Divaldo Pereira Franco: A luz que jamais se apaga — Homenagem dos Espíritas Gaúchos
Há luzes que jamais se apagam. Elas seguem brilhando em cada uma das vidas que tocam. Em 2025 nos despedimos da presença física de um querido benfeitor. Alguém que fez da própria vida um instrumento de amor, consolo e esclarecimento. Com dedicação incansável, entregou sua existência à divulgação da mensagem de Jesus, semeando esperança e consolo nos cinco continentes por onde passou. Para o mundo, Embaixador da Paz, Semeador de Estrelas. Para os espíritas, em especial os gaúchos, para além de todos os títulos, Divaldo Pereira Franco sempre foi um fiel e incansável amigo - Companheiro das horas de muitas alegrias e dos momentos desafiadores de lutas e provações. Confira a homenagem dos espiritas gaúchos ao querido amigo Divaldo, exibida no 13º Congresso Espírita do RS.
Aquelas primeiras vindas foram eram muito lindas e emocionantes, porque o Divaldo, ele já vinha com aquela missão de ser o semeador do consolador prometido junto às massas. Sejamos nós aqueles que disputemos a honra de amar, aqueles que nos esforcemos por servir, construindo o mundo melhor que já se nos avizinha, como nos dias em que viveremos este congresso internacional de espiritismo. >> E ele vinha com aquela exuberância. Eu conheci o o Divaldo jovem. Eu conheci o Divaldo que ele tinha uns 30 anos, eu adolescente. E a gente sentava na no Teatro São Pedro para ouvi-los. A dona Adiná levava nós na escadaria porque para não ocupar os espaços porque lotava, ficava gente em pé. Então a juventude sentava nas escadarias ou nós ficávamos na coxia do Teatro São Pedro ouvindo o Eu eu chegava ouvir o Divaldo assim a 20 30 cm de distância ele no microfone e eu atrás da cortina. >> Tivemos a oportunidade de conhecer essa nobre alma em várias das oportunidades ao longo das décadas que esteve pelo Rio Grande do Sul, indo a dezenas de municípios. Esse embaixador da paz levava na sua voz vigorosa uma mensagem de fraternidade, de amor, de união e como não poderia deixar de ser, de unificação dos espíritas através do movimento espírita. >> Obrigado, Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham mãos de ternura. Mãos que libertam da amargura. Mãos que apertam mãos. Mãos dos adeusés que limpam feridas, que enxugam lágrimas e dores das vidas. Por manos de poesias, de sinfonias, de psicografias, de cirurgias. Por las manos que atiend que limpia heridas sudores de las vidas por manos. os os grandes congressos do Rio Grande do Sul foram ancorados, é claro, no trabalho dos espíritas do Rio Grande do Sul, da quantidade de voluntários, mas também por esta figura luminosa do nosso querido Paulo de Tarso do século XX. Divaldo, como é que ficou esse coração hoje nesse momento tão lindo? >> Profundamente emocional, por causa das surpresas agradáveis que
ta figura luminosa do nosso querido Paulo de Tarso do século XX. Divaldo, como é que ficou esse coração hoje nesse momento tão lindo? >> Profundamente emocional, por causa das surpresas agradáveis que nos foram propiciadas pelos queridos irmãos da Fetos. O Divaldo é um comunicador que trouxe na sua missão esse compromisso de atuar no quarto período de propagação da da divulgação do espiritismo, que é a influência sobre a ordem social, >> que enquanto ele falava no Gigantim 2006 para aquela plateia de 12.000, 13.000 1 pessoas no na metade da conferência abriu-se como se fosse um candelabro no forro do gigantinho e 100 espíritos da equipe de Joana de Anches atenderam um a um das pessoas que estavam ali e se deslocavam pras famílias, pros hospitais, enfim, pros pras paraas geriatrias, né? Foi eles que foi um fenômeno assim incrível que aconteceu, né? E a gente sentia isso, né? Imagina, a gente percebia essa sensibilidade, né? E depois ele ficava autografando e convers e não só autografando, porque ele conversava com as pessoas, a gente entrava a madrugada e aquela fila não terminava. E nesses dias de tanta perversidade, de tanta indiferença, que a tua mensagem agora vai sendo divulgada e cresce para atender as almas, permite-me dizer-te da emoção que me invade sem reclamar e da gratidão que me toma sem qualquer sentimento de outra natureza. dizendo ao Pai, ó Senhor, muito obrigado por tudo que me deste, por tudo que me dás. >> Quando nós compartilhamos com ele o primeiro convite para o sexto congresso, que reuniu 4000 pessoas em Gramado, ele achou maravilhoso e nos disse: "Realmente, o Espiritismo tem que chegar a todos os corações." Então, ele sempre abriu os congressos, né? por ocasião do nosso 12º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, depois de um período longo da pandemia em que ele não pôde viajar e já com 96 anos, ele nos deixou um último legado de perseverança, de superação, de compromisso. E ao longo da preparação em que ele já passava por enfermidades sérias, procedimentos
e não pôde viajar e já com 96 anos, ele nos deixou um último legado de perseverança, de superação, de compromisso. E ao longo da preparação em que ele já passava por enfermidades sérias, procedimentos cirúrgicos, convivia com dores praticamente diariamente, ele fez um último esforço e esteve em 2023 aqui no nosso congresso, que foi um momento também de despedida e todos vamos nos lembrar da sua voz vigorosa, da sua mensagem, sempre com fidelidade, com compromisso com a doutrina espírita, com a fé, com a esperança e com a paz. Que a vida tem um sentido que amar. Sentido decretado por nosso Senhor Jesus Cristo. Quem ama é feliz. Verdadeiramente amar é encontrar a vida e tornar a pessoa feliz. Ele sempre foi um alguém que que projetava luz sobre a caminhada daqueles que estivessem trabalhando no bem. sempre recolhíamos dele estas estas lições assim de ver no trabalhador do Cristo o melhor que naquele momento ele estava podendo entregar. Meu amor. Obrigado, amigo, irmão. Obrigado, Senhor. Obrigado por estar aqui no céu a luz. Você mensageiro da paz e dos conduzidos para Jesus. tão forte quanto poder. >> Nós temos uma gratidão imensa pelo Divaldo por essa cotovia baiana, então a gente costuma lembrá-lo, né, que deixou esse cântico de luz cativante, muito marcado também no nosso estado. para os espíritas gaúchos, Divaldo deixa um legado de união, de trabalho conjunto, de unificação com o nosso movimento federativo e essa alma que semeou tantas sementes e que hoje, eu tenho certeza, estão florescendo por todos os rincões do Rio Grande do Sul. De minha parte, em nome do Centro Espírita Caminho da Redenção, de todos os nossos diretores, alguns dos quais aqui estão conosco, gaúchos também, homenageando a casa mãe de todos nós, não só do Rio Grande do Sul, para dizer aos irmãos: "Avante, este é o momento grave, mais do que nunca precisamos de estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão, acendamos uma luz.
grave, mais do que nunca precisamos de estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão, acendamos uma luz. al
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