Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 18/02/2023
• Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. Neste dia, a palestra marca a abertura oficial do X Encontro Fraternal da JENA - Juventude Espírita Nina Arueira. Nesta edição, o tema central é "Encontro com Jesus, vivendo Léon Denis".
Muito boa noite. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária de sábado à noite. Solicito que os telefones celulares sejam colocados, por favor, no modo silencioso. Preparemo-nos para a prece de abertura dos trabalhos da noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso amigo, o futuro da humanidade necessita dos jovens de hoje, jovens que busquem através da educação, o seu aprimoramento cultural através das religiões. o seu aperfeiçoamento espiritual. A soma dos dois irá produzir uma nova sociedade de homens e mulheres voltados ao bem, ao crescimento do bem sobre a terra. Não obstante, Senhor, toda a aquisição cultural e tecnológica, faz-se necessário sempre a vinculação dos pensamentos dos jovens ao teu pensamento, às leis do teu amor, a paz que emana de vós e os ensin os do vosso evangelho. A doutrina espírita é rica dos ensinos filosóficos, religiosos, científicos e promovem os jovens em direção à nova era. nesta noite. Inspira-os e inspira nosso irmão para que a juventude espírita Nirna Aroeira seja coroada de êxito e o seu evento abençoado por vós. Abençoa-nos, Senhor, portanto, ser conosco hoje e por todo sempre e que assim seja. Eu vou passar a palavra agora então ao Cléber. Uma boa noite a todos. É com grande satisfação que abrimos o 10o Encontro Fraternal da Gena, que há 21 anos um grupo de jovens da nossa instituição resolveu realizar durante o carnaval. Nesses 21 anos temos mantido as atividades neste período, quando o ano de Cong, o de reflexões voltados para o público em geral e quando entre CONGEBS fazemos aqui aberto também ao público para aqueles que queiram participar conosco. É sempre com grande satisfação que elegemos um dos espíritos que são daqueles que podemos dizer que são os nossos ídolos. eleitos na doutrina espírita, a cada um que foi aqui desfilando nas nossas vivências e experiências. Graças a Deus. Se fala em idolatria nos dias de hoje, mas acho que a doutrina espírita nos oferece aquilo que há de melhor, espíritos determinados em fazer o bem pela humanidade. E assim
experiências. Graças a Deus. Se fala em idolatria nos dias de hoje, mas acho que a doutrina espírita nos oferece aquilo que há de melhor, espíritos determinados em fazer o bem pela humanidade. E assim os jovens têm eleito esse período do carnaval para participar sempre com abertura, a qual será na noite de hoje. Em seguida, prosseguimos nos quatro dias de carnaval. Como estamos voltando da pandemia, desta vez será em especial. Então, faremos um dia apenas, o dia de amanhã, o domingo, começando às 8:30 da manhã. Eu sei que alguns já estavam nos perguntando se haveria taixichuan ou alguma coisa do tipo para movimentar o corpo, esticar o corpo pela manhã, mas não haverá desta vez. Mas a gente promete que à medida que a gente for consolidando mais uma vez as atividades, a gente vai voltar de forma normal pra gente poder esticar o corpo, sim, logo pela manhã cedo. Mas a partir das 8:30 começaremos aqui, ou melhor, no cenáculo aqui em frente com a nossa querida Larissa Chaves, não é? Começando com duas obras mais especiais, porque é um brinde a este homenageado desse ano. O encontro fraternal, a gente sempre diz, é o encontro com Jesus vivendo aquele que será homenageado esse ano especial, Leon Deni. A escolha foi realmente a mais especial possível. já foi uma vez homenageado no Reflexões, mas é como se a gente ficasse assim com aquela vontade de quero mais. E a gente pretende, dessa vez, não só neste evento, premiar esse espírito que tanto ajuda aos médiuns e ao próprio espiritismo, como assim proclamou desde sua encarnação última e que nós pretendemos homenagear durante esse evento. Então, será o encontro com Jesus e vendo o Leão Deni, começando com o livro O grande Grande Enigma, como o nosso tio Divaldo já falou aqui na doutrinária passada. Esse livro para mim também teve o mesmo reflexo do que ele nos falou, né? Aqueles questionamentos ligados a Deus e que eu também os tinha. E esse livro realmente para mim foi uma revelação. Então, convidamos a todos que a partir de
o mesmo reflexo do que ele nos falou, né? Aqueles questionamentos ligados a Deus e que eu também os tinha. E esse livro realmente para mim foi uma revelação. Então, convidamos a todos que a partir de amanhã estejamos aqui juntos. A gente não pode prometer mais é o almoço, mas aqueles que queiram participar conosco no período da manhã ou no período da tarde, serão bem-vindos. podem trazer o lanche e a casa sempre vai estar de portas abertas e a juventude aqui aguardando carinhosamente vocês. É muito bom que nós escolhemos nesse período porque escolhemos a caravana que passa enquanto aqueles que lá fazem todo aquele alvoroço. Essa escolha é a escolha premiada à juventude espírita. Claro que não é muito, não é muito fácil nos dias de hoje desafiar uma sociedade tão comum, tão igual, mas nós sempre escolhemos este desafio e é um bom desafio porque é daqueles que enobrece a alma e faz com que a gente consiga em breves momentos viver algo especial do qual não se vive em muitos lugares nessa cidade ou mesmo no nosso país nesses dias tão difíceis. Então se sintam todos convidados ao 10º Encontro Fraternal da Gena, com muita satisfação, vou passar paraa nossa querida Luziane. E por que Lu escolha de Leão Denis tem microfone? Irmãs e irmãos queridos aqui do presencial, do virtual, sejam muito bem-vindos a esse 10o encontro. É com muita emoção, muita alegria que estamos aqui iniciando essa atividade. Por que a escolha de Leão Deni? Porque Leão Deni ele encanta. Quem lê Leão Deni diz assim, tem dificuldade, né, de de escolher qual a melhor obra. E aí pensa: "Qual que é a melhor obra de Leão Deni?" A última que eu li dele. Porque se eu for ler a próxima, eu vou dizer que ela também é muito especial. E se eu for ler a outra, eu vou dizer que ela é muito mais especial. E esta escolha por ele tem toda essa marca da sua personalidade, da força, do ímpeto, de ser espírita, de traçar a sua vida em nome do espiritismo, doar-se. E nada melhor do que apresentar uma individualidade destas pra juventude.
a essa marca da sua personalidade, da força, do ímpeto, de ser espírita, de traçar a sua vida em nome do espiritismo, doar-se. E nada melhor do que apresentar uma individualidade destas pra juventude. Alguém que fala tão diretamente a juventude, ele fala ao coração. Quando a gente tem oportunidade de ler Leon Deni na juventude, a gente pensa assim: "Eu quero mudar o mundo". E é verdade. Ele traz todo este fulor, toda essa alegria, todo esse entusiasmo para que a gente mude o mundo. Só que ele também traz as ponderações. Quer mudar o mundo exterior? É imprescindível que mude o mundo interior. É imprescindível esse movimento interno. E ele vai mostrando em cada uma das suas obras aquilo que a gente necessita perceber para que a gente faça a transformação. Em 2022, quando já imaginávamos trabalhar Leondeni nesse encontro aqui, que que a gente fez com a com o programa da juventude? A ordem dos temas. A gente tracejou os temas de acordo com o departamento de infância e juventude. E a cada tema era Leonir que iluminava a referência bibliográfica. Era ele que dava o rumo da condução didática, da evangelização que a gente iria conduzir. Então, a gente tirou ali trechinhos de o além e a sobrevivência, de o porquê da vida, o grande enigma, depois da morte, no invisível, o problema do ser, do destino e da dor, Joana Dark, a médium. E colhendo trechinhos destes livros, a gente foi aproximando o jovem dessa linguagem filosófica, poética, amorosa, vivencial, porque Leon não é teórico, ele é vivência. E a cada livro, a cada obra, a cada trechinho que a gente apresentava ao jovem, a gente apresentava um pouquinho da força, da garra, da impetuosidade, da perseverança, da disciplina, de características tão necessárias nos dias de hoje para que a gente possa traçar mecanismos de vida, de formas de escolhas na vida com mais decisão, com mais firmeza, com mais encanto. Então, pensando nisso, a gente coroa neste evento esta toda a empatia, todo esse autoencontro que a gente fez consigo, mas também com a iluminação de
mais decisão, com mais firmeza, com mais encanto. Então, pensando nisso, a gente coroa neste evento esta toda a empatia, todo esse autoencontro que a gente fez consigo, mas também com a iluminação de Leão Demi, mas já imaginando para 2023 dar continuidade em tudo isso ao longo do ano inteirinho, continuando a buscar as suas obras, a conhecer um pouco mais da forma como ele venceu desafios tão sérios, tão significativos. Então, estão todos convidados para estarem aqui com a gente, para que também aqueles que não conhecem visitem a obra de Leão Deni. Para aqueles que já conhecem, revisitem, permitam-se novamente adentrar estes livros tão especiais que são mágicos e que vão nos conduzindo em muito ânimo, em muito entusiasmo. Características que nós necessitamos com muita força nesses dias de hoje. Então, estejam bem, sejam bem-vindos e aproveitemos bastante essa nossa palestra de abertura do evento. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Conforme anunciado, a nossa reunião de hoje é dedicada ao labor que os nossos jovens realizam anualmente nos dias do carnaval, conforme Cléber acabou de elucidar. A instituição espírita vê na juventude não a pessoa do futuro, mas a pessoa do presente. A humanidade caminha com os passos da infância, que logo mais se torna juvenil, adulta e começa o declínio orgânico para as atividades do porvir. E é de notar-se que Jesus teve uma grande preocupação com os jovens, célebre a sua frase de referência às crianças: "Deixai que venham a minhas criancinhas e não as perturbeis, porquanto ele estava no ministério atendendo aos enfermos, aos descompassados morais. E as crianças queriam falar com ele na sua alacridade, na sua esperança. E os adultos um pouco mais intolerantes, tentaram obstaculizar que essas crianças recebessem a carícia do mestre. Jesus então repreende-os porque todos nós fomos crianças e a nossa adultez
esperança. E os adultos um pouco mais intolerantes, tentaram obstaculizar que essas crianças recebessem a carícia do mestre. Jesus então repreende-os porque todos nós fomos crianças e a nossa adultez é resultado da nossa infância. Na psicologia, particularmente psicanalista, nós somos o resultado dos fatores desde a concepção e particularmente a convivência doméstica em relação à mãe para os conflitos. da personalidade. É uma tese, portanto, de natureza psiquiátrica. Mais tarde, Allan Kardec preocupou-se muito em atender a juventude quando ele esteve na cidade de Tour, uma das grandes cidades da França no século XIX. Um jovem chamado Leon de 19 anos, foi destacado para poder atender a multidão que ocorreu ao local onde ele deveria proferir a conferência. Porém, naquela tarde, a conferência foi negada pela polícia local, porque o imperador, que era um ditador, havia estabelecido que nenhuma reunião com mais de 28 pessoas poderia ser executada sem permissão policial. Bem, se vê que o imperador tinha medo que o povo desapasse do poder arbitrário que ele havia tomado. a história da França. Em 1840, Napoleão I havia prometido liberdades, a liberdade do ideal, da de vir do pensamento, a liberação dos impostos, manter aquelas lutas da revolução de 89, em que a igreja e os poderosos manipulavam. Mas quando ele sentiu vitorioso, ao invés de manter a república, ele se autoproclamou imperador. Ele era sobrinho de Napoleão Bonaparte e então assumiu o império com o nome de Napoleão I, que fez, como todo ditador, proibiu a imprensa de anunciar os acontecimentos. começou a colocar o poder da igreja religiosa na fiscalização dos atos através da confissão, que era o lugar em que se descobriam os movimentos revolucionários que eram pecaminosos para a igreja. E então entre as vítimas de Napoleão I conta-se Víctor Ig, que foi expulso da França pela sua liberdade de pensar, quando então ele escreve a obra memorável Os Miseráveis, cuja base é uma injustiça social. Os miseráveis têm na personalidade central um homem
, que foi expulso da França pela sua liberdade de pensar, quando então ele escreve a obra memorável Os Miseráveis, cuja base é uma injustiça social. Os miseráveis têm na personalidade central um homem que rouba um pedaço de pão para dar a sua família de miseráveis. E por esse furto ele foi mandado para uma das mais terríveis prisões que existiam no solo francês. Ele foi mandado para o exílio e Jean Val, seu nome, ficou célebre como um indivíduo que não tinha nunca a possibilidade de sair da prisão, porque os prisioneiros eram colocados para remar os barcos até a morte. Eles eram aprisionados por correntes aos barcos para navegarem incessantemente. E Jean Valan consegue viver, sobreviver e ganha a liberdade. Recebe um pequeno documento azul que era a liberdade, mas que significava ex forçado. Portanto, um exentenciado. Todo mundo que conhece essa obra magna, considerada uma das maiores da literatura mundial e a maior obra de Victor Rigon, acompanha quando ele volta à França depois da liberdade da extrema miséria, que iria dar trabalho a um ex-presidiário que havia sido colocado para morrer e sobreviveu. E então ele muda de personalidade. E o Jean Val Jejan vai para o interior da França, assume a personalidade de um oleiro e se torna um homem muito próspero até o dia em que encontra uma criança pela qual se fascina uma menina. E esse homem que era próspero na sociedade, respeitado, em determinada ocasião, porque uma carruagem arrebentou o eixo, ele para ajudar as pessoas ergueu-a com o ombro e aquilo despertou o ódio de um perseguidor. Um policial odiava-o e perseguia-o em toda parte até encontrar o menor erro para colocá-lo na cadeia até a morte. E essa trama é de uma beleza incomparável na literatura francesa. Somente um esforçado teria a energia de erguer o eixo de uma carruagem. Então ele foi denunciado, foi denunciado, foge e nesse ím ele experimenta um grande momento para a literatura. Quando um sacerdote Messier Bveni, um padre muito generoso, senhor bem-vindo,
carruagem. Então ele foi denunciado, foi denunciado, foge e nesse ím ele experimenta um grande momento para a literatura. Quando um sacerdote Messier Bveni, um padre muito generoso, senhor bem-vindo, coloca para dormir na igreja e ele vai dormir na igreja. e fez castiçais de prata, os objetos de ouro, e não aguentou. Furtou-os e o seu algó o dia seguinte prendeu. Tinha agora os objetos para matá-lo na cadeia. Notem que a política é a mesma. É como se estivesse acontecendo isso aqui no país. Desta forma, ele precisava de que fosse apresentado uma queixa crime e vai ao sacerdote e pergunta se não quer denunciar porque ele estava ali com os objetos do culto. E o padre que era cristão, coisa muito rara de encontrar-se hoje, o sacerdote cristão de qualquer religião, diz que ele não havia furtado. Ele, o padre, lhes havia dado para que eles saísse da miséria. Então, Jean Val é liberado desse segundo crime. E quando o policial sai, ele diz ao padre: "Por que o senhor faz isto comigo? Ele diz: "Porque, para que Deus quer objetos de ouro e de prata? Se Deus é o dono do mundo, então fez muito bem, mas agora transforme o tesouro do seu furto em pães de dignidade e de trabalho". e está liberado. Então ele vai novamente aprisionado, mas o Algo vê que ele é um homem tão notável e o Algo era tão legal que prefere suicidar-se a não levá-lo para o cárcere. E aí vai a história que eu não irei sintetizar uma obra de 400 páginas em 10 minutos. Então esse Victor escreve no exílio Lis Rley, que já foi apresentado no cinema em várias versões. Eu assisti há 50 anos uma dessas versões e a última foi estilo opereta. Ganhou Oscar pela grandeza do conteúdo e pela magia dos personagens. Então o imperador era um posilânime e tendo medo de que uma reunião dessa se transformasse em uma reunião política e abalasse o governo, Toibia. Allan Kardec estava viajando e chegando à cidade de Tour, foi muito bem hospedado numa residência distinta que alugou um salão público e anunciou a presença dele. Porém, quando a polícia
erno, Toibia. Allan Kardec estava viajando e chegando à cidade de Tour, foi muito bem hospedado numa residência distinta que alugou um salão público e anunciou a presença dele. Porém, quando a polícia tomou conhecimento, proibiu que se realizasse a reunião. Os anfitriões de Allan Kardec resolveram então não suspender a reunião, suspenderam o local público e transferiram a reunião para o quintal da residência na qual ele estava hospedado. Mas o povo que não sabia se dirigiu a um local anunciado. E Leenir foi o jovem encarregado de dar a boa nova. A reunião não seria pública, mas seria uma reunião privada na residência de um amigo. E as pessoas foram para lá. foi o primeiro grande gesto deste menino, porque ele era autodidata, era pobre e fez uma educação impressionante. A biobibliografia de Leondir é considerada, do ponto de vista ético, estético e de estilo como a mais bela da doutrina espírita pelos temas abordados. O primeiro desses temas é depois da morte. Que existe depois da morte. Ele faz uma análise das civilizações do passado que dormem sob os lençóis de água dos oceanos ou as camadas de areia do deserto. A beleza das suas paisagens está encoberta pela pelos destroços e é calcinada pelo imenso sol do dia a dia. E então ele faz uma análise no prefácio que dá a ideia da grandeza que nós perguntamos: "Que foi feito de Babilônia? Que foi feito do Colosso de Rodas? As sete maravilhas do mundo, inigualáveis até hoje, insuperáveis, que foi feito o tempo. March destruiu lentamente na sua sucessão, porque nada na terra é eterno, tudo é indestrutível, passando pelos controles de edificação, desconstrução, construção e transformações sucessivas. Como disse muito bem o químico, nada se perde no universo, tudo se transforma. E então Leonir vai explicar sobre a imortalidade da alma nesse pré morte. Depois ele começa a considerar o grande enigma da humanidade. Qual é esse enigma da humanidade? Deus. desse-lhe o nome que nos aprover. Mas a esta causa incausada, muito bem denominada pela filosofia,
Depois ele começa a considerar o grande enigma da humanidade. Qual é esse enigma da humanidade? Deus. desse-lhe o nome que nos aprover. Mas a esta causa incausada, muito bem denominada pela filosofia, que não encontra até hoje uma forma de definir Deus, ele escreve o grande enigma. mas também estava em moda o socialismo. E ele faz uma análise de Spencher de Carl Marx e escreve o livro Espiritismo e Socialismo, porque ele pretende que o Espiritismo é uma doutrina eminentemente socialista. Por quê? Porque dá dignidade social a todas as criaturas humanas. pega da caridade e transforma numa lei de justiça social. Não ter pessoas infelizes econômicas socialmente. Podem ter problemas emocionais, individuais, conflitivos, mas não de aquisição de um pão. Em uma sociedade, escreveu Kardec, em que alguém morre à fome, deveríamos ter vergonha de viver nela. Essa frase colocada em termos de hoje nos faz corar de vergonha. Quando vemos, por exemplo, Filadélfia nos Estados Unidos, Los Angeles na Califórnia, estarem com um problema gravíssimo, os chamados homeless, os chamados sem teto, milhares de pessoas dormindo nas ruas na mais extrema miséria, porque a filosofia é capitalista. Alguns dizem que é o melhor regime, mas outros dizem que não. O socialista em que as autoridades governamentais estabelecem as metas para o povo e todos têm os mesmos direitos e os mesmos deveres. Não esqueçamos da palavra dever toda vez que pronunciar direito. Eu tenho direito, sim, mas tenho dever também, porque não se podem desfrutar de direitos sem o cumprimento dos deveres correspondentes. Então, Deni aborda isso há mais de 100 anos com uma atualidade que sensibiliza periodicamente, eu leio o livro, já li umas 10 vezes, para pensar como é que aquela cabeça naquele tempo que não tinha comunicação, ele frequentava a biblioteca de Tour, na qual jornais que o mundo publicava e retira essa filosofia. Mas o grande trabalho dele é a respeito dos problemas da vida. Quem é que não tem problemas? Viver já é
frequentava a biblioteca de Tour, na qual jornais que o mundo publicava e retira essa filosofia. Mas o grande trabalho dele é a respeito dos problemas da vida. Quem é que não tem problemas? Viver já é um problema porque é um desafio. Nunca podemos saber o que nos ocorrerá dentro de breves segundos. Há poucos dias eu estava ouvindo o sacerdote falar um tema muito belo sobre mortalidade da alma. Ele estava sendo filmado, era um congresso internacional da juventude católica. E ele falava e por fim ele disse: "E todos nós gozaremos da eternidade". E caiu morto. Foi viver aquilo que acabava de dizer. Foi um choque, um golpe terrível no auditório. Então, viver é um desafio, é uma incógnita. Vemos pessoa que está a morrer, recupera-se e vemos campeão de saúde ter uma parada cardíaca, ter uma contrariedade, ter um problema de natureza cerebral e morrer em alguns segundos. Então, Leoneni é o exemplo dos mais belos. Eu já narrei aqui que ele lamentou muito não ter ouvido Kardec. Era um dos seus sonhos ouvir o codificador. No dia seguinte, ao da conferência, ele foi à residência do anfitrião de Kardec e entrou pelo quintal, aqueles quintais do passado que tinham porta de acesso a outras ruas. E quando ele abriu a porta de acesso ao quintal, ele parou, porque Kardec estava no momento de bel prazer. Estava numa escada tirando maçãs e jogando-as para a esposa que as coletava numa cesta. Ele deixou aquela cena tão íntima, tão nobre, tão coloquial de um casal afetuoso que fechou o portão e não foi conversar com Allan Kardec mais tarde. Então, Leon Deni dedica aos jovens as mais belas páginas da sua literatura. E a doutrina espírita também se dedica por causa do evangelho de Jesus. O apóstolo Paulo tinha discípulos muito jovens, tão jovens que numa carta ele diz ao seu discípulo amado, que era quase um filho, não esqueças de mandar-me a capa que eu esqueci aí, porque Paulo era tão pobre que só tinha uma capa de inverno. E tando passado pela cidade de Felipos e viajado dia seguinte, esqueceu a capa. Então ele
o esqueças de mandar-me a capa que eu esqueci aí, porque Paulo era tão pobre que só tinha uma capa de inverno. E tando passado pela cidade de Felipos e viajado dia seguinte, esqueceu a capa. Então ele pede que se lhe amande para cobrir do corpo. Noutra cena, ele dirá assim: "E dias terríveis de solidão e naquela oportunidade eu me senti inteiramente a sóz. Todos me abandonaram, menos Lucas, que era um jovem." Então o jovem sempre ressalta, há uma outra cena de juventude comovedora, porque Paulo sai a pregar e faz relações de amizade com os cristãos que conheceram Jesus, inclusive com uma senhora que morava em Jerusalém e ela chamada Maria. Ela tem um irmão pregador que acompanha Paulo. E essa Maria de Jerusalém tinha um filho chamado João. O menino era fascinado pela beleza do evangelho e se oferece para acompanhar Paulo nas pregações. 10 anos de idade, é uma criança, acompanha Paulo. as o rigor das viagens a pé, as intempérias, a fome, as dificuldades noturnas, dormia ao ar livre, dormiu uma vez sob o doço de um animal selvagem. Ele deixou aquilo tão macio, que dormiu direitinho e era um leopardo. Quando ele desperta de manhã, claro, ele pediu muito proteção de Deus e foi em liberdade. Então o jovenzinho não aguentou e falou com seu tio que acompanhava Paulo que queria voltar para casa e vai avisar a Paulo. Então, Paulo escreve uma carta e diz mais ou menos assim, mais ou menos, porque eu não vou dizeres hipes verbes. Ele diz assim: "Podes voltar para casa, mas lembra-te que Deus tem pressa, a pressa de que a verdade domine o coração do homem. E tu, apesar da tua juventude, deves manter-te imaculado, porque é nesse período que nós adquirimos vícios, maus hábitos difíceis de corrigir na idade adulta, porque nós somos automatismos, automatismos orgânicos, psicológicos, emocionais. E então diz a ele assim: "Volta para casa, mas quando te sentires mais forte, lembra-te de desincumbir-te do teu dever de iluminar as consciências humanas". João, o rapazinho voltam. Sabem quem
onais. E então diz a ele assim: "Volta para casa, mas quando te sentires mais forte, lembra-te de desincumbir-te do teu dever de iluminar as consciências humanas". João, o rapazinho voltam. Sabem quem era? O nome dele era João Marcos. Mais tarde, Paulo pediu a Marcos para escrever a memória do cristianismo. E ele, Marcos, pede notícias à sua própria mãe, que hospedou Maria Santíssima, que ofereceu cenáculo para a última ceia, que esteve na cruz as chamadas mulheres piedosas de Jerusalém. João Marcos, portanto, foi aquele rapazinho que nos deu o evangelho mais curto e o evangelho de fenômenos, porque o evangelho de Marcos é da fenomenologia mediúnica de Jesus, os fatos e etc. Kardec, mais tarde terá oportunidade de se dedicar às lições para a juventude. E o Espiritismo vem até nós pasmem, através de duas meninas, uma com 12, a outra com 14 anos, as irmãs Fox. Na noite de 31 de março de 1848. Elas também tinha uma outra irmã, Li, que contava 16 anos. Mas não fica por aí. Mais tarde, nas mesas girantes, as médiuns eram todas, todos e não todes, todos. Eram todos jovens. Por exemplo, no mês de junho de 1856, Allan Kardec estava diante de uma médium, 15 anos. E Abédio entra em 13 e diz Denisar, porque o nome dele era Hipoliton, Denisar Rivaio. Allan Kardec era um pseudônimo. Foi o nome que ele teve 1000 anos atrás, quando foi ali mesmo na França às Galias, membro de uma doutrina hermética. Ele era, portanto, um sacerdote druida que se chamava Allan Kardec. Em homenagem a essa reencarnação de 1000 anos, 2000 anos antes, ele usou pro seodômo de Allan Kardec e ficou mais conhecido do que professor Rivalho. Se nós dissermos no público, seja com ele qual for, ló Rivalo, a maioria nem pegará. Mas você sabe Allan Kardec, alguns saberam, ah, é o tal do espiritismo. Pois a médium tinha 15 anos. Era um médio notável. Rivalo, o machado está no tronco da velha árvore. Cumpre a ti cortar a velha árvore, que eram as doutrinas que se derivavam do cristianismo. E ele então responde mais: "Se eu não
Era um médio notável. Rivalo, o machado está no tronco da velha árvore. Cumpre a ti cortar a velha árvore, que eram as doutrinas que se derivavam do cristianismo. E ele então responde mais: "Se eu não tiver condições, outrem te substituirá, porque as leis divinas não dependem de um homem. Sempre há um outro projeto e um outro. Sempre há uma segunda, terceira, quarta versões. Deus não joga dados, como disse Einstein. Então essa revelação foi feita pela senorita Jafé, que segundo alguns se reencarnaria como Chico Xavier. Amédio, Jafé, Amélio notável. havia duas irmãs da família Bodé. O senhor Bodé vivia na ilha da Martinica, na França, e a ilha da Martinica era produtora de tabaco, de fumo, e elas eram instrumento de fenômenos. Na sua casa, na Martinica, longe de Paris, as mesas se agitavam e seu pai, que vai se tornar amigo de Allan Kardec, pegou um caderno e foi fazendo perguntas e anotando as respostas que os espíritos davam através da mesa. Quando o professor Rivaio foi a residência em que se realizavam sessões, Madame Plen Meson e começa a observar os fenômenos. Esse senhor disse-lhe, se você está interessado, minhas duas filhas são sujetes. Não havia ainda a palavra médium sujete do magnetismo. Eram sensitivas. E eu tenho 58 cadernos de perguntas e respostas que coloco a sua disposição. E deu-lhe os 58 cadernos que irão ser transformados em o livro dos espíritos. Aí vemos a beleza da história através de duas meninas, uma com 12, a outra com 14 anos. Lendo o livro dos espíritos, imaginem, essas meninas não tinham cultura nenhuma, porque era proibido a mulher educarse. A mulher era dedicada à tarefa de trabalhos domésticos, aprender trabalhos domésticos. Então, nós vamos ver, por exemplo, algumas delas vestirem-se de homens, adotarem um pseudono masculino para poderem circular no meio dos intelectuais. Era a perseguição à mulher que Kardec passa a defender. Então, aquelas duas meninas dão respostas incríveis. A pergunta 540 do livro dos espíritos é uma pergunta de física quântica.
dos intelectuais. Era a perseguição à mulher que Kardec passa a defender. Então, aquelas duas meninas dão respostas incríveis. A pergunta 540 do livro dos espíritos é uma pergunta de física quântica. A física quântica começa a primeira experiência em 1872. Allan Kardec já havia morrido fazia 3 anos através de William Crooks. Desta forma, todos os médiuns de Kardec eram jovens. Jovens. Gabriel Delani tinha 12 anos quando se tornou em médio de dar comunicações. Eu valorizo muito isto porque hoje pegamos um jovem de 12 anos com este mundo de informações e às vezes é um imbecil, só sabe futilidades. E quando a gente lê a doutrina e vê o conteúdo filosófico, o conteúdo de natureza profética, o conteúdo de natureza doutrinária que resiste à negação da filosofia odierna, ficamos admirados, era respeito à juventude. Kardec foi um propugnador de preparar os jovens para amanhã. É natural que oportunamente surgissem no movimento espírita além das pessoas idosas, respeitáveis, responsáveis, porque uma doutrina de adultos, a conduta moral, a ética de comportamento, morrer o homem velho, nascer um homem novo dentro da sua estrutura orgânica, é um trabalho grandioso. Aí vem a juventude que necessita de ser amparada, apoiada e vemos a juventude hoje sem líderes. O que é que está fazendo? Droga, adição, alcoolismo, sexo e apenas desvairar. Os jovens em linha geral me diz: "Tiu, eu não tenho o que, o que é que eu vou fazer? Estudar, estudar, estudar. No domingo eu vou à praia para poder gozar." E todos nós dizendo, mas é justo, não é não da forma que ele se educa durante a semana, no domingo também vai à praia, desfruta da praia, mas não vai à praia apenas pelo prazer da sensualidade, mas sim pelo prazer desportivo, técnico, saudável que a praia proporciona e não pelo fato de irmos para o desnudo e aproveitarmos a oportunidade para a libidinagem. a vulgaridade para as festas em que a pessoa quando vai entrando já recebe uma taça de whisky com droga dentro. Eu acho que todo mundo vê isso nos filmes. Mal chega
a oportunidade para a libidinagem. a vulgaridade para as festas em que a pessoa quando vai entrando já recebe uma taça de whisky com droga dentro. Eu acho que todo mundo vê isso nos filmes. Mal chega recebe uma taça e é a primeira até a overdose, a over muita dose quando morre intoxicado ou quando é assassinado pelas organizações da escravatura de criaturas humanas. Então, o espiritismo criou os movimentos juvenis e foi um baiano, baiano de Jquier, professor Leopoldo Machado, que sugeriu o primeiro grupo de jovens, ele era educador na cidade de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, tinha o Instituto de Educação. E ali no instituto ele viu o potencial do jovem estudando a doutrina e criou a primeira juventude espírita. E de imediato ele criou também um hino que nós chamamos o hino da alegria cristã, que os espíritas da geração passada memorizamos e todos ainda cantamos os momentos de festa, porque não somos de plástico para não irmos à festa. Vamos à festa, vamos a carnaval, vamos a qualquer coisa. A questão é da conduta lá, porque no monastério também as freiras eram prostituídas. No carnaval não é necessariamente o local de corrupção. Por que que quando chegou o carnaval, esta experiência me aconteceu há uns 4, 5 anos? Quando eu soltei aqui no aeroporto, aí uma moça me deu uma camisinha, camisa de Vênus. Eu então perguntei assim: "O que é?" El dis: "Camisa de Vendance, para que é?" Ela ficou meio embaraçada, mas eu fiz de propósito, é claro, é pro carnaval. Eu digo: "Ai, para ir pro carnaval tem que fazer. Como é que faz?" Ela disse: "Veste." Eu disse: "Mas veste como?" Bota na mão, na cabeça, na orelha. Ela aí, o senhor pergunta a um colega porque era tão jovem distribuindo porque o carnaval passou a ser símbolo de sensualidade. Se vai ao carnaval para o sexo, mas como o sexo cansa, tudo cansa. Então as variações, quais? O estímulo de uma droga, a cocaína, mas ela é muito cara o craque, mas ele é muito caro. Uma droga química de R$ 10, mas R$ 10 são muito. Tem agora uma superdose de R$ 5 aqui no
o as variações, quais? O estímulo de uma droga, a cocaína, mas ela é muito cara o craque, mas ele é muito caro. Uma droga química de R$ 10, mas R$ 10 são muito. Tem agora uma superdose de R$ 5 aqui no Pau da Lima. Ali na esquina vende. É só a gente dizer assim: "Me dá aí uma dose, toma dose, cinco paus e perde o cérebro". Então é isso que nós temos que educar nossos filhos. E não achar não, meu filho não faz isso. Já fez. Vou lhes contar a coisa mais interessante da minha vida. Nós tínhamos um lar de meninas e de meninos. Isso nos anos 47, 52. E como na sexo naquela época era imoralidade, até a palavra a gente não dizia. Dizia aquela coisa. Todo mundo sabia o que era porque dis fazer sexo, ave Maria, feria o pudor. Era uma ignorância tão estúpida que hoje é cômica. Pois bem, então eu tinha os cuidados que todo mundo tem, não falava com nenhum deles. Quando é um dia chegou uma filha minha que estudava na escola normal lá no barbalho, trazendo a revista O Cruzeiro. E o Cruzeiro havia feito uma reportagem sobre lesbianismo. A palavra lesbianismo vem de uma ilha grega chamada lesbos. Nesta ilha de lesbos surge o relacionamento feminino entre parceiras do mesmo sexo. Daí mais tarde lesbia, lesbianismo. Mas eu naquele também naquele tempo também não sabia. Sabia que o lesbianismo é um relacionamento interpes feminino? E a minha filha veio disse assim: "Tio, hoje me deram essa revista para ler. Quando eu vi o nome, eu gaguejei. Eu aí digo assim: "Como é que minha filha de 16 anos, meu Deus, de-me essa revista moral". Ela me deu e eu digo: "E agora? O que que eu faço?" Ela perguntou: "O que é lesbianismo?" Edivaldo, eu disse: "Ave Maria, três vezes, deixa isso para depois numa hora de calma, porque eu fiquei morto de vergonha. Como é que eu ia explicar o horror?" Mas tinha que explicar, porque ela era terrancelha, ela já sabia, eu é que não sabia. Eu, veterano da Guerra do Paraguai, não sabia. E ela então ficou me olhando o que é, tio? Eu digo: "Olha, minha filha, numa moro que eu estiver
e ela era terrancelha, ela já sabia, eu é que não sabia. Eu, veterano da Guerra do Paraguai, não sabia. E ela então ficou me olhando o que é, tio? Eu digo: "Olha, minha filha, numa moro que eu estiver desocupada, nós conversaremos. E então o dos meus meninos de 15 anos disse tio, fulana, a menina estava nos falando que as mulheres também se relacionam. Eu digo, mas é natural, são abigas, não, tio, de sexo. Eu digo: "Ai, meu Deus, estou perdido, o que é que eu faço?" Eu não tinha a menor ideia, era claro, meus pais nunca pronunciaram a palavra imoral, sexo, aveia. Bom, então eu tive uma ideia genial, dar uma aula de sexo. Mas como é que eu ia ter coragem de falar isso para eles todos me olhando e balançando a cabeça? Aí eu tive uma ideia genial. Reuni os maiores de 12 a 16 anos e promovemos uma brincadeira de pegar. Corremos para aqui para o fundo. A mansão ficava lá em cima, a casa. Subimos uma árvore e sentamos nos gadhos que nós chamávamos cadeiras. Ali formávamos o grupo e eu dava aulas a eles, conversava. E então eu disse, vamos brincar na árvore, subimos eles animados. Tiao, o senhor vai falar sobre sexo? Nigo é ai meu mas quando me lembrava o coração paltava. Como é que eu vou dizer essas imoralidades aos meus filhos? Mas quer dizer, chegamos lá e eu na santa ignorância voltei-me para um deles, estava estudando medicina, portanto devia ser meio deputado, né? Já tinha feito anatomia, anatomia comparada, já estava no terceiro ano de medicina, já devia ser um profundo conhecedor. Virei e perguntei assim a todos: "Vocês sabem como é que nós nascemos? Não sabem?" Aí eles me deram a resposta: "Não, senhor, como é? Eu tive que encerrar o assunto. Aí eu digo assim: "Depois nós falamos isto". E perguntei aos espíritos: "Como é que eu vou falar sobre sexo?" Porque todo mundo era assexuado. A criança era trazida pela cegonha, era achada no repolho de cabeça, não sei o quê. Pá, pá, pá. Então, Joana Dian me disse: "Compre um casal de preaz ou de coelhos que se reproduz em cada três meses e deixa as
era trazida pela cegonha, era achada no repolho de cabeça, não sei o quê. Pá, pá, pá. Então, Joana Dian me disse: "Compre um casal de preaz ou de coelhos que se reproduz em cada três meses e deixa as crianças verem depois." Então você explica e ele diz: "Mas como é que eu vou explicar depois que eles já viram?" A verdade é que eu eu mudei de tema, arranjei outros, expliquei o que era possível e certo dia eu estava almoçando quando entrou um pequenininho correndo que era terrível. Tio Divaldo, tio Divaldo, venha correndo que o colhinho está vomitando outro. Eu digo: "Todo mundo venha para o vômito." Aí dei a minha primeira aula de sexo. Ai que alívio. Mas quando eu terminei a aula, eles riam e diz assim: "E o que é que tem mais? Porque tudo isso eles já sabiam. Eu é que não sabia que eles sabiam". Então, hoje nós vemos nossos jovens as iniciações nas escolas e porque o sexo é uma higiene orgânica para a reprodução da vida, para a perpetuidade da vida. Então, criou-se a primeira juventude espírita do Brasil em 1945 por Leopoldo Machado no Rio e um rapaz chamado Atlas Nunes em Belém do Pará. Em 1947 houve o primeiro congresso das juventudes espíritas no Rio de Janeiro para mais de 5.000 jovens. E aí nasceu o movimento pujante. Eu falei aqui há poucos dias, um mês mais ou menos sobre Nina Roeira, sobre Alta de Souza, esses vultos jovens que engrandeceram o movimento e também a nossa juventude. A nossa juventude preparou mais de 30 médicos hoje, todos espíritas, de advogados, de donas de casa, de trabalhadores braçais, porque não é o cargo nem o encargo, é a dignidade ou não com que se exerce o cargo. Então nós temos hoje nossa juventude que realiza um trabalho extraordinário com os nossos filhos divulgando o espiritismo e dando uma ética. Então muitos perguntam: "Tio, eu posso ver o carnaval?" É lógico. E dance, pule, canse, quebre a perna, sue, tudo. Mas como vai a um baile, como vai a uma festa de aniversário, não ir para outro objetivo. Daí o próprio nome vem do latim, que eu já falei aqui um milhão de
ce, pule, canse, quebre a perna, sue, tudo. Mas como vai a um baile, como vai a uma festa de aniversário, não ir para outro objetivo. Daí o próprio nome vem do latim, que eu já falei aqui um milhão de vezes, carne nada vale ou carne é uma coisa morta. do verbo latino, Doner Câmara fez uma conferência extraordinária sobre o carnaval antes de viajar a Paris para o exílio. Foi um sacerdote bispo de Recife e de Olinda, que viveu o cristianismo com tal grandeza que o crucifixo de ouro que todos usam. Ele fez um de madeira e mandou derreter o ouro e deu de alimento para os pobres. na grande campanha nos anos 80 que invadiu o Brasil com o atendimento aos necessitados. Daí a nossa juventude tem por objetivo preparar os nossos jovens para enfrentar a corrupção. E graças a Deus, um grande números daqueles que eu conheço está casado, o lar equilibrado, alguns separados porque não deu certo. A comunhão conjugal tenta uma outra experiência perfeitamente ético, legal e moral sobre qualquer ponto de vista. Daí hoje é a celebração da atividade de amanhã, o dia inteiro. Anteriormente eles faziam com as pessoas ficando aqui durante o sábado, domingo, segunda e terça-feira, mas agora por outros motivos de natureza coletiva do estado da Bahia, da Federação, eles realizam trabalho hoje com este momento de música. Eu vou abrir um parênteses. Eu peço a Deus que os jovens tragam para o espiritismo músicas alegres, porque as músicas espíritas são tão tristes, todo mundo chorando. Não, uma música que sacuda, mas que sacuda para o bem. Então a gente ouve uma musiquinha, musiquinha, eu nunca me esquecerei que havia um compositor que fez um dos mais belos estudos linguísticos da música brasileira, Ari Barroso, e ele escreveu a música a respeito do Brasil. E num programa de televisão do passado, alguém disse: "Você vai cantar o quê?" Aquela musiquinha Barroso subiu a ladeira porque é um clássico Brasil, meu Brasil brasileiro que a geração passada sabia. Hoje, talvez, se fosse de Presley, a gente
uém disse: "Você vai cantar o quê?" Aquela musiquinha Barroso subiu a ladeira porque é um clássico Brasil, meu Brasil brasileiro que a geração passada sabia. Hoje, talvez, se fosse de Presley, a gente sabia, talvez com rapidez a música de uma das vozes mais lindas que já apareceram, mas que a droga consumiu, que a droga matou a filha, que a droga destruiu a família de uma das vozes mais lindas do mundo. E tudo começou de uma forma suave. Ele era chofer de caminhão, o rapazinho de Flix. E então ele cantava e um dia alguém o viu cantar e resolviu gravar. E Elvis Presley era mais conhecido do que Jesus Cristo. Ele e os Beatles venderam mais discos do que bíblias. Já imaginou que potencial? As suas músicas dos beatles dele ficaram imortais. Quem é que não se comoove com alguma das músicas dos Beatles Orember e Ester? A gente ouve e navega. Então eu tenho pedido a Deus que os jovens espíritas me arranja assim umas músicas um pouquinho animadas, né? Que a gente possa balançar na cadeira que não faz mal nenhum. É terapia, terapia muscular, mas já é uma boa coisa, porque logo no começo não havia jovens com tendências musicais, mas era um período de músicas. Isso por volta dos anos 80, 90. Então se começou a pegar músicas conhecidas e colocar letra espírita, eh, literariamente chamado paródias. Então, uma música se tornou muito célebre, uma música paraguaia, as paraguaias, né? A gente gosta daquele bala paraguaio. E então era lago de Pacaraí. Meu Deus, será que alguém lembra disso ou somente eu? Alguém aqui não lembra de Pacaraí? Meu Deus, aquele lago maravilhoso do Paraguai que eu fui ver e quase morri de náuseia. Era como a misteriosa lagoa de Itapuan. Que beleza. Na voz de Dorival Caim. E que beleza. A gente olhando a lagoa hoje, coitada, quase entupida. Mas bem, então é muito bonita aquela noite de Pacaraí, aquele céu. Ai, fizeram uma letra espírita e colocaram na música. Foi um desastre. Porque quando começaram a cantar, a gente lembrava de Pacaraí. A música dizia mais ou menos assim: "Na
te de Pacaraí, aquele céu. Ai, fizeram uma letra espírita e colocaram na música. Foi um desastre. Porque quando começaram a cantar, a gente lembrava de Pacaraí. A música dizia mais ou menos assim: "Na noite extensa, Jesus Cristo veio a Nazaré nessa noite plena. Mas eu, ao invés de cantar a letra espírita, cantava a letra que eu já conhecia. Então foi horrível porque cada paródia triste, o espiritismo é doutrina de alegria, de entusiasmo, de coragem, de vencer a luta, de aceitar o desafio com entusiasmo. Já temos aqui notáveis espitas, já temos discos notáveis de escritores, espíritas, poetas, musicistas que nos embalam. grandemente e algumas que a gente não aguenta mais, que foi do começo do século, não é? Nilson mesmo dizia que se ele estivesse desencarnado e tocasse aquela música, ele levantava do caixão e saía. A música é Quanta Luz. Quem é que aguenta quanta luz nesse ambiente não aguenta? Também de luz. Pass precisando de um pouco de movimento, de alegria, de fraternidade, de namoro. É vida normal, acrescentada de beleza. É isso que os nossos jovens fazem aqui nas reuniões. Eles então estabelecem um programa de dignificação humana, visitados infelizes. A nossa juventude atende a um grande número de crianças do Pau da Lima e paradoxalmente num dos natais foi armada pela primeira vez na rua do ouro. Vão olhar a rua do ouro. A rua do ouro é uma belezinha. Vai sair na Galosta do pau da Lima lá. O problema é chegar na Galosta. Mas então, Edilton e equipe, porque Edilton foi de outro grupo, agora já tem outro. daqui a pouco vão aposentar porque já estão, nós estamos mais na juventude, não é? Essa é a juventude eterna, mas deixa para lá. Então, primeiro fui eu, aposentei, ailto, tomou conta, foi aposentado. Agora na próxima reunião, no próximo ano, Deus há de ajudar que teremos caras novas e eles para ser mentores, porque já são velhotes, já tem mais de 30. E então Edilton colocou uma árvore de Natal na rua do ouro, meninos drogados, em que a nossa juventude faz reforço
emos caras novas e eles para ser mentores, porque já são velhotes, já tem mais de 30. E então Edilton colocou uma árvore de Natal na rua do ouro, meninos drogados, em que a nossa juventude faz reforço escolar para jovens de grande sofrimento, viciados, dependentes da rua, tentando tirá-los das malhas do crime e temos conseguido dezenas, dezenas. Pois bem, e ele disse assim: "Meu Deus, quando eu deixar a árvore aqui fora, ela amanhã estará desencarnada". Então, veio um dos jovens toxicômanos e disse: "Tio, nós, a elite da rua vai tomar conta da árvore." Foi a única árvore que escapou. Ela ficou o tempo todo. Então, até hoje tem a atividade social, a preparação de cursos para vestibular no tempo do vestibular. Que bom para os pais que seus filhos venham sábadas à tarde, domingo pela manhã, que vão visitar os pobres, aqueles que não tinham casa, e os jovens construírem em um dia um quarto de taipa, de zinco, para um homem deformado, cuja mãe idosa tomava conta, e para outros dando la, ensinando higiene, cuidando e sobretudo colocando a figura do trabalhador incansável que é Jesus Cristo. Então, quero congratular-me com a juventude e estimular aos pais para que tentem mandar os filhos. Alguns não vão querer, é natural, mas seduzamos, digamos, vá pelo menos para ver, porque estando só jovens, é muito melhor jovens juntos do que um jovem comigo. Quando ele usar um tema, eu nem sei abordar porque já não é da minha congitação emocional, mas é da congitação emocional dos meus netos, dos meus bisnetos. Tem vários aqui me ouvindo. Então, a juventude e a infância, aulas tecnicamente preparadas por pedagogos, psicólogos, por educadores do maior refinamento em Brasília, organizando programas para nossos filhos, para que eles se libertem dos vícios, para que não caiam nos vícios, para que tenham uma vida normal, quer dizer, uma vida saudável e façam de tudo. espírita não é um alienado. Ah, não pode. Pode tudo, tudo. O negócio é a medida de até onde pode, ou melhor, até onde deve. Porque nem
m uma vida normal, quer dizer, uma vida saudável e façam de tudo. espírita não é um alienado. Ah, não pode. Pode tudo, tudo. O negócio é a medida de até onde pode, ou melhor, até onde deve. Porque nem tudo que se deve se pode, mas nem tudo que pode se deve. Paulo dizia, muita coisa ele gostaria de não fazer e fazia. E muita coisa ele gostaria de não fazer e fazia também. Dessa forma, em nossa reunião desta noite, o objetivo é prestar contas, estimular aos pais, aos jovens. Nós aceitamos jovem de qualquer idade, porque eu sou jovem. Aos 95 anos, eu estou aprendendo cada dia mais. Estou pretendendo fazer um curso de japonês agora, porque aprender japonês evita Alzheimer. Aprender um idioma na velhíssima é uma beleza para educar a memória que a memória não desaparece. Os registros é que desaparece das fixações. Daí aproveitem para aprender o chinês, que vai ser uma língua do futuro, porque inglês todo mundo fala. Até eu sei dizer good by, good bye, como se fosse um good, uma bola de good. Aprender para podermos ser pais de espírito, para podermos enfrentar a corrupção, que muitas meninas têm dito a meninos, vamos curtir? E ele diz assim, muito bem. E depois você curte hoje comigo, mas amanhã eu não estou aqui. Você curte com outro e depois de amanhã o outro viajou, você curte com tecido e você se transforma numa mulher vulgar. Então, pelo respeito que eu tenho a você, não vamos curtir, vamos ser bons amigos e vamos primeiro nos amar para ver quando nós podemos curtir. E eu pergunto a meus amigos jovens, como é namorar atualmente? Porque eu sou do tempo que namorar era uma maravilha. Eu tenho uma amiga que ficou noiva 21 anos. Quando casaram, ela já não era fértil para ter filhos 21 anos. Agora casa antes de namorar e separa depois que namorou. Então nós precisamos mudar a ordem dos fatores. Algo está errado e o evangelho de Jesus nos dá a pauta. Isso é bom. Mas será que eu não posso superar? Por que que eu tenho que fazer isto compulsivamente? Ah, porque todo mundo faz. Mas todo
fatores. Algo está errado e o evangelho de Jesus nos dá a pauta. Isso é bom. Mas será que eu não posso superar? Por que que eu tenho que fazer isto compulsivamente? Ah, porque todo mundo faz. Mas todo mundo é infeliz e eu não quero ser infeliz. Eu quero desfrutar de paz. Eu quero respeitar minha namorada ou meu namorado. Quero que quando eu passar um colega não diga a ele assim: "Estau eu conheço demais, aquela não vale nada". E vice-versa também. A moça está com o namorado e outra dizer: "Qual nada conheço, não é de nada, deixa de ser bobo arranjar outro". Será que a vida é isso? o arranja, porque tem um momento que a gente tem que ter paz, a gente tem que ter reflexão, tem que viajar para dentro e perguntar o que é que eu quero da vida. É o chamado sentido psicológico da vida. Assim, amanhã, como foi anunciado, eles estarão aqui para atender os que se inscreveram. Ainda pode inscrever-se, pode os que quiserem vir, participar, ouvir, jovens da minha idade, da nossa idade, também mais jovens do que eu e também jovens na fase juvenil para nós encontrarmos a plenitude. Hoje, em homenagem a essas ideias novas de uma juventude saudável, eu pensei em substituir o passe por uma visualização terapêutica. A visualização terapêutica não é uma prática espírita, não é? No espiritismo não tem rituais, é uma terapia psicológica através da qual a mente vai buscar no inconsciente profundo fatores para a saúde moral, emocional e psiquiátrica. Nós temos dois CDs chamado saúde a respeito das visualizações terapêuticas. E nós vamos fazer hoje um ensaio, porque já que a atmosfera está tão carregada, as vibrações estão de nível pouco saudável, vamos tentar elevar o nosso padrão mental e fluir dessa terapêutica individual. Recomendações durante os minutos. Evitemos levantar-nos. Se alguém precisa levantar, que eu faça agora. Durante, por favor, permaneçam sentados até o fim, mesmo que não participem, porque vão incomodar o outro. Não demora, no máximo 10 minutos, portanto, um tempo perfeitamente
vantar, que eu faça agora. Durante, por favor, permaneçam sentados até o fim, mesmo que não participem, porque vão incomodar o outro. Não demora, no máximo 10 minutos, portanto, um tempo perfeitamente permissível de nos dedicarmos. Tentemos acompanhar o comando. É uma visualização terapêutica através da sugestão. A gente vai orientando e a pessoa vai passo a passo. Se tiver dificuldade, não importa. É a primeira vez. Buda dizia: "O pensamento só pode fixar alguma coisa durante 3 minutos no máximo, daí a pouco, porque o pensamento é volátil. E a grandeza da saúde é a pluripensação. Nós pensarmos muitas coisas de uma vez. E ele então diz assim: "Quem não conseguir em 3 minutos conseguirá em três dias. Se não conseguir em três dias, em 3 anos. Se não conseguir em 3 anos, em três reencarnações. Mas tem que tentar. Então, nós temos uma técnica de respiração. A respiração é muito importante em tudo para a nossa vida. a respiração toráxica, a respiração profunda, aquela em que nós retemos o oxigênio nos pulmões para que eles absorvam as toxinas e nós quando expirarmos eliminemos os venenos que nos dão sono, malestar e etc. E nós iremos fazendo vagarosamente e vamos acompanhando. Vamos pedir a técnica para que nos coloque um som, uma música suave para acompanhar e vamos tentar. Tomemos uma posição boa, bem sentados, isto é, os pés bem plantados no chão, porque isso facilita a circulação do sangue e a nossa postura. Distendamos os braços, se possível, coloquemos sobre as coxas para ficarmos em um relax. Lentamente fechemos os olhos, mas sem comprimir. Não é necessário apertar, não descer as pálpebras. Apenas isto, descer as pálpebras e respirar de maneira mais suave, mais tranquila. Eu vou fazer um ritmo. Quem puder acompanhar, muito bem. Quem não puder, faça o seu próprio ritmo, porque é uma experiência. Vamos então fechados os olhos, colocados os braços arriados sobre as coxas. Vamos. Realizar a respiração em três itens. Inspirar pelo nariz com a boca fechada. Inspirar.
tmo, porque é uma experiência. Vamos então fechados os olhos, colocados os braços arriados sobre as coxas. Vamos. Realizar a respiração em três itens. Inspirar pelo nariz com a boca fechada. Inspirar. Reter. Expirar com a boca levemente aberta. Inspirar, reter. Expirar, inspirar. reter, expirar. Façamos automaticamente em nosso próprio ritmo. Como a mente não pode deixar de pensar. Observemos a nossa respiração. Agora vamos pensar em uma montanha. Você está fora da sala, em uma área que tem uma montanha. Visualize uma montanha. Coloque-se no alto da montanha. Visualize-se. Veja-se no alto da montanha. Inspirar. Reter, expirar. Enquanto respira, olhe a natureza em volta. O céu salpicado de estrelas. Visualize o céu salpicado de estrelas. Olhe a paisagem longe, a natureza longe, o grande silêncio da natureza. Você está a sócio no alto de uma montanha. Sinta o vento frio e suave da noite. Visualize, visualize uma estrela qualquer. Visualize-a e note que ela aumenta de volume e brilha de tal forma que ilumina a montanha. E você visualize-a, observe que essa estrela move-se como se estivesse vindo na sua direção. Inspirar. expirar. A estrela está descendo, bela, furgurante e você está vendo-a no silêncio da noite imensa. De repente você percebe que ela toma uma forma humana, a uma distância regular da sua vista. Olhe, é um homem vestido de uma túnica longa que vai até os seus pés. Olhe bem, o semblante é Jesus, conforme as oleografias que você conhece. O semblante dele leve, bailando um suave sorriso, ele desce e fica no mesmo nível. em que você está na montanha. Inspirar, reter, expirar. Ele se aproxima e você o vê, ele parece sorrir. Parece que ele faz uma pergunta. Diga no ritmo da respiração. Eu sou vida. Repita outra vez. De novo, eu sou luz. Note que você está iluminado na montanha. Eu sou paz. Paz. Então Jesus próximo de você pergunta: "Que queres de mim?" Lembre-se de um dos seus problemas. E responda, Senhor, eu sou vida. Eu sou luz. Dá-me tua paz. Ele se aproxima
na montanha. Eu sou paz. Paz. Então Jesus próximo de você pergunta: "Que queres de mim?" Lembre-se de um dos seus problemas. E responda, Senhor, eu sou vida. Eu sou luz. Dá-me tua paz. Ele se aproxima e abraça você. Abrace-o. Ele funde-se em você. Olhe-se, absorva essa energia. E quando o problema voltar, volte também à montanha e deixe-se impregnar do abraço de Jesus. Inspira. reter, expirar. Absorva a energia que se desprende do universo através de Jesus. Volte à sala, mantendo os olhos fechados. Volte à sala. Movimente-se na cadeira. Movimente-se. Abra os olhos. Levem esta vibração. A paz é possível. E digamos: "Senhor, nós te agradecemos esta oportunidade de reflexão, de paz e pedimos que os próximos dias sejam vencidos de forma altaneira, pacífica. e pacificadora. Agradecemos a experiência que poderemos transformar em uma vivência conforme aos padrões da moderna terapia psiquiátrica. E agradecendo, agradecemos a Deus. nosso Pai, a Maria, a Santíssima e aos espíritos bons, a sua presença e partimos para os nossos lares. Tá encerrada a nossa reunião.
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