Doenças e Curas | Palestra com Clarissa Mathias

Mansão do Caminho 24/10/2025 (há 5 meses) 41:46 1,851 visualizações

Nesta inspiradora conferência, inspirada em dois capítulo do livro *Sendas Luminosas,* intitulados "Doenças" e "Curas", a médica oncologista e palestrante espírita Clarissa Mathias convida o público a uma profunda reflexão sobre o verdadeiro sentido das doenças em nossas vidas. Partindo de sua experiência na medicina e de seu olhar espiritual, Clarissa apresenta a enfermidade como uma oportunidade de burilamento da alma e crescimento interior, destacando que, sob a ótica do Espiritismo, a dor não é punição, mas instrumento divino de aperfeiçoamento moral. A palestrante aborda a importância da gratidão, do cuidado com o corpo e com o Espírito, da compaixão no exercício da medicina e da espiritualização dos nossos atos diários. Com exemplos tocantes, como o do médium Divaldo Franco e de pacientes que enfrentaram doenças com serenidade e fé, Clarissa reforça que a verdadeira cura transcende o corpo físico e se concretiza na alma que se transforma. Com base nos ensinamentos de Jesus e nas obras de Joanna de Ângelis, a palestra oferece consolo, orientação e esperança para todos os que lidam com o sofrimento, convidando-nos a viver com mais amor, consciência e propósito. LOCAL: Mansão do Caminho Salvador-BA DATA: 17/06/2025 #doenças #curas #espiritismo #medicinaeespiritualidade #palestraespírita #saúdeespiritual #transformaçãointerior #oncologia #JoanadeÂngelis #divaldofranco #vidaapósamorte *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Boa noite a todos. Então, agradecer a presença de cada um de vocês nessa noite tão chuvosa e com tanto engarrafamento já na BR. Para mim é uma honra muito grande estar aqui, é uma emoção muito grande, porque eu eu estive aqui com Divaldo duas vezes, eh, no conversando com sobre espiritismo e foram momentos muito especiais para mim e ter conhecido Jivaldo e ter tido a oportunidade de aprender com ele, eu ainda aprendo com ele praticamente todos os dias eu assisto uma uma palestra de Edivaldo e eu sempre saio com algum ensinamento. Então, ele tá, na verdade, presente em nossas vidas e ter eh participado desse processo dele de cura, né, foi muito importante na minha jornada como médica. Então, eh, Lu, como você mencionou, a palestra de hoje é sobre dois capítulos que são desse livro. Esse livro é um livro precioso que foi reeditado agora numa edição extremamente bonita. Eu vim para o seminário que foi maravilhoso e tá disponível no Espiritismo Play. Eh, novamente eu convido todos vocês. Eu já fiz palestra em vários locais do mundo e eu confesso que eu estou um pouco assim, né? Eu fiquei bem apreensiva. Eu acho que talvez mais do que quando eu tive que ir pro Japão ou pros Estados Unidos eh falar, porque é uma responsabilidade muito grande a gente falar o coração, mas eu vou estar falando do meu coração pro coração de vocês. Então, eh, qual é o propósito das doenças nas nossas vidas, né? Por que que elas acontecem? Elas acontecem para nos tornar melhores. Então Deus, ele não ia dar doenças, né, paraas pessoas sem que aquelas pessoas precisassem ou passar por aquilo por eh atos contraídos no pretérito ou até nessa própria existência ou para ensinar alguma coisa, né? Então, as outras pessoas que estão à volta, tudo previamente combinado. Então, a doença ela é o burilamento da alma. A dor, ela é o burilamento da alma. Então, quando a gente pensa, né, que algo está nos acontecendo e que eh por que aquilo tá acontecendo com conosco, a gente nós não temos que nos perguntar

da alma. A dor, ela é o burilamento da alma. Então, quando a gente pensa, né, que algo está nos acontecendo e que eh por que aquilo tá acontecendo com conosco, a gente nós não temos que nos perguntar por que está acontecendo conosco, mas para que que aquele processo está acontecendo? Qual é o motivo, né? E como eu posso mudar o meu caminho daqui pra frente, aprendendo com esse processo de adoecimento? Eu sou oncologista e eu sempre eh digo que eu torno as pessoas mais bonitas. Nem sempre a gente tem o êxito de curar alguém, mas a alma fica mais bonita, né? Se a pessoa souber aproveitar aquele processo de adoecimento. E por que que a alma fica mais bonita? Porque você tem tempo de parar e refletir sobre aquele processo. E se esse processo ele for aproveitado por toda a família e por toda a rede, inclusive de amigos e de pessoas que estão cuidando daquele ser, toda aquela aquele entorno fica mais bonito. Porque a gente aprende dentro daquele processo o quão importante é valorizar o momento, o quão importante é agradecer, o quão importante é olhar o céu azul. Às vezes a gente passa pela vida, né? Se você perguntar a vários de você de nós hoje, fez fez algum pedacinho de azul hoje, né? Qual é a fase da lua ou eh qual é a cor da flor que tava na calçada quando você passou? Muitos de nós não temos a oportunidade ou não temos o tempo ou não temos o olhar para aquilo. Mas quando vem um processo de adoecimento, você é obrigado a parar, você é obrigado a entrar dentro de você para aprender sobre aquele processo. Isso aqui é um envoltório, né? Todos nós ganhamos o involtório. Edivaldo sempre falava do dos bilhões de pessoas que estão na fila para conseguir chegar aqui na terra. Então nós todos sentados aqui, nós somos uns privilegiados, porque nós conseguimos ganhar um corpo e esse corpo vai desempenhar um papel dentro da sociedade, né, dentro da nossa da nossa trajetória de glória, que como Joana diz nesse no livro, todos nós temos um destino estelar, né? A partir do momento que nós nascemos, cada um de

apel dentro da sociedade, né, dentro da nossa da nossa trajetória de glória, que como Joana diz nesse no livro, todos nós temos um destino estelar, né? A partir do momento que nós nascemos, cada um de nós, nós vamos um dia chegar à perfeição. Quanto tempo João leva para chegar à perfeição ou Maria leva para chegar à perfeição, depende do caminho que João ou Maria resolveram tomar, seguir, né? depende de quanto eles resolveram cristianizar seus dias, de quanto eles resolveram eh aproveitar todas as chances. Então, vamos passar a encarar a doença como uma chance de melhora, como uma oportunidade que nós nesse corpo que nós recebemos através por causa de atos do passado. E esse passado pode ser bem longinco, né? Podem ser uma coisa, um dos livros de Chico, ele dizendo, ele falava de alguém que eh tinha tentado suicídio, né, várias vezes. E aí ele teve uma das pernas amputadas, depois ele teve a segunda perna amputada, né, por problemas vasculares. E aí depois ele teve o braço amputado e o outro braço amputado. Quando o Chico fez um comentário, né, com Emanuel de que, poxa, por que que, né, Deus tinha feito aquilo? E na verdade esse menino que era um suicida recorrente, ele já estava pensando em se suicidar novamente, né, caindo, né, no rio. Então agora ele não iria poder fazer isso. Então Deus, ele consegue traçar no nosso caminho, mesmo caminhos que tenham sido pautados de erro no passado, ele consegue eh ajeitar esse caminho. E uma das maneiras que ele consegue ajeitar é através da doença. Uma das maneiras que ele consegue ajeitar é nos trazendo pessoas que têm doenças para que nós possamos participar. através muitas vezes de um sorriso, de um abraço, né, como a paciente hoje me falou, de um beijo, né? você beijar a cabeça de alguém que esteja num processo de doença ou de sofrimento, você consegue tá ajudando aquele caminho. Eu fiz uma pesquinha aqui porque, como eu disse para vocês, eu tava meio Então, eh, quais são as causas, né, desses acontecimentos dentro dessa esfera

imento, você consegue tá ajudando aquele caminho. Eu fiz uma pesquinha aqui porque, como eu disse para vocês, eu tava meio Então, eh, quais são as causas, né, desses acontecimentos dentro dessa esfera humana? E por que que a gente ainda precisa disso? Porque nós estamos num planeta que ainda não é um planeta totalmente regenerado. Nós estamos num planeta de provas e expiações que já é tão lindo, tão maravilhoso. Imagine um um planeta quando a Terra chegar, né? No momento falou tão bem sobre Capela outro dia. Eh, e eu sou uma apaixonada por por toda essa história de Capela. Então, que nós possamos aproveitar a nossa trajetória para que a gente continue aqui na terra, né, no nas próximos tempos bons da terra, que a gente não precisa ir para Quiron, só lá para longe. Eh, como é que a gente incorpora essa cura física, a cura emocional e a cura espiritual, né? Qual é a importância de nós conseguirmos? Eh, Jesus dizia a cada uma das pessoas que ele curava: "Vá e não peques mais". Então, se ele conseguiu eh curar aquele indivíduo que estava com convulsões porque tava, né, obsidiado, ele dizia: "Vá e não peque". Por quê? Porque se nós tivermos o privilégio de sermos portadores de determinada doença e nós não conseguirmos aproveitar a chance e crescermos, nós vamos cair novamente. Nós vamos, na verdade, muitas vezes, até aumentar a nossa dívida, por muito será cobrado a quem muito foi dado. Então, se você já teve esse processo e você não conseguiu aprender com aquilo, o a sua caminhada pode ser que seja muito mais longa. E hoje nós estamos diante de uma medicina que é uma medicina muito preocupante, né? é uma medicina que não olhe o indivíduo como indivíduo. Então, eh, talvez num futuro bem próximo, o médico não vá conseguir, porque ele não tem a capacidade ajudar aquele indivíduo a conseguir entender aquele processo de adoecimento. E nós precisamos educar nossos médicos para que eles sejam agentes de transformação também. é agentes de transformação, inclusive dentro desse cuidado espiritual. Então,

quele processo de adoecimento. E nós precisamos educar nossos médicos para que eles sejam agentes de transformação também. é agentes de transformação, inclusive dentro desse cuidado espiritual. Então, em 1988, a Organização Mundial de Saúde, ela incorporou dentro do conceito de saúde o cuidado espiritual, né? Então, a saúde ela ela passa por esse cuidado espiritual e a partir daí eh vários movimentos conseguiram aproximar a medicina da espiritualidade, mas nós ainda estamos muito longe de conseguir que isso seja uma prática diária dentro dos consultórios médicos, principalmente com essa proliferação das escolas de medicina, né, e com a queda eh realmente da qualificação de muitos médicos. Então, nós precisamos eh chamar a atenção das pessoas de que elas realmente precisam olhar para esse lado. E como é que a compaixão de Jesus ela consegue eh nos ajudar dentro da nossa prática de médico, né? Então, meu pai tá aqui. Meu pai nos criou da seguinte maneira. Quando você chegava em casa com um problema bem grande, que você tinha brigado com alguém na escola, ele dizia assim: "O que que Cristo faria no seu lugar?" Aí você dizia: "Ai, meu pai". Eh, e aí a gente seguia nessa de ter sempre que tá olhando o que é que Cristo faria. E é difícil a gente viver, né, dentro dessa ótica, porque muitas vezes é, né, as nossas eh os nossos orgulhos, as nossas vaidades, eles conseguem puxar a gente para um lado e pro outro. Mas como médicos, nós precisamos fazer esse exercício de cristianizar os nossos atos no cuidar do outro, porque nós recebemos essa bênção que é cuidar da vida. Então Jesus como médico espiritual, ele conseguiu ser o curador. E se nós formos aqui falar de tantas curas que ele exerceu ao longo de sua vida, sempre dentro de um de uma humildade, sempre dentro de um cuidado, né? Sempre dentro de um olhar para o outro. Mas acima de tudo, Jesus foi um médico de amor. Ele conseguiu olhar cada um dos indivíduos que cruzaram seu caminho com um olhar de amor e de oferta, de possibilidade

dentro de um olhar para o outro. Mas acima de tudo, Jesus foi um médico de amor. Ele conseguiu olhar cada um dos indivíduos que cruzaram seu caminho com um olhar de amor e de oferta, de possibilidade de vá, não peques mais, mas você está abençoado. Então, que a gente possa no nosso dia a dia usar esse poder do amor, usar esse poder do perdão para que nós possamos eh reduzir as nossas contraturas da vida futura, que a gente possa pensar no hoje e pensar de que o amanhã vai ser muito melhor se nós tivermos atos no hoje. que sejam dignos dele. E como é que a gente incorpora, né, essa compaixão no nos atos do dia a dia? É só a gente lembrar, lembrar dele, lembrar do que ele faria, lembrar de como ele, sem precisar estar doente ou ter qualquer tipo de ferimento na vida, ele deu a vida por nós com todas aquelas feridas lancinantes, né? ele se permitiu passar por aquele sacrifício. E aí depois dele, como Joana fala no livro que vocês têm que ler, o livro é muito maravilhoso. Eh, fala de Francisco de Assis também, que não precisaria passar, né, por provações de doença e também escolheu passar para servir de exemplo. E quais os desafios que hoje nós enfrentamos, né, no nosso dia a dia em termos dessa falta de humanização, né? O que é que hoje o mundo moderno ele traz para dentro de nossas casas todas essas guerras, todas essas eh todas essas necessidades de de vaidade, toda essa necessidade de eh maltratar o outro, né, 2025 anos depois que ele veio pra Terra. Então, quando a gente se perguntar se nós devemos trazer essa energia para dentro da nossa casa e a nossa casa sendo o nosso centro de cura, né? Porque a cura começa dentro de cada um de nós. A cura começa quando você decide que você vai superar aquilo. Nós temos tantas histórias de superação tão maravilhosas de pessoas que resolveram fazer o enfrentamento da doença e decidiram que elas iriam ser um participante ativo daquele processo e que elas iriam conseguir ultrapassar aquele momento com maestria. Mesmo que muitas vezes a gente não

r o enfrentamento da doença e decidiram que elas iriam ser um participante ativo daquele processo e que elas iriam conseguir ultrapassar aquele momento com maestria. Mesmo que muitas vezes a gente não consiga fazer com que esse corpo físico seja curado. E aí eu me lembro de uma das pessoas que mais me ensinou na minha vida, que foi uma médica que era uma grande amiga e foi minha paciente. Ela foi minha paciente logo que eu cheguei da residência e ela teve um câncer muito avançado. A gente conseguiu tratar durante um tempo, era um câncer de pâncreas. E na minha última conversa com ela, ela disse: "Clara, eh, eu queria te dizer o quanto eu aprendi nesse processo e hoje eu estou pronta para ir ver os campos de geraçol que você me disse que são mais bonitos na outra dimensão do que nessa dimensão." E eu tô pronta para ir ver os campos de lavanda que você me disse, que são mais bonitos na outra dimensão do que nessa. E estar pronta passa por esse processo de adoecimento que eu tive, porque eu não sabia olhar a vida de maneira correta. Eu não sabia parar para admirar algo. Eu vivia correndo, eu vivia eh sem olhar, sem agradecer, sem agradecer as pessoas que estavam à minha volta. E todo esse processo de doença, apesar de Deus tá indo embora, ele está me ensinando como foi bom ter ficado aqui e como é bom estar partindo em paz para ver os campos que você falou. Então, olha a minha responsabilidade, mas os campos são bem mais bonitos lá do que aqui mesmo em outra dimensão. Então, eh, são tantas histórias, né, de pessoas que conseguiram sublimar a doença. E aí eu vou falar um pouquinho de Divaldo, porque eh foi uma honra muito grande ter cuidado de Givaldo e ter participado de toda a trajetória dele, que durante esse processo de adoecimento ele não reclamou nenhum dia. Ele não reclamou quando eu disse a ele que ele tinha um problema e que a gente precisaria tratar. Ele disse: "Minha filha, que seja feito o que precisa ser feito". Ele não reclamou de todos os dias que ele tinha que ir

uando eu disse a ele que ele tinha um problema e que a gente precisaria tratar. Ele disse: "Minha filha, que seja feito o que precisa ser feito". Ele não reclamou de todos os dias que ele tinha que ir para fazer o tratamento e voltar, entrar num carro, ter engarrafamento e retornar. Ele não reclamou, né? E Marcos e Rafa, que me ajudaram a cuidar dele também como médicos, estão aqui para confirmar isso. De todas as vezes que a gente dizia o dia, a gente vai precisar tirar sangue de novo. Dizia, pode tirar, minha filha, tá tudo bem. Então, eh, essa resiliência de enfrentamento, com certeza, foi dada por uma espiritualidade muito grande que ele tinha. Claro que cada um de nós nos nossos processos de enfrentamento, vamos ter atitudes que cabem dentro da nossa medida, né, de entendimento da vida, mas que a gente passe a ver a vida com gratidão e que a gente se lembre que lá no cérebro o lugar que agradece é o lugar que reclama, é o mesmo lugar. Então, se eu reclamar dessa flor, eu não consigo agradecer por ela. Ou eu reclamo ou eu agradeço. Então, que a gente passe a ter uma atitude de agradecimento, que a gente saia do lugar de reclamação e que a nós tenhamos essa atitude em relação às nossas doenças. Por quê? Porque a partir do momento que a gente consegue olhá-las como uma gratidão de uma oportunidade, nós conseguimos superá-las. A gente pode superar como o Givaldo fez, né, conseguindo, como ele disse aqui, uma cura ou a gente pode superar, como minha outra paciente fez, conseguindo uma passagem para um plano dimensional muito mais bonito. É, quais são as práticas que nós devemos introduzir no nosso dia a dia para que esse esse tempo aqui na Terra seja melhor, seja mais resplandescente, além de agradecer, né? é a gente parar, parar um pouquinho todo dia, criar rotinas de eh oração, criar uma rotina de meditação, criar uma rotina de fazer exercício físico, porque nós temos uma responsabilidade com esse corpo que nos é dada, que é uma responsabilidade ímpar. Quando você recebe esse corpo,

a rotina de meditação, criar uma rotina de fazer exercício físico, porque nós temos uma responsabilidade com esse corpo que nos é dada, que é uma responsabilidade ímpar. Quando você recebe esse corpo, você tem que cuidar dele. Então, hoje a ciência já mostra para todo mundo qual a importância de você se manter dentro de um peso correto, de você fazer um exercício de forma ordenada, de você não usar bebida alcoólica em excesso, de você não fumar, de você ter um cuidado com seu corpo e por consequência com a sua mente, que justifiquem a fila que você enfrentou lá atrás dos 28 bilhões de pessoas que estavam querendo encarnar e você conseguiu passar na frente delas para chegar aqui embaixo. E como é que a gente consegue então eh dentro dessa vida, né, de internet, de corrida, de eh de um mundo que é muito efêmero e muito fluido, né, onde eh existe toda uma tensão voltada para o que você tem e não para quem você é. Como é que nós conseguimos parar e fazer isso? Eu tenho certeza que cada um de vocês que está sentado aqui já tá fazendo um caminho, já tá bem avançado nesse caminho, né, por vocês estarem aqui numa terça-feira chuvosa, eh recebendo essa energia da nossa mansão e procurando, eh, evoluir dentro do que é o ser, mas que nós possamos ter essa atitude diariamente em cada um dos nossos momentos. eh, nos quais você às vezes se pergunta: "Poxa, mas, né, o que que eu tô fazendo aqui?" e saber que cada um de nós, cada missão é importante, porque nessa vida pode ser que você tenha vindo com uma missão bem pequenininha, o que você acha que é bem pequenininha, mas ela é muito grande em todo o universo. E e a responsabilidade que você tem diante dessa missão. E ontem na mediúnic e um espírito veio e falou sobre a necessidade de nós cuidarmos do nosso caminho. E ele chamou atenção disso, dizendo: "Prestem atenção, porque essa chance é a chance que você tem hoje. E essa chance que você tem hoje, se você consegue desperdiçar essa chance, você tá criando para você amarras futuras que são muito mais complicadas.

o, porque essa chance é a chance que você tem hoje. E essa chance que você tem hoje, se você consegue desperdiçar essa chance, você tá criando para você amarras futuras que são muito mais complicadas. Então, como oncologista, eu sempre tô na área, né, de das pessoas que eu cuido de pessoas que são mais idosas. Então, mesmo que elas não partam por conta da doença, elas terminam partindo por outros problemas. Então, eu tô muito mais ligada à partida daqui da Terra, né, do que a chegada como um obstetra, eh, ligada a chegada. E quando uma criança chega aqui na terra, nós de uma forma muito ignorante festejamos essa chegada, né, com eh doces, bebidas e e, né, muita alegria porque essa criança tá chegando. Mas essa criança tá chegando com o livro aberto. E mesmo que essa criança tenha um espírito extremamente elevado, ela vai chegar aqui na Terra e pode ser que ela encontre tentações muito grandes. Pode ser que ela se junte com colegas que vão tentá-las, tentá-la de uma maneira fazer com que elas adotem atos que ela não se comprometeu numa vida passada, num chegar aqui na terra, antes de entrar na fila. Então, a responsabilidade que aquela criança tem toda vez de agora por diante que vocês forem pro nascimento de uma criança, peça, peçam a Deus que Deus oriente, né, aqueles todos aqueles passos. E quando vocês forem para um processo de encantamento, né, para um processo de partida, agradeçam, porque aquela partida, na maioria das vezes, na mais se você tiver muitas pessoas que compareceram aquela partida, significa que muitos atos de bondade e muitos atos de amor foram realizados ao longo do caminho. Então, a missão sendo cumprida naquele momento com maestria faz com que aquele espírito consiga se libertar e voltar na maioria das vezes, melhor do que ele conseguiu chegar aqui na Terra. Então, de uma maneira muito inteligente, os japoneses fazem isso, né? Os asiáticos fazem esse festejamento dessa partida. Então, que a gente aprenda a fazer isso, porque como eu falei anteriormente, todo

ão, de uma maneira muito inteligente, os japoneses fazem isso, né? Os asiáticos fazem esse festejamento dessa partida. Então, que a gente aprenda a fazer isso, porque como eu falei anteriormente, todo ser humano está fadado à perfeição. E aí eu tava lendo um livro outro dia que dizia: "Quando nós chegarmos à perfeição, ninguém vai perguntar o que você fez no passado, porque você vai estar naquele estado de perfeição." Então essa jornada de perfeição que vai depender, a extensão dessa jornada vai depender do que nós fizemos em todos os nossos atos, que provavelmente foram muito bárbaros no passado e que ao longo do tempo a gente foi conseguindo ter um burilamento até chegarmos ao momento em que estamos, até chegarmos no momento onde a terra se prepara para se tornar um mundo não mais eh de expiações, mas o mundo de regeneração, um mundo onde nós possamos exercer o amor, exercer o perdão, exercer a caridade com a outra pessoa de uma maneira ímpar, que cada um possa olhar o outro com um olhar de compaixão. que a gente possa eh segurar a mão do nosso irmão e dizer: "Não, a gente tá aqui para você". E é isso que nós médicos precisamos fazer nos nossos no nosso dia a dia, nessa jornada, eh, que muitas vezes, eh, quando a gente tá no meio de uma turbulência de uma doença, as pessoas passam a ser tão grosseiras, né, com o médico e e atacam muitas vezes o médico. Eu sempre digo para pros meus residentes e estudantes, ele não ele não tá nos atacando, ele tá atacando o processo de doença dele. E cabe a nós ensiná-lo de que a gente vai estar junto nesse processo e que a gente precisa olhar esse momento e conseguir tirar o melhor daquilo. uma flor que tá brotando no meio de um deserto. Então, nessa jornada de doenças e curas, que nós possamos eh encarar de novo cada momento como um momento de crescimento, como um momento em que a nossa jornada vai se tornar mais doce. a cada momento para que nós possamos e aí eu vou pegar o livro de Joana só para porque Joana é Joana, então a gente não tem como

imento, como um momento em que a nossa jornada vai se tornar mais doce. a cada momento para que nós possamos e aí eu vou pegar o livro de Joana só para porque Joana é Joana, então a gente não tem como dizer coisas que ela, né, tá aqui já tá marcado. Então, eu queria só eh a ausência de enfermidades, ela a gente acredita, né, muitas vezes de que a ausência de enfermidade ela produz a plenitude, mas na verdade eh a gente não se dá conta dos diversos fatores indispensáveis paraa instalação dela. Então, o que é a felicidade? que a gente não procure na ausência de doença a felicidade. Que nós possamos procurar a felicidade dentro de nós mesmos, que que nós possamos procurar a felicidade, mesmo como o Divaldo encontrava a felicidade dentro do quartinho dele, lá deitadinho, sem conseguir se mexer direito, mas com um sorriso no rosto. Então, que nós possa, por quê? Porque a felicidade está dentro de nós. Não adianta a gente procurar a felicidade dentro de uma efemeridade do ter, eh, porque ela não vai conseguir chegar de forma correta. E aí num outro trecho, Joana fala que a imaturidade psicológica ela responde pelo desconhecimento do que realmente é plenitude. Então, claro que todos nós que estamos aqui em 2025, nós ainda temos um grau de imaturidade psicológica grande, mas que nós precisamos parar para olhar e encarar essa imaturidade e passar a agir para que nós possamos nos livrar dela, para que nós possamos realmente crescer como seres humanos de forma plena e absoluta. Porque esse é o é o único caminho que existe. É o único caminho realmente a ser trilhado. E aí Joana fala que a busca desenfreada de soluções mágicas torna mais difícil a aquisição do equilíbrio. E ela psicografou esse livro, como Lu falou, em 1997, né? Então, a gente vai tá fazendo 30 anos do livro e o livro tá muito atual. Por quê? Porque hoje essa busca por soluções rápidas, por soluções instantâneas, as pessoas não querem mais nem parar, né, para ouvir alguém. Elas querem que tudo seja para ontem.

ivro tá muito atual. Por quê? Porque hoje essa busca por soluções rápidas, por soluções instantâneas, as pessoas não querem mais nem parar, né, para ouvir alguém. Elas querem que tudo seja para ontem. A a pandemia inclusive colaborou muito para que algumas pessoas realmente entrassem dentro de um de um processo de aceleração que muitas vezes não consegue ser friado a não ser por um processo de adoecimento. Por quê? Porque as pessoas querem viver de forma intensa, buscando algo que não existe, que é essa plenitude fora, como diz Joana. Então, as enfermidades elas conseguem ter esse caráter educativo. Por quê? Porque nós precisamos desse corretivo, não é que Deus está nos dando algo. Nós produzimos o que nós estamos tendo agora. Então, nós temos uma corresponsabilidade com todo esse processo de adoecimento. Nós decidimos isso lá no nosso planejamento estratégico da encarnação, né, de maneira bem consciente. Mas é muito importante que nós possamos dizer que nós podemos mudar os nossos karmas também. Nós podemos mudar os nossos planejamentos estratégicos se nós mudarmos as nossas atitudes tanto diante do nosso corpo, né, com cuidando melhor do nosso corpo, como eu mencionei anteriormente, como cuidando da nossa mente e do nosso espírito. Por quê? Porque se nós pararmos para pensar, tudo isso é uma energia, né? Então, cada ato impensado e como Joana fala super bem no capítulo sobre doenças, cada ato de maledicência, cada ato de inveja, cada ato de ódio, de rancor, ele vai gerar energias que terminam, na verdade, mesmo que você direcione aquela energia para um outro ser, ela, essa energia ela ela vai voltar para você e ela vai voltar para você com uma força muito grande. Então, quando nós perdoamos alguém, o maior beneficiado daquele perdão é você mesmo. Por quê? Porque você deixou de carregar aquele fardo, né? Você deixou de carregar aquele peso dentro de você. Então, eh, existe uma história super interessante que dois monges iam andando numa noite como essa noite de hoje, né,

de carregar aquele fardo, né? Você deixou de carregar aquele peso dentro de você. Então, eh, existe uma história super interessante que dois monges iam andando numa noite como essa noite de hoje, né, com bastante chuva, iam andando perto de um rio e eles viram uma senhora que precisava atravessar aquele rio e eles eram proibidos de tocar em outra pessoa, principalmente do sexo feminino. E um dos monges fala: "Não, mas eu tenho que ajudar aquela senhora. Carrega e ajuda aí pro outro lado". E o monge que não a carregou fica muito chateado com aquilo e fica assim bem bravo, bem danado. E eles andam mais umas 4 horas. E quando eles chegam, o monge que não carregou a senhora fala: "Poxa, mas eu tô muito chateado porque você não deveria ter feito isso. Você sabe, né, do nosso compromisso de não tocar em uma pessoa do outro sexo." E aí o manjo fala: "Mas eu só carreguei durante 5 minutos e você tá carregando a 4 horas." Então, na verdade, quando nós nos libertamos, né, através do perdão, através da doação, nós conseguimos nos livrar de todos esses fardos da nossa vida. Então, que nós possamos eh fazer um exercício de eh tornar nossas vidas mais leves, né? tornar nossas vidas como a vida do monge que carregou por 5 minutos, porque ele carregou, passou e ele deixou de pensar naquilo porque ele fez um ato de bondade. Então, eh, cada sorriso que você receber no seu dia, vai trazer para você uma energia que vai construindo em volta de você uma armadura que vai, inclusive conseguir repelir as energias ruins que podem estar chegando em um outro momento. Isso é responsabilidade apenas sua. Então, se você chega no seu lugar de trabalho e você não consegue dar bom dia pras pessoas, se você consegue só reclamar de tudo que tá acontecendo, as pessoas começam a criar dentro daquela egrégora mecanismos de antipatia, né, que são como flechas de de anticorpos que vão estar atacando o seu corpo. E nós inclusive sabemos disso. Nós sabemos que os nossos sistemas de defesa que são que é são responsáveis

s de antipatia, né, que são como flechas de de anticorpos que vão estar atacando o seu corpo. E nós inclusive sabemos disso. Nós sabemos que os nossos sistemas de defesa que são que é são responsáveis todos os nós temos milhares de soldadinhos no nosso corpo, que é o nosso sistema imunológico. E esse sistema imunológico, ele é responsável por evitar eh gripes, por evitar tumores, por evitar todo tipo, né, de doença que possa existir no nosso corpo. E nós temos vários estudos mostrando que, por exemplo, se uma pessoa tenha fatores que fazem que levam um quadro de depressão, né, um quadro de comoção muito grande, esse sistema imunológico ele se torna mais fraco e ele não consegue lutar contra todas as adversidades que estão chegando. Então, que nós possamos fortalecer os nossos soldadinhos a cada dia e como é que a gente consegue fortalecê-los através do bom pensamento. Então, que nós possamos emitir um bom pensamento para cada pessoa que está ao nosso lado, que nós, eh, tratemos o outro como nós gostaríamos de sermos tratados, cristianizando cada momento das nossas vidas para que a nossa jornada consiga ser uma jornada de sucesso. Então, todo o ministério de Jesus, ele transcorreu com uma saúde integral que lhe permitiu atender as massas enfermas, transmitindo-lhe energia balsâmica e curativa que dele se exteriorizavam. Então, que nós possamos de novo olhar para Jesus em todos os dias de nossas vidas como grande médico, o grande médico de nossas almas, do nosso corpo, da nossa mente. E que ele possa, através do seu exemplo de amor, através de cada uma das suas atitudes, curar as nossas feridas mais internas, curar as nossas dores e que se essas dores e essas doenças não possam ser curadas, que nós tenhamos a certeza absoluta de que tudo que acontece na nossa vida acontece para que nós possamos amos trilhar um caminho de forma melhor para que nós possamos criar estradas que sejam mais doces no futuro e que nós possamos principalmente olhar pro outro e dizer: "Pelo menos eu

a que nós possamos amos trilhar um caminho de forma melhor para que nós possamos criar estradas que sejam mais doces no futuro e que nós possamos principalmente olhar pro outro e dizer: "Pelo menos eu tentei o meu melhor".

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