse momento de tanta alegria para todos nós, porque é o momento que reservamos para meditar sobre as questões mais profundas que nos levam à construção da nossa felicidade. É o momento em que buscamos a paz, o entendimento e a lucidez para a nossa alma. Nos auxilia, mestre Jesus. para que possamos realmente aprender as lições que vamos estudar, que elas façam sentido em nossa vida, que sejam ferramentas úteis nas dificuldades que enfrentamos a no nosso dia a dia. Pedimos, Senhor, a bênção para todos nós, para o nosso querido palestrante, para que ele assim envolvido, intuído, possa nos transmitir o que mais necessitamos aprender hoje. E assim, Mestre Jesus, com muita gratidão no coração, pedimos a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus, meus irmãos, nós temos o nosso irmão Luzardo Silva, que nos propõe o tema dor e sofrimento são necessários ao crescimento moral e espiritual. Então, com a palavra nosso palestrante. >> Boa tarde a todos. É com satisfação que mais uma vez nos encontramos aqui para falar sobre a temática espírita com o enfoque do campo psicológico emocional. Como já disse a nossa irmã, o nosso tema de hoje é sobre dois sofrimentos, questões básicas para todos nós passamos por essas experiências. Mas se a dor fosse condição obrigatória para evoluir, então quanto mais sofrêssemos, mais iluminados seríamos. Essa ideia é muito comum no meio espiritualista. às vezes até no meio espírita mesmo, soa bonito, né? Aquele sofrimento, aquela coisa carregando aquela cruz, tá? Aquela, mas precisa ser refletida com mais cuidado. Todos nós conhecemos pessoas que sofram ou sofreram muito, no entanto, não se tornaram pessoas mais pacíficas, mais conscientes ou mesmo mais amorosas. Conhecemos também outras pessoas que passaram por dores atrozes, difíceis, mas que conseguiram superá-las e cresceram interiormente. Se fortaleceram na sua fé, nas suas expectativas de
mais amorosas. Conhecemos também outras pessoas que passaram por dores atrozes, difíceis, mas que conseguiram superá-las e cresceram interiormente. Se fortaleceram na sua fé, nas suas expectativas de vida. Então a pergunta central não é se a dor existe, porque a dor existe, ela é real, mas a questão que devemos levar em conta é o que fazemos com ela, como lidar com ela, como trabalhar com esse quadro, já que essa ainda é uma realidade que predomina no mundo que é ainda de provas e expiação. A dor é um dos instrumentos utilizados pela providência divina para fazer com que nós percebamos que temos que despertar a nossa consciência, que temos que empreender uma jornada evolutiva. Então, o chamado aguião da dor é um aviso, um alerta para esse despertamento. E aí vem a pergunta consequente. Dois sofrimentos são a mesma coisa? Vamos fazer algumas considerações. A primeira confusão que nós precisamos desfazer é essa. Dor não é sofrimento, não são sinônimos, não é a mesma coisa. A dor faz parte da experiência humana. Ela pode ser física, emocional, afetiva e espiritual ou existencial, como queira. Ela é física, por exemplo, na hora que nós nos machucamos, que nós temos algum mal físico. Ela é física. Quando nós nascemos, a primeira experiência do bebê ao sair do útero é ter que respirar com os próprios pulmões. E é por isso que o bebê chora, porque os pulmões são expandidos pelo oxigênio que ele passa a absorver diretamente pelas suas narinas, pelo sistema respiratório. Dói inflar choro. Imagina se por conta disso a gente ficasse apegado à dor da primeira respiração. Chorar a existência inteira, né? Estamos incessantemente respirando. É trazer para si um sofr, mas nós o quê? Superamos. Vamos conseguindo entender. O próprio bebê vai se adaptando e vai superando. É uma dor física. Dores emocionais também existe várias. Perda de entes queridos é uma das mais comuns, mas é algo irremediável. Não há como reter quem quer que seja permanentemente ao nosso lado ou à nossa disposição, ao nosso livre acesso.
existe várias. Perda de entes queridos é uma das mais comuns, mas é algo irremediável. Não há como reter quem quer que seja permanentemente ao nosso lado ou à nossa disposição, ao nosso livre acesso. Haverá momentos que a perda poderá não ser pela morte, mas pela distância, pela necessidade de ter que viver em outro país ou em outro local de difícil acesso, de de difícil conexão. São as mais diversas. A dor emocional de uma relação desfeita, por exemplo, é outro aspecto relevante. A dor emocional pela decepção afetiva, você imaginar que alguém lhe ama e ela, na verdade só tem interesses e você ao descobrir você se decepciona. é uma decepção afetiva e existencial quando muitos já tem tudo que necessita e muito mais até na vida material, na vida social que tem, começa a fazer questionamento, mas por não ter fé, por não ter um aspecto espiritual desenvolvido, acredita que a vida se resume apenas experiências físicas, materiais e emocionais. Não crê na sobrevivência da alma, não crê em ser um espírito imortal. E o que é que acontece? crise emocional, desespero e muitos, infelizmente, com esse clima de insatisfação íntima, profunda, entra em depressão, quadros profundos de depressão e alguns até chegando a pôr fim a sua existência. So occorre muito em ambientes onde não há uma âncora espiritual, onde não se desenvolveu o aspecto espiritual. E aí, para orientar esse nosso esforço de aprendizado, surge a dor dentro dessa trajetória como um sinal, um aviso, um alerta, informando que estamos passando por uma experiência difícil, mas ela é inevitável na nossa vida. No entanto, o sofrimento é outra coisa. nasce quando relutamos, resistimos à dor, não aceitamos aquela dor, negamos aquela dor, sufocamos aquela dor. Então, ela se intensifica nosso íntimo. Nos revoltamos contra a dor. Eu não mereço. Por que passo por isso? É revoltante. Outras vezes eu prejudiquei alguém ou deixei de considerar alguém e começo a me culpar, a me penalizar, a me martirizar e criar um clima de permanente
não mereço. Por que passo por isso? É revoltante. Outras vezes eu prejudiquei alguém ou deixei de considerar alguém e começo a me culpar, a me penalizar, a me martirizar e criar um clima de permanente aflição, sofrimento. Limitamos muitas vezes em nossa memória, a partir da nossa memória, as experiências que já se sucederam, mas no entanto ficamos remoendo o nosso passado, revivendo situações muitas vezes desagradáveis e que algumas outras tantas já foram resolvidas ou não podem mais ser resolvidas da forma que você gosta. novamente o exemplo daquele que durante a existência com seus entes queridos não soube dar o devido valor àelas relações. Como disse lá Jesus, honrar o pai e a mãe, isso tá na Bíblia, isso está nos mandamentos, né, na lei mosaica, mas quando o quer honrar, não é só o respeito no sentido moral, religio, mas é na consideração, no afeto, no carinho, na demonstração de empatia pelo que aqueles pais estão passando. Quando esses entes queridos deixam de existir e que nós percebemos o quão eram importantes na nossa vida, eu começo a me lamentar. Poxa vida, poderia ter feito diferente. Eu me apeguei a pequenos detalhes, a picuinhas, a opiniões divergentes. Me atritei porque ele não achava que era assim, que não era assado. Eu tinha essa opinião, não abri mão, não entendi o que ele estava querendo dizer. Eu fui irracível, né? Não consegui buscar um entendimento e agora estou lamentando essa ausência. A o sentimento de culpa, de remorço. Se eu tomo isso como um aprendizado, é uma dor. É uma dor a partir de um sentimento de perda real. Mas se eu pego essa dor e transformo num processo de conscientização, trago a luz da minha consciência, da minha razão, as minhas atitudes equivocadas, poderei daqui para a frente não mais repeti-las, fazendo com que a minha vida entre num ambiente mais harmônico, num caminho mais tranquilo de menos dificuldades, eu consigo superar, eu vou ressignificar, vou avaliar aquilo que aconteceu como um aprendizado. Agora, se eu me coloco numa posição de autovítima,
co, num caminho mais tranquilo de menos dificuldades, eu consigo superar, eu vou ressignificar, vou avaliar aquilo que aconteceu como um aprendizado. Agora, se eu me coloco numa posição de autovítima, fico apenas me culpando, achando que eu fui, por que que eu fiz isso? Eu sou uma pessoa muito, muito mesquinha, sou uma pessoa ainda muito amarrada e fico nesse processo de autocomiseração. Isso não leva a crescimento e muito menos a uma expansão da consciência. sugera a um processo de afundamento. É daí para pior, como já falamos, sobre a questão de depressão, que hoje é uma verdadeira epidemia que graça por todas as regiões do nosso planeta. Alguns pensam: "Ah, não só que está deprimida porque está doente, porque não." Muitos estão enfrentando esse processo vivendo uma vida do ponto de vista material. abastada, alguns até também com famílias equilibradas, mas no seu íntimo existe uma rachadura existencial que nada que existe fora é capaz de suprir. Isso é uma verdade, porque é seu. Ninguém nos completa. Isso é uma ilusão de querer responsabilizar o outro pela minha insatisfação, pela minha infelicidade. O outro pode colaborar com o meu processo, fazer com que a minha vida seja mais agradável. Com certeza você poder compartilhar uma trajetória existencial com alguém é sempre mais agradável suportar os os reves da vida, compartilhar com o outro, com certeza. Mas acontece às vezes que aquele outro muda de ideia e muda de caminho, de trajetória, segue um outro rumo. E aí, o que será de mim? Acabou minha existência. Se eu não tenho conteúdo em mim, o meu conteúdo era falso, se baseava numa suposta felicidade que o outro me dava. Quando esse outro não está mais presente, acabou minha vida, acabou minha felicidade. Eu tenho que buscar esse cobrir, preencher esse vazio existencial. Como? Procurando identificar qual é o meu propósito de vida. Será que o meu propósito de vida era vir aqui apenas para ter uma existência puramente material, para me relacionar com algumas pessoas,
l. Como? Procurando identificar qual é o meu propósito de vida. Será que o meu propósito de vida era vir aqui apenas para ter uma existência puramente material, para me relacionar com algumas pessoas, para ser pai, mãe, companheiro, companheira, seja lá o que for? Não, não. Isso são lições que todos nós, experiência que todos nós passamos ou podemos passar, se assim o quisermos. E essas experiências são que vão me permitir refletir, me conhecer, expandir essa consciência que todos nós somos possedores. Consciência é sinôme de centelha divina, chama divina, como vocês que o eu superior existe várias denominações para falar da mesma coisa. Estamos aqui para esse aprendizado de expansão consciencial. E quando nós entendemos isso, mesmo os momentos de dor, até mesmo de martírios, podem ser experiências que me permitam o crescimento. Vou me descobrir uma pessoa muito mais forte do que eu era ou que eu imaginava ser. Porque os reveses vão me abater, vão me deixar mesmo capenga, uma caminhada mais difícil, porque andar sobre pedras ponteagudas machuca, faz sangrar, mas a meta tá ali na frente. É um trajeto que eu vou cumprir, que eu estou vendo aonde eu quero chegar, porque eu tenho propósito. Se eu tenho propósito, não serão as dificuldades circunstanciais que irão me impedir de atingir o meu objetivo final. E qual é esse propósito? Responda você. Cada um vai descobrir o seu. Se for algo verdadeiro, vai vibrar no seu íntimo. É algo que lhe sensibiliza, que lhe vitaliza, que lhe fortalece. Senão é apenas uma aparência de propósito. E esse propósito muitas vezes tá baseado em sentimentos equivocados. Pode-se imaginar que o meu propósito é ser uma pessoa caridosa que vai arrecandar recursos para uma campanha assistencial. Muito bonito isso, muito bonito de ser visto. Valioso também que a sociedade entende isso. Tanto a minha motivação íntima às vezes muito sutil. Nem eu mesmo tenho a consciência, faço por vaidade que eu quero de alguma maneira ser reconhecido como uma pessoa boa,
ue a sociedade entende isso. Tanto a minha motivação íntima às vezes muito sutil. Nem eu mesmo tenho a consciência, faço por vaidade que eu quero de alguma maneira ser reconhecido como uma pessoa boa, bondosa, benemérita, portanto uma pessoa superior. Eu quero me envaidecer com isso. É um falso propósito, porque no momento que eu não for reconhecido, eu vou entrar num processo de decepção, de abatimento, de frustração, porque era algo equivocado. Então, o nosso processo de dovimento da nossa consciência, o sofrimento, portanto, é uma outra coisa. Nasce quando nós resistimos à dor no sentido de não aceitar, nos revoltamos contra ela, nos fixamos na culpa, no medo ou na vitimização e alimentamos muitas vezes aquilo que já nos aconteceu, né? é um um remorço que vai corroendo o nosso íntimo. O crescimento não está na dor em si, mas na forma como a consciência elabora esse processo. De que maneira isso ocorre? Vamos agora nos apoiar no que a doutrina espírita nos fala sobre essa situação. Temos no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, bem-aventurados os aflitos, itens quatro e 5, basicamente, lá podemos concluir que o sofrimento não é uma punição de vida. Olha aí que coisa interessante. Não, o pai que Jesus nos revelou, o pai amoroso, fraterno, pleno de justiças, não pune ninguém. Não pune ninguém. As dores e dificuldades pelas quais passamos são consequências das escolhas e atitudes que tomamos. Lei de causa efeito. Não é isso que se fala também na doutrina? As minhas escolhas, aquilo que eu penso, sinto, vibro, eu atraio. É uma ressonância. Alguns querem às vezes entrar no campo das ciências, né, falando sobre ressonância. Tem um sentido sim, mas não vamos entrar nessa esfera porque não é a mais importante. Há uma relação de vibração, né? Muitos dizem que está ligado com a física quântica. Há estudo sobre isso, mas não vamos entrar nessa seara. Isso é algo inclusive físico, não é uma suposição mística. é algo vibracional, porque vibração é energia. Energia é
igado com a física quântica. Há estudo sobre isso, mas não vamos entrar nessa seara. Isso é algo inclusive físico, não é uma suposição mística. é algo vibracional, porque vibração é energia. Energia é força que repele e atrai. Energia eletromagnética é o que o nosso cérebro emite. Tanto é que existe o quê? Exames para medir a atividade cerebral, o eletroenencefalograma. Para isso, quer dizer, o nosso cérebro limite energia, eletricidade. E essa eletricidade ela é magnética. Então é força do pensamento. Se fala tanto nisso, isso é real, isso não é misticismo. Então criamos um campo biodinâmico, energético, magnético à nossa volta para atrair aquilo que está no nosso íntimo, aquilo que vibra no nosso inconsciente. E os itens 4 e 5 diz Jesus dise que o castigo não é imposto por Deus, pelo criador, mas como consequência natural das imperfeições do espírito diante das leis que regem a vida, as leis divinas, leis naturais criadas pelo todo-eroso. Isso muda tudo, porque a gente tira a nossa responsabilidade, ou melhor, di, a gente passa a ter a responsabilidade daquilo que a gente atribuía ao criador. Hã, se eu tô sofrendo é porque Deus quer, eu não tenho o que fazer, né? accomodação. Portanto, se não é um castigo, se Deus não pune, não castiga ninguém, sofrer não é meritório, não tem mérito. Dor não é uma medalha espiritual. Ó, você sofreu muito. Aí você vai receber uma medalha espiritual por contrade para descer, sofrer, não torna ninguém melhor automaticamente, sem reflexão, sem conscientização. Então vai ser a dor pela dor. Quantos não vivem assim? Sofrem, sofrem, sofrem. Ah, assim mesmo. A vida é assim. Será? Não para para refletir sobre o que se sucede à sua volta e no seu íntimo, sobretudo. Por que as coisas ocorrem dessa maneira? O espiritismo não santifica o sofrimento. Nas causas atuais das aflições, dentro do Evangelho, que está ligado ao item cinco desse trecho do capítulo 5, Kardec mostra que muitas dores que vivemos hoje não vem de vidas passadas, como é comum dizer: "Ah, não, isso aí é
ições, dentro do Evangelho, que está ligado ao item cinco desse trecho do capítulo 5, Kardec mostra que muitas dores que vivemos hoje não vem de vidas passadas, como é comum dizer: "Ah, não, isso aí é karma", né? Inclusive uma palavra que nem existe no espiritismo, que é car, mas se vem de vidas passadas. Eu tô sofrendo isso porque é porque não quer refletir na maioria das vezes, tá? Mas na verdade isso é fruto da vida presente, de escolhas impensadas, de excessos de toda ordem, do orgulho, do apego, da falta de equilíbrio, de cuidado emocional. Ou seja, nem toda dor é uma prova espiritual. Muita coisa é apenas desajuste mesmo, desequilíbrio. E se a causa é atual, a solução também pode e deve ser no aqui e no agora. Ah, não. Isso aí vou deixar pra vida seguinte. Isso aí não dá para resolver nessas.
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